Capítulo IV – O modelo a se seguir.

Um estrondoso som metálico afastou bruscamente Bella debaixo do corpo nu de Edward Cullen. Um aroma denso invadia o ar. "E por que, sente estima você, senhor Cullen?" "Por uma mulher, senhora Black. Uma mulher quente, úmida e voluptuosa, que não teme sua sexualidade e nem sente vergonha de satisfazer suas necessidades".

Bella abriu os olhos de repente.

A face redonda e simpática de Emma estava envolta em fumaça, inclinou sobre a mesinha junto à cama, fazendo girar uma colher dentro de uma xícara de porcelana. Uma pequena jarra descansava ao lado da xícara, sobre uma bandeja de prata.

O aroma forte que impregnava o ar não era o do açucarado do café turco, pensou Bella entre sonhos. Era o doce aroma do chocolate quente.

— Se está doente, Isabella, deveria ter enviado uma nota para minha casa.

Bella pestanejou.

O rosto de sua mãe se fez visível. Estava emoldurada por um chapéu de seda negro. Seus olhos censuravam Bella, como quando era menina e não tinha completado as expectativas de seus pais.

Emma e sua mãe estavam a seu lado observando-a, enquanto ela sonhava que Edward Cullen se ocupava de seu corpo como se seu membro viril fosse realmente uma massa e ela uma erva pertinaz que devia ser totalmente amassada e esmagada até a submissão. "Taliba - ele tinha lhe sussurrado, investindo forte e profundamente. - Mova seus quadris para mim..."

Apertou suas pálpebras, consciente do áspero sabor do café turco que seguia em sua boca e o desejo frustrado que continuava palpitando no mais profundo de seu ser. Emma se atrasou um pouco em servir o chocolate quente. Uma faísca de ressentimento se acendeu dentro de Bella.

Sua mãe não deveria estar em sua casa e o senhor Cullen não deveria estar em seus sonhos. Abriu os olhos, se voltou sobre suas costas e forçou um sorriso.

— Bom dia, mãe. Temo que me dormi demais. Se me esperar na sala, me vestirei em seguida me juntarei a você. Emma, por favor, acompanhe minha mãe e mande servir o chá.

— Muito bem, senhora.

Sua criada deu um passo atrás e sua mãe deu um passo adiante.

— Suas faces estão vermelhas, filha. Se estiver doente, não há necessidade que se levante. Sinto ter interrompido seu sonho, mas estava preocupada. Na segunda-feira você cancelou todos seus compromissos e agora isto.

— Sabe que seu pai está preparando Jacob para que se presente ao primeiro-ministro quando ele se retirar. Deve facilitar o caminho para ele, tal como eu o faço para seu pai.

O sorriso se congelou no rosto de Bella. Renée Swan estava preocupada... Porque Bella não tinha cumprido com suas obrigações. As únicas lembranças que tinha de sua infância eram de sua mãe "facilitando" o caminho para seu pai. Cada momento livre, cada faísca de energia e cada ato de caridade tinham sido dedicados a uma causa política.

— Alguma vez se cansa mãe?

Os olhos de um azul claro se abriram com impaciência.

—É obvio que sim. Também seu pai. E também seu marido, devo acrescentar. Disso se trata tudo. — Assinalou Bella na cama. - Você na cama... Porque está cansada?

Sim, isso era exatamente do que se tratava, pensou Bella com um misto de raiva. Estava cansada... Cansada de ocupar o quarto lugar em seu marido. Jacob tinha sua política, sua amante, seus filhos e logo depois sua esposa.

Só por uma vez em sua vida gostaria de ser a primeira. Somente uma vez em sua vida gostaria de ficar na cama, livre de compromissos sociais, junto a um homem que a amava.

—Não, mãe, não estou cansada. Ontem à noite tive uma enxaqueca e tomei láudano para acalmar a dor. — Mentiu Bella, plenamente consciente de Emma, que rondava pela porta e tinha que saber que estava mentindo. — Talvez tomei uma dose excessiva.

— E na segunda-feira?

Bella forçou um sorriso. E adicionou outra mentira:

— O decano chamou. Queria falar comigo imediatamente, por isso...

— O que tem feito Phillip agora?

— Não foi nada. — Se apressou em dizer. — Ele esteve envolvido numa discussão com outro menino. Se não me visto logo, mãe, ficará muito tarde para almoçar. Emma...

Bella se surpreendeu ligeiramente pela maneira em que Emma empurrou suave, mas firmemente Renée do quarto. À jovem não tinha movido um fio de cabelo quando escutou a mentira de Bella. Talvez Jacob tenha "facilitado" a casa, para o engano, pensou cinicamente.

Levantou a colcha e arrastou suas pernas até a beirada da cama. Tinha as pernas pálidas e os tornozelos magros, embora não delicados. O roçar de suas coxas ao se mover para ao outro lado do colchão lhe provocou um atrito morna e úmida. "Sabe você o que é um orgasmo, senhora Black"?

— Quer que eu a ajude em algo, senhora?

Bella segurou o lençol com as duas mãos para se sujeitar à cama. Emma estava em pé na entrada do quarto, observando com indiferença para ela, cuja camisola lhe tinha subido acima dos joelhos. Deslizou da cama, com o coração pulsando fortemente.

—Não, obrigada. Voltou muito rápido. Acreditei que foste acompanhar minha mãe até lá embaixo.

—A senhora Swan não quis que a acompanhasse, senhora. Disse-me que certamente você precisaria de mim.

Bella mordeu o lábio inferior para não dizer que Emma era sua empregada e que aqui, nesta casa, a esposa do ministro da Economia e Fazenda possuía uma categoria superior a da esposa do primeiro-ministro. Mas em lugar disso disse:

—Então é melhor que me apresse. Não deveria ter me deixado dormir até tão tarde.

—Por favor, desculpe-me. Pensei que precisaria descansar.

Bella sentiu seu coração acelerar. Saberiam os Empregados...?

Sentia os lábios frios e duros.

— Por que pensou isso, Emma?

— Tem uma agenda muito apertada, senhora. Algumas vezes acredito que trabalha mais que o senhor Black.

As palavras da jovem eram muito enigmáticas, para tranqüilizá-la. Tinha querido dizer que Bella trabalhava muito "facilitando" o chão político a favor de seu marido? Ou que Bella tinha uma agenda muito apertada devido a suas recentes escapadas matinais?

O banho quente não serviu para dissipar sua inquietação. Devia terminar suas aulas logo, antes que a suspeita se tornasse certeza. Se começasse haver rumores de seus encontros com Edward Cullen, seu casamento estaria terminado. E também a carreira de seu marido. Mas inclusive enquanto contemplava a possibilidade de finalizar o quanto antes sua perigosa aprendizagem, seus pensamentos se dirigiram ao "O Jardim Perfumado", deixando de um lado a razão. O que teria escrito o Sheik no segundo capítulo?

Passou o sabonete sob seus seios. E se perguntou se Edward teria esfregado alguma vez pétalas de flor contra a pele de uma mulher, naquele lugar.

Emma esperava Bella, com várias peças de roupa. Ocultando-se atrás de um biombo esmaltado de branco, Bella colocou suas roupas sem graça de sempre antes de se reunir com a jovem, para que a ajudasse com o resto da roupa. Bella durante toda sua vida usava essas roupas, agora enquanto Emma a ajudava algo estava incomodando.

Bella estava inalando o aroma do amido e do sabão de lavar. Como cheiraria a amante de Jacob?

Perguntou-se.

Moveria-se Jacob como uma massa enquanto que sua amante balançava os quadris de um lado a outro o acompanhando, lascivamente? Ou seriam certos movimentos sexuais específicos dos árabes?

Emma deixou cair um pesado vestido de lã negro sobre as ancas de Bella.

— Se a senhora se aproximasse da penteadeira, lhe arrumarei o cabelo, senhora Black.

Bella ficou pálida.

Emma lhe tinha penteado o cabelo na noite anterior e lhe fizera, como todos os dias, uma trança. Mais tarde, quando Bella se vestiu para sua aula, tinha utilizado a trança para fazer um coque. Após colocar novamente a camisola e pendurar a roupa para que ninguém soubesse que tinha estado fora da casa, tinha se esquecido de soltar o cabelo.

— Obrigado, Emma. — Disse com os lábios rígidos.

A face de Bella no espelho da penteadeira estava branca como o giz, a mesma cor que o avental de Emma. As mãos robustas e eficientes da jovem se moveram habilmente pelas mechas de cor mogno escuras, desprendendo, desenroscando, torcendo e voltando a prender.

Bella se deu conta de que Emma seguia sendo um enigma, mesmo depois de quatorze anos.

— Já foi casada alguma vez, Emma?

— Não, senhora. Neste ramo ser casada não agrada muito os patrões. Atrapalha nossos horários disponíveis.

— Eu não me oporia.

Emma se voltou, suas negras costas relativamente largas se refletiram no espelho e depois desapareceu. Bella não teve mais remédio que se levantar e enfrentar a jovem, que, com toda calma, já lhe tinha a capa negra preparada.

A lã estava ainda úmida por sua escapada matinal.

— Suas luvas, senhora.

Bella olhou fixamente os olhos cinzas de Emma e pôde ver... Nada. Nenhuma curiosidade, nenhum sinal de desaprovação, nenhum indício de que havia algo que não encaixava.

— Obrigado, Emma.

— Não se esqueça da bolsa, senhora.

Bella suspirou com alívio. Pelo menos tinha sido o suficientemente previsora para colocar o livro de Edward e as notas em sua escrivaninha.

— O senhor Black, — ela colocou lentamente uma luva de couro negro na mão esquerda, — almoçará em casa hoje?

— Sim, senhora.

Bella se concentrou em deslizar a outra luva em sua mão direita.

— Perguntou por que eu fiquei no quarto?

— Não, senhora.

Bella examinou com ar distraído o conteúdo de sua bolsa.
Já era lamentável ter que perguntar a uma criada sobre o paradeiro de seu marido. Ainda pior indagar se estava interessado no que fazia sua esposa. Mas o pior de tudo era ser informada por ela de que seu marido não se preocupava por seu bem-estar. Uma série de desculpas veio a sua mente. Aferrou-se a mais plausível.

Sem dúvida Jacob, que teria chegado também tarde em casa estava dormindo e não se deu conta de que ela estava ainda em seu quarto. Depois, era terça-feira.

Embaixo, um empregado vestido com uma curta jaqueta negra estava firme ante a porta do salão.

Bella franziu o cenho. Não o conhecia.

— Olá. — Disse cordialmente, dando um passo para diante. De perto, comprovou que era mais velho do que tinha pensado num primeiro momento, provavelmente estava mais próximo dos quarenta que dos trinta. — Temo que não o vi antes por aqui.

Ele se inclinou ligeiramente, depois como se não soubesse o que fazer com as mãos colocou-as nas costas e fixou o olhar por cima do ombro de Bella.

— Sou Johnny, o primo do Freddie Watson. Ele teve uma emergência com sua mãe, algo repentino. Seu mordomo pensou que não haveria problema se eu ocupasse o lugar do Freddie até que voltasse.

Freddie, um jovem de vinte e tantos anos, havia sido contratado pela família há um ano. Vivia em sua casa porque precisava ajudar sua mãe e seu irmão menor, que padeciam tuberculosos.

—Sinto muito. — Disse Bella, sinceramente. — É obvio que não há problema. Por favor, me faça saber se Freddie ou sua mãe necessitam de qualquer tipo de ajuda. Estou disposta a lhe adiantar um mês de seu salário.

Ele assentiu.

—Obrigado. Eu direi.

Bella esperou pacientemente. Dando um salto, como se de repente se lembrasse das funções dele, o homem se inclinou e abriu a porta do carro. Fosse o que fosse o que o primo Johnny em sua vida habitual, pensou ela com uma careta de simpatia, não se tratava de uma atividade como criado doméstico.

Bella sorriu.

—Obrigado, Johnny.

Na sala, Jacob e Renée, sentados um junto ao outro num divã estofado com flores, estavam conversando. Suas cabeças, o cabelo dele negro rigidamente domado e o dela coberto de seda negra, virtualmente se tocavam. Logo que viram Bella, deixaram de conversar.

Jacob ficou em pé, mais por uma questão de cortesia que para saudá-la.

—Olá, Bella. Estava dizendo a sua mãe que a câmara revogará as leis de enfermidades contagiosas.

Bella observou o rosto de seu marido, os escuros olhos marrons com forma de azeitona e os lábios generosos que sempre estavam arqueados num sorriso.

Seu marido não tinha voltado para casa no domingo à noite. Tinha retornado ontem as duas e meia da manhã. – Havia ouvido as badaladas do relógio de parede da sala. E tudo o que tinha que dizer era que as leis de enfermidades contagiosas seriam revogadas?

—A senhora Butler deve estar feliz. – Disse em tom neutro.

A senhora Josephine Butler, esposa de um clérigo e secretária da Associação Nacional das Damas, tinha dedicado dezesseis anos de sua vida a persuadir o Parlamento para que revogasse as leis sobre enfermidades contagiosas.

—É uma vitória para todas as mulheres. - Assinalou Renée, estirando uma ruga de seu vestido de lã cinza pérola.

Tanto Bella como Renée visitavam as unidades do hospital de caridade, como parte de seus deveres políticos. Talvez sua mãe pudesse ignorar as mulheres que chegavam ali doentes e mortas de fome, mas Bella não.

—De maneira nenhuma, mãe.

Renée voltou seus glaciais olhos verdes para Bella.

— O que quer dizer?

Jacob observou Bella em silencio, com um brilho matreiro em seus olhos castanhos. Por uma vez, aquele sorriso desdenhoso não apareceu em seus lábios.

De repente lhe ocorreu que sua mãe freqüentava os mesmos salões, matinês e jantares que ela. Também devia ter ouvido que Jacob tinha uma amante. Por que não lhe havia dito nada? Por que se sentava ao lado de seu genro, defendendo sua política, enquanto ele zombava de seus votos matrimoniais?

—As mulheres da rua já não receberão nenhum cuidado médico. - Explicou Bella com secura. - Morrerão de enfermidades e elas e seus filhos contagiarão a outros.

—As leis menosprezam essas mulheres, Bella. – A repreendeu Renée, bruscamente. - As prostitutas devem suportar revisões médicas de rotina. O recato de uma mulher não pode sobreviver à indignidade de uma inspeção vaginal.

Bella olhou para sua mãe, atônita e incrédula.

Atônita porque jamais a tinha ouvido usar outra coisa que os termos mais eufemísticos para o corpo humano, membros para pernas, assumo para seios, partes privadas para genitálias. Incrédula porque uma prostituta recebia diariamente mais de uma inspeção vaginal... E não precisamente por parte de um médico. De maneira incongruente, pensou no " O Jardim Perfumado"

O Sheik descrevia de forma receosa a vulva de uma mulher como algo belo e assombroso. Sua mãe falava da vagina de uma mulher com um gesto forçado na boca, como se o corpo da fêmea fosse algo vergonhoso. E seu marido... Observou com atenção seu familiar rosto. Os olhos castanhos de Jacob não revelavam nem desgosto ante a vulgaridade de Renée e nem desgosto ante a dissimulação de sua esposa. Parecia, pensou Bella, como se não tivesse interesse algum... Em nenhuma mulher.

De repente se deu conta de que se não captasse sua atenção naquele mesmo momento, seria muito tarde e sua amante teria vencido antes que Bella houvesse nem sequer tentado seduzi-lo.

—Mamãe e eu podemos ficar em casa e almoçar contigo, Jacob. - Ofereceu de maneira apressada.

Nos lábios de Jacob se desenhou seu sorriso político, um sorriso de colides impessoal e carinho pouco comprometido.

—Sei o quanto te agrada compartilhar seu tempo com sua mãe, Bella. Não há nenhuma necessidade de que renuncie a seu almoço por mim.

—Desejo, Jacob. - Insistiu ela, débil e desesperadamente.

—Tenho documentos para revisar.

E sem dúvida uma amante para revisar esta noite depois da sessão da câmara. Bella apertou os lábios ante o cortês desprezo.

—É obvio. Por favor, não queremos te entreter mais e te afastar de seus assuntos. Mãe, está preparada?

Renée observou Bella com expressão crítica antes de ficar em pé.

—Estou pronta à uma hora.

Lá fora, o céu estava ainda mais cinza que a luz interior. A fumaça de carvão pendia sobre Londres em nuvens negras e pesadas. Bella se sentiu atormentada por um desejo tão penetrante de ar fresco e da luz do sol que resultou ser doloroso. O Parlamento suspendia as sessões, na Páscoa. Talvez ela e Jacob pudessem pegar umas férias. De repente se deu conta de que nunca tinha saído de férias com seu marido. Sempre viajara somente com os meninos para Brighton ou Bath ou em qualquer lugar que fosse o último balneário de moda.

—Realmente deve contratar empregados melhor preparados, Bella. Juro-te que o último que empregaste não tem nem a mínima noção das responsabilidades que lhe correspondem.

Por sua vez, Bella foi imune às críticas de sua mãe. Fixando os olhos nos carros cobertos de fuligem que obstruíam a rua. Tentou imaginar sua mãe e seu pai unidos num abraço apaixonado... E não pôde fazê-lo.

O vapor de sua respiração empanou a janela do carro.

— Quando foi à última vez que viu papai?

—Seu pai é um homem ocupado, como seu marido, Bella. Não te corresponde questionar sua política. Não foi criada para fazê-lo. O dever de uma mulher é apoiar seu marido. O amor não é um espetáculo que necessite de uma tribuna. É um sacrifício.

Bella voltou à cabeça e encontrou com o olhar reprovador de sua mãe:

—Mãe, quando foi à última vez que o viu? —Repetiu.

Renée não estava acostumada que sua filha a interrogasse. Talvez por isso, embora reticente, respondeu:

— Domingo.

- No domingo?

- Você sabe que não está ajudando a sua família desta forma. Você tem responsabilidades como mulher do ministro, não deve colocar suas necessidades a frente disso.

Bella a olhava atentamente.

- Amanhã temos um compromisso com os Whitfield e nós temos que nos empenhar para termos uma boa relação com eles. Seu pai e eu não poderemos ir, por isso você e Jacob deverão ir em nosso lugar. E lembre-se no sábado é a festa beneficente. Confio em que não fique na cama se não receber a atenção que acha que merece.

Bella se conteve de lançar resposta a altura. Havia coisas mais importantes que a política. Mas para sua mãe e seu pai jamais tinha havido nada mais importante que a política.

Agora Bella estava casada com um homem que dava toda a impressão de seguir seus passos. Exceto claro, que Jacob tinha uma amante.

O carro se deteve bruscamente.

Renée não tinha visto Charlie durante três noites e dois dias. Tinha seu pai também uma amante?

Seria por isso que Renée dedicava sua vida a política... Devido ao abandono de seu marido?

A porta do carro se abriu.

Se Bella não mudasse o curso de seu casamento, viraria uma pessoa como sua mãe, sem outro estímulo que a carreira de seu marido ocupando seu tempo e seus temas de conversa?


Mas um capitulo para vocês! o que acharam?

Eu simplesmente adorei ela sonhando com o Edward! UHSAUHSAUHSAHUSAU

Bom, dessa vez, he', eu vou pedir menos reviews, ja que esse capitulo deixou com gostinho de quero mais!

Entao, 35 reviews eu posto o capitulo 5! ;D

Pri *-*

Brigadao amore pelos seus comentarios. Adoro eles. Mesmo!

Ta ai, ja que tu ajudou E muito com as reviews!

Meninas, espero as de vocÊs tambem, heim?

nao me decepsionem.

Diego

HAUHSUHASHUASHUHUSHUSA

quer dizer,

Drigo!

beijo