Capítulo 3

Edward estacionava na porta do hotel que Micaela indicara por SMS, 6:30h. Subiu os pequenos degraus até a portaria, onde após ser cumprimentado pelo porteiro, seguiu para o elevador. Respirou fundo ao ver o corredor abrir-se em sua frente e se encerrar frente a uma porta de mogno escuro. Fitou o número dourado típico do estabelecimento e tocou a capainha.

A mulher que saiu pela porta fez o queixo de Edward cair. Os olhos azuis dela brilharam ao descerem por seu peitoral evidente na camisa acinzentada. Edward umedeceu os lábios, enquanto seus próprios olhos desciam pelo corpo assimétrico de Micaela. Ela estava em um vestido claro que combinava com sua camisa. A parte superior era um tecido fino e praticamente transparente, dando a seu colo uma imagem tentadoramente erótica. Antes que Micaela pudesse pensar muito, viu um sorriso malicioso iluminar o rosto de Edward e então pode sentir a textura de seus lábios queimarem os dela. Instintivamente, ergue uma de suas pernas ao redor da cintura dele, sentindo a parede lhe apoiar as costas enquanto era prensada.

As mãos grandes logo começaram a explorar seu corpo, enquanto a língua era luxuriosa dentro da boca. Edward lhe abraçou, desencostando suas costas da parede e lhe empurrando novamente para dentro do apartamento.

Capturando sua boca novamente, ele a direcionou até o primeiro móvel que lhe aparecia à frente. Assim que encontraram as costas do sofá, Edward tratou de colocar as pernas de Micaela em sua cintura e roçar sua ereção no sexo desprotegido da moça. Ela gemeu baixo em sua boca e apertou mais sua cintura com as coxas, puxando os fios de cabelo de sua nuca enquanto novamente um arrepio lhe percorria a coluna.

A ereção de Edward já estava apertada em sua calça social. Edward soltou suas pernas, fazendo que ela ficasse de pé. Olhou-a fixamente enquanto seus dedos trabalhavam na fivela do cinto. O que Micaela tratou logo de ajudar.

Com um sorriso malicioso, Micaela percorreu o peito de Edward abrindo os botões de sua camisa e logo já estava desafivelando o cinto e soltando o zíper que ainda mantinha preso o membro ereto dele. Assim que o tecido deslizou pelas coxas torneadas, ela pode ver o grande volume formado na cueca.

-E então, vai ficar só olhando? – a voz rouca de Edward a tirou do transe que ela se submetera ao observar a virilidade do homem desconhecido a sua frente

Micaela se ajoelhou em frente a Edward, puxando sua cueca até os tornozelos e abocanhando sua glande logo em seguida. Edward rosnou baixinho, segurando os cabelos castanhos em seu punho, jogando sua cabeça para trás.

Ela rodeou a língua em volta da cabeça avermelhada e Edward sentiu um arrepio subir por sua coluna. Antes que ela continuasse, ele a segurou por debaixo dos braços e a colocou de pé novamente. Retirou o vestido apressado do corpo dela, voltando a enroscá-la em sua cintura.

-Onde fica o quarto? – perguntou com a voz tremendo enquanto tocava a intimidade molhada de Micaela.

-A segunda porta a esquerda. – disse entre gemidos enquanto sentia o membro procurar sua entrada.

Após encontrar a cama, Edward deitou a mulher, que já suava em seus braços, nos lençóis. Deslizou o dedo do pescoço dela até sua intimidade. Estimulou seu sexo molhado até suas unhas vermelhas estarem cravadas na cama. Sempre com um sorriso sedutor, ele observava todo gesto e gemido provocados por seus dedos. Ele cobriu o corpo de Micaela com seu peito largo e beijando seu pescoço, a penetrou de uma vez.

Micaela arqueou o tronco e logo passou seus braços pelo pescoço de Edward, arranhando seus ombros fortes. Ela gemia alucinada com tamanho prazer que o membro firme lhe proporcionava entrando e saindo daquela maneira.

Edward delirava enquanto ela pedia por mais, chamando seu nome. Ele ia às nuvens quando lhe gemiam assim. Com movimentos rápidos e fortes sentiu os espasmos lhe dominarem o corpo. Cerrou os dentes e acelerou os movimentos, fazendo os gemidos de Micaela se cortarem pelo atrito dos corpos.

Micaela se contorcia na cama enquanto as gotas de suor se misturavam com o cheiro excitante que exalava do corpo dos dois. Perfume, luxuria e desejo eram inalados a cada estocada.

As paredes de Micaela envolveram o membro dele, apertando-o e fazendo Edward gemer.

Sentiu que seu próprio orgasmo estava próximo e não queria terminar ainda. Colocou-a de quatro, apoiada na beirada da cama. Voltou a estocar rápido enquanto puxava seus cabelos firmemente e mordia seu lóbulo, fazendo-a gemer e umedecer ainda mais seu membro com seu gozo.

Ela empurrava o quadril para trás enquanto gemia enlouquecida com aquele homem lhe possuindo. Edward tragou o ar pelos pulmões e com uma estocada forte, gozou prazerosamente dentro dela. Micaela cambaleou e caiu na cama. Edward respirou fundo, tentando se recuperar da tremedeira que sentia em seu corpo.

-Aonde é o banheiro? – perguntou enquanto massageava seu membro que ardia pelo atrito de pele.

Micaela estava exausta. Só conseguiu apontar a porta que tinha no fundo do quarto.

Ele caminhou até lá e levantando a tampa do vaso saciou suas necessidades fisiológicas. Olhou o banheiro ao redor e viu um relógio em cima da pia.

"Pra que um relógio no banheiro?" - pensou.

Oito e meia marcava os ponteiros.

-Oito e meia. – sussurrou. – Cacete! Oito e meia! – Seu tom de voz já alterado. -Se vista, Micaela. – ele entrou no quarto rápido, recolhendo as roupas do chão e as colocando apressadamente

-Como? – a moça levantou a cabeça.

-O coquetel! Estamos atrasados. Meu pai vai me matar.

-Ah. – ela exclamou e voltou a cabeça no colchão.

-Você vai ficar aí?

Ela murmurou alguma coisa inaudível e caiu no sono. Edward a cobriu com um lençol e correu até carro estacionado.

Acelerou fundo e olhando pelo retrovisor, viu a marca do chupão em seu pescoço. Fechou os botões da camisa até que a prova de uma transa sedenta fosse escondida.

Estacionou bruscamente na porta da boate aonde ocorria o evento, quase atropelando um casal que saia abraçado do local.

Pegou seu celular para ligar para Alice, porém não precisou discar nenhum número. A chamada de Alice o esperava no visor.

-ONDE VOCÊ ESTÁ, SEU VIADINHO? – a voz alta e alterada de Alice, mostrava os indícios de embriagueis da irmã.

-Estou aqui na porta. – Edward respondeu baixo. – Pode, por favor, pedir para o Jasper vir até aqui?

A chamada se encerrou e Edward passou os dedos pelos fios desalinhados, olhando atentamente por trás dos seguranças a escada que dava acesso a área vip da boate reservada.

-Deixe-o passar. – a voz do cunhado soou por trás dos grandes seguranças.

-Obrigado. – Edward falou para os homens que lhe abriram passagem.

-Minha situação? – ele perguntou olhando para o amigo.

-Péssima, eu diria. – Jasper sorriu. – Carlisle está muito bravo com você e Alice quer te castrar.

-Ótimo. – sussurrou para si mesmo.

Edward caminhou pelas mesas posicionadas até onde Carlisle, homenageado da noite, estava com Esme, sua mãe.

-Parabéns! – ele cumprimentou o homem loiro, abraçando-o. – E perdoe-me pelo atraso.

-Eu não deveria, mas eu sei que você tem uma ótima explicação para isso.

-Na verdade... – Edward corou. – Tenho.

-Depois você se defende, agora aproveite o resto da festa. – ele voltou a se sentar.

-Obrigado.

Seguiu até o bar, sentindo as luzes da festa lhe ofuscando os olhos. Pediu uma dose de whisky ao barmen, vendo Alice marchando até sua direção.

-Você perdeu a premiação de nosso pai, Edward!

-Eu sei, Alice, eu sinto muito, mas...

-Mas nada! – ela disse de olhos fechados e com as mãos estendidas na direção dele. – Agora você vai ter que dançar comigo e com Jasper, já que veio sozinho.

-Foi justamente por isso que eu me atrasei. – ele sorriu orgulhoso.

-Ok, sem detalhes para mim.

Os dois riram e foram até a pista de dança. A batida tomava conta do corpo dos três e as luzes piscando, realçava a beleza de seus corpos e rostos perfeitamente esculpidos.

***

-Obrigada por me acompanhar. – Bella disse enquanto acariciava a face do namorado.

-Não por isso. Foi muito interessante conhecer alguns de seus amigos.

Ela sorriu.

-Pena que amanhã tenho plantão, a festa estava convidativa.

-Sim, mas tudo bem. – ele abraçou sua cintura enquanto os pneus do taxi rolavam pela rua.

-Você vai subir, não é? – ela perguntou segundos antes do taxi estacionar.

-Se você quiser.

-Eu gostaria, vai que outro alucinado tente me atropelar. – ela comentou.

-É agora que eu não desgrudo de você. – Thiago respondeu trazendo a cintura da namorada de encontro a seu corpo.

Os dois caminharam grudados até entrarem no elevador, aonde se beijaram tranquilamente.

-Você está tão bonita. – ele sussurrou em seu ouvido.

-Obrigada.

***

-Alice, são quase duas da manhã. Eu tenho que ir! - Edward disse dando um beijo no rosto da irmã e batendo levemente no ombro do cunhado que dançava atrás do corpo esguio da pequena.

Edward terminou sua dose de bebida e seguiu para o carro. As luzes da rua o distraiam enquanto acelerava rumo ao seu apartamento poucos metros dali.

Com passos lentos, arrancou as peças de roupa que lhe cobria o corpo e despencou na cama, já em sono profundo.

***

-Que horas você começa seu plantão, Bells? - Thiago perguntou olhando para o relógio de cabeceira e voltando a abraçar a namorada na cama.

-Vinte para às cinco. - ela resmungou.

-Você vai querer dormir? - ele passou o nariz na nuca dela.

-Eu não consigo. - ela comentou se virando. - Fiquei tão empolgada com as pessoas que conheci naquele coquetel, que não consigo pregar os olhos. - um sorriso brincou em seus lábios enquanto ela acariciava a face do homem que estava a sua frente.

-Realmente, aquele cara parecia importante...

-Carlisle? Sem dúvidas! Aquele neurocirurgião é o mais requisitado da cidade e você viu que simpatia? Muito bonito também.

Thiago fez um bico com o comentário e grudou novamente os lábios na boca da namorada.

-Você viu a garota que estava organizando o evento? Uma pequenina que não parava quieta? Ela não me é estranha.

-Alice Cullen?

-Ela mesma. Tão familiar aqueles traços...


Entao povo! é isso ai por hoje. o que achaaram?

espero que tenham gostado mesmo.

que tal umas reviews para deixar um autor feliz? eu gostaria.

UHASUHSAHUSHUA

beeeijos, drigo.