Capitulo 14

POV E.

As costas quente de Bella estava encostada em meu peito, enquanto a água quente relaxava nossos corpos. Seus cabelos castanhos estavam molhados e caídos sobre seu colo. Minhas mãos acariciavam o ventre enquanto distribuía beijos por seu pescoço e tinha uma visão privilegiada de seus seios.

-Vai dormir? – perguntei envolvendo seu lóbulo com minha língua. – Vai me deixar na mão aqui, Bella?

-Claro que não, Edward. – ela riu. - Impossível dormir com essa lança nas minhas costas. – seu riso agora era alto.

-Vai dizer que você não gosta? – perguntei deslizando minhas mãos mais para baixo, tocando-lhe o sexo.

Ela gemeu deliciosamente e me beijou.

-Eu adoro! – sua voz sensual sussurrou em meu ouvido.

Eu não estava agüentando a tentadora pulsação que sentia em meu membro. Eu a desejava de novo.

-Venha, Bella! – eu falei me levantando da banheira. – Já relaxou demais. – sorri enquanto a colocava de pé.

-Edward! – ela me repreendeu. – Assim eu vou cair.

Eu olhei em seus olhos e envolvi sua cintura, a puxando para meu corpo.

-Eu não te deixaria cair, você sabe não é? – perguntei afundando meu nariz em seus cabelos.

Ela estremeceu em meus braços e eu aproveitei para pega-la no colo novamente, colando nossos sexos enquanto devorava sua boca.

Ela gemia em minha boca, enquanto saiamos da banheira. Sua língua explorava minha boca com carinho, paixão, enquanto eu acariciava seu corpo. Totalmente compenetrado com o calor de seu corpo não vi o tapete enroscado que prendeu meu pé.

Joguei meu corpo no chão tentando cair por baixo de Bella, o que não fez muita diferença, já que ela conseguiu se soltar de mim antes de chegarmos ao chão, caindo ao meu lado no tapete grosso.

Bella começou a rir incontrolavelmente, enquanto eu alisava meu ombro que estava doendo.

-Hei, da pra parar de rir? – perguntei fingindo ultraje. – Está doendo, sabia? – falei sarcástico apontando pro meu ombro.

-Ohh. – ela fez uma cara de pânico. – Machucou? – o biquinho que seus lábios fizeram me trouxeram pensamentos pervertidos, confesso.

-Machucou. – falei.

-Deixa eu ver. – ela me virou. – Meu Deus! – exclamou brincando. – Espera aí que eu vou fazer sara. – ela deu um sorriso sugestivo e aproximou seus lábios de minha pele, beijando meu ombro e subindo pelo meu pescoço. – Tá passando? – perguntou continuando a beijar e descendo pelo meu peito.

-Ainda não. – respondi rindo.

-Safado. – ela falou batendo em meu ombro.

-Gostosa. – murmurei enquanto a puxava para cima de meu corpo.

Novamente meus lábios avançaram para o lóbulo de Bella e eu já estava excitado outra vez. Seu corpo quente era um convite irrecusável para mim. Seus lábios molhados brincavam com minha língua, enquanto meus dedos exploravam seu sexo molhado. Virei-me, deixando ela sob meu corpo. Ela gemeu quando pressionei sua entrada com meu membro rígido.

-Geme, Bella. – disse arfando. – Eu quero ouvir você gritar!

Ela mordeu os lábios e me puxou para dentro do seu corpo. Sorri com sua pressa, ela era tão linda excitada.

-Assim é bom, Bella. – disse brincando, enquanto ela se movimentava de forma errática debaixo de mim. – Deixa que eu faço isso, vai? – falei bem próximo de seu ouvido.

Ela assentiu e eu comecei bem devagar, com estocadas lentas e profundas e aos poucos aumentei o ritmo, entrando nela rápido e forte.

Seus gemidos começaram a invadir o quarto de forma tentadora, me fazendo rebolar mais rápido dentro dela.

-Isso Bella, geme pra mim.

Ela suava enquanto mordia o lábio. Seu corpo acompanhava meu ritmo e ela puxava meus cabelos de leve. Como eu adorava vê-la daquele jeito, descontrolada.

-Mais... forte... Edward! – ela arfou. – Eu estou quase... lá!

Eu ri e aumentei o ritmo, querendo gozar junto com Bella.

-Vamos Bella, comigo! – disse estimulando seu clitóris. – Eu quero você junto comigo.

Ela me abraçou e eu senti nossos corpos queimarem de prazer e os espasmos relaxarem cada músculo.

Caímos lado a lado novamente, nossos peitos se movimentavam rápido até atingirem a freqüência correta.

-Venha cá, minha Bella. – disse colocando-a no meu peito e a envolvendo com meu braço.

Acabei adormecendo no tapete no chão em frente à lareira. O que me bastava era ela, ali. Ao meu lado!

FIM DO POV. E.

POV. B.

Eu estava deitada em seu peito, sentindo sua respiração regular inflar seu tórax de ar, erguendo minha cabeça, e depois esvaziar. Seu coração batia tranqüilo, ritmado.

Ergui-me um pouco e beijei seu peito, subindo pelo pescoço até chegar em sua orelha.

-Alguém me prometeu uma noite intensa de sexo e já está dormindo. – sussurrei sedutora em seu ouvido.

Edward começou a rir e se espreguiçou, alongado cada músculo de seu corpo. Comecei a beijar toda a extensão de seu abdômen.

-Hei, pode parar! – ele falou sério. – A noite de prazer é sua, minha Bella.

Suas palavras deixaram-me um pouco zonza para depois me deixar confusa. "Minha Bella". Isso não estava certo, eu acho.

Eu senti seus braços passarem por baixo de meu corpo e logo não estava mais no chão. Edward me guiava até a cama de casal. O lençol fino e gelado tocou minha pele que estava quente. Um arrepio subiu por minha coluna quando senti o cheiro dele no travesseiro.

Minha mente estava distante, confesso. Mas meu corpo era totalmente alerta os seus toques. Seus lábios que molhavam com delicados beijos meu pescoço desceram por meu colo, sem esquecer meus mamilos eretos de excitação. Sua língua quente me fazia arquear o corpo enquanto passava por meu ventre. Minhas mãos já estavam em seu cabelo quando ele tocou meu sexo com seus lábios carnudos e incrivelmente macios. Sua língua brincava em meu sexo que já pulsava de prazer. Eu sentia meus músculos se contrairem com cada sugada que sua boca dava.

Eu já erguia meu quadril ao encontro de sua boca quando senti sua língua se afastar. Arregalei meus olhos procurando por ele, que logo surgiu em meu campo de visão lambendo os lábios.

-Deliciosa. – comentou malicioso.

Eu arfei e larguei minha cabeça no travesseiro, tentando recuperar meu fôlego. Senti suas mãos subirem por meus braços e ele me forçar para o lado. Amoleci o corpo, sem entender o que ele queria que eu fizesse.

-Vamos, Bella! – ele falou ansioso. – Vira de costas.

Se eu disser que não senti um frio na barriga nessa hora, vou estar mentindo, mas se ele fizesse algo parecido do que ele tava fazendo com a língua, eu não iria ligar. De verdade!

Senti a cama balançar um pouco e um riso baixo vindo de Edward. Ok, isso estava constrangedor demais. Tentei virar, mas suas mãos seguraram minha cintura, me mantendo no lugar. Ótimo! - pensei.

Ele levantou da cama e foi até o frigobar, me deixando ali, de pernas abertas. Aquilo já estava me deixando nervosa.

-Edward? – chamei.

-Calma, Bell! – ele falou enquanto vinha de volta pra cama, com a garrafa de vinho na mão e totalmente excitado.

Ele voltou para cama se colocando entre minhas pernas. Eu gemi quando ele colocou a garrafa gelada no meio de minhas pernas e retirou, rapidamente, rindo.

-Edward! – exclamei.

-Eu sei que você gostou, Bell! – ele disse divertido. – E se eu colocar no meio das minhas, aí vai doer realmente. – ele comentou. – Agora relaxa. – disse se inclinando sobre meu corpo e falando bem perto do meu ouvido. – E aproveite.

Eu me ergui para senti-lo mais, porém ele logo se levantou, voltando a ficar entre minhas pernas de joelho. Se ele tava querendo me torturar, parabéns. Tava conseguindo.

Decidi relaxar e pelo visto era o que ele estava esperando. Assim que ele percebeu que eu desisti de tentar colar nossos corpos, senti sua mão quente nas minhas costas, me massageando. Ele começou nos ombros, descendo pela minha costela e terminando no final das costas. Subiu novamente e a cada movimento, me puxava para sua ereção, que já tocava minha entrada.

Suas mãos pesadas tiravam toda e qualquer tensão que estivesse em meus músculos. Eu juro que se não sentisse sua glande firme tocar-me a cada instante, incendiando-me de prazer eu poderia dormir. Mentira, eu não dormiria de jeito nenhum, mas estava aproveitando. Edward estava muito quieto e concentrado para nossa situação e se eu não conhecesse ele um pouquinho que fosse, diria que ele estava realmente APENAS me massageando.

Minha intimidade estava encharcada e eu já estava prestes a gritar por ele, quando senti um liquido gelado escorrer por minha coluna e em seguida, uma língua quente tocar minha pele no sentido contrário.

Um grito saiu de minha boca de forma incontrolável.

-Assim mesmo! – ele falou, beijando minha nuca e pressionando minha entrada com seu membro duro. – Gritando. – disse derramando o vinho em minha coluna e lambendo logo em seguida.

-Puta que pariu, Edward! Que... – eu comecei a gritar, mas ele me interrompeu.

-Delicia? – ele disse entrando em mim, de uma vez.

Esse homem estava tentando me matar? Novamente eu gritei, sentindo seu membro dentro de mim. Ele continuava a massagear minhas costas enquanto se movimentava rapidamente. Eu gemia enlouquecida enquanto sentia seu membro entrar e sair.

Eu já nem sentia o vinho que ele derramava em minhas costas, de tão quente que meu corpo estava. Percebendo isso, ele me virou de frente, derramando mais vinho em minha barriga, que contraiu imediatamente com o contato extremamente frio da bebida. Em reflexo, apertei seu membro que latejava dentro de mim, fazendo-o gemer e largar a garrafa ao lado da cama.

Se a idéia dele era me torturar, eu poderia participar. Certo?

O olhar que Edward me lançou estava lotado de desejo, seus olhos verdes faiscavam e minha pele queimava por conta disso.

Eu segurei em seu pescoço, abraçando-o. Edward colou mais nossos corpos e me beijou. Seus lábios violentavam os meus com uma sede que era estendida até suas estocadas que eram cada vez mais fortes. Cravei minhas unhas em suas costas rebolando de encontro a ele com meu quadril. Assim que ele sentiu meu movimento ele parou de me beijar e deixou seu rosto na altura do meu.

- Você vai me matar... desse... jeito. – ele disse estocando ainda mais forte.

Ele apoiou seu corpo no antebraço esquerdo. E com a mão direita abriu mais minhas pernas, dando-o lugar para estocar ainda mais fundo.

Soltei o corpo de Edward desesperada por conta daquela sensação que ele estava me proporcionando. Agarrei os lençóis da cama enquanto gritava por mais.

Meus olhos rolaram pra trás da cabeça e meus dedos se curvavam quando eu começava a sentir os espasmos chegando e o calor concentrado no meu baixo ventre espalhando por todo o meu corpo.

- Estou... perto... – disse arfando.

- Olha pra mim, Bella. Abra os olhos! – ele disse num tom tão imperativo que me excitou ainda mais.

Abri meus olhos e vi que seu rosto estava levemente vermelho, algumas gotas de suor escorriam sobre sua testa, a raiz do seu cabelo estava molhada dando um tom mais escuro ao seu cabelo acobreado. Os músculos dos seus braços se flexionavam a cada estocada. Se eu achava que essa visão era perfeita estava enganada. Edward mordeu o lábio inferior fechando os olhos assim que sentiu comigo as minhas paredes fechando-se em seu membro.

- Bella... – ele praticamente rosnou acelerando o ritmo da nossa dança sensual que já estava incrivelmente rápida.

Eu gemia sem vergonha. Gritava por mais, chamava seu nome, o arranhava e o apertava até que os espasmos trouxeram uma onda de êxtase no meu corpo e eu senti todos os meus músculos se relaxando. Edward estocou mais uma vez e deixou seu corpo cair sobre o meu assim que senti seu líquido quente me preencher. Ele tremeu levemente quando beijei seu pescoço e saiu de dentro de mim deitando ao meu lado e tirando mais um gemido de mim ocasionado pela fricção das nossas intimidades.

FIM DO POV DA BELLA

NARRATIVA

Os dois meses passaram rápido demais para quem se amava intensamente. Edward estava revigorado e Bella, apesar da culpa arder um pouco dentro de seu peito, se sentia completa finalmente. Alice estava radiante em ver o sorriso que seu irmão trazia nos lábios e Jasper por ver seu amigo realmente melhor. Tudo estava pronto para a volta para cidade para os possíveis procedimentos.

A viagem de volta foi tranqüila. Edward estava atrás do volante de seu volvo prateado enquanto Bella acariciava sua nuca. Os olhos dos dois não se descruzavam por um segundo enquanto a música tranqüila tocava ao fundo.

-Como será agora? – Edward perguntou depois de um tempo, um simples murmúrio.

-Em que? – Bella perguntou sorrindo.

-Minha vida. – ele falou sem desviar os olhos da estrada. – Literalmente meu coração
é seu Bella, como faremos?

-Ed... – Bella gaguejou.

Edward riu com o embaraço dela.

-Ok! – concluiu. – Deixaremos isso para depois, mas e eu? – ele acrescentou. – Como será daqui para frente? – disse apontando para o peito.

Bella mordeu o canto da boca e suspirou olhando para a paisagem que corria pela janela.

-O que foi? – Edward perguntou tocando sua perna. –Tenho apenas mais algumas semanas de vida? – riu.

-Não. – Bella retrucou rápido. – Não é isso! – completou olhando as mãos, antes de colocá-las sobre a de Edward. – Pelo que pude ver nesses últimos meses sua recuperação foi excelente!

-Então o que te preocupa? – Edward perguntou acariciando sua coxa.

-Bem... – ela novamente apertou a mão dele e desviou o olhar. – Isso não é certo. – sussurrou.

-Nunca foi. – Edward falou um pouco ríspido, retirando a mão e colocando-a no volante.

O silencio perdurou pelo resto do caminho. Bella suspirava pesadamente olhando para a janela enquanto Edward tinha os lábios em uma linha fina e mordia a parte interna de sua bochecha e balançando os dedos nervosamente no volante.

-Edward... – Bella o chamou antes de se afastar da porta do carro. – Eu não queria...

-Tudo bem, Bell. – ele tentou falar, apertando o volante. – Desde sempre isso não deu certo. Não podemos juntar o que o destino, ou seja lá que porra, insiste em separar. Fique bem. – encerrou.

Bella bateu a porta como se aquele ato a partisse no meio. E logo o volvo não estava em sua vista.

Tentou inflar seu pulmão com oxigênio, porém isso fez sentir a dor que a alfinetava naquele momento.

-Burra. – gritava enquanto subia pelo elevador. –Idiota! Retardada! Imbecil! – suas costas bateram no elevador e escorregou até encontrar o chão. As lágrimas escorriam por seus olhos castanhos enquanto encontravam o cabelo do mesmo tom no caminho.

Ao entrar em seu apartamento, a dor explodiu. As lágrimas escorriam agora desesperadamente ao caminhar sobre as pétalas espalhadas no chão. Sua vista embaçada não conseguia focalizar, mas a situação de seu apartamento era digna de uma cena de filme.

Ela inalou o ar pesadamente, sentindo o aroma de cada flor presente ali invadir seu corpo. A resposta foi imediata. Seu nariz coçou e ela expulsou o que irritara seu nariz com um espirro sonoro.

-Bells? – uma voz que ela não queria ouvir chamou-a do quarto. –É você?

Bella estancou ao ouvir a voz de Thiago vinda de seu quarto. Ela não precisava e nem gostaria de encontrá-lo agora.

-Heei! – ele exclamou sorrindo ao vê-la na porta do apartamento. – Eu vim te fazer uma sur... – interrompeu quando viu o rosto vermelho e o queixo batendo por conta das lágrimas. – O que houve?

-Thiago... – sua voz era cortada pelos espasmos do pranto. – O que significa isso?

-Um pedido de desculpas. – ele coçou a nuca. – Mas que pelo visto, fiz em péssima
hora.

Bella suspirou tentando controlar o choro.

-Eu vou tomar um banho. – disse demoradamente. – Se você puder esperar... – falou seguindo a passos lentos para o quarto.

-Claro. – ele sorriu se espremendo na parede, dando passagem.

Bella sentia a água quente escorrer por suas costas, trazendo lembranças para sua mente que apenas a lhe deixavam pior.

Ela sabia, e mesmo assim... se entregou ao amor de Edward, esse que durara anos e anos sem perder a intensidade, o carinho.

-Nojenta. – ela murmurava.

Essa era a palavra que ela pensava que mais a caracterizava naquele momento.

Thiago andava de um lado para o outro na sala, preocupado. Bella já estava no chuveiro a mais de quarenta e cinco minutos.

O ponteiro completou uma hora quando a figura de Bella surgiu pelo corredor trajando um moletom e com a toalha enrolada na cabeça. Thiago riu, percebendo que ela desprezara o vestido de cetim negro que ele estendera na cama.

-Thiago, me perdoe. – ela começou.

-Tudo bem, Bells, eu também errei bastante...

-Não é isso! – ela o interrompeu se sentando no sofá. – Eu peço perdão por ter estrago essa sua tentativa de desculpas. Eu não mereço que você perca mais seu tempo comigo, Thiago.

-Bells, eu sei que você estava nervosa comigo, mas me desculpe, amor. – ele disse sentando ao seu lado. – Uma viagem de tanto tempo com aquele cara... eu sabia que podia confiar em você, mas nele? – ele envenenou a frase. – Não confiaria nunca!

-EU transei com ele, Thiago. – Bella falou firme. – EU sou a vadia aqui! Então, por favor! Não perca mais seu tempo comigo.

Thiago encostou-se ao sofá atônito. As palavras de Bella aos poucos faziam sentido a sua mente.

-Você transou com ele? – perguntou como se aquilo fosse uma brincadeira sem graça.

-Sim. – ela disse mordendo os lábios que tremiam. – Por favor, vai embora!

Thiago se levantou ainda sem acreditar.

-Como você pode fazer isso conosco, Isabella? – ele perguntou ríspido antes de sair do apartamento

-Como eu pude fazer isso com ele! – ela repetiu, mudando o personagem da fala.

Sua vida agora passava em sua mente como uma novela, onde ela era a vilã...