XIX.

O outono pareceu chegar de repente naquele ano. A manhã de 1º de setembro estava fresca como uma maçã, e a pequena família se agitava pela ruidosa rua rumo à grande estação coberta de fuligem, a fumaça do escapamento dos carros e a respiração dos pedestres reluziam como teias de aranha no ar frio. Duas grandes gaiolas se agitavam com ruído no topo dos carrinhos carregados de bagagem que os pais empurravam; as corujas dentro delas piavam indignadas, e a menina ruiva andava lentamente e de modo tímido atrás de seus irmãos, segurando o braço de seu pai...

(fim)


N.A: Bem, aqui começa o epílogo da Jô, e aqui termino o espaço vazio que ela deixou para que preenchêssemos com nossa imaginação. Espero que tenham gostado. Milhões de obrigadas a todos que comentaram e que farão isso agora ;) Um grande agradecimento também para a Grace Black, a culpada de me fazer escrever isso em primeiro lugar. Beeijos para todos e todas ; )

Ly A. Black