As personagens de Inuyasha não me pertencem e possuem todos os seus direitos reservados.


CAPÍTULO XI

O colarinho do smoking de Sesshoumaru se tornou subitamente muito apertado. Inquieto, tomou pequenos goles do refrigerante enquanto observava Rin passear pela sala ao lado de Simon Harcourt.

O projeto da campanha estava se encerrando. Durante a recepção foi exibido pela primeira vez o documentário de trinta minutos que a Vídeo Enterprise havia editado. O resultado tinha sido excelente, e o trabalho bem-feito foi elogiado por todos os presentes.

Sesshoumaru estava orgulhoso de Rin, embora não se surpreendesse com o sucesso dela.

Moveu-se para o lado a fim de observá-la melhor. Ela usava seu vestido favorito, o modelo preto com alças finas. Os cabelos estavam presos, e mechas encaracoladas caíam graciosamente sobre os ombros. Ela estava charmosa, sensual, elegante, bonita, calma e controlada.

O homem com quem ela conversava deu um passo para o lado e Sesshoumaru percebeu que Kohako Yamamoto também estava lá, ao lado de Harcourt. Notou, com uma pontada de ciúme, que, apesar de ela prestar atenção ao homem diante dela, Kohako a observava. Apertou as mãos no copo quando viu o olhar percorrer em câmera lenta o rosto de Rin.

Tentou relaxar. Ela era deslumbrante. Todos os homens a olhavam, e era exatamente isso o que Kohako estava fazendo, apenas olhando.

Num gesto automático, levou a mão ao bolso do casaco e sentiu a caixa de veludo. Dentro de algumas horas, quando a festa terminasse, levaria Rin para casa e...

Sesshoumaru sorriu. Depois que estivesse com o anel no dedo, Kohako certamente pensaria duas vezes antes de flertar com ela.

Sesshoumaru Taisho, não é? — A voz que vinha de trás fez com que se virasse — Sou muito bom com nomes.

Ele se deparou com Aaron Fields, o repórter do Canal 5, o mesmo com quem Rin tivera um encontro, cujo desastroso resultado ela ainda não revelara com todos os detalhes. Ao lado dele, um homem alto, com nariz desproporcionalmente grande, parecia entediado.

Aaron Fields, Canal 5. — Ele estendeu a mão e indicou seu companheiro.

Este é Naraku Kinomoto, assistente de produção.

Como estão? — Sesshoumaru passou o copo para a mão esquerda para cumprimentá-los.

Estou feliz por termos encontrado as matérias sobre Harcourt em nossos arquivos. Você sabe, a gravação no centro comunitário.

Rin... digo, a senhorita Nakagawa gostou muito da matéria.

Sim. — Fields olhou por sobre o ombro de Sesshoumaru.

O rapaz magro também estava olhando para alguma coisa às suas costas, e Sesshoumaru seguiu o olhar pela sala até onde Rin apertava a mão de uma elegante senhora.

Aquela é rin Nakagawa, a morena fatal no vestido preto. — Fields fez um gesto com a mão que segurava o copo antes de se voltar para Sesshoumaru — Ouvi dizer que vocês estão juntos.

É verdade — Sesshoumaru respondeu com um sorriso orgulhoso.

Você está feliz com isso, não é? Aposto que sim. Quando soube, eu me aborreci. Você é o cinegrafista, pelo amor de Deus. Achei que seria mais adequado se ela ficasse com um diretor, produtor, alguém que fosse importante, em vez de se envolver com um técnico insignificante. Para falar a verdade, fiquei surpreso por ela não estar comprometida com Kohako Yamamoto. Ele, sim, é um homem poderoso... — Fields balançou a cabeça, olhando na direção de Rin.

Sesshoumaru tentou reprimir a onda de raiva que cresceu dentro dele. Fields era um idiota. Nada do que dissesse devia ser levado a sério, convenceu-se, congelando-o com um olhar perigoso.

Por sorte, o técnico insignificante é um homem de paz, ou poderia tomar suas palavras como um insulto.

Ei, sem ofensas! Apenas imaginei que... — Fields ergueu os ombros e se virou para Naraku.

Sesshoumaru começou a se afastar, mas parou quando ouviu o rapaz dizer:

O sr. Taisho já ganhou um Emmy e, claro, a Vídeo Enterprise não tem condições de pagá-lo, então Rin Nakagawa começou a sair com ele para conseguir o que queria. Ela fez o mesmo comigo quando eu disse que tinha o material sobre Harcourt e...

Seu bastardo mentiroso! — Sesshoumaru vociferou, avançando na direção do jornalista.

Enfurecido, agarrou-o pelos ombros e o virou, mesmo sabendo que não deveria. Parte dele exigia que se controlasse, mas o restante não se conteve e o acertou no nariz.

Observou, com certo distanciamento, Fields ser arremessado para trás com o impacto violento do soco, e esbarrar num garçom que passava carregando uma bandeja de taças de champanhe. Os convidados recuaram, abrindo um círculo ao redor dos dois. Exclamações de surpresa se transformaram em gritos quando Fields se levantou com um filete de sangue escorrendo do nariz.

O rapaz não ousou revidar, envolvendo-se no que seria uma batalha perdida. Em vez disso, ergueu-se e disse:

Meu advogado entrará em contato com você.

Ótimo! Quando se reunir com ele, não se esqueça de mencionar a palavra "difamação".

As palavras "agressão física" e "humilhação pública" me ocorrem com mais facilidade.

Agressão física? — Sesshoumaru riu e avançou um passo na direção dele, que recuou num gesto de reflexo — Você quer saber o verdadeiro sentido de uma agressão física? Vamos para o jardim, e vou chutar seu traseiro até o estacionamento.

O que está acontecendo aqui? — Kohako se aproximou e a multidão abriu passagem para ele.

Esse homem me agrediu. — Fields apontou Sesshoumaru de forma acusadora.

Rin abriu caminho entre as pessoas, e Sesshoumaru viu a expressão chocada no rosto dela e o brilho de raiva em seus olhos. Ela puxou Kohako para o lado e falou alguma coisa no ouvido dele. O advogado assentiu, e ela voltou a desaparecer sem olhar para Sesshoumaru uma segunda vez.

Kohako tomou Fields e Sesshoumaru firmemente pelo braço.

Cavalheiros, talvez possamos continuar esta conversa lá fora...

O ar da noite pareceu quente comparado à temperatura fria mantida pelo ar-condicionado do salão. Uma vez fora do alcance dos olhares curiosos dos convidados, Kohako cruzou os braços e olhou de um para outro.

Que diabos está acontecendo?

Quero chamar a polícia. — Fields retirou um lenço do bolso e limpou o sangue no nariz — Vou prestar queixa contra esse homem.

Você o agrediu? — Kohako perguntou para Sesshoumaru.

Sim — ele afirmou em tom neutro — Ele disse algumas coisas a respeito de Rin e...

Acho que meu nariz está quebrado... — lamentou Fields.

Se o seu nariz realmente estivesse quebrado, você teria certeza, acredite. Além disso, eu não bati com força suficiente para quebrá-lo.

Fields começou a reclamar e Kohako o empurrou para o lado, falando com ele em voz baixa. Sesshoumaru não conseguia ouvir, e decidiu recostar-se a uma coluna para esperar.

Rin estava realmente furiosa. E a forma como se afastou sem olhar para ele...

Preocupado, desejou entrar, encontrá-la e tentar explicar o que havia acontecido. Quando soubesse o que Fields havia dito, entenderia suas razões para esmurrá-lo. Num ímpeto, fez menção de seguir para a porta, mas o olhar de Kohako o paralisou.

Não tinha certeza do que o advogado dissera a Fields, mas o rapaz logo entrou na limousine de Harcourt para ser levado ao centro médico mais próximo. Quando o carro desapareceu de vista, Kohako o encarou com olhar gélido.

Tenho de pedir que você vá embora. Por que não usa o carro da senhorita Nakagawa? Eu a levarei para casa.

Sesshoumaru riu, mas não havia humor em seus olhos.

De jeito nenhum, Yamamoto.

Certo. Esteve bebendo além da conta? Devo chamar um táxi?

Não bebi nada além de refrigerante a noite toda. — Ele cruzou os braços — Vou esperar Rin aqui fora... Digo, a senhorita Nakagawa. Muito obrigado.

Receio que não seja possível. Prefiro que deixe a propriedade.

Sesshoumaru respirou fundo, tentando se acalmar.

Ouça, Fields não passa de um idiota.

E o que dizer de você, Sesshoumaru? A senhorita Nakagawa está lá dentro, negociando um contrato para uma campanha publicitária que pode ser a maior da vida dela. O que ela deve dizer? — Kohako ergueu o tom uma oitava acima, tentando imitar a voz de Rin: — Desculpe-me, mas tenho de ver se meu acompanhante, que também é um dos meus funcionários, quebrou o nariz de um dos convidados?

Eu não sabia. — Sesshoumaru praguejou baixinho, fechando os olhos — Não achei...

Porque não faz um favor à senhorita Nakagawa e ao sr. Harcourt e vai embora com a maior discrição possível? Não queremos o envolvimento da imprensa para transformar aquela pequena cena num circo.

Sesshoumaru deu-lhe as costas e caminhou na direção na saída, mas então virou-se.

Sinto muito — murmurou com sinceridade.

Volte para a Califórnia, Sesshoumaru. — Kohako não se comoveu com o pedido de desculpa — A senhorita Nakagawa ficará melhor assim. Você não é bom o bastante para ela.

Sesshoumaru engoliu as palavras grosseiras que gostaria de dizer. O advogado estava esperando que as pronunciasse, com um sorriso brincando nos lábios. Mas Sesshoumaru não lhe daria aquela satisfação. Em silêncio, caminhou devagar para o portão, na escuridão da noite do Arizona.

Sesshoumaru estava apoiado na moto esperando por Rin quando ela entrou na garagem. Levantou-se quando a viu sair do carro, e ela o encarou sem sorrir. O silêncio foi embaraçoso, e ele umedeceu os lábios num gesto nervoso. Ela estava furiosa com ele. O que ele poderia dizer?

Sinto muito.

E você acha que dizer isso faz com que tudo fique bem?

Eu não sei o que mais posso dizer. E, se acontecesse de novo, eu provavelmente agiria da mesma forma. O sujeito mereceu...

A raiva que Rin havia reprimido nas últimas horas finalmente explodiu.

E quanto a mim, Sesshoumaru? Eu mereci? Como pôde fazer isso comigo? Como pôde começar uma briga no evento mais importante da minha carreira? Deus, eu fiquei mortificada!

Eu disse que sinto muito...

Você sente muito. Ótimo! Eu trabalhei duro para chegar onde estou, para você arruinar tudo em uma única noite com seu comportamento estúpido e vulgar! — Ela se pôs a andar de um lado para outro, incapaz de conter a raiva — Deixei para trás a vida que levava em Nova Jersey, naquele conjunto habitacional miserável com os insetos e os ratos e os vizinhos que gritavam e atiravam coisas nos outros a noite toda. Saí de lá, Sesshoumaru, e para onde vim, as pessoas não andam por aí esmurrando o nariz das outras no meio de uma festa!

Sesshoumaru permaneceu em silêncio. Ela estava certa. Tinha todas as razões do mundo para estar furiosa com ele.

Você teve sorte por Fields não dar queixa. Isso teria ficado ótimo nos jornais de amanhã: Amante da produtora de Harcourt é detido.

Você não quer saber por que bati nele?

Não! — Rin gritou, e obrigou-se a baixar a voz — Não, não quero. O motivo é irrelevante. O fato é que não há lugar para violência de nenhum tipo, por nenhuma razão, em um lugar como aquele. Pointe não é um bar de motociclistas! Brigar não é uma forma de comunicação aceitável entre meus amigos e parceiros de negócios! Se você não pode conviver com isso, talvez deva mesmo ir para a Flórida. Talvez consiga se comunicar melhor com os golfinhos.

Assim que as palavras saíram de sua boca, ela desejou retirá-las.

Tem razão — Sesshoumaru sussurrou — Não combino com este ambiente. Não posso mudar mais do que já mudei, e ainda assim não há lugar para mim no seu mundo. Você deveria ter me deixado para trás com os ratos e as baratas —Encarou-a com os olhos enevoados pela tristeza — Ou talvez você já tenha feito isso e ainda não percebeu.

Ele saltou para o banco da moto e girou a chave.

Sesshy, espere! — Rin gritou, mas ele não a ouviu sobre o ronco do motor.

Ela correu atrás dele, mas antes que pudesse alcançá-lo, Sesshoumaru partiu, deixando para trás o cheiro de borracha queimada e o eco das palavras duras e raivosas.

Passava das três horas da manhã quando Sesshoumaru retornou. Rin o esperava no sofá. Levantou-se quando ele entrou no apartamento.

Sesshy, eu sinto muito... — começou, aflita — Não quis dizer aquilo.

Sesshoumaru fitou-a. As palavras pareciam presas na garganta, mas ele tinha de pronunciá-las. Havia tomado sua decisão e não voltaria atrás.

Acho que está na hora de eu ir embora. — Seus olhos se encheram de lágrimas, e ele piscou para afastá-las. Não queria que Rin o visse chorar.

Não...

Ele desviou o rosto. Rin não escondia as próprias lágrimas, e vê-la chorar estava além de suas forças. Tinha de sair dali o mais depressa possível.

Kohako estava certo — ele murmurou. Rin estaria melhor sem ele. — Liguei para Miuga Madarame e aceitei o trabalho na Flórida. Você tinha razão o tempo todo — mentiu — Eu realmente queria isso.

Rin permaneceu em silêncio, e Sesshoumaru sentiu-se péssimo ao ver a dor causada por suas palavras. Mas se ele ficasse, a magoaria ainda mais no futuro. Precisava se apegar a esse pensamento.

Quando, por fim, ela assentiu, a silenciosa aceitação doeu em seu peito. Ela já esperava que ele partisse. Apesar das palavras de amor e promessas duradouras, ela não acreditara nele.

Quando? — Rin perguntou baixinho.

Esta noite.

Sesshoumaru foi para o quarto e tirou o smoking. Pendurou-o no armário de Rin, ao lado das calças e camisas que ela havia comprado para ele. Para onde ia, não precisaria de um smoking e não queria usar aquelas outras roupas. Vestiu a velha calça jeans e uma camiseta limpa. Colocou o restante das peças na mochila, tentando não pensar nem sentir. Pegou a jaqueta de couro e levou suas coisas para a sala. Por fim, apanhou a maleta com a câmera.

Fique esta noite, Sesshy.

A voz de Rin era tão baixa que ele mal pôde ouvir. Permanecia sentada no sofá, com o rosto pálido e os olhos cheios de mágoa.

Ele queria ficar. Deus, era tudo que queria! Porém, teria de ser para sempre, e não por apenas uma noite. Não teria condições de dormir na cama ali e de fazer amor com ela sem se entregar.

Acho que não é uma boa idéia.

Era obviamente a resposta que ela esperava.

Tenho de ir.

Com a câmera numa das mãos, a jaqueta na outra e a mochila pendurada no ombro, ele saiu do apartamento e fechou a porta.

...

Rin não foi trabalhar nos quatro dias seguintes. Mergulhou na faxina do apartamento até que não restasse um só grão de poeira. Assistiu aos seriados na televisão e releu seus livros favoritos. Acordou tarde e dormiu depois do almoço. Organizou os livros em ordem alfabética, não gostou do resultado e arrumou-os de acordo com tamanho e cor.

Sesshoumaru se fora...

Na quinta-feira, tinha um encontro com Simon Harcourt e Kohako Yamamoto que não podia ser adiado. Depois de muitos dias sem usar nada que não fosse pijama, escolheu o vestido azul florido, dedicou um tempo extra para a maquiagem e prendeu os cabelos, da forma como Sesshoumaru gostava.

Era estranho sair do apartamento após quatro dias de isolamento. O sol era escaldante e o ar parecia uma fornalha, quente e seco em seus pulmões. E era somente primavera. O verão, provavelmente, seria um inferno.

Sesshoumaru estava certo, pensou ao ligar o ar-condicionado do carro. Fazia sentido viajar ao redor do país, mudando-se de acordo com o tempo. O Arizona era bom em janeiro, mas em julho a história era outra.

Enquanto dirigia para o trabalho, imaginou para onde ele iria depois que o contrato com Miuga Madarame terminasse. Pela milésima vez desde que ele partira, receou jamais vê-lo novamente.

Ela lutara contra o impulso de tomar um avião para Miami e ir atrás dele.

Como ele reagiria se ela aparecesse por lá? Já teria encontrado outra amante? Mesmo que não tivesse, nada seria diferente, pensou. Mais cedo ou mais tarde, teria de se deparar com o inevitável, pois a verdade era que Sesshoumaru finalmente admitira que amava mais a liberdade do que ela. Tinha de se acostumar com aquela idéia. Nada o traria de volta.

Estacionou na vaga da Vídeo Enterprise reservada para ela e parou na recepção para falar com Kagome. De acordo com o cronograma, Jakotsu estaria no estúdio A, gravando um vídeo musical. Dirigiu-se para lá. Os membros da banda falavam com Jakotsu diante de uma tela azul e o restante do estúdio estava às escuras. Havia uma câmera posicionada perto dela nas sombras. Rin se aproximou.

Gary, você diria a Jakotsu, por favor, que eu...

Somente então ela percebeu que não era Gary quem estava por trás da câmera. Era Sesshoumaru. Chocada, encararam-se durante vários segundos antes de ele desviar o rosto.

O que está fazendo aqui? — sussurrou, mal conseguindo respirar.

Prometi a Jakotsu que o ajudaria com esse vídeo — explicou sem fitá-la — O trabalho em Key West começa somente na próxima semana.

Era óbvio que ele não ficara por causa dela, Rin concluiu, lutando contra a decepção.

Você poderia dizer a Jakotsu que preciso falar com ele? — De alguma forma ela conseguiu controlar a voz.

Claro. — Ele a olhou por um breve instante, antes de virar o rosto de novo — Você está bem? — perguntou suavemente.

Deparar-se com aqueles olhos foi como mergulhar num abismo sem fim.

Rin percebeu naquele momento que nunca mais se recuperaria. Amaria aquele homem pelo resto da vida, mesmo que não fosse correspondida. Virou-se antes que ele visse suas lágrimas. Não estava bem, e nunca mais estaria.

Sim.

Sesshoumaru observou-a sair. Ela estava com uma aparência boa, um pouco cansada, talvez. Dissera estar bem. Provavelmente, já se esquecera dele. Se isso era o que ele queria, por que se sentia tão mal?


Eis aqui mais um capítulo da fict, espero que tenham gostado!

Agradecimentos especiais para: sandramonte, Chelsea de Aguia, Isis Silvermoon e zisis: ADOREI A REVIEW DE VCS MENINAS! MUITO OBRIGADA!

Ficarei imensamente grata e feliz se me deixarem reviews! ;-)

Bom...era isso...

Bjus e até o próximo capítulo!

=)