Oiie gente O/ | fico tão feliz por terem gostado bom, lá vai mais um capítulo.
Vou colocar uma pitada de rosário+vampire, peguei umas ideias e uma inspiração de lá mas não é uma crossover. apenas o tipo dos personagens.

Capítulo 3

Depois da saída apressada de Kai, todos se perguntavam preocupados o que aquele garoto de cabelos cinza iria fazer, Tyson estava triste, desde a saída do amigo, pensou em muitas coisas, se passou um flash back, na sua cabeça, daquelas palavras, em que juraria que aconteceria mais cedo, mais tarde, agora, ou depois.

Flash Back do Tyson:

- Mas Kai, assim você vai ficar doente! Cara me diz logo por que você é assim? O que está acontecendo com você? Por que nunca me conta as coisas?- Dizia Tyson confuso e meio com raiva por causa das atitudes de seu amigo.

- Tyson? Se você pudesse trocar de vida com alguém? Ou tirar alguém da sua vida? Você o faria? pergunta a Tyson.

- Eu?...Bom...e-eu não sei bem, trocar de vida, não sei só se fosse pra ser rico.. há há há.

- Sabe Tyson... se fosse eu, eu o faria, com toda a vontade do mundo, as vezes eu quero morrer, ou até mesmo... - Kai para de falar por um instante.

- Fala Kai! Até mesmo o que?.

- Eu mataria Voltaire !

"Eu mataria Voltaire", essas palavras soavam alto na mente de Tyson, soavam tão alto que o fazia se desligar da realidade, tinha tanto medo que isso acontecesse, não queria que Kai o matasse, por que não é assim que as coisas acontecem, não é assim que se resolve, Tyson ficava perturbado, uma lágrima se escorria em seu rosto, seu coração ficava vazio, mas o que fazer se não esperar... mesmo que esperar pela pior notícia dada.
Enquanto isso, os blader's conversavam sobre o sumiço de Kai, e o pais dos mesmos, um lado eles já sabiam que os pais do Kai eram sim conhecidos, e que Hiro sabia tudo sobre eles, e era exatamente isso que eles queriam saber.

- Hiro você vai contar ou não vai? - Perguntava sem paciência Hilary.

- É isso mesmo Hiro, nós somos os amigos do Kai e nós temos todos os direitos de saber! - Dizia gritando como sempre Daichi.

- Mas Daichi, você nem é tão amigo do Kai assim! - Respondeu Hilary.

- E você hein o magrela! Pensa que é namorada dele ou sei lá o que é! - retrucava o baixinho.

- Chega vocês dois! - Hiro acaba em imediato a briga. -Chega não aguento mais isso, isso não é da conta de nenhum de vocês! Kai some do nada, aparece a certidão verdadeira do Kai, temos coisas e coisas para resolver na equipe, então deixe esse problema comigo! Resolvam apenas os assuntos da equipe. São amigos deles? Eu sei nós queremos o bem dele também, mas sem confusão okay? Bom, perdi tempo dimais com vocês! - Então Hiro deu as costas aos dois e quando ia sair foi chamado pelo irmão.

- Hiro...espera eu vou com você. -disse em tom triste.

- Claro Tyson venha...

Os dois saem de lá, descem as escadas do edifício onde estavam e entram no carro, quando Tyson pergunta:

- Hiro onde a gente tá indo?

- Estamos indo ver uma pessoa.

- Quem?

-Você irá conhece-la e ai vai saber de tudo...

Bem longe dali, em uma mansão caríssima, onde um certo assassino estava sentado em uma poltrona, ao lado de uma mesa, em um escritório, o escritório do recém falecido Voltaire.

- É acho que agora acabou... -dizia Kai chorando muito.

- O que farei agora? Eu vou ficar sozinho? Eu quero meu avô de volta...

Kai estava deprimente, não sabia o que fazer da própria vida, ele mesmo se considerava morto após seu tal ato, tão brutal, matou seu avô de criação, mesmo assim... ele ainda sentia falta... por que ainda o amava, era a única família que tinha, e mesmo assim o amava..."o que farei?" pensava ele, o corpo não ficaria lá para sempre não é? Alias tinha esquecido do corpo, quando se lembrara foi até o jardim... lá estava o velho, Kai enquanto chorava passava a mão no corpo do falecido, ele estava de olhos bem abertos, aparentava sofrimento e susto, Kai então fechou seus olhos chorando rios de lágrimas em meia arrependido, em meia satisfeito por acabar com aquele fim. É é o fim Sr. Hiwatari, a polícia iria procura-lo? Sim iria, pois se Kai estava sumido seus amigos queriam alguém de tal responsabilidade para procura-lo.
Kai não se fez mais nada e se pôs a sentar- se ao lado do cadáver...ainda chorando e olhando para o alto, sem pensar em nada.
Já Tyson e Hiro, no carro chegam em uma certa casa de aparência estranha, uma mansão que lhe posso afirmar...assustadora e macabra... muitas árvores arbustos, trepadeiras pelo portão e parede da faixada, Hiro apenas toca a campainha, duas três vezes, derrepentemente, o grande portão se abre, eles entram e vão pela trilha que lá na porta da mansão estava um senhor, não pela aparência não podia-se dizer senhor, pois era belo e jovem, de cabelos brancos, nuca preta, de farda do exército russo, pelas medalhas no peito era um capitão, e ainda por cima usava aqueles óculos de um lado só, que eram prendidos por uma correntinha ligada ao bolso. Seu nome era Kuro Kalvöck, 40 anos de aparência de 20, inacreditável. Hiro chega perto do mesmo e diz:

- Nos encontramos de novo, depois de tantos anos.

- Ora...Ora...Ora...se não vemos o filho do Granger? É isso? O que faz aqui?

- Sim sou, esse é meu irmão Tyson.

- Tyson? -pergunta curiosamente Kuro.- Não sabia que você tinha outro irmão? Com certeza é por parte daquele homem, por que minha filha...

- Não! Está enganado, e não diga assim do meu pai! Alias eu não vi para falar deles, eu vim para fa...- derrepentemente era interrompido por Tyson .

- Que história é essa? Quem é esse cara? E desde quando ele conhece nossos pais, e o que temos haver com a filha dele? Me explica Hiro!

- Vejo que não me conhece garoto... é uma pena...pois eu tinha a curiosidade de vê-lo.- disse a Tyson.- Eu sou Kuro Kalvöck, um capitão do exército Russo, só que de outra dimensão.

- De outra dimensão?

-Sim, de outra dimensão, a dimensão dos monstros, a dimensão mágica, alias eu não sou um monstro, sou ser poderoso não é? Ah ia me esquecendo sou seu avô também...por parte de sua mãe.

Tyson se surpreendeu pelo o que tinha ouvido, nunca acreditaria.

Hey ! Espera, me fala direito essa história.

- Tyson! -chama atenção Hiro.- Você tem que me deixar resolver okay?Kuro, preciso te dizer algo importante!

- O que é?

- Sabe que tem outro neto não é?

- Bom, eu sei lá, tenho 27 filhos, todos casados, tenho milhares de netos eu acho.

- Não outro sem você saber! Kai Hiwatari!

Derrepentemente Tyson sentiu algo, uma dor e aperto no coração, mas onde ele estaria agora. Havia se esquecido dele por um instante, mas sentiu que precisava procura-lo.

- Olha Kuro, seu neto pode estar em perigo, não sei como é que não te contaram isso mas precisamos da sua ajuda.

- Claro. Conte comigo. Se era isso, podem ir embora eu resolvo o resto da minha maneira.

- Mas Kuro.

- Da MINHA!...maneira. Agoram vão. - E kuro dá as costas aos dois, quando Tyson diz ao irmão que deveriam procurar o Kai.

- Manoh, temos que achar o Kai, eu já procurei em todo o canto, mas não encontrei e informei a polícia.

-O que? -Um grande espanto para Tyson, vejamos se Kai matar Voltaire do jeito que prometeu, a polícia o pegará e o prenderá também, e ele ficaria o resto dos dias na cadeia. O que fazer? Não há mais nada a fazer a não pensar em coisas ruins e achar Kai.

- Tyson? Você está bem?

- sim.

- Vamos embora então, não se preocupe, a polícia irá acha-lo.

Então os irmãos Granger's vão saindo daquela casa, indo direto para a sua. Enquanto a polícia o procura por todo o canto.
Se passaram uma semana e nada de Kai aparecer, e muito menos Voltaire, pois é, a empresa Hiwatari Corp' estava parada, por que Voltaire estava sumido, e também foi procurada a polícia por causa de seu desaparecimento. Os policiais vão então em uma das mansões Hiwatari, a menor delas, onde se encontrava Kai e o Voltaire. Chegando ká eles vasculham a casa, e vão direto...ao jardim.

- Delegado veja! - Chama atenção ao delegado.

- Meu deus! São Kai e senhor Voltaire!

- Senhor o Kai está segurando uma arma... -aponta a arma na mão de Kai.

- Afastem-se – Diz a equipe da perícia.- Não me mecha no cadáver e no menino, precisamos verificar o que aconteceu.

Então Kai acorda e olha assustado a tudo isso.

- O que está havendo? - perguntava Kai sem entender nada.

- Garoto se você matou seu avô , você terá que nos acompanhar a delegacia agora mesmo.

- O QUE?

- Isso mesmo nos acompanhe por favor. -Então os policiais levam Kai até a viatura e vão para a delegacia.

A perícia então faz todo o seu trabalho, leva o cadáver para o IML, e leva Kai para a delegacia, e ali no IML saem os resultados da perícia, e então avisam ao delegado que pelas digitais na arma e no Voltaire, eram de Kai, levando então a mandato de prisão, mas não antes de um tribunal.
E o que será que irá acontecer? Isso era a questão de Tyson sobre Kai.

Pois é pessoas queridas ;DD
Obrigada novamente por ler. E não se esqueçam estão sempre bem vindas críticas, sugestões e elogios ;D

Muito obrigada e aguardem o próximo capítulo.