Reviews:

Gabi: a música é linda mesmo. Continue comentando. BjooO

Luiza: Nossa, eu quase chorei qnd comecei a ler "mas mesmo assim eu fui a primeira a começar a ler essa coisa que você chama de fic", mas depois terminei... Vc eh mto fofaa. Sev malvado e sua capa ficou sim mto lindaa. Opa, tinha esquecido: Te regalo mi ordem, mi desordem! (8)

mari: Aaah, tah todo mundo mandando o Snape para lugares feios... =/ Se bem que eu tb nao gosto mto dele. Ainda mais pq conheço cenas futuras. E bom, a descendencia da Lily nao vai ser descoberta muito cedo. Mas eu vou dar uma grande dica... Preste atençao. Nao neste capitulo, no

Bel: Por causa do seu PS grande já to quase acabando o cap 9, e ele está grande tb. xD Mais um capitulo pra vc! BjinhOs

Lina: Oi! Vc deve conhecer os truques malvados que nós autoras usamos para fazer vcs lerem os proximos capitulos. É por isso que eles tem um final tensoo. O Tiago nao consegue ficar bravo com a Lily, é impressionante. BjOO

Carol: Oii, aah, Lily vai sofrer bastante. Mas no final, acho que vai ser feliz. XD Fico feliz que esteja realmente gostando da fic. =) BjS

Barb: Oii, que bom que está gostandoo. Só to postando agora pq tava na aulaa, mas nao sao nem 13:00 ainda. Sao exatamente 12:30 segundo o relogio do computador, entao nao está tarde. Espero que goste do capitulo. BjO

Paulinha: Até que enfiim! Tava cansada de ter que perguntar por vc lá embaixo. =/ Logo vc tem um apelido para a Claire e eu adoro aquela músicaaa! BjinhO

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Fogos de Artifício

Sétimo Capitulo

Lily POV

A varinha voou de minha mão e foi parar aos pés de Lucio que a recolheu e colocou no bolso.

-Chegou a sua hora, Lílian Evans. – ele disse e todos os outros tiraram as varinhas do bolso e apontaram para mim.

Eu senti o ar ir embora por um momento, eu simplesmente não conseguia respirar. Não com todos aqueles rostos. Não, não eram os rostos. Era o que aqueles Sonserinos seguravam. E pior de tudo, era o que um Sonserino em especial segurava.

-Sev-Severo. – eu gaguejei – Foi você? – perguntei sabendo que ele entenderia.

-Ah querida... - Malfoy disse com a voz extremamente doce – Você quer saber quem foi nosso informante?

Bellatriz soltou uma risada histérica.

-Eu ouvi o seu pequeno show com o Potter hoje. Sabe, seria impossível que ele tivesse espalhado isso. Aquele garoto é muito lerdo. – ela disse.

-O Severo aqui é muito melhor para isso. Nos contou tudo sobre você... E sobre suas mentiras... – ele disse se aproximando de mim – Você realmente achou que as poderia manter? – eu estava com o olhar fixo nos meus pés.

Não achava que as técnicas de defesa pessoal que eu tinha aprendido iriam resolver devido à minha grande desvantagem numérica. E eu não acreditava que elas funcionariam se o adversário em questão fosse portador de uma varinha.

Malfoy colocou a mão no meu queixo erguendo minha cabeça bruscamente.

-Até quando você pensou que poderia manter isso em segredo? Logo nós iríamos adivinhar. Era só esperar um pouco e todos veriam que você não tem talento nenhum. – ele disse o final pausadamente. Cada palavra era como uma facada.

-Mas agora nós iremos mostrar para você, mostrar quem é que realmente merece estar aqui. E o que nós sabemos fazer. – ele continuou e quando terminou de falar isso, ouvi o garoto sussurrar a palavra Crucio.

E então meu mundo explodiu em dor.

Eu já havia lido sobre as Maldições Imperdoáveis, mas nunca pensei que veria alguém sofrendo com elas. Muito menos que eu seria a pessoa em questão.

E a sensação não chegava nem perto do que eu havia pensado que seria.

Uma dor alucinante tomou posse de cada pequena parte do meu corpo. Era como se eu estivesse queimando por dentro.

Eu caí no chão fazendo força para não gritar. Mas a dor continuava, e ao invés de esvanecer parecia que ficava cada vez pior.

Eu não conseguia pensar em mais nada senão na dor que me consumia, e isso tornava meus pensamentos irracionais. Eu não tinha mais noção do que estava acontecendo, tudo que eu queria era que a dor fosse embora.

Eu soltei um grito contido e pude ouvir, como se fosse uma música de fundo, o riso de alguns Sonserinos.

As palavras que eu ouvia não faziam muito sentido, não com todo aquele fogo se espalhando pelo meu corpo.

-Chega Lucio.

-Não, vamos brincar mais um pouco.

Eu soltei outro grito, dessa vez mais alto.

-Finite encantem.

Eu senti meu corpo parar de doer lentamente, mas a lembrança ainda continuava em minha mente. Tão forte, que parecia real.

-Você não deveria gritar, querida. Alguém pode acabar escutando. – Malfoy disse se aproximando perigosamente de mim e sussurrou em meu ouvido – E nós ainda não chegamos nem perto do fim.

- Crucio. – ele disse outra vez, e a dor não foi menor. A diferença é que eu já sabia que ela viria.

Novamente eu senti como se meu corpo estivesse pegando fogo, cada osso pegando fogo, era como se facas perfurassem o meu corpo e tudo que eu conseguia fazer era gritar. E eu queria que parasse.

Em um pequeno momento de lucidez eu rezei para que não tivesse suplicado nada em voz alta.

E então, assim como começou, acabou.

Embora a lembrança ainda fosse profunda.

Eu nem havia percebido que tinha caído de novo, mas lá estava eu ajoelhada no chão.

-Espero que isso te ensine a se colocar no seu lugar. – a mesma voz arrastada disse e eu me coloquei de pé, apenas para sentir sua mão vir em direção ao meu rosto.

-Lucio, nós também queremos brincar com ela. – eu ouvi a voz de Nott enquanto ainda me recuperava.

-Claro, sintam-se à vontade. – Malfoy respondeu e eu ouvi a voz esganiçada de Bellatriz gritar Crucio e novamente a dor tomou parte de mim.

Uma gargalhada histérica preencheu o lugar e eu senti o chão vir ao meu encontro (embora, provavelmente, eu que tenha ido ao encontro dele). A dor não era melhor que das outras vezes. Não era como cair da bicicleta, que depois de algumas vezes já não machuca tanto quanto a primeira.

Parecia que a cada vez ficava ainda pior.

Eu soltei um grito ensurdecedor e logo após isso senti um chute em minhas costelas e eu me contraí com a dor, o que apenas levou com que me chutassem mais uma vez.

A partir deste momento eu já não conseguia mais separar as sensações, era a dor que se espalhava pelo meu corpo e que às vezes era interrompida, apenas para recomeçar novamente, as agressões repetidas inúmeras vezes, e eu tinha a sensação de que alguém estava rasgando a minha blusa, embora isso não fosse nada comparado à dor.

Nada se comparava à dor.

Até que ela parou e eu permaneci deitada com os olhos fechados.

-O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – eu ouvi uma voz conhecida gritar – Vocês estão fora do dormitório depois do horário e eu pude ouvir os gritos... – a voz dizia autoritária quando parou – O que... Lílian Evans?

-Não entre aonde não foi chamado Potter. – a voz histérica de Bellatriz disse.

-Você vai atrapalhar a brincadeira. – ela disse – Abaixe a varinha.

-Não. Estupefaça. – ele disse ao mesmo tempo em que três vozes gritavam Expelliarmus.

-Então você escolheu – Malfoy disse – Você vai entrar na brincadeira.

- Crucio. – eu ouvi Malfoy dizer e então meus ouvidos foram preenchidos pelos gritos de Tiago Potter.

Eu abri os olhos e olhei ao meu redor. Agora todos se concentravam em uma roda ao redor de Potter.

Ele estava mordendo os lábios para não continuar gritando, mas mostrava estar sentindo tanta dor quanto eu tinha sentido.

Ele soltou um grito desesperado e eu percebi. Percebi que ele estava gritando por algo que não tinha culpa.

Estava gritando por algo que eu deveria estar gritando.

Ele não era o trouxa aqui. Eu era.

Senti uma raiva tomar o meu corpo e logo eu estava de pé. Como se eu a tivesse chamado minha varinha estava em minha mão sem que Malfoy percebesse, já que estava ocupado se divertindo com a tortura de Potter.

Eu segurei a minha varinha firmemente sem saber o que fazer.

Eu não conhecia nenhum feitiço que pudesse acabar com todos ao mesmo tempo. Eu a segurei com ainda mais força e senti a raiva aumentar à medida que os gritos ficavam mais fortes.

-Estupefaça. _– eu gritei, apontando a varinha para Bellatriz que executava o feitiço em Potter.

Para a minha surpresa, não foi apenas ela que caiu no chão, mas em um clarão todos os Sonserinos estavam caídos e Potter respirava ofegante.

Eu senti todas as minhas forças irem embora e logo eu estava sentada no corredor, com os olhos fechados.

-Lily... – Tiago Potter me chamou e eu me recusei a responder.

Eu senti um tecido grosso me cobrir e só então eu percebi que estava tremendo. Ele me ajudou a levantar que eu percebi que não conseguiria andar. Minhas pernas estavam fracas.

Ele passou o braço pela minha cintura e me ajudou a andar. Ele não parecia estar muito bem, parecia estar muito cansado também. Como se tivesse passado a noite em claro.

-Lílian, o que aconteceu? – ele perguntou e eu nem me lembrei de repreendê-lo pelo uso do primeiro nome.

-Eu estava voltando da biblioteca, eles me cercaram e... – disse, mas de repente foi como se o ar tivesse ido embora. Eu não conseguia continuar.

-Eles te torturaram também? – ele perguntou e eu assenti, fazendo com que ele me segurasse com mais força.

Ele estava me levando em direção à Ala Hospitalar. Eu não queria ir para lá, porque teria de explicar o que tinha acontecido, mas me sentia tão mal que vi que não tinha outra opção.

Quando nós chegamos, ele abriu a porta e senti meu corpo ficar ainda mais fraco.

-Não diga os nomes. – eu murmurei antes de sentir a escuridão me tomar novamente em tão pouco tempo.

-Ela está acordando diretor. – ouvi uma voz dizer e abri os olhos devagar.

Eu estava na enfermaria e com um choque todas as lembranças vieram.

-Srta. Evans... – ouvi a voz do diretor e percebi que estava chorando.

-Desculpe-me. – eu disse limpando as lágrimas.

-Está tudo bem senhorita. – olhei ao meu redor e vi Dumbledore, Madame Pomfrey, McGonagall e a Srta. Heyne.

-O que você sente? – Madame Pomfrey perguntou se aproximando.

-Minha cabeça está doendo. – eu respondi.

-Eu disse que ela ficaria bem. – ela falou me dando um liquido roxo para beber – Eu cuidei de todos os seus hematomas ontem à noite, e preciso dizer que não estavam nada bons, ainda me pergunto... – ela se interrompeu.

-Ontem à noite? Quanto tempo eu fiquei dormindo?

-Você acaba de perder o almoço. – ela respondeu antes de continuar o relatório.

-Onde está... – eu comecei, mas ela me interrompeu.

-Tiago Potter? Ele foi embora hoje de manhã depois que eu jurei que você ficaria bem. Um grande cavalheiro aquele garoto. – ela disse com um sorriso no rosto e eu revirei os olhos.

-Srta. Evans, nós precisamos que você diga o que houve. – a professora Heyne disse com o olhar duro, ela havia se mostrado ser uma boa pessoa e eu nunca havia a visto tão séria – O Sr. Potter disse que você pediu a ele que não dissesse nada. Mas me parece que vocês dois foram vitimas de uma Maldição Imperdoável e isso é inadmissível dentro dessa escola.

-Eu estava saindo da biblioteca, indo em direção ao Salão Comunal quando esbarrei em alguém e logo estava cercada. E então, bom, o resto vocês já sabem. – eu resumi.

-Você se lembra quem eram? – Dumbledore perguntou.

-Não, senhor. Estava escuro. – eu respondi, sabendo que ele sabia que eu estava mentindo.

-Você não conseguiu identificar os uniformes ou as vozes? – ele perguntou.

-Não, senhor. – eu mantive a mentira.

-Se você assim diz. Quais os feitiços que eles utilizaram? – ele continuou e eu respondi perguntas por mais alguns minutos até que Madame Pomfrey decidisse que eu precisava descansar.

-Assim que sair daqui vá até a minha sala. – Dumbledore pediu antes de sair.

Eu perdi todas as aulas do dia e quando eram quase 18:00 Marlene, Alice e Giulia apareceram para me ver.

-Lily, você está bem? – Alice perguntou.

-Eu queria poder esmagar aqueles Sonserinos um a um. – Marlene disse.

-Vocês sabem? – eu perguntei.

-Digamos que Marlene intimou Tiago a falar. – Giulia disse – Lily, você precisa dizer a Dumbledore quem foi. – ela continuou.

-Eu não posso.

-É claro que você pode. Você apenas não quer. – Marlene retrucou e a partir de então se dedicou a nomear Severo Snape com todos aqueles nomes que o Sr. e a Sra. McKinnon não sabiam que ela conhecia.

-Lene, eu realmente não quero falar sobre isso, tudo bem? – eu pedi e elas começaram a me contar como tinha sido o dia fora da Enfermaria.

Eu estava andando no corredor quando vi alguém parado de braços cruzados.

-Eu estava te esperando. – Severo disse e eu sorri para ele.

Nós estávamos andando calmamente quando um vulto, que me lembrava Malfoy apareceu e disse:

-Você sabe o que tem que fazer.

E então eu estava me contorcendo no chão com a varinha de Snape apontada para mim.

Ele sorria cruelmente e tudo que eu conseguia era suplicar que ele parasse.

E então, no meio de uma gargalhada Snape se transformou em Potter que disse "Nós bruxos não somos sem coração como você acha".

Eu soltei um grito mais forte do que os que eu contivera durante a Maldição Cruciatus e me encontrei sentada, ofegante, na cama da enfermaria.

-Lílian, você está bem? – Madame Pomfrey perguntou. Ela estava com um roupão e o rosto assustado.

-Foi apenas um... sonho.

-Eu entendo. Tome isto. Irá ajudar. – ela me entregou uma poção de cor púrpura que eu tomei rapidamente. E logo eu já me sentia sonolenta. – Boa noite.

Na manhã seguinte Madame Pomfrey deixou que eu saísse dali desde que prometesse voltar se sentisse algo.

-Tome isto. Vai ajudar com os sonhos. – ela me entregou alguns vidros da Poção Púrpura que guardei em uma bolsa que Alice tinha trago para mim.

Eu subi para a Torre da Grifinórie e constatei que estava atrasada já que não tinha ninguém no dormitório.

Fui tomar banho e não pode deixar de notar que não havia nenhuma mancha roxa em meu corpo, e pela primeira vez em muito tempo eu agradeci o fato de a magia existir.

Me vesti e fui em direção à sala de Dumbledore. Os corredores estavam vazios, mas eu andava com medo.

Imaginei que a senha fosse a mesma e percebi que estava certa quando as gárgulas se afastaram.

Bati na porta e Dumbledore me convidou a entrar.

-Bom dia, Srta. Evans. – ele disse cordialmente – Eu espero que você esteja melhor. – eu assenti.

-Hoje eu irei te mostrar algo que poderá lhe dar algumas respostas, ou criar mais perguntas. – ele continuou – Venha comigo.

Ele abriu um armário onde estava um recipiente com uma substância prateada.

-Isso é uma penseira. Onde nós bruxos guardamos lembranças. Essa é de uma profecia feita há mais de dezessete anos atrás por uma velha senhora. – ele disse – Eu quero que você assista com atenção.

Ele me puxou para dentro da penseira e nós caímos até voltar a essa mesma sala.

Na cadeira do diretor estava sentado um Dumbledore mais novo. Nas duas cadeiras em frente à mesa do diretor estavam uma mulher com os cabelos ruivos presos em um trança, que eu reconheci como a Srta. Heyne, com as mãos sobre a barriga e uma senhora que aparentava mais do que a idade normal que uma pessoa pode viver.

-Sra. Taylor, é verdade que a senhora tem feito profecias mais freqüentemente que o normal? – o Dumbledore mais novo perguntou e eu me virei para o Dumbledore mais velho que encarava seu eu mais novo com orgulho.

-Sim, Alvo... – ela começou, mas de repente seu olhar ficou perdido e ela disse com uma voz rouca - Uma garota nascida no fim do primeiro mês, Não vive no mundo que dizem que vive, Um garoto a levará para a verdade, Onde ela irá descobrir sua força, Mas essa força poderá destruir sua mente, Se o Amor não a salvar a tempo.

-Ela está... – eu murmurei para Dumbledore.

-Fazendo uma profecia? Sim, ela está. – ele me respondeu com o tom de voz normal.

O Dumbledore sentado na cadeira de diretor não parecia surpreso, mas eu vi que a Srta. Heyne parecia assustada.

Com um puxão nós estávamos de volta ao presente.

-Espero que você tenha entendido isso significa. – ele disse se sentando em sua cadeira – Embora eu tenha que admitir que ainda não entendo tudo.

-Senhor, eu não li muito sobre profecias e não sei dizer o que exatamente aquela quis dizer. – eu comecei e murmurei a profecia novamente - Uma garota com nascida no fim do primeiro mês, Não vive no mundo que dizem que vive, Um garoto a levará para a verdade, Onde ela irá descobrir sua força, Mas essa força poderá destruir sua mente, Se o Amor não a salvar a tempo.

E então eu entendi.

-Diretor, a profecia fala sobre mim, não é?

x-x-x-x-x-x

N/B: Aiai, a Lily é meio lentinha né? Hihi. Tadinha, fiquei com pena da cena de tortura, mas por que a criatura não quis denunciar todo mundo logo? Eu hein.

Ansiosa para ler o capítulo 8 (hihihi).

Parabéns, como sempre.

Beijos!

Giulia Cavalcanti.

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N/A: Oii!

Espero que voces gostem do capitulo! Pq foi mto dificil escrever a tortura. Nao sou mto boa com isso.

Qualquer erro nas respostas das reviews se deve ao meu teclado. Cuja tecla A está falhando. Mto.

O proximo capitulo só será postado se eu tiver o nove pronto. Se nao estiver pronto, irei adiar para a outra segunda.

Comentem por favor.

E eu nem vou repetir o nome das que sumiram com o tempo.

Será que a fic está tao ruim assim? =/

Até dia 05!

BjinhOs