Fogos de Artifício
Oitavo Capitulo
Lily POV
-Diretor, a profecia fala sobre mim, não é?
-Não há nenhuma certeza, mas eu creio que sim. – ele disse.
-Eu não acredito, diretor. Não faz sentido que seja eu. A primeira parte pode até combinar com o que aconteceu, mas a segunda não tem nenhuma ligação comigo. – eu disse.
Era estranho ouvir uma profecia que se referia à possível loucura de alguém e saber que acreditavam que era você a pessoa em questão.
-Eu sei que não Lílian, mas já faz tanto tempo que eu ouvi essa profecia. Nem todas as profecias vem a se tornar realidade, mas quando eu te vi, tive um estranho pressentimento. Alem de que, há outros detalhes que se encaixam perfeitamente.
-Que detalhes, senhor?
-Nada que deva ser dito agora. – ele disse e eu percebi que não adiantaria insistir.
-E o que houve com a Sra. Taylor?
-Morreu algumas semanas depois. – ele disse.
-O que a Sra. Heyne fazia na sala?
-Essa é outra resposta que eu não posso te dar por inteiro. Amanda tinha se formado havia dois anos e estava iniciando a carreira de Auror.
-Tudo bem. – eu disse.
-Agora acho que a Srta. tem coisas a fazer no fim de semana que não incluem estar no escritório do diretor.
-Para falar a verdade, diretor... – eu comecei, mas ele me interrompeu.
-Srta. Evans, acho que parece difícil entender, mas a Srta. deveria contar isso aos seus amigos. Você irá precisar deles. E o que aconteceu ontem também.
-Eu não acho que seja necessário...
-Agora pode não parecer importante, porém mais tarde, você irá precisar da ajuda de cada um deles. Você acaba de perder a primeira aula, mas chegará a tempo da segunda. – ele concluiu.
-Obrigada, diretor. – falei e saí da sala indo em direção à aula de Poções me lembrando que eu a dividia com a Sonserina.
Eu fiquei estática na porta da sala, podia ouvir a voz do Sr. Slughorn através da porta.
-Lílian? – ouvi Potter me chamar e me virei para o garoto que chegava ofegante – Você está melhor? Madame Pomfrey já te liberou?
-Sim, eu estou melhor. – respondi curtamente.
-Você vai entrar? – ele perguntou e uma sombra de percepção passou pelo rosto dele – Pode ficar tranqüila. Você pode se sentar comigo.
Fiquei impressionada por ele ter conseguido captar tão rápido o que me angustiava. Eu não sabia o que seria conviver com bruxos depois do que tinha acontecido, mas principalmente, não sabia o que seria dividir uma sala com Sonserinos.
Tiago Potter abriu a porta e Slughorn se interrompeu em meio a uma frase e olhou para nós dois.
-Desculpa senhor, eu fui buscar a Srta. Evans. – Potter disse e eu percebi que ele mentia muito naturalmente.
-Ah, claro. Podem se sentar. – o professor respondeu.
-Nós nos sentamos no único par de carteiras livres no fundo da sala.
Marlene e Alice sorriam para mim da frente da sala e eu dei um meio sorriso de volta. Pelo que eu pude perceber, os outros alunos não viam nada estranho de dois alunos chegando atrasados em uma aula de Poções.
Mas os Sonserinos me olhavam de uma forma estranha.
Malfoy me lançava um olhar no qual eu pude reconhecer raiva e eu não consegui não olhar para Snape.
Ele estava me olhando atentamente. Desde que eu tinha entrado na sala havia sentido o olhar dele fixo em mim.
Eu abaixei a cabeça e fixei minha atenção no livro que eu havia aberto sobre a mesa.
-Lily, não tem ninguém te olhando. – Potter murmurou.
-É Evans, Potter.
-Eu pensei que depois de ontem... – ele começou.
-Não, Potter. Não é por que ontem você enfrentou um bando de Sonserinos para ser heróico que mudou alguma coisa. Eu cansei de você tentar mostrar suas habilidades em todas as oportunidades. – eu disse alterada.
-Será que eu poderia pedir que vocês discutissem depois? – Slughorn pediu e eu corei, pois não tinha percebido que estava gritando.
Eu passei o resto da aula ignorando Potter.
Quando a aula acabou Claire Soriano veio falar com ele e os dois foram embora juntos.
-Lily, vamos? – Alice me chamou.
-Não, pode ir, eu tenho que entregar um dever para o Professor Slughorn. – eu respondi e as duas foram na frente. Eu não tinha por que andar rápido, já que o próximo horário era livre para o Sétimo ano.
A sala já estava vazia quando eu fui até o professor e entreguei meu trabalho sobre a Poção do Morto Vivo.
Eu sai da sala, e novamente me senti como se estivesse em território inimigo. Os corredores estavam vazios e eu sentia que alguém me observava.
-Lils. – eu ouvi uma voz rouca me chamar e continuei andando, já que sabia quem era.
-Lil, por favor, me escute. – eu senti que a voz estava mais perto e comecei a andar mais rápido.
Eu senti sua mão agarrar meu pulso e me girar me forçando a encará-lo.
-Lílian, eu sinto muito, muito mesmo. Houve um engano. – ele disse.
-Não, não houve nenhum engano, Snape. – eu cuspi o nome dele – Essa é a pessoa que você é. O único engano aqui foi eu não ter percebido isso antes.
-Lílian, o que o Malfoy fez... – ele começou.
-O que ele fez foi exatamente o que vocês queriam fazer. E quando eu digo vocês, não são os bruxos, mas alguns em especial. Você sabia exatamente o que ia acontecer, e entrou nisso por que quis. – conclui tentando me livrar, mas ele segurava meus pulsos com força.
-Lily, por favor... – ele disse me apertando ainda mais.
-Snape, você está me machucando... – eu reclamei tentando me soltar.
-Você não pode ir embora, não depois...
-Solte-a. – eu ouvi uma voz firme e Severo Snape me soltou.
Virei-me e vi Remo Lupin e Sirius Black se aproximando, ambos com o rosto sério. Os dois se colocaram ao meu lado.
-E então, Seboso? – Sirius disse – Por que você se recusou a soltar a Srta. Evans?
-Nós estávamos conversando, Black. E não me lembro de ter te chamado.
-Hmm... Ranhoso está estressado hoje. Depois damos um jeito em você. – ele continuou e eu fui incapaz de me sentir ofendida por ele tratar o Snape tão mal.
Agora eu entendia.
-Vamos. – Remo chamou e eu segui ao lado dos dois.
Nós andamos em silêncio até chegarmos em um corredor vazio, os dois olharam ao redor para conferir se Snape não teria nos seguido.
-Obrigada. – eu agradeci.
-Não foi nada. É nosso dever defender jovens damas contra saqueadores. – Sirius disse com uma reverência exagerada.
Eu dei a eles um pequeno sorriso em agradecimento.
-Estou indo para o Salão Comunal, antes da aula de Aritmancia.
-Nós te acompanhamos. – o de cabelos claros disse.
-Eu não preciso de guarda-costas. – reclamei, mas eles me acompanharam mesmo assim.
Chegando lá encontrei Giulia, Lene e Alice sentadas no sofá.
-Olá garotas. – Remo cumprimentou-as, parecendo olhar diretamente para Giulia que corou.
-Senhoritas. – Sirius disse repetindo a reverência exagerada, o que fez Lene girar os olhos e cruzar os braços.
Eu me sentei com elas e os garotos foram embora.
-O que eles estavam fazendo com você? – Marlene perguntou.
-Nada. – eu disse, mas sobre o olhar incrédulo dela acrescentei – Eles me encontraram... com Snape no corredor.
-Aquele idiota não tentou nada, né? – Lene perguntou exaltada.
-Ele não se enxerga? – a corvinal disse.
-Não. – eu disse respondendo a pergunta de Lene. E isso me lembrou do que eu tinha visto mais cedo.
-Lily, está tudo bem? – Alice perguntou.
-Eu tenho algo a contar. – eu disse, e então contei sobre a profecia que Dumbledore tinha me mostrado.
-Então quer dizer que tem uma profecia falando o que vai acontecer com você? – Alice perguntou.
-As profecias não definem a vida de alguém – Giulia explicou – Elas apenas dão uma previsão de algo que pode acontecer. Mas elas não vem, necessariamente, a se tornar realidade. Lily poderia nunca ter descoberto sobre o mundo bruxo.
-E talvez eu nunca venha a ficar louca. – eu acrescentei.
-Mas e a parte que dizia sobre o amor? – Lene perguntou.
-Isso eu não entendi muito bem. – admiti.
-Tenho certeza que Tiago Potter está disposto a se encarregar desta parte. – Giulia provocou.
-Duvido que amor faça ao menos parte do vocabulário dele. – retruquei.
-Você o julga muito mal. – Alice disse.
-Nós julgamos as pessoas pelo que elas fazem.
-Você deveria reparar que ele está melhor do que já foi. – Lene comentou.
-Se é assim, você deve pensar o mesmo do Sirius. – a outra disse.
-Se você acha o Sirius tão bom, por que não larga o Frank e vai atrás do Black? – Marlene perguntou com o rosto ficando vermelho de raiva, mas Alice já estava acostumada com esses pequenos ataques que sempre ocorriam quando se era tocado no nome de Sirius Black.
O resto do dia se passou normalmente. Eu notei que Lupin e Black se alternavam para me seguir, mas não me deixaram sozinha por nenhum momento durante todo o dia.
Embora eu me sentisse levemente incomodada, também estava agradecida por esse gesto.
No fim do dia eu fui para o dormitório exausta. Não tinha sido um dia fácil. Eu estava paranóica e assustada. Sempre que andava pelos corredores, mesmo podendo ver ou Remo ou Sirius, eu andava devagar e reparando em tudo que acontecia. Qualquer Sonserino que passava perto de mim, me fazia encolher um pouco.
Ao chegar ao dormitório eu me lembrei que já fazia um tempo que não escrevia para os meus pais. Escrevi uma carta dizendo que tudo estava bem, mas percebi que o texto estava muito falso e que isso provavelmente preocuparia minha mãe. Então escrevi algo mais sincero, mas que não entrasse nos detalhes do que tinha acontecido. Peguei a coruja de Alice e enviei a carta.
Eu já tinha tomado meu banho e estava lendo um livro em minha cama quando Lene e Alice se sentaram ao meu lado. Eu fechei o livro e olhei para elas.
-Lily... – Lene começou.
-Sim?
-Nós conversamos com Tiago Potter... e ele disse que enquanto estava sendo torturado... você estava muito mal... caída no chão. – ela continuou.
-Mas que quando a dor acabou e ele voltou a ter consciência total do que estava acontecendo... todos os Sonserinos estavam todos desacordados. – Alice concluiu.
-Eu não sei explicar o que houve. – eu disse – Eu estava sendo torturada quando Potter chegou, e então as atenções se voltaram para ele. Continuei deitada antes de perceber que ele não deveria estar sofrendo, e sim eu. Acho que a raiva me deu forças para me levantar, e quando dirigi meu feitiço para Bellatriz foi como se todos eles tivessem sido atacados.
-Você acha que isso está relacionado à profecia? – Lice perguntou – Onde irá descobrir sua força.
-Eu não acredito que aquela profecia fala sobre mim.
-Tudo se encaixa... – ela protestou.
-Mas por que alguém faria uma profecia sobre mim se eu nem nasci no mundo bruxo? – perguntei.
-Eu tenho uma hipótese... – Marlene disse – A profecia diz Uma garota nascida no fim do primeiro mês, Não vive no mundo que dizem que vive. Se você não vive no mundo que dizem que vive significa que estão escondendo algo de você. Ou seja, ou os seus pais não te contaram que na verdade você é uma bruxa, ou eles também não sabem.
-Você quer dizer que meus pais são bruxos...
-E te colocaram para ser criada em um lar trouxa? Isso. – ela confirmou.
-Por que? – eu perguntei.
-Não sei, talvez para te esconder da guerra. Talvez por não terem condições... Ou talvez sua mãe é alguém famosa e você nasceu fora do casamento. E uma filha não valia o escândalo. – Marlene supôs.
-Essa última é totalmente impossível. – Lice disse.
-Tecnicamente não é não. Mas tudo bem, nós podemos descartá-la.
-Mas por que eles não me diriam nada?
-Eu realmente não sei, Lil. Você nunca desconfiou de nada? – Lene questionou.
-Não. Quer dizer, eu sou a única ruiva da família... Mas psicologicamente eu me pareço muito com a minha mãe.
-Você poderia perguntar para eles... – Marlene sugeriu.
-Ah claro. Eu mandaria uma carta: Tudo está ótimo em Hogwarts, mãe. E a propósito, eu por acaso não seria adotada?
-Não assim...
-Ok, nós podemos resolver isso depois. Mas poderíamos esclarecer a profecia aos poucos... – Alice disse.
Depois disso fomos dormir. Eu peguei a poção que Madame Pomfrey tinha me dado, mas não acreditava que iria ter o mesmo sonho novamente. Então não a bebi, apenas a coloquei novamente em cima da mesinha que ficava na cabeceira da minha cama.
-Crucius. – eu ouvi Severo Snape gritar e logo estava me contorcendo no chão. A dor tomava conta de mim, queimando cada parte do meu corpo.
-P-pare. – eu consegui pedir, mas Snape apenas riu. Uma risada que parecia com a de Tiago Potter.
E então Snape não era mais Snape. Ele era Potter. Que sorria para mim. Um sorriso cínico e perverso.
Eu gritei.
-Lily! – eu ouvi alguém me chamar e abri os olhos lentamente. A dor não estava mais lá e quando vi Lene e Lice me olhando assustadas percebi que tinha sido outro sonho.
-D-desculpe. – eu murmurei envergonhada me sentando na cama. Minha respiração ainda alterada.
-Lily, está tudo bem? – Lene perguntou preocupada.
-Sim, foi só um sonho...
-Será que vocês poderiam ficar quietas. Tem gente querendo dormir. – Claire Soriano pediu da sua cama.
-Cale a boca. – Marlene disse acrescentando uma palavra de baixo calão – É o que eu faria se quisesse acordar com o meu rosto intacto.
Eu ouvi Soriano bufar, mas ela não disse mais nada.
-Eu devia ter tomado a poção que Madame Pomfrey me deu. Vocês podem voltar a dormir.
-Por que você não tomou? – Alice perguntou.
-Eu pensei que não voltaria a sonhar...
-Tudo bem. Nós vamos voltar a dormir. – Lene disse – Mas beba a poção.
Eu concordei e enquanto elas deitavam em suas camas, bebi a poção.
Depois de pouco tempo eu me senti sonolenta e logo já estava dormindo. Desta vez sem sonhos.
Acordei cansada e sem a mínima vontade de ir tomar café. No dia anterior eu não tinha encontrado nenhum dos Sonserinos fora da sala de aula, mas eles com certeza estaria no Salão Principal.
-Tudo bem, nós iremos lá e trazemos alguma coisa para você. – Marlene disse e ela e Alice foram tomar o café.
Fiquei na minha cama já com o uniforme lendo um livro que havia pegado na biblioteca.
-Evans.
Eu tirei os olhos do livro e vi Claire me encarando com raiva.
-Sim? – perguntei tentando ser o mais educada possível.
-Não fale assim comigo. Todos sabem que você é louca pelo Ti. Mas ele está comprometido e gosta de mim. E eu vi vocês chegando atrasados na aula de Poções juntos ontem.
-Nós não... – eu comecei, mas ela me interrompeu.
-Ele disse que não iria para a aula de Transfiguração porque não tinha feito a tarefa, mas você também não apareceu. Então eu quero te lembrar que ele é meu, não se esqueça disso. E você nem ao menos é bruxa, ele nunca se interessaria por você. – ela concluiu e saiu do dormitório com Kate Swinton que a esperava na porta.
Depois de quase meia hora Alice e Marlene chegaram com alguns cookies para mim.
Enquanto eu comia contei para elas o que Claire tinha dito.
Quando Marlene acabou de xingá-la Alice mudou o assunto para o baile de Hallowen.
-Eu não vou. – adiantei.
-É claro que vai. Você vai conseguir um par muito lindo e vai entrar naquele salão arrasando para mostrar a todos aqueles Sonserinos que você não precisa da opinião deles. – Lene disse.
-Lene, faltam duas semanas para o dia trinta e um e eu não acho que alguém irá me chamar nesse tempo. – eu reclamei.
-Você está enganada. – ela disse – Hoje um garoto da Lufa-lufa foi até a nossa mesa te procurando. Eu vou com o Amos, Alice vai com o Frank e a Giulia com um garoto da Corvinal chamado Marcelo Mason.
-Eu pensei que ela iria com o Remo.
-Bom, ela estava esperando ele convidá-la. Mas como ele não o fez, ela aceitou o convite desse garoto. – Alice explicou.
-E quem é esse garoto da Lufa-lufa? – perguntei curiosa.
-Alejandro Baute. Ele foi transferido da Espanha ano passado e é realmente gato. – Marlene especificou.
-Eu já tive aulas com ele... – disse me lembrando das aulas de Herbologia. Eu já tinha estado em um grupo com ele. E realmente, ele não era de se jogar fora. – Se ele me convidar eu acho que aceito. Mas eu não quero ir a um baile. Vai estar cheio e bom... Malfoy estará lá. – eu admiti.
-Lil, nós não vamos te deixar sozinha. – Lene disse.
-Ok. – respondi.
Depois disso nós fomos para as aulas.
Quando eu entrei na estufa de Herbologia a Professora Sprout ainda não tinha chegado.
-Ei Lily. – um garoto muito alto e loiro me chamou, eu reconheci como sendo Alejandro – Não sei se você se lembra de mim... – ele tinha um leve sotaque espanhol.
-É claro que eu me lembro. – eu disse a ele.
-Er... eu queria saber se você já tem par para o baile. – ele perguntou timidamente.
-Não, ninguém me convidou ainda.
-Você gostaria de ir comigo?
-Claro. – eu respondi e ele deu um sorriso radiante.
Ele voltou para o seu lugar e eu vi que a garota que estava ao lado dele parecia decepcionada.
Eu me sentei junto de Lene e Alice.
-Todas temos pares agora. – a segunda disse animada.
-Sim. – eu disse, não compartilhando a mesma emoção – Quem é a garota ao lado dele?
-Caroline Bryant. – Marlene disse – A melhor amiga dele desde que ele entrou em Hogwarts.
-Ela parece decepcionada. – comentei.
-Ela tem uma queda por ele desde... sempre. Mas ele nunca notou. – Alice disse e eu fiquei impressionada de como em Hogwarts todos sabiam sobre a vida de todos.
Durante todo o dia eu notei Sirius e Remo me seguindo e quando não notava a presença de nenhum dos dois eu via Tiago Potter conversando com algum aluno a alguns metros de distância.
Eu percebi que todo esse negócio de me seguir e me manter em segurança tinha sido idéia dele.
Mas, por quê?
Por que ele teria tanto trabalho para me manter em segurança se tudo não passava de um jogo?
Ou talvez, ele ter me salvado não tinha sido apenas um ato de heroísmo...
Não, isso era totalmente impossível se tratando de Tiago Potter.
x-x-x-x-x-x-x-x
N/B: A Lily gosta do Potter, a Lily gosta do Potter... Huahsuhaushuash. Sim, eu sou extremamente infantil. E, a propósito, não vou te matar pelo par do baile. Não muito.
É, eu ri. :x
Como nunca disse isso por aqui, direi agora: você escreve maravilhosamente e está cada vez melhor. Oh, eu já tinha dito? Trocentas vezes? Falha minha.
Mais uma vez, parabéns.
Ei, e você aí, comente, viu? (Se quiser falar o quanto adora uma certa personagem corvinal, bom, eu não me oporia).
Beijos!
Giulia Cavalcanti
x-x-x-x-x-x-x-x
Oii
Bom, adorei todas as reviews que recebi, mas infelizmente, nao vou poder responder.
Estou de castigo por ter acordado de mal humor (-') e tecnicamente nao deveria estar postando.
Entao considerem esse cap uma prova do meu amor por todas vcs.
Vou responder aqui as que nao estavam logadas e as outras respondo por PM assim que puder.
Reviews:
mari: nao sei se a Lily pode ser chamada de super poderosa, mas acho que é algo assim.
Sobre ela aguentar mais que o James... Os dois aguentaram praticamente do mesmo jeito, ela apenas nao estava aguentando ve-lo ser torturado...
Tudo no seu tempo. O Snape vai receber de volta o que fez. Ou nao. Depende da minha bondade...
BjaO
Eu adorei cada uma das reviews que recebi, e prometo responder todas elas assim que puder.
Entao, a maior parte de vcs estavam mto bravas pelo fato de a Lily nao ter denunciado todos eles.
Primeiramente, vcs sabem que pela hierarquia do mundo bruxo nao adiantaria mto pq os Sonserinos tem mto mais poder que ela.
Segundo, ela nao tem provas concretas.
Terceiro, ela nao consegue fazer isso com o Snape, apesar de tudo.
A amizade deles era mto forte... Nao me culpem por isso, é a Lily e nao eu.
Por favor, nao abandonem essa autora desesperada.
Comentem!
BjinhOs para todaas!
