Reviews

LLoizaaaa: hasuhsausua, Lily mistica foi mara nao foii? d= A culpa da demora foi de vcs... Hmpft. :**

Mila Pink: Bom, a Giulia responde isso direitinnho lá embaixo. Siim, a Lily tah ficando tooda cheia das coisas estraanhas! BjinhOO

mari: trocas de olhares nunca devem ser vistas, neh? Bom, Dumbledore tem algumas ideias quanto a Lily. Todas envolvem a profecia. xD Vou pensar na Amanda como mae da Lily.

Mari: Oii, que bom que resolveu comentar... xD Acho q vc deixou uma reivew no cap 2 ou 3, logo no inicioo. Boom, nao posso dizer que nao demorei. Mas o cap está pronto ha um tempaao. Só estava esperando mais reviews. Boom, a questao do Romance, espero resolver isso logo. No fim desse capitulo da para ter uma ideia do que eu estou planejandoo. xD Tb nao acho a Claire mto odiosa, ela só eh apaixonada pelo James neh? Bom, eu adooooouro reviews grandes. Nao deixe de comentar, ook? :*

Sophie: Que bom que gostou do capituloo! Continue acompanhandoo! BjaO

Andro-no-hana: Aaaah, quee lindoo! Adooooourei a revieww! Obrigada pelos elogioos, pretendo melhorar a cada vez maais! Boom, espero que continue envolvida com a fic! BjO e Obrigada de noovo.

Gabii: que bom que gostoou, foofa. Espero que continue acompanhandoo! Bjoo.

Paula: hasuhsaushauhsausah! Faaato. Sim, sim, detetives sao mtoooo sexys! Bom, vc tah começando a aparecer, neeh? E nao vai ficar para titia nao, ok? xD

Maadneta: Que boooom que gostou! Boom, demorei um pouquinho mas to aqui com um capitulo prontinho, prontinhoo! BjinhOs

- - - / - - - / - - - / - - - / - - -

Fogos de Artifício

Décimo Segundo Capítulo

Lily POV

Levantei-me no dia seguindo sentindo-me mais relaxada.

Madame Pomfrey deixou enfim que eu fosse ao Salão Comunal da Grifinória, após fazer uma série de exames e prometer que voltaria se sentisse qualquer coisa. Subi para o Dormitório Feminino, onde Alice e Lene estavam sentadas conversando sobre algum assunto qualquer.

Assim que me viram entrar, me bombardearam com perguntas sobre o que havia acontecido, se eu tinha me alimentado devidamente no dia anterior e como eu estava me sentindo. Respondi tudo calmamente, omitindo apenas o fato de como havia me sentido antes de desmaiar, não acreditava que ver vultos era algo normal no mundo bruxo e não queria preocupá-las, ou assustá-las sem motivo.

Tivemos que esperar durante um longo tempo, enquanto Claire Soriano e Kate Swinton tomavam o banho se arrumavam. Então, quando finalmente conseguimos utilizar o banheiro, já estávamos atrasadas.

Acho que isso é uma vingança pessoal da Soriano por eu ter roubado o Tiago dela.

Quer dizer, por eu ter roubado o Potter dela.

Chegamos um pouco atrasadas na aula de DCAT, mas a Srta. Heyne nos deixou entrar um pouco mal-humorada. Me sentei ao lado de Remo, que parecia extremamente cansado. Não sabia se Potter tinha lhe contado que eu sabia que ele era um Lobisomem, mas me parecia que não. Já que ele não pareceu agir de modo diferente, e também não comentou nada sobre aquela noite.

-Hoje nós iremos tentar o Feitiço do Patrono novamente, já que na última aula não foram todos os alunos que tiveram sucesso com o Patrono Corpóreo. – ela disse e eu senti que muitos alunos olharam para mim.

-Todos de pé, e vamos começar. – Amanda Heyne disse e os alunos se levantaram. Como na outra aula ela fez com que todas as cadeiras se juntassem em um canto deixando um grande espaço livre no centro.

-Vamos seguir a mesma técnica, todos concentrem-se em uma lembrança feliz. É claro que se realmente tivéssemos um dementador aqui seria muito mais difícil. Mas ainda sim eu quero vocês se esforçando.

Os alunos se juntaram no centro da sala, e depois de alguns segundos já se podia ouvir os murmúrios de Expectro Patronum e via-se uma fumaça prateada saindo da varinha de vários alunos, embora nenhuma delas tomou forma.

-Você entendeu a técnica? – Remo perguntou calmamente ao meu lado.

-Sim. – respondi.

Segurei a varinha com firmeza e tentei de lembrar de algo feliz que tivesse ocorrido recentemente. Nada que eu conseguia me lembrar parecia ser feliz o suficiente, ou eu simplesmente não me lembrava de nada.

-É claro que você tem alguma memória feliz, todos nós temos. – Remo disse, parecendo saber o que eu estava pensando.

Tentei me concentrar naquele último dia de Agosto, em que eu tinha descoberto ser uma bruxa. De uma forma estranha, aquela me era uma memória feliz.

Foi quando eu percebi que talvez houvesse um lugar em que eu realmente me encaixasse, e embora alguns dos alunos de Hogwarts (leia-se Malfoy e seu grupo de aspirantes a Comensais da Morte) tivessem tornado a adaptação complicada eu podia sentir que a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts tinha mais a me oferecer do que qualquer outra escola trouxa.

Fechei os olhos e deixei que as lembranças daquela tarde me tomassem a mente. Eu podia sentir o cheiro do sanduíche de minha mãe, ouvir a voz firme e séria de Dumbledore, ouvir meu pai falando calmamente, a voz irritante de Petúnia, Sirius flertando descaradamente, podia ver a cara séria de Remo e ouvir a risada de Tiago Potter.

-Expectro Patronum. – eu murmurei agitando a varinha como a Professora Heyne tinha demonstrado.

Quando abri os olhos vi uma fumaça prateada sair da ponta da minha varinha, tentei manter a concentração na lembrança que tinha escolhido. A fumaça foi ficando mais espessa e por um momento tomou a forma de um quadrúpede, antes de se dissipar.

-Parabéns, Lily. – Remo disse, se aproximando de mim, e eu percebi que ele tentava disfarçar alguma coisa – Quer tentar outra vez? – ele perguntou, eu concordei e segurei minha varinha novamente.

Me apeguei novamente à mesma memória, me concentrando em cada detalhe.

-Expectro Patronum. – dessa vez, pronunciei o feitiço com os olhos aberto e vi a mesma fumaça sair da ponta de minha varinha e assumir a mesma forma anterior, desta vez com mais nitidez. O belo animal cavalgou pela sala antes de voltar para o meu lado.

Percebi que alguém me observava e me virei para ver Tiago Potter me encarando, parecendo orgulhoso de si mesmo. Quando me distrai com o olhar de Potter, o animal se dissipou novamente.

-Muito bem, Srta. Evans. Dez ponto para a Grifinória. – Amanda Heyne passeava pela sala distribuindo pontos para os alunos que conseguiam realizar o feitiço adequadamente.

Em um canto da sala Giulia olhava alegre para o grande lobo que tinha conjurado, vi Remo seguir meu olhar e tomar uma expressão preocupada.

-Qual o problema entre vocês dois? – perguntei a ele, e vi que ele não esperava que eu percebesse para quem ele estava olhando.

-Nada. – ele respondeu sério.

-Não existe nenhum problema em gostar de alguém, sabia?

-E onde entra a sua negação pelo meu amigo? – ele perguntou erguendo a sobrancelha em uma expressão marota que eu conhecia bem.

-A diferença entre o meu romance com o Potter e o seu com a Giulia, é que o meu é inexistente. – argumentei.

-Eu não posso gostar da Giulia. – ele murmurou em voz baixa.

-Na verdade, você pode. – eu disse devagar, como se estivesse explicando algo a uma criança.

-Você não entende! – Remo reclamou frustrado.

-Não é por causa daquele negócio de lobisomem, é? – perguntei, começando a entender as coisas.

-Você sabe? Tiago te contou? – ele perguntou preocupado e nervoso com a possibilidade de o amigo o ter entregado.

-Não, o Potter não me disse nada. Eu descobri sozinha.

-E você não ficou chateada ou brava?

-Deveria ter ficado? – perguntei incrédula, finalmente entendendo a preocupação dele.

-Eu sou um lobisomem! – ele disse, e depois olhou ao redor com medo de alguém ter escutado.

-Não. Você é Remo Lupin! – eu disse.

-Lily, você tem que entender... – ele começou.

-Lily! – Potter nos interrompeu.

-É Evans para você.

-O que era exatamente o seu Patrono? – ele disse, ignorando meu comentário.

-Era uma corça, Potter, por quê?

-Apenas testando uma teoria, Lírio. – ele se afastou antes que eu tivesse tempo de reclamar sobre o apelido.

Tiago POV

Voltei para onde Sirius estava conjurando seu Patrono.

-É uma corça. – afirmei.

-E daí? – ele perguntou desinteressado.

-Daí, meu caro amigo, eu sou um cervo. E de acordo com o livro de Feitiços Acançados, a forma do Patrono representa os desejos mais profundos e a personalidade do bruxo que o conjura.

-E o seu maior desejo é assumir que é um veado? – Sirius provocou-me.

-Não, mas o cervo está relacionada à minha personalidade considerando minha forma animaga.

-E você acha que o fato de o Patrono da Lily ser uma corça significa que vocês tem uma ligação profunda?

-Exato. E isso também explicaria o Patrono da Giulia. – eu disse e Sirius virou-se para ver o lobo prateado que brincava ao redor da garota.

-Bom, talvez essa seja uma teoria válida. – ele admitiu – Mas não crie esperanças com a ruiva.

-Ela logo vai perceber que me ama, Almofadinhas. – afirmei convicto.

-E você a ama? – ele perguntou com uma sobrancelha erguida e pela primeira vez em muito tempo eu não soube como respondê-lo.

Lílian POV

Durante o almoço, Marlene estava extremamente calada, eu tinha certeza que isso tinha a ver com a garota do quinto ano que estava sentada ao lado de Sirius. Minhas suspeitas foram confirmadas quando ela bufou impaciente.

-Ele está saindo com ela há três dias! – ela disse indignada.

-Qual é o problema com isso? – perguntei tentando ser paciente. Minha amiga não costumava ser racional quando o assunto era Sirius Black.

-Ele não costuma sair com uma garota mais de uma vez.

-Vocês saíram por três meses durante o ano passado. – Alice apontou.

-Sim, até eu terminar com ele, por que ele não estava pronto para ter um relacionamento sério. Então por que ele insiste sair com essas garotinhas?

-Na verdade, você tinha medo de que ele terminasse com você primeiro.

-Isso não é verdade! – Lene reclamou.

Deixei Marlene discutindo algo sobre a garota e Sirius, e o tanto que ela estava sendo burra ao sair com ele, e fui até a sala de Dumbledore.

-Feijõezinhos de Todos os Sabores. – eu disse e as gárgulas se moveram revelando novamente a escada que levava à sala do Diretor.

-Srta. Evans. – ele me cumprimentou quando eu entrei em sua sala – Sente-se.

Eu me sentei e esperei que Dumbledore dissesse por que eu estava ali.

-Bom, naquela tarde em que a senhorita foi devidamente apresentada ao Mundo Bruxo, seus pais me entregaram essa carta. – ele começou colocando um pergaminho dobrado e amarrado com uma das fitinhas que minha mãe guardava – Eles pediram para que eu lhe entregasse, mas somente em uma circunstância especial. Por que eles esperavam te contar tudo assim que terminasse o ano em Hogwarts.

-Contar tudo o quê? – perguntei.

-Isso apenas a senhorita pode saber. – ele respondeu empurrando a carta em minha direção – A senhorita poderia ler em seu dormitório. Creio que ele está vazio agora.

-Obrigada, diretor. – eu respondi.

Peguei a carta da mesa e me retirei da sala do diretor.

A curiosidade sobre o que a carta continha estava me corroendo por dentro. Talvez contivesse as respostas que eu estava procurando. Mas eu sentia que talvez, ela apenas trouxesse mais perguntas.

Ou talvez a carta simplesmente não falasse de nada disso.

Subi para o dormitório feminino e constatei que realmente estava vazio. Eu provavelmente estava perdendo a primeira aula do período da tarde.

Abri a carta cuidadosamente e percebi que era a letra de minha mãe.

"Querida Lily,

Se você está abrindo essa carta, com certeza algo ruim aconteceu. Eu e seu pai pretendíamos dizer isso a você pessoalmente, assim que você completasse o ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Primeiramente, gostaria de deixar claro que nós estamos muito orgulhosos de você. Eu sei que com certeza a vida na nova escola não vai ser totalmente livre de adversidades, mas estamos confiantes que você será capaz de contornar tudo da melhor forma possível.

Seu pai está dizendo para eu parar de enrolar e ir direto ao assunto, mas achei que seria importante colocar isso no início.

Há dezoito anos, eu engravidei pela segunda vez. Seu pai e eu estávamos animados com a idéia de uma segunda filha. Foi uma gravidez complicada e, infelizmente, perdemos o bebê durante o parto.

Estávamos muito abalados com o ocorrido, e queríamos esperar um pouco antes de dar a noticia à família. No dia seguinte, uma mulher apareceu em nossa casa. Ela carregava um moisés com um bebê enrolado em uma manta. Ela disse que tinha algo importante sobre o que falar. Estava sozinha com o bebe. Não falou onde o pai se encontrava. Disse que havia algo... Uma profecia, eu acho, que colocava o bebê em perigo. E que vinha procurando uma família que pudesse recebê-lo.

Ela se preocupava muito com a criança e o tempo todo lançava a ela olhares preocupados. Ela disse que o se o bebê não podia crescer com ela, e precisava ficar em algum lugar seguro. O tempo todo ela soltava a palavra trouxa. No início levei como algo ofensivo, depois percebi que ela o usava como um adjetivo comum. Disse também que a criança cresceria diferente das outras crianças e, novamente, usou o adjetivo trouxa. Mas prometeu que estava fazendo o possível para diminuir as chances dela não se adaptar bem.

Seu pai e eu estávamos inseguros sobre ficar com a criança. A mulher era nova, parecia abalada e sincera, mas segundo ela a criança não se adaptaria muito bem, e também tinha a parte do perigo. O que quer que estivesse ameaçando-a, poderia muito bem vir atrás de nós. Nós estávamos inseguros, mas apenas até ver você.

Quando você acordou e sua mãe te pegou no colo, eu vi o seu rostinho pela primeira vez. E não via como seria possível deixar que você ficasse em tão grande perigo assim como sua mãe dizia que você estava. Seus olhinhos verdes brilharam quando eu te peguei no colo, e eu soube que trataria você como minha filha, não importa o que acontecesse.

No dia seguinte sua mãe trouxe os documentos. Sua certidão de nascimento, o atestado do Hospital e outras coisas essenciais.

Todo dia eu e seu pai nos perguntávamos se estávamos fazendo a coisa certa ao esconder a verdade de você.

Mas ela nos fez prometer que guardaríamos o segredo até que você descobrisse parte da verdade. E que isso iria acontecer. Era só esperar.

Quando aquele senhor chegou dizendo que era bruxo. Não nos coube questionar. Nós sabíamos que havia algo de especial em você. Assim como havia em sua mãe.

Espero sinceramente que não esteja brava conosco. Tudo o que fizemos foi para te proteger, algo que sua mãe tinha prometido que estaríamos fazendo ao negar a verdade a você.

Espero que nos perdoe por toda essa mentira. Sei que deve ser difícil para você. Assim como foi para nós guardar isso durante todos esses anos.

Com todo o carinho,

Mamãe e papai."

Não percebi que estava chorando até terminar de ler a carta e sentir que meu rosto estava totalmente molhado.

Tentei parar de chorar e colocar os pensamentos em ordem. Era difícil receber uma carta assim dos meus pais. E saber que eles nunca poderiam me explicar o que tudo aquilo significava.

Olhei as horas no relógio que Alice deixava perto de sua cama. Em cinco minutos começaria a aula de Transfiguração e eu não poderia perder duas aulas no mesmo dia.

Usei alguns feitiços básicos para disfarçar meu rosto inchado pelo choro e peguei o material das próximas aulas.

Cheguei na sala e McGonagall estava arrumando suas coisas em cima da mesa. Deslizei discretamente para o lugar ao lado de Tiago Potter. Tenho certeza que Minerva McGonagall me viu chegar, mas não fez nenhum comentário sobre meu atraso.

-O que houve? – Potter perguntou parecendo preocupado.

-Nada, Potter. – respondi curta e ele não perguntou mais nada. Talvez porque percebeu que eu não ia falar, mas acho mais provável que seja relativo ao olhar que McGonagall nos lançou.

Quando as aulas acabaram, fui novamente para a Biblioteca. Eu e Potter continuaríamos procurando por alguma informação na biblioteca.

Dessa vez, eu cheguei primeiro. Peguei alguns jornais antigos e comecei a examinar qualquer informação que poderia ser utilizada.

-Oi Lírio! – Tiago Potter disse se sentando a minha frente.

-É Evans. –respondi sem desviar os olhos do jornal.

-Ok, Evans, - ele disse – Acho que você precisa me contar o resto.

Levantei os olhos para encará-lo.

-O que você quer dizer?

-Eu sei que tem coisas que você não me contou. E acho impossível que sejamos sócios se você não me contar tudo. – ele disse me olhando atentamente e por um momento eu me perdi em seus olhos que pareciam conseguir saber o que eu estava pensando.

E então eu lhe contei. Contei-lhe sobre a profecia. Cada mínimo detalhe de que me lembrava. E ao fim, mostrei-lhe a carta que tinha guardado comigo.

-Uma garota nascida no fim do primeiro mês, Não vive no mundo que dizem que vive, Um garoto a levará para a verdade, Onde ela irá descobrir sua força, Mas essa força poderá destruir sua mente, Se o Amor não a salvar a tempo. – ele repetiu devagar com os olhos fechados.

-Bom, a primeira parte já aconteceu, certo? Eu trouxe você para o mundo bruxo. – ele comentou sorrindo como se fosse o herói de um grande filme de ação e eu revirei os olhos.

-Eu não quero ficar louca. – reclamei.

-Você não precisa ficar louca. – ele disse piscando para mim – É só aceitar sair comigo.

-Você não me ama, Potter. – constatei – Em que isso ajudaria?

O resto do dia passou normalmente. Na verdade, nós passamos o mês de Novembro inteiro olhando todos os jornais que datavam 1960 e 1961 e não encontramos nenhuma informação valiosa.

Vários bruxos tiveram filhas, mas depois de um tempo aparecia a foto dos bebês sorridentes. O que eliminava a possibilidade de serem meus pais.

Em meados de Novembro eu estava no Jardim conversando com as garotas sobre a última discussão de Alice e Frank, quando Tiago Potter se aproximou de nós e se sentou ao meu lado.

-Você viu o anúncio que acabaram de colocar no Salão Comunal? – ele perguntou sorridente.

-Não.

-Bom, teremos um passeio a Hogsmead na próxima semana. O que você acha de ir comigo a Hogsmead? – ele perguntou.

-Não, Potter.

-Você não está prestando atenção em mim. – ele reclamou – Nem ao menos sabe o que eu perguntei.

-É claro que sei. – disse começando a ficar nervosa.

-O que eu disse? – ele perguntou parecendo realmente não acreditar que eu tinha ouvido a pergunta.

-"O que você acha de ir comigo a Hogsmead?"– repeti entediada.

-Eu acho que seria uma ótima idéia. – respondeu e um enorme sorriso voltou a preencher seu rosto.

x-x-x-x-x-x-x-x-x

N/B: Assumo a culpa pela demoro do capítulo anterior mesmo. Não toda, a Maria Clara também demorou pra escrever o capítulo :P

Mas nem demorei pra betar esse aqui ^^

Enfim, eu estava distraidamente olhando os comentários e vi uns comentários super fofos sobre a Giulia (personagem) e de algumas pessoas concordando comigo que o Tiago e a Lily são lerdos, hihihi.

Ah, e o meu pensamento foi esse:

''-Ela vai ficar bem? – Giulia perguntou preocupada.

-Provavelmente, Srta. Cavalcanti.

-Provavelmente não é uma resposta muito tranqüilizadora. a garota retrucou.''

Eu já estava achando a Giulia calminha demais... Hahaha.

Bom, amei o ''pedido'' do Tiago, amei o capítulo e amei os comentários que eu achei. Estou cada vez mais ansiosa para ver como tudo vai se desenrolar.

p.s: O Patrono da Giulia é um lobo! *-*

Comente bastante, pessoal.

Beijinhos.

Giulia Cavalcanti.

x-x-x-x-x-x-x-x-x

N/A: Oii!

Bom, dessa vez, a demora nao foi minha culpa. Eu disse que estava esperando 15 reviews para o cap. Mas como vi que era demais, mudei minhas expectativas para 10, mas recebi apenas 9. :( De qualquer jeito, resolvi postar hoje devido às ameaças que estava recebendoo.

Podem falar que depois desse fim o Tiago eh mto espertoo! Mas na vdd, isso veio do Facebook. =D

Espero que gostem do capitulo, e comentem. To meio agarrada no cap 13 mas prometo que se receber mtas reviews escrevo rapidinhoo.

BjinhOs