Heey, ai vai mais um capitulo, demorou mais chegou! Espero que gosteeeeem *-*

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Chapter 3

A manhã havia passado rápido demais para Edward. Após a conversa com seu amigo Jasper, na qual pediu ajuda para a organização do funeral do pai, foi conversar com os funcionários da fazenda, e em seguida dormira um pouco, pois sabia que o dia não seria fácil.

Era óbvio que o velório de seu pai já seria um evento social para o conhecimento de uma noiva. Apostava que seria apresentado a dezenas de jovens, que passariam talvez horas tentando entretê-lo com conversas sobre suas habilidades como donas de casa, e das quais provavelmente teria que escolher uma para ser sua futura esposa, AH! Não podia lidar com isso, não. Apesar de abominar a idéia de casamento, tinha certeza de se um dia fosse se submeter a ele, gostaria pelo menos de poder escolher a noiva por suas afinidades, e conhecê-la anteriormente. Porém isso já não era mais possível. Não agora, depois de tudo.

Como imaginava, o velório transcorreu desta forma. Foi apresentado a várias garotas, algumas que não passavam da idade da sua irmã. Era absurda a idéia de casar-se com uma menina. Outras eram interessantes fisicamente falando, porém tinham a mentalidade de uma velha. Não precisava de uma mulher que quisesse que ele se tornasse um homem de pantufas. Céus! Não.

O enterro não pode suportar. Chorou. Sentiu-se fraco como nunca, tendo que ser amparados pela mãe e por sua irmã mais velha Jane, que havia chegado mais cedo a cidade com seu marido, trazendo consigo o irmão mais novo, Alec,que estava no monastério próximo a capital. Enquanto a pequena Alice era abraçada por seu único verdadeiro amigo. Não faltavam quem lhe oferecesse um ombro, mas sentia que ali, ninguém além de sua família, o amigo e o pai deste, estava pensando somente no seu bem. Quando o padre finalizava a cerimônia e o caixão de seu pai deslizava pelo buraco feito no chão próximo a árvore onde brincava quando era criança, viu Charlie Swan em seu cavalo, parado aos limites da fazenda, observando o fim de seu pai com um sorriso nos lábios. Ninguém podia ser como ele. Conhecia a história do envolvimento da sua família com a dos Swans, e sabia também tudo o que causaram a seu pai. Aquele homem era um canalha. Passou vida inteira tentando derrubar seu pai, a vida inteira! Porém Edward estava disposto a acabar com a felicidade dele, nem que fosse a ultima coisa que fizesse.

Todos os abraços, e pêsames desejados o deixavam enjoado. Queria correr dali, e se esconder em um lugar onde não pudesse ser achado. Após o termino da cerimônia, quando todos, até mesmo seus familiares já haviam se recolhido, continuou olhando para a lápide do pai. Sabia que teria que tomar decisões rápidas. Deixou se chorar, olhando somente para o céu, que parecia zombar dele, mostrando o quanto o universo, o quanto ninguém fora da sua família, se importava com o que eles passavam no momento. Não sabia ao certo quanto tempo havia passado, horas, minutos ou apenas segundos, só saiu de seu estado inerte ao escutar barulho de passos sobre a grama já molhada de orvalho.

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Não sabia porque nunca havia ido ali, era lindo demais para não ser apreciado. Isabella se perguntava qual motivo levava o pai a não deixá-la andar pela fazenda, era tudo tão maravilhoso. Sabia que se fosse apanhada receberia um castigo como nunca antes, e talvez não fossem apenas surras, porém o céu parecia mostrar para ela o quanto esse passeio era adequado. Ao longe, podia ouvir o suave barulho da cachoeira que havia ali próximo. Sabia disso porque Dith havia falado que seu marido a levou para um piquenique ali. O cheiro de terra molhada também não enganava. Tinha diversas árvores perdidas pelo pasto, porém foi uma que lhe chamou atenção.

A sombra distorcida mostrava que ali havia mais que uma árvore, contudo, não tinha sido a sombra que lhe chamou a atenção. O choro baixo, e quase imperceptível, ligado a soluços e a suspiros pesados, só a deixava mais intrigada. A pessoa que ali estava parecia sofrer, e a pequena Bella sentiu algo estranho, um incômodo que a fazia caminhar para o estranho. Não gostava de ver alguém sofrendo, já havia visto uma das criadas da fazenda chorando desesperadamente e ela era escandalosa. Dith havia lhe dito que a moça havia perdido seu bebê, porém a vontade de consolá-la não se comparava a que sentia pelo estranho da sombra.

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Os passos ficaram mais audíveis, porém a pisada leve mostrava que era alguém pequeno. Podia lidar com quem quer que fosse. Pensava. Mas constatou que se enganara assim que colocou os olhos na forma pequena da morena que se ajoelhava a sua frente.

Achava que se depararia com algum capanga do Swan que invadira suas terras, ou com a irmã, Jasper ou até mesmo com um fantasma, porém não com um anjo. Não acreditava que tamanha perfeição fosse real. A pele branca feito leite refletida pela luz da lua e do pequeno lampião a gás que trazia consigo, fazia com que tivesse um aspecto que não lhe permitia pensar que fosse real. Os cabelos cacheados de uma cor que se assemelhava a barro, ou chocolate derretido emolduravam o mais belo rosto que poderia existir, em formato de coração, com o nariz simétrico e pontudo, os olhos castanhos brilhantes e que o olhavam com uma curiosidade intrigante.. Céus, não poderia haver no mundo tamanha beleza.

- Senhor? Está tudo bem? – Edward estancou. A voz da desconhecida lhe atingiu como um soco, um arrepio lhe acometeu e por um instante sentiu vergonha. Vergonha por se sentir de tal modo após a morte de seu pai, vergonha por sentir desejo por uma menina que no máximo tinha seus 14 anos, que não lhe parecia nem real. E principalmente vergonha por estar chorando. Por estar chorando, se mostrando fraco na frente dela.

- Claro, porque não estaria?

- então, porque choras? – Sabia que não ia se acostumar nunca a escutá-la, era lindo e embriagador.

- Eu, eu..- Sentia se vulnerável, sentia vontade de lhe contar tudo o que sentia, porém tinha medo. Medo de afastá-la.

- Pode me dizer, eu prometo não contar pra ninguém. – O sussurro em forma de segredo o fez rir, era nítido, não passava de uma menina. Uma encantadora menina.

- Menina, não acredito que deva se preocupar com meus problemas.

-Oh, me desculpe senhor. Minha intenção não era ser intrometida. Não é do meu feitio tal coisa, é só que, bom, deixa.. Eu não converso com muitas pessoas, meu pai não permite, Dith sempre diz que seria interessante para eu conhecer alguém que não fosse ela ou Rosálie, apesar de que eu não converso com ela faz um tempo, só por cartas, mas a comunicação daqui a França é meio debilitada, então..hm, me perdoe.

- Acredite, não foi intrometida.. É só muito nova para lidar com perdas.. Quantos anos tem? 13?

- Não senhor. Tenho 15. Já sou uma mulher, e sei lidar com perdas, sim.

- A é? Uma mulher.. sim, claro. – Era palpável o tom de ironia na voz do ruivo. Achava hilário que a garota se achasse uma mulher. Acreditava que ninguém a tenha explicado o que torna uma menina mulher. Porém, o que o perturbou foi a afirmação de que sabia lidar com a perda.

- Sim, acredito que sabe, perdeu quem garota? A sua boneca?

A perplexidade atingiu em cheio a face de Isabella, a surpresa a fez recuar, e seus olhos instantaneamente se encheram de lágrimas.

- Oh, me desculpe, eu..

- Eu perdi minha mãe. No nascimento, mas, pra seu conhecimento senhor, acredito que a dor não é menor. Nunca a conheci, e aposto de ter tido a convivência com quem se perdeu é algo para se lembrar, e faz ser mais fácil.

Edward emudeceu. O rosto corado da menina, molhado pelas gotas que escorriam de seus olhos baixou sua guarda. Não estava preparado para tal reação, e sentiu vontade de se chutar por tal grosseria.

- Bem, me desculpe. Acho que subestimei sua vivência.

- Não se deve subestimar as pessoas, ainda mais aquelas que não conhece.

- Prazer, Edward Masen Cullen. – A pequena reverência feita pelo moço, fez com que Bella liberasse um pequeno sorriso. E Edward teve certeza que havia algo mais bonito do que o anjo a sua frente. Esse anjo sorrindo.

- Isabella Swan, mas eu gosto que me chamem de Bella, Isabella é demasiado grande. – Edward perdeu a fala. Não era possível. Estavam lhe pregando uma peça. Talvez o Barão Swan estivesse observando, vendo-o baixar a guarda perto da filha. De certo reconhecia a beleza da jovem e a usava a seu favor. Como foi tolo, estúpido. Se odiava. Havia caído perfeitamente no plano de Charlie Swan.

- Não me importa! Que te chamem como quiser. Deve achar graça não é? O que o seu pai lhe prometeu em troca do servicinho? Vai ganhar um vestido novo? No mínimo acha que eu sou idiota. Onde ele está? Fale-me garota! – Pegando a pelo braço, chacoalhava a menina, que o olhava sem entender o motivo. Constatava que o Cullen era louco, como se atrevia a pega-la daquela forma.

- ME SOLTE. Não sei do que está falando. É louco, como ousa fazer tal coisa. – Soltou a menina, sentindo-se derrotado. Era um derrotado. Amanhã quando fosse a cidade seria motivo de chacota. Andando de um lado para o outro não sabia o que fazer, iriam rir dele. Já sabia o que iam falar, que era um tolo, e ainda pior, um cafajeste! Deus..

Saiu de seu devaneio pessoal quando percebeu que a menina encontrava-se no mesmo lugar onde a havia soltado. Abraçava os joelhos, e as fungadas mostravam-no que estava chorando.

- Oh, menina, pare de chorar. Não vejo motivo pra continuar com isso. Vai ganhar sua recompensa.

Talvez, constatou Edward, sua fúria estivesse mal direcionada. Talvez, a menina não tivesse culpa, e só estaria fazendo o que o pai mandou, afinal, todos conheciam a fama do Swan, havia uma possibilidade muito grande de que o Barão tratasse a filha com tanta rigidez, que a menina só fizesse o que lhe mandasse.

- Diga menina, o que o seu pai está lhe dando? O que ele está planejando? Ele quer que me convença a vender minhas terras? – Suplicou o ruivo.

- Eu..eu..o meu pai? O que?

- Não se finja de desentendida, diga!

- Meu senhor, eu não sei. O meu pai quer comprar suas terras?..por quê? Ele tem tanta.. Ele não está me dando nada, ele nunca dá.. eu..eu não sei. – Em meio as lágrimas Isabella tentava explicar que de fato não entendia o que o moço lhe perguntava. Os pensamentos de Bella, enquanto tentavam entender o motivo da raiva repentina do moço, observavam o quanto ele ficava lindo daquela maneira. Oh, a forma como ele passava desesperadamente as mãos nos fios rebeldes dos cabelos acobreados, bagunçando-os ainda mais, a hipnotizavam.

- Como menina? Então qual é o motivo para você estar aqui? O seu pai quer me difamar, eu..

- O meu pai não sabe que eu estou aqui! Céus! O senhor vai contar pra ele? Eu.. eu, ele vai me bater, provavelmente, como no dia em que eu, ah. Por favor senhor, não diga pra ele.. – O choque foi instantâneo, Isabella se lembrou que não deveria estar ali, e o Edward poderia contar para seu pai.. Espere, Edward? Havia enlouquecido junto com o Masen.

- Como? Eu não acho que não tenha entendido menina..

- Senhor Masen, o meu pai não sabe que eu estou aqui. Por favor não conte pra ele.. Eu não posso sair de casa, eu..- O brilho nos olhos da menina mostravam que ela estava falando a verdade. Edward conhecia bons mentirosos, e até de certa forma, poderia dizer que se enquadrava nessa classe. E a pequena Bella Swan, não parecia ser uma menina que poderia mentir. O desepero expressado em seus olhos quando pensou que o ruivo contaria para o Barão estava ali, foi o suficiente para acreditar que de fato seu passeio noturno não tinha algo envolvido com Charlie Swan.

- Tudo bem menina. Fica calma. Não vou dizer nada ao seu pai. Nem ao menos gosto do seu pai.

- Não? Mesmo?

- Mesmo. Eu tenho mais com o que me preocupar, do que com seus passeios noturnos.

- Oh! Obrigada, Obrigada! – Isabella surpreendeu Edward e a si mesmo com suas próximas ações. Antes que tomasse conhecimento de seus movimentos, e muito antes que sua cabeça processasse seus atos, estava com os braços ao redor do pescoço do homem a sua frente.

Edward estancou no lugar. Era obvio que a menina não tinha conhecimento do que representava um abraço como aquele entre uma mulher e um homem. O corpo do moço reconheceu de imediato o frágil e pequeno corpo da menina que se moldava ao dele. Sem saber o que pensar sobre a forma de agir da garota, envolveu seus braços, largos na cintura fina, e apoiou o queixo sobre a cabeça de Isabella.

Com a face apoiada no peito forte de Edward, Bella expirou o cheiro másculo que provinha dele. Ela sentia os lábios dele escovando o topo da sua cabeça, e a suas mãos, tocando a sua cintura e os fios soltos de seus cabelos. O arrepio que a combinação dessas ações produziram em Isabella, a pegaram desprevenida, assim como o choque que percorreu todo seu corpo quando o ruivo subiu as mãos de sua cintura, para o pequeno espaço de pele exposto por sua camisola e pelo robe que usava. Choque esse que centralizou-se em seu centro, e arrastava por ela uma sensação de prazer que nublava sua mente e a impedia de tirar sua mãos do moço.

As mãos de Edward queriam ir muito além do toque suave em seu pescoço. Queriam tocar cada ponto do corpo da menina e conhecer as reações que essas causariam no seu corpo macio. Mas, o que estava pensando. Céus, ela era uma criança! Uma criança como sua irmã. Ele simplesmente não podia aproveitar da sua inocência. Porém era difícil demais lutar contra o desejo que se concentrava em seu baixo ventre. Desejo esse que lhe trazia o pensamento de deitá-la ali mesmo e fazê-la dele. Era estúpido, errado, e ele precisava sentir aquilo, mas do que qualquer outra coisa. Precisava sentir como a pele dela arrepiava ao seu toque, mas, não! É errado, é errado..

A repetição de seu mantra manteve o imerso em seus pensamentos durante um tempo que para ele pareceu uma eternidade. Só saiu deles quando foi tocado nos cabelos, e seu nome foi chamado pela menina Bella.

- Oh, eu, eu.. não estava escutando. O que disse menina?

- Disse que seus cabelos são muito sedosos.

- Não deveria ter feito isso, ouviu? Isso nunca mais vai se repetir!

- Não gosta que lhe toquem o cabelo? – Edward não sabia porque a inocência em sua voz o pegava de surpresa. Era claro que ela não reconhecia que aquele abraço era um erro.

- Não! Quer dizer, sim. Gosto. Porém é errado. Você não devia ter feito isso, e muito menos me abraçado.

- Oh, por que não Edward? Eu sempre abraço a minha Nana, e você também é meu amigo.

Céus, havia algo mais doce e proibido do que ouvir Bella chamar seu nome. Se havia, ele não conhecia. A forma suave como ela dizia, era ainda melhor do que escutar a mais bela musica. Como seria ouvir ela gemendo seu nome.. não! Não podia pensar tal coisa. Contudo, queria conhecê-la melhor, queria ainda mais poder fazer parte da sua vida. E não deixar que o crápula do Swan lhe fizesse mais algum mal.

Isabella aconchegou-se ao pé da árvore onde mais cedo sentava o ruivo. Ela queria conhecer mais dele, saber sobre sua vida, sobre sua família. Para a menina, saber sobre Edward era ainda mais emocionante e necessário do que o final de um dos livros de sua mãe. Afinal, eles eram amigos, não? Percebendo o olhar de confusão que o Masen lhe mandava, resolveu que iria questioná-lo sobre tudo. Pois ela precisava saber mais sobre ele, e saber ainda mais, porque quando ele lhe tocava era tão bom que ela não conseguia nem pensar direito.

- Ed, você é casado?

- Ed?- chocou-se Edward.

- Uhhun, você não gosta? É mais fácil de falar, não que eu não ache Edward lindo, é só que..

- Certo. – Podia conviver com sua menina lhe chamando de Ed.. SUA menina? Constatou, estava perdido.

- Então Ed, você é casado?

- Não, por que raios pensou isso?

- É só que, bom, é.. uh, deixa pra lá. Eu queria saber.

- Diga, Isabella. – questionou.

- Dith me disse que todos os moços bonitos da cidade estavam se casando, e que havia muitas moças solteiras, e que então eu não devia ficar esperando meu príncipe, mas, só que eu não quero me casar com o filho do Coronel Brown, ele me parece sujo.. – Imediatamente, a imagem de James lhe veio a cabeça, e foi o suficiente para fazer a menina torcer o nariz. - Eu sei, devia agradecer por alguém querer se casar comigo, afinal, eu não sou tão bonita quanto Rosálie, mas, eu queria me casar por amor. Eu sei que sou uma tola.- Corou Bella.

- Não acho que seja uma tola, e você é linda, menina. E quanto aos moços da cidade, não acredito que algum deles sejam bonitos. – Comentou Edward de cenho franzido, após perceber que havia ainda mais uma coisa que adorava nela, vê-la corando. Fazendo Bella rir ainda mais do comentário.

- Bom, no entanto, acredito que seja hora de meninas estarem na cama, não acha?

- Ed, não! Quero ficar mais com você! Ainda não te perguntei nada.. Ah, por favor? – Isabella fez um biquinho que quase fez que o moço perdesse seu juízo. Por mais que quisesse estar na companhia de Bella, tanto quanto ela da dele, sabia que ela deveria voltar a sua casa, com segurança e sem ser notada. Queria poder levava-la até a sua entrada, porém se fosse visto, iria para a cadeia, e a menina sofreria ainda mais nas mãos do pai. Sendo assim, quanto antes fosse, melhor seria.

- Bella, deve voltar, é tarde, e eu não posso invadir as terras de seu pai para acompanhá-la. É melhor que vá mais cedo.

- Posso voltar amanhã?

- Eu não acho que seja uma boa idéia.

- Ah, eu.. queria conversar mais com você.. eu..

- Certo, volte amanhã. Vou estar aqui a sua espera. – Ao dizer isso os olhos de Bella brilharam, e Edward se viu ainda mais encantado. E encrencado.

Isabella caminhou alguns passos antes de olhar para trás e percebeu que Edward a observava ir embora. Corou fortemente fazendo o moço esboçar um sorriso e acenar com a cabeça.

- Boa noite Ed. – Disse Bella, antes de correr pelo mesmo caminho que havia chegado.

Edward a observou por mais alguns minutos, até que ela desaparecesse de sua vista, deixando-o preocupado.

- Boa noite, minha menina, até amanhã. – sussurrou ao vento.

E por mais que quisesse negar, ele sabia que contaria os segundos até o próximo encontro. Só não sabia que seria tanto quanto Bella.

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Boom, espero que tenha ficado bom, e mereça algumas reviews *-*

Guerreira solitária: que bom, que está gostando! Ai está mais um cap. que espero que agrade tambéem :D

Aghata: hahhaa, que bom que ficou. Porque isso quer dizer que está disposta a ler os próximos! Espero que esse a deixe curiosa também. Desculpa a demora! Mas, está ai! Espero que goste. Um beijo querida ;*

Anynha Potter: que bom que gosta, de UAs, devo dizer que são minhas favoritas. Ai está o capitulo, espero que não tenha decepcionado! :D Sorry, pela demora!

Isa Salvatore Cullen: Oii, devo dizer que a intenção da história era essa mesmo, que todos achassem fofa e linda *-* vai ser bem romântica, com a bellinha inocente e o Ed, bom, basta ter o Ed neé! Ele pode ser o que quiser! Oisoaisiaos, demorei um pouco pra postar, mas agora espero poder postar com mais freqüência. Adoro suas fics e adptações! Beeijo;*

Rebbeca: Ai está! Espero que aprove esse capitulo! Obrigada por ler!

A todos! Um obrigada pela leitura, é importante saber o que estão achando! Beeijo! Espero que tenham gostado.

x.o.x.o