A realidade machuca (cap 5)
- Amy?
Josh respirava ofegante e suado em sua cama, acordou mais uma vez desesperado, sonhando com Amy, mas dessa vez foi diferente, era real demais. Ele podia vê-la com uma beleza que em fotos não via, ela estava diferente, cabelos longos demais, olhos mais cinzas e pele meio sem cor, olheiras profundas, lábios duros e olhar triste, mas era ela. Dessa vez ele quase pode sentir, podia jurar que sentiu a mão dela lhe tocar a face, aquela mão fria mais fria que nunca, mas ela sumiu, tão rápido como surgiu na frente de seus olhos ela sumiu, quando em fim ele conseguiu ver por traz da mascara de tristeza dela e a reconheceu, apesar de não ter mudado tanto, ela se foi.
Belinda deitada a seu lado fingia dormir. Era lá que ela estava dormindo agora, claro que não acontecia nada, mas era meio como se Josh precisasse dela ali e ela sabia que precisava dele. Belinda bufou enquanto via Josh tentando entender se a Amy era mesmo um sonho que surgiu. Ela sabia que não era, que era a mesma bela mulher que surgiu em seus sonhos há pouco tempo, sabia disso porque a viu acariciando a face de Josh, a viu ali, sabia que era Amy Black, só não sabia como ela fazia aquilo.
Claire andava vagamente pela casa de Josh, ela e os demais acabaram por decidir se estalar lá, eram mais fácil de treinar se estivessem todos juntos sempre. Claro que isso tinha vários problemas, para começar ela tinha que agüentar saber que Belinda Hale dormia no quarto com Josh e acreditar que eles não fazia sexo, o que era tolice na sua opinião. Ah, apesar também dos muitos quartos na mansão Malfoy eles tiveram que se dividir em duplas para ficarem em quartos. Sendo assim ela ficou com Nora, Sheilla Robb com Alyson, Nick e Stacy juntos, obvio, Will com Brad, Matt com Gina e Rover num quarto à parte, obviamente ninguém contestou isso, Ah, sem esquecer claro de BELINDA E JOSH, absurdo era a única palavra na cabeça de Claire naquele momento.
Bem, mas Merlin achava que ela era uma pessoa tão má que merecia ainda mais castigo, sendo assim ela tinha que agüentar Will 24 horas por dia e pior, a olhar serio e triste e, valia ressaltar, SEM CAMISA. É, Merlin só podia odiá-la. Ah, valia sempre lembrar que sua querida companheira de quarto estava tendo pesadelos com uma freqüência maior do que a paciência de Claire, que já não era muito, agüentava. Era bem assustador acordar no meio da noite com Nora berrando desesperada como se estivesse correndo, e era mais assustador saber que sua melhor amiga, Amy, devia fazer parte dessa pesadelo, já que Nora berrava com freqüência o nome dela mandando-a correr e depois chorando por motivos que Claire preferia não saber.
Pensar no que Amy devia estar passando lhe preocupava. Nora tinha pesadelos apenas com o lugar onde estava há pouco tempo atrás, mas eram só sonhos, mas Amy vivia um pesadelo. Isso lhe dava náuseas. Não pode evitar olhar a aurora, o sol nascia com perfeição em tons rosas e amarelos muito claros. Amy devia estar ali com ela vendo o sol nascer, como fizeram tantas vezes nesses longos anos de amizade.
Enquanto isso, longe dali, no castelo de Eliot, Amy estava encostada em sua habitual arvore observando o sol nascer. Sentia falta de seus amigos, ela estava perdendo cada um deles aos poucos, sabia disso. Seus olhos arderam quando sentiu a mão de Hank em seu ombro, ele estava gelado e nem sequer olhava para ela, Amy sorriu de leve.
- A Aly deve estar bem – disse Amy tranqüilamente.
- Acha que ela vai se envolver nisso? – perguntou Hank ainda sem conseguir fitar a amiga.
- Há. – disse Amy sorrindo de lado – É obvio, Hank, você parece que não conhece a Aly, ela vai vim aqui para dar um murro nesse seu rostinho lindo pessoalmente.
- Sinto falta dela – disse Hank em fim olhando para a amiga para que ela pudesse ver seus olhos marejados, ela o abraçou com força.
- Eu também, mas você vai vê-la em breve, eu prometo. – disse Amy o abraçando cada vez mais forte como se para conter sua própria dor – Diga... Diga a eles que sinto saudades, Hank.
- Você vai poder dizer isso pessoalmente, Amy – rosnou Hank furioso com a amiga pessimista.
- Talvez, é talvez eu os veja antes de partir, - disse ela menos triste, mas deixando Hank ainda mais furioso - mas de qualquer modo é melhor prevenir. Diga que sinto saudades. Diga a Claire que ele é minha melhor amiga. Diga ao Nicolas que o amo muito. Diga a Aly que é para ela tomar conta de você para mim. Para a Gina que é para ela tomar conta da Aly para mim. Ao Matt para ficar de olho em vocês. Ao Brad agradeço por tudo. A Tacy que tome conta do meu irmãozinho. A Loren e ao Peter que se cuidem. A Natalie e ao Richard que perdoem Claire e Josh por qualquer ataque de nervos. Diga aos meus pais que sentirei saudades. Ah e... diga ao Josh, que eu nunca vou esquecê-lo e que sempre vou...
- Amy... – gaguejou Hank ao ver a vontade louca da menina de chorar.
- Ah, - disse ela com um sorriso triste – Diga a Nora que ela é uma patricinha ridícula que eu adoro. Diga ao Tom que apesar dele ser um grande merda eu não o odeio e a Professora Rover que sentirei saudades. Diga a você mesmo todo dia que eu nunca poderei agradecer o suficiente por tudo que fez por mim...
- Não... – Hank começou olhando para cima para conter as lagrimas e fazendo Amy rir chorosa.
- Ah, antes que eu me esqueça... – disse ela rapidamente tentando se controlar – diga a Belinda Hale que a culpa não é dela e que é para ela tomar conta do Josh para mim.
- Quem é Belinda Hale? – Hank perguntou fitando a amiga, curioso.
- Apenas um anjo – disse Amy sorrindo triste e voltando a fitar o sol nascer e trazendo novas esperanças desse novo dia a todos, menos ela.
O treinamento estava ficando cada dia mais duro. Nora pegava pesado e Tom sempre a apoiava. Brad estava tento um ataque de nervos, Sheilla ameaçava Tom uma vez por dia, no mínimo, Alyson já alegava não sentir mais as pernas e Matt tentava arrastar Virginia para continuar treinando. Tacy estava cansada demais para reclamar, Will estava ocupado demais com raiva de Claire para fazer qualquer outra coisa e Belinda não queria se humilhar ao ponto de reclamar de algo. Já, Claire, Josh e Nick pareciam nunca cansar, treinavam como loucos e nunca paravam.
- Intervalo! – disse Nora cansada – Estamos indo bem, logo logo partiremos.
Todos foram se dispensando aos poucos. Nora se viu jogada no chão sozinha, a grama arranhava o corpo, mas estava tão cansada que nem se dava ao trabalho de reclamar. Não dormia direito, treinava feito doida e cuidava sempre para que tudo saísse certo. É, ela ia enlouquecer com isso tudo.
- Via dar tudo certo? – ela ouviu uma voz ecoar atrás dela, virou-se entediada para fitar Brad Lupin.
- Vai – disse Nora sem animação.
- Não está parecendo – disse Brad sentando-se ao seu lado.
- Olha, Lupin, você não sabe como é lá, ta bem? – rosnou Nora mal humorada – Passei dez anos vivendo um pesadelo, meus pesadelos nos sonhos eram como um alivio, não me pesa para ficar feliz em voltar para aquele inferno.
- Tem medo de algo, Lupin? – perguntou Nora o fitando calmamente.
- Não – disse Brad serio.
- Pois agora vai ter – disse Nora abraçando as próprias pernas contra o corpo fazendo Brad a fitar com curiosidade.
A noite caiu, Belinda foi se deitar cedo então a surpresa de Josh foi ainda mais quando abriu a porta e encontrou ela ali acordada e encostada na ponta da cama, abraçando os joelhos, nervosa demais. Ele se aproximou calmamente e se sentou ao lado dela.
- Ta tudo bem? – ele perguntou a fitando curiosamente.
- Não! – disse Belinda tremendo – Josh, você acredita em destino?
- Mais ou menos, por que a pergunta? – questionou Josh curioso.
- Se alguém tiver o destino selado, mas não quiser cumpri-lo? – perguntou Belinda nervosa – Se alguém tiver uma missão, mas não quiser realizá-la? Um dom, mas não quiser usá-lo?
- Belinda, eu acredito no livre arbítrio, - disse Josh calmo – e seja lá o que você acha que deve fazer, não precisa se não quiser, eu te ajudo, e cuido de tudo. Sinceramente acho que não gosto muito desse papo de destino, foi isso que levou a Amy embora afinal.
- Josh, eu não sou só uma bruxa... – disse Belinda nervosa – sou uma Alf.
- Eu acho que dormi nessa aula de criaturas mágicas, então me explica – disse Josh franzindo o cenho e fazendo Belinda rir de leve.
- São as fadas da Dinamarca – riu Belinda.
- Bem, eu não sei muito sobre fadas da Dinamarca, mas as da Inglaterra são pequenas e chatas, bem parecidas com você – debochou Josh recendo um tapa de Belinda.
- Idiota, não é assim... – disse Belinda girando os olhos – Não sã FADAS mesmo, é a tradução, sabe, mas não é isso. É mais como uma linhagem, minha mãe foi uma Alf, assim como a minha avó e todas as mulheres antes dela da nossa família.
- Sei, mas o que tem isso? Sabe, você parece normal, não voa nem solta magiquinha ou coisas assim, certo? – perguntou Josh curioso fazendo Belinda girar os olhos.
- É! – disse Belinda bufando – Mais ou menos. Cada Alf é dotada de um dom único e especial. Minha avó conseguia ler mentes, sabia? Minha mãe por outro lado fala com gente morta. E eu soube de uma mulher na família que podia até voar.
- E o que você faz? – perguntou Josh franzindo o cenho, era informação demais.
- Bem, isso não importa o que importa é eu se eu fizer isso eu posso, sei lá, morrer e... – disse Belinda irritada – Eu só faço isso.
- Como assim? – perguntou Josh nervoso.
- Bem, digamos que se eu usar meus poderes eu vou morrer, pelo o que eu entendi sobre esse poder doido, e eu não quero isso de jeito nenhum – disse Belinda cruzando os braços mal humorada.
- Nem eu, Bela, então é bom você não usar esse treco de jeito nenhum! Preciso de você viva – disse Josh sorrindo de lado e fazendo o sorriso dela se alargar.
- Obrigada, Josh, é bom saber que alguém se importa – disse Belinda deitando a cabeça no colo dele.
- Tudo pela sua felicidade – disse Josh dando de ombros e sorrindo doce para ela.
Por outro lado no quarto de Nick e Stacy a felicidade não era tanta assim. O quarto era iluminado apenas por uma lâmpada na escrivaninha onde Nick escrevia freneticamente, Stacy estava deitada na cama, entediada, o fitando sem animação.
- Nick, vem dormir, já é tarde – dizia ela cansada.
- Agora não – dizia ele sem nem olhá-la.
- Faz dias que você fia só trabalhando, Nick, isso só te faz mal – disse Stacy se levantando.
- Eu tenho que cuidar de tudo, Tacy, a Amy precisa de mim – dizia Nick com os olhos pregados nos papeis em sua mão.
- A sua irmã te ama, Nick, ela não quer que se machuque – dizia Stacy cansada.
- Eu não posso correr nenhum risco, não posso arriscar a vida da Amy dessa forma – dizia Nick nervoso.
- E quanto a SUA vida? – perguntou Stacy irritada – Eu amo a Amy também, Nick, mas assim...
- Não, Tacy, - disse Nick sem animação – é da minha irmã que estamos falando e eu não vou deixar que mais nada aconteça com ela.
- Mas... Nick... Eu preciso de você... – começou ela nervosa.
- Stacy, no momento a vida mais importante é a da minha irmã – dizia Nick girando os olhos e fazendo Stacy prender o choro saindo quarto, desesperada.
Stacy saiu nervosa pelos corredores da casa de Josh, abriu a porta e se jogou nos jardins. Seus olhos começaram a trasbordar lagrimas e ela se viu jogada na grama, precisava ficar sozinha, precisava pensar, precisava era de um ombro pra chorar.
Ela passou dez anos carregando o mundo de Nick e os problemas dele em suas costas, abriu mão dos seus próprios problemas, dos seus sonhos, de tudo. Agora, pela primeira vez em dez anos ela precisava de ajuda. De verdade. E a única pessoa que ela sabia que podia realmente ajudar estava a quilômetros de distancia. Ela precisava de Amy. Amy sabia lidar com isso. Ela precisava de ajuda.
Ela ganhou um presente, mas um presente na hora errada, agora ela precisava de alguém lhe dizendo que tudo ia dar certo. Ela precisava de alguém mentindo para ela só para fazê-la se sentir melhor. Precisava de Nick, seu marido. Precisava era de uma Stacy na vida dela.
- Ta tudo bem, Tacy? – Nora perguntou se aproximando preocupada.
- Não, Nora, não ta tudo bem! – disse Stacy chorando desesperada nos braços da amiga – Não é hora. Não é momento. Isso só piora tudo.
- Do que está falando? – perguntou Nora preocupada.
- Nora, o meu mundo ta de cabeça para baixo e eu não sei como colocá-lo no lugar certo – dizia Stacy chorando.
- Bem, minha amiga Stacy costumava dizer que no fim tudo ia dar certo – disse Nora rindo de leve e fazendo Stacy parar de chorar e sorrir docemente.
- E o que essa sua amiga boba sabe sobre a vida, heim? – perguntou Stacy ainda chorosa.
- Bem, ela conseguiu tudo que ela queria, o cara da vida dela, e a vida que ela sempre quis, e tudo está caminhando para melhorar, eu acho que ela sabe muito – disse Nora sorrindo de leve e fazendo Stacy abraçá-la com toda a força.
- Obrigada, Nora – murmurou Tacy sorrindo de leve.
- Não por isso – riu Nora tranqüilamente.
Da cozinha Sheilla observava as meninas conversando, ela tinha um leve sorriso no rosto. Mas esse sorriso sumiu instantaneamente quando percebeu Tom Rover ao seu lado, observando exatamente a mesma cena.
- Como pode? – ela perguntou mal humorada.
- Traduza – mandou Tom sema animação.
- Como pode arrancar a juventude de Nora dessa forma? – perguntou ela brava – Eu vejo nos olhos de uma menina de 27 anos o sofrimento, sabe o quanto isso é errado? Eu devia ver esperança, não dor!
- Nora não é mais uma menina, ela tomou suas próprias decisões – disse Tom olhando triste para Nora.
- Me poupe, - rosnou Sheilla mal humorada – você é nojento! Amy é a escolhida, Nora apenas uma seguidora, ela podia ter sido poupada.
- Mas talvez se ela fosse poupada Amy não estaria mais aqui – disse Tom serio.
- Está fascinado demais por uma menina de 27 anos, não acha? – perguntou Sheilla repreensiva – Gostaria de lhe lembrar que ela tem idade para ser sua filha.
- Me poupe, Robb, Nora é sem duvida uma bela mulher, de muitos atrativos, e encantadora... – dizia Tom, mas ao ver a cara de nojo de Sheilla girou os olhos – E mesmo ela não tendo idade para ser minha filha, como você diz, eu a vejo assim. Ela, Hank e Amy foram o meu único fio de humanidade naquele lugar. Nora pode ter ficado assustada, mas ela vai superar o que passou, vai ter a vida dela, essa menina tem muito que oferecer ao mundo, vai por mim, eu a treinei, eu sei.
- A Amy está bem? – Sheilla perguntou mudando de assunto rapidamente.
- Não! – disse Tom calmo – E o Hank também não vai estar até sair daquele lugar. Sinto que ela morre mais a cada dia que passa.
- Temos que ir logo – disse Sheilla seria.
- O mais rápido possível, eu fiz uma promessa a Amy, antes de partir e vou cumpri-la – disse Tom serio.
- O que prometeu? – perguntou Sheilla franzindo o cenho.
- Eu jurei a ela que nem que eu morresse tentando a faria ver Josh antes dela partir – disse Tom serio.
- Partir? Quer dizer... – Sheilla começou nervosa.
- É o que diz a profecia... – disse Tom serio – Para o bem ressurgir o mal tem de morrer, para o mal morrer o escolhido deve ser sacrificado. Quando o coração dele parar de bater, o mestre das trevas não mais voltara, apenas o seu sangue sendo derramado para que milhões sejam poupados.
- Amy... – gaguejou Sheilla nervosa – Josh já sabe disso?
- Só quem sabe somos eu e Amy, bem... e agora você! – disse Tom fitando Sheilla – Josh não deve saber, Amy fez a escolha dela, não deve ser contestada.
Os olhos da morena começaram a trasbordar em lagrimas, era inadmissível imaginar Amy morta, mas agora estava lá, como uma realidade explicada na sua frente. Tom apenas pos a mão no ombro de Sheilla e ela se jogou em seus braços chorando compulsivamente. Às vezes a realidade machuca.
Na:/ Ai gente eu só tenho uma coisa a dizer, eu amo essa fic, ah e tem mais, o próximo cap é muito difícil para os corações chorões então se controlem e comecem a chorar de agora (Mary isso foi uma indireta para você).
Paulinha: Ainda acha que Belinda não tem chances? Hei ela é o Maximo! Não me leve a mal, amo a Amy, mas são amores diferentes, a historia de Bela não pode acabar assim :P
Nane: Cap postado, lindamente postado ^^ viva eu!
Lina: Vai não teve cap no dia do seu niver, mas teve um agora e ta valendo do mesmo jeito né? Ah e nunca esqueça que eu sou um ser dominado pelo mal, eu posso matar todo mundo *risada maléfica numero 2*
Mary: Sabia que dar errado é questão de ponto de vista? Daqui pro fim da fic vai todo mundo ta amando a Belinda incluindo você, porque a Bela é o Maximo!
Leli: Por que uma das duas tem que morrer? Eu posso deixar as duas vivas e casadas com o Josh, olha que romântico um casal triplo! HEHE! :D
Herica: Ai não faz isso, a Bela é o Maximo, ta eu assumo, sou doida pela Amy também, mas a Bela é o Maximo também ^^
Barb: Ai que lindo, eu também te amo, mas não me mate ainda se não ninguém vai saber o fim dessa linda historinha, haha, há sempre um fofo motivo para deixarem a autora psicótica favorita viva, ai ai, a vida é linda ^^
Lloiza: Esse é o espírito Lu, viva a vida loucamente, essa galera é muito critica, não deixam nem eu fazer eles chorarem, nossa, querem acabar com a minha alegria de vida :P
Sophia: Isso contou como reencontro? Penso que não, então aguarde, minha flor, que um dia ele chega!
TODOS: TA FALTANDO GENTE AQUIIIIIIIIIIIIIII! CADE O RESTO, MEU POVOOOOOOOO? Beijinhos :*
