Oi Pessoal! É chegado o último capítulo da nossa odisséia... (vixe, que exagero), e com isso eu quero agradecer a todos os que leram a adaptação. Queria tb me desculpar por toooodos os erros no texto (coisa como troca de nomes, ou erro de grafia mesmo, sabe como é né,na pressa a gente acaba errando, deixando alguma coisa passar) e agradecer pelos avisos, então, THANK YOU POVO! Rsrsrs Prometo ser mais atenciosa na próxima.

Bjus a todos e aproveitem o final.

CAPÍTULO VI - Final

- Sesshomaru... Kagura também voltara a atenção ao homem silencioso.

- Sesshomaru, diga a ela!

Mas Sesshomaru parecia determinado a deixá-las lutar, permanecendo teimosamente calado, sem demonstrar nenhuma emoção.

- É a criança? É isso que está detendo você? — O tom na voz da loira indicava um novo aspecto de in­segurança onde antes só havia convicção. — Se eu soubesse que queria tanto um filho, eu teria lhe dado um. Você ainda teria uma filha ou...

- Mas não esta — manifestou-se Sesshomaru, finalmente.

- Esta?

Kagura parecia atônita e balançou a cabeça, in­crédula. Rin não conseguia deixar de olhar para Sesshomaru e notou a mudança, a luz no olhar que não estava ali pouco antes, ou melhor, que sumira quando ele a surpreendera no corredor.

- O que há com esse bebê em particular? — ques­tionou Kagura, aparentemente alheia à aspereza do tom. — O que a faz tão especial?

- A mãe dela.

Três palavras simples, mas faladas com clareza e firmeza, não permitiam argumentos ou contradições.

Para Rin, eram as palavras mais maravilhosas que já ouvira.

- A mãe dela?! — Kagura era só ceticismo. A mãe! A filha ilegítima de uma empregada da família!

A definição era rude, mas, de algum modo, perdera a capacidade de magoar. A declaração de Sesshomaru atin­gira Kagura como flechas envenenadas disparadas por arcos potentes.

- E quem sabe quem é o pai?

- Você sabe de alguma coisa? — indagou Sesshomaru, deliberadamente casual e indiferente. — O fato é que eu não dou a mínima. Se o pai é Jack, o Estripador ou o imperador da China, não muda nada. Rin em si é única, uma pessoa muito especial. Não importa quem tenham sido seus pais, ela é perfeita em si, ado­rável e é só isso que me importa.

Adorável. Rin sentiu a cabeça rodar, os olhos tão embaçados que mal podia ver o rosto de Sesshomaru. Ele dissera mesmo adorável?

- Qualquer uma poderia ser a mãe de seu filho!

Kagura tentou mais uma vez, mas o espírito com­bativo já não estava presente no tom de voz. À hesi­tação da outra, Rin piscou para clarear a visão e focalizou o rosto do marido. Então, finalmente, viu o que a outra devia estar vendo.

Sesshomaru voltou-se para Kagura, fitando-a com intensidade.

- Qualquer uma podia ser a mãe do meu filho — concordou, mantendo o olhar em Rin. — Qualquer mulher com quem eu tenha dormido, com quem eu tenha feito sexo. Mas só Rin pode ser minha esposa no sentido mais amplo, verdadeiro e poderoso da palavra.

Ignorando Kagura, que se dirigia para a porta de saída, Sesshomaru dirigiu-se a Rin:

- Rin, você disse que se um dia eu encontrasse alguém com quem desejasse viver, você não ficaria no caminho...

Por um segundo assustador, Rin sentiu a espe­rança no coração arrefecer. Então, Sesshomaru avançou al­guns passos e tomou-lhe as mãos, sem deixar de en­cará-la um instante sequer.

- Bem, eu... eu encontrei alguém que faz meu mun­do mais brilhante simplesmente com sua existência, sem quem o mundo seria vazio, a vida, sem sentido. Então, vai manter a palavra? Vai me ajudar a ficar com ela para sempre?

- Ajudar... como?

Ele estaria falando o que ela achava que estava? O que ela esperara, rezara para ouvir? Seria possível? Podia ousar sonhar com aquilo?

- Como posso ajudá-lo?

Se Rin ainda tinha dúvidas, o sorriso lento e gentil de Sesshomaru, além do olhar animado, dissipou-as todas. Ela soube que não era a única a entender o significado daquela expressão, pois ouviu a porta fechar-se com uma batida, indicando que Kagura saíra precipitadamente.

Entendeu que a interpretação fora correta, que não estava enganando-se por esperança, pelos seus pró­prios sonhos, por suas próprias necessidades.

Kagura fora capaz de ler em seu olhar o amor por Sesshomaru, e também identificara o que ele sentia em re­lação a ela.

- O que devo dizer a essa mulher? — perguntou. — O que quer que eu diga a ela?

- Diga-lhe que a amo com todo o meu coração, que não posso viver sem ela, que preciso dela, que a quero! Mas, principalmente, por favor, faça-a sentir o mesmo por mim. E, se ela sentir, faça-a demonstrar isso antes que a agonia da incerteza me mate. Pergunte se ela...

- Oh, ela ama! — interrompeu Rin, incapaz de conter-se. — Ela ama de verdade. Eu amo! Eu te amo tanto, Sesshomaru... Sempre amei.

- E eu te amo, Rin.

De repente, ela percebeu o que tinha dito e Sesshomaru lançou-lhe aquele olhar obscurecido.

- Sempre?

- Sempre — afirmou Rin, com um sorriso tímido.

- Mas... Rin, doçura, precisamos conversar... parece que estivemos nos desencontrando por muito tempo.

- Parece. Mas antes de conversarmos... — Ela ainda mal podia acreditar, não absorvera o fato de ele ter dito que a amava. — Você me faria um favor?

- Qualquer coisa. O que é?

Mesmo antes que ela se pronunciasse, ele já lera em seu olhar e, aproximando-se, abraçou-a e capturou-lhe os lábios com tal paixão que ela suspirou de alívio quando ele a liberou.

- Assim é melhor? — perguntou Sesshomaru, gentil, e seu olhar brilhou quando ela assentiu e levou os dedos aos lábios, como se quisesse imprimir aquela marca ali para sempre. — É só um pequeno adiantamento, até arranjarmos tudo.

De mãos dadas, ele a conduziu ao sofá, instalou-a confortavelmente e acomodou-se também.

- Então, me diga... quando soube que me amava? Você disse sempre, mas não deve querer dizer... — interrompeu-se ao ver Rin assentindo.

- Eu sempre gostei muito de você, desde pequena — confessou Rin. — Mas, desde o instante em que você veio em meu socorro após o acidente, algo mais forte sur­giu. Eu até tentei lhe dizer... mas você apenas riu!

- No seu décimo oitavo aniversário? — Sesshomaru res­pirou fundo e passou a mão pelo cabelo. — Eu não sabia como lidar com aquilo, meu bem.

- Pareceu mesmo! — Rin riu.

- Era isso ou explodir... Gritar com você para manter-se afastada de assuntos que não entendia e que podiam magoá-la ainda mais. Além disso, não fazia idéia de que estava falando sério. Pensei que fosse efeito do vinho.

- Talvez fosse. Eu achava que o que sentira era apenas um repente adolescente... nada parecido com o que vim a sentir mais tarde.

- Mas você negou isso.

- Porque não sabia como você se sentia e estava assustada.

- Você disfarçou bem.

- Você também não foi todo atenção! — protestou Rin. — Case-se comigo, ou senão... — interrompeu-se quando ele a beijou para calá-la.

- Oh, eu sei... eu sei — resmungou Sesshomaru, contra seus lábios. — Mas não pude pensar em outra forma de manter você do meu lado. Eu a queria tão desesperadamente... sabia que não poderia viver sem você... e a sua gravidez parecia uma dádiva de Deus... O que foi?

Mantendo-o a um braço de distância, Rin avaliou seu semblante. Havia cor nas faces e brilho no olhar.

- Você me queria naquele momento? — indagou ela. — Sabia que não podia viver sem mim? Por que simplesmente não disse isso?

- E você teria ouvido? Raios, Rin, você não me deu sinal algum... não me ajudou em nada! E eu sabia a opinião severa que tinha a meu respeito.

- Eu... Oh... Aquele dia na escola!

- Exatamente. — Sesshomaru assentiu, contraindo os lá­bios. — Eu não tinha dúvida quanto ao baixo conceito que você tinha a meu respeito... mas era tudo verdade. Eu realmente tinha um histórico comprometedor. Se me perguntasse, eu diria que estava apenas me divertindo e, talvez, de certa forma, me debatesse contra a insis­tência de meus pais em relação a dever e maturidade. Mas, em retrospecto, acho que era algo mais. Acho que talvez já estivesse meio apaixonado por você, sem saber.

- Oh, vamos, Sesshomaru! — Rin não conseguiu reter o protesto. — Você não podia estar. Ficou longe de mim durante anos. Você... até pediu Kagura em casamento.

- Eu sei. — Sesshomaru tomou-lhe as mãos e segurou-as gentilmente. — Ouça, deixe-me tentar explicar. Durante todos aqueles anos, você foi território proibido. Parecia que, sempre que eu olhava para você, havia placas "fique longe" e "não toque" ao redor. Eu me esforcei tanto para não notar você que, no final, acabei me convencendo. En­tão, voltei para Londres e me atirei ao trabalho. E me diverti bastante também, foi assim que conheci Kagura.

Ele suspirou mais uma vez e balançou a cabeça com as lembranças.

- Eu fui completamente honesto quando lhe disse por que queria me casar. Eu só omiti o fato de que Kagura nunca tinha sido o amor de minha vida. Nós nos dávamos bem e ela parecia muito adequada, mas, assim que ela disse sim, comecei a me sentir inquieto. Não sabia por quê. Pensava que tinha feito tudo certo...

Rin consolou-o com um afago antes que ele prosseguisse:

- Mas, então, Kagura me deu o fora e eu voltei para Ellerby para cuidar das minhas feridas e, durante todo o trajeto, só fiquei me lembrando de que vocêmorava no vilarejo. Eu queria estar com você, conver­sar com você, por isso, vim correndo para Yorkshire. Assim que cheguei a Ellerby, porém, perdi toda a con­fiança e parei para tomar uma bebida.

- Você bebeu para tomar coragem para ir a minha casa? — Rin estava provocando. Parecia incrível que Sesshomaru, o confiante e autoritário Sesshomaru, houvesse temido enfrentá-la.

- Pelo contrário, as primeiras doses foram para tentar me distrair da necessidade de vê-la. Afinal, de­pois do que acontecera conosco no passado, não sabia se você queria me ver. Eu estava com medo de que você batesse a porta na minha cara. Mas não consegui ficar longe e, assim que entrei na sua sala, me senti muito melhor. De repente, nada mais importava. Era como se eu pertencesse àquele lugar, como se tivesse encontrado a paz.

- Mas tudo o que fiz foi agredi-lo.

- Foi? — Sesshomaru sorria largo. — Eu gostei daquilo também. Estava começando a perceber que só pedira Kagura em casamento devido ao senso de dever que me foi incutido. Mas só quando você me perguntou por que eu queria me casar, quando você me disse que tinha que ser tudo ou nada, foi que percebi o quan­to estava errado. Eu tinha motivos fracos e pouco sig­nificativos para me casar. Mas, daquele ponto em dian­te, tudo complicou-se.

- Complicou-se? — Rin obteve um assentimento como resposta.

- Quanto mais a via, mais eu gostava de você. Que­ria ficar ali com você para sempre.

- Mas você estava determinado a ir embora. — Ela entendeu a resposta assim que falou e ouviu Sesshomaru confirmar sua teoria.

- Claro que estava. Eu sabia o que aconteceria se ficasse e estava certo... Nunca percebi como seria o fim do mundo. Mas não lamentei nem por um segundo. Fazer amor com você confirmou o que eu já sabia, que você era a mulher que eu queria e que só estivera brincando com as outras, passando o tempo, esperando você crescer. Acor­dei na manhã seguinte determinado a dizer-lhe tudo isso...

- E encontrou aquele bilhete! Sesshy, eu só estava tentando...

- Eu sei o que você estava fazendo — interrompeu Sesshomaru, gentilmente. — Ou melhor, agoraeu sei. Na ocasião, fiquei furioso... depois, assustado, pois sabia que o que sentia não era o que você queria em absoluto. Eu queria conversar... por isso, fui até a escola. Não estava procurando por Ray. Eu queria conversar com você.

E ouviu-a listando todas as suas falhas de caráter e seu comportamento deplorável com mulheres!

- Estou surpresa por você não ter simplesmente dado as costas — replicou Rin.

- Pensei nisso, mas, ao vê-la, não pude sair sem dizer nada, mas admito que fiquei furioso, embora mais comigo mesmo do que com você. Parecia que, exatamente quando eu descobria o que realmente queria, o meu maldito passado ia ficar entre nós.

- Eu pensei que era só mais uma entre muitas mulheres. Uma distração de uma noite.

- Nunca. E, se pudesse ter voltado depois, juro que teria. Então, devido àquela crise nos negócios, tive que viajar... mas telefonei todas as noites, querida!

- Sei que telefonou. — Rin não tinha dúvida quan­to a isso. — Eu não estava lá, ou tinha desligado o telefone.

- Voltei assim que pude. Quando descobri que você estava grávida, achei que o destino tinha virado a meu favor finalmente, me dando a vantagem de forçá-la a se casar comigo.

- Mas por que simplesmente não disse...

- E você teria acreditado? Lembre-se de que eu a ouvi contando a sua amiga que eu não era confiável por mais do que algumas semanas. Na sua interpre­tação, eu fui direto de Kagura a você sem piscar. Como poderia convencê-la de que você era realmente a mulher que eu amava? E você aparentemente estava tão relutante em se casar comigo. Mesmo após o ca­samento, você continuou insistindo que era tudo falso, que você só estava aqui por causa do bebê.

- Porque pensava que era assim que você se sentia também...

- Então, entende por que optei por tomar uma ati­tude autoritária e forçá-la a se casar, para depois mostrar-lhe o quanto a amava, nem que levasse o resto da vida para isso.

- Mas, agora há pouco, comentou com Kagura que cometera o pior erro de sua vida...

- Querida, você não ouviu tudo. O que eu disse foi que cometi o maior erro de minha vida pedindo Kagura em casamento quando a mulher que eu mais queria no mundo era você.

- E pensei que você só queria o bebê.

- Oh, Rin... nunca!

Inclinando-se para a frente, Sesshomaru pressionou um beijo cálido nos lábios dela, para dispersar todos os temores, ao mesmo tempo que alimentava a necessi­dade que surgira dentro dela.

- Kagome é um bônus maravilhoso, mágico e inacre­ditável. Mas tudo o que sempre quis na vida era a mulher linda e combativa que éa mãe dela. Minha esposa. A única mulher que amo de verdade. Acredita agora, não é?

Como Rin podia duvidar com aquele sentimento estampado no olhar, no beijo, nas carícias de Sesshomaru?

- Claro que acredito — sussurrou. — Afinal, você me deu tanto...

- Eu ainda nem comecei — assegurou-lhe ele. — Mas isso me lembra...

Retirou um envelope branco do bolso e entregou-lhe.

- Eu queria dar-lhe isso mais tarde, antes do jantar - declarou. — Queria que visse isto e então iria dizer-lhe o que sentia, mas a chegada de Kagura mudou todos os planos.

Confusa, Rin franziu o cenho e abriu o envelope. Havia uma fotografia de um homem alto, com pouco mais de trinta anos, tirada aparentemente havia algum tempo.

- Quem... — Algo no olhar de Sesshomaru capturou sua atenção. — Sesshy...

- O nome dele é McClare — informou Sesshomaru. — Hilton McClare.

- Hilton! — Rin balançou a cabeça, chocada. - Ele... ele é...

Não ousou completar a pergunta, temendo estar dedu­zindo errado, mas Sesshomaru assentiu e sorriu em resposta.

- Este é o seu pai, Rin, querida. O seu pai de verdade, não um vigarista que surge só para tirar pro­veito da situação.

- Mas como...

- Depois que você me contou sobre ele, na primeira noite, prometi a mim mesmo que o encontraria para você. Contratei um detetive particular e ele trabalhou no assunto desde então.

Sesshomaru fizera isso por ela. Entendera que o fato era importante para ela tentar preencher esse vazio em sua vida.

- Quem é ele?

Sesshomaru ficou sério.

- Temo que ele já seja falecido. Vou explicar como aconteceu e isso talvez explique o amargor de sua mãe também. Hilton McClare era um homem rico, alguém para quem Kana trabalhou antes de vir para Ellerby, mas era também casado. Eles se apaixonaram. Hilton
planejava deixar a esposa e estabelecer-se com sua mãe. Ela veio para cá e ele viria em seguida. Infeliz­mente, morreu num acidente de carro. Nunca soube que ela estava grávida. Se soubesse, tenho certeza de que teria feito uma provisão no testamento.

Rin tinha o olhar perdido.

- E ela deve ter pensado que ele simplesmente a abandonara.

Sesshomaru assentiu.

- Eu falei com a viúva. Ela admitiu que sabia que ele estava planejando deixá-la e, assim, quando sua mãe tentou descobrir o que estava acontecendo, ela enviou uma carta como se fosse o marido, dizendo que tinha mudado de idéia. Ela se sente culpada agora e contou-me que gostaria de jamais ter feito isso. Foi ela quem me deu essa fotografia, para dar a você.

- Eu entendo — murmurou Rin. — Só gostaria que mamãe tivesse sabido. Acho que ela nunca deixou de amá-lo.

- Como a filha, ela era uma mulher de tudo ou nada — concordou Sesshomaru. — Mas, pelo menos, agora pode mentalmente colocar o nome de seu pai em sua certidão e finalmente conhecer o seu lugar no mundo.

- Sim, posso. Oh, Sesshy, não sabe o quanto isso sig­nifica para mim. Embora tenha que admitir que já não preciso tanto disso. Agora que sei que me ama, sei também qual é o meu lugar e é bem aqui, com você e com Kagome...

Uma lembrança perturbadora surgiu e ela encarou-o.

- Você estava falando sério quando disse que não considerava ter mais um filho?

- Oh, Rin... — sesshomaru tinha a voz grave e rouca de emoção. — Você sofreu tanto naquela noite e eu só pude assistir. Fiquei pensando no que a minha mãe passou...

- Shh! — Rin silenciou-o com os dedos e deteve a fluência das palavras. — Não deve pensar assim. Creia-me, Kagome valeu a pena, da mesma forma que sua mãe deve achar que você também valeu. E você fez mais do que assistir. Você estava lá comigo, em cada segundo da­quela noite e, no final, foi você quem colocou o bebê era meus braços. Não poderia ter feito nada mais importante para mim. Exceto agora, quando me disse que me ama.

- Bem, dizer-lhe que a amo é só o começo — as­segurou Sesshomaru, o olhar obscurecido novamente. — Acredite em mim, pretendo passar o resto da vida afirmando-lhe que, como você, para mim é tudo ou nada e que em você encontrei tudo o que sempre quis.

- E se eu tiver você, não precisarei de mais nada — sussurrou Rin, sabendo que nunca se sentiria como segunda colocada novamente, pois o poder do amor de Sesshomaru sempre a colocaria em primeiro lugar.

FIM

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Bom! Taí o final, espero que tenham gostado. Bjus!