Obrigada por todo o apoio pessoal. Esta minha primeira fic está a dar-me mais prazer em escrever do que eu esperava. E tudo por causa de voçês. Estou mesmo grata. Espero que gostem!
Vanessa :) – Este capitulo vai ter muita acção! Espero que gostes. E vai ter um bocado de tragédia! Era isso que querias certo? Lol
Sandra Pereira – Tens toda a razão. Por vezes até eu própria me irrito por não ter mais. Enfim sou assim, é a vida. Ainda bem que tás a gostar! Bjinho
Paloma Mary Von Underwood- Neste cap já vai confirmar as tuas suspeitas. Este cap não é tao romântico mas axo-o intenso na msm. Espero que seja do teu agrado ;). Bjo
lunam217 – Acho que a música do heath ledger não era muito apropriada para aqui mas prometo que numa próxima fic ponho! Adoro-te! Bjinho
Bella.Cullen.94 – é mesmo de meter medo. Já vais descobrir neste cap. Espero que continues a gostar. Bjo
Chantal. Forks Cullen – Será jane? Não sei não… lol. Tens que ler ;). Ficou bem a música não ficou? Eu tb axo. Desde o inicio desta fic q a queria pôr neste momento… Espero que contiues a gostar. Bjo
Sunny Drenali– Fiquei mt feliz por achares que tenho um bom gosto para músicas. Eu adoro ouvir música porque, tal como a escrita, pode provocar diversas emoções. Então quando se junta música a escrita, bem simplesmente adoro. Dá-me inspiração. Espero que continues a gostar. Bjo
Hiime – Ainda bem que gostas! Nunca me considerei uma boa escritora, apenas amo escrever. :D Mas ainda bem que não te estou a decepcionar. Bjinho
teixeirinha – Aleluia! Já não era sem tempo! Lol. Por falar nisso quando é que postas os teus caps???? Ai ai ai a menina! Angela e Bella… não me parece, desculpa lá. Eu sou o tipo de pessoa que prefere rapaz e rapariga. Lol :P
Mostrei todas as minha memórias, boas e más. Todas elas tinham constituído a minha vida em tempos, o meu futuro.
Perderam-se e voltaram a encontrar-se.
Ele olhava-me espantado. Soltei o meu braço esquerdo do seu pescoço. No meu dedo sentia um peso cada vez maior. Estendi a minha mão na sua frente, onde era possível ele ver o anel que fora da sua mãe. O meu anel de noivado.
Quando ele me ia dizer algo, de repente calou-se. O seu ar de surpresa foi substituído por um de terror. Já não era para mim que ele olhava. Virei-me para trás e vi-a. Um vulto tão pequeno quanto Alice. Os seus olhos eram grandes e os lábios carnudos. Parecia uma criança angélica. Um anjo…
- Olá Edward – disse o pequeno anjo maliciosamente, voltando-se para mim com fúria – Bella. – cuspiu o meu nome.
- Jane – respondeu ele. Parecia que eles já se conheciam. Como não sei. Só sabia que aquela pequena figura não me inspirava confiança e parecia ser seriamente perigosa. A sua mão apertava-me fortemente, parecia que estava com medo.
Um movimento entre os arbustos denunciou que ela trazia acompanhamento… Nesse momento os restantes Cullens apareceram…
- Aqui não Jane, existem demasiados… humanos. – Alice disse o que ninguém se atrevia a dizer. Eu continuava sem perceber o que se passava ali.
- Sim, e deliciosos por sinal. Poderiamos fazer um grande banquete – arrepiei-me só de pensar em todas as pessoas que eu conhecia a serem brutalmente chacinadas – Mas temos que deixar isso para mais tarde, viemos aqui por ti Bella – disse virando-se para mim com um sorrisinho de pura diversão em seus lábios – Ao que parece matas-te o meu querido irmão, John.
Ele tinha uma irmã? Como é que eu não soube disso antes. Então os Volturi finalmente tinham-me descoberto e a familia Cullen estaria em perigo por minha causa. – Sim, fui eu que o matei e com enorme prazer – ripostei – Mas, os Cullens não têm nada a ver com isto. É só a mim que tu queres. – Senti o olhar de todos a fulminar-me
- Isso é uma decisão de Aro. – a sua voz era rancorosa e parecia que se controlava para não me atacar - Vamos ter com eles.
Edward concordou e, por isso, eu segui-os Em menos de dois minutos já estavamos em casa deles. Carlisle, Esme e um vampiro que eu imaginava ser Aro, já nos esperavam.
- Então tu é que és a Bella? – interrogou Aro – Parece que te portas-te mal… - sorrindo pegou na minha mão, o seu sorriso rapidamente desapareceu – Interessante. Jane, querida?
- NÃO! – Edward gritou e num espaço de sundos estava no chão a contorcer-se de dor e a gritar.
- Que se passa!? – corri para ele abraçando-o. Os seus gritos eram agonizantes. Fisicamente nada lhe acontecia, mas parecia que estava a ser torturado. Jane ria-se e olhava para ele. – Pára! – rosnei. O seu olhar virou-se para mim e senti que Edward relaxava nos meus braços. O riso na cara de Jane foi desaparecendo, enquanto a sua cara exprimia frustação. Lançava-me um olhar mortal.
- Deveras muito interessante. Parece que temos aqui um escudo. Não é verdade? – sorriu Aro para mim, enquanto eu confirmava com a cabeça – Pronta para o teu castigo?
- Sim, mas não há necessidade de os envolver nisto. – respondi
- Será? A verdade é que eles te protegeram indo contra as regras. Matas-te um vampiro e por isso deves ser punida, tal como eles.
- John também foi contra as regras ao matar a minha familia. Fiz-lhe um favor em eliminá-lo. – sorri
- És atrevida… Que tal um acordo que beneficie ambas as partes? – pensou por momentos, até que um divertimento mórbido lhe surgiu nos lábios – Que tal um combate até à morte com um dos meus soldados? Se tu morreres Edward terá que pertencer à minha familia. Irá dar-me jeito um vampiro com as suas capacidades. E se o teu oponente morrer, podes te considerar livre e em segurança. Ninguém te irá incomodar a ti e aos Cullen nunca mais.
- Não! O Edward não!
- Ou isso ou nada feito, agrada-me este acordo.
- Eu luto no lugar de Bella ou vou para a tua familia desde que tu não lhe toques – disse Edward. Ele não podia fazer isso e o pior de tudo era que Aro estava a reconsiderar a proposta…
-Eu aceito o combate – Edward agarrou-me exclamando que eu era insana e doida, que não podia fazer isto – Posso e vou! – abraçei-o e cheguei perto do seu ouvido – Aconteça o que acontecer, amo-te. Hoje e sempre. Até à morte. – os meus lábios massajaram os dele suavemente. Separei-me dolorosamente e voltei-me para Aro – Então? Quem será o meu oponente?
- Jane, afinal foi o irmão dela que matas-te.
Esme correu para mim e abraçou-me maternalmente. Alice e Rosalie também se juntaram a esta despedida – Obrigada por tudo. Obrigada por me ensinarem o que é ter uma familia novamente.
Emmet, Jasper e Carlisle, tentavam armar-se em machos, mas eu detectava tristeza nos seus olhos. Sorriram e abraçaram-me.
- Tens a certeza que queres fazer isto? Eu consigo despedaçá-los a todos num minuto. Para além disso estou sempre pronto para uma boa luta – disse-me Emmet.
- Cala-te! – dissemos todos em uníssono. Parecia a primeira vez em que eu os encontrei. Eu não iria morrer. Não podia. Precisava das nossas noites em familia, dos sorrisos partilhados, das zangas… Precisava de amar. Mas mais importante, precisava de Edward. Se morresse seria só depois de Jane, Edward não poderia ter uma vida confinada aos Volturi… Nunca o poderia permitir.
Dando um sorriso a todos, aproximei-me de Jane. Esta já me esperava. Todos se tinham afastado o suficiente para nos verem.
Inesperadamente ela saltou para cima de mim. Apanhada de surpresa não consegui desviar-me. Senti as suas presas a morderem o meu pescoço. A minha pele forte foi facilmente perfurada. Engoli o grito de dor. Peguei numa pedra que estava à minha beira e dei com toda a força na sua cabeça. Ela soltou-se de mim guichando. Aproveitei a ocasião e torci-lhe o pescoço ouvindo os seus ossos a quebrarem. Seguidamente dirigi o meu punho ao seu nariz fazendo-a cair. As minhas presas foram directas à sua cara deformada. Ao sentir a carne das bochechas sobre a minha boca arranquei um pedaço, cuspindo para o chão. Jane uivava de dor, não conseguindo se recompor. O seu pescoço já voltava ao sitio. Com uma força sobrenatural parti-lhe a perna.
O meu corpo contorcia-se com a ansiedade de matar. Já não era mais a Bella, era o monstro que habitava dentro de mim, sedento para atacar, para assassinar. Ao longe ouvi um grito de Edward. Nesse preciso momento as minhas barreiras desapareceram-se e a preocupação tomou conta de mim.
Ela aproveitou estas milésimas de segundo de distração e atacou-me. O que eu senti não era nada comparado com tudo o que eu já senti antes. Era pior, mil vezes pior.
Edward POV
Aquela já não era a minha Bella, era a vampira que existia dentro de todos nós. A nossa parte irracional. Eu não conseguia olhar, porque sempre que olhava era compelido a atacar Jane, defender Bella. No entanto, os meus olhos não saiam do campo de batalha. Depois dos primeiros golpes atordoantes de Jane, ela consguiu recuperar e agorar era ela quem provocava dor. Aros parecia perturbado ao meu lado.
- Edward – chamou ele por mim… Lentamente fui levado para os seus pensamentos, onde ele me lembrou tudo aquilo que eu havia esquecido. Todas as memórias perdidas voltaram a mim. Recordei-me de quem antes fora e o que se passou naquele dia…
(flashback)
O ardor percorria as minhas veias, sentia que estava a ser queimado lentamente. Uma substância viscosa substituia o meu sangue, paralizava os meus músculos. Incapaz de me mexer só conseguia gritar, ansiando pela minha morte. O que eu mais queria era morrer, queria paz. Um fim para aquela dor. A imagem dela vinha-me repetidamente À cabeça. Os seus olhos castanhos, os cabelos encaracolados e a sua delgada silhueta. O amor da minha vida. Ela aceitou casar comigo dando-me a maior felicidade do mundo, contudo vim parar a este hospital. Apesar de pensar que encontrar felicidade suprema tudo seria arruinado. Como é que ela sobreviveria sem mim? Provavelmente tropeçaria e cairia de uma ponte abaixo. A minha desastrada Bella. O céu sem ela iria ser o meu inferno.
Não sei quanto tempo passou, só sei que aos poucos e poucos a dor ia desaparecendo. Os meus ouvidos alcançavam sons distintos. No entanto, foi a pensar nela que senti o último bater do meu coração.
- Finalmente acordas-te… - abri os olhos lentamente e vi um médicocom uma beleza impressionante sentado à minha frente. – Sou Carlisle.
Levantei-me com uma rapidez que não existia em mim antes. Consegui ver o quarto muito defenidamente e ouvia as vozes no corredor com muita distinção. Olhei para os meus braços brancos. A minha pele parecia quase transparente.
"Como será que ele vai reagir…"
- Reagir a quê? – perguntei. A minha voz estava diferente. Parecia melodiosa e sem querer sedutora.
Carlisle olhou-me espantado… "Consegues ouvir-me?". Isto foi bastante estranho ele não mexeu os lábios. Assustado acenei que sim com a cabeça. "Parece que a tua habilidade é ouvir os pensamentos.
- Habilidade? Que se passa aqui? Que se passa comigo? Estou morto?- Foi nesse momento que descobri pela primeira vez quem era e o porquê daquele ardor contínuo na minha garganta. Durante dias, não consegui aceitar verdadeiramente quem era, um monstro. Mas tinha uma opção, caçar animais.
Continuava a ansiar por Bella, mas tinha que esperar até estar completamente preparado para a ver novamente. Carlisle acolhera-me como um pai. Era a sua familia agora.
Deambulava pelos becos escuros tentando habituar-me ao cheiro das minhas possiveis presas. Tentando-me controlar. Foi então que os ouvi…
"Ela é bastante bonitinha. Tenho a certeza que vou gostar de a ouvir gritar quando tiver o meu corpo dentro do dela. Sentir o sangue a jorrar dela e a dor que o vai acompanhar. Por último, sentir o sangue dela na minha boca"
Era um grupo de vampiros e o seu lider preparava-se para atacar uma menina de 10 anos.
- Parem – rosnei.
Ele olhou surpreendido para mim sorrindo depois – Com que então um vegetariano hein? Queres experimentar, garanto que é… excitante? – a menina trenia de horror
-Não, seu demónio. Solta-a! – e ataquei-o. Dando oportunidade à menina de fugir. Nesse momento, todos os seus companheiros agarraram-me.
- Metes-te com a pessoa errada. Vais te arrepender, te garanto. – Dito isto deu-me um murro no estomago. Tossi violentamente, enquanto que este me agredia mai e mais. Finalmente deu-se por contente – Parece que me arruinas-te a refeição. Agora vamos ter que arranjar outra… Vamos ver se me dás alguma ideia interessante. – Pousou a mão na minha cabeça e nos seus pensamentos senti que conseguia ver todas as minhas memórias. – Essa Bella parece ser deliciosa. – Não, não podia ser. Nunca na vida o deixaria tocar em Bella. Tentei atacá-lo mas nesse instante senti alguem a partir-me os dois braços e pernas. Gritei de dor, não me conseguia mover. Senti inúmeras presas a deliciarem-se com a minha pele, com o meu veneno. Caí na incosciência.
Quando fiquei mais lúcido já era noite. Conseguia avistar a sala da casa de Bella. Toda a familia estava reunida menos ela. Dois vampiros seguravam-me por trás enquanto que os restantes do grupo se aproximavam de casa, juntamente com John.
Vi tudo. Os pais, irmãos de Bella a serem massacrados. Os seus gritos de agonia, a luta que travavam sem efeito para se salvarem. John tal como eu observava com um sorriso na cara. Foi então que ela apareceu. Senti o seu delicioso cheiro. Tal como ele. Olhou para trás e lançando-me um sorriso atacou-a. A sua cara perplexa, o seu grito e convulsões.
- NÃO! BELLA! – as faces ardiam-me. As lágrimas não saiam. Tentava me soltar sem efeito – BELLA! BELLA! – a sua cara perdia a cor, a minha bella. Tudo isto por minha causa. Ela já não se debatia, as suas mãos caiam inertes. Ao longe ouviam-se uns cavalos a dirigiram-se para esta casa. Mas eu só conseguia fechar os olhos e entregar-me ao sofrimento.
- Gostaste de a ver sofrer? Acho que te vou deixar vivo para te lembrares deste momento para sempre, mas antes um presentinho meu…- ele ria-se – Ataquem!
Sentia a força dos outros a partirem todos os ossos do meu corpo. E eu merecia. Arrancavam-me pedaços e mordiam-me com satisfação. Eu perante a dor só tentava esqueçer-me de tudo. Era um cobarde, não queria lembrar-me da pessoa que eu amei, da sua morte. Só queria solidão. Enquanto me arrancavam as pernas, braços,… eu gritava. E, a cada grito que desaparecia no ar, uma parte de mim também desparecia… Ao dar o último grito antes de cair na inconsciência, també a minha memória dela se foi.
Quando voltei a acordar estava num quarto…
- Finalmente Edward! Deixaste-me preocupado…- disse uma voz que me era familiar – Encontrei-te todo despedaçado no bosque. Que aconteceu?
Na minha cabeça só havia confusão, quem era aquela pessoa e o que é que ela dizia. Nada fazia sentido. – Quem és tu?- o olhar deste homem paralisou – Quem sou eu? Edward? Não me lembro de nada…Onde é que estou?- "Não te lembras mesmo de nada?" – E porque é que consigo ouvir os teus pensamentos?
"Meu Deus Edward, o que é que te fizeram?"
(fim do flashback)
- Não!!!!!!!!!! – Gritei. Aro olhava sorridente para mim – Foi tudo por minha culpa. Não… - cai no chão enquanto repetidamente dizia dizia não. A minha familia olhava chocada para mim. Nesse momento Bella gritou e não parava de gritar. Mas eu só balbuciava – não, não, não…
Bella POV
Sentia farpas a espetarem-se na minha pele. Ao abrir os olhos via vultos com facas que se aproximavam de mim, começaram a cortar minuciosamente a minha pele, todas as suas zonas expostas. A lámina fria tocava nos pontos em que podia infligir dor máxima e o meu veneno escorria pelas feridas. Era uma dor insopurtável. Eram as mais inesperadas formas de tortura de uma só vez. Num mesmo periodo de tempo, sentia coisas a queimarem-me, cordas a esticarem o meu corpo, facas a abrirem-me… Havia outros segundos em que sentia a minha cabeça a ser decapitada ou os meus ossos a separarem-se e os meus músculos a explodirem.
Não aguentava mais. A minha voz já quase que não era audivel. À minha volta só via os vultos e uma zona desértica, ao fundo encontrava-se a minha familia já morta a olhar para mim com sorrisos sinistros na cara. Eles divertiam-se e gargalhavam… Jane estava entre eles..
Ao longe ouvia alguém a murmurar repetidas vezes não, não, não… Eu conhecia a sua voz, era, … não me conseguia lembrar. Estava quase a morrer, na minha mente só ouvia aquela voz. Edward… o seu nome veio num suspiro.
Lembrei-me quem era e onde estava. Precisava de pôr o escudo. Senti a minha mente a proteger-se novamente. A dor ia desaparecendo…
Quando abri os olhos vi Jane a olhar triunfantemente para mim. Esta era a minha única oportunidade. Fingi que continuava a ser torturada e gritava de dor. Ela aproximava-se de mim para acabar com o trabalho. Quando o seu corpo estava suficientemente perto do meu, levantei a mão e arranquei-lhe o braço. Agora só se ouviam os gemidos dela. Eu ia-me vingar. Tudo o que ela me fez sofrer ela ia sentir, ao dobro. Segurando-a debaixo de mim enfiei a minha mão dentro da sua barriga com um só golpe. Retirava os seus já mortos orgãos, molhados pelo veneno intragável dela. Subi a minha mão e agarrando-lhe o coração esmaguei-o. Era outra vez um monstro. Não tinha pena nem dó. Os seus gritos davam-me prazer e incentivavam-me a continuar. Por baixo de mim ela debatia-se no entanto não havia nada que ela pudesse fazer. Ao aproximar a minha mão da sua cara ela mordeu-me. Rosnando mordi-lhe a orelha e arranquei-a. Nenhuma parte do seu corpo foi poupada. Os seus olhos foram queimados pelo meu veneno, os seus orgãos desfeitos. O seu nariz estava partido e os dentes perfeitos foram arrancados um por um. Quando já não havia mais nada para aproveitar decapitei-a. Sempre com uma lentidão propositada. No seu fim de vida ela já não tinha voz para protestar. Provou do seu próprio veneno, foi torturada. Olhei para a cabeça dela e segurei-a pelo cabelo, no seu rosto os seus olhos vermelhos continuavam com uma expressão de surpresa. Levantei-a bem alto para que Aro pudesse olhar. Rapidamente fiz uma fogueira onde queimei os seus restos, ou o que restava deles. Ao olhar para o que havia feito é que me apercebi que nunca tinha reparado no que o que estava dentro de nós podia fazer. Os humanos tinham razão em nos temer...
Todos se aproximaram de mim abraçando-me. Esperava repulsa deles mas nos seus olhos apenas havia alegria. Aro olhou para mim com fúria.
- Até uma próxima Bella e boa sorte.
O que queria ele dizer com isso. Ao longe o meu olhar cruzou o de Edward que estava sentado no chão com uma cara de sofrimento atroz. Que se teria passado…
- Edward… - murmurei. Ele levantou a cabeça e olhou para mim. A sua cara ficou mil vezes pior.
- Não te aproximes! Sou um verdadeiro horror. Nunca me irás perdoar… – dito isto levantou-se e fugiu, correndo a toda a velocidade possivel…
E então? Que axaram? (reviews *-* ???)
Espero que tenham gostado!!! Obrigada por tudo.
Bjinho
