Nunca tinha recebido tantos reviews, fiquei mt contente. Acho q o cap anterior foi um dos melhores mesmo. Tava com inspiração. Axo que, sinceramente, este não está tão bom. Aliás axo que está fraquinho... Enfim... Espero que se divirtam a ler na mesma e mt mas msm mt obrigada pelas reviews! SO JÁ FALTA UM CAP ;)
Lunan217 – Fico feliz que tenhas gostado. A parte que eu mais gostei de fazer foi mesmo o flashback mas, também foi a mais fácil. :p
Vanessa J - O edward é meio atormentado foi por isso que fugiu. Meio cobarde é verdade. É a vida. Sou mais especifica neste cap. Espero que gostes
Chantal. Forks Cullen – Realmente é um bocadinho culpado. Mas ele só queria ajudar a rapariguinha, foi uma causa nobre :p.
Teixeirinha- é claro q vai atrás dele, lol. Aqui está o 9 cap. Lol espero q gostes. O coiso não tá la mt bom
Sunny Drenali- Ainda bm q o cap anterior foi o teu preferido, era suposto ser o cap principal digamos assim. Este não é tão bom, mas espero q gostes mesmo assim
Sunshine- Ainda bm q gostas.t. Continua a ler e a dar a tua opinião ;)
Mih Brandon Cullen – Não vai ter mais batalha, desculpa s desiludi. Até à próxima é uma forma de expressão. Tp eles são imortais de certeza q s vão voltar a encontrar. :P
Sandra Pereira – Obrigada como sempre. Os teus elogios dão-m grand animo. Mas, receio q este cap tá um bcd fraquinho. Lol J
Bella. Cullen. 94 – Ela é um bcd agressiva é. Tem q ser. As mulheres não são só florzinhas de cheiro, não axas? Lol
Paah Mary Von Black – Edcat? Nunca percebi esse nome. Já li numa fic. O q significa? Ainda bem q gostast. Acabei de actualizar lol :P
Jennifer28 – Este cap tem uma cena… ah… mais romântica. Mas não ta mt boa. Mas aquece um bcdinho tb. Lol.
Hiime – Eu tb adorei a Jane morta. Ela é má mas a sua habilidade é mt boa J S fosse cmg tb m sentiria mt culpado, axo q qq pessoa s sentiria
Julesbinoche – a tragédia não dura mt tempo infelizemente porque só já falta mais um cap. Espero q gostes e ainda bm q gostast, fico mt feliz :D
Ao longe o meu olhar cruzou o de Edward que estava sentado no chão com uma cara de sofrimento atroz. Que se teria passado…
- Edward… - murmurei. Ele levantou a cabeça e olhou para mim. A sua cara ficou mil vezes pior.
- Não te aproximes! Sou um verdadeiro horror. Nunca me irás perdoar… – dito isto levantou-se e fugiu, correndo a toda a velocidade possivel…
Olhei à minha volta, todos eles aparentavam estar preocupados… - Que se passou? – em resposta à minha pergunta Alice abanou a cabeça. Soltei os meus instintos deixando que o cheiro adocicado de Edward me conduzisse até ele. Quando senti que estava pronta começei a correr a toda a velocidade.
As árvores à minha frente não eram visiveis, eram apenas uma mancha devido ao meu correr. Neste momento não respirava mas sentia o ar bater na minha face. As minhas pernas mexiam-se tão rapidamente que eu flutuava. O meu corpo era uma máquina que desafiava todas as leis da gravidade.
Cada vez me aproximava mais, eu sabia que ele tinha pressentido a minha presença. Porque fugiria ele de mim… o que é que eu não perdoaria?... será que foi apenas uma desculpa para se ver livre de mim? Afinal de contas ele viu o monstro que eu poderia ser.
A minha mente baralhava-se com perguntas sem resposta. Estava com tanto medo…
- EDWARD!!!! – ele não me ouvia, ele não queria ouvir. Será que não se importaria com o que eu sentia.
Eu apenas não me imaginava sozinha de novo, sem mais nada… Eu queria compartilhar mais sorrisos, mais abraços, mais amor… O nosso tempo ainda não acabou, só começou… Não permitiria que ele me abandonasse outra vez! Não iria fingir que era forte, porque sempre que se trata de Edward eu sou o ser mais quebrável que já existiu. Posso não ser perfeita, mas ele também não é!
-EDWARD! POR FAVOR! – gritei com toda a força do meu ser, parando na nossa clareira – Se eu cometi algum erro perdoa-me! Eu sou assim, aquele monstro que viste, se não me puderes esqueçer… - apercebi-me que nunca poderia mudar, nem mesmo por ele. Eu era aquele monstro, ele dormia dentro de mim à espera de ser acordado. A minha respiração tornava-se ofegante, entrecortada – Eu apenas não posso ser como tu.
Não me contive. As minhas pernas fraquejaram e eu caí de joelhos. O meu corpo convulsionava-se em desespero, os meus olhos ardiam. Nesse momento, a chuva começou a cair. Eu gritava de dor, desespero. Chorava por todo o meu sofrimento, por tudo o que passei. Chorava um choro sem lágrimas. A única água que me molhava era a chuva…
Senti uns braços a rodearem-me, puxando-me para ele sentou-me no seu colo. Embalou-me naquele aconchego …
Aos poucos e poucos fui-me acalmando… Agarrava-me à sua camisa para ele não escapar e para eu me segurar.
- A culpa não é tua Bella, sou eu… Tu… Raios! Olha para mim e ouve-me bem. Tu nunca serás um monstro! Ouvis-te bem?! Tu para mim és perfeita!- agarrou-me ainda mais de encontro ao seu peito – O único monstro aqui sou eu… Estás a rir-te de quê?- exclamou indignado mal me começei a rir
- Tu dizes que eu não sou nenhum monstro e apelidas-te a ti próprio por esse nome! É hilário não achas? Quer dizer olha bem para ti! Nunca fizeste mal a uma mosca… Quer dizer já mordes-te uns leões e tal, mas de resto..
Segui-se um silêncio desconfortável. Ele fechou os olhos sem nunca me largar. – Bella, fui eu que matei a tua familia. – o quê? Não era possivel, não, não podia ser… Instintivamente fiquei rigida nos seus braços. Encostou a testa à minha – Por favor, perdoa-me…
Sem pensar, sem raciocinar e com toda a minha força empurrei-o bruscamente. – O quê??! – levantamo-nos os dois – Tu matas-te a minha mãe com quem te rias- pus as minhas mãos no seu peito com força, mais uma vez, fazendo-o desequilibrar-se - O meu pai com quem tu sempre debatias e aprendias
- Escuta por favor…
- Os meus irmãozinhos com quem brincavas – dei-lhe uma bofetada – pensava que os amavas…- batia-lhe descontroladamente.
Edward POV
Apenas fiquei parado, enquanto sentia o choque das suas mãos contra a minha face. Eu merecia. Mas, ela tinha que saber a história toda, ela tinha que saber o que realmente aconteceu. Que eu tentei protegê-los…
- Bella… - aproximei-me dela abraçando-a. Nos meus braços ela debatia-se por se soltar no entanto não era só ela que era forte – Escuta, por favor…
Apesar de ela continuar a lutar para se escapar eu começei a contar tudo. Gradualmente ela foi-se acalmando. As palavras custavam-me a sair da boca, a formar-se, mas ia conseguindo. A chuva caía ainda com mais intensidade… - No dia seguinte quando Carlisle me encontrou no bosque, eu não me recordava de nada. Não sei como aconteceu, a minha memória sumiu…- os seus braços jaziam inertes, os seus olhos estavam fechados – Eu lamento imenso… Percebes agora porque é que eu não posso ficar?
Mais uma vez ficamos em silêncio, só se ouvia o cair da chuva e o resfologar das árvores. O vento soprava envolvendo os meus cabelos e os de Bella. Estes batiam na minha cara fazendo com que eu inspirasse o seu aroma.
- Edward, o que é que ele ia fazer à rapariga… - tentei evitar contar-lhe esse tipo de pormenores…
- John era um batedor. Quanto mais fizesse sofrer as suas presas mais ele se excitava…
- Ainda não me respondes-te… - pois não, esperava poder omitir
- Ele queria violá-la… Queria que ela sofresse enquanto ele gozava e depois queria beber o seu sangue aos poucos e poucos. Ele ia torturá-la…
- Que idade é que ela tinha? – não entendia o sentido destas perguntas…
- 10 anos…
- E tu tentaste salvá-la porquê?
- Eu ouvia os seus pensamentos, eu conseguia sentir a sua satisfação, o seu prazer, e depois vi-a… - suspirei ao recordar-me das minhas memórias – Ela era tão pequena e indefesa, ela apenas pensava na sua mãe e estava aterrorizada. Eu não pude evitar… Tinha que a ajudar
- Foste tu que disseste ao John onde eu morava?
- Não! Nunca na vida conseguiria fazer isso – apertei-a contra mim – a habilidade dele permitia-o ver as minhas memórias, foi assim que ele descobriu… Bella…
Ela soltou-se e desta vez não a impedi, sabia que naquele momento a devia repugnar. Ao olhar nos seus olhos apercebi-me que a ia perder mais uma vez. A sua cara era de raiva e de mágoa.
Bella POV
- Perdoa-me! – a sua cara estava completamente deformada com o seu sofrimento. Os olhos dourados imploravam por mim. E no entanto… apesar de tudo… nunca o amei tanto como agora.
Era verdade que ele é que conduziu o John até à minha família e que por causa disso perdi parte de mim. Mas, foi tudo por ele tentar salvar uma menina de dez anos. Eu no seu lugar não teria feito o mesmo? Uma pessoa decente teria feito. Ele não poderia calcular as consequências. Tinha pouco menos que uma semana de vida, um recém-nascido, e mesmo assim conseguiu-se controlar ao ponto de ver o que era correcto ou não.
- Edward…- aproximei e pousei a minha mão no seu rosto – ainda não percebeste que não há perdão possível para ti?
- Percebo – o choque passou-lhe nos olhos, como se fosse possível, a sua tristeza aumentou ainda mais – Vou-me embora embora então. Desculpa, eu compreendo – forçou um sorriso e virando costas e começou a andar. Incrédula, fiquei parada.
O que pensava ele que estava a fazer? Não entendo o porquê… ahh…
-EDWARD! – agarrei-o pelo braço puxando-o para mim com tanta força que caímos os dois no chão molhado. Rapidamente pus-me por cima, prendendo-o entre as minhas pernas ao chão. Assim, ele não escapava. – Está doido? Não quero que fujas de mim…
- Mas… pensei…
- O teu problema é que tu pensas demasiado! Não entendes? – ele olhava-me confuso – Não há perdão possível, porque tu não tiveste culpa! Fizeste tudo ao teu alcance para me proteger, e a eles. Afinal que os matou? Tu ou John? – pela sua cara era claro que ele ainda não estava convencido – Não me amas?
- É claro que sim Bella mas…
Parei a sua fala com o meu dedo. Aproximei-me dele e quando estava a milímetros dos seus lábios… - Então beija-me… - sussurrei. A chuva era torrencial nesse momento. As roupas molhadas colavam-se aos nossos corpos. Ele pousou as suas mão nas minhas costas fazendo-me deitar sob ele. Toda a extensão do seu peito estava encostada ao meu. Sentia os seus músculos a moldarem-se a mim. Os meus lábios encostaram-se aos dele e suavemente comecei a saboreá-los. Pedi permissão para invadir a sua boca a qual foi concedida rapidamente. Calmamente explorei a sua língua e ele a minha. O tempo passava por nós e sentia o meu desejo a aumentar. As suas mãos pressionaram-me mais contra ele e as minhas mãos exploravam o seu corpo. Não me contendo trinquei o seu lábio passando a minha língua por ele. As suas mãos percorriam as laterais do meu corpo fazendo-me ofegar. No meu pescoço sentia os seus dentes a darem-me pequenas mordidas e leves chupões. Todo o meu corpo ansiava por ele. Os nossos beijos tornavam-se mais selvagens e velozes.
- Acho que é melhor pararmos. – ele disse ofegante.
- Porquê? – sorri mordendo-lhe o lóbulo da sua orelha e bricando com ele com a minha boca
- Porque senão não vou conseguir conter-me – disse num gemido
- E quem é que te pediu para te conteres. Solta-te… a não ser que não sejas capaz, claro…
Os seus olhos olharam para mim indignados. Sabia que ele me ia fazer pagar por isso. Rapidamente trocou de posição. O seu cabelo molhado ainda o tornava mais sensual. Com astúcia começou a beijar-me passando as suas mãos debaixo da minha camisola. Acariciou a minha barriga subindo mais para cima. Quando senti a sua mão molhada nos meus seios gemi de prazer, os seus olhos agora estavam turvos. Com um movimento rasgou a minha camisola. Não me importei…
-Edward, por favor…
A sua mão acariciava-os sendo rapidamente substituida pela sua boca. Nunca tinha sentido tanto prazer. Ele parecia que me provava, Lentamente a sua mão que estava livre foi descendo até ás minhas calças. Sentia a sua mão a tocar-me por cima da ganga, estava a delirar. Num piscar de olhos já estava sem calças. Ele estava completamente vestido ainda. Senti os seus dedos onde eu mais precisava dele, acariciando. Não sei o que se passava comigo. Sentia algo a vir. Queria explodir. Os seus dedos brincavam por cima das minha cuecas…
-Ed.. Edward…
- Quem é que não é capaz?- não consegui responder-lhe porque naquele momento gritei de prazer máximo. Era instintivo não conseguia evitar.
Por um instante tudo o que fizemos foi olharmo-nos com carinho e intensidade. Então, mais suavemente, ele puxou-me ainda mais para si fazendo-me encostar os meus lábios aos dele. Pareciamos um só e quando o beijei senti o sabor da água misturado com o seu. Se eu precisasse de ar neste momento já estava morta.
Trocando de posições percorria o seu corpo com as minhas mãos. Sentia-o estremecer debaixo de mim. Tirei a sua camisola, dando pequenos beijos por todo o seu corpo. Quando fiz tenções de lhe tirar as calças e as minhas mão passaram por cima da sua… ahhh… proteberância… senti-o a a gemer. Gostei, afinal ele també era vulnerável. Brinquei um pouco mais e ao desapertar o ziper fi-lo com estrema lentidão, tendo sempre o cuidado de deixar os meus dedos tocarem-no. Deixei o meu escudo desaparecer…
Edward POV
Sentia as suas mãos em mim o que me excitava ainda mais. Não conseguia aguentar muito mais tempo. Voltei a trocar de posição. Continuamos a beijar-nos e a acariciar cada parte do corpo um do outro. As nossas mãos tinham vontade própria.
Foi então que a senti… a mente dela. As suas emoções agora eram minhas… o prazer dela, o amor… Sentia-me no auge. Com um movimento tornei-nos num só. Movimentando-me dentro dela, dando o maior prazer possivel aos dois.
Não conseguia distinguir os sentimentos dela, as suas sensações, dos meus. Eramos verdaeiramente um só. Eu era ela e ela era minha.
Cansados deitamo-nos na relva. O sol abria caminho por entre as nuvens. Os seus raios faziam a nossa pele iluminar. A sua cabeça estava parada no meu peito e os seus braços ao meu redor. Queria estar assim para todo o sempre…
- Bella, posso te pedir algo?
- Hummmm – ela murmurou
- Podes-me devolver o anel de noivado da minha mãe?
Bella POV
Ele queria que eu lhe devolvese o anel. Ele afinal não me queria? Senti-me traida e desapontada. Mais uma vez os meus olhos arderam-me. Peguei no anel que tinha sido o meu pilar nos tempos mais dificeis e entreguei-o.
Rapidamente Edward pôs-me em pé, ajoelhando-se à minha frente.
- Isabella Marie Swan – disse, enquanto eu tentava perceber que espécie de brincadeira era aquela – és o meu destino. Por todas as divergências que se atravessem no nosso caminho, acabaremos por nos encontrar. Nem a morte nos pode separar. A verdade é que o meu coração pertence-te e ele estará sempre onde tu estiveres. Eu sou teu e quero que tu sejas minha para sempre, para a eternidade. Por isso, aceitas casar comigo?
Abracei-o. Aquele momento não necessitava de palavras. Senti o peso do anel de volta no meu dedo – Sim… - E com este momento lembrei-me das palavras mais verdadeiras que alguma vez proferi. A verdade é que fizesse o que fizesse, nada conseguiria impedir-me de o amar pois, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele...
Aqui está mais um cap. Lamento informar mas não consigo escrever cenas de sexo. Eu tentei mas saiu mal como vocês já leram... :(
Apesar deste cap ruim recebo reviews na mesma (*-*?)
bjinho
