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Capitulo 13- Se Correr o Bicho pega...
'Mas que demora' pensou Touya, ele havia se atrasado, mas já havia meia hora esperando Sakura, ela já deveria ter saído.
- Boa noite senhorita. Meu nome é Kinomoto Touya, sou irmão da Sakura Kinomoto. Ela está? – perguntou à recepcionista.
- Boa noite senhor Kinomoto. A sua irmã saiu a cerca de uma hora para esperá-lo.
- Obrigado. – respondeu ele.
Resolveu ligar para casa na intenção de saber se ela já havia chegado.
- Amor, a Sakura chegou ai? – perguntou a Nakuru quando ela atendeu.
- Não Touya, nem o seu pai. Ele foi às compras com a Yume.
- Se ela ligar ou chegar pede pra ela me ligar viu?
- Está bem amor.
Na verdade aquilo já estava preocupando Touya. Não devia ser nada demais, só um desencontro, mas ele tinha motivos para estar assim.
- Alô, Tomy?
- Oi Touya, tudo bem?
- Até agora sim, Tomy a monstrenga ta ai?
- Não Touya, a Sakura não está aqui. O que aconteceu?
- Eu fiquei de ir buscá-la no hospital mas quando cheguei ela não estava lá e ainda não chegou em casa. Eu vou pra lá, se ela por acaso aparecer por ai me avisa Tomy.
- Está bem, quando ela chegar me avise também. Beijos.
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Sakura ainda tentou se libertar, mas Jason parecia estar fora do normal e com uma força assustadora.
- Pra onde você está me levando Jason. – perguntou ela já com o carro em movimento. – Eu quero ir embora e não a lugar algum com você.
- Mas eu prometo que vamos ficar pra sempre juntinhos. Vamos ser bem felizes e ter vários filhos Sakura. Quero três meninas e você? – era como se estivesse delirando.
- Quero que você pare este carro agora mesmo. – disse ela baixinho, tinha que manter a calma para não irritá-lo e piorar as coisas. – Quero ir ver o Touya.
- Mas agora não existe mais Touya nem mais ninguém. – disse ele tomando uma das saídas da cidade, os olhos vidrados. – Somos só nós dois, eu não vou te machucar.
Sakura estava entrando em pânico, não sabia o que fazer.
- Jason, eu preciso ir ao banheiro amor. Estou muito apertada. – disse ela com carinho extremo.
- Vou parar em um posto amor. Espera um pouquinho. – disse ele com um largo sorriso.
Assim que
desceu do carro, Sakura fez questão de levar a bolsa, mas Jason
também fez questão de acompanhá-la. Assim que entrou no banheiro
ela ligou para o celular de Touya, mas estava na caixa, na verdade
percebeu que não dava para ligar do banheiro.
Seu desespero
estava começando a crescer como poderia escapar, só havia uma porta
e um basculante pequeno demais para ela passar.
- Pronto já podemos ir. – disse afinal saindo do banheiro. - seria irracional sair correndo já que ele a alcançaria de qualquer modo. – Para onde vamos?
- É uma surpresa. Uma casa linda que eu comprei pra nós dois, longe daqui pra reiniciarmos a nossa vida.
- Por que você não vai à frente e deixa que eu vá em casa avisar ao papai e pegar minhas coisas.
- Acha que eu sou idiota Sakura, você não vai voltar e sim a policia atrás de mim. – gritou ele. – Fica bem quietinha ai até chegarmos. – acrescentou voltando sua atenção a estrada.
Sakura encostou a cabeça na janela, dessa vez sentiu-se perdida e não havia ninguém para ajudá-la, chorou silenciosamente até adormecer e ser acordada em um sobressalto.
- O que aconteceu? – perguntou assustada. – Onde estou?
- A droga do pneu estourou. Que raiva! Tinha que ser agora. – ele estava bastante irritado. – Vou descer para trocar, fique aqui.
Ele desceu e ela olhou seu relógio, eram duas da manhã. 'Nossa para onde ele está me levando?' pensou. Olhou em volta, era uma rodovia e não havia nada ao redor, a não ser a grande floresta. 'O que é pior: ser levada pelo Jason ou me embrenhar na floresta sozinha uma horas dessas?' Sentiu vontade de chorar, mas segurou as lagrimas e escolheu seguir a segunda opção.
Respirou fundo e abriu lentamente a porta, levando a bolsa consigo. Encostou-a de volta sem fazer barulho e começou a descer rapidamente para a floresta, justamente quando Jason retirava o pneu reserva do porta malas.
- Sakura, aonde vai? – gritou ele pra ela que já corria a essa altura. – Volte aqui Sakura, não me deixe com raiva. – disse ele largando o pneu e correndo atrás dela.
Enquanto corria Sakura lembrou-se do seu sonho entre lágrimas.
**Flash-Back**
Dormiu um pouco e teve pesadelos terríveis. Jason corria atrás dela em um parque deserto onde ninguém poderia ajudá-la. Despertou assustada.
- Fique tranqüila minha flor, está tudo bem.
Ela voltou a deitar assustada.
- Senhor Li, o que faz aqui? – disse ofegando.
- Eu estive com você a noite toda, você estava muito mal. – disse acariciando seus cabelos e fazendo-a ficar corada
**
Agora era uma floresta e não havia Shaoran...
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Touya não cabia em si de preocupação. Eram duas da manhã e Sakura ainda não havia aparecido.
- Calma Touya, ela deve estar com o Shaoran. Liga pra ele. – sugeriu Nakuru.
- Isso não são horas para mulher solteira está na rua com homem, Nakuru. – disse ele de mal humor. – Liga pra Tomoyo e pede o número dele, por favor.
- Pai, o senhor está bem? – disse ele preocupado.
- Estou orando por sua irmã, filho.
- Vamos acha - lá pai. Se ela estiver com aquele cara...
- Aqui está. – disse Nakuru interrompendo a conversa.
Ele apanhou o telefone e discou o numero que ela lhe entregou.
- Eu quero falar com a Sakura agora cara, e é bom que ela esteja em casa daqui a pouco. – disse ele com raiva. - Não são horas para uma moça está fora de casa.
- Que falta de educação Touya. – disse Fujitaka tomando o aparelho dele. – Boa noite senhor Li. Aqui o Fujitaka, o pai da Sakura.
- Boa noite senhor Kinomoto. – a voz estava embargada de sono.
- Desculpa está incomodando essa hora, mas estou muito preocupado. A Sakura está com o senhor?
- Não. Estou em casa.
- O senhor por acaso viu a Sakura hoje? – a voz estava triste.
- Vi sim almoçamos junto, mas deixei-a no hospital depois. O que aconteceu?
- A Sakura ainda não chegou em casa e não sabemos onde ela está.
- Sinto muito. – a voz de Shaoran também estava preocupada. – Vou fazer o que for possível para ajudar. Mantenha-me informado, por favor.
- Está bem, peço o mesmo. Tchau.
Shaoran não voltou a dormir, nem poderia sem saber o paradeiro de Sakura. Algumas providências precisavam ser tomadas.
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Sakura corria cada vez mais para o coração da floresta, tomada pelo medo. Não podia embrenhar-se sem saber para onde iria, por isso virou adiante a direita seguindo o caminho paralelo a estrada de volta à cidade. Saiba que aquilo era loucura mas pelo menos se conseguisse despistá-lo voltaria a estrada e pediria ajuda.
Ouvia os passos de Jason atrás de si, estava cada vez mais perto. Os galhos das arvores arranhavam seu corpo, mas ela não se importava.
- Eu não acredito que está tentando fugir. Idiota. – berrava ele alto logo atrás.
Sakura estava cansada, Jason deu um salto caindo sobre ela e prendendo-a contra o chão. Sakura sentiu as costas comprimir-se contra as raízes próximas, machucando sua pele fina.
- Por que faz isto hein esmeralda? – a voz estava muito próxima ao ouvido. Agarrou-lhe pelos braços. – Por que desperta a minha raiva? – agarrou-a fortemente pelos cabelos levantando-a.
- Será que você não percebeu que não quero ir a lugar nenhum com você? – estava suja de terra e arranhada pela queda. – Deixe-me voltar e eu faço o que você quiser.
- Só quero ter você pra sempre. – disse ele levando-a de volta ao carro, quando chegou retirou a gravata e atou as mãos dela. – Isso é pra ter certeza que você vai ficar quietinha e não desperte minha raiva Sakura. Tudo isso se pode tornar doloroso para você e para outras pessoas. – disse jogando-a no banco de trás e travando a porta, enquanto trocava o pneu. Era uma ameaça bem clara.
Ela desistira de lutar. O que poderia fazer para escapar de um psicopata e obsessivo. Seguiam em silencio, já eram 4 horas da manha quando finalmente Jason diminui a velocidade. Entrando em uma casa muito afastada de um pequeno vilarejo. "Mansão Belmonte" como se lia no portal de entrada, era imensa, mas parecia não ser habitada a muitos anos.
- Onde estamos Jason? – perguntou Sakura.
- Em casa amor, espero que seja do seu gosto. Aqui poderemos criar nossos filhos. – às vezes Sakura tinha a impressão que ele estava fora da realidade. – Venha vamos entrar, você deve está cansada. – disse ele desamarrando a gravata de suas mãos e ajudando-a saltar.
- Essa é a senhorita Kieda, ela vai cuidar de nós. E lá fora temos os quatro homens de confiança, para garantir nossa segurança aqui. - acrescentou ele. – Por favor, Kieda, acompanhe a Sakura ao quarto e siga as instruções que lhe dei. – Kieda assentiu com um gesto de cabeça e ele virou-se para Sakura. – Deve está faminta, a Kieda vai cuidar de você enquanto tomo umas providências, eu fico com isso. - disse arrancando a bolsa das mãos dela. –. Até mais.
Sakura seguiu Kieda para o segundo andar. Observando cada detalhe da casa, algo que pudesse ajudar, viu câmeras em todo lado, deveria haver uma central ali. Chegaram a um quarto muito grande, com janelas e um banheiro privado.
- Vai encontrar roupas no armário, por favor, banhe-se. – disse Kieda.
- Não estou com vontade. – disse Sakura sentando-se na cama.
- Por favor, senhora Flint, não torne as coisas difíceis para mim. Tenho que fazer a senhora cumprir as ordens do seu marido. – disse ela sem emoção alguma na Voz.
- Por favor, não torne a me chamar de senhora Flint, ou a referir-se a ele com meu marido. Eu fui raptada e estou aqui agora, ajude-me a fugir.
- Não conte comigo para isso, vou estar de olho em você o tempo todo. Vá banhar-se imediatamente ou chamarei seu marido.
Sakura levantou-se com raiva e seguiu para o banheiro onde se sentou sem nenhuma expressão, ficou ali lembrando varias coisas até ouvir batidas na porta.
- Senhora, já acabou? – era Kieda.
Ela nada respondeu, retirou as roupas e afundou na banheira sentindo os arranhões arderem fortemente. Banhou-se e saiu enrolada em uma toalha. Kieda lhe entregou uma camisola verde que ela vestiu, queria mesmo dormir.
- Tome e beba. – disse Kieda entregando-lhe um copo.
- O que é isso? – perguntou ela.
- Isto é leite quente, vai lhe ajudar a dormir.
- Não estou com fome, obrigada.
- Jim. – gritou Kieda e um minuto depois um homem corpulento entrava no quarto. – A faça beber. – ordenou Kieda.
- Beba ou eu terei mesmo que força-lá? – disse Jim agarrando em seu pulso.
Sakura pegou o copo e tomou de vez todo conteúdo, devolvendo o copo a Kieda que saiu trancando a porta.
- A princesinha já está dormindo senhor. – disse Kieda entrando no escritório de Jason.
- Ótimo. – respondeu Jason, dando um beijo em Kieda. – Obrigada por sua fidelidade, não sei que faria sem você.
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Oiii.
O capitulo dessa semana foi uma delicia de escrever, espero que tenham gostado. Agora a Sakura vai sofrer um pouquinho, quer dizer mais um pouquinho. Nossa quem diria o Jason tem uma amante. Kkkkkkkkkkkkkkk...
Respostas aos meus queridos leitores:
Liu- Esse amor é lindo mesmo, mas tem alguém pra atrapalhar. Pobre da Sakura, será que teremos um Final Feliz... ??
Priscila- Eu tbm amo essa música, é linda! Mas o numero do Shaoran eu não posso te dar, se não a Sakura me pega... kkkkk. Baka significa mesmo idiota como disse Will.
Will- O Shaoran é mesmo o cavalheiro, o príncipe encantado que só existe na minha imaginação kkkkkkk, que perfeição.
Yume- Foi um almoço romântico apesar da noticia. O que será que vai acontecer com esses dois agora que o Jason levou a Sak e o Shaoran é comprometido, (nem eu mesma sei) kkkkkkkkkkkkk. Brincadeiras...
Lip- Tenho q sair em defesa da Sakura, o Jason não é corno porque a Sakura não traiu ele. Quando o Shaoran chegou, ela não queria mais nada com ele. Mas ele é um atrasa lado. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Nivia- Isso é o que todos nós torcemos, espero também que encontre tempo pra ler o resto.
Bem muuuuito obrigada pelas reviews, senti falta de algumas pessoas essa semana. :(
Mas vamos lá....
Por favor
Mas uma vez
E seemmmpre
Deixem review....
Kissus.
\O/
