aloalovoses! \o/

estou eu aqui com mais um capítulo da nossa amada fic; ele ficou BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM~ grande, mas muito divertido, ao menos na minha opinião... espero que todos curtam! :D

Bleach não me pertence, mas a Riiko sim. E os demais personagens aos seus respectivos autores :3


– Essa foi uma ótima escolha, Byakuya. – Ichigo ajeitou a camisa no corpo. Claro que foi uma ótima escolha – o lugar onde os anfitriões estavam era um amplo e belo clube para jovens que pertencia à família Kuchiki, que por sinal, possui um extremo bom gosto. Byakuya ergueu o queixo de forma orgulhosa. – Vai ser perfeito! – Completou em seguida, parando perto do bar e apoiando-se graciosamente ali.

– Não vamos ter bebida alcoólica, certo? – Ishida semicerrou de leve os olhos na direção do príncipe, parecendo suspeitar das intenções dele.

– E por que não? – Renji cruzou os braços na direção de Uryuu, que lançou a ele um olhar de reprovação. – Somos quase de maior!

– É, daqui uns quatro anos seremos maiores de idade. – Hitsugaya deu um empurrão no ruivo, que olhou para o amigo com uma expressão divertida.

– Claro, mas pra acreditarem em você ainda vai levar uns dez.

– RENJI! – Exclamou o menor, erguendo as mãos como se quisesse socar o Abarai, mas obviamente seria inútil. Desistiu por fim, virando a cara e cruzando os braços. Ok, na próxima meia hora, ele não vai falar nada, a não ser que seja estritamente necessário.

– Chega, nossos convidados logo vão chegar, então temos que estar apresentáveis. – Ichigo aproximou-se de Grimmjow, erguendo a mão para arrumar a camisa do rapaz, que estava aberta até quase metade dos botões, fora a gravata passando pelo pescoço e pendurada nos ombros. – Você não poderia se vestir decentemente? Quer dizer, até o uniforme você deixa desgrenhado.

– Não enche, toosama. – Grimmjow afastou-se do rapaz, ajeitando a camisa preta no corpo. – Você sabe que eu odeio gravatas.

– Então tire a gravata – Ulquiorra parou ao lado do maior, puxando a peça dos ombros dele. Grimmjow virou-se para olhá-lo e revirou os olhos, dando de ombros. Geralmente ele nem usava a gravata do uniforme da escola, quem dirá numa festa.

– Eu acho que assim fica bom. – Harashime surgiu aleatoriamente entre Ichigo e o maior, ficando de frente para o dono dos cabelos azuis. – Fica mais despojado, né, Grimmjow-san?

– Viu, toosama, a Hime-chan concorda comigo. – Ele deu de dedo na direção de Ichigo, que fez uma expressão melancólica na direção da garota.

– Fique longe dela. – Ele puxou Harashime em sua direção, abraçando-a cuidadosamente pelos ombros. A garota fechou os olhos e torceu os lábios, parecendo ligeiramente desconfortável, mas inconscientemente corou com a atitude bizarra de Ichigo. Ultimamente ela vinha tendo esse tipo de sensação, coisa que não era muito agradável para ela.

– Me deixa, Ichigo! – A menina moveu-se para se livrar dos braços do príncipe, e assim que conseguiu, ajeitou os cabelos negros. Harashime era a única que não chamava o rapaz por toosama simplesmente porque não queria, e ponto final. Seu pai era seu pai, e Ichigo definitivamente não era seu pai, muito menos seu irmão, como ele insistia em referir-se. – Nós vamos ter que ser anfitriões hoje, também?

– Não, Hime-chan. – Hisagi aproximou-se da menina, a mão tocando-a suavemente nos ombros. – Hoje vamos apenas nos divertir, mas você sabe que vamos acabar tendo que agir como anfitriões, eventualmente, certo? – A mesma mão de Shuuhei desceu pelo corpo de Harashime e passou pela cintura da garota, trazendo-a mais para perto numa posição semelhante à como se dançassem tango. – Então fique preparada...

– SHUUHEI! – Gritou o príncipe, fazendo as mãos de Hisagi soltarem-se imediatamente de Tatsu, que quase capotou no chão.

– Desculpe, toosama.

Pouco depois disso, chegavam então alguns convidados. A regra era as meninas estarem de vestido, e os rapazes, de terno. Independente de como fosse, bastava seguir isso. Algumas vestiam vestidos curtos, com meias coloridas e botas altas; alguns garotos tinham ternos de cores variadas, o que dava até que um clima interessante no local.

– Uryuu! – Mitsuka aproximou-se rapidamente do rapaz, movendo suavemente o vestido preto, cuja barra forrada de rendas dava um ar cheinho à parte de baixo. Ele descia em gola canoa nos braços, deixando os ombros nus. Uma bota de plataforma quebrava a doçura do vestido e os cabelos cor-de-rosa davam cor ao seu visual. Ishida sorriu. – Você fica lindo de terno.

– Você está ótima também, Mitsu-chan. – Ele fez uma mensura suave com a cabeça e ergueu-se em seguida. – Como não somos anfitriões essa noite, não quer passar o tempo comigo?

– Claro – ela deu risada, ajeitando a saia do vestido. – O Hisagi-kun certamente vai estar muito ocupado essa noite.

– Hum... – Ishida arrumou desajeitadamente os óculos no rosto, pigarreando alto. Sabe, às vezes, Mitsuka podia pensar menos na perversão de Hisagi e um pouco mais em quem estava na cara dela. – Eu não sei dançar, então vou ficar te devendo, caso seja isso que queira.

– Ah, impossível, todo mundo sabe dançar! – Ela pegou na mão de Uryuu e o trouxe consigo; como o local era dividido, a parte onde as pessoas dançavam ficava bem no meio e era amplo, com luzes coloridas. – Você também deve saber.

– Opa! – Miwa exclamou, perto dali, após sentir o corpo bater em alguma outra pessoa. Quando ergueu a cabeça e seguiu a linha do peito, deu de cara com Grimmjow e os olhos da menina arregalaram-se não muito discretamente. – EEHH— Desculpe, Grimmjow-san.

– Isso tem acontecido o tempo todo comigo, então, tanto faz. – Ele desdenhou com a mão suavemente, fazendo Miwa dar de ombros e sair fora dali rapidinho. Ui, aqueles olhos não eram muito amigáveis. Bem, assim que andou uns passos adiante, a garota parou para olhar num reflexo de vidro o seu vestido azul-marinho, rodado e delicado, de frente única. Ela estava adorável, realmente – e combinava perfeitamente com seu tom de pele. Sem falar nos cabelos negros presos num rabo-de-cavalo e adornados com três estrelinhas de cada lado, e na sandália da mesma cor do vestido, que a deixava mais alta do que já era. E consequentemente... Ainda maior que Toushirou.

Aproximando-se de Hitsugaya, que conversava com um rapaz, a garota passou os braços por baixo dos dele e o puxou para cima, tirando os pés do baixinho do chão. Aliás, os mesmos pés se ergueram como reação e o resultado foi ele quase chutar a cara da pessoa que o acompanhava. – MIWA, ME SOLTA!

– Ahh Shirou-chan, não quero! – Ela encolheu os ombros e deu um beijo na bochecha dele. Toushirou torceu de leve o rosto e esperneou, até que Miwa cansou e o deixou no chão. Assim que voltou à estabilidade, o baixinho virou-se rapidamente para ela e apontou o dedo.

– Que droga Miwa, por que você faz isso?

– Porque você é tão pequeno, é como pegar uma criança e eu adoro crianças.

Eu não sou uma criança! – A voz do garoto saiu áspera. – Eu imaginei que você ia vir, mas por que não ficou com o Shuuhei? – Ele ajeitou a camisa azul clara no corpo, recompondo-se de sua momentânea retirada forçada de dignidade; ao menos era assim que o rapaz pensava, quando Miwa o tirava do chão daquele jeito.

– Mas eu não disse no começo da semana que meu par seria você? – Miwa baixou a mão e pegou na dele, enganchando os braços de uma forma delicada. Hitsugaya a olhou com a expressão confusa, mas não reclamou; na verdade, ele achou um pouco bonitinho. Suas bochechas esquentaram de leve e ele encolheu os ombros.

– Disse, mas não achei que estava falando sério...

– E desde quando eu fico mentindo sobre essas coisas? Mas então, gostou da minha roupa?! – Ela pegou na barra do vestido com a mão livre, movendo-a graciosamente.

– Hum... Ficou bonita. – Toushirou moveu de leve a cabeça para olhar melhor e baixou os olhos até alcançar a sandália da garota. Sim, ela estava adorável. Quando Miwa pensava que Hitsugaya gostava de meninas assim, ela tinha razão, mas ele não costumava dizer nada; nem era de seu feitio, de qualquer forma. Ademais, ele não sabia exatamente como lidar com essas coisas, portanto, melhor manter suas opiniões apenas para si.

E ela também nunca perguntou, mesmo.

– Boa noite, Ren-ren – a voz de Virgil fez-se ouvir próximo ao ouvido de Renji, que deu um salto com o susto.

– Puta, mas que saco, não faça isso de novo. – O ruivo passou a mão pelos cabelos, revirando os olhos. – E pare de me chamar assim, já falei que odeio essa droga de apelidinho idiota.

– O que faz você pensar que eu te chamaria assim se você gostasse dele? – O rapaz sorriu com uma aparência levemente irônica e quando Renji ia retrucar, um par de braços seguraram a cintura de Virgil, apertando-o com força por trás. Era Shuuhei – e quem mais podia ser? – Hisagi!

– Você está lindo – a voz do rapaz chegou suavemente aos ouvidos de Virgil, que encolheu os ombros com o arrepio que lhe subiu pela espinha. – Adorei as suas roupas, mas eu ia preferir que você as tirasse.

– Quem sabe em particular. – Retrucou o menor, procurando desvencilhar-se dos braços de Shuuhei, embora essa não fosse exatamente sua vontade.

– Eu gosto de exibicionismo.

– Eu não, seu pervertido. – Virgil fez um gesto com as mãos, mostrando que o que importava era a sua opinião, e não a de Hisagi. O maior deu uma risada divertida, fazendo com que o rapaz sorrisse sem nem perceber. – Mas de qualquer forma, você está bonito também...

– Eu sei, eu sei. – Hisagi passou a mão pela camisa, ajeitando-a elegantemente no corpo. Renji semicerrou os olhos castanhos na direção do amigo.

– Acho que eu vou vomitar. – Ele fez-se ouvir na conversa dos outros, pegando seu coquetel de frutas para sair fora logo dali, porque sinceramente, ia acabar vomitando se não o fizesse, mesmo. Ok, nem tanto, mas estava ficando bem deslocado na conversa e também, não estava afim de ficar ouvindo o papo. Chegando perto da porta, Toshihiro entrava por ali. – Você veio! Uau, por um instante eu pensei que você não ia aceitar o convite.

– Ah, eu resolvi vir. Não podia ser tão ruim assim. – Ele sorriu na direção de Renji. Seu corpo estava coberto pelo terno, camisa e gravata, tudo perfeitamente ajustado para ficarem no lugar. – Como não ia ver só o seu clubinho...

– Você devia passar um dia no clube, ia mudar sua ideia a respeito disso.

– Duvido muito. – Ele sorriu e observou os cabelos soltos e vermelhos do Abarai, que imediatamente faziam seu rosto ficar quase a mesma cor, quando estavam dispersos daquela forma. Como Renji geralmente os mantinha presos, Toshi só via os fios assim em ocasiões como aquelas. Droga. Ele pigarreou e olhou a taça na mão do amigo. – O que é isso?

– Ah, um coquetel de frutas estranho que tá sendo servido no bar. Quer? – Renji bebeu um gole antes de estender a taça na direção de Okuno, que olhou de forma suspeita para o drink.

– Tem álcool?

– Não, a kaachan não deixa. – Brincou o ruivo com uma voz divertida e Toshi deu risada, aceitando, por fim, dar um gole na bebida. – E nem poderia, mesmo. A família Kuchiki ia arranjar um grande problema se tivesse álcool nessa festa...

– Sim, eu entendo. É melhor assim, ainda mais com seus amigos descontrolados.

– Assim você me ofende, Hiro-chan. Eu faço parte do clube, também.

– Porque quer! – Okuno fez um gesto desdenhoso com a mão e devolveu a taça ao amigo. – Mas eu me referia, por exemplo, a ele – o rapaz indicou Hisagi, que ainda na companhia de Virgil, passava a mão pela cintura do garoto e o trazia com força em sua direção. – Vê se isso é coisa pra se fazer em público.

– Hum... – Renji coçou o alto da cabeça, observando então Virgil fazer alguma coisa que causou dor em Shuuhei, uma vez que ele afastou-se imediatamente e torceu o rosto de forma dolorida, mesmo. Na verdade, o Abarai não tinha muito o que dizer sobre isso, mas sabia que Toshi não gostava do clube, e pior, que garotos participassem dele. Esse era um bom motivo para Renji jamais falar sobre o que pensava, eventualmente, a respeito de Okuno.

Imagina como seria a reação do garoto, né. Melhor deixar assim.

A porta do clube abriu-se mais uma vez, e Toshihiro abriu espaço para que quem quer que estivesse vindo lá pudesse passar. Eram Mariko e Vanilla.

– Não sei como você conseguiu me convencer, Riiko-san.

Elas haviam se conhecido durante uma aula de matemática, onde tiveram que fazer dupla para entregar uma equação absurdamente difícil. Sinceramente, Riiko também não queria vir, o que fez a loira olhar torto para a nova amiga. Seu corpo estava coberto com um vestido tubinho sem mangas, num tom de ameixa escuro. Havia uma bota de salto em seus pés que quebrava totalmente a delicadeza do vestido, e no final, combinava muito mais com a loira do que o vestido em si.

– Você que disse que prometeu ao tal de Ulquiorra estar aqui.

– Isso porque eu odeio essas coisas... – Resmungou a morena. Com os estilos bem diferentes, Nilla estava com um vestido preto e levemente cheio, chegando perto dos joelhos e um coturno preto, cujas laterais eram adornadas com suas inseparáveis caveiras. O vestido era fechado em cima, e um corpete de couro reluzente delineava suas curvas com perfeição. – Tudo bem, tudo bem... Vamos fazer um sacrifício pelo bem geral da nação.

– Vai entender. – Mariko deu de ombros, virando o rosto para olhar em volta e novamente seus olhos pararam nos de Toshihiro. Oh cara, aquele menino era tão bonito. E ele sustentou o olhar nela até que Riiko resolveu virar-se porque tinha que prestar atenção em onde estava indo.

– Ela é nova, não é? – Okuno olhou para Renji. – Aquela com a Nilla-san.

– Sim, e já andou arranjando confusão com o Grimmj— ah não!

O ruivo começou a andar rápido quando viu que Grimmjow havia parado Mariko no meio do caminho. Vanilla havia se acuado levemente na presença do maior.

– Não sabia que você ia vir, sabe.

– Bom, eu não achei que fosse necessário te contar.

– Err, Riiko-san, eu vou procurar o Ulquiorra, sim...?

– Por favor, Nilla-san, eu vou com você.

– Não. – Grimmjow a pegou pelo braço e Vanilla seguiu seu caminho, deixando a loira para trás. Mas que droga! Mariko puxou a mão com violência para livrar-se do rapaz, e nesse exato momento, Renji e Toshihiro chegaram perto dos dois.

– Algum problema?! – Okuno perguntou com a voz calma, e Riiko virou-se para olhá-lo; os orbes verdes faiscavam por baixo dos óculos.

– Nada, esse troglodita aí que acha que eu tenho que obedecê-lo, isso sem nem saber quem ele é.

– Grimmjow Jeagerjaques.

– Belo nome – a loira riu e Grimmjow trincou os dentes.

– Vamos parar, crianças! – Renji fez um gesto amplo com as mãos, postando-se na frente de Toshihiro, só para caso o mais alto resolvesse surtar. – Se vocês se odeiam tanto deve ter algum problema, que tal tentar conversar? – O ruivo moveu os braços suavemente, tocando nos ombros de ambos. – Vamos, vamos, puxar papo é uma boa. Como é seu nome, querida dama? – Enquanto o rapaz falava, Okuno passou por ele e parou ao lado da loira.

– Shirogane Mariko.

– Eu sou o Abarai Renji, e esse é meu amigo, Okuno Toshihiro. Agora que você já sabe quem nós somos e quem o Grimmjow é, quem sabe vocês podem ficar um segundo perto do outro e caso precise de mim, pode gritar pelo meu nome.

– Você fala como se eu fosse um estuprador. – Grimmjow resmungou na direção do ruivo, que riu alto.

– Bem...

– Muito engraçado.

– Agora fiquem por aqui, sim? – Renji pegou Toshi pelo pulso e afastou-se dos outros dois rapidamente. – Se tiver problema, não é o meu, entende agora?

– Hum... Esperto. – Toshi deu uma risada e acompanhou o amigo pelo local.

Perto dali, Byakuya estava parado diante de Ayaka, que usava um vestido verde soltinho, com meias 5/8 pretas e um sapato da mesma cor nos pés. O rosto do rapaz parecia ligeiramente entediado, mas a garota estava bem contente por estar ali. Sabe como é, essas festas do Host Club sempre são as mais divertidas. – Você não sabe dançar, Kuchiki-san?

– Claro que eu sei. Eu fiz aulas de dança de salão e—

– Ah, mas você não dança "dança de salão" numa festa assim, né?! – Ela deu risada e Byakuya ergueu suavemente a sobrancelha direita. – Eu quero dizer, dançar assim, solto, sabe? – A garota mexeu os braços e os quadris, mostrando como é que se fazia e olha, ela até que levava jeito.

– Não, eu não faço isso.

– Hum... Então não quer dançar do seu jeito, não? – Ayaka abriu os braços na direção dele, como que dizendo que estava livre para dançar com o rapaz caso ele quisesse. O Kuchiki semicerrou de leve os olhos, suspirando; ele detestava quando lhe feriam o orgulho e Ayaka parecia debochar dele, embora realmente não fosse sua intenção.

De qualquer forma, ninguém sequer toca no orgulho de Byakuya. Sendo assim, o moreno virou-se repentinamente e começou a andar para o outro lado do lugar, deixando a garota meio confusa. – Ei, vai aonde? – Ela o chamou com o tom de voz alto, seguindo-o pelo clube até que ele parou, tão de repente quanto começou sua caminhada e virou-se para ela. – O quê—

Os braços de Byakuya a puxaram com força pela cintura, trazendo a menina em sua direção. Os olhos do rapaz estavam cerrados, mas ele parecia saber perfeitamente o que fazia. – Kuchiki-san?! – Ayaka baixou de leve o rosto para procurar entender melhor e quando Byakuya girou o corpo dela como se fosse uma boneca de pano, sua cabeça finalmente compreendeu a intenção dele. – Ahh! Então eu quero dançar, obrigada por convidar. – Brincou a garota com uma risada, causando em Byakuya apenas o abrir de seus olhos escuros.

Depois de alguns instantes nessa mesma movimentação, Ayaka afastou-se bruscamente do maior e parou na frente dele. – Então, Kuchiki-san, agora deixa eu te mostrar como é que se dança... – A garota virou-se um tanto para o lado e mexeu os braços e os ombros, ao passo que os longos cabelos movimentaram-se suavemente, acompanhando-a. Byakuya a olhou com sua típica expressão impassível, porém, a um dado momento, seus olhos semicerraram e ele imitou o gesto dela com os braços, embora obviamente três vezes mais travado. – AH! ADOREI! – Exclamou a garota com um largo sorriso no rosto, mas o Kuchiki apenas parou de se movimentar.

Claro que a menina entendeu perfeitamente que Byakuya havia se sentido desafiado e bem, ela sabia da competitividade daquele garoto. Assim como a dela; os dois tinham isso em comum. Ayaka ergueu de leve os braços e mexeu os quadris, seguindo o ritmo da música e o Kuchiki tombou a cabeça um tanto para o lado, analisando. Ele repetiu com uma movimentação suave e Aya bateu palmas fervorosamente, fazendo Byakuya pôr-se em perfeita postura.

Ela nem acreditava que aquilo estava acontecendo, muito menos metade das pessoas que olhavam embasbacadas, inclusive Ishida e Mitsuka, que estavam dançando ali perto.

Ayaka persistiu e dessa vez, mexeu tanto o quadril quanto os braços. Seu corpo mexia perfeitamente e Byakuya respirou fundo porque sinceramente, ela era uma garota, e, portanto seus movimentos estavam ficando muito femininos. Mas eles estavam competindo. E competição... Mas droga, ele não ia dançar que nem uma menininha. Eles se encararam por um instante até que o Kuchiki ergueu os braços em infeliz desistência. – Waaa! Mas você tem potencial, Kuchiki-san!

– Obrigado. – A mão do moreno tocou a gravata a fim de ajeitá-la no pescoço (como se realmente fosse necessário). – Vamos sair daqui, sim, Nakajima-san...?

– Aya-chan, Aya-chan! – Ela insistiu com a voz aparentemente cansada de tanto dizer para ele chamá-la assim. Parecia inútil, mas Ayaka sempre foi persistente e não seria agora que ia desistir. Oras, havia até mesmo feito Byakuya mexer os QUADRIS! Ela era capaz de tudo, então! E a partir de hoje, tinha certeza disso.

– Eu não creio que vi isso. – Mitsuka ria gostosamente e Uryuu passou os dedos pela testa, parecendo indignado com a cena. – Mas foi engraçado, o Byakuya-sama até que se mexe bonito.

– Me senti vendo um espantalho dançar... Que ele não escute isso. – Ishida deu uma risada baixinha e Mitsu voltou a dançar, com um sorriso nos lábios; na verdade, Uryuu não podia falar muita coisa, uma vez que também não era lá um pé-de-valsa, mas enfim... Ele até que se virava bem. Provavelmente seu jeito mais introvertido o dava um ar bonitinho quando dançava, mesmo que desajeitado, e então tudo ficava bem. E obviamente Mitsuka o achava adorável assim.

– Ele é um pouco travado, mas dá pra moldar, vai? Sejamos gentis...

– Deixemos isso para a Aya-chan. – Ele sorriu e Mitsuka subitamente ofereceu a mão para ele. Pois é, ela ofereceu a mão para Ishida, que olhou confuso.

– Dança comigo direito, oras!

O rosto do garoto corou ligeiramente, mas ele aceitou mesmo assim e aproximou-se da garota, pondo-se a dançar com ela calmamente, acompanhando o ritmo embalado da música.

Mais para o lado do bar, Ulquiorra estava parado com uma expressão calma e uma taça de coquetel nas mãos. Nilla o avistou finalmente, tomando seu rumo na direção do garoto e pensando se fora uma boa ideia deixar Mariko para trás, mas ela preferia manter distância de Grimmjow. De qualquer forma, a morena parou ao lado de Schiffer e deu um sorriso torto para ele, que não retribuiu, mas acenou suavemente com a cabeça. – Então, aceitou meu convite.

– É... Eu não gosto muito de lugares assim...

– Nem eu, por isso imaginei que seria interessante que você estivesse por aqui.

– Ah. – A garota assentiu de leve, tentando entender o que ele havia querido dizer; se ele estava sendo simplesmente irônico, se queria dizer que só a chamou para não ficar sozinho ou se realmente estava sendo franco a respeito de querer sua companhia. Nilla suspeitou que fosse melhor manter a terceira opção como escolha e sentou no banquinho ao lado dele; Ulquiorra estava de pé. – Por que você veio?

– O toosama me obrigou. – Ele suspirou, sabendo que a menina entenderia sua referência a Ichigo, e não a seu pai realmente. O moreno virou o rosto um tanto para observar Nilla, que parecia um tanto inquieta enquanto olhava para a movimentação das pessoas. – Quer ir lá fora?

– Hum?

– Tem uma sacada ali aonde ninguém vai.

– Oh – ela assentiu e levantou do banquinho. – Vamos lá, por favor.

Ulquiorra passou na frente e Vanilla o seguiu, mexendo nos dedos para liberar a tensão. Sempre ficava um pouco nervosa perto dele, e às vezes se perguntava por que não tinha medo dele e seu olhar melancólico e cruel, mas tinha de Grimmjow. Devia ser por causa da intensidade; Schiffer não parecia o tipo de pessoa que a atacaria repentinamente, já o outro... Sem comentários.

Chegando lá, a garota apoiou-se no para-peito da sacada, encostando as costas ali. Ulquiorra postou-se diante dela, com os braços cruzados e as costas para a festa. Ele sinceramente não ficava confortável ali, mas só por sua presença, já era o bastante.

Nilla o olhou calmamente e seus olhos analisaram a feição do rapaz, que fechou os olhos por um tempo como se pensasse em alguma coisa. O rosto dele era tão bonito – branquinho e suave. Ela queria tanto saber o que ele estava pensando... Nesses momentos seria ótimo poder ler mentes. Que pensamento mais cretino!

Ele reabriu os olhos e pousou-os nos da morena; suas íris eram tão verdes e intensas que passavam vida a qualquer criatura, embora sua expressão fosse melancólica. Por isso Nilla tinha tanta vontade de saber o que passava na cabeça dele. Era tão... Contraditório.

Dentro da festa, Ichigo estava com Harashime; ele conversava animadamente a respeito da festa e a dado momento, ele parou para observá-la. – Sabe, eu queria tanto ver você num vestido!

– Que pena. – Retrucou a menina. Ela não estava gostando muito daquele lugar; era tão grande e cheio de frescuras... Bem coisa do Byakuya, mesmo, tinha que ser. Nunca se sentiu à vontade em meio a essas coisas, e desde o ano passado, quando entrou para o clube, Tatsu ficava desconfortável nessas festas. Passar a tarde no clube nem era o problema, mas ir a outros lugares... Isso sim. – Eu devia ter ficado em casa estudando.

– Estudando o quê? Nem estamos pra chegar nas provas.

– Mas é bom revisar ao invés de ficar se matando na véspera da avaliação.

– Pare de ser tão obcecada, imouto... – Ele falou num tom mais baixo, assim ninguém o ouviria referindo-se a ela assim. Harashime passou a olhar para ele, procurando entender o que diabos ele quis dizer com aquilo. – Você é uma excelente aluna – Ichigo foi falando ao passo que pegava uma das mãos da garota, trazendo-a em sua direção. – E não precisa se preocupar com bobagens. – Completou então, para em seguida dar um beijo na costa da mão da garota.

Ali perto, algumas das garotas acharam linda a cena YAOI e adorável que acabavam de ver, mas algumas pareceram descontentes, uma vez que Ichigo tinha que estar com Ishida, não com "Harashime-kun". Ao ver a reação das meninas, Tatsu puxou a mão rapidamente para longe de Ichigo, que se ajeitou segundos depois. – Pare com isso, Ichigo.

– Não quer dançar comigo? – Ele afastou-se um tanto a fim de se curvar na direção da garota, estendendo-lhe a mão, com uma educação impecável. Harashime olhou com os olhos semicerrados na direção dele.

– Melhor não. Muita gente não vai gostar disso, por que você não chama o Uryuu-san?

– Ele já está ocupado com a Mitsu-chan. Vamos lá, vamos, por favor? – Ichigo tombou a cabeça para o lado, fazendo uma expressão adorável. Tatsu fechou os olhos e bufou, uma vez que realmente sentiu-se tentada a dançar com ele depois de ver aquele par de olhos amendoados a encarando com tanto carinho.

– Certo, certo, mas não encoste em mim!

– Prometo. – O príncipe ergueu uma das mãos ao lado do corpo, fazendo uma espécie de juramento estranho; Harashime imaginou que ele deve ter visto isso na televisão ou coisa assim, era típico dele. Eles seguiram até a pista de dança e pararam ali, próximos de Grimmjow e Riiko, que por mais que estivessem no lugar, não estavam dançando.

Obviamente não.

– Por que você não deixa de ser teimosa e passa um dia no Host Club?

– Eu odeio isso! Perto da minha casa tinha um Host Club de verdade, sabe? Com gente vendendo o corpo. Vender-se em troca de sexo é prostituição, mas é um trabalho honesto, porque quem procura isso, sabe que não tem nada em troca. Mas quem vende amor...! Não merece nem um pingo da minha consideração.

– Aparentemente, ninguém merece essa tal consideração.

– Vocês são uns falsos, enganando tanta gente assim. Aposto que metade dos clientes são apaixonados por vocês. – Ela fez uma expressão desdenhosa. – A não ser que vocês vendam os corpos também.

– Claro que não, sua besta. – Grimmjow revirou os olhos. – Só o Shuuhei que fica se jogando pra cima dos clientes, mas ele é uma exceção. Mas ele não vende coisa nenhuma.

– Pior pra vocês. – Riiko cruzou os braços abaixo dos seios, fazendo os olhos do rapaz descerem pelo braço até chegar ali na região. Pelo menos ela não reparou. – Agora me deixa em paz, já que já sabe porque eu não gosto de vocês.

– Ahh, megane-kun – ele ironizou um tanto, ao mesmo tempo em que a voz soou sedutora. Mas que idiota! Quando Mariko estava virando para sair, uma vez que aquele apelido era simplesmente de rachar, Grimmjow a puxou pela cintura e trouxe o corpo da loira em sua direção. – Não vá embora tão rápido.

– Me solta seu creti—

Pena que ela nunca pôde concluir o óbvio xingamento, uma vez que Grimmjow a beijou fervorosamente, e de forma tão súbita que Mariko sequer teve tempo de raciocinar. Um coro de vozes indignadas se fez ouvir e os grandes olhos verdes da garota se arregalaram, e ela conseguia ver perfeitamente os orbes azuis do rapaz, que se mantinham tão abertos quanto os dela.

Riiko debateu-se, procurando se soltar, mas obviamente era impossível fugir daqueles braços. Quando seu corpo desistiu, foi o momento em que Grimmjow cerrou os olhos. Porém... Tudo o que é "bom" dura pouco, então...

– Grimmjow! – A voz de Ichigo fez-se ouvir, e sua mão tocou o ombro do rapaz. – Larga a garota!

Quando o maior obedeceu, Riiko reabriu os olhos e esfregou a boca loucamente com a mão. – Seu nojento, filho da pu—

– Ei, vamos parar, eu não quero briga aqui. – O príncipe tornou-se carrasco imediatamente, uma vez que sua voz adquiriu um tom autoritário e aborrecido. – Grimmjow, peça desculpas a ela.

– Eu não lamento nada.

– Argh, seu idiota! Vê se me deixa em paz! – Uma das mãos da loira alcançou o centro do peito do maior, dando um empurrão forte que embora fosse bem forte, foi suficiente apenas para ele dar um ou dois passos atrás. Mariko saiu dali feito um furacão, tendo milhões de olhos sobre si, uma vez que Grimmjow absolutamente não tinha esse costume; sem falar nos clientes terrivelmente ciumentos.

– Você ficou louco? – Ichigo parou na frente do maior e sua mão ergueu-se; ele parecia confuso. – Beijando uma cliente a força assim, nem o Hisagi faria isso e...

– Ela não é cliente, toosama. – Grimmjow ergueu a sobrancelha na direção do rapaz, que franziu as próprias.

– Então você...

– Não importa. – Ele fez um gesto de "adeus" com as mãos e deu as costas a Ichigo, rumando para um outro lado qualquer. Harashime parou ao lado do príncipe, sendo logo acompanhada por Uryuu e Mitsuka, que estava claramente indignada.

– O que diabos aconteceu aqui?

– Não sei, mas eu sinto cheiro de problemas... – Harashime respondeu a Ishida, e observou enquanto Grimmjow desaparecia entre as pessoas, tendo plena certeza que aquilo ia resultar em confusão; ainda mais com o temperamento do anfitrião. Tatsu simplesmente tinha faro pra problema, de vez em quando, além de obviamente ser um ímã deles. Quer dizer, olha onde ela foi parar!

Renji e Okuno estavam observando a cena de longe e francamente, Toshihiro ficou um pouco incomodado, mas nada grave; ele havia se atraído fortemente por Mariko desde que ela pôs os pés dentro da escola, mas não tinha sentimentos. Já Renji estava obviamente confuso, uma vez que até dois segundos antes, Grimmjow a odiava furiosamente. – Tem certas coisas que eu não consigo entender, Renji...

– Tipo aquilo, Hiro-chan? – O ruivo indicou Miwa e Hitsugaya, que estavam dançando – sim, dançando – juntos.

Mas Miwa segurava Hitsugaya pelas mãos; ele estava descalço, e os pés do garoto estavam sobre os da morena. Parecia algo como uma mãe dançando com seu filhinho ou coisa assim, mas apesar da cara amarrada, Toushirou fazia o diabo para acompanhá-la com perfeição. – Nem creio que estou fazendo isso.

– Tudo bem, desde que seus clientes não arranquem meu couro depois. – Ela deu risada e puxou o menor um pouco para cima, a fim de fazê-lo descer. Hitsugaya ficou na ponta dos pés e foi até seus sapatos; ele os colocou nos pés e Miwa sentou no banquinho do bar, observando-o. – Sabe Shirou-chan, às vezes eu acho que você tem uma impressão ruim de mim. Eu não sou tão chata assim.

– Eu nunca disse isso, tonta. – Hitsugaya pôs-se em posição normal novamente e ajeitou a camisa no corpo, parecendo levemente constrangido. De repente, uma mão o pegou pelo braço; era uma de suas clientes.

– Eu também quero dançar com você, Shirou-chan!

– Ahh, eu também quero!

O baixinho viu-se cercado em questão de segundos. Miwa deu uma risada e sacudiu a cabeça para a expressão indignada de Toushirou, que a olhou aborrecido. – Você me paga por isso, Miwa! – Ela acenou com um sorriso sapeca no rosto assim que ele foi arrastado pela primeira menina que chegou ali. Na verdade, ela estava feliz por não ter sido morta, mas um pouco incomodada por Hitsugaya ter sido tirado dela.

Ah... Droga, cadê o Shuuhei?

Ela olhou em volta, mas obviamente não encontraria, porque ele estava num canto, longe dos olhos dos demais, prensando Virgil na parede.

– Às vezes eu não entendo você, Hisa-kun. – Ele disse com uma voz suave, fechando os olhos e respirando fundo quando Hisagi aproximou-se de seu ouvido, soltando seu hálito quente ali. – O que você quer comigo?

– O que você acha? – Ele resmungou, rouco, e Virgil semicerrou os olhos, descontente com a resposta. Ele não era muito feliz por ser assediado por Shuuhei quanto podia parecer, uma vez que o idiota fazia isso com, praticamente, todo mundo. O que o tornava especial, afinal de contas? Nada! E isso era tão deprimente...

– Você não desiste nem que eu bata em você. – O rapaz falou num tom calmo, mas obviamente pensando em puxar de Hisagi uma resposta tendenciosa. Ele costumava fazer isso, muitas vezes sem perceber. Esperava que Shuuhei dissesse algo que o tornasse especial, ou no mínimo, diferente dos demais.

– Se você gosta de bater, eu não tenho nada contra.

Deus, ele só pensa nisso? Quer dizer, naquilo?!

– Então se eu bater agora...

– Não faça isso, você é muito difícil, por Deus. – Hisagi afastou-se um tanto do rapaz e suas mãos apertaram Virgil com força pela cintura. – Não dá pra esquecer um pouco essa coisa de anfitrião e cliente...?

Olha... Essa era uma coisa que ele havia gostado de ouvir.

Virgil deu um sorriso suave e seus braços subiram para alcançar o pescoço de Hisagi. Tudo bem, quem sabe ele podia esquecer um pouco, pelo menos por agora; claro que sua mente iria imediatamente pensar na mesma coisa segundos depois, mas por um único instante, não podia ser pecado.

Ichigo tinha que começar a escrever "Os dez mandamentos do Anfitrião". Quem sabe desse certo.


waaaaah~

acho que deu pra perceber qual vai ser meu sistema, mais ou menos, de escrita do tempo, né? digamos que cada acontecimento terá uma média de um capítulo... por exemplo, uma festa dura um capítulo. Os personagens cujas tramas do capítulo não tiveram "final" serão explicadas no próximo, assim ninguém fica no vácuo... é difícil falar de todos os personagens, são muitos, e alguns eu ainda estou criando uma trama interessante para o casal, por isso me perdoem se não apareceram muito por enquanto... mas não é preferência da minha parte, eu amei todos *O* estou apenas desenvolvendo tudo direitinho e procurando criar uma ligação entre eles pra ter mais interação, está bem?

qualquer ideia, sintam-se à vontade pra dizer, de verdade mesmo! :) Enfim... vamos às respostas às reviews que eu geralmente não resisto em fazer nessas fics:

Aiuyme Kaoto: haai hai 8D vou dar o meu melhor; obrigada, e tipo, espero continuar o trabalho com perfeição assim... não gosto muito de fugir da personalidade da galere D: me diga o que tá achando da Mitsu-chan, sim? XD

Aiko N.S: yaay~ Aiko-chan! que bom que você gostou e mais importante, que bom que eu consegui manter a essência da Miwa. Me diga se eu mantive nesse capítulo também, okay? Assim eu sei como continuar! XD sobre as demais cenas eu não li Higurashi mas o Virgil aparentemente é VICIADO nele, forever, e como eu gosto de Elfen Lied, passei meu amor pela série para a Riiko. ^^ Obrigada pela sugestão da roupa, ajudou bastante *O* e aí está o próximo cap (?) espero que tenha gostado ^^

Nicolle Hitachiin: aah D: não fale assim, tipo, foi bem difícil selecionar as fichas mas isso não significa que a sua tava ruim, não, okay? mas que bom que você vai acompanhar! muito obrigada sz

Aoi Koufoku: waaah~ XD HAOIEUHAOEUAHEOIAUEH que bom que você gostou de como eu transmiti o Virgil! nesse cap teve mais dele, me diga o que achou, sim? ^^v é difícil MUITOS DETALHES porque é MUITO PERSONAGEM, pense nisso, mas eu dou o meu melhor pra passar uma boa visualização das cenas ^^ que bom que gostou, espero que tenha gostado desse também \o/

nanetys: AHEOIUAHE pois é, o Ichigo sacaneou legal o Bya-kun D: eu também ficaria me sentindo péssima mas a parte boa do Byakuya é que ele... NEMLIGA pra essas coisas XD hahaha! o Renji acho que sabe que é impossível o Ulqui ser menos assustador, mas não custa tentar... que bom que gostou da ceninha deles o/ Ulqui e Nilla é um casal que eu ainda estou pensando bem no que fazer pra que eles fiquem juntos, se você tiver alguma sugestão, eu agradeço sim? XD assim eu também consigo manter os clientes felizes (L'' hum... acho que tô entrando demais no clima dessa fic --' enfim AHEOIAUHEOAIUEH! obrigada viu! que bom que gostou! :D

Kira: AEHAIOUEHAOIUEAHOIEUH uma pena! XD a Ayaka é MUITO fofa e eu tenho que te dizer: essa cena dela com o Byakuya na festa foi a minha cena favorita de todo o capítulo. MEUDEUS. Eu realmente não sei de onde tirei a ideia mas BABEI quando terminei de escrever; achei muito adorável! LOL e guarde seu machado, sim? T_T eu nem o vi mas está começando a me assustar, rs. obrigada gata sz

Urahara L.: RSRSRS MARA! que bom que você gostou; e olha, se nem você conseguiria fazer melhor, acho que eu fiz um bom trabalho mesmo XD HOIAUEHAOIEUAHEOIUH obrigada Urahara-chan (?)! espero que tenha gostado desse cap também \o/

Spacer Hitsugaya k3: LOL XD que bom que gostou, obrigada :3

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acho que é só isso galere, obrigada pelas reviews e até o próximo capítulo! ^^