Me and Mr. You

By Pati Evans

Disclaimer : É tudo da JK. Tudinho. Nada me pertence aqui, só essa minha imaginação fértil.


Capitulo 4

Amortentia

Meus dedos tamborilavam impacientemente na mesa de madeira da biblioteca, um som ritmado entrando em meus ouvidos. Madame Pince lançou um ávido olhar de reprovação em minha direção, enquanto passava por uma estante de livros que se encontrava perto da mesa em que eu estava sentada. Imediatamente parei de tamborilar os dedos. No fundo, no fundo, acho que ela estava tentando me lançar um feitiço com aqueles olhos nada amistosos. Para ser sincera, tenho quase certeza que, se ela pudesse, ela me estuporava no ato. É sério.

Após vários segundos de análise, seu rosto de expressão severa e desconfiada (desconfio eu que ela ainda se lembra do incidente com os feijõeszinhos) desapareceu do meu campo de visão, e inconscientemente voltei a tamborilar os dedos, enquanto olhava as pesadas nuvens cinza escuro passarem pela minha janela, a neve começando a se acumular em seu parapeito.

- Um galeão pelos seus pensamentos Evans – meus dedos pararam de tamborilar imediatamente. Imediato também foi a forma com que meus olhos se desviaram das nuvens e recaíram sobre os cabelos despenteados à maneira acabei-de-cair-da-minha-vassoura-e-me-acho-o-máximo de James Potter.

Ele me olhava com curiosidade, encostado na estante de livros mais próxima, os braços cruzados.

Mentalmente amaldiçoei Slughorn por sua idéia de trasgo de me juntar com o senhor eu-sou-a-perfeição-em-pessoa-e-faço-sucesso-com-todas-as-garotas para fazer esse relatório.

- Meus pensamentos não valem tanto Potter – voltei a olhar para a janela, contrafeita com toda aquela situação.

Potter sentou-se ao lado meu lado.

- Eu discordo – pelo canto dos olhos, percebi que ele sorria, enquanto abria o livro que estava em cima da mesa.

- Você está atrasado – voltei minha atenção para a janela novamente, mas podia sentir o olhar dele sob meu ombro.

- Um pouco – usou o mesmo tom divertido. - E você está mudando de assunto Evans. – e arrepiou os cabelos, sorrindo.

Não consegui deixar de olhar diretamente para ele.

- Eu não... – em um movimento rápido puxei o livro dele e comecei a folheá-lo avidamente. – Eu não estou mudando de assunto oras.

- Não? – por Merlin, por que ele tem que fazer tantas perguntas? E o pior disso tudo é que eu nem ao menos me lembrava do porque de estar folheando aquele livro velho. O que era para eu estar procurando mesmo?

- Não – decidi usar meu tom mais direto, ainda com os olhos focalizando diretamente as páginas amarelas e meio gastas do livro.

Ele não falou nada depois disso, e pude perceber pelo canto dos olhos que sorria levemente. E como que por mágica eu lembrei do que devia estar procurando. Poção do amor. Poção do amor idiota.

- Aqui – passei os dedos pela página. – Amortentia – sem perceber, levantei os olhos para ele, que continuava a sorriu levemente indicando que eu podia continuar. Revirei os olhos com impaciência, e voltei a ler. – É conhecida como a mais potente poção do amor do mundo. Seu aspecto é caracterizado por um brilho perolado e seu vapor sobe em espirais características...

- Acho que já tentaram pôr Amortentia no suco de abobora do Sirius – levantei os olhos do livro, quando Potter me interrompeu, sorrindo pelo canto dos lábios, uma expressão meio sonhadora no rosto, como se estivesse lembrando de um fato engraçado. Instintivamente levantei a sobrancelha para ele, mas não consegui deixar de sorrir também, ao tentar imaginar um Sirius Black com uma expressão apaixonadamente abobada no rosto.

Ficamos calados por alguns segundos, até que a lembrança dele e a minha imaginação tivessem diminuído de intensidade.

- As garotas são estranhas. – ele completou por fim, arrepiando os cabelos da nuca.

Sorri ironicamente para ele.

- O Black também não é flor que se cheire. – olhei diretamente para os olhos castanho-esverdeados à minha frente. Veja bem, eu não estou tentando retirar a responsabilidade das garotas (psicopatas) que ficaram com eles, mas é bem verdade. O Black também não é nenhuma criança inocente.

Potter riu divertidamente.

- É, em relação às garotas pode-se dizer que o Sirius é meio relapso... – falou, me olhando de uma maneira engraçada.

- Meio relapso? O Black tem um fator sentimental de uma colherinha de chá – não havia percebido até agora que a distância entre nós havia diminuído consideravelmente. Tanto que eu pude perceber pequenas sardas no nariz do Potter.

Pelas calças de Merlin, o que estou dizendo?!

Sorri meio sarcasticamente, afastando-me um pouco.

– E se sair com uma garota diferente por noite é ser meio relapso então vocês precisam prestar mais atenção ao que fazem Potter.

Ele arrepiou os cabelos da nuca novamente.

- Vocês? – seu tom de voz era divertido, mas eu tenho quase certeza que senti um certo tom dolorido no fim da palavra. – Por que você sempre tem que me colocar no meio Lily?

- Porque vocês dois estão sempre colados um no outro – assoprei uma mecha de cabelo que insistia em cair sob meus olhos. – Força do hábito – balancei os ombros de uma forma simples. – Mas eu não estou errada.

- Ah não? – ele cruzou os braços, ainda sorrindo.

- Não – balancei a cabeça negativamente. – Vocês dois são iguaiszinhos quando o quesito são garotas. – completei, olhando diretamente para ele

- Você está errada.

Primeiramente eu quero deixar bem claro aqui que aquela minha pequena e imperceptível queda – se é que se pode chamar aquele momento extremamente pequeno, minúsculo e totalmente indiferente de queda - por James Potter e seu cheiro de grama molhada e etc., em um dia chuvoso, foi apenas algo momentâneo e totalmente irracional. Eu não estava em meu mais perfeito juízo. Na verdade acho que meu juízo decidiu tirar umas férias até um lugar mais ensolarado e quente naquele dia e resolveu me deixar sozinha com o Potter. E o dia de chuva e neve. E aquela bendita ventania. E o perfume de grama e menta do Potter.

O perfume-extremamente-inconveniente-e-irritante do Potter.

Então, agora que meu juízo voltou de seu lugar ensolarado para a realidade chuvosa da Grã-Bretanha, tudo voltou ao normal. Certo?

- Evans?

- Hã? – pisquei os olhos, saindo do transe em que estava. Instintivamente afastei meu corpo do dele, tentando achar a linha de pensamento que havia se perdido no meio do caminho. Como você pode perceber o meu juízo estava em um momento um pouco preguiçoso.

– Eu... eu não estou errada. – sussurrei o mais alto que pude, tentando recuperar meu tom de voz decidido.

- Está sim – ele me observava atentamente. – Eu não sou parecido com o Pads quando o assunto é garotas Evans. Não agora pelo menos.

- Você nunca provou o contrario. – cruzei os braços.

- Tem certeza? – ele falou, olhando-me diretamente nos olhos, mas sorrindo levemente.

- Yeap - desviei meus olhos dos dele, voltando-os para o grosso livro, sentindo as bochechas esquentarem novamente. Porque eu sinceramente não acho que ele seja diferente do Black quando o assunto é o sexo oposto. - Acho que em melhor continuarmos... – continuei olhando para as paginas amareladas.

- Está mudando de assunto de novo Evans... – ele falou, com um leve tom chateado na voz. Por que James Potter precisa ser tão inconveniente meu Merlin?

Me virei para ele, mas Potter já não me encarava, ao contrário, ele parecia se entreter com os pequenos sulcos da mesa de madeira, uma das mãos seguindo-os e a outra arrepiando os cabelos da nuca. E eu, de uma forma que desconheço até hoje, não conseguia deixar de observar isso.

- Evans, será que eu poderia te perguntar uma coisa? – ele falou, depois de um tempo, meio hesitante.

Tenho que confessar que essa pergunta me desarmou completamente.

- Um-humm – tentei não olhar diretamente para ele quando respondi, pelo contrário, decidi olhar para o velho livro de poções com uma ávida atenção.

- Por que é tão difícil para você manter uma conversa normal comigo? – eu agora sentia claramente que ele estava olhando para mim, mas eu não conseguia desgrudar os olhos do livro. – Evans?

- Porque você é você, Potter – me forcei a olhar para ele. Grande erro. Potter me olhava com uma expressão de dúvida naqueles olhos meio avelã, meio verdes e não havia muitos restígios de seu sorriso presente em seu rosto. Suspirei. – Olha, talvez se nós tivéssemos começado de uma maneira diferente... talvez as coisas não fossem desse jeito, mas...

- Mas a questão é que você não me conhece Lily – tentei encontrar algum argumento que contestasse aquilo que ele dizia, mas ele não permitiu, continuando:

- Olha, será que você não conseguiria, pelo menos por algum tempo, deixar de lado toda essa teoria de que eu sou o pior ser humano que existe, e tentar me conhecer melhor?

- Eu... – senti a voz falhar, quando ele colocou sua mão sob a minha. Ah, Merlin.

- Por favor, Lily – ele me olhou nos olhos e naquele momento não consegui achar nada que me dissesse que ele estava tentando me enrolar ou que estivesse mentindo de alguma forma. Ou que eu estivesse me metendo na maior roubada da minha vida. Trágica não?

– Humm, – suspirei. Potter sorriu levemente para mim. Tentei não me ater muito a esse sorriso. – Ok. Mas isso não quer dizer que eu venha a simpatizar com você de alguma forma Potter.

Ele riu divertidamente, como se eu tivesse acabado de contar uma piada sobre dois unicórnios e um hipogrifo saltitante. Acredite, a piada é engraçada. O Potter, não.

- Se você diz, Lily. – e deu de ombros.

- Humm... acho melhor continuarmos – meus olhos desviaram-se dos dele e percorreram a página amarelada, mas me concentrar e encontrar uma linha de raciocínio que havia se perdido a um bom tempo estava se mostrando ser uma tarefa extremamente difícil. E eu ainda estava tentando bloquear toda essa conversa de segundos atrás.

Merlin sabe que não funciono muito bem sobre pressão.

- "(...) caracterizado por um brilho perolado e seu vapor sobe em espirais características..." – Potter indicou o parágrafo em que eu havia parado de ler e por alguma razão misteriosa não conseguia voltar. - Você estava aqui Evans – e sorriu.

Suspirei meio impaciente, voltando a ler:

- Amortentia na verdade não gera o amor, pois é impossível produzi-lo ou imitá-lo. A poção apenas causa uma forte paixonite ou obsessão. – tenho que confessar que esse assunto não estava me deixando em uma posição muito confortável, principalmente depois de todo esse acordo de conhecer melhor alguém que eu havia tentando manter o mais longe possível nos últimos três ou quatro anos.

- Apenas... – Potter olhou desconfiado para o livro, como se discordasse inteiramente da opinião simples descrita nele.

- Têm certeza de que não foi no seu suco de abobora que tentaram colocar a poção?

Ele arrepiou os cabelos da nuca, meio desconcertado.

- Claro que foi! – aumentei o tom de voz, feliz com a minha descoberta, mas Madame Pince e seu ouvido ultra-mega sensível logo apareceram atrás de uma estante, juntamente com seu olhar meio assassino, por isso tive que baixar o tom de voz novamente: - Claro que foi no seu suco de abóboras! Mas sério, uma poção do amor, Potter? Eu nunca pensei que você fosse tão tapado a esse ponto. O Black, talvez, mas não você. – eu não conseguia deixar de rir abertamente agora.

Ele aproximou-se um pouco mais, antes de responder.

- A poção não foi para mim, – lhe dirigi um olhar incrédulo. – Não foi, Lily. E você não pode chamar o Sirius de tapado, ele não teve culpa, a garota era obsessiva. É sério.

Passei alguns segundos olhando para ele. Era obvio o fato de que a poção era para ele. Não consegui deixar de rir da sua reação. Nunca esperaria que James Potter ficasse desconcertado com alguma pergunta. Principalmente uma pergunta relacionada a garotas. Geralmente sua reação seria sorrir daquela forma egocêntrica e orgulhosa e me chamar para sair. Era estranho e engraçado vê-lo assim, desconcertado.

Ele desviou os olhos dos meus, passando-os pelo pergaminho, fixando-os em certo ponto.

- Qual foi o cheiro que você sentiu na sala de poções? – e os levantou, olhando para mim.

Levantei a sobrancelha, desconfiada.

- Por quê?

- É uma das perguntas que temos que responder pro relatório – ele deu de ombros, olhando para o pergaminho ao lado do livro.

- Ah, ok.

- Então?

- Então o quê Potter? – folhei o livro, tentando não olhar diretamente para ele.

- Qual o cheiro que você sente quando está prestes a tomar uma poção do amor Evans? – ele leu divertidamente a pergunta que estava escrita no pergaminho.

- Eu nunca estive prestes a tomar uma poção do amor, portanto eu não posso saber qual o cheiro que eu sentiria – continuei a folhear o livro, sentindo minha bochechas esquentarem novamente. – Você é que deveria responder primeiro – completei, olhando diretamente para ele, sorrindo levemente, sem querer.

- Foi no suco do Sirius, Evans. Não no meu. No dele – ele olhou em direção à janela. Lá fora o sol começava a se por, os raios laranja tingindo o horizonte junto com o azul turquesa. – E você não pode dizer que nunca chegou perto de uma poção do amor. Na aula passada havia um caldeirão cheio dela bem do seu lado. – ele voltou seus olhos para mim, sorrindo de uma maneira incrivelmente irritante e vitoriosa.

Pelas barbas de Merlin, onde eu estava com a cabeça quando aceitei aquele acordo?!

- Bom... eu... – suspirei, resignada. – Bem, ele não estava exatamente do meu lado.

- Se você não responder nós não vamos acabar o trabalho. – Potter continuava a sorrir. Eu juro, algum dia ele vai ter um atrofiamento nos maxilares por sorrir tanto. E será muito bem feito.

- E por que você não responde primeiro Potter? – coloquei o queixo na palma da mão, o cotovelo apoiado na mesa de madeira, sorrindo levemente.

- Por que eu perguntei primeiro. – ele cruzou os braços por trás da nuca.

Revirei os olhos.

- Essa lógica não é valida.

- Claro que é. Quem pergunta primeiro, responde por ultimo – me olhou nos olhos. – Só se você estiver com medo da resposta Evans... – e sorriu.

- Eu não estou com medo Potter – tentei colocar um tom de indiferença na voz. – Eu apenas não me lembro direito do cheiro... Só isso.

Mentira. Pura mentira deslavada. Ah, Merlin. Eu estava sentindo o bendito cheiro naquele exato momento!

Ele sorriu para mim, mas seus olhos se voltaram para a janela. Lá fora o sol quase se fora, uma imponente lua cheia aparecia por entre as nuvens.

- Parece que você ganhou dessa vez Evans – falou, apanhando o pergaminho e começando a passar à limpo o que eu havia lhe dito sobre a poção. - Mas só dessa vez Lily. – ele levantou os olhos e piscou divertidamente para mim

- Eu não preciso da sua permissão para ganhar Potter – sorri ironicamente para ele.

- Eu sei que não Evans – ele olhou diretamente para mim por algum tempo, antes de voltar sua atenção para o pedaço de pergaminho.

Ficamos calados por algum tempo, o único barulho que se ouvia era o leve atrito da pena passando pelo pergaminho e inconscientemente acabei me perdendo em pensamentos - de novo -, enquanto o observava passar a limpo as anotações.

- E por que você vai sair antes de nós terminarmos o trabalho? – de repente me vi perguntando em um estranho tom meio chateado. Potter me olhou com curiosidade. Ele provavelmente estava pensando que sou maluca. Bem, isso não é novidade nenhuma. – Não que eu esteja reclamando nem nada... é só que o trabalho é em dupla não é? – tentei em vão passar certo desinteresse na voz, mas tenho certeza que pouco consegui.

- Nós podemos continuar outro dia se você quiser – ele sorriu marotamente, dando de ombros.

Balancei a cabeça negativamente e levantei da cadeira, arrumando os livros que estavam espalhados pela mesa. Aquela tarde já foi provação demais por uma vida toda.

– Eu termino o trabalho sozinha – e levantei a pilha de livros, meio desajeitadamente confesso, andando em direção à estante que estava próxima a minha mesa. Na verdade, não havia mais nada para terminar, mas eu tinha que implicar com alguma coisa. Força do hábito.

- Eu não vou me encontrar com garota nenhuma Evans – ele respondeu, como se por alguma mensagem criptografada eu estivesse perguntando sobre a vida amorosa dele.

Quem James Potter pensa que é? Como se eu estivesse preocupada com o que ele faz ou deixa de fazer, oras. Não me passa nem uma sombra de preocupação em relação a isso. Na verdade eu estava mais preocupada com a alta pilha de livros que estava tentando manter equilibrada em meus braços, enquanto tirava cada um e os colocava em seus respectivos lugares nas estantes. E nessa hora você se pergunta: mas porque não devolver os livros magicamente evitando todo esse marabalismo desnecessário? A resposta é simples: Eu não bato bem da cabeça. Simplesmente isso.

- Eu não disse nada Potter – tenho certeza que minha voz teria soado o mais indiferente possível, não fosse o fato de que eu estava tentando equilibrar minha pequena Torre de Pisa.

- Você está com ciúmes? – Potter falou, com um irritante tom divertido na voz, enquanto retirava alguns livros da minha torre e os colocava em seus lugares.

Tentei me concentrar ao máximo em colocar os livros de volta à prateleira.

- Só em seus sonhos Potter.

Ele sorriu levemente, mas não retrucou.

- Passei tudo à limpo – se espreguiçou, depois que terminamos de guardar os livros. – Só falta você colocar o negocio do cheiro da poção. – e piscou divertidamente para mim.

Sorri ironicamente para ele, colocando as mãos na cintura.

- Ok – notei que ele me olhava atentamente. Minhas bochechas logo ficaram vermelhas. – Potter você não tem um encontro pra ir?

Potter sorriu, maneando a cabeça.

- Até mais Evans – ele se aproximou de mim, beijando-me na bochecha e dando as costas antes mesmo que eu conseguisse formular uma resposta. Em segundos ele desapareceu pelas estantes de livros, me deixando ali entre um meio estado de surpresa e irritação extrema.

- Acho que a poção do amor acabou indo parar no meu suco – sentei na mesa, enquanto sussurava para mim mesma. Apoiei o queixo na palma de mão, desviei meus olhos do pergaminho sem nem ao menos ler uma palavra, guardando-o direto na minha mochila, tentando pensar em outra coisa que não no Potter e no seu cheiro de menta-com-um-leve-tom-amadeirado-arrogante-e-idiota.

Mas espera aí um pouquinho, presumindo-se que ele realmente tenha sido sincero (será?) , que ele não foi se encontrar com nenhuma integrante do fã clube eu-amo-os-Marotos-para-sempre (acredite, existe), o que James Potter foi fazer?

Oh, lá vem a minha curiosidade inconveniente de novo.


N/A : Olá!

E aqui estou eu de novo, e dessa vez em menos de um mês! Olha só como estou realmente me policiando pra não deixar ninguém de mau humor por causa das minhas demoras. Mas a verdade é que eu fiquei um pouco tristinha com o capitulo 3. Porque quase ninguém deixou review. Poxa vida pessoal, eu sei que a vida é atribulada, são muitos problemas e coisas na cabeça, mas será que não dava pra fazer essa boa ação? Vocês não tem ideia de como uma review pode ajudar. Nem que seja pra fazer críticas construtivas. Porque sabe, eu sei que no fundo, no fundo existem mais de quatro pessoas que me aguentam. Eu sei disso. Então será que não dava pra ajudar essa autora aqui?

Bom, acho que é isso. Espero realmente que vocês tenham gostado desse capitulo. Ah! E MUITO obrigada as meninas que me deixaram reviews. Vocês não sabem como são importantes pra que eu continue a escrever isso aqui. Muito obrigada mesmo!

E tenho um comunicado. Só posto o próximo capitulo quando tiver 10 reviews completinhas. É isso aí.

Um grande beijo,

Pati Evans.