Não era tão fácil concentrar-se no livro, uma vez que quase conseguia sentir o gosto da pequena ferida que Granger fez no lábio inferior, quando puxou a pelinha ressecada com os dentes uniformes. E no momento não conseguia desviar atenção, nem da mania involuntária dela, nem do gosto que ardia pra sentir. Gostara do beijo e gostara muito mais do que imaginaria em sua existência. Granger era quente e isso o fazia perguntar-se quão louca ela realmente estava. Ou quão confusa apenas. E der repente se viu querendo dissolve-la dessa confusão. E experimentá-la de novo. Desejava muito.

Mas não queria forçar as coisas. Sabia que agora não era o momento de tentá-la de novo. A razão de Hermione se restabelecia com paciência e precipitar-se a faria sentir-se culpada, e arredia. Mas essa ciência não minimizava o calor morno que corria pelas veias masculinas. A luxúria que torturava seu corpo e mais precisamente uma parte dele. Dolorido ao visualizá-la discretamente, sentada distraidamente a sua frente.

Espreguiçou-se alto, num gesto exagerado e desviou a atenção dela para ele, como queria.

- Vamos para outro lugar? Aqui está chato. – Ela apenas fechou o livro e concordou. Parecia ansiosa que faria algo diferente e Draco se interessou pelo que talvez ela estivesse imaginando que eles fariam. – Onde quer ir? – Ela continuou ansiosa.

- Onde quiser. – Respondeu tão simples que ele começou a duvidar que ela realmente estivesse receptiva para fazer o que ele quisesse. Isso não parecia certo. Não vindo dela.

- Vamos onde Você quiser Granger, Você escolhe. – Intimou e viu quando o semblante dela mudou drasticamente para um quase desespero. Ela apenas balançou a cabeça negativamente e olhou para o chão, depois para os pés e Draco ficou perplexo como ela parecia definhar ante ele, balançando o corpo e se encolhendo na cadeira.

Draco a segurou pelo braço com mais força que o necessário para prender o fiapo de atenção que ela ainda tinha. Tinha que saber o que tinha feito para que acontecesse tal mudança repentina.

- Por que não quer escolher Granger? Por que uma simples escolha de lugar é tão difícil pra você? – Sussurrava num tom repreensivo como um pai ralhando com seu filho arteiro no meio de uma festa familiar. Os olhos castanhos clarearam alguns tons pelas lagrimas que formavam e Draco cerrou os dentes, puxando-a e abraçando num ato beirando o desespero.

Hermione encolheu-se no abraço e pareceu acalmar-se.

Sempre controlou tudo. Sempre fora ela quem decidira tudo no relacionamento, nas amizades, nas viagens com a família, e essa independência a cansava e assustava. E talvez tomara as decisões erradas para estar ali agora. Doía só de imaginar-se no controle. Não tinha mais o controle. Não sabia mais o que fazer e desde que Malfoy aparecera tudo ficou tão mais simples. Menos dolorido. E queria continuar assim. Ele era tão diferente.

Suspirou derrotado e irado por ter se metido nessa situação. Suas opções eram voltar para sua solitária atual vida ou continuar a atribulada e estranha relação com Granger. A primeira era tentadoramente atrativa, mais sabia que não conseguiria deitar em sua cama sem pensar nela. Não mais e isso era absolutamente odioso. Não tinha opção.

Sabia que não devia fazer. A ansiedade no estomago indicava que o que faria era imaturo, impensado e idiota, mas era isso ou ruminar a impotência que sentia diante da loucura dela. Loucura se cura com loucura. Não?

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- x -

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Afastou Granger de si, encarando-a friamente e puxou-a pela mão para os fundos empoeirados da biblioteca. Se ela queria que ele indicasse o caminho, ele faria. O caminho dele.

Ela seguiu em silencio, quase correndo para acompanhá-lo e se deu conta da situação quando Draco a colocou sobre uma mesa e se posicionou entre as pernas dela. A respiração agitou-se e um medo extremo tomou sua mente. Inalava e soltava o ar pela boca, mal dando tempo para o oxigênio tornar-se gás carbônico e o efeito inverso. Talvez sufocasse apenas por tentar.

Draco sentiu um gosto amargo que beirava o arrependimento ao ver o medo explicito nos olhos castanhos e estreitou os seus. Ele poderia conviver com a tolice de ter errado, mas não de não ter tentado. E talvez ela gostasse.

Lambeu os lábios avermelhados com ganância e introduziu sua língua sem permissão e sem muita resistência. Ela queria e o sutil gemido que escapou do beijo, provava isso. Draco a estreitou contra si, esfregando-se contra ela e jurando que podia sentir o calor e a umidade da castanha. A boca cada vez mais exigente explorava cada canto desconhecido por ela. E excitava. A excitava de um jeito que se conseguisse pensar, não se reconheceria.

A renda fina da calcinha contra o membro duro coberto pela calça social era uma barreira quase invisível diante das sensações que ele provocava nela. Sentia-se nua e com medo. E a cada vez que ela abria os olhos para olhar ao redor ele intensificava as estocadas limitadas, fazendo arquear e gemer dentro de sua boca.

Ficara insano pelos sons vindo dela. Sussurrados.

Desceu uma trilha de beijos quentes pela orelha e pescoço, a língua desenhando movimentos circulares que Draco gostaria de estar fazendo em outra parte dela. E faria logo mais. Intensamente. Queria o gosto dela em cada centímetro que conseguisse chupar. Sentiu como ela se apertava contra ele, agarrando-o pela nuca e afundando os dedos nos cabelos loiros.

Sabia o que ela queria, e um mínimo sorriso curvou os lábios de Draco quando a sentiu estremecer-se.

Ambas mãos pálidas e macias deslizaram por cima da camisa branca da escola e acariciaram os seios da garota. Lento. Forte e extasiante. Hermione deixou um gemido mais alto escapar de sua boca quando sua cabeça inclinou-se para trás. Suplicou mentalmente que ele invadisse sua blusa e consumisse sua alma, porque nesse momento o necessitava mais do que nunca tinha necessitado nada. Mais que qualquer outra coisa no mundo, por que era diferente. Único. Intenso. E esse desejo a perturbava tanto quanto a excitava, e por um momento esqueceu-se de tudo. Desejava a Draco Malfoy mais do que podia recordar ter desejado a seu noivo.

E então ele voltou.

Único, intenso, igual. O medo a invadiu. A surpresa. A fúria. Uma fúria dirigida para si mesma e para ele.

Hermione reuniu toda a sua debilitada força para afastar-se dele. Os braços frágeis estendidos entre eles o obrigou a manter a distancia.

- Isto não deveria acontecer. – Ofegava e negava com a cabeça sem olhá-lo. Desceu da mesa e deu um passo para trás. — Eu não posso. Por favor, você não entende. Não entende Malfoy.

O rosto vermelho, os lábios inchados, o semblante envergonhado. Tudo conspirava para que Draco não a deixasse. A olhou durante um bom momento. Podia possuí-la com facilidade. Podia tocá-la, abraçá-la, aliviar parte da dor que via em seus olhos. E queria fazê-lo. Necessitava-o.

Podia ver a culpa que a invadia. A confusão. E sentiu ódio.

Ódio por aquele filho da puta não ter sido enterrado direito. Pelo menos não dentro dela.

Wesley o enojou tanto em vida que nunca imaginou que faria isso em morte também, e muito menos lhe causaria inveja. Inveja por que era a ele quem ela queria. Mas era Draco quem estava vivo e faminto dela.

- Verei você amanhã na aula. — disse inexpressivo e sério, sentenciando o encontro, antes de se virar e sair da biblioteca.

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Sorriu sem vontade. Não que estivesse feliz, mas sorrir demonstrava que estava satisfeita. Satisfeita por ver os alunos na direção contraria a que rumava, e logo a escola estaria praticamente vazia; uma vez que quadribol ainda era o esporte oficial. E uma certa pessoa que não queria ver, gostava de quadribol.

Quatro bolas. Quatro bolas que sempre ignorou a deixavam satisfeita agora e tentou lembrar-se delas.

Uma goles, um pomo e dois balaços. Rony sabia de cor e isso foi motivo de varias discussões entre eles. "Quadribol Hermione é igual a quatro bolas dããã." Rony às vezes era tão imaturo. Poderia muito bem ser uma bola e quatro jogadores. Nunca mais discutiria quadribol e um sorriso se formou tão rápido quanto murchou. Malfoy não deveria estar sozinho no corredor da Grifinória para discutir quadribol e muito menos por coincidência. Os passos vacilaram. Talvez passasse por ele ilesa.

- Vamos. – Enfatizou antes que ela passasse.

- Eu não vou sair Malfoy. – Convicção. Draco levantou uma sobrancelha. Desafio.

- Na verdade querida HERMIONE, não foi um convite. Você vai, querendo ou não. - Apenas vim lhe buscar. – Sustentou de volta o olhar desafiante. Confiante.

A castanha perdeu as reações por instantes. Confusão e Draco podia jurar que divertimento podia ser lido nos olhos amendoados. Talvez o desafio fizesse bem para ela. Ele estava em casa.

- Onde? – Falou após uns minutos e um mínimo sorriso desenhara-se em seu rosto.

- Você vai ver. – Segurou a mão feminina, dessa vez com suavidade. Não precisava puxá-la. Não agora. E o contato o deixou estranho por um momento.

Estava mesmo de mãos dadas com uma sangue ruim, em pleno corredor da escola? Realmente a convivência com a loucura dela o estava afetando. Não soltou. Não tinha muitas chances de serem vistos e também que Hogwarts se fodesse.

Caminharam para fora do castelo e depois das estufas, deixaram seu jardim particular e Hermione puxou sua mão da dele.

- Não Malfoy. – Draco segurou novamente a mão dela e a puxou sem dizer nada. Estava com raiva e ela podia sentir, mas não queria ir. Por que ele tinha que fazer isso?

Pararam próximos do lago, sob uma arvore quase sem neve. Hermione estava parada e com os olhos arregalados. Olhava para o pano estendido, para cesta de palha e para o lago com alguns pedaços de gelo rachado em alguns pontos. Fez o percurso inverso e dele para Draco que olhava para ela.

- Por que? – A voz saiu fraca.

- Por que sim. – Ele sentou-se e escorou na arvore antes de continuar. Levantou a cabeça e mirou os olhos dela. – Fugir não vai resolver, agora senta.

Hermione sentou-se sobre as pernas cruzadas e cruzou os braços birrenta.

- Isso é doloroso Malfoy. Você não pode entender? – O encarou e irritou-se por ele parecer desfrutar do local. Ele abriu os olhos, mas não desfez a face de prazer.

- Muitas coisas são dolorosas Granger. Viver é doloroso e nem por isso deixamos de levantar todos os dias. Aprenda a superar. – Ela continuava emburrada e Draco tirou uma garrafa da cesta. – Por exemplo. Você já fez um 'pic-nic' alguma vez não fez? Não fez Granger? – Rolou os olhos e olhou para ele entediada. Draco sorriu. – Mas aposto que no seu 'pic-nic' não tinha cerveja amanteigada. – Abriu a garrafa e saboreou um longo gole.

- Malfoy, você trouxe cerveja para um pic-nic? É de tarde ainda. – Balançou a cabeça o reprovando e ele fez uma ligeira careta.

- Você é patética Granger. – Ela o encarou indignada e tomou a garrafa da mão dele, virando a outra metade da garrafa de uma vez e lambendo os lábios úmidos em seguida.

- Você é patético Malfoy. – Ele gargalhou. Era uma coisa tão rara de se ver que a castanha riu junto. E dividiram algumas outras garrafas e de repente o lago congelado não era mais um problema.

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(...)

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- Granger você não pode estar bêbada. – Draco riu quando ela se sentou emburrada por sentir-se tonta.

- Olha quantas garrafas nós bebemos. Uma, duas... Oito, Malfoy. – Olhava espantada para os engradados.

- Isso significa que você tomou só quatro. Você definitivamente não sabe beber. – Ela mostrou a língua e olhou ele se levantar. – Vem que te ajudo. – Estendeu a mão e ela pegou, pondo-se de pé mais estável. Andou uns passos.

- Pronto, não estou bêbada. – Draco realmente achou que ela não estava bêbada, só um pouquinho alterada.

- É não está e por isso eu acho que mereço uma recompensa. – A encarou divertido e ela arqueou uma sobrancelha. Agia tão espontaneamente que ele pensou que nunca a vira tão sã. Tão interessante. – Eu cuidei de você e ainda vou ter que limpar tudo. – Ela estreitou os olhos e ele a questionou com os olhos. Ela parecia ponderar e involuntariamente mordeu o lábio inferior.

- E qual seria? – Já mostrava-se apreensiva, mas não o suficiente para ele parar.

- Um beijo. Eu mereço. – Sorriu convencido e ela mordeu com mais força.

Ela não negou. E como também não aceitou, Draco segurou a cintura fina dela sem muita força e a puxou para perto, subindo uma das mãos pelas costas em direção a nuca. Viu quando ela se arrepiou e colou os corpos.

O cérebro de Hermione trabalhava tão furiosamente que o arrepio na espinha e o nó na garganta foram sentidos com mais intensidade e ela não conseguiu segurar os olhos abertos quando sentiu a língua úmida e quente do loiro, separando espaço entre seus lábios. Intenso.

O álcool que ingerira não lhe fizera muito bem. Não estava calor perto do lago congelado e se tivesse consciência agradeceria por não estar sobre ele, pois a fome com que Draco abusava da sua recompensa a deixava pegando fogo e suas pernas estavam tão gelatinosas, que agradeceu a arvore em que era indecentemente apoiada. E não fazia muito tempo que suas bocas se colaram pra explicar toda a confusão de sensações. Resfolegou e ele afastou ainda com os olhos fechados, respirando pela boca afoito. E quando abriu os olhos para encará-lo ele não estava mais longe que um centímetro e a respiração ofegante aquecia seu pescoço suado e tentou encontrar razão quando a língua do loiro explorava seu pescoço.

- Malfoy. – Não tinha forças para empurrá-lo. – Draco. – Sentiu um fisgo na nuca e a claridade restante do dia, incomodou as pálpebras fechadas, uma vez que sua cabeça estava lançada para traz e seu pescoço a mercê dos lábios inquietos do loiro. Tentou de novo. – Draa ...co por favor. – Um sussurro seria mais alto, mas ele se afastou o suficiente para olhá-la nos olhos.

- Eu não vou parar Hermione. – E a encarava totalmente inexpressivo enquanto a mão que não segurava sua nuca, desabotoava sua camisa amassada. As pernas musculosas entre as pernas delas e o olhar penetrante a fuzilando.

Hermione estava apreensiva, mas não conseguia responder. Olhou para os dedos longos trabalhando com agilidade em sua camisa que estava a um botão de estar aberta, e olhou para ele de novo, demorando um instante mais longo nos lábios finos e avermelhados, antes de voltar para os olhos. Estavam levemente estreitos como se tudo fosse uma experiência. Ele analisava cada ação dela. Cada expressão. Cada aceitação. E ela queria poder negar e mandá-lo parar agora mesmo. E ia fazer se encontra-se sua voz.

Abriu os lábios decidida e mesmo sem voz, não conseguiu fechá-los com os dentes de Draco mordendo a parte inferior, com força. E os olhos delas se enrugaram na junção, indagadores. E parecia um desafio por que estava doendo e ela encarou zangada agora e ele divertiu-se. Passou a língua no pedaço que estava preso entre seus dentes brancos e ouviu uma reclamação. Estava doendo pra caralho. E ele soltou e sugou a parte inchada e ferida e tudo não passou de uma distração para ele. Para ela.

E antes que ela terminasse de lamber a mesma parte dos lábios e desviasse o olhar zangada, ela se viu abrindo-os e gemendo por eles. E a cabeça bateu levemente na arvore em que se apoiava e os olhos foram apertados. E ela poderia morrer de prazer com os dedos dele dentro do sexo dela.

E ele ainda analisava.

Não ia parar. Iria até o fim agora e deixaria pra arrepender-se depois, ou não. Não era um filho da puta romântico como Wesley deveria ter sido e nunca teria a chance de ser. Não com ela, nem se quisesse. Mas ela experimentaria o modo dele e isso ele provaria que era melhor.

- Oh Merlim. Malfoy. Nós... – Os dois dedos maiores penetravam em movimentos simulando o sexo, enquanto o polegar agia como o vilão do prazer. O que roubava sua razão. O que a fazia ofegar. O maldito dedo que a enlouquecia e não deixava sua liberação exalar. Choramingou de novo algo como 'alguém ira nos ver' e não viu o sorriso maldoso que se formou nos lábios dele.

Sentiu os dedos a deixando, deslizando encharcado por sobre o clitóris, os pêlos cerrados, pélvis e um espasmo de solidão e quase arrependimento invadiu-a. Era melhor terem prudência e se amenos ela tivesse gozado não estaria com os olhos quase vertendo água.

Não queria aquilo, não daquele jeito talvez. Não, não que não quisesse. Sentiu-se tão bem, tão quente, tão intensa como há tempos não sentia. Aliás, não se lembrava de ter sentido assim alguma vez. O perigo, a excitação era incrivelmente erótica e ela nunca se sentira erótica antes. Poderia pedir que continuassem, mas agora não teria mais clima e isso era o ápice da imprudência e sim, ela era prudente. E sua prudência distorcida a fez focar-se nas palavras dele em seu ouvido, mesmo que não quisesse ouvir; pois se ele a magoasse de alguma maneira ela desmoronaria depois de tanto erotismo.

- Agora é tarde Hermione. Tarde pra arrepender-se. – E ela contraiu o lado que ele depositou um beijo úmido e gelado, e compreendeu o que ouviu quando seu sexo foi estirado pelo membro grosso que forçava passagem.

- Oh! Merlin. – As palavras e o grito mais alto foram contidos pela boca exigente dele e suas pernas foram encaixadas ao redor dele e Malfoy enfiou tudo sem cerimônia e delicadeza.

E ele esperou o tempo em que ela demorou para encará-lo, e ele se moveu profundo vendo os olhos castanhos brilharem de luxuria.

- Não podemos ficar aqui. – Disse serio e ofegante com os lábios roçando nos dela. – Então você escolhe. – Não, não, não. Ela não queria escolher nada e ofegou com outra mínima estocada. Quase não se movia, apenas se afundava mais dentro dela e a torturaria até ela responder. – Nós podemos parar ou ir pra outro lugar. – Draco gemeu e apertou as coxas onde a sustentava, levantando-a e pressionando-a mais contra a arvore. Os dois tremiam de excitação e frustração.

Embora a capa do loiro os cobrissem, ele queria explorá-la de outras maneiras. – Decide logo Hermione que não sou de ferro. – Retirou o membro quase por completo e estocou com força, fazendo a garota gritar alto e ele olhou em volta e riu. Seriam pegos se continuassem.

Continua...


N/A - Obrigada a todos que deixaram reviews ou que favoritaram, vlw mesmo. Amooo.

No decorrer da fic descobri que ela não combinava com NC, mas esse era um quesito obrigatório no Amigo Secreto. Então tá aí. BJUX e até o next.