Povo do meu coração! NÃO, eu não parei de escrever essa fic, é só que eu fiquei meio sem tempo essa semana por causa de uns trabalhos aí... -.-'
Mas já está tudo certo (não), e vou tentar postar com mais frequência.
Aproveitem o capítulo! ;)

3. Atrito

Edward's PoV

Ao chegar na biblioteca, a primeira coisa que eu vi foi... adivinhem? Um livro.

— O Morro dos Ventos Uivantes... – murmurei, pegando o livro de cima do balcão.

Puxei o livro e virei-o para ler.

— Este romance é talvez a mais bela, enigmática e mais violenta história de amor da literatura. – sim, claro. Isso sempre está escrito atrás de todos os livros. Nele predomina a paisagem tempestuosa como um eco das emoções turbulentas que dominam os personagens. Além do romance, o volume apresenta poemas de Emily Brontë, recortes críticos da obra desde que apareceu publicada, resumo cronológico, notícias biográficas entre outros, peças que contextualizam a obra e enriquecem a leitura. – murmurei, lendo a contracapa.

Suspirei.

— Parece interessante, não? – comentei comigo mesmo.

— É um ótimo livro. – comentou uma senhora ao meu lado.

— Não sou muito fã de histórias de amor, mas parece bom. – murmurei.

— Ah, mas não é uma história de amor. – ela retrucou. Olhei-a, confuso. – É, com certeza, uma história sobre ódio.

— Eu acho que vou lê-lo. – sorri.

A mulher fez a marca da minha retirada do livro e marcou a devolução para dali a dez dias. Como se eu fosse levar dez dias para ler aquele livro!

Sentei-me numa mesa vazia e comecei a ler. O livro começou de um jeito estranho, mas aos poucos as coisas vão se ajeitando. Ao terminar o terceiro capítulo, percebi que aquele livro simplesmente já havia me prendido. Agora, eu teria que lê-lo até o final – mas em casa, por que as menininhas passando e dando risinhos já estavam sinceramente me irritando.

Segui no meu carro para casa e fiquei enrolando na cama, antes de abrir o livro. E então me lembrei de Bella. Ela estava tão decepcionada, nervosa... E parte disso era culpa minha.

Ok, grande parte disso era totalmente minha culpa. Peguei o telefone e disquei o número. Quantas vezes eu já não havia ligado e esperado ela atender para desligar, rindo?

Vezes suficientes para decorar seu número.

Alô? – atendeu Charlie.

— Olá, Chefe Swan. Posso falar com a Bella?

Seja simpático, ele te odeia – repeti para mim mesmo.

Edward?

Não, o Papai Noel.

— Sim, senhor. – respondi, forçando um sorriso.

Espere um momento.

Ouvi-o gritar o nome dela, e logo ouvi sua voz confusa. Será que era tão incomum assim alguém ligar para ela?

Alô?

— Bella?

Não, a Mulher Maravilha. – ela ironizou. – O que você quer, Edward?

— Bem... – comecei. Ela bufou.

Valia mesmo a pena pedir desculpas? Ela não ia me tratar idiotamente do mesmo modo? Há, há. Estamos falando de Isabella Swan. É claro que não ia fazer diferença se eu rastejasse e implorasse perdão.

— Nós precisamos decidir o tema para o trabalho. – falei seriamente, desistindo completamente da ideia anterior de me desculpar.

Você descobriu isso sozinho? – ela perguntou, a voz aguda de falsa felicidade.

— Eu não sei você, mas eu pretendo fazer esse trabalho. – grunhi, nervoso demais até mesmo para provocá-la.

Afinal, qual é o problema com essa garota?

Todas as garotas se matariam para passar dois segundos comigo e ela simplesmente fugia de mim. Meu Deus do céu, eu estou ligando para ela, e ela me trata como se nem me conhecesse.

Tudo bem que a parte que ela conhece sobre mim não é das melhores, mas mesmo assim...

A-ah. E-eu sei. – ela gaguejou. Fui tão mal educado assim? – É claro. Você pensou em algo?

— A Srta. Hathaway deixou bem claro que o tema era nossa escolha, certo? – confirmei.

Na verdade, eu estava com medo. Ela iria rir de mim por querer fazer o trabalho sobre um livro de romance. Mas é só que aquele livro tinha algo de especial, e eu tenho certeza que ia ser interessante.

Por favor, me diga que você não quer dar uma palestra sobre educação sexual. – ela gemeu, parecendo realmente preocupada com a possibilidade.

— Isabella... – pedi. – Dê-me algum crédito, está bem?

Hmm... Por que eu deveria? – ela rebateu.

— Eu não vou te decepcionar. – garanti.

Há, há. E eu sou o Bozo. - ela bufou. – Edward, você não dá a mínima para a minha aprovação no ensino médio. Por que se importaria?

— Eu não estou fazendo isso por você, senhorita Eu-Sou-O-Centro-Do-Universo. – reclamei. – É a minha aprovação também, não se esqueça.

Se você não for aprovado, aposto que seu pai pode muito bem fazer uma doação para as crianças carentes do orfanato da Srta. Hathaway.

Como uma pessoa consegue me deixar tão furioso com uma fala só?

— Olha aqui, garota. Para a sua informação, se eu não for aprovado é por culpa sua, então a doação vai para o cemitério municipal. E, além disso, você acha que meu pai é o quê? Um anjo da guarda que banca minhas coisas? Fique sabendo que tudo o que eu tenho eu conquistei sozinho! Eu trabalhei por anos para conseguir comprar esse maldito carro aqui, e não vou deixar qualquer um insinuar que é meu pai que me protege! – gritei tudo num fôlego só.

Silêncio.

Tu, tu, tu, tu...

— Maldita. – grunhi para o telefone desligado, sentindo a raiva realmente me dominar.

Quem essa garota pensa que é, para me julgar assim sem nem me conhecer? Azar o dela, por que eu vou fazer essa porcaria de trabalho – com ela ou não.

Bella's PoV

—... e eu disse que ele era um filhinho de papai, metido e desleixado. – concluí.

Você. Está. ENCRENCADA! – Alice grunhiu no telefone quando que terminei de contar a minha conversa produtiva com Edward.

— Bem, contando com o fato de ele ter me esculachado depois disso, dizendo que conseguiu tudo sozinha e um enorme bla bla bla que eu não ouvi por que desliguei na cara dele; acho que já tinha a minha dose de repreensão.

VOCÊ DESLIGOU NA CARA DELE?? – ela gritou.

— Ah, qual é! Ele é um idiota! É seu irmão, mas é um idiota! – reclamei. – Ele não tem direito de falar daquele jeito comigo!

E você tem direito de falar assim com ele? – desafiou ela.

Fiquei quieta. Ok, então eu fui dura demais? Ótimo. Quem sabe assim ele desiste e diz para a diretora que não vai fazer o maldito trabalho e me deixa fazer sozinha.

Bella... – ela começou. – Dê uma chance a ele, ok?

Pra quê, Alice?! Pra perder meu tempo e me decepcionar? Me desculpe, mas não.

Ele já te decepcionou alguma vez? – ela insistiu.

— Claro que-

E então eu parei. Tudo bem, analisando pelo lado crítico e sério da situação, ele nunca havia me decepcionado. Quer dizer, haviam as nossas brigas e provocações, mas, em parte, era apenas diversão. Afinal, se eu não o provocasse sempre, ele seria apenas o cara bonito e metido da escola.

E, droga, Alice estava certa. Ele nunca havia me decepcionado. Mesmo nas nossas discussões mais feias, ele nunca chegou a me ofender realmente, do modo que eu fiz com ele.

Mas, ah! Qual é! Eu estava em choque! Edward Cullen me ligando para falar de um trabalho? Não que ele ligasse para falar outra coisa, mas vocês entenderam.

E Alice sabia disso. Sabia que, na verdade, eu realmente estava o julgando e descontando a raiva. Urgh, garota estranha que me viu uma vez e já me conhece por inteiro! Maldito livro aberto chamado Bella.

— Bem... – enrolei, sem responder a pergunta.

Alice riu do outro lado da linha – um riso curto e vitorioso.

Dê um tempo, ok? Você precisa dele, vocês não podem ficar assim, como se odiassem um ao outro. – Alice insistiu.

— Mas nós nos odiamos! – rebati.

Não. Você odeia Edward. Ele não te odeia. – ela disse, rindo baixo.

— Ah, tá. Então ele fez tudo isso pra quê? Ele acha bonito, não é? Então ok, mas mesmo assim ele ainda é um idiota segundo a minha definição.

Ele quer chamar sua atenção, boba!

Eu comecei a rir.

— Por favor, não me venha com toda aquela coisa de que ele só me aborrece para chamar a atenção. Vamos combinar que Edward tem toda a atenção do mundo. O respeito e admiração ­– fiz uma careta de nojo – dos professores, a inveja dos nerds e a paixonite de todas as líderes-de-torcida.

Menos a sua. – disse Alice, num tom cansado.

— Mas, hein? – resfoleguei, logo começando a rir. – Urgh, Alice, que ideia louca é essa?

Tudo bem, então. Repare no jeito que ele te olha. – disse ela, com a voz maliciosa.

— Tchau, Alice. – resmunguei.

Tchazinho, Bella! – disse ela, alegre. – Ok, não desligue. Queridinha. – Queridinha? – Você vai ver, Edward é um bom rapaz.

— Rá. – bufei. – Veremos.

Com "veremos" você quer dizer que...?

— Que... tudo bem, eu vou tentar. – suspirei, desistindo de ir contra ela.

Fico feliz com a sua decisão. Mas... Bella... Você precisa pedir desculpas para ele.

Eu travei. Com ela falando, parecia tudo muito simples: Ligar e dizer "ah, oi, Edward, querido. Me desculpe por ter falado daquele jeito com você, eu sinto muito mesmo. Se cuide!"

— Alice... – tentei protestar.

Nem vem! Você deve isso a ele. – ela disse, meio mandando e meio rindo.

— Falo com ele na escola. – tentei me safar, adiando.

Fale agora! – ela sugeriu.

— Pode deixar que eu falo com ele depois. – falei, num tom falsamente alegre.

Bella... – ela repreendeu. – Se você está pensando em deixar de se desculpar, pode ter certeza que...

— Ok, ok. – murmurei. – Eu vou falar com ele. Mas amanhã.

Tudo bem. – concordou ela, dando a última palavra.

Revirei os olhos.

— Como conseguiu meu telefone? – perguntei, atinando de repente.

Com Edward. – ela disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Claro, claro. Seria normal se ao menos alguma vez na minha vida eu tivesse falado com Edward civilizadamente.

— Por que Edward tem o meu telefone? – pensei alto.

Eu posso pensar num motivo... – Alice sussurrou, rindo.

— Lá vem você... – reclamei.

Eu falo sério, Bella. Ele realmente gosta de você. Você devia dar uma chance a ele... Seríamos cunhadas!!!

Eu respirei fundo duas vezes, não querendo tratá-la mal.

— Até amanhã, Alice. – disse eu, num tom ameno.

Ela entendeu que eu estava nervosa.

Oh, tudo bem. Até, Bella.

Eu suspirei.

Mas pense no que eu disse sobre vocês dois! – gritou ela, rindo e falando quase rápido demais para que eu entendesse.

Desliguei o telefone antes que pudesse ofender mais alguém.

(Narrado em 3ª pessoa)

Longe dali, a baixinha pulava de alegria.

— A semente está plantada! – declarou ela, suspirando de pura felicidade. – Agora só preciso convencer Edward de que isso é verdade.

Ela gritou para o irmão, correndo para o quarto que seguramente estaria trancado – como em todas as vezes que ele ficava bravo ou chateado.

No caso, Alice sabia muito bem que era a segunda opção.

Edward's PoV

Besta.

Burro.

Idiota.

Imbecil.

Como, por um segundo eu pude pensar que algo mudaria com esse maldito trabalho?.

Lesado.

Mongol.

Sem noção.

— EEEEEEEEEEEEEDWARD!!! – gritou Alice novamente, batendo na porta com força.

— Não tem ninguém. – murmurei, sabendo que ela nem ouviria, mas eu não me importava.

— Se você não abrir essa porta agora, eu vou...

Não deixei que ela terminasse a ameaça. Podia visualizar perfeitamente o que ela capaz de fazer, e, acredite, não era boa coisa. Desse modo, levantei-me num salto e destranquei a porta, só para depois me jogar na cama de novo e ficar encarando o teto do quarto.

— Edward, sabia que é terrivelmente gay entrar em depressão? – disse ela, puxando meu braço na esperança que eu me levantasse.

— Hm. – murmurei, ainda sem olhar para ela.

— Edward, olhe para mim. – ela mandou.

Continuei encarando o teto.

— Será que eu vou ter que esbofetear essa sua carinha linda para você me olhar? – ela pensou alto.

Bufei e revirei os olhos, mas ainda evitei-a.

— Eu sei o que vai dizer, não sei por que está aqui. – reclamei.

— Ah é? O que eu vou dizer? – desafiou ela.

Virei o rosto e a encarei. Ela sorria, achando graça que eu já sabia suas motivações. Mas alguma coisa em seu sorriso fez parecer com que fosse justamente o contrário – como se ela estivesse lá para me animar, e não criticar.

— Sim. Você vai dizer que, como sempre, eu dei uma de idiota, e que a culpa é toda minha. Eu estraguei tudo, e por causa disso a sua nova amiguinha está triste. – revelei monotonamente, voltando meu olhar para o teto.

— Hmmmm... – murmurou ela, com um risinho. – Na verdade, ela não está triste.

— Nem isso eu consegui? – sussurrei, apenas mexendo os lábios.

— Edward, não dê uma de mártir. – ela reclamou.

— Alice, por favor. – pedi. – Quer parar de me encher? Hoje não, okay?

— Sabe de uma coisa? Eu acho que na verdade você está certo. – ela disse, a voz triste me assustando.

Olhei para ela imediatamente, me revirando na cama e dando tapinhas no colchão para que ela sentasse. Movendo-se devagar para uma hiperativa, ela se encostou na cabeceira da cama.

— Ela foi bem idiota dizendo aquilo tudo. – continuou Alice – Eu já disse que ela vai ter que pedir desculpas para você.

— Isso vai ser engraçado. – murmurei, um riso maldoso escapando de meus lábios.

— Não, por favor, leve isso a sério. – pediu Alice. – Acho que ela se arrependeu, dê uma chance a ela.

Acha? – levantei uma sobrancelha, desafiando-a.

— Bem, espere até amanhã. – ela sugeriu, se levantando. – Ela vai te pedir desculpas.

Mais parecia que Alice estava tentando convencer a si mesma. Eu ri, balançando a cabeça.

— Você não precisa fazer isso. – avisei.

— Fazer o quê? – disse ela, surpresa.

— Tentar fazer com que eu me entenda com ela. Esse trabalho vai sair manchado de sangue de qualquer forma. – brinquei.

Ela suspirou, parecendo aliviada.

— O que você está fazendo, Alice? – ordenei, entendendo a surpresa dela.

— Nada. – ela respondeu imediatamente, desviando o olhar.

— Alice. – grunhi.

— Nada, Edward. – ela repetiu, me olhando nos olhos.

Fiz uma careta hesitante para ela.

— Por favor... – comecei.

— Não estou fazendo nada, Edward!! – disse ela, parecendo ultrajada por eu estar desconfiando.

— Quer saber? Eu não me importo. – resmunguei. – Nem quero saber.

Alice mordeu o lábio para não rir.

— Okay, me conte agora, sua lenhadora de bonsai! – gritei, enquanto ela saia correndo e rindo do meu quarto. – Alice!!!!!

Mas era tarde, e ela já havia trancado a porta ao lado – seu refúgio, também chamado de quarto.

— Se você estiver aprontando, Alice, eu juro que vou...

— Não me ameace! – ela gritou. – É para o seu bem!

— Meu bem? – eu soltei uma gargalhada. – Ah, claro, como daquela vez que você me fez beijar Elle Greenway (n/a: Criminal Minds... huahauhauhauhau), por que ela era apaixonada por mim e ela me deu um fora na frente da escola inteira!

Alice riu.

— Dessa vez é diferente. Ela realmente gosta de você. – insistiu Alice.

— Então tem mesmo uma garota envolvida? – murmurei. – Coitada...

— É sério!

— Então me diga quem é, para que eu fique atento. – brinquei, tendo quase certeza que Alice não diria nada.

— É a Bella. – ela respondeu, falando rápido.

Imediatamente comecei a rir. A Bella gostando de mim? Há, há.

— Alice, que bobeira é essa? – reclamei.

— Repare no modo que ela olha para você. – Alice disse, a voz soando maliciosa demais para que eu desse algum crédito às suas palavras.

— Vamos fazer um trato: Você para de falar da Bella, e eu não vou te matar quando você sair desse quarto.

— Mas ela realmente gosta de você! – Alice gritou, com sua vozinha fina.

— Argh, Alice. Você está se drogando? Seu cérebro já deve estar afetado. – rebati, voltando para o meu quarto.

— Me diga uma última coisa, Edward! – pediu ela, entreabrindo a porta.

Eu parei e dei meia volta, esperando que ela falasse.

— O que você faria, se ela dissesse que é verdade? – confabulou a pequena.

— Hmm... Eu riria, e então diria que ela precisa formular melhor esses blefes ridículos. Por que se você acha que ela me dizendo algo vai mudar alguma coisa, pode esperar deitada. – reclamei. – Além do mais, eu sei que isso é mentira e...

— Está argumentando demais. – Alice me interrompeu impacientemente. – Está nervoso.

— Nervoso? – eu ri, balançando a cabeça. – Okay, estou suuuuper nervoso... Oooh... – brinquei, bagunçando os cabelos dela.

Ela se esquivou, séria.

— Você ficou desconfortável com o assunto e começou a fazer piada.

— Sério, Alice, de onde você tira essas coisas? – perguntei, revirando os olhos. – Por que você não usa toda essa sua análise comportamental para trabalhar na BAU¹? Você se daria bem lá, com toda essa sua inteligência e...

— Está tagarelando, Edward. Você está agitado. – disse ela, séria demais.

— Tchau, Alice. – murmurei, voltando ao quarto e fechando a porta.

Por que eu sabiaque ela havia exatamente cutucado a minha parte mais sensível. Assim como sabia que ela estava absurdamente certa – sobre tudo.

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¹ = Unidade de análise comportamental, sede em Quantico, Viginia (EUA). Mais uma referência à Criminal Minds, claro.

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Obrigada por lerem! Esse é o meu maior incentivo! *-*

Um beijo especial para:

Rafaella, Ingrid F. (é o que eu tento! *-*), Alline Viana, , Mimy Cullen (hauhaha, se eu tivesse o número do Edward, ligaria pra ele a cada cinco segundos *o*), Joyce Flexa, Giu, Luiiiza, bgsmeinterfona, Janaína, Maarii (sobre os outros personagens, na verdade eu ainda não decidi u.u'), Ise Cullen, Kah Reche (Obrigada pela apreciação! *-*), Tatianne Beward, Cecilia23, Bee Stream (veja nesse capítulo, então!), Thamy88, Dada Cullen, Perry le Boursier.

Amo vocês! *--*

Um beijo!

*Bree