Nos dias seguintes, Sakura percebeu que seus sentimentos com relação a Sasuke estavam se modificando. Não o via mais como um homem arrogante e insensível; conheceu o desejo dele, sentiu a atração que sentira por ela. Ele era um homem que também tinha amor para dar, e Sakura sabia que ele lutava para esconder isso.

Passavam o dia inteiro na praia, com Aya. Se Sasuke se incomodava de ficar com a esposa, o mesmo não acontecia com ela.

No quarto dia das férias, Sakura estava tomando café quando chegou uma carta de Hinata. Os olhos verdes se encheram de lágrimas e não conseguiu evitar que os soluços lhe sacudissem o corpo. Sasuke deixou o jornal de lado e olhou para ela

— Alguma coisa errada? — indicou a carta.

— Por que fez isso, Sasuke? — ela perguntou, sem dizer mais nada.

— O que foi que eu fiz?

— Esta carta é da Hinata.

— Ah... — Suspirou, entendendo o que ela queria dizer.

— Não consigo acreditar. Você comprou uma casa para eles!

— Não comprei uma casa para eles — corrigiu. — Seus amigos fazem questão de me pagar. Queria dá-la de presente, e Deus sabe que posso, mas Naruto nem quis ouvir falar disso. Nem se importou, quando eu disse que era um presente para o meu afilhado.

— Uma casa é um presente muito diferente. — Sakura sorriu. — Mesmo para alguém tão rico como você. Por que fez isso?

Sasuke pegou o jornal, dobrou-o e colocou-o sobre a mesa.

— São seus amigos — disse simplesmente.

— E... e isso implica na compra de uma casa?

— Claro. Você estava triste, preocupada com eles, principalmente agora, com o nascimento de Kenzou. Pensei que pudesse ajudá-los dando um presente, e como tenho dinheiro, não havia motivo para não fazer o que fiz.

— Mas o que você fez não é muito comum.

— Não dramatize. Fiz, simplesmente, o que podia fazer. Se prefere, encare a compra como uma transação comercial. — Seu olhar era distante.

— Onde você é o perdedor — Sakura disse, sorrindo. — Hinata escreveu que você não quis aceitar nenhum tipo de juros. Não me parece um bom investimento.

— Discordo. Você ficou feliz, não ficou?

— Muito.

— É o que importa — Sasuke disse, levantando-se.

— Por que se importa em me ver feliz? — Sakura perguntou, percebendo que ele queria fugir da conversa, — Não sabia que eu fazia parte de seus planos.

— Não vamos discutir.

— Você quer fugir? Não consigo ter uma conversa normal com você.

— Esta não é uma conversa normal; e, desde o erro que cometi ao tentar beijá-la, não teremos mais conversas normais. Foi um erro, acredite.

— Mas você não... não me beijou — disse, corando.

— Acho que você se lembra muito bem do que aconteceu.

— Você me tocou e acariciou! É pecado?

— Você me pergunta isso? — Balançou a cabeça. — Você é a mãe da minha sobrinha.

Sakura levantou-se, tensa.

— E se não fosse? O que aconteceria? Você continuaria a ter essa aversão por mim?

— Já que a situação não é essa, eu realmente não posso...

— Continuaria, sim! — ela concluiu, dando um suspiro.

— Não posso responder.

— Por quê? Tem medo? Não quer admitir que sentimos alguma coisa muito forte um pelo outro? Você não é um robô, não tente ser. Responda à minha pergunta!

— Não fale assim comigo.

— Responda, Sasuke!

— Você é igual a uma criança; não desiste do que quer. Se... — ele falava com cuidado — se não fosse a mãe de Aya, tenho que admitir que a acharia muito desejável. Mas você é a mãe e isso muda tudo.

Sasuke dirigiu-se para a porta.

— Onde você vai?

— Vou passar o dia fora. Tenho um compromisso.

— É mesmo?

— É. — Seus lábios estavam tensos. — Um compromisso de negócios.

— Tenha um bom dia, então — ela disse, provocando-o. — E... não trabalhe muito, viu?

— Não tenho mais tempo para discutir com você, Sakura. Conversaremos quando eu voltar.

— Vai ser difícil. Você sempre dá um jeito de fugir do assunto.

— Qualquer dia, você vai me mandar embora para sempre, Sakura. E, quando esse dia chegar, não sei que atitude vou tomar.

— Gostaria de saber.

A resposta dele foi sair batendo a porta.

Oh, Deus! Sakura olhou para o prato, quase intacto, e não teve a menor vontade de comer. Sempre que discutiam voltavam aos mesmos insultos.

Sakura estava muito ligada a ele; via-o como um homem atraente e um homem que era seu marido. Seus cabelos arrepiados, seus olhos negros que ficavam rubros quando tinha desejo ou raiva, seu nariz e sua boca de traços fortes, seu corpo alto e musculoso; tudo no Uchiha era atraente. Desde o primeiro momento em que o viu, percebeu que ele tinha uma personalidade muito forte. Agora, estava se sentindo dominada por ele.

Forçou um sorriso quando Yumi se aproximou com Aya. Ela e Sasuke tentavam manter as aparências na frente dos empregados, mas havia horas em que isso era difícil.

Yumi chegou sorridente, trazendo Aya no colo. Já estava pronta para ir para a praia.

— Oi, amor! — Sakura pegou-a. — Hoje, vamos à praia sem o papai; ele foi trabalhar.

— Oh... — Yumi exclamou. — Se quiser... se quiser, eu posso ir junto.

— Claro que não, é o seu dia de folga, obrigada. Você vai à vila?

— Só para dar uma olhada. Mas, se precisar de mim, posso ir outro dia e...

— De jeito nenhum. — Sakura pegou o queixinho de Aya. — Podemos ficar muito bem sozinhas, não é! — Virou-se para Yumi e continuou:

— Estas são as suas férias também; aproveite. E obrigada por ter aprontado Aya.

Já estava bem quente quando chegaram à praia. Sakura armou o guarda-sol e colocou a menina na sombra. A praia era linda, propriedade particular da família Uchiha.

Colocou a menina num cercadinho que Sasuke tinha comprado e foi nadar.

Sasuke e ela tinham ficado muito tempo juntos naqueles dias, e estava sentindo falta dele. Mas onde estava seu orgulho! Sua independência. Alguma coisa lhe dizia que não conseguiria mais ficar longe daquele homem; queria depender dele.

Perdida nesses pensamentos, assustou-se ao sentir um toque no ombro. Olhou, furiosa, para alguém que estava se divertindo com ela.

— O que pensa que está fazendo? — perguntou para o homem que estava ao seu lado.

— Bem, estava nadando tranquilamente, até que fui atraído por esses cabelos róseos maravilhosos. Tinha que vir conhecê-la.

— Precisava me assustar desse jeito. — Sakura tentava se acalmar e passava a mão para tirar o cabelo do rosto.

— Não tive culpa. Tentei chamá-la, mas você não me ouviu. Saíram da água e Sakura viu que ele era muito bonito, alto e forte. Aparentava ter a idade de Sasuke.

— E o que está fazendo aqui?

— Aqui na praia? Ou na França?

— Na praia — ela respondeu, sorrindo.

— Nadando, acredita?

— Será que podemos ir para o guarda-sol? — Olhava-o, impaciente. — Estou preocupada com a minha filha que está lá.

— Claro!

Aya dormia. Sakura pegou a toalha, secou o cabelo e ofereceu-a para o estranho.

— Sou Gaara no Sabaku — ele apresentou-se, sentando na areia ao lado dela.

— Sakura Uchiha — disse, estranhando o próprio sobrenome.

— Tem um lindo bebê.

— Obrigada, também acho.

— Tenho visto seu marido brincando com ela na praia.

— Meu marido? Quando você o viu?

— Nestes últimos dias. Vejo vocês três tomando sol. Seu marido não veio hoje? — perguntou, estendendo a toalha ao sol para secar.

— Não.

— Sinto que conheço você — ele disse, observando-a de perto. — Não é uma cantada, não. Eu realmente já a vi em algum outro lugar.

Sakura acreditou, pois ele também lhe era familiar. Perguntou:

— Você mora em Tóquio?

— Morava. Agora, estou morando aqui. Tenho uma casa na praia ao lado, é por isso que vejo vocês. Costumo nadar todos os dias. — Seus olhos se arregalaram. — Sakura! Claro, Sakura Haruno! Você sumiu, fiquei imaginando onde poderia encontrá-la. Sou fotógrafo. No mês passado, quis chamá-la para fazer umas fotos; perguntei por você em todas as agências, mas ninguém sabia do seu paradeiro.

— Deixei de ser modelo.

— Percebi. Mas não acha estranho eu ter procurado tanto por você, e você estar tão perto de mim?

— Acho que não — respondeu, passando óleo na pele sensível. — Estamos aqui há apenas alguns dias. — Olhando-o bem, perguntou: — Quando você fala em Gaara no Sabaku, quer dizer "o" Gaara no Sabaku?

— Depende do que você entende pelo "o".

— O famoso e conhecidíssimo fotógrafo?

— Acho que sim — admitiu, rindo.

— Claro que é você mesmo. — Seus olhos estavam brilhando. — E você queria me fotografar?

— Ainda quero. Só você tem a cor de cabelos de que preciso para tirar umas fotos de pôr-do-sol. Não venha me dizer que não pode!

Sakura balançou a cabeça, pensando no que seu marido acharia da idéia.

— Não posso, realmente; mas há outras modelos com a cor dos meus cabelos, não sou a única.

— Eu duvido muito. Era justamente de você que eu estava precisando.

— Bem, não posso lhe dizer que não me sinto lisonjeada. Você é Gaara no Sabaku, e qual é a modelo que não sonha em posar para você?

— Será que seu marido não a deixaria fazer essas fotos? Se não for você, não farei o trabalho — perguntou, observando as reações dela.

— Sasuke não aprova que a esposa trabalhe.

— Sasuke? Você é casada com Sasuke Uchiha ?

— Você o conhece?

— De vista. Conheci melhor o irmão dele.

— Itachi? — Estava interessada; não sabia muita coisa sobre o pai de Aya. — Conheceu Itachi?

— Sim, conheci — ele concordou e olhou para o mar. — Sinto muito a morte dele. Sasuke deve ter ficado bastante chocado, eles eram muito ligados.

— Sim — ela disse baixinho.

— Pelo menos, ele tem você para ajudá-lo. É muito pior quando não se tem ninguém para ficar junto nessas horas.

— Ah, mas eu ainda não estava casada com ele — comentou, sem pensar. Vendo que o ruivo olhou para Aya, como se calculasse sua idade, Sakura estremeceu.

— Entendo — ele disse, embaraçado. — Bem, pelo menos ele tem você agora.

— Não é o que você está pensando. Gostaria de explicar, mas...

— Não precisa me explicar nada. Por que eu deveria saber sobre o casamento de vocês? Estão aqui de férias? — mudou de assunto.

— Apenas por algumas semanas. Sasuke também tem negócios — respondeu, lembrando-se de que, no princípio, Sasuke tinha dito que não ia trabalhar.

— Não o reconheci, quando vi vocês de lá — Gaara levantou-se e indicou o mar. — Bom, tenho que ir agora, estou com convidados em casa. Posso vê-la amanhã?

— Acho que sim, mas... — Como explicaria seu receio com relação à opinião de Sasuke?

— Não se preocupe, Sakura. Vi seu marido poucas vezes, mas posso imaginar que tipo de marido ele seja. E, vendo você, não posso culpá-lo por ser ciumento.

— Obrigada por entender. Acho que ele não gostaria de saber o modo como nos encontramos; Ele é mesmo muito possessivo. — Sakura teve vontade de contar que Sasuke a vigiava, era muito desconfiado.

— Talvez a gente se encontre amanhã mesmo, quem sabe?

— Seria ótimo. — Despediu-se e ficou olhando-o entrar no mar.

Não teve tempo de pensar nas coisas que Gaara havia dito pois Aya acordou e começou a chorar. Queria brincar e Sakura levou-a para se molhar um pouco.

Ficaram juntas até a hora do jantar, quando Yumi voltou e ficou tomando conta da menina. Sakura sabia que Sasuke ainda não havia chegado, mas, assim mesmo, resolveu ir se aprontar.


Estava tomando café, depois do jantar, quando ele chegou. Olhou-o com indiferença; não queria demonstrar que já estava preocupada com a demora dele.

Sasuke serviu-se de uísque e caminhou para o sofá, onde ela estava sentada.

— Boa noite.

— Já jantei — foi a resposta dela, ignorando o cumprimento.

— Eu também, comi na vila.

— Verdade? E não passou pela sua cabeça me avisar? Não sabia que você não vinha para o jantar.

— Mas eu... Os... os negócios demoraram mais do que eu tinha previsto.

— É mesmo? — provocou. Percebia a hesitação dele.

— O que quer insinuar, agora? Que não fui trabalhar? Que saí com outra mulher? — Estava ficando zangado.

Sakura assustou-se ao vê-lo tão irritado, mas achou-o mais atraente. Usava uma calça preta e uma camisa vermelha; e as cores escuras realçavam sua pele pálida. Seus olhos brilhavam.

— Bem, eu... — ela começou, incerta.

— Você parece uma mulher ciumenta... E é minha esposa. — Sasuke exclamou, virando o uísque num gole só.

— Não estou com ciúme. Estava ótima, até que você chegou. Que culpa tenho, se você vive de mau humor?

— Não estaria de mau humor se não percebesse suas suspeitas.

— Não tive suspeitas! — Sentia-se como uma criança que não consegue esconder a raiva. — Mas estou começando a ter. Por que você se defende tanto?

— Não estou me defendendo! — Foi direto para a porta.

— Vou para o meu quarto.

— Mas, ainda é muito cedo. Não vi você o dia inteiro — falou, recuperando a calma.

— Tenho que ler alguns papéis. — Sua voz era indiferente.

— Pensei que não fosse trabalhar durante as férias.

— Eu também pensava, mas apareceram alguns imprevistos que exigem a minha presençã vou passar o dia fora, também.

— Sasuke... — Seu desapontamento era evidente.— É mesmo necessário?

Os olhos dele estavam atormentados, confusos.

— Tenho que ir. — Saiu e fechou a porta.

Sakura ficou parada, olhando para a porta. O que poderia fazer? Ainda eram nove e meia; sua única opção era ir para o quarto, ler um pouco e esperar que o sono chegasse.

Às onze, fechou o livro. No estado de espírito em que se encontrava, histórias de amor não eram a leitura mais indicada. O Uchiha não queria se aproximar dela e Sakura sabia que ele desejava possuí-la. O que podia fazer? Não conseguia dominar seus sentimentos, estava fascinada. Era só ele aparecer, e ela se descontrolava.

Sentou-se na cama, ao ouvir alguém abrindo e fechando a porta; a pessoa tinha entrado.

— Yumi? — perguntou assustada.

— Não, sou eu. — Sasuke entrou e caminhou para perto da cama.

A luz do abajur iluminava-o; estava de calça de pijama e roupão. Fazia muito calor e Sakura usava uma camisola fininha; puxou o lençol para esconder o corpo.

Devia ter imaginado que era ele, pois a porta que tinha sido aberta era a de ligação.

— Vim para pedir desculpas.

— Desculpas? — perguntou, apreensiva.

— Pela minha grosseria hoje. Não devia ter descarregado a minha raiva em você, você não fez nada de errado. — Seu olhar era distante, não conseguia encará-la.

— Você estava furioso. Quem melhor do que eu para ser a vítima?

Sasuke sorriu.

— Se quer que eu me sinta culpado, fique sabendo que já conseguiu.

— Não tive essa intenção, só quis dizer que você tinha que desabafar a raiva com alguém. Se fosse ao contrário, eu também brigaria com você.

— Sabe ser séria, e ainda é tão jovem. Às vezes, me esqueço de que você é jovem; sua segurança e seu comportamento me confundem.

— Não, não é assim que estou agora — ela disse, passando as mãos nos cabelos.

— Você linda. — murmurou chegando bem perto dela. — Você é muito atraente, Sakura... irresistível. Como posso dormir sossegado, sabendo que está no quarto ao lado? — Sentou-se na cama e passou a mão pelo ombro dela.

Ouvia-o atentamente; seu corpo implorava a Sasuke a tocasse. Parecia que estavam de volta àquele dia, na praia: eram os mesmos desejos e impulsos. Aproximou-se dele; estava fora de si.

O Uchiha não resistiu e envolveu-a nos braços. Seus corpos abraçados pediam por carinhos, seus olhares eram de desejo e Sasuke não conteve a vontade de beijá-la.

Ela não fazia a mínima idéia de como seria o primeiro beijo deles, mas ele foi delicado: encostou seus lábios úmidos, despertando outros desejos no corpo de Sakura.

Deitou-a na cama, desamarrou o roupão e deitou-se ao lado dela. Seus corpos estavam quentes, apaixonados. Os olhos negros do Uchiha brilhavam.

— Quero você, Sakura. — Seu tom era de desespero. — Quero você!

Mais do que as palavras, seu corpo ardente dizia tudo.

— Sasuke, eu...

Ele silenciou-a com seus beijos.

Seu corpo correspondia tão bem aos movimentos dele; sentia dos dedos frios acariciarem sua pele por baixo da camisola. Nunca havia sido tocada daquele jeito, estava em brasa. Sentia que ele lentamente tirava sua camisola. Seus movimentos eram doces e suaves. Sakura deleitava-se de prazer; mas lembrou-se de que tinha que fazê-lo parar, não podia deixar que fosse até o fim.

— O que está fazendo? — ele perguntou, sussurrando, percebendo que ela se retraía. — Por que ficou tão fria?

— Porque... porque você está agindo como um tarado! — disse, encarando-o, sentindo-se fraca ao ver que ele se afastava. — Você me quer só para provar a sua virilidade, a sua masculinidade. Não conseguira isso de mim, quero que saia do quarto. Vá embora!

Sasuke levantou-se. Seus olhos percorreram a corpo de Sakura, que se cobriu rapidamente.

— Um pouco tarde, não acha?

— Foi você quem começou! — Encarou-o, ressentida.

— Mas você não me impediu!

— Eu... eu tentei.

— Não, não mesmo! Acha que sua frieza me tocou. – Sakura sentou-se, agarrando o lençol junto ao pescoço.

— Não o chamei para vir aqui, ninguém o convidou.

— Você sempre se oferece, quando olha para mim. Não poderia acontecer outra coisa, desde o momento em que entrei aqui.

— Eu não fiz isso!

— Sim, fez sim. — Passou a mão por entre os cabelos. — Devo estar ficando maluco. Meu Deus, tenho que sair daqui.

— Gostaria que se fosse — ela falou baixinho. Sakura olhava-o, demonstrando o tormento que sentia.

— E pensar no que eu falei outro dia. Se não controlar o meu desejo, isso vai acontecer sempre; mas eu vou mudar. Desta vez vai ser diferente, prometo a você.

— Tomara — ela disse, não muito certa se era aquilo o que queria.


FINALMENTE atualizada *----*

Muitíssimo obrigada por todas as reviews, daqui em diante prometo postar o mais rápido que puder;

Obrigada pelo carinho.

Continuem acompanhando a fic! :D

Beijos ;*