Yuhu!!! Eu sei q demorei um pokinho, mas é q eu tava meio enrolada nos dois primeiros dias da semana (e na sexta feira passada tb) xD Mas enfim... Aqui estou eu para postar o primeiro capítulo de Alám das Memórias!!! Espero q gostem dele. E espero q ñ me achem muito esquisita no começo dele. Essa coisa de amnésia é fogo XD

Hyoga - E vc dá risada??? Ñ é mole ñ, sabia? T_T

Milo - Vc é uma irmã muito má! FIquem vendo o tamanho da maldade q ela vai fazer com a gnt! T_T

Camus - Mas q bando de molengas sentimentais... ¬¬ *segurando as lágrimas*

Bom... Erm... Hehehe... Vamos ao capítulo!!! Comentem!!!

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Despertar:

Dois meses se passaram desde a ferrenha batalha no Monte Olimpo, o Santuário estava reconstruído, os guardiões das doze casas desfrutavam de nova vida, agradecidos e orgulhosos dos esforços dos Cavaleiros de bronze em que depositaram toda a confiança. Mas havia uma pontada de preocupação que os acometia, principalmente os guerreiros de Aquário e Escorpião. O primeiro via, entristecido, seu melhor amigo andar desconsolado de um lado para outro de seu templo.

--- Milo, por favor, acalme-se... – pediu.

--- Me acalmar?! Qual é a sua, picolé? Não vem com essa sua cara de frieza, que está tão preocupado quanto eu. Fica aí, de braços cruzados, mais quieto que de costume. Ta é se segurando.

--- Eu estou apenas esperando.

--- Ta querendo me convencer ou se convencer? Eu te conheço, Camus.

Ele suspirou, o amigo tinha razão, e tentar retrucar contra o escorpiniano, no estado em que estava, seria perda de tempo. O problema é que sua preocupação era dupla. Milo sentou pesadamente no sofá, quase chorando.

--- Dois meses... Dois meses, e ela não move nem um dedo. Minha irmãzinha não vai voltar, Camus?

O aquariano se sentou ao seu lado, de cabeça baixa.

--- Ela se esforçou demais, seu coração parou de bater e seu espírito quase despencou no abismo da morte. Em outras palavras... Ela estava morta.

--- Não repete isso!!! – Milo quase gritou, com o coração apertado.

--- Não fique bravo... Nós também já estivemos, e por muito mais tempo. A diferença entre nós é unicamente que você demonstra o quanto dói. Mas o que importa é que Hyoga a trouxe de volta, e eu tenho esperanças de que ela acordará logo.

--- Mas Hyoga também se esforçou demais, não é mesmo? – tornou o outro em tom sério, e Camus suspirou novamente.

--- Sim... E não saiu de perto dela esse tempo todo. Eu e os amigos dele tivemos de forçá-lo a se cuidar e comer alguma coisa sempre, mas se continuar assim, ele é que acabará em coma.

Milo percebeu o quanto o amigo estava preocupado e perdido, mesmo que tentasse sempre guardar ao máximo seus sentimentos. O amigo sabia o quanto esse "guardar" poderia ferir ainda mais e, por isso, engoliu por um momento seus sentimentos impulsivos. Tocou o ombro de Camus e sorriu da forma cativante que só ele conseguia.

--- Hei, Camus, relaxa. O pingüim júnior é forte, ele agüenta o tranco. E minha irmãzinha também, você mesmo disse, ela vai acordar logo.

Camus então sorriu ironicamente com essas esperanças que nasciam, percebendo que as palavras do amigo eram para animá-lo, sendo que ele nem mesmo demonstrara o quanto estava preocupado. E com esse sorriso irônico, tornou a Milo.

--- Feh... Está tentando me convencer ou se convencer, Milo?

Os dois riram juntos e se levantaram, descendo as doze casas em direção ao hospital do Santuário.

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Um garoto de cabelos dourados dorme sentado, com a cabeça sobre o leito do hospital. Sua mão segura a dela, apenas esperando o momento em que despertasse. Seus amigos estão preocupados, não só com ele, mas com a amiga que custa em retomar a consciência. Mas não há nada que possam fazer por qualquer um dos dois além de esperar que, logo, tudo volte a ser como antes.

Um dos aparelhos apita diferente, mas o rapaz não percebe. Porém, quando tenuamente a mão da jovem se move sob a sua, ele desperta de seu sono. Olha para ela, parece forçar as pálpebras, os dedos se mechem novamente. Ele salta da cadeira e segura seu pulso com as duas mãos.

--- Nala! – chama, com o estômago gelado do nervosismo.

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A primeira memória clareou minha mente quando, mesmo que ainda inconsciente, ouvi aquele nome pronunciado por aquela voz. Com aquela voz vi a aura alva e bela de meu anjo, e tão feliz fiquei, que estendi minha mão em sua direção, querendo alcançá-lo.

--- É você! Meu anjo! Me deixa ficar com você?! – pedi.

--- Claro. – respondeu com doçura – Venha, estou te esperando.

Tão feliz fiquei, tanta coragem senti, que não pensei duas vezes, e corri em sua direção.

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Podia sentir a luz através de minhas pálpebras, estavam pesadas, mas ainda queria abri-las, havia uma voz ali que me fazia sentir muito bem. Era uma sala ampla, branca e com um cheiro estranho, olhei em volta, havia máquinas que apitavam e mostravam gráficos que pulsavam. A estranha sensação de não saber onde estava só perdia para a angustia de refletir sobre mim mesma e não encontrar nenhuma informação, nem mesmo o meu nome. Era estranho, meu coração parecia apertado, vazio e frio, mas um pequeno calor o preencheu quando ouvi aquela voz.

--- Nala...?

Olhei em sua direção, um par de olhos azul cintilava sob franjas douradas, mesclados de preocupação e felicidade. Era um rosto lindo, perfeito, sua energia parecia pura e nobre. Mas eu não pude deixar de olhá-lo com dúvidas, pois embora sentisse como se já o conhecesse, não conseguia me lembrar.

--- Você... – pronunciei com voz ainda rouca – Quem é...?

Sua expressão mudou, estava surpreso, sua mão apertou a minha levemente e seus olhos agora pareciam tristes. Não sei explicar por que, mas aquele olhar repentinamente entristecido fez meu coração gelar novamente, muito mais do que antes. Sua voz, agora, estava quase rouca.

--- Nala... O que disse?

--- Nala...? Sou eu...?

--- S... Sim...

--- E você...?

Baixou o rosto, escondendo os olhos, o sorriso de antes sumira de seus lábios, mas ele não soltava minha mão. Minha garganta tinha um nó por ver que ele parecia tão triste de repente. Ele sorriu novamente, mas no fundo, não sei por que, sentia que estava forçando aquele sorriso.

--- Hyoga.

--- Hyoga... – repeti. Era um nome que me trazia um pouco mais de calor.

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Continua...

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Milo - Viu só!!! Viram só!!! Ela é má!!! Ela gosta de nos fazer sofrer escrevendo essas histórias!!! Ela sabe q vamos ficar tristes e por isso mesmo q as escreve!!! T_T

Camus - Milo, controle-se... ¬¬ *ainda segurando lágrimas*

Hyoga - Sabe... Às vezes concordo plenamente com Milo... T_T

Nhai... E depois de Nando-kun tanto me chamar de psicótica, ainda tem vcs... Eu... Eu ñ sou problemática!

Milo e Hyoga - É SIM!!! T_T

Mestre Camus... Fala com eles...

Camus - Não dá... Tb tô começando a concordar...

Ninguém merece X.x

Bom... Esse foi o primeiro capítulo! No próximo, o conhecimento de um novo mundo! Ver td como se fosse a primeira vez é realmente facinante, apesar de muito estranho. Como todos nós vamos lidar com esses acontecimentos? Como será, para Milo e mestre Camus o impácto do q vão descobrir? Espero q estejam curiosos para continuar!!!

Estou à espera dos comentaŕios!!! Até a próxima!!!