E ai pessoal!!! Como foi a páscoa? Muito chocolate? Espero q sim!!! E q frio tah fazendo por aki hj!!! XD Bom, vamos a mais um capítulo, pq ontem, pra variar como em toda segunda, deu muita preguiça de passar por aki XD
Hyoga - Queria q ela tivesse preguiça de forçar a gnt a levar ela de volta pro caminho da morte...
Milo - Ah, cala a boca, pato! Foi vc quem concordou no fim do capítulo passado ¬¬
Camus - Não comecem com essa briga infantil outra vez... ò.o
Milo e Hyoga - OU O Q??? Ò.Ó
Camus - Mas q mau educados... ù.u
Erm... Antes que estoure a segunda Guerra Santa da nossa época (o q vai entrar pra história como a única ocasião em q isso caonteceu...) Vamos soltar logo esse capítulo, né... *segurando Milo e Hyoga pelas golas das costas das camisetas p/ ñ avançarem contra Camus*
Camus - Deixe-os virem... ù.u
Espero q gostem do capítulo... Boa leitura!!! ^-^0
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Treinos:
O treino começou com a coisa mais simples do mundo: Aprender a socar. E por incrível que pareça foi algo extremamente prazeroso. Socar, defender e chutar, em repetições incessantes até que tudo ficasse fácil e parecesse natural de meu corpo. O que, segundo eles, aconteceu até que bem rápido, eu devia ter uma facilidade natural para as coisas marciais. Um menino passava por ali e veio conversar. Era alegre e expansivo.
--- Oi, Milo! E aí, como vão as coisas! Nala! Você aprende rápido, heim? Sou Kiki, discípulo de Mu de Áries e recém condecorado Cavaleiro de Altar! Sou o braço direito do Grande Mestre, Shion, Agora! Não é legal???
Eu estava confusa com tantas informações, ele parecia um garoto realmente hiper ativo, cheio de energia. Milo deu um tapa na nuca dele, fazendo-o olhá-lo de forma indignada, com cara de "por que fez isso?"
--- Para de ser metido, moleque, se quer mostrar que é forte ajuda a treinar aqui.
--- Olha só quem fala, senhor "eu sou o mais forte do universo" – disse com olhar de tédio, mas depois riu para mim – Mas eu ajudo sim. Dá um socão aqui!
Ele apontou para o próprio nariz, eu fiquei confusa, era muito estranho bater em alguém assim do nada. Olhei para Milo, achando que me diria o que fazer, mas só soltou um "manda ver seu melhor soco". Eu fiquei meio envergonhada com aquilo, meu rosto ficou vermelho, mas o menino tornou.
--- Deixa disso, Nala onee-chan! Eu sou bem forte!
--- Onee-chan...? – perguntei confusa.
--- Isso mesmo! Vamos! Eu agüento!
--- T... Ta...
Concentrei o meu melhor soco, puxando a energia do centro do meu corpo, como Milo e Hyoga falaram para fazer. Sem saber como ou porque, um forte arrepio subiu minha espinha, eu desferi um soco tão perfeito que nem eu acreditava que havia saído. Um brilho laranja acompanhou o golpe contra o peito do garoto que, de sorridente, tornou-se pasmo. Ele voou a metros de distância, contra a parede da arena, todos me olharam muito assustados, e eu estava ainda mais assustada. Ouvi alguns comentários por perto.
--- Você viu isso! Lançou tão longe um cavaleiro de prata!
--- Não é só isso... Kiki-sama tem poder de um dourado, afinal, é o braço direito do Grande Mestre! Ele é o Cavaleiro de Altar!
--- Então ela é mesmo aquela garota?! Incrível!
--- Só pode... Para derrubar Kiki-sama tão fácil. Mesmo com ele de guarda aberta, tem que ser muito poderoso!
Eu não sabia se ficava confusa, pasma, com vergonha das pessoas ou preocupada com o menino. Corri até ele e tentei levantar as pedras, mas eram muito pesadas.
--- Kiki-kun... Eu... Desculpa... Não pensei que...
Ele levantou as rochas facilmente, olhou para mim com o rosto ralado e começou a rir como se tivesse ouvido uma grande piada.
--- Hahaha! Nala onee-chan, você não muda mesmo! Foi um belo soco! Da próxima eu vou defender, heim! – olhou para o sol – Ai, não! Eu aqui brincando e o Grande Mestre me esperando... Vou levar uma baita bronca. Tenho que ir agora, tchau!
Ele levantou e saiu correndo, com um alegre sorriso no rosto. Eu permaneci parada, no mesmo lugar, um pouco pasma. Hyoga ria do acontecido, eu olhei para ele e para Milo, e o último deu um sorrisinho irônico.
--- Você precisa mesmo que te ensinem...?
Fiquei vermelha de vergonha, baixei o rosto e falei baixo.
--- As pessoas ficaram fazendo comentários de mim, como se soubessem quem eu sou... Mas eu não entendo nada. O que todos eles querem dizer?
--- Não se incomode com os outros. – disse Hyoga num sorriso confiante – Você tem de ser você mesma, ninguém aqui vai querer impedi-la disso.
--- E se tentar... – um brilho sinistro passou pelos olhos de Milo, fazendo as pessoas que estavam na arena se afastarem assustadas – Vai virar peneira...
Camus chegou, tocou o ombro de Milo e riu.
--- Ta bom, seu aracnídeo inconseqüente. O santuário inteiro entendeu.
Ele me mandou sentar, começou a explicar coisas que pareciam tão nostálgicas que não conseguia tirar os olhos e a atenção do francês.
--- O que aconteceu agora foi você conseguir expandir o cosmo inconscientemente. Ele é a energia do universo que há dentro de cada um de nós. O universo se formou da explosão inicial de todas as coisas que estavam condensadas num espaço muito pequeno. Foi o Big Bang, uma explosão de tanto poder que pôde criar tudo no universo, assim como pode destruir tudo nele. Você só precisa aprender a controlar essa energia dentro de si, e saber explodi-la da maneira que você quer.
Falou mais algumas coisas, sobre tudo ser formado de átomos, sobre destruir os átomos, ou controlá-los, diminuindo sua vibração e abaixando a temperatura. Alguns exercícios mais difíceis que fiz foram estes de controlar o tal do cosmo. Hyoga meditava comigo, o tempo todo ao meu lado, me ajudando a me concentrar e sentir meu cosmo. Era quente, fluía como água acalentadora e ao mesmo tempo refrescante dentro de mim, se concentrando no centro de meu corpo, passando pela linha central dele e se espalhando por cada ponto. Uma leve luz alaranjada se expandia de meu corpo, e começava a tomar conta do lugar, cada vez mais forte. Camus ia me dando instruções de como controlar para não explodir inesperadamente, para fazer da energia como eu quisesse.
Quando comecei a aprender a usar o cosmo para manipular a temperatura, era também Camus quem coordenava os treinos, e Hyoga sempre estava junto, enquanto Milo ficava do lado, nos olhando de um modo que, talvez, fosse de quem queria participar, mas às vezes seu olhar me intrigava... Hyoga se ajoelhou diante de mim, colocando as mãos com as palmas para frente, na altura do meu busto. Eu fiquei um pouco confusa, sem saber o significado, mas ele sorriu gentilmente.
--- Coloque suas mãos com as minhas. – falou, me deixando com o rosto corado de vergonha – Vou te mostrar como fazer para manipular o gelo.
Eu obedeci, toquei sua mão, e era impossível acreditar que aquela mão tão quente e acolhedora pudesse fazer um frio tão intenso como diziam. Meu coração disparou com aquele simples toque, sem que eu entendesse porque aquilo acontecia, meu rosto queimava e eu não conseguia tirar meus olhos dos seus. Eram tão profundamente puros, um azul claro que se parecia com o céu, como águas cristalinas de uma fonte, e os cabelos revoltados e longos tinham um dourado que brilhava sob a luz do sol. Meus olhos, então, se arregalaram num espanto, tornando-se turvos como num transe.
--- A... Asas... Prateadas...
--- Nala...? Você ta bem?
--- Anjo...?
Ele tocou meu rosto, fazendo-me voltar a mim, ainda mais corada e envergonhada. Seu toque era quente e eu sentia uma vontade imensa de abraçá-lo. Seu olhar parecia tão preocupado quanto no primeiro dia em que o vi, quando acordei no hospital.
--- Olha pra mim, Nala... Ta tudo bem?
--- É... Eu... To bem... Desculpa...
--- Tudo bem. – disse sorrindo novamente – Quer descansar por hoje?
--- Não! Quero continuar. Eu to bem.
Ele ficou um pouco preocupado, Camus observava a tudo, mas parecia calmo, enquanto Milo nos fitava com seriedade. Ele se aproximou.
--- Isso é mesmo necessário? – disse com olhar de tédio.
--- O que? – perguntou Hyoga em entender ao certo.
--- Você sabe do que estou falando, pato.
--- Mas eu só to ajudando.
--- Ajudando? Não precisa ficar tão perto pra isso! Vai deixando essa mãozinha boba longe do rostinho delicado dela, seu indecente!
--- Mas... Eu não fiz nada!
--- Do que vocês tão falando? – perguntei, completamente deslocada.
--- Viu! Como pode ficar aí se aproveitando da inocência da menina?
Ele estava com cara de bravo, enquanto Hyoga não fazia idéia do que fazer, mas neste momento Camus finalmente entrou na conversa, com sua calma de sempre.
--- Já chega, Milo. Não tem nada a ver e você sabe disso, então pára de ser infantil.
--- Eu não sou infantil! Não percebeu que esse moleque ta se aproveitando dela?
--- Mon Dieu, Milo. Isso é psicose!
--- Você ta protegendo ele!
--- Você é que não admite que as pessoas crescem! Deixa de ser super protetor!
Milo se calou, afastando-se, continuei sem entender nada. Camus tornou para nós.
--- Continuem vocês dois. Milo só estava preocupado à toa.
Aceitamos, Hyoga novamente tocou as palmas das minhas mãos com as palmas das dele. Tentei me concentrar no exercício, por mais que meu coração disparasse daquela forma, comecei a sentir o cosmo de Hyoga fluir e deixar tudo ao redor mais e mais gélido, eu expandia meu cosmo para agüentar o frio e tentava sentir o movimento das moléculas do ar. Mas tudo o que conseguia pensar era em como aquele cosmo me parecia tão nostálgico. Imagens me vinham à mente, um lugar todo branco, cristais de gelo pairando no ar, um arco íris dançando no céu noturno, todo enfeitado de incontáveis estrelas... Uma porta que se abria, olhos azuis, cabelos dourados, a mesma preocupação estampada no par de orbes infantis, mas não consegui ver direito seu rosto... Quem era? Só via as asas brancas em suas costas. E de repente... Uma pontada que parecia partir meu coração, no meio da escuridão, as belas asas se tingiram de sangue, os olhos se fecharam, e um corpo tombou. Era a mesma pessoa que me abriu a porta? Vi o corpo do menino caído no chão, inerte e cheio de sangue, com as asas sem penas, os ossos delas quebrados. Eu abracei o pequeno corpo do menino, meu coração parecia se rasgar, queria gritar com todas as minhas forças...
Uma nevasca gigantesca se formou ao nosso redor, mas não era o cosmo de Hyoga que fazia isso, ele tentava me fazer acordar do transe, me sacudindo pelos ombros, olhando em meus olhos opacos e vazios, Camus tentava controlar a tempestade, mas dentro da barreira que formara, parecia um tufão arrasador.
--- Nala! Nala, olha pra mim! Volta, por favor!
Eu chorava, meus olhos derramavam lágrimas de sangue aos pés de Hyoga, Milo tentava se aproximar de nós dois, morrendo de preocupação.
--- Eu vou matar esse moleque! O que ele aprontou?!
--- Fique quieto, Milo! Você sabe que não é culpa dele!
Hyoga me abraçou, eu senti aquele calor, o mesmo calor dos braços daquele anjo, o anjo de meus sonhos. A tempestade se acalmou, minhas lágrimas agora eram de água como qualquer outra, desmaiei nos braços dele, que eram tão reconfortantes, mas em meu coração pairava ainda o rosto inerte do menino de asas quebradas em meus braços.
Ao longe, uma sombra observa tudo, sob o escuro de sua capa, um sorriso macabro se desenha, o ser dá as costas e caminha para longe, sem que ninguém o perceba.
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Continua...
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Hyoga - Posso saber o q raio tah acontecendo agora???
Milo - Não me diga q vc deu pra ter sonhos proféticos O.O
Camus - Acho q aquilo ñ era bem o futuro, Milo, se vc conseguir ter um pouco mais de atenção na leitura ¬¬
Milo - Como é q dá p/ ter atenção com a minha irmãzinha tendo um ataque desses seu bloco de gelo!!!!! ò.ó
Camus - *tapando os ouvidos* Mas q escândalo... -.-
Hyoga - Mas... Mas... VC quase morreu, Nala!!!
Ñ sou tão mole assim ¬¬
Hyoga - Não mesmo... Vc quase destrói o Santuário -.-
Tah... Eu tive umn chilique e uma visão muito forte, oras... Desculpa, não foi culpa minha u.u
Hyoga - Mas afinal de contas, q raio de visões são essas???
Milo - É isso aí!! Será q dá pra explicar essa confusão?
Camus - Por Athena, como vcs dois são lerdos _
Milo e Hyoga - *voltando a tentar se jogar contra Camus* Como pode ser tão frio!!!???
*segurando os dois* Eu ainda fico doida com essa gnt _
Bom... Esse foi mais um capítulo... E quem será o cara da capa...? O.O
Milo - Um retardado q vai virar peneira se tentar chegar perto de vc, com certeza ò.o
Hyoga - Eu é q vou fazer picolé dele! ò.o
Milo - Falei primeiro, seu projeto de pinguim de geladeira! ò.ó
Hyoga - Nem vem seu egoísta! ò.ó
Camus - Eu ñ acredito q convivo com esses dois... _
Nem eu... QUEREM PARAR DE DISPUTAR QUEM VAI ME VINGAR PRIMEIRO!!!!! Ò.Ó
Bom... Continuando.. Esperoq tenham gostado do capítulo e q estejam curiosos para o próximo... Vou tentar postar amanhã. Até mais pessoal!!!
