E finalmente o final da nossa dolorosa e interminável batalha contra os probleminhas de memória q andei tendo por uns tempinhos...

Milo - *arromba a porta* Probleminhas? Probleminhas? Vc chama isso de probleminha? Vc endoidou de vez!

Er... Como chegaram aki? Pensei q o médico ainda naum tinha liberado vcs...

Camus - Na verdade ñ liberou mesmo... Mas seu irmão ñ é do tipo que obedece médicos, e Hyoga resolveu seguir o exemplo dele com a desculpa de que p/ ver o que acontecia no seu último capítulo uma ação de indisciplina dessas seria justificável u.u

E vc não foi muito diferente, né, mestre? Finalmente resolveu quebrar regras? *sorriso irônico*

Camus - Nada disso! Eu fui obrigado a fazê-lo p/ me certificar de que estes dois inconsequentes ñ acabariam fazendo qualquer coisa q colocasse em perigo outras pessoas... Ou eles mesmos... Ou até mesmo vc ù.u

Hyoga - Sei... E eu tê-lo ouvido murmurar algo sobre "ser o capítulo decisivo de uma época decisiva da vida de sua quase filha" não tem nada a ver c/ isso? ¬¬

Camus - Traidor... ¬¬

Rsrsrsrs, Vcs estavam mesmo fazendo muita falta por aki xD

Kiki - É... Principalmente p/ refrear as insanidades dessa menina... O que vai acontecer c/ minha discípula?

Em primeiro lugar, desde quando eles me refrearam? ¬¬

Hyoga - É... Isso é vdd... ù.u

Milo - Eu nunca consegui proteger minha irmãzinha de suas próprias loucuras! T_T

Camus - Infelizmente... Nunca refreamos coisa nenhuma mesmo. Q grandes Cavaleiros de ouro nós dois uff

Em segundo lugar *ignorando td mundo* Eu jah disse q a menina só tah desmaiada, portanto bem! Pára de ser chato e lê o último capítulo ao invés de ficar me precionando! E aos leitores... Boa leitura!

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Tempestade:

O redemoinho aumentava mais e mais em torno do corpo de Ariná, os Cavaleiros já não podiam mais conter tamanho poder, foram arremessados novamente contra a parede de pedra, que ruiu sobre eles. Ane estava desmaiada sobre a areia, onde antes estavam os três, e a garota de asas negras e olhos de sangue se aproximou, olhou fixo para o corpo inerte, os olhinhos se abriram e a fitaram com dor e tristeza, pedindo ainda.

--- Nala onee-chan... Por favor...

Mas ela arma as garras rubras e parte para cima da criança como se nada importasse. Ane aperta os olhinhos, com muito medo, sem energia para se teletransportar dali, apertando seu pingente entre os dedinhos machucados, quando, de repente, uma voz ecoa pela praia. Os Cavaleiros que tentavam sair debaixo das rochas voltam seus olhares assustados para o lado oposto à Ariná e vêem um brilho alaranjado que surgia.

--- PÁRA!

Minha imagem aparece atrás de Ariná, ela se vira, sentindo um cosmo muito mais ameaçador que o de Ane. Com certeza pensava que a garotinha podia esperar para morrer. Todos estão estupefatos com o que estavam vendo, meu senblante era completamente diferente do que eu tinha nos últimos meses, sempre hesitante.

--- Ela está... Confiante... E desafiadora... – resmunga Hyoga.

--- A mesma Nala com quem lutei na casa de Escorpião... – Milo acrescenta.

--- A guerreira que conhecemos, que se formou desde que começou o treino comigo.

Ariná partiu com tudo para cima de mim, juntei tudo o que conseguia de meu cosmo e o lancei contra ela, mas a garota pareceu atravessá-lo como se fosse apenas uma cortina de neblina. Ela revidou com as garras, desviei por pouco, mas um corte ainda se abriu largo e profundo em meu braço. Tentei dar um chute quando passava por mim, mas ela defendeu, prendeu minha perna entre as mãos e me atirou longe. Girei no ar, apoiei os pés nas pedras e dei o impulso, voltando novamente contra ela, armando minhas garras de energia laranja e atirando com todo meu poder. Assim como em mim, ela quase desviou, recebendo um corte no rosto, mas mandou de volta uma rajada de cosmo tão poderosa que me cravou na parede como fizera com os rapazes. Não consegui evitar o sangue que espirrou de minha boca, mas também não ficaria deitada esperando que ela chegasse mais perto. Levantei o mais rápido que consegui e me atirei contra ela, mas como se já esperasse por isso e com uma velocidade que eu não podia perceber, estirou o braço para frente e me perfurou como fizera com Eris.

--- NALA! – Hyoga gritou desesperado.

Camus quase caiu das pernas, Milo tinha os punhos cerrados como se fosse esmagar rochas e Ane, sentada na areia e segurando o pingente, chorava incontrolavelmente.

--- Onee-chan... – chamava baixinho, entre lágrimas.

Meus olhos se arregalaram de dor, senti o sangue quente escapar abundante de meu corpo, meus membros perderam a sensibilidade, tudo ficou distante e frio, a visão ficou turva, as vozes quase sumiam... Mas podia ouvir, em minha mente, o choro baixinho de Ane, podia sentir o desespero de Milo e Hyoga e até ouvir as lágrimas de Camus finalmente pingarem no chão. Hyoga se atirou contra Ariná junto com Milo e Camus, que atacaram juntamente, com uma raiva absurda. Ela expandiu seu cosmo, tentando afastá-los como antes, mas suas forças eram muito maiores, eles se mantiveram o quanto conseguiam diante dela. Milo tinha o olhar em chamas de ódio, apesar das lágrimas.

--- Você... O que fez com minha irmã, sua maldita?

--- Ela é a verdadeira Nala... Por que...? Por que fui enganado tão facilmente? Vou matá-la, desgraçada! – dizia Hyoga aos berros.

--- Você é um monstro! – ralhou Camus – Terei o prazer de mandá-la para o inferno, pela memória de minha discípula!

Mas o poder dela finalmente os rechaçou para longe, eles caíram e se arrastaram pela areia, mas voltaram a se erguer e encarar Ariná. "Mais uma vez, apenas mais uma vez tenho que elevar meu cosmo..." Era o que eu pensava, e assim o fiz, uma vez mais explodi minha energia com todo o poder que me restava, vencendo as barreiras impostas pelo corpo, segurei a mão que me traspassava e sorri, olhando para os Cavaleiros. Com a voz rouca, tentei fazê-los me ouvir.

--- Aniki... Mestre Camus... Hyoga... Não venham, por favor... Embora não pareça, ela faz parte de mim. Não devem matá-la...

Ariná fazia força para tirar a mão de dentro de minha carne, matando-me de vez, mas eu a fitei no fundo dos olhos, ainda sorrindo, embora sentisse uma dor terrível.

--- Só nós podemos pará-la, né? Só os sentimentos verdadeiros e o espírito valente de uma guerreira podem te parar, e te dar uma alma completa, Ariná... Minha parte divina...

Soltei sua mão, que se arrancou de dentro de mim, seus olhos expressando a mais estupefata surpresa e incompreensão, tomei seu rosto em minhas mãos e beijei-lhe os lábios, unindo, depois, nossas testas. O brilho foi maior que quando me uni à guerreira, o turbilhão era gigantesco e poderoso. Os Cavaleiros e Ane tentavam manter os olhos abertos para ver o que estava acontecendo, como se estivessem presenciando o maior milagre que já haviam visto. Gigantescas e douradas asas douradas se abriram às minhas costas, envolvendo nós duas, e quando a luz se foi e as asas se abriram, apenas eu estava ali, ajoelhada sobre a areia. Meu corpo não mais sangrava, como se nada o houvesse atingido, mas eu sentia um queimar por dentro de mim, um turbilhão de poder incontrolável que fazia doer desesperadamente todo o meu corpo. A energia se expandiu para fora de mim, explodindo em todas as direções, e meu grito de dor ecoou pela praia e além dela. O brilho e o poder devem ter alcançado ilhas no mar, cidades além de Atenas, devem ter tocado as nuvens do céu e adiante delas o fim da atmosfera. O chão se partiu com um poder absurdo, e Ane e os Cavaleiros me viram flutuando sobre uma imensa cratera. Estavam de queixos caídos, meu grito infinito ainda ecoava por todos os lados, quando Milo empurrou Hyoga para frente.

--- E aí, moleque? Você vai ou não?

--- O que...? Do que está falando?

--- Ora, você é burro? Camus foi o responsável por Nala se tornar guerreira. Eu despertei seu sétimo sentido em batalha, abrindo as portas para que, um dia, ela despertasse seu lado divino. E você... Argh...

Hyoga fez cara de desentendido, misturada com o desespero de me ver do jeito que estava. Milo relutava em dizer algo que o faria admitir o que não queria. Camus completou.

--- A alma dela se dividiu em três, a guerreira, a Deusa e a humana, a humana estava conosco estes meses, enquanto as outras duas só despertaram agora. Mas eu e Milo já fizemos nossas partes na vida dela. Agora você tem que dar forças para os sentimentos humanos dela. Só assim ela terá forças para controlar todo esse poder.

--- Eu, Mestre?

--- O poder dela não vai destruir como quando ela era só Ariná... – disse Milo – Mas destruirá ela mesma se não fizer alguma coisa LOGO!

--- Você não a ama, Hyoga? – e já sabendo a resposta – Então faça sua parte!

Ele olhou para mim, estava encolhida em mim mesma, desesperada de dor, flutuando sobre a cratera sem conseguir nem mesmo pensar mais. Hyoga retomou sua feição determinada, saltou para dentro do turbilhão de energia, não se importando com a carne rasgada pelos raios de cosmo. Me abraçou, mas não caiu no chão, o poder era tanto que até ele se manteve suspenso no ar. Seu rosto colou com o meu, pude sentir sua respiração em minha orelha, ele me chamou.

--- Nala... Tá tudo bem. Eu estou aqui, então não vá morrer. Não me deixe de novo...

--- Hy... Hyoga...? – chamei, quase sem voz.

--- Eu sei que você é forte. Sei que pode controlar todo esse poder. Eu já a vi usá-lo, você é incrível. Você não está mais dividida, é uma só, humana, guerreira e Deusa, completa. Então não precisa ter medo de mais nada. Você é capaz de qualquer coisa.

--- Isso... Dói tanto... Como se eu fosse morrer...

--- Não... Você não vai morrer. Não me deixe de novo, Nala. Eu te amo!

Arregalei os olhos, surpresa, toda a dor sumiu naquele instante, ele se afastou um pouco, apenas o suficiente para que eu pudesse ver seus belos olhos azuis como o céu, brilhando como estrelas. O turbilhão continuou a rodar com todo o seu poder e energia alaranjada, Milo parecia contrariado, mas ainda torcia para que aquilo desse certo, Camus escondia novamente seu nervosismo, mas seus punhos se apertavam fortemente. Ane cruzou os dedinhos, as lágrimas já estavam quase secas e ela nem mesmo piscava, não queria perder nem um momento.

Ele puxou meu rosto gentilmente para junto do seu, tocando nossos lábios, num beijo doce e cálido. Senti meu coração bater rápido e forte e um calor diferente preencher meu corpo, uma felicidade gigantesca brotou dentro de mim.

Os olhos azuis por trás da porta, naquele lugar gélido e alvo eram tão ternos que me faziam derreter mesmo naquele frio, seu rosto era preocupado, mas ele logo sorriu para mim, uma aura branca como a neve pura o envolvia, e um par de asas da mesma energia de sua aura brotaram de suas costas. Uma infinidade de imagens se seguiram, uma noite numa casinha brasileira, quando fui salva por um garoto de cabelos azulados, um pastor alemão a correr pela floresta, homens terríveis atrás de mim... O grito de minha mãe, o afastar de meu irmão, a morte de meu companheiro canino... Mas também o acolhimento das pessoas de uma tribo, uma coruja caverna adentro, um pingente... O olhar do garoto na primeira vez que o vi, mestre Camus, Isaak, treinos, a armadura de Tigre Dentes-de-Sabre, as batalhas e experiências. Hyoga... A batalha contra meu irmão... E nossa reunião, finalmente. Mortes... Tristezas, mas também esperanças. Sons e silêncios, amigos e aliados que se vão, mas que deixam suas marcas em nossos corações, sobrevivendo. O despertar de um poder imenso, a dor da perda daquele que mais amamos, e o poder de destruir até mesmo almas divinas. O escuro, o frio, as memórias que não mais existem, a angústia e solidão. E uma voz, ao longe a me chamar, o abismo que se aproxima, e do qual sou salva. A aura belíssima do anjo que me salva, e seu terno abraço, suas belíssimas asas de energia.

Quando novamente abri os olhos, estava novamente diante de seus maravilhosos orbes azuis, o turbilhão foi se acalmando, até que cessou. Lágrimas quentes de alegria molhavam suas mãos macias, que ainda seguravam minha face. Ele sorriu para mim, eu não pude me conter, atirei-me em seus braços, abraçando-o fortemente.

--- Era você... Meu anjo... Você foi até o abismo da morte para me salvar, Hyoga! Você era meu anjo!

--- Não... Você é. Meu anjo... Minha Deusa... Nala!

Ele me tomou em seus braços e me tirou do meio da cratera, os três correram até nós, Milo e Camus choravam, Ane tinha o rostinho vermelho, mas com um enorme sorriso. Abracei a todos com força, meu irmão e meu mestre logo perceberam que era agora a Nala de antes, com todas as minhas memórias e experiências, completamente desperta. Olhei para Ane, um pouco sem graça.

--- Ane-chan... Eu... Quase... Me perdoe...

Mas ela me abraçou com força novamente.

--- Você não tem culpa, onee-chan... Eu sabia que conseguiria.

--- Não conseguiria sem suas fadas falando na minhas orelha. – brinquei.

--- Deu certo? – disse com um sorriso e entusiasmo ainda maiores.

Balancei a cabeça, afirmando, deixando-a tão feliz que ela mal conseguia se conter. Voltamos naquela tarde para o Santuário, Hyoga ainda me levava no colo, todos nos receberam preocupados, mas ficaram cheios de felicidade quando souberam que, além de estar tudo bem, eu agora havia recuperado todas as minhas memórias e poder. Houve festa no Santuário na noite seguinte, Seiya, Shun, Shiryu e até mesmo Ikki, que nunca estava conosco, vieram para comemorar. A família estava completa novamente, como disse Saori.

O Natal estava muito próximo naquela época, já era na semana seguinte. Os preparativos foram feitos por todos do Santuário, ninguém faltou. Tinha tantos enfeites e comidas e bebidas deliciosos num banquete suntuoso que todos ficávamos zonzos só de pensar em como acabar com tudo aquilo, e no quanto devia estar delicioso. Do Natal até o Ano Novo foram noites de pura alegria e festa, com muita comida boa, guloseimas, champanhe e vinho, sucos e refrigerantes. Tudo do bom e do melhor, com música até o sol raiar, muita bagunça e presentes e fogos de artifício. Com certeza nenhum de nós havia participado de uma festa tão maravilhosa antes na vida, e nunca se esqueceria desta também. Os dias se seguiram tranquilos após isso. Com o passar do tempo, novos aspirantes a Cavaleiros iam chegando ao Santuário, e nossa família ia crescendo.

Por algum motivo, todos no Santuário, mesmo os mais novos, me conheciam, e conheciam os Cavaleiros de bronze que eram meus melhores amigos tanto como os dourados. Nos olhavam sempre cheios de admiração. Eu sempre fiquei muito feliz de ser um exemplo tão bom para os mais jovens, saber que éramos espelhos, que eles queriam, um dia, ser como nós. Era uma grande felicidade, e também uma grande responsabilidade. Espero conseguir me manter, com os treinos e uma boa postura, como alguém que merece a admiração de todas essas pessoas...

Bom... E esse é o fim da minha história. Quer dizer... De mais uma parte dela, porque minha vida mesmo apenas começou. Muitas coisas ainda estão por vir, muitas felicidades, surpresas, provas. Espero que tudo isso me deixe sempre mais e mais forte. E agora que estou finalmente junto de Hyoga, tenho certeza que tudo vai ficar ainda melhor e que eu poderei superar qualquer coisa. Então... Até a próxima!

Você conhece a lenda dos Cavaleiros da esperança? Eles sempre lutaram e sempre lutarão pela esperança, justiça e pelo amor entre os humanos na terra. Não importa em que situação, não importa se seus corpos estiverem destruídos e suas vidas tiverem se findado. Eles são uma grande família de guerreiros, unidos pelo sangue da Deusa Athena, que apenas estão felizes e completos quando lutam pelos seus ideais ao lado de seus irmãos de armas. E mesmo que, um dia, se esqueçam de quem eram, de alguma forma eles retornam para junto dos seus, e seus corações clamam por esse poder de defender aquilo e aqueles que amam. Como quando morrem, e novamente voltam a nascer, mesmo que após séculos, numa outra encarnação, cegos pelo véu do esquecimento do mundo espiritual, eles ainda vão em busca desta missão que têm orgulho em cumprirem sempre.

Os verdadeiros Cavaleiros da esperança são aqueles que, por esses belos ideais, despertam seu verdadeiro poder, capaz de vencer os Deuses, mesmo que sem se lembrar que sempre foram uma parte importante desta família. São aqueles cujo desejo de proteger o que, e quem, amam vão Além da Coragem, e muito Além das Memórias.

FIM

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Bom... Eu sei q ali em cima tah dizendo q é o fim, mas ainda tem o epílogo, então naum saiam daí! Quer dizer... Podem sair, pq só vou postar, pelo menos, amanhã, e acho q ninguém fica 24h na frente de um pc, né? =P Quer dizer, deve ter quem fique, mas naum acho q meus leitores sejam tão doidos. Tah certo que tem q ser doido p/ aguentar minhas loucuras e mazoquices, mas tb nem tanto XD

Kiki - Nem tanto, é? *agarrado à Ane* Há controvércias... ¬¬

Ane - Eu tô bem, mestre... Já disse... O.õ

Kiki - Não quero saber! Vc nunca mais chega perto de uma fic da Nala!

Ane - Doido ¬¬

Camus - Mas temos de admitir, Kiki, ela foi muito forte e valente. Tenho certeza de que será uma Amazona incrivelmente poderosa. u.u

Ane - Viu! ^-^v

Kiki - Amazona incrivelmente poderosa ou não, meu orgulho por minha discípula não muda o fato de que ela não chega mais perto de uma fic da Nala u.u

Ane - Chato protecionista ¬¬ *cochicha* (mas naum preciso me preocupar, qdo o estado de choque passar ele reconsidera =P)

E afinal de contas, kdê o Milo e o Hyoga? O.õ

Camus - Pq vc acha q vai precisar de um epílogo? ¬¬

Ane - Pra explicar akilo... *aponta pro outro lado da sala* ¬¬

Milo - Como se atreveu a beijar minha irmãzinha pura e inocente seu projeto mau acabado de pato?

Hyoga - Mas foi vc quem disse q eu é q tinha q resolver aquilo td! O.O

Milo - Não interessa! Não precisava beijar!

Hyoga - *vermelho q nem pimentão* Claro q precisava! F... Foi... O único jeito q... Q ela... Voltou... Não foi?

Milo - Está se usando de desculpas p/ justificar seu crime hediondo! *cosmo explodindo*

Hyoga - Crime hediondo? Mas eu a amo! *mais vermelho ainda, c/ fumacinha saindo dos ouvidos e cara de quem suplica "me entenda, pelo amor de Athena!"*

Milo - EU TE MATO! *agulhas voando pra todos os lados*

Hyoga - *correndo desesperado* Q FOI Q EU FIZ? T_T

Cruel... -.- Bom, gente... Até a próxima então, com o epílogo que vai por fim e resolução a mais esse terrível mau q assola o Santuário... -.-

Comentários, onegai... -.-