Stay close x Stay away

Chad Michael Murray já havia perdido a conta de quantas vezes já havia bocejado aquela noite. Ele não desligou o computador desde que voltou do hotel onde Kristin estava. Ele mexeu e revirou todos os sites possíveis com mapas e horários, ligou para alguns contatos pra tentar achar um bom plano, quando ouviu batidas na porta de seu pequeno apartamento.

- Quem é? – Ele perguntou, sem parar de digitar e sem tirar os olhos da tela.

- Sou eu, Chad. Katie. – Ela disse um pouco ansiosa.

- Está aberta. – Ele disse, desinteressado.

- Não deveria. – A loira entrou no quarto, trancando a porta atrás de si. Ela vestia uma saia tubinho, até o joelho, coladíssima, camisa branca e um cinto largo marcando a cintura. Os cabelos dourados perfeitamente cacheados, um pouco abaixo dos ombros e maquiagem perfeita, na medida certa.

- Uau. – Chad disse ao dar uma bela olhada dos pés à cabeça de Katie, quando finalmente desviou os olhos da tela do laptop. – Isso tudo é pra...?

- Certamente não pra você. – Katie respondeu sorrindo irônica antes que Chad completasse a frase.

- Seria bom demais. – Chad voltou a encarar o computador rindo pra si mesmo. – E pra quem é então?

- Não é da sua conta. – Ela sorriu, sentando-se na cama e abrindo a bolsa a procura de um arquivo.

- Então...? – Chad girou na cadeira, apoiando os cotovelos nos joelhos e olhando para a moça, sentada confortavelmente na cama dele. – Quer o que aqui à essa hora?

- Achei uma rota. – Ela respondeu, entregando a ele um mapa ligeiramente rabiscado de vermelho. – Eu e Jared trabalhamos nisso mais cedo.

Chad pegou o papel das mãos de Katie e, logo de cara entendeu o processo todo. Porém, a ele não fazia nenhum sentido, por causa do pouco tempo pra passar de um barco e outro.

- Isso não tem lógica. – Ele disse, devolvendo o mapa para Katie. – Quando vocês passarem o terceiro barco, a Guarda Costeira chega e nos aborda.

- Não se tivermos mais cinco minutos para passarmos o quarto. – Ela respondeu de um jeito malicioso.

- Não temos mais nem um minuto, Cassidy. – Ele respondeu debochado, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

- Teremos se não houver ninguém na guarita por 5 minutos a mais! – Ela disse, levantando-se da cama e abrindo o mapa novamente na escrivaninha de Chad.

- Ok, um vigia da Guarda Costeira não estar na guarita para fazer a troca de postos. Que plano brilhante. Faz todo sentido do mundo. – Chad riu com uma ironia quase sádica.

Ela afastou um pouco a cadeira de Chad da mesa, olhou nos olhos dele e, de maneira bem sensual, ergueu levemente a saia a fim de conseguir abrir as pernas e sentar no colo dele, de frente pra ele. O loiro arregalou os olhos, sua respiração acelerou quando ele sentiu o perfume doce que ela usava.

Ela, sem tirar os olhos do dele, desabotoou dois botões da camisa branca, deixando parte dos belos seios amostra. Chad nem percebeu que deixou seu queixo cair e ela, aproveitando-se da boca entreaberta dele, quase babando, lambeu os lábios deles, colocando sua língua dentro da boca do loiro que, quase que imediatamente, correspondeu ao beijo lascivo de Katie.

Ele já tinha as mãos nos quadris dela, e ela sutilmente movimentava-se no baixo-ventre do hacker, que quase se deitou na cadeira, erguendo um pouco mais a saia da moça, que continuava o beijando lentamente, na verdade quase o engolindo.

Ela desceu as mãos pela camiseta simples que ele vestia, parando de beijá-lo apenas para terminar de tirar a camiseta dele. Partindo para o pescoço dele, até os ombros. Ele simplesmente fechou os olhos, aproveitando o momento, não se dando ao trabalho nem de se perguntar o porquê dela estar fazendo tudo aquilo.

Katie guiou as mãos dele até seus próprios seios, fazendo com que ele apertasse-os devagar, e agora ela podia sentir o membro completamente duro de Chad entre suas coxas, roçando por baixo da calça na calcinha fina que ela usava.

Ele tinha agora as duas mãos firmes na bela bunda que ela tinha, ritmando os movimentos que ela fazia em cima dele, quando ela largou devagar a boca dele, puxando o lábio inferior dele numa mordida de leve, encostando a boca perto do ouvido dele.

- Cinco minutos. – Ela riu divertida, saindo de cima dele. – E aposto que foram os melhores cinco minutos da sua vida.

Ela ajeitou a saia, fechou a blusa e foi até a bolsa em cima da cama em busca do batom, enquanto Chad rangia os dentes, sentia sua ereção doer e tentava com muito esforço conter toda aquela frustração em relação ao pequeno joguinho sujo de Katie.

- Você vai... – Chad respirou fundo, tentando se acalmar. – Seduzir o cara?

- Tenho um encontro com ele agora na verdade. – Ela disse enquanto retocava a maquiagem no espelho. – Uma pequena pesquisa e descobri quem era... Nada que alguns sorrisos e decotes não funcionem.

- Katie... – Chad sorriu sem encarar a moça, e agora tinha a mão em cima de seu membro. – Isso não se faz!

Ela se aproximou novamente dele, deixando-o de costas pra ela. Desceu as duas mãos pelo peito e barriga dele, mordendo de leve a orelha. Ele estava pronto para expulsá-la novamente, mas ela pôs uma das mãos sob o botão do jeans dele, enquanto passava a língua pela nuca do loiro.

- Katie... Já provou sua teoria... – Ele dizia, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos. – Não recomece algo que não vai terminar...

Ela sorriu, divertida, falando novamente perto do ouvido dele enquanto massageava o membro dele por cima da cueca.

- É exatamente o que estou fazendo... – Ela disse, com voz sensual. – Terminando. – Ela sentiu o corpo do loiro tremer quando colocou a mão dentro da boxer branca, fazendo movimentos sincronizados na ereção do loiro que, mais por precaução, colocou sua mão sob a dela, com medo de que ela parasse a qualquer momento.

E se ela fizesse isso, àquela altura, realmente era uma baita crueldade.

Mas ela não iria parar, ela tinha lá sua quedinha por Chad. Ele era do tipo que "estava sempre disponível". Ele era fácil, vulnerável, entregue, e sem amarras. Era o prazer em pessoa. Chad, apesar da paixão reprimida que ele tinha por Ackles, ele era fácil de lidar: fazia seu serviço e ia embora. E a parte boa é que ele igualmente se divertia.

Katie tinha mãos leves, pequenas, mas ele parecia ter notado que ela sabia muito bem como fazer aquilo. A loira tinha que admitir que era excitante até pra ela aquilo, ela realmente teve que se policiar para não passar do limite e cair de boca ali mesmo. Mas não, Chad não merecia tanto.

- Sabe de uma coisa que pode ser mais quente... e molhada... que a sua mão? – Ele perguntou, sem nenhum pudor, já nem prestando atenção na realidade a sua volta, apenas acelerando os movimentos da mão de Katie, ditando o ritmo pra ela.

- Não abuse da sorte. – Ela disse, sussurrando no ouvido dele, fazendo-o se arrepiar completamente. – Você é bem gostoso, Chad... – Ela continuou no mesmo tom ao perceber que aquilo excitava Chad ainda mais. – E quem sabe um dia você tenha mesmo o enorme prazer de foder a minha boca e me fazer pedir pela sua...

Ela nem terminou a frase e sorriu de canto quando viu que ele tinha gozado. E muito.

- Isso é pra você não me chamar mais de sádica, viu? – Ela riu, parecia o tratar como um adolescente na sua primeira vez. Ela limpou a própria mão suja do esperma dele no jeans de Chad.

- Você não fez isso! – Ele disse rindo, observando o que ela tinha feito.

- Até amanhã, Chad. – Ela colocou a bolsa que estava em cima da cama sob o ombro e saiu porta afora, sabendo que Chad a observou sair com o sorriso mais satisfeito do mundo no rosto.

- Isto é alguma brincadeira? – Jensen perguntou sarcasticamente ao segurança da porta de acesso a sala VIP do clube ao ver James estirado no sofá e agora olhando insinuador pra ele.

- Senhor Ackles, pedimos desculpas, mas é a única área VIP que temos, e ambos pagaram para estar nela. – O segurança respondeu para o loiro que tentava manter a postura.

James agora direcionou seu olhar para Jared, que ficou um pouco constrangido pela forma com que James parecia analisar suas partes baixas, levemente marcadas na calça social que ele usava.

- Como vai, Ackles? – James perguntou sem olhar Jensen, apenas voltando a olhar a pista de dança pela parede toda de vidro à frente, que permitia visão apenas de dentro pra fora. Quem estava na pista de dança via apenas um espelho gigante.

- Já estive melhor, Lafferty. – Jensen respondeu, puxando Jared mais pra perto, e colocando um passo atrás dele, como se quisesse protegê-lo dos olhos e James. Era até cômico Jensen querer esconder atrás de si um homem de 1,93m de altura.

- Tenho certeza que não será problema dividirmos a sala VIP, não? – Ele levantou do sofá e se aproximou um pouco de Jensen. – E dividir outra coisa também... – Ele sorriu, olhando Jared pelo ombro de Jensen. – Sei que não faz o tipo egoísta, JennyBoy. – O moreno que tinha a altura de Jensen disse num tom de voz baixo, insinuador.

Jensen sorriu uma mistura de deboche e ironia. Ele olhou James dos pés a cabeça, observou o terno bem cortado e a bebida que o moreno levava a boca sensualmente.

- Chega perto dele... – Jensen começou tão baixo, num sussurro, de modo que apenas James pudesse ouvir. – E vai precisar bem mais do que essa Magnum aí nas suas costas pra me impedir de te colocar a sete palmos.

James sorriu de volta, mostrando os dentes bonitos. Passou a língua pelos lábios e olhou Jensen dos pés a cabeça, como se Jensen fosse a pessoa mais ingênua do mundo.

- Apaixonado, Jenny? – James disse um pouco mais alto, Jared ouviu e imediatamente olhou James que percebeu, é claro o olhar confuso e um pouco perdido de Jared ao ouvir aquilo.

Jensen apenas engoliu a seco, mas não ia admitir que "perdeu o rebolado". Estava tão na cara assim?

- Isso é falta de homem, Lafferty? – Jensen debochou.

- Isso é falta de argumento, Ackles? – James retrucou, no mesmo tom.

Jared andou alguns passos até Jensen o puxando pelo braço, para que se afastasse de James. Ele pigarreou e olhou James de cima, devido a clara diferença de altura. E James sentiu o olhar de Jared exageradamente ameaçador.

- Acho que você está um pouco perto demais do Jensen. – Jared disse firme.

Ele não esperou uma resposta de Lafferty, apenas segurou Jensen gentilmente pelo braço, e ambos andaram para a outra parte da sala VIP, uma espécie de sala separada, onde tinham alguns petiscos e a música era praticamente inaudível.

James voltou a olhar pelo vidro observando Justin e Hilarie dançando. Aquilo já era de praxe, na opinião dele. Antes era ele próprio quem andava na coleira de Jensen, depois foi Chad e parece que agora Jensen tinha um brinquedo novo. James apenas sabia que era mais uma das diversões de Jensen. Outra coisa que o estava excitando – e muito! – era ver Justin e Hilarie dançando de um jeito completamente sacana no meio de todo mundo.

A sala separada onde Jensen e Jared estavam era um pouco menor que a parte onde encontraram James. Havia um sofá de canto grande, uma mesa com alguns petiscos e várias garrafas de bebidas. Era completamente fechada, não tinha janelas, apenas a porta por onde entraram e estava a meia luz.

- O que foi aquilo? – Jensen perguntou enquanto servia-se de Chivas Regal. Ele tentava esconder o sorriso.

- Aquilo o que? – Jared disse um pouco confuso, sentando-se confortavelmente no sofá.

- "Acho que você está um pouco perto demais do Jensen." – O loiro repetiu a frase de Jared, tomando a dose do whisky num gole só.

- Eu... ahn... – Jared pensou por uns segundos, não sabendo exatamente o que dizer, e sentindo-se idiota por tê-lo feito. – Eu achei que ele poderia querer partir pra cima de você.

Jensen sorriu calmo para Jared, servindo-se de mais whisky. Ele tinha achado extremamente terno da parte de Jared aquela atitude.

- James? – Jensen repetiu. – James Lafferty partir pra cima de mim, Jared? – Jensen agora sorriu, mostrando todos os dentes, e Jared apenas ruborizou de leve, passando uma das mãos pela nuca, em sinal de nervosismo.

- Desculpe, senhor Ackles. – Ele disse mais por impulso. – Eu achei que deveria... protegê-lo... eu não sei... – Jared concluiu sem graça.

- Ei! – Jensen sorriu agora e aproximando e sentando-se ao lado de Jared. Perto. – Eu não estou reclamando... – Ele concluiu segurando o rosto de Jared, para que ele o encarasse. – Eu gostei daquilo.

Jared voltava a sentir seu corpo flutuar só pelo toque das mãos quentes de Jensen em seu rosto, e novamente lá estavam eles naquele clima perturbador, olhos nos olhos e Jensen aproximando seu rosto cada vez mais. Jared estava começando a gostar daquele processo "pré-beijo". Ele podia ver que os olhos de Jensen eram de um verde tão intenso que ele poderia se perder naquilo por horas, podia ver as sardas que ele tinha no nariz e abaixo dos olhos.

Ele gostava de sentir Jensen se aproximar daquela forma, fazendo seus lábios se encaixarem perfeitamente num selinho, exatamente como Jensen estava fazendo agora. Jared o beijou de volta e ele se afastou alguns centímetros, e voltou a olhar Jared.

Jensen parecia simplesmente esperar. Não tirou os olhos do moreno e parecia pedir para que, dessa vez, ele quem tomasse a iniciativa. O mais novo pareceu entender perfeitamente e foi em busca da boca bonita de Jensen e, desta vez, sem pensar em nada.

Ele não queria mais saber se aquilo era certo, errado, bonito ou feio, lugar ou hora certa. Ele queria tanto Jensen, tanto, que seria mesmo capaz daquilo, se entregaria. Aqueles dias ao lado do loiro tinham sido os mais difíceis de toda a sua carreira, beijá-lo ali, daquela forma, sem pudores, sem medo, era toda a recompensa que ele precisava.

O beijo dessa vez foi menos tenso, era o encaixe perfeito. Aquele gosto de whisky na boca de Jensen estava fazendo o moreno sentir-se quente por dentro. Jensen somente o acompanhava, deixou Jared comandar o beijo o tempo todo, estava claramente extasiado, e ele podia afirmar que, se o beijo era daquele jeito, mal podia se conter em pensar como deveria ser ter Jared em sua cama.

Jared subiu por cima de Jensen, ficando de frente pra ele no sofá, com uma perna de cada lado do mais velho, que agora tinha as duas mãos nas costas de Jared, amassando violentamente sua camisa. O ritmo do beijo de ambos acelerava consideravelmente e Jared parecia querer mais, mais de Jensen, mais daquele gosto, daquele cheiro, daquele toque másculo de Jensen, que parecia ler os pensamentos de Jared e o beijava exatamente da forma como ele queria.

- Jared... – Jensen disse num sussurro, no momento em que o moreno o soltou em busca de ar. – O que está fazendo? – Ele perguntou visivelmente atordoado, tentando se livrar da boca de um Jared que parecia possuído por algo.

- Eu quero você, Jen... – Jared ainda tinha os olhos fechados e beijava o queixo, o pescoço do loiro que gemia baixinho. – Fique comigo!

- Eu estou com você, Jay... – Ele respondeu quase sem voz, apenas sentindo a língua quente e molhada de Jared em seu pescoço, próximo a sua orelha.

- Tá quente por aqui, hein. – James interrompeu, parado a porta, apenas assistindo. Dando a impressão de que já estava ali havia certo tempo.

Jared tomou um dos maiores sustos de sua vida, parecia ter acordado de um sonho bom, quando saiu do colo do Jensen, pulando imediatamente para o lado onde estava anteriormente.

Jensen tentava se recompor ajeitando a camisa um pouco amassada, abaixando-se de leve até a barra da calça e puxando sua nove milímetros antes de levantar-se em pé.

- Jensen! – Jared disse em forma de advertência para que o loiro não fizesse nenhuma bobagem.

Ele não esperou nenhuma reação de James, apenas mirou o revólver no coração do moreno que segurou o fôlego involuntariamente.

- Me dê um motivo. – Jensen disse entre dentes. – Um motivo pra não te transformar num monte de lixo.

- Eu vou embora, ok? – James respondeu claramente tenso.

- É um ótimo motivo. – O loiro baixou a arma e esperou que James saísse.

Ele respirou fundo, ainda de costas para Jared, observando Jaes sair batido. O moreno sabia muito bem a hora em que deveria sair de cena. Literalmente deixar Jensen furioso a ponto de fazê-lo puxar a própria arma, era um dos mos momentos raros.

- Jensen... Desde quando perde a cabeça dessa forma? – Jared perguntou um pouco assustado, levantando-se e indo até Jensen. – Desnecessário.

Jensen guardou a arma dentro do coldre de onde havia tirado, no tornozelo, e virou-se para encarar Jared. Ele voltou a se acalmar e estava com uma imensa vontade de rir.

- Desculpe. – O loiro murmurou, recebendo um abraço de um Jared que tentava esconder o sorriso no ombro de Jensen. – Você, Jared... Eu não sei o que você tem...

- Ele estava bem longe de mim, nem tente me culpar... – Jared disse, voltando a olhar Jensen, soltando-se do abraço, mas não das mãos.

- Não quero ninguém perto de você mesmo. – Jensen disse, soltando as mãos de Jared e segurando no rosto do mais novo, falando enquanto olhava nos olhos dele.

- Então Lafferty estava certo? – Jared perguntou, colando seu corpo ao dele, falando baixo, mais perto do rosto de Jensen. – Está apaixonado?

- Estou? – Jensen brincou, falando no mesmo tom.

- Isso é impossível. – Jared riu, descendo as mãos pelo peito e barriga do mais velho.

- Por que? Eu sei que minhas atividades são contra a lei, mas... É ilegal mafiosos se apaixonarem? – Jensen disse num tom tão ingênuo que Jared riu com vontade, mostrando as covinhas e os dentes bem cuidados.

Jensen apenas o observou rir, e rir sem parar e acabou rindo também. O som da risada dele era uma das coisas mais incríveis que Jensen já havia escutado. Ele nunca em toda sua vida havia se sentido daquele jeito com alguém.

- Ei... – Ele disse quando Jared voltou a olhar pra ele. – Vamos embora daqui?

- Você já quer ir? – Jared perguntou ainda sorrindo. – Acabamos de chegar!

- Não quero ficar aqui! – O loiro respondeu, voltando a segurar as mãos de Jared. – Quero te mostrar um lugar aqui em Miami mesmo...

- Tudo bem. – O mais novo disse assentindo com a cabeça.