Soul x Mates

Eles saíram praticamente fugidos do Clube. Jensen não falou com o dono, mal trocou algumas palavras com alguns convidados importantes na entrada e, no mais, não estava mesmo preocupado com isso. A única coisa no momento que interessava a ele era a mão de Jared segurando firme na sua enquanto eles saíam juntos do Velvet Miami.

Eles conversaram, riram, trocaram alguns beijos e carinhos na limousine, e Jared ouviu Jensen dizer a Cliff para os levarem até South Beach. A praia preferida de Jensen.

Jared achou graça do tal figurão agora não parecer ter absolutamente nada de perigoso. Parecia um jovem qualquer, quase em lua-de-mel, rindo sem parar para ele, como se estivesse saindo do baile de formatura da escola. Como se estivessem tendo a noite perfeita.

Cliff anunciou a chegada no local e abriu a porta para que os dois descessem. Jensen saiu primeiro e estendeu a mão para Jared. Eles tiraram os sapatos e meias na orla antes de pisar na areia fria da praia de South Beach, que tinha o mar agitado e estava completamente deserta. A lua ficava com um belo contraste perto de uma pedreira.

- E então eu percebi que me davam absolutamente tudo que eu pedia. – Jensen falava enquanto andavam devagar pela beira da praia, de mãos dadas.

- Isso não é lá uma boa coisa! – Jared respondeu, já com a camisa amassada e pra fora das calças, sentindo a areia úmida sujar seus pés.

- Realmente! – Jensen concordou rindo. – Por isso saí esse estrago mimado que você conhece hoje! – Jensen olhou pra ele conformado, dando de ombros.

- Acho que você é mal acostumado sim, Jen... – Jared suspirou e deu um beijo rápido no loiro. – Mas pelo menos não é sua culpa.

- Meu pai casou aqui com a minha mãe, sabe?

- Aqui em Miami?

- Aqui nesta praia. – Jensen pareceu um tanto quanto saudosista. – Meu avô nunca teve dinheiro, e na realidade começou com meu pai no comércio ilegal de bebidas...

- Metade do país faz isso... – Jared disse rindo, lembrando-se das pilhas de arquivos de sonegação de impostos que tinham no Bureau. Jensen riu concordando.

- Um dia na escola, quando eu tinha oito anos, tive minha primeira briga com um garoto que ficou rindo de mim porque eu era o único que não iria à Disneyland com a turma... Ele se chamava Alexander... – Jensen começou a contar e Jared olhava fascinado para ele imaginando o quanto devia ser uma criança mesmo marrenta. – E eu lembro que minha mãe estava muito doente e por isso papai preferiu que eu não fosse... Mas havia prometido me levar no próximo ano...

- E ele levou? – Jared perguntou curioso.

- Levou! E eu disse a ele para me dar toda a Disney, já que eu queria fechar só pra mim e não deixar o Alexander entrar... – Os dois riram divertidos quando Jensen parou de andar, segurando a mão de Jared, como se pedisse pra que ele parasse também.

Eles ficaram um de frente para o outro e Jensen voltou a olhar Jared daquela forma que constrangia o moreno. Ele apenas sorriu sem graça, desviando o olhar.

- Eu não entendo isso! – Jensen disse enquanto Jared procurava um ponto fixo para olhar.

- Isso o que? – O mais novo sorriu, olhando confuso para Jensen.

- Isso que você faz quando olho pra você! – Jensen segurou o rosto de Jared, olhando nos olhos dele. – Você foge!

- Você me despe com o olhar Jensen! – Jared respondeu. – Não sei como você faz, mas faz!

- Eu já ouvi isso algumas vezes... – Jensen respondeu fingindo se constranger e ambos riram. – Mas geralmente as pessoas que se sentem desconfortáveis com o jeito que eu olho, são as que têm algo a esconder...

Jared ficou sério de repente, principalmente porque Jensen disse igualmente num tom sério.

- Mas não é o seu caso, certo? – Jensen sorriu, passando as mãos pelos cabelos castanhos de Jared, tirando alguns fios que o vento jogara perto dos olhos do moreno.

- Certo... – Jared sorriu um pouco tenso e Jensen percebeu, mas calculou apenas se tratar do jeito que Jared se sentia com ele.

- Jay, eu realmente nunca tive esse tipo de conversa com ninguém... – recomeçou, segurando Jared pela cintura. – Você vai ouvir muitas coisas a meu respeito, eu não sou nenhum santo... E bem, tem algumas pessoas que querem a minha cabeça numa estaca em praça pública... – Jensen dizia até tranqüilo, mas Jared sentia-se agora culpado. – Mas você tem sido uma pessoa que... eu comecei a confiar, e isso não acontece todo dia, especialmente pela pouca convivência...

- Jensen...

- Não, me deixe terminar... – Jensen interrompeu a tentativa frustrada de Jared em mudar de assunto. – Não quero forçar nada, mas sim... Eu acho que de verdade estou me apaixonando por você...

Jared não sabia bem como responder aquilo. Jensen não estava atuando, não estava jogando seu charme e sedução para levá-lo para sua cama, muito menos estava forçando qualquer situação.

E definitivamente isso aterrorizava o moreno. Jensen estava falando a verdade.

- Eu não sei por que isso está acontecendo e nem como chegamos a esse ponto... – Jared tentou bolar uma resposta inteligente. Seria tão mais fácil se aquilo fosse do jeito que começara: apenas um jogo. Mas agora era mais real do que podia ter previsto. – Mas sei como você se sente porque... – Ele olhava nos olhos de Jensen, que esperava ansioso uma resposta – Eu estou sentindo a mesma coisa...

Jensen sorriu de canto, soltou a respiração, aliviado, e Jared percebeu que o loiro estava tão nervoso que havia se esquecido de respirar.

Ele tinha o resto da vida pra se arrepender de ter deixado aquilo chegar tão longe, então, era melhor se arrepender de algo feito. E definitivamente beijar Jensen Ackles valeria qualquer preço. E foi exatamente o que ele fez.

Mais uma vez suas bocas se encontraram numa sincronia perfeita, acompanhadas dessa vez da brisa leve do mar e do barulho das ondas quebrando.

Jared estava perdoado. Quem não se corromperia por isso?

Jensen soltou a boca do mais novo, que lhe sorriu em resposta e, de repente, pareceu assumir a expressão que Jared imaginava que ele tinha aos oito anos: um menino feliz e atrevido. Com um dos pés, o loiro jogou um pouco de água em Jared e começou a rir feito maníaco.

Jared teve alguns momentos de surpresa e incredulidade. Ele não conseguia conceber que Jensen Ackles estava fazendo aquilo: espirrando água nele. Obviamente ele não poderia deixar de revidar e, ao tentar jogar água em Jensen, ele correu, desviando-se e rindo ainda mais.

A correria na beira do mar começou e ambos riam feito duas crianças. Jensen gargalhava ao ouvir frases de protesto de Jared como 'volta aqui' ou 'parece criança, Jensen!'. Os dois estavam divertindo-se da maneira mais genuína possível e Jensen correu em direção as pedras e o mais novo, obviamente foi atrás.

Eles escalaram parte do rochedo até chegar a uma superfície quase plana, lugar preferido das pessoas irem durante o dia para fazer caminhadas. Jensen estava ofegante quando deitou sob uma das pedras, ainda tentando parar de rir.

- Ganhei de você! – Ele disse entre sorrisos, olhando Jared que se aproximava, igualmente cansado.

- Ah estávamos apostando algo é? – Jared respondeu também sorrindo, deitando-se ao lado do loiro.

Os dois ficaram em silêncio por alguns segundos, apenas deitados na pedra plana, fria, sentindo o vento, um pouco mais forte àquela altitude, bater em seus rostos. Estavam na dúvida se era possível a lua estar maior ou eles é que estavam perto demais dela.

- Miami tem noites mais bonitas que Los Angeles... – Jared disse, colocando uma das mãos atrás da cabeça, fazendo-a de apoio. – Ou devo ter sido eu que nunca tive tempo para reparar a lua desse jeito por lá...

- Que se dane. – Jensen respondeu sorrindo, segurando uma das mãos de Jared ao seu lado. – Astros nos invejam.

- O que? – Jared perguntou rindo, virando-se para Jensen enquanto ele entrelaçava seus dedos nos dele de um jeito extremamente romântico.

- É, não conhece aquela história? Da mitologia grega... – Jensen respondeu, sem tirar os olhos da mão de Jared, levando-a até a boca e beijando-a.

- Mitologia grega? – Jared mal conseguia se concentrar no que Jensen estava fazendo porque estava embasbacado demais com aquele assunto. Imaginou-se reportando a Jeffrey falando sobre os assuntos que conversara com Jensen. Mitologia grega, senhor, no rochedo de South Beach. Será que ele poderia soar mais ridículo?

- É! – Jensen insistiu, beijando mais uma vez a mão do moreno e pousando-a sob seu próprio peito. – Alguns deuses admitiram ter inveja dos humanos e, por isso, separaram nossas almas. Assim, ficaríamos o resto da eternidade procurando nossa...

- Alma gêmea. – Jared completou a frase ao seguir o raciocínio do mais velho que, por sua vez, virou-se para Jared o encarando nos olhos.

- Acho que entendo agora o que isso quer dizer. – Jensen respondeu calmo.

Jared não pensou duas vezes antes de mover seu corpo para o lado de Jensen, ficando parcialmente em cima dele. Aquela boca perfeitamente desenhada era seu mais novo vício, e definitivamente, agora, não estava mais preocupado com isso.

Ele beijou o loiro que correspondeu imediatamente puxando Jared pra cima dele, a fim de que encaixassem perfeitamente seus corpos. Jared estava agora entre as pernas de Jensen, o loiro começou a desabotoar-lhe a camisa arrancando dele um gemido baixo ainda com sua boca colada na dele, quando sentiu o peito liso, a pele macia e quente de um Jared que agora certamente tinha fogo nas veias, ele mal podia conter a vontade de ser fodido por aquele homem.

Jared se desfez facilmente da camisa de Jensen e passou a trabalhar com a boca no peito do mais velho. Ele não tinha noção do quanto ter outro homem em seus braços era excitante daquele jeito. Sugou os mamilos de Jensen devagar, mas com certa força, sem machucá-lo, apenas fazendo com que o loiro fosse ficando cada vez mais entregue.

Ele circulou a língua pelas auréolas rosadas, que endureciam aos poucos conforme intensificava os movimento. Por um segundo se perguntou por que diabos não fez aquilo antes.

Conforme ele escalava o corpo de Jensen, sentia o membro enrijecido dele tocar sai barriga, tórax e peito agora. Ele mal podia conter a vontade de ver aquilo, já estava louco de tanta excitação ainda antes de terminar de desabotoar as calças de Jensen e ver o membro dele marcado na boxer preta.

A única coisa em que Jensen conseguia pensar era naquela expressão de Jared. O moreno parecia maravilhado com o que via, e isso deixava Jensen ainda mais alucinado.

- Eu... não sei como se faz isso... – Jared disse ofegante, olhando Jensen debaixo, enquanto massageava o mastro dele por cima da cueca.

- Só faça o que tiver vontade, ok? – Jensen disse, tentando se controlar, realmente ele queria muito, muito mesmo foder a boca de Jared, mas é claro que não ia fazer aquilo contra a vontade dele. Já estava bem claro que Jared nunca estivera com um homem antes.

- Eu estou com vontade, só não sei como fazer... – Jared sorriu um pouco sem graça, mordendo o lábio inferior. Jensen apenas sorriu passando as mãos pelos cabelos de Jared.

- Faça como você gostaria que fizessem em você. – Jensen respondeu, erguendo seu corpo e ficando sentado, terminando de tirar a roupa. Ele percebeu que Jared arregalou os olhos ao ver o membro dele pulsando, enorme, e só pra ele.

Não tinha mesmo como não sentir vontade de ter aquilo tudo dentro da boca.

Ele deu uma última olhada para Jensen, como se pedisse permissão. Ele abriu a boca e engoliu aquela parte deliciosa do corpo do outro. Sentiu o loiro tremer, sabendo que era por sentir o calor da boca quente de Jared envolvendo seu membro.

O mais velho gentilmente ritmava a cabeça de Jared naquele movimento de vai-e-vem que o moreno fazia sugando Jensen inteiro, da base até a glande, sem parar, cada vez mais rápido, com a respiração cada vez mais rápida e totalmente movido pelos gemidos baixos, especialmente quando ele dizia seu nome.

Jared tirou a própria calça e começou a se masturbar enquanto chupava Jensen. Tal visão foi capaz de levar Jensen a níveis de prazer que ele ainda não tinha atingido. Ele tinha certeza que iria gozar logo na boca de Jared se ele continuasse fazendo aqueles movimentos com a língua em torno de seu membro e ao mesmo tempo ficasse olhando pra toda aquela empolgação do moreno trabalhando em si mesmo.

- Jared... pare... – Jensen conseguiu dizer entre um gemido e outro. Parecia ter feito muito esforço pra aquilo.

- Estou fazendo algo errado? – Jared perguntou, olhando um pouco sem graça para o loiro.

Jensen apenas sorriu respirando fundo em seguida, dizendo que não com a cabeça. Ele puxou Jared de volta para cima dele, voltando a beijá-lo com vontade e entrelaçando suas pernas na cintura dele, deixando bem claro o que queria.

- Eu quero te sentir inteiro dentro de mim, Jared... – O loiro disse baixinho no ouvido de Jared, que achou que ia gozar ali mesmo, antes de penetrar em Jensen. Nunca ele tinha ouvido aquilo de ninguém, e muito menos naquele tom de voz extremamente sacana e ao mesmo tempo apaixonado.

- Jensen... – Ele não conseguia pensar em outra coisa, outro nome, outra pessoa. Na realidade, naquela hora, as outras pessoas do mundo não existiam.

Ele roçou seu membro na entrada de Jensen, lubrificando com o próprio pré-gozo que escorria de membro. O moreno então colocou seu dedo médio na boca de Jensen, fazendo-o chupar. E, Deus, como Jared desejou por um segundo que fosse outra parte de seu corpo que Jensen estivesse sugando, porque o que ele fazia com a língua em seus dedos já era o suficiente para levar sua excitação na última potência.

Introduziu mais um dedo na boca de Jensen e passou a masturbá-lo com a mão livre. Jensen estava pegando fogo e Jared conseguiu pela primeira vez na semana esvaziar sua mente e não pensar em mais nada, apenas em Jensen, e no prazer que podia dar a ele.

O mais novo passou a massagear a entrada de Jensen com os dedos molhados. Ele gemeu mais alto ainda e puxou Jared para um beijo. O moreno mal podia se conter ao ver Jensen daquele jeito, tão entregue, todo dele naquele momento.

Deixou um dedo abrir caminho e aos poucos sentiu o loiro relaxar, movimentando-se sutilmente dentro do mais velho. Ele sabia que não era a primeira vez de Jensen, mas era a primeira vez com ele e, por um momento, isso pareceu ainda mais importante. Jared introduziu outro dedo e Jensen gemeu mais alto, de dor e prazer. Jared não conseguia tirar os olhos de Jensen, queria ver todas as expressões dele, todos os movimentos que ele fazia.

- Eu quero você dentro de mim, Jay... Vamos logo! – Não tinha mais como negar um pedido daqueles, principalmente porque Jensen parecia literalmente implorar, falando de um jeito arrastado e respirando forte.

Jared colocou-se por cima do loiro, colando sua boca na dele e finalmente entrando de uma vez. Ele abafou o grito de Jensen num beijo e percebeu que o loiro estava gostando porque o prendia naquela posição com as pernas enroscadas em seu quadril.

Jensen beijava violentamente o mais novo, saboreando o gosto da boca dele, sugando os lábios enquanto Jared movimentava-se cada vez mais rápido, aumentando o ritmo das estocadas e se excitando com o som que o choque de seus quadris faziam.

Ambos podiam jurar em nome do que quisessem que era o melhor sexo da vida deles. Os dois ofegantes, apenas sentindo suas peles se tocando, suadas, com o vento relativamente forte e refrescante passeando pelos seus corpos. Jared fechou os olhos e Jensen percebeu que ele iria gozar, era exatamente o momento que ele estava esperando, os dois chegaram ao clímax juntos em pouco tempo.

Era tensão sexual reprimida por muito tempo, não tinha como se controlarem direito. Jared apenas deixou seu corpo cair pesadamente sob o de Jensen, que ainda tinha os olhos fechados e um sorriso de canto.

- Certeza que nunca fez isso antes? – Jensen brincou, abraçando-se ao mais novo.

- Você está fazendo parecer que é a sua primeira vez também com um homem! – Jared riu, beijando o peito de Jensen.

- Eu sei que foi um grande passo pra você. – Jensen continuou, afagando os cabelos do moreno. – E faz bem pro meu ego saber que fui seu primeiro... – Ele sorriu um pouco prepotente.

- Não. – Jared respondeu, olhando nos olhos do loiro desta vez. – Você não foi simplesmente o primeiro... – Ele deu um selinho no loiro, que retribuiu e voltou a olhar atento para ele. – Você sempre vai ser o único... – Jared sorriu, fazendo Jensen abrir seu melhor sorriso o puxando novamente para um abraço.

Se ele pudesse, pararia o tempo naquele segundo.

Justin abriu os olhos, por volta das sete e meia da manhã. Não conseguiu se mover direito, tinha alguém em cima dele de um lado, e outra pessoa do outro.

Ele moveu devagar seu braço esquerdo e reconheceu os cachos dourados de Hilarie, adormecida ao seu lado, com os seios a mostra. Do outro, James dormia tranquilamente agarrado em seu braço direito.

- Mas que porra...? – Justin falou baixinho, olhando ao redor não reconhecendo o quarto em que estava. Era branco, cama e roupa de cama brancos, reconheceu suas roupas no chão e aí percebeu que estava nu, assim como Hilarie e James. – Não... não pode ser o que estou pensando!

Ele falava consigo mesmo e tentou calmamente se desfazer de James sem acordá-lo. Estava no meio dos dois e não lembrava de absolutamente nada. Tinha apenas uns flashs na mente: muita música na boate, dançava com Hilarie, na verdade lembrava de estar quase transando com ela em plena pista de dança.

Quando James apareceu, lhe deu algo pra cheirar e beber e então, apagão geral. Ele não sabia dizer como foi parar naquele quarto e nem ter feito o que era óbvio que ele fez.

Ele levantou da cama, cuidadosamente para não acordar o casal e passou a buscar pelas suas roupas. A boxer? Ele não achou de jeito nenhum. Colocou apenas a calça jeans que vestia a outra noite, a camisa e a jaqueta.

Foi até o banheiro e lavou o rosto, se olhou no espelho e nunca antes em toda a sua vida, se sentiu tão lixo como naquela manhã. Sua cabeça começou a doer, ele a sentia pesada e seus ombros e pernas estavam dormentes como se tivesse acabado de sair da academia.

Ele deixou o quarto e percebeu que estava na casa de James, reconheceu as escadas que desciam elegantemente até a sala da mansão. Desceu devagar, lentamente por causa da dor de cabeça e também para não fazer barulho.

- Um ménage a trois. Parabéns Justin, você está tão, mas tão... fodido. Literalmente. – dizia pra si mesmo enquanto saía batido da mansão rumo ao hotel.