Discleimer:Inuyasha e Cia não me pertencem o q é uma lastima p/ qualquer um.

Diários do vampiro ou The Vampire Diaries também não me pertence é usado p/ fazer esta ADAPTAÇAO. PS: Algumas coisas vou ter q mudar.

Texto original: Lisa Jane Smith.

Adaptação: Dreime.

Capítulo Cinco

A Lua cheia estava diretamente em cima quando Inuyasha voltou à pensão. Ele estava tonto, quase cambaleando, tanto da fatiga quanto da fartura de sangue que tomara.

Havia muito desde que ele se permitira alimentar tão pesadamente. Mas a explosão de Poder selvagem no cemitério o havia pegado em seu frenesi, destruindo seu já fraco controle. Ele ainda não estava certo de onde o Poder tinha vindo. Ele esteve observando as garotas humanas de seu lugar nas sombras quando isso explodiu atrás dele, fazendo as garotas fugirem. Ele foi pego entre o medo delas correrem para o rio e o desejo de provar esse Poder e achar sua fonte. No final, ele havia seguido ela, incapaz de arriscar que ela se machucasse.

Algo negro tinha levantado vôo em direção à floresta enquanto as humanas alcançavam o santuário da ponte, mas nem mesmo os sentidos noturnos de Inuyasha podiam identificar o que era. Ele tinha observado enquanto ela e as outras duas foram em direção à cidade. Então ele se voltou para o cemitério.

Estava vazio agora, purificado do que quer que seja que esteve lá. No chão encontrava-se uma fina fita de seda que para olhos comuns teria sido cinza na escuridão. Mas ele viu sua cor verdadeira, e enquanto ele a esmagava entre seus dedos, levantando-a levemente para tocar seus lábios, ele podia sentir o cheiro do cabelo dela.

A memória o engolfou. Já era ruim o bastante quando ela estava fora de vista, quando o calmo brilho de sua mente apenas provocava as margens de sua consciência. Mas estar na mesma sala que ela na escola, sentir sua presença atrás dele, cheirar a intoxicante fragrância de sua pele ao redor dele, era quase mais do que ele podia suportar.

Ele tinha ouvido cada fôlego suave que ela tomava, sentido seu calor radiando contra suas costas, percebido cada batimento de seu doce pulso. E eventualmente, para seu horror, ele se encontrou cedendo-se a isso. Sua língua tinha roçado para frente e para trás sobre seu dente canino, apreciando o prazer-dor que estava crescendo ali, encorajando-o. Ele tinha respirado seu cheiro deliberadamente para dentro de suas narinas, e deixado as visões irem até ele, imaginando tudo. Quão suave o pescoço dela seria, e como os lábios dele iriam encontrá-lo com igual suavizes no começo, plantado pequeninos beijos aqui, e aqui, até que ele alcançasse a doce depressão de sua garganta.

Como ele iria esfregar seu nariz ali, no local onde o coração dela batia tão forte contra sua pele delicada. E como por fim seus lábios iriam se separar iriam retroceder os dolorosos dentes agora tão afiados quanto pequenas adagas, e –

Não. Ele saiu do transe com um solavanco, seu próprio pulso batendo alardeantemente, seu corpo tremendo.

A turma fora dispensada, havia movimento a toda sua volta, e ele pôde apenas esperar que ninguém o estivesse observando muito de perto.

Quando ela falara com ele, ele não fora capaz de acreditar que tivera que encará-la enquanto suas veias queimavam e todo a sua mandíbula doía. Ele tivera medo por um momento que seu controle se quebraria que ele iria agarrar os ombros dela e levá-la na frente de todos eles. Ele não tinha idéia de como tinha escapado, somente que algum tempo depois ele estava focalizando sua energia em exercícios árduos, levemente consciente que não devia usar seus Poderes. Não importava; mesmo sem eles ele era em todos os sentidos superior aos garotos mortais que competiam com ele no campo de futebol americano.

Sua visão era mais aguçada, seus reflexos mais rápidos, seus músculos mais fortes.

Nesse instante uma mão bateu em suas costas e a voz de Kouga soou em seus ouvidos:

- Parabéns! Bem-vindo ao time!

Olhando para aquele rosto honesto e sorridente, Inuyasha foi dominado com embaraçamento. Se você soubesse o que eu sou, você não sorriria para mim, ele pensou cruelmente. Eu ganhei a sua competição enganando. E a garota que você ama – você a ama, não? – está em meus pensamentos agora.

E ela permanecera em seus pensamentos apesar de todos os seus esforços naquela tarde para baní-la. Ele havia perambulado cegamente para o cemitério, puxado da floresta por uma força que não entendia. Uma vez que estava lá ele a observara, lutando contra si mesmo, lutando contra a necessidade, até que a explosão de Poder pôs ela e suas amigas a correr. E então ele voltara para casa – mas somente depois de se alimentar. Depois de perder o controle sobre si mesmo.

Ele não conseguia lembrar exatamente como tinha acontecido, como ele havia deixado isso acontecer. Aquela chama de Poder tinha começado isso, acordado coisas dentro dele que eram melhores deixadas adormecidas. A necessidade de caçar. A ânsia pela perseguição, pelo cheiro do medo e o triunfo selvagem da matança. Fazia anos – séculos – desde que ele sentira a necessidade com tanta força. Suas veias tinham começado a queimar como fogo. E todos os seus pensamentos tinham virado vermelho: ele não podia pensar em nada além do quente gosto cúprico, a vibração primordial de sangue.

Com aquela animação ainda se alastrando dentro dele, ele deu um ou dois passos atrás das garotas. O que podia ter acontecido se ele não tivesse sentido o velho era melhor não se pensar. Mas na medida em que ele alcançava o final da ponte, suas narinas se alargaram com o aguço e distinto odor de carne humana.

Sangue humano. O elixir supremo, o vinho proibido. Mais intoxicante que qualquer licor, a fumegante essência da própria vida. E ele estava tão cansado de lutar contra a necessidade.

Houve um movimento no banco debaixo da ponte, como uma pilha de trapos velhos se movendo. E no instante seguinte, Inuyasha pousou graciosamente, como um gato, ao lado dele. Suas mãos puxaram os trapos para longe, expondo um rosto fenecido e vacilante em cima de um esquelético pescoço. Seus lábios se retraíram.

E então não houve som algum além do da alimentação.

Agora, enquanto ele tropeçava na escada principal da pensão, ele tentou não pensar nisso, e não pensar nela – na garota que o tentava com seu calor, sua vida. Ela fora aquela que ele verdadeiramente desejara, mas ele tinha que dar um basta nisso, ele devia matar quaisquer pensamentos assim antes que fossem começados, de agora em diante. Pelo seu bem, e pelo bem dela. Ele era o pior pesadelo dela que virara realidade, e ela nem ao menos sabia.

- Quem está aí? É você, garoto? - uma voz rachada chamou com severidade. Uma das portas do segundo andar abriu, e uma cabeça cinzenta apareceu.

- Sim, signora – Sra. Flowers. Sinto muito se a incomodei.

- Ah, precisa de mais do que uma tábua de assoalho rangendo para me incomodar. Você trancou a porta atrás de você?

- Sim, signora. Você está... A salvo.

- Está certo. Precisamos ficar a salvo aqui. Nunca se sabe o que pode estar aí fora nessas florestas, sabe? - Ele olhou rapidamente para o pequeno rosto sorridente cercado por fios de cabelo cinza, os brilhantes olhos se movendo rápido. Havia um segredo escondido neles?

- Boa noite, signora.

- Boa noite, garoto. - Ela fechou a porta.

Em seu próprio quarto ele caiu na cama e se deitou encarando o baixo e inclinado teto.

Geralmente ele descansava desconfortavelmente de noite; não era sua hora natural de sono. Mas hoje à noite ele estava cansado. Gastava tanta energia encarar a luz do dia, e a refeição pesada só contribuiu para sua letargia. Logo, embora seus olhos não tivessem se fechado, ele não mais via o teto pintado de branco acima de si.

Recortes aleatórios de memória flutuaram por sua mente. Kikyou, tão adorável naquela noite na fonte, a luz do luar cobrindo de prata seu claro cabelo negro. Quão orgulhoso ele esteve de sentar-se com ela, ser aquele que compartilhara o segredo dela...

- Mas você nunca pode sair à luz do Sol?

- Eu posso, sim, contanto que eu use isso. - Ela levantou uma pequena mão branca, e a luz do luar brilhou no anel de lápis-lazúli ali. - Mas o Sol me cansa tanto. Eu nunca fui muito forte.

Inuyasha olhou para ela, para a delicadeza de seus traços e a pequenez de seu corpo. Ela era quase tão insubstancial quanto lã de vidro. Não, ela nunca teria sido forte.

- Eu estava freqüentemente doente quando criança. - ela disse suavemente, seus olhos no jogo de água na fonte. - Da última vez, o cirurgião disse que eu finalmente iria morrer. Eu me lembro do papa* chorando, e eu me lembro de deitar na minha grande cama, fraca demais para me mover. Cada respiração era muito esforço. Eu estava tão triste de deixar o mundo e com tanto frio, com muito frio.

* aqui o sentido é de papai, não de Papa, da Igreja.

Ela estremeceu, e então sorriu.

- Mas o que aconteceu?

- Eu acordei no meio da noite para ver Yura, minha camareira, de pé perto da minha cama. E então ela deu um passo pro lado, e eu vi o homem que ela trouxera. Eu fiquei aterrorizada. Seu nome era Naraku, e eu escutei as pessoas na vila dizerem que ele era maligno. Eu gritei para Yura me salvar, mas ela só ficou parada lá, ele colocou sua boca no meu pescoço, eu achei que ele fosse me matar.

Ela parou.

Inuyasha estava encarando-a com horror e pena, e ela sorriu reconfortantemente para ele.

- Não foi tão terrível afinal. Houve um pouco de dor no começo, mas isso rapidamente passou. E a sensação na verdade era prazerosa. Quando ele me deu seu próprio sangue para beber, eu me senti mais forte do que estivera há meses. E então nós esperamos juntos as horas até o amanhecer. Quando o cirurgião veio, ele não pôde acreditar que eu era capaz de me sentar e falar. Papa disse que era um milagre, e ele chorou novamente de alegria. - Seu rosto ficou perturbado. - Eu terei que deixar meu papa em breve. Um dia ele irá perceber que desde a doença eu não envelheci uma hora sequer.

- E você nunca irá?

- Não. Essa é a maravilha disso, Inuyasha! - Ela olhou para ele com uma alegria infantil.

- Eu serei jovem para sempre, e nunca morrerei! Imagina?

Ele não podia imaginá-la como outra coisa que não o que ela era agora: adorável, inocente, perfeita. - Mas – você não achou isso aterrorizante no começo?

- No começo, um pouco. Mas Yura me mostrou o que fazer. Foi ela que me disse para fazer esse anel, com uma pedra que me protegeria da luz do Sol. Enquanto eu deitava na cama, ela me trazia possets* fartos e quentes para beber. Mais tarde, ela me trouxe animais que seu filho capturava.

* uma bebida feita de leite quente coalhado, cerveja, vinho, etc, e tomada geralmente na hora de dormir.

- Não... Pessoas?

Sua risada soou alto.

- É claro que não. Eu posso conseguir tudo o que eu preciso em uma noite de uma pomba. Yura diz que se eu desejar ser poderosa eu devo tomar sangue humano, já que a essência da vida de um humano é mais forte. E Naraku costumava me encorajar, também; ele queria fazer troca de sangue novamente. Mas eu digo à Yura que eu não quero poderes. E quanto à Naraku... - Ela parou e abaixou seus olhos, então pesados cílios deitaram-se sobre sua bochecha. Sua voz estava muito suave enquanto continuava. - Eu não acho que é algo para se fazer levianamente. Eu tomarei sangue humano somente quando achar meu companheiro, aquele que ficar ao meu lado por toda eternidade. - Ela olhou para ele seriamente.

Inuyasha sorriu para ela, sentindo-se tonto e explodindo de orgulho. Ele mal podia conter a felicidade que sentia naquele momento.

Mas isso foi antes de seu irmão Sesshoumaru voltar da universidade. Antes que Sesshoumaru voltasse e visse os olhos azuis de pedras preciosas de Kikyou.

Da sua cama no quarto de telhado baixo, Inuyasha gemeu. Então a escuridão puxou-o para as profundezas e novas imagens começaram a adejar por sua mente.

Eram vislumbres esparsos do passado que não formavam uma seqüência conectada. Ele os via como cenas brevemente iluminadas por flashes de luz. O rosto de seu irmão, deformado numa máscara de raiva desumana.

Os olhos azuis de Kikyou brilhando e dançando na medida em que ela piruetava em seu novo vestido branco. O vislumbre branco atrás de um limoeiro. A sensação de uma espada em sua mão; a voz de Inutaisho gritando de longe. O limoeiro. Ele não deve ir atrás do limoeiro. Ele viu o rosto de Sesshoumaru novamente, mas dessa vez seu irmão estava rindo selvagemente. Rindo continuamente, um som como o esmigalhamento de um copo quebrado. E o limoeiro estava perto agora...

- Sesshoumaru – Kikyou – não!

Ele estava sentado totalmente ereto em sua cama.

Ele correu mãos trêmulas por seu cabelo e estabilizou sua respiração.

Um sonho terrível. Havia muito tempo que ele fora torturado por sonhos como aquele; muito tempo, deveras, desde que ele tivera um sonho. Os últimos poucos segundos repetiram-se continuadamente em sua mente, e ele viu novamente o limoeiro e ouviu novamente a risada de seu irmão.

Aquilo ecoava em sua mente quase claramente demais. De repente, sem estar atento de uma decisão consciente de se mover, Inuyasha se encontrou na janela aberta. O ar noturno estava gelado nas suas bochechas na medida em que ele olhava na prateada escuridão.

- Sesshoumaru? - Ele enviou o pensamento em uma explosão de Poder, investigando. Então ele caiu em absoluta imobilidade, escutando com todos os seus sentidos.

Ele não sentia nada, nenhuma onda de resposta. Perto, um par de pássaros noturnos levantou vôo. Na cidade, muitas mentes estavam dormindo; na floresta, animais noturnos cuidaram de seus negócios secretos.

Ele suspirou e voltou-se para o quarto. Talvez ele estivesse errado quanto à risada; talvez ele até mesmo estivesse errado sobre a ameaça no cemitério. Fell's Church estava quieta, e pacífica, e ele deveria tentar emular isso. Ele precisava dormir.

5 de setembro (na verdade começo de 6 de setembro – por volta de 1h) Querido Diário,

Eu devia voltar logo para cama. Há apenas alguns minutos eu acordei pensando que alguém estava gritando, mas agora a casa está silenciosa. Tantas coisas estranhas aconteceram hoje à noite que meus nervos estão em alerta, acho.

Pelo menos acordei sabendo exatamente o que vou fazer com Inuyasha. O negócio todo meio que brotou na minha mente. Plano B, Fase Um, começa amanhã.

Os olhos de Frances estavam flamejando, e suas bochechas estavam enrubescidas à medida que ela se aproximava das três garotas na mesa.

- Ah, Kagome, você tem que ouvir essa!

Kagome sorriu para ela, educada, mas não muito íntima. Frances abaixou sua cabeça morena. - Quer dizer... Posso me juntar a vocês? Eu acabei de ouvir a coisa mais selvagem sobre Inuyasha Salvatore.

- Sente-se, - disse Kagome graciosamente. - Mas, - ela acrescentou, passando manteiga em um pãozinho, - não estamos muito interessadas na notícia.

- Você—? - Frances encarou. Ela olhou para Sango, então para Rin. - Vocês estão brincando, certo?

- Nem um pouco. - Sango furou uma ervilha e a olhou pensativamente. - Temos outras coisas em mente hoje.

- Exatamente, - disse Rin depois de um começo repentino. - Inuyasha é notícia velha, sabe. Passé. - Ela se abaixou e massageou seu tornozelo.

Frances olhou suplicantemente para Kagome.

- Mas eu achei que você quisesse saber tudo sobre ele.

- Curiosidade, - Kagome disse. - Afinal de contas, ele é um visitante, e eu queria dar-lhe as boas-vindas à Fell's Church. Mas é claro que eu tenho que ser leal a Jean-Claude.

- Jean-Claude?

- Jean-Claude. - disse Sango, levantando suas sobrancelhas e suspirando.

- Jean-Claude - ecoou Rin entusiadasmente.

Delicadamente, com o dedão e o indicador, Kagome tirou uma foto de sua mochila.

- Aqui está ele de pé na frente do cottage em que ficamos. Logo depois de ter me dado uma flor e dito... Bem, – ela sorriu misteriosamente – Eu não deveria repetir.

Frances estava olhando a foto. Mostrava um jovem bronzeado, sem camisa, de pé em frente a um arbusto de hibisco e sorrindo timidamente. - Ele é mais velho, não é? - ela disse com respeito.

- Vinte e um. É claro, – Kagome olhou por sobre o ombro para a fila – minha tia nunca aprovaria, então estamos escondendo dela até que eu me forme. Nós temos que escrever um para o outro em segredo.

- Que romântico, - Frances exalou. - Eu não contarei à uma alma, prometo. Mas quanto à Inuyasha...

Kagome lançou-lhe um sorriso superior. - Se, - ela disse, - Eu vou desfrutar de algo europeu, prefiro francês a italiano toda vez. - Ela virou-se para Sango. - Certo?

- Mm-hmm. Toda vez. - Sango e Kagome sorriram conscientemente uma à outra, então se viraram para Frances.

- Não concorda?

- Oh, sim, - disse Frances afobadamente. - Eu, também. Toda vez. - Ela própria sorriu conscientemente e acenou com a cabeça diversas vezes enquanto se levantava e ia embora.

Quando ela se foi, Rin disse de forma lastimosa, - Isso irá me matar. Kagome, eu vou morrer se não ouvir a fofoca.

- Oh, aquilo? Eu posso te contar, - Kagome replicou calmamente. - Ela ia dizer que tem um rumor circulando que Inuyasha Salvatore é um policial dos narcóticos.

- Um o quê! - Rin encarou, e então caiu na risada. - Mas isso é ridículo. Que policial dos narcóticos quem no mundo iria se vestir daquele jeito e usar óculos escuros? Quero dizer, ele fez tudo o que pôde para chamar atenção para si mesmo... - Sua voz dissipou-se, e seus olhos castanhos arregalaram-se. - Mas então, isso pode ser o porquê dele fazer isso. Quem iria suspeitar de alguém tão óbvio? E ele mora sozinho, e é terrivelmente reservado... Kagome! E se for verdade?

- Não é. - disse Sango.

- Como você sabe?

- Porque fui eu que comecei. - Com a expressão de Rin, ela sorriu e acrescentou: - Kagome me disse para fazer.

- Ohhhh. - Rin olhou admiravelmente para Kagome. - Você é má. Posso contar às pessoas que ele tem uma doença terminal?

- Não, não pode. Eu não quero nenhum tipo de Florence Nightingale* se alinhando para segurar sua mão. Mas você pode contar às pessoas o que quiser sobre Jean-Claude.

* Florence Nightingale (1820-1910) foi uma enfermeira britânica famosa pelo seu tratamento dos doentes

Rin pegou a fotografia. - Quem ele realmente era?

- O jardineiro. Ele era louco por esses arbustos de hibisco. Ele também era casado, com dois filhos.

- Pena, - disse Rin seriamente. - E você disse à Frances para não contar à ninguém sobre ele...

- Certo. - Kagome checou seu relógio. - O que significa que as, ah, diga-se duas horas, deve estar por toda a escola.

Depois da escola, as garotas foram à casa de Rin. Elas foram recebidas na porta da frente por um estridente latido, e quando Rin abriu a porta, um muito velho e muito gordo pequinês tentou escapar. Seu nome era Yangtze, e ele era tão mimado que ninguém exceto a mãe de Rin o suportava. Ele beliscou o tornozelo de Kagome enquanto ela passava.

A sala de estar era turva e lotada, com um monte de móveis particularmente enfeitados e pesadas cortinas nas janelas. A irmã de Rin, Abi, estava lá, tirando o alfinete do chapéu em seu ondulado cabelo vermelho. Ela era apenas dois anos mais velha que Rin, e ela trabalhava na clínica de Fell's Church.

- Oh, Rin, - ela disse, - Fico feliz por estar de volta. Olá, Kagome, Sango.

Kagome e Sango disseram "olá".

- Qual o problema? Você parece cansada, - disse Rin.

Abi deixou seu chapéu na mesinha de centro. Ao invés de responder, ela fez uma pergunta. - Ontem à noite quando você voltou para casa tão abatida, onde você disse que vocês garotas tinham estado?

- Lá no – só lá na Ponte Wickery.

- Foi o que eu pensei. - Abi tomou um longo fôlego. - Agora, me escute, Rin McCullough. Nunca mais vá lá novamente, e especialmente sozinha e à noite. Você entendeu?

- Mas por que não? - Rin perguntou estupefata.

- Porque ontem à noite alguém foi atacado lá, é por isso que não. E você sabe onde eles o encontraram? Bem no banco debaixo da Ponte Wickery.

Kagome e Sango se encararam com assombro, e Rin agarrou com força o braço de Kagome. - Alguém foi atacado debaixo da ponte? Mas quem foi? O que aconteceu?

- Eu não sei. Essa manhã um dos trabalhadores do cemitério o viu deitado lá. Ele era algum mendigo, suponho, e provavelmente estava dormindo debaixo da ponte quando foi atacado. Mas ele estava parcialmente morto quando o trouxeram, e ele não recobrou a consciência ainda. Ele pode morrer.

Kagome engoliu em seco.

- O que você quer dizer, atacado?

- Quero dizer, - disse Abi claramente, - que sua garganta quase foi arrancada. Ele perdeu uma quantidade incrível de sangue. No começo eles acharam que poderia ter sido um animal, mas agora o Dr. Lowen diz que foi uma pessoa. E a polícia disse que quem quer que tenha feito isso pode estar se escondendo no cemitério. - Abi olhou para cada uma delas em fila, sua boca uma linha reta. - Então se vocês estiveram na ponte – ou no cemitério, Kagome Higurashi – então essa pessoa pode ter estado lá com vocês. Entenderam?

- Você não tem mais que nos assustar, - disse Rin fracamente. - Nós entendemos Abi.

- Tudo bem. Bom. - Os ombros de Abi tombaram, e ela esfregou a parte de trás de seu pescoço cansadamente. - Eu tenho que deitar por um instante. Eu não quis ser brigona.

Ela saiu da sala de estar.

Sozinhas, as três garotas olharam uma para outra.

- Poderia ter sido a gente, - disse Sango silenciosamente. - Especialmente você, Kagome; você foi lá sozinha.

A pele de Kagome estava formigando, a mesma dolorosa sensação de alerta que ela tivera no velho cemitério. Ela podia sentir o frio do vento e ver as fileiras de altas lápides ao redor dela. A felicidade e Robert E. Lee nunca pareceram tão distantes.

- Rin, - ela disse lentamente, - você viu alguém lá? Foi isso o que quis dizer quando disse que alguém estava esperando por mim?

Na turva sala, Rin olhou para ela sem entender. - Do que está falando? Eu não disse isso.

- Sim, você disse.

- Não, não disse. Eu nunca disse isso.

- Rin, - disse Sango, - ambas ouvimos você. Você encarou as velhas lápides, e então disse à Kagome –

- Eu não sei do que estão falando, eu não disse nada. - O rosto de Rin estava espremido com raiva, mas havia lágrimas em seus olhos. - Eu não quero mais falar sobre isso.

Kagome e Sango olharam uma para outra desamparadamente. Lá fora, o Sol foi para trás de uma nuvem.

Dreime: Oi, pessoal como vão? Eu estou bem tirando q eu estou com MUITO sono. O niver de ontem foi legal voltei p/ ksa umas 3h. Tava o maior frio na rua tb tinha chovido. Espero q vcs tenham gostado do cap. de hoje.

Nina: Vamos à reviews!

Dreime: Vc qr se aproveitar q estou com muito sono. ¬¬

Nina: Não qro não.

Dreime: Sei... ¬¬

Respostas as reviews:

Ayame Gawaine:

Eu me imaginei no lugar delas se fosse eu teria berrado muito + q elas.

É bom ver o papel invertido já até me cansei de ver o Inuyasha seduzir a Kagome em tantas fics temos q dar o poder as mulheres. o/ E ainda com a ajuda da Rin e da Sango vai rolar muita coisa.

Esses juramentos com sangue sempre dá problemas + Tb vai ter q ajudar, NE? ;)

Obrigada pela review.

Flor do Deserto:

Oi flor, tudo bem eu desculpo vc e o modem tb. ;p

Se eu contar vai estragar a estória então espera p/ ver ou melhor ler! ;p Obrigada pela review.

Dreime: Bem isso é só tchauzinho.

Nina: É.

Dreime e Nina: DEIXEM REVIEWS! \o/