Ok, essa é a ultima vez que me desculpo quanto a isso, por que tomei a decisão de não usar uma beta para minhas fics de HP, eu sou muito enrolada, e minha gramática não é das melhores, mas postando assim eu posso atualizar mais rápido, se tiver algo que alguém não entenda, ou um erro brutal, podem ralhar, eu com prazer explico o que quis dizer, só façam com jeitinho, porque sou muito sucessível a criticas, evitem colocar uma pobre escritora em depressão. Darei o meu melhor, e espero que minha torpeza não impeça de que vocês apreciem a fic.
Kiara Salkys: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
JayKay-chan: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
Eyre Malfoy-Potter: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
Brwendally Malfoy: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
Nanda W. Malfoy: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
Leila: ONDE ESTÁ O LINDO, MARAVILHOSO E GOSTOSO DRACO MALFOY?
Nháaaaaa . tá bom, tá bom, eu já entendi, o loiro vai entrar na historia, tenham calma, tudo há seu tempo. Não se preocupem, eu vou colocar o projeto de comensal nesse mesmo capítulo. u.ú
Por hora eu agradeço a todas que me mandaram um review, apoiando essa fic doida: Jad' Malfoy, Kiara Salkys, Brwendally Malfoy, Nanda W. Malfoy, e Nanda. Em especial a JayKay-chan que aceitou betar essa fic (apesar de eu ter mudado de idéia sobre isso) espero que tenha lido meu e-mail pedindo desculpas. E a Eyre Malfoy-Potter, cara, essa daí me deu um belo susto, foi a única que acertou de cara qual seria a nova casa do Harry, parabéns!!!
Nhaaa, obrigada a todas, e também a aqueles que lêem mesmo sem comentar. Por favor, me acompanhem até o final ..
Tsc... Droga (anotando em um caderninho: Luana 0 x Draco 1) Esse loiro aguado sabe como movimentar massas, dessa vez ele ganhou.
(Draco no fundo saltitando e fazendo a dancinha da vitória)
Disclaimers: Aqui é da residência da J. K. Rowling, deixe sua mensagem após o sinal:
Piiiiiiiiiiiiiiii.
Oi, titia Rowling, eu só liguei para avisar que eu não ganho nada com Harry Potter ou qualquer um de seus personagens. Por isso, será que dá para a senhora mandar esses caras parrudos vestidos de pretos saírem da frente da minha casa? Eles estão começando a assustar os pedestres. Obrigada.
Capitulo 3: A base da cadeia alimentar.
GRYFFINDOR!!!!!
Foi o que Harry ouviu uma vez, e normalmente essa "vez" deveria ser a única em que um estudante de Hogwarts tem que passar pelo stress de esperar que um pedaço de trapo remendado decidisse seu destino pelos próximos sete anos.
O que por si só já não é muito tranqüilizador.
- Slytherin... - foi o que murmurou para sí mesmo ao dar como certo qual seria a segunda opção do chapéu, afinal, da ultima vez quase foi mandado para lá, e a idéia de ir para o ninho das serpentes não parecia mais tão aterradora quanto era na época.
Bom, o que se pode dizer? A cara de Harry foi toda um poema quando a voz do chapéu ecoou por todo o grande salão, com o último nome de casa para que imaginou que seria mandado.
- Hufflepuff!!!
Silêncio...
O moreno não soube como se sentir diante daquela reação. A falta de qualquer ruído era opressora, e a ausência de visão fazia apenas o moreno se sentir mais intimidado. Sua respiração estava cada vez mais pesada, e o mal-estar aumentava em seu interior. Apenas uma coisa parecia funcionar a seu favor em seu corpo esgotado: O reconfortante sentimento de sonolência que o invadia cada vez mais insistente.
Silêncio...
"Talvez eu devesse dormir. Sim, depois que eu acordar tudo vai estar melhor."
Silêncio.
"Depois que eu acordar tudo vai..."
Silê...
Plap... plap... plap…
De maneira lenta e autômata, o som de palmas foram preenchendo o salão. Eram espaçadas, e frias, vindas de varias partes diferentes daquele indiferente borrão.
Aquela patética tentativa de boas vindas apenas dizia uma coisa para a mente semi-adormecida de Harry:
Plap plap plap... Desprezo
Plap plap plap… Intolerância.
Mas acima de tudo, e o que de algum modo agradou a Harry.
Plap plap plap... Medo.
Não via seus rostos, o moreno podia apenas ler as mascaras representadas pelos aplausos que lhe brindavam. Entre aquele som vazio ouvia um ou outro murmúrio, e risadinhas.
Foi então que percebeu.
Antes de a aquilo, preferia o silêncio.
"Nossa, e eu que fiquei preocupado se conseguiria me sentir em casa" Pensa irônico apesar da tristeza que sentia. A sonolência o golpeava cada vez mais forte, e quando estava quase cruzando a linha da inconsciência, uma borrosa lembrança cruzou sua mente.
--FVQP--
Um cenário não muito nítido, banhado por três cores:
Azul
Preto
E prata.
Em seu campo de visão, as únicas coisas de consistência sólida eram três também:
Uma cama
Uma esguia silhueta
E a lua.
De seu ponto de vista, ele havia acabado de entrar nesse suposto quarto.
Ele encara a silhueta.
A silhueta o ignora.
E a lua banha a figura esguia na cama.
Malfoy.
- Malfoy...
- Potter. - murmura a silhueta sem olhar diretamente para Harry.
O rapaz sentado continua o seu silencioso oficio: enfaixar seu tórax pálido.
Por que precisa se enfaixar?
Em sua mente veio mais três palavras:
Alunos.
Professores.
Rancor.
No colo do loiro estavam as faixas antigas, sujas de um escuro vermelho.
Um cheiro metálico.
Ira por parte de Harry.
- O que vai fazer agora?
As bandagens avermelhadas no colo de Malfoy diziam muitas coisas mas três se destacavam:
Desprezo...
Intolerância...
Medo...
Ah como eram palavras familiares para o moreno. Como as odiava. Mas diferente dele, o loiro da memória apenas sorriu travesso quando respondeu:
- Se o "fazer" que você sugere é uma resposta a isso - os olhos da figura sentada na cama caem sobre as bandagens sujas - creio que seu senso pratico é menor do que eu pensava Potter - Malfoy termina de acomodar as faixas e olha na direção da janela - a resposta teria que ser dada a tantas pessoas, que me faltaria tempo e originalidade.
A palavra "impunidade" pareceu se iluminar na mente dos dois Harrys - o ouvinte e o atuante - ao mesmo tempo, e ambos crisparam os lábios em desaprovação, e mais um pedaço da lembrança se iluminou na mente do primeiro Harry(ouvinte). Naquela época eles ainda eram um pouco menos que amigos, uma relação que beirava a simpatia.
Mas naquele momento, o segundo Harry(atuante) sentia que algo estava prestes a mudar.
E não sabia se este "algo" era bom ou ruim.
- Então vai ser assim? Vai deixar por isso mesmo?
Já o segundo Harry estava certo de uma coisa.
- Mas é claro que não, vou responder a todos de uma só vez, da melhor maneira que sei - Draco se vira e nesse momento os traços do loiro eram totalmente nítidos, altivos e arrogantes, fazendo ambos os morenos prenderem o ar por um segundo para logo soltarem em um curto suspiro aliviado - sorrindo como faço todas as manhãs, para todos aqueles idiotas, e apenas com esse ato dizer da maneira mais clara, que até mentes sub-desenvolvidas como a deles podem entender "vão se ferrar otários"
Sim, ele estava certo de uma coisa:
Que foi naquele mesmo momento que pela primeira vez Harry realmente quis ser algo para o dono daquele sorriso.
Algo realmente importante... Mas o que?
--FVQP--
A lembrança foi se desfazendo à medida que a consciência voltava ao destroçado Harry. Havia perdido os sentidos por segundos, mas agora, voltava a se lembrar de onde estava.
O grande salão.
As palavras que lhe foram sussurradas em sua chegada naquele mundo mais uma vez foram repetidas pela mesma voz infantil.
- Só... - sua voz vacila ao murmurar uma resposta, mas sem hesitação sua boca se torce em um sorriso - só em seus sonhos... Malfoy.
Na vã tentativa de afastar a sonolência, Harry golpeia as suas fracas pernas em um ruído seco, mas que ao reverberar por todo o salão faz todos se silenciarem novamente.
Desajeitado e se lixando o quão patético parece ao se levantar de maneira tão torpe, ele tenta se erguer sozinho.
A imagem era perturbadora, sua cabeça baixa fazia que os cabelos molhados e desgrenhados cobrissem seus olhos, mas que deixassem a mostra seu sorriso semi-maníaco.
Seus ombros estavam caídos e suas pernas ligeiramente dobradas.
Os primeiros passos foram difíceis e trôpegos, já os seguintes foram mais fáceis de desenvolver, mas um pequeno detalhe tinha sido esquecido de relevar.
Onde, nesse imenso borrão, ficava a mesa em que teria que sentar?
Silêncio...
Seu sorriso aumentou ao tentar se consolar "Pelo menos não tenho que ouvir ninguém gritando nada do tipo 'pegamos Potter' 'Harry Potter está na nossa casa', apesar de que teria sido uma mão na roda para me guiar. Afinal... opa... ow... MERDA!!! EU TINHA ME ESQUECIDO!!!"
É claro que ninguém iria gritar ganhamos a Potter, ninguém sabe que ele é um "Potter". Nem ao menos tem certeza de que existe um "Harry Potter" nesse mundo. Esse pensamento o fez suar frio. Essa era outra questão em que pensar, teria que inventar um nome novo? Ou será que podia usar o que já tinha?
Sua cabeça parecia ficar apenas mais pesada ao adicionar esses pequenos problemas a sua longa lista. Já estava mais uma vez tentado a se entregar ao cansaço, e desmaiar ali mesmo - "afinal, se me levassem a enfermaria eu teria uma noite inteira para re-avaliar a minha situação" - quando uma mão toca o seu ombro, e a voz severa da diretora fala para todos no salão:
- Esse que acaba de entrar para Hufflepuff é um aluno recém matriculado em nosso respeitado colégio, seu nome é Christopher Hardnet. - o borrão que representava a diretora olha para Harry e dessa vez fala esta parte só para ele - como é a sua primeira vez em uma escola de magia, você terá que passar por alguns testes para definir o ano em que vai cursar. As provas estarão prontas em uma semana, até lá, para que se habitue ao ritmo de seus colegas, vai acompanhar os outros alunos de sua idade - a mulher entrega um pedaço de pergaminho que Harry supôs ser o horário, e volta a falar com o resto do salão - podem começar a comer. - ouve um pequeno espaço de tempo que Harry supôs que todos encaravam a diretora atrás de mais detalhes, mas que tiveram como resposta apenas um tom mais duro vindo da mulher - agora.
O som de vários talheres se chocando contra a louça se fizeram ouvir, atiçando de certa forma a fome do próprio Harry. O moreno volta a sentir a dominante mão da diretora que o incitou a seguir em uma determinada direção. Em meio à curta caminhada o jovem mago sentiu um reconfortante calor se espalhar por seu corpo, de certo a diretora havia realizado um feitiço não verbal de ar quente para seca-lo, sem saber se era visto ou não ele apenas balança a cabeça em sinal de agradecimento.
Seguiram em frente em silêncio, Harry não precisou enxergar para saber que todo o salão acompanhava seus passos, os murmúrios continuavam cada vez mais ofensivos.
Ignorou
Ignorou a todos.
Cada palavra, cada insinuação. Ele era o novo aluno, misterioso, franzino, estropiado e sombrio que irrompeu pelas portas do grande salão, para ser selecionado sem ser necessariamente um aluno de primeiro ano. Motivos ele deu de sobra para ser mal visto.
"Não vou ligar"
A mão que o guiava se deteve na frente de algo que deveria ser uma das mesas e o ajudou a sentar.
Mal tinha se acomodado, ele ouve o som seco de algo sendo golpeado logo a seu lado, esse foi o sinal de que havia alguém a seu lado esquerdo, uma pessoa que mesmo calada marcava sua presença pelo repetitivo e irritante barulho.
O sinal de que havia alguém a sua direta não demorou muito. A misteriosa diretora voltou a se pronunciar, mas desta vez foi para a pessoa ao seu lado.
- Por favor Longbottom, seu novo companheiro está passando por algumas dificuldades físicas, quando um cálice aparecer na frente dele o ajude a beber.
LONGBOTTOM???
- Claro diretora, não será incomodo algum.
NEVILLE!!!! Foi tudo que sua mente confusa conseguiu associar ao ouvir a gentil, e familiar voz.
- Temos um sistema incomum nessa escola, senhor Hardnet - a diretora fala para Harry. - peculiar de fato... Espero que seja uma pessoa que habitue rápido a novos meios. Por certo, bem vindo a Hogwarts.
As palavras da diretora pareciam uma advertência, mas Harry preferiu não se prender muito a elas, não agora. No momento sua mente se concentrava em outro detalhe daquela estranha noite.
Não entendia como nem por que, mas do seu lado estava sentado seu amigo Neville Longbottom, um dos seis membros oficiais da AD e que se manteve ao seu lado até o final, uma das tantas perdas que lamentou.
Mas algo nele estava diferente, não necessariamente a voz, mas o tom, havia algo como...
- Aqui - duas mãos grandes e quentes envolvem as de Harry e com paciência as guia até um cálice - a diretora disse que assim que você beber isso se sentirá melhor.
... Algo como um calor que antes não existia, a voz dele e até seu toque passavam certa confiança que antes não havia.
- Obri... gado - a voz de Harry era um pouco mais que um murmuro.
Até mesmo o ato de levantar o cálice se havia tornado um suplicio, alguma coisa parecia estar drenando as energias do jovem mago, e isso não passou desapercebido pelo adolescente ao seu lado. Novamente levando as mãos por sobre as de Harry ajuda a erguer o cálice que o mais baixo quase deixa cair.
O liquido desce quente e revitalizante. "Uma mistura de elixir de pimenta, favos de dandrís e raiz pulverizada de Mandrágora" Harry medita sobre o sabor que absorvia lentamente e sorri divertido "Essa diretora não é tola, se não me engano é apenas um pouco mais forte do que o que o prof Lupin tomava depois das luas cheias, o que ele dizia? 'isso seria capaz de reviver um morto vivo' acho que era isso".
A febre sumia aos poucos, e seus movimentos não eram mais tão pesados, mas o que mais agradeceu foi à volta de sua visão.
Sem esperar dois minutos, Harry olha para a pessoa a seu lado direito, e lá estava ele, um sorridente, algo mais alto e bem fornido Neville Longbottom. O adolescente estendia a mão de forma amigável em sua direção.
- Meu nome é Neville Longbottom.
Harry quase por reflexo havia respondido "eu sei" mas tudo que fez foi apertar a mão que lhe era oferecida e responder.
- Prazer Chris... - "Merda, como era mesmo o resto do nome???" - Hnnn, me chame apenas de Chris, normalmente é esse apelido por qual respondo - "fora que se me chamasse de qualquer outra coisa eu não saberia se é comigo mesmo... tenho que ter uma palavrinha com Firenze, afinal, ele parece me conhecer melhor do que eu mesmo." Pensou com sarcasmo, e certa desconfiança.
A resposta pareceu satisfazer a Neville, e o novato só pode soltar um discreto suspiro.
"Pense pelo lado bom Harry, sempre pense pelo lado bom" analisou em sua mente "Sou aparentemente, odiado, menosprezado, e digno da desconfiança de todos em um castelo... mas aparentemente ninguém tem expectativa nenhuma quanto a mim, talvez não seja tão ruim recomeçar do zero aqui". Olha para a face sorridente e amigável de Neville "Talvez não seja tão ruim..."
E embalado pela confortável conversa do seu novo amigo, Harry começou a comer ignorante dos diferentes pares de olhos que o observavam a distancia.
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Quatro pares de olhos da mesa de Slytherin: Violetas, acinzentados, amarelos, e negros - curiosos, calculistas, maliciosos, fascinados.
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- O que você acha - o rapaz que tinha olhos violetas perguntou
- O sobrenome dele não me diz nada... - respondeu o de olhos acinzentados - mas sempre existe "aquela possibilidade".
- Aquela possibilidade? Qual Possi... - o dono das ametistas larga seus talheres e encara seu companheiro de casa - Não! Você acha? Mas ouvi falar que "eles" são muito reservados, nunca mandariam um dos seu para um colégio tão conhecido como Hogwarts.
- Por isso, por agora é só uma possibilidade. - o de olhos de tempestade volta a se concentrar em seu jantar, mas sem fugir do tema que absorvia ele e seu companheiro - A entrada de um aluno com idade tão avançada em Hogwarts é algo inédito, se ele pertencer mesmo a aquela linhagem, não me surpreenderia.
- Bom - dá entre ombro e deixa suas costas caírem desleixadamente contra o encosto da cadeira - Mas pelo menos comprovar a sua teoria é fácil. Tudo o que temos que fazer é esperar começarem as aulas e conferirmos o seu potencial. Por que se ele for mesmo dessa linhagem...
- Poderemos esperar grandes coisas desse tal Hardnet. - os olhos do idealizador da teoria se estreitaram diante da postura desleixada do amigo "Passas tempo demais com seu irmão meu caro, tempo demais".
--FVQP--
Uma figura que consome seu jantar a uma distancia segura - para seus companheiros de casa - afasta sua atenção do file big-ultra-mega-mal-passado de seu prato e sorri largamente ao postar seus olhos na mesa dos Hufflepuff.
- Interessante - o dono das orbes amarelas eleva um pouco o nariz e aspira o ar na direção do novato - hu hu... Pelo visto esse ano vai ser bem deferente, posso sentir - olha para a mesa de Gryffindor e ao captar um temeroso olhar dourado em sua direção, sorri mais largamente quando este se desvia envergonhado - ele é diferente de nós pequeno, algo que eu, e por certo você, nunca vimos antes. Será que ele vai querer brincar conosco também?
--FVQP--
- Vamos admita - dizia em um tom irritante a voz feminina
- Cala a boca - responde o rapaz de olhos negros
- Só se você admitir.
- Já disse para calar a boca
- Vaaaaamos... diga.
- Por favor mana, contenha-se - respondeu dignamente uma moça de expressão mais serena que a de sua irmã - mostre a dignidade que nosso sobrenome exige.
- Mas mana, ele não quer admitir. Desde que aquele garoto novo foi selecionado ele não desviou os olhos dele.
Sua voz, seu jeito, sua irritante mania de se meter na vida alheia... Merlin, o pobre jovem de olhos negros não podia pensar nem como seria odiar mais aquela irritante criatura.
Como ela poderia ser mais exasperante?
- Para onde se desviam os olhos de seu prometido só serão de incumbência sua depois do casamento.
Simples, só precisa juntá-la a sua inexpressiva e maliciosa irmã. Seus olhos caíram mais uma vez na franzina figura do recém-chegado, algo nele o intrigava, algo difícil de se descrever.
- Ahá, de novo, viu só mana? Ele está olhando para lá de novo.
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Quatro pares de olhos da mesa de Grynffindor: azuis cobaltos, castanhos, azuis-claros, e dourados. - divertidos/ciumentos, menosprezantes, desconcertados, preocupados.
--FVQP--
- Novato misterioso hum? - o rapaz de olhos azuis cobaltos parecia animado com a novidade - Parece divertido.
- Mas é um texugo... - o mais alto e de olhos azuis-claros torce a boca com desdém - fora que não parece ser grande coisa.
- Hu hu, não se engane com as aparências meu caro Fang, muitas vitimas já sucumbiram por subestimar o corpinho franzino ao meu lado - passa seu braço nos ombros do distraído jovem ao seu lado e deixa cair seu peso - mas todos tiveram que sentir na pele o preço de seu equivoco.
- Eu... - o rapaz de olhos dourados e "escoro" do amigo tagarela, sai do transe que o prendia a um malicioso par de olhos amarelos na mesa de Slytherin e tem a decência de corar com o comentário do amigo - Cala a boca - e com certo pesar olha para o novato que aparentemente atraiu a atenção de certo rapaz de olhos amarelos e murmura para sí mesmo - o que será que aquele estúpido está planejando agora?
- Mesmo assim - o rapaz de olhos castanhos quem não desgrudou os olhos do novato fala pensativo - ele por alguma razão me deixa perturbado.
- Por que diz isso? - O "azul cobalto" pergunta ligeiramente incomodado pelo tom que o outro usa. Havia sentimento demais naquelas palavras para o seu gosto.
- É só um pressentimento, só um pressentimento.
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Três pares de olhos da mesa de Ravenclaw: azuis, castanhos, e negros - calculistas, burlões, interessados.
--FVQP--
- Cadê? Cadê? Onde ele se sentou? - se removia impaciente a dona de olhos castanhos
- Ao lado de Longbottom - respondeu o sempre sereno rapaz de olhos azuis
- Huuu, é baixinho - sorri maldosa com uma expressão muito similar a de um sapo - você acha que vai assistir aula com o seu irmão?
- Talvez - responde sem prestar muita atenção ao comentário claramente maldoso, se concentrando em seu jantar, mas sempre lançando olhares de esgueira a frágil figura que era ajudada nesse momento por Longbottom a beber de uma taça.
- O que você achou dele? - a garota parecia realmente empenhada a manter aquele assunto. E de dentro de suas vestes tira um pequeno bloquinho - devo anotar o seu nome. Como era mesmo? Hard... Hard...
- Acalme-se - o mago segura a mão de sua companheira hiper-ativa que já retirava uma pena do mesmo lugar em que guardava o bloco - vamos observa-lo primeiro, tenho um bom pressentimento sobre esse garoto.
- Um texugo? Hem, hem - leva a mão a boca ao tossir – Claro, claro, acho que seria mais simples anota-lo de uma vez, o lugar dele na lista é mais que obvio.
- Não se precipite minha cara, às vezes as melhores surpresas chegam nos menores pacotes.
--FVQP--
Os olhos negros fitaram o novo aluno e logo em seguida as duas figuras que em sua mesa, a uma boa distancia dele, pareciam compartir o mesmo objeto de interesse.
E volta a olhar para o novato.
Sorriu.
Um sorriso que fez mais de um de sua mesa se estremecer, ainda mais quando sem retirar a rara expressão do rosto, começou a batucar com os dedos na mesa entoando uma conhecida e irritante musiquinha muggle.
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"Um mundo paralelo. Este é um mundo paralelo".
Harry repetia, repetia, e repetia essas palavras em sua mente. Varias figuras em mesas diferentes das que ele algum dia imaginou ver lá sentadas pareciam confirmas aquele pequeno mantra.
Sua reação a cada uma delas foram mantidas bem lacradas. Apesar de se parecem muito, aquelas pessoas não eram as mesmas que conheceu ou que em alguns casos ouviu apenas falar em seu mundo, em alguns casos era duro de admitir, mas não tinham nada a ver com ele.
Raiva, saudade, amor, ressentimento, pena. Seu olhar lutava para não refletir cada um desses sentimentos à medida que seus olhos dançavam pelo salão, alguns olhavam para ele de volta - para esses desviava os olhos e disfarçava, para não notar que os observava - outros o ignoravam. Uns o olhavam com curiosidade, mas outros, para sua tristeza, o olhavam com desconfiança, se bem que esses eram melhores do que os que o olhavam com menosprezo.
A ausência de amistosidade foi explicada por um desconcertado Neville, com um simples.
"É meio lógico que eles fiquem meio hostis, em épocas de guerra, uma figura... bem... suspeita como a sua deve deixar todos na defensiva."
Harry tentou não parecer surpreso, mas por dentro gritava e desejava loucamente ter o traseiro pálido de certo loiro para poder chutar... Bem e talvez para fazer outras coisas, mas antes de tudo chutar.
"Que merda esse loiro azedo tem na cabeça??? Eu pensei que ele tinha me mandado para cá para descansar, mas além de todo mundo me odiar" olha para a face amigável de Neville e corou levemente "bem, quase todos. Mas de qualquer jeito, precisava ele me meter em meio a mais uma guerra, quem ele pensa que eu sou? O Rambo???"
A segunda informação que ele conseguiu retirar de maneira dissimulada do outro moreno foi a identidade da misteriosa diretora, que para sua surpresa, era nada mais nada menos que Minerva McGonagall.
Por que a surpresa? Bem talvez pelo fato de ela não parecer ter mais do que trinta anos.
O que era por sí só irracional. Como pode a direção de um colégio como Hogwarts ir para as mãos de alguém tão jovem? A historia parecia ser das mais interessantes, mas como a diretora parecia ser uma figura importante na comunidade mágica - detalhe que percebeu pelas poucas palavras de Neville - não poderia perguntar nada a respeito sem parecer suspeitamente ignorante. Teria que pesquisar sobre isso mais tarde.
Era uma mulher bonita, de cabelos castanhos escuros que ondeavam ate um pouco abaixo dos ombros, não muito alta, e de profundos olhos castanho, sem seus característicos óculos.
Mas o que mais o perturbava sobre a diretora, era o estranho ar que ela tinha. Sua seriedade, e olhar duro que intimidava qualquer um ainda eram os mesmos. Mas alem disso, emanava uma aura calculista, era como se diferente do seu antigo diretor e protetor, ela não tivesse receio em mostrar sua face de jogadora.
Seus olhos caíram sobre o cálice vazio.
O moreno sorriu por dentro.
"Bom lance professora, ou seria melhor dizer diretora? Arriscado, mas bom. Gostei de você".
A dona da atenção do moreno estava sentada em uma mesa semi-vazia, usada apenas por ela e por Firenze, aquilo era algo que o incomodava a algum tempo, por isso interrompeu o pequeno monologo que Longbottom dava sobre o sistema de casas e as aulas que eram dadas no castelo.
- Hum... Neville, aquela é a mesa dos professores, não é? - aponta fingindo incerteza - Por que ela está tão vazia?
- Ah... Isso - Longbottom coça atrás da cabeça desconcertado. - é que um pouco antes de você chegar...
- Isso é o que eu chamo chegar com estilo!!!
Seguido dessa voz estridente, Harry sente uma forte palmada em suas costas o jogar para frente. Os óculos do pobre moreno caem dentro do mingau que este comia, e em enquanto seus dedos dançavam dentro de sua tigela em uma missão de resgate, o novato ouve Neville discutir com a dona da voz estridente.
- Xionara!!! Tenha mais cuidado.
- Owww Nev, eu só vim resgatar o novato antes que você matasse o pobre de tédio - Quando Harry finalmente consegue tirar os óculos do alimento sente duas mãos delicadas os tirarem das suas - Aposto que você só ficou falando de aulas, horários... urgh, as vezes acho que o chapéu se enganou, você devia ter entrado em Ravenclaw. Hum... Pronto! - as mesmas mãos que quitaram os óculos de Harry os colocam, limpos, e com cuidado na frente de seus olhos - Aqui.
Harry levou as mãos até a armação de suas lentes para arruma-las com mais cuidado, e olhar para a garota que fez uma entrada tão efusiva.
Era alta. Foi tudo que conseguiu pensar por alguns segundos, ela esboçava um enorme sorriso daqueles que se expandiam não apenas nos lábios, mas por todo o rosto, um que era facilmente contagiante. Demorou alguns minutos para reconhecer aquela estanha figura que por alguma razão lhe parecia tão familiar, mas bastou ver aqueles penetrantes olhos amarelos, tão similares aos de um falcão, que uma hipótese veio a sua cabeça.
- Não se preocupe Neville - Harry sorriu da maneira mais encantadora que conseguiu e estendeu a mão na direção da efusiva garota - meu nome é... Bem, pode me chamar de Chris. – "Firenze vai ter que me fazer um crachá com nome, endereço e número da identidade..." – e qual é o seu nome?
- Assim que se fala Chris - a menina diz com o mesmo entusiasmo com que aperta forte a mão que lhe é oferecida - eu sou Xionara Hooch.
"Bingo" Harry sorriu internamente "Então não foi só a McGonagall que rejuvenesceu. Até agora eu não pude ver nenhum padrão nesse mundo, se não tivesse visto a Neville eu arriscaria dizer que era um tipo de passado alternativo, mas além dele, ainda existe o Firenze e o Bone, e estes parecem ter a mesma idade da ultima vez que eu os vi".
- Como eu dizia - Xionara coloca a mão no ombro de Harry e diz com mais confiança do que deveria - você não pode simplesmente jogar o pobre as feras sem qualquer tipo de advertência.
- Xionara não começa... - Neville esconde o rosto entre os braças e solta um longo suspiro - não devia tentar assustar o Chris antes até mesmo do seu primeiro dia de aula.
"Assustar?".
- Assustado ele vai ficar se simplesmente deixar ele descobrir sozinho.
"Descobrir? Descobrir o que? E por que os outros alunos da mesa ficaram calados?".
Todos os texugos ficaram calado observando a discussão entre os dois companheiros de casa. Cada rosto constrangido deixava Harry mais e mais nervoso. o que significava aquilo exatamente?
O moreno olha para as outras casas, e alguns poucos pareciam estar também interessados, mas mais diferentes dos Hufflepuffs eles tinham um certo ar de deboche.
- Ba bum, ba bum, sete e meia bate o relógio - murmura uma vozinha a sua esquerda. – Ba... bum, infecção localizada na bacia.
Harry olha para seu lado. Cantarolando baixinho estava uma menina, que com certeza deveria ser do primeiro ano, seus pés batiam na madeira da mesa ao compasso da estranha musica que cantarolava.
Mais um detalhe que ele percebeu: ninguém estava sentado do lado dela ou na frente.
- Ba bum, ba bum, cinco e quarenta em ponto. Ba... bum, diagnostico errado, sacrilégio...
Neville e Xionara se entretêm tanto em sua discussão que parecia não notar a menininha cantando, mas quem a ouvia, se estremecia e lançava um olhar de medo ou de ressentimento.
- Ba bum, ba bum, dez e cinqüenta marca os ponteiros. Ba... bum, tratamento equivocado. Sem chances de salvação.
Seu cabelo castanho escuro estava preso em dois rabos de cavalo baixos e seus olhos estavam estranhamente sem retina, como se estivesse em transe. Tendo como moldura um grande par de óculos que faziam seu rosto parecer um enorme... Inseto.
"Não... não poderia ser, eu não teria tanto azar assim para que seja ela".
- Tá bem, faça como quiser - Neville ergue os braços para o céu de maneira exasperada - só tente não dramatizar demais.
Aparentemente a disputa titânica tinha chegado ao fim com o seu ganhador.
- Ba bum ba bum, nove e quarenta marca por fim – Ba... bum cravos ou rosas? Me diga senhora viúva.
- Siby!!! - Xionara abraça a pequena figura por trás, a tirando do transe - parabéns, estamos na mesma casa.
Enquanto Harry observava a aparentemente única pessoa que via com bons olhos a presença da menininha na mesa se sentar ao seu lado, Neville da entre ombros e diz.
- Essa é a irmã da Xionara, Sibila Trelawney.
Xionara ao seu lado brincava com o cabelo da irmã falando mil coisas ao mesmo tempo, enquanto a mais nova se mantinha calada e inexpressiva, com um ar avoado. Não se pareciam em nada, não só as personalidades, mas em suas aparências: Hooch tinha os cabelos brancos perolados (se não fosse pela pele fortemente morena e as sombrancelhas negras Harry juraria que era uma Albina, mas claramente a própria garota descoloriu o cabelo) e olhos amarelos e vibrantes. Enquanto Trelawney era pálida de cabelos e olhos castanhos, e seu ar era mais etéreo. Apesar das diferenças, as duas irmãs passavam a idéia de que viviam em um mundinho particular ignorando os olhares receosos que seus próprios companheiros de casa lançavam.
- Hm - Harry não discutiu, apesar de ninguém esconder que ambas as irmãs tinham sobrenomes diferentes. De certo essa é outra história que teria que averiguar mais tarde - E afinal, o que é que vocês discutiam tanto sobre o que eu deveria, ou não, saber?
Neville coça a cabeça nervoso, sorri sem jeito e fala em um tom claramente contrariado.
- Eu queria que você pelo menos passasse a sua primeira noite sem... maiores pressões. - Neville olha para sua amiga - Só não exagere Xionara.
- O Nev se preocupa demais - Hooch sacode a mão impaciente - ele é o "relações publicas" da nossa casa, não sei por que não aceitou ser princ... - a "Albina" cala, seja o que for que ia dizer, e tenta remediar - de qualquer forma, não se estresse tanto querido - arremessa um beijo no ar e pisca para o amigo antes de se virar para Harry, ainda mantendo um braço ao redor de sua inexpressiva irmãzinha - e não se preocupe Chris, o que eu tenho para te dizer, é só umas dicas básicas de sobrevivência. Afinal, neste castelo, entre serpentes, águias e leões, os texugos são a base da cadeia alimentar.
Harry, sem perceber, engoliu em seco diante daqueles hipnotizantes olhos amarelos.
Eram como se eles gritassem um mal pressagio.
E por baixo das milhares de vozes que conversavam no grande salão pode ouvir um baixo murmúrio.
- Ba bum, ba bum bate o relógio...
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Pronto, mais um capítulo.
Eu fiquei até com medo de posta-lo, já que teve tantas leitoras que tinham esperanças de ver o nosso Potty-pooh vestindo verde e prata. Mas era necessário para a estória que ele virasse um texugo.
Essa fic vai ser um mar de OOC, vários personagens serão modificados, mas acho que a maior alteração foi a de McGonagall, ela vai dar o que falar, eu gosto muito dela. No próprio livro ela demonstra uma personalidade realmente agradável, mas aqui... Bom eu vou distorce-la um pouco, mas mantendo a mesma força, e certa jovialidade. Se bem que também será bastante caótica. Cara, eu adoro a minha Minerva.
Quanto a aquela lembrança de Harry, eu só vou esclarecer alguns pontos que não pude falar antes, já que seria colocar informação desnecessária de mais no meio da cena. O local em que os dois estão é um alojamento, ambos cursando aurologia. Draco estava naquele estado por que os outros alunos o perseguem por ser filho de comensal, e os professores em sua maioria, fingem não ver, e alguns até incentivam essa atitude. Foi nessa época difícil e pela convivência forçada - eles eram companheiros de quarto - que eles começaram a se envolver.
Eu vou fazer uma serie de oneshots falando da vida dos de mais personagens de ambos os mundos (o original e o paralelo) antes de Harry mudar de mundo. Se for o caso, essa estória no curso de aurologia vai estar no meio. Isso vai servir para remediar um mal que eu nunca curo em mim: o de quando eu crio uma estória, geralmente desenvolvo muito o passado dos personagens secundários. E para não encher essa fic de material desnecessário, eu vou os pôr nessas estórias fechadas, e vocês escolhem se preferem acompanha-las ou não, só digo que eles serão desnecessário para quem ler essa fic, mas quem for ler os oneshots terá problemas para entender se não acompanhar a fic, se bem que isso é meio obvio.
E a pergunta que não quer calar, quem são os donos dos misteriosos "pares de olhos". Creio que a maioria é fácil, só dois que eu duvido que acertem, o primeiro par de olhos negros: por que está em uma situação pouco usual, mas a personalidade dele continua a mesma (ai ai...), e o segundo par de olhos negros: por que não é um personagem que normalmente ganha muitos destaques nas fics.
No próximo capitulo cada um deles será devidamente apresentado a Harry, mas por hora, alguém arrisca algum palpite de quem sejam?
Bem, já falei demais.
De qual quer jeito, espero que estejam satisfeitos. O loiro aguado já apareceu, não precisam mais me pressionar, afinal...
Draco: Crucio... - sibila o adolescente saindo do nada
Luana: Ah - a escritora pula para longe do raio vermelho que quase a atinge - tá doido loiro? Mudou a marca da tintura?
Draco: Cale-se muggle, apenas me deixe saborear a sua dor. Crucio - era ódio o que se via nos olhos do mago.
Luana: Nhaaaaa, baixou a versão comensal da morte no loiro - pula de outro raio vermelho - por que está fazendo isso??? Eu já não te botei nesse capítulo?
Draco:Você chama aquilo de aparição? – encara Luana indignado - Uma lembrança borrada???
Luana: Hummm... Sim?- a escritora responde dissimulada enquanto tenta anotar no seu eterno caderninho sem o loiro ver: Luana 1 x Draco 1.
Draco: Resposta errada. CRUCIO CRUCIO CRUCIO CRUCIO!!!
Luana:Aaaaaaaah - a morena pula desengonçada para fugir de cada raio - Se você me matar eu não terei chance de te fazer aparecer mais na fic
Draco: Não se preocupe, com cruciatos você não vai morrer, talvez fique com um ou dois tics nervosos, mas não é nada que alguns anos de tratamentos não curem - seus olhos mostravam claramente que não eram ameaças vazias - Crucio
Luana: Eu prometo que no próximo você vai poder falar com o Harryyyyyyy.
Draco: Harry? - o loiro trava diante da palavrinha mágica - bem... Se for assim... Eu... Bom... Tudo bem, mas... Vai ser ao vivo, né? Não vai se nenhuma lembrança? Ou vai? - olha desconfiado.
Luana: Ao vivo, em cores, no mesmo espaço e tempo, no mesmo quarto. NA MESMA ENCARNAÇÃO. Agora por tudo que mais ama, abaixa essa varinha. - responde desesperada
Draco: Então tá - responde sorridente e se afasta saltitando.
Eu realmente, realmente, realmente, realmente, realmente, realmente preciso mudar o personagem com quem converso no final do capitulo, ou ao menos mandar esse aí a um psicólogo (olhando a figura feliz da vida de Draco escolhendo a roupa com que vai re-encontrar Harry no próximo capítulo). Isso já esta ficando estranho.
Vejo vocês no próximo capítulo.
