- Pessoal! Vamos precisar trabalhar duro se quisermos vencer a revanche!

- Dril dril!

- Deeino

- Nada de descanso! Iremos lutar e lutar até ficarmos fortes!

Drilbur e Deino assentiram com a cabeça, alegres. Carter estava na Rota 6, ansioso para treinar com os seus Pokémons.

"Como eu pude perder?" pensava ele "Mas... Isso não importa! Farei a revanche amanhã e meu pai não me vencerá!"

Realmente, aquela derrota havia acabado com ele. Mas ele prometera algo ao pai: Nunca desistiria. Treinaria duro naquela tarde e no dia seguinte, batalharia novamente.

- Bem, pessoal... Primeiro, terei de trabalhar os movimentos especiais do Deino, já que seria algo inútil tentar os físicos. E teremos de treinar evasivas e golpes do Drilbur! De acordo?

Os dois Pokémons concordaram com a cabeça. Estavam ansiosos para começar o treinamento. Porém, Carter havia chegado a conclusão de que uma batalha entre eles não faria muita diferença. Teriam de achar outra pessoa ou Pokémon que quisesse os desafiar.

- Bem... Agora nós podemos... – antes que o garoto terminasse a frase, um som alto foi ouvido da floresta. Então, uma fumaça vinda de algum lugar ao longe chamou a atenção de Deino. Com os ouvidos atentos, ele saiu correndo naquela direção, deixando seu treinador e o seu amigo Pokémon bastante confusos.

- Aonde você vai? – gritou Carter, mas já era tarde demais. Deino havia sumido entre as árvores. O treinador, sem alternativa, saiu correndo atrás do Pokémon dragão, sendo seguido por Drilbur.

- Druddigon, use a Fúria do Dragão!

- Vanilluxe, defenda-se com o Raio de Gelo!

Carter havia chegado bem a tempo de ver, enquanto o grande Pokémon dragão abria a boca e disparava uma enorme esfera de energia azul claro na direção do oponente. O Pokémon sorvete, porém, disparou de uma de suas bocas um grande raio gelado. Então, as duas energias se chocaram, se confrontando. Passaram-se alguns minutos assim, ao mesmo tempo que nenhum dos movimentos conseguia prevalecer sobre o outro. Finalmente, os dois movimentos se esgotaram, explodindo e criando uma enorme nuvem de fumaça que cobriu o "campo".

- Uma... Uma luta? – estranhou Carter, que estava escondido em uma moita. O local era uma grande clareira de terra, cercada de árvores, arbustos e flores. A estranha fumaça que Deino havia procurado vinha de uma árvore em chamas ali perto, bem atrás do Pokémon Vanilluxe. Mas não havia sinal de Deino.

O treinador do Druddigon tinha cabelos loiros e olhos castanhos. Vestia uma camiseta vermelha, uma jeans gasta de cor cinza, uma jaqueta de couro negro e sapatos brancos. Tinha nas mãos uma Pokébola, a qual ele apertava furiosamente. Então, gritou:

- Use agora o Lança- Chamas!

O grande Pokémon dragão abriu a boca e dela expeliu um enorme jato de fogo, que atingiu com grande impacto o Pokémon de gelo e o jogou violentamente para trás e para o chão.

- Não! Levante-se! – encorajou o treinador do Vanilluxe. Este tinha cabelos castanhos e olhos verdes. Vestia uma camiseta vermelha, uma calça branca e tênis com listras pretas e brancas. Um boné estava mal colocado na cabeça, caindo pelo lado esquerdo – Vamos lá! Use a Nevasca!

- Não, não! Nem pensar! Lança - Chamas mais uma vez!

De nada adiantou o golpe de Vanilluxe, que via assombrado, enquanto as bolinhas de neve disparadas pelas suas bocas eram derretidas pelo jato de fogo de Druddigon. Mas, como se isso já não bastasse, o golpe adversário ainda o atingiu, o jogando metros para trás, até ele bater em uma árvore próxima.

- Use agora uma sequencia da Garra do Dragão! – disse o loiro.

O Pokémon vermelho partiu para cima em alta velocidade e atingiu um perigoso arranhão com as garras brilhando em azul na face esquerda do Pokémon sorvete. Antes sequer que Vanilluxe pudesse se afastar, foi atacado com mais dois arranhões. E, por fim, mais uma garra brilhante avançou em seu corpo, o derrubando com força no chão.

- Vanilluxe, não! – gritou o de cabelos castanhos, mas era tarde demais. O seu inimigo já tinha o golpe final preparado.

- Meteoro do Dragão. – suspirou ele, com um sorriso cruel no rosto. Druddigon imitou-o, enquanto um brilho amarelo surgia em sua barriga. O treinador de Vanilluxe nada pode fazer, apenas gritar, enquanto o brilho era disparado ao céu e se dividia em várias pequenas esferas de energia, que iam caindo, uma a uma, no solo. No entanto, algumas acertaram o Pokémon de gelo com um tremendo impacto. Ele não resistiu. Caiu no mesmo instante, desmaiado.

- Bem... Parece que esse já foi o seu segundo Pokémon... Enquanto eu ainda continuo com o meu primeiro... E quanto ao nosso trato? – lembrou o loiro.

- Aqui está! – o garoto de cabelos castanhos entregou um maço de notas nas mãos do outro, retornou Vanilluxe na Pokébola e depois, saiu andando, sem dizer mais nenhuma palavra.

- Mas o que diabos... – Carter sussurrou para si mesmo, quando finalmente caiu na real. Aquela era uma batalha apostada. E, se ele sabia alguma coisa sobre leis, era que isso era ilegal.

- Ei, ei! Espere um instante! – gritou Carter, sendo seguido pelos seus dois Pokémons. Deino havia voltado alguns minutos atrás. Provavelmente, havia sentido o cheiro do outro Pokémon dragão e por isso havia corrido atrás. Mas, obviamente, preferia o seu treinador ao cruel Druddigon.

- Hein? – antes que o loiro pudesse responder, o estranho garoto se aproximou, estendendo a mão.

- Meu nome é Carter Clay. Prazer! Qual é o seu?

- Krios "Killer" Bettius. O que quer?

Carter estranhou o jeito frio dele e ainda ele se auto apelidando de "Killer", mas não se deixou intimidar. Chegou mais perto, enquanto o loiro o olhava com um olhar de desgosto.

- Foi muito legal o que você fez naquela clareira! Venceu a batalha mesmo na desvantagem!

De repente, a expressão de desprezo do outro morreu, sendo substituída por uma de... Carter não sabia como descrever, mas era uma coisa parecida com medo... Talvez pânico. Poderia ser insegurança...

- Você viu? – Krios perguntou.

- Bem, na verdade... Vi... Meu Deino sentiu o cheiro de seu Druddigon e o seguiu. Então, não tive opção a não se ir atrás.

- Humm... Bem, você viu até onde?

- Até o final! Vi você acabando com ele com o Meteoro do Dragão e vi também, sabe, a aposta...

- Quanto você quer para ficar calado? – Krios interrompeu – Eu tenho bastante grana. A da aposta... E mais um pouco que meu pai... – ele hesitou – Minha família me deu, sabe? Quanto quer? Fale!

- Bem... Não quero dinheiro. – o sorriso travesso agora estava nos lábios de Carter – Apenas quero uma batalha!

O campo era uma pequena área desmatada da Rota, usada para extrair madeira. Existiam tocos caídos para os lados e um grande trator no fundo. O chão era de terra dura e as folhas das árvores eram mais amarronzadas, como se estivessem em um outono permanente. Perfeito! Parecia estar abandonado há algumas semanas... Talvez não chamasse a atenção.

- Eu vou com o meu Drilbur! – gritou Carter.

- Então... Woobat! Seja útil.

Carter estranhou o pequeno Pokémon que apareceu na sua frente. Tinha um rosto engraçado... Com o único dente, a falta de olhos e o grande nariz em forma de coração... Não aparentava grande risco... Por isso, foi ele o primeiro a fazer um movimento:

- Use o Tapa de Lama!

Focado, Drilbur logo levou suas mãos ao solo e escavou um punhado de lama. Então, jogou-o na direção do oponente, mirando sua face. O problema foi que facilmente, Woobat voou para cima, desviando-se do golpe.

- Haha... Idiota! Não sabe que movimentos do tipo Terrestre não afetam Pokémons do tipo Voador? Parece um novato... Vamos ver o que faz contra um golpe Rajada!

Em uma fração de segundos, a toupeira estava sendo arremessada contra uma árvore por uma forte corrente de vento, que o castigava. Mas, assim que o movimento parou, recebeu a ordem de seu dono e rapidamente, correu e pulou até o Pokémon morcego e atingiu um forte Rasgar no seu rosto, o empurrando centímetros para trás.

- Vamos agora com a Esfera Sombria! – gritou Krios.

- Evasiva e Garra de Metal!

O Pokémon psíquico logo criou uma bola de energia negra em frente ao seu nariz, assim a disparando sobre o oponente. No entanto, por um triz, Drilbur conseguiu se desviar, rolando para o lado. Assim, deu um salto e atacou Woobat com um arranhão metálico.

- Argh! Faça algo direito, seu estúpido! Tente o Psíquico! – trovejou Krios.

Drilbur, logo em seguida, foi envolto em uma poderosa aura rosada. Com uma expressão de espanto no rosto, foi levitado do chão e jogado contra uma pilha de troncos caídos quatro vezes. Então, foi arremessado em cima do trator velho. Com o impacto, o trator rangeu e chacoalhou, liberando fumaça de seu escapamento.

- Drilbur! Consegue se levantar? – perguntou Carter, recebendo um aceno positivo de cabeça de seu companheiro como resposta. Com um sorriso no rosto, o treinador continuou: - Então, pode usar o Arranhão, seguido de uma sequencia do Rasgar!

Se levantando devagar de cima do trator, logo Drilbur estava correndo para cima de Woobat com as garras levantadas. Krios, porém, ordenou:

- Desvie!

Com uma velocidade incrível, Woobat voou para o lado, esquivando-se do primeiro golpe. Logo, voou mais para o alto e ficando fora de alcance do segundo. Então, com mais agilidade ainda, voou para a frente, passando por baixo do braço que desferia o terceiro movimento. E, por trás de Drilbur, disparou uma poderosa Rajada, que empurrou a toupeira para longe e a fazendo bater a cabeça em uma pilha de troncos. Tonto e machucado, não demorou até que Drilbur caísse no chão, inconsciente.

- Drilbur! Não! – gritou Carter, enquanto corria até o seu Pokémon caído. Passou por cima de alguns tocos derrubados e logo tomou seu parceiro nos braços. – Calma... Você deu duro... Merece um descanso! – E, dizendo isso, o recolheu na Pokébola.

- Já viu que não consegue me deter, não é? – provocou o loiro – O meu Woobat, mesmo sendo o pior de meus Pokémons, é muito melhor que os seus – O Pokémon morcego fez uma cara de desapontamento, mas continuou firme, enquanto seu dono continuava - Pode lançar o seu próximo. Estou preparado.

Carter, lenta e furiosamente, pegou uma Pokébola do bolso. A olhou significantemente e sussurrou:

- Prove para eles que é o melhor, Deino. – e aumentando o tom da voz, disse – Lute e vença-o!

Logo, o pequeno Pokémon dragão estava parado em meio ao campo, com sua grande franja cobrindo seus olhos. Carter torceu para que a habilidade Pressa não fizesse efeito desta vez.

- Humpf! Esse emo aí não vai nos atrapalhar. Vá com a Rajada. – falou Krios.

Logo, o Pokémon noturno se viu pego por uma grande lufada de vento e batendo as costas com força em uma pilha de troncos. E, por azar, um dos troncos rolou para baixo, atingindo-o violentamente na cabeça.

- Deei - gemeu o Pokémon.

- Deino! Se levante agora! Vamos lá, amigão! Use o Sopro do Dragão! - incentivou o garoto.

Com uma dose extra de esforço, finalmente, as quatro patas do Pokémon azul ficaram firmes e eretas. Por uma fração de segundos, ele cambaleou para o lado, ficando zonzo. Mas, para a alegria de seu treinador, manteve-se de pé. Então, abriu sua boca e antes que Woobat pudesse desviar, um maciço raio de energia azul atingiu-o na face, empurrando-o para trás em alta velocidade, até que este batesse em um tronco caído. Atordoado com o impacto, não voltou a voar no mesmo instante.

- Nossa chance, parceiro! Use o Sopro do Dragão mais uma vez!

- Retorne! – disse Krios, chocando a todos. Então, levantou a Pokébola e converteu seu Pokémon em um raio vermelho e o puxou de volta, no exato instante que o golpe vindo de Deino explodia o tronco, no exato local onde antes estivera Woobat.

- Tepig, vá! Lança Chamas! – gritou o loiro, lançando sua Pokébola ao ar. Antes que Deino pudesse assimilar tudo o que estava acontecendo, viu o brilho azul surgindo da esfera vermelha e branca e logo em seguida, um jato de fogo em sua direção. Sem tempo para desviar, o dragão acabou sendo tostado.

- Deino, não se intimide! Use a Vibração do Dragão!

- Desvie e use o Bate Cabeça.

Tepig, com sua velocidade incrível, precisou de apenas um salto para o lado para se esquivar da esfera de energia turquesa e, logo em seguida, cobriu seu corpo em uma poderosa energia azulada.

- Teeeeeeeeeeeeeeeepiiiii! - rugiu o Pokémon porco, enquanto corria em disparada na direção de Deino. Em uma questão de segundos, chocou-se em alta velocidade com o dragão, jogando ambos para lados opostos com a força do impacto, com os dois se machucando.

- Deino, depressa! Use a Mordida!

Krios apenas parou e observou, enquanto o Pokémon noturno avançava com velocidade. Porém, logo tomou a direção errada e correu para a esquerda, sendo que deveria ir para a frente, onde estava Tepig. Então, fincou os dentes em uma árvore, e logo, soltou, reconhecendo que errara o alvo.

- A droga da habilidade... Ele perde a precisão de golpes físicos. Terei de confiar nos golpes de longe apenas... – reclamou Carter – Use o Sopro do Dragão!

- Lança Chamas. – comandou Krios, fria e calmamente. O que chocava o treinador de Driftveil era que o oponente tinha sempre em mente o que fazer. Provavelmente, tinha anos de experiência. Nunca se surpreendia... E vencia como se fosse a coisa mais fácil do mundo. Sendo assim, era fácil manter aquela pose de machão.

Então, o esperado aconteceu. O raio de energia vindo da boca de Deino se chocou com a labareda de fogo disparada por Tepig. Os dois continuaram nisso por alguns minutos, agonizantes minutos de um tentando superar o outro. No entanto, Deino cedeu de cansaço. Logo, foi atingido pelas chamas e recuou para trás, zonzo...

- Investida – disse Krios. Então, Deino estava sendo atingido pelo corpo de Tepig, assim, sendo arremessado para trás.

- Carga de Chamas. – novamente era a voz do loiro, e então, o Pokémon dragão foi atingido pelo corpo de Tepig mais uma vez, mas desta vez, estava pegando fogo. Sem parar, Krios continuava ordenando golpes.

Então, Deino foi atingido por um Lança Chamas, que o obrigou a recuar. Então, mais dois movimentos Carga de Chamas vieram em sucessão, o fazendo tombar sob as patas dianteiras. Logo, mais uma Investida veio pela frente, atingindo-o no rosto. E, sem misericórdia, um Bate Cabeça finalizou a batalha. O pequenino Pokémon porco veio em alta velocidade, atingindo o Pokémon noturno com o corpo envolto em uma grande energia azulada. Deino voou metros para trás, indo de encontro ao grande trator. Uma placa de metal que cobria a máquina voou para longe, deixando o motor a mostra. Então, ao cair no chão de volta, o Pokémon dragão se recostou no pneu e desmaiou.

- Deino, não! Amigão, você tem que se levantar! – chorou Carter, correndo até ele. Deino fez força para abrir os olhos e, significantemente, assentiu para o treinador, como se dissesse: "Está tudo bem. Fizemos o nosso melhor". Assim, foi recolhido na Pokébola.

- Até que não luta mal. Mas eu ainda sou melhor. – ao terminar de dizer isso, Krios "Killer" ajeitou a sua jaqueta de couro, recolheu Tepig sem ao menos lhe dar os parabéns e tomou caminho pela estrada de terra que passava por ali. Devia estar voltando para Driftveil.

- Argh! Eu odeio esse cara! – reclamou Carter para si mesmo. Cerrou os punhos, em sinal de raiva. Havia sido humilhado duas vezes até agora, Perdera suas duas únicas batalhas oficiais, e nas duas, o oponente nem perdera sequer um Pokémon. Se lembrou da batalha contra Sawk e Throw. "Eu não os venci!" pensou para si mesmo "Nem mesmo com a ajuda do meu pai eu pude vencê-los! Precisei da ajuda do Deino também... E agora, sob o meu comando... Ele só perde". Então, uma leve lembrança pairou em sua mente.

Carter, com seus oito anos de idade, estava sentado no seu pequeno quarto na casa de dois andares de Clay. Tinha um bloco de madeira pintado de azul nas mãos, e outros estavam espalhados pelo tapete. Ele e Drilbur queriam construir com eles um castelo forte para abrigar o Capitão Terremoto, seu herói de infância. Porém, toda vez que levantava a torre da fortaleza, ela desmoronava, o que os deixava muito triste.

- Já chega, Drilbur! Desisto de tentar montar isso! É muito difícil! – gritou Carter, jogando o bloco no chão.

A toupeira já estava imitando o gesto do parceiro, quando, de repente, uma luz avermelhada invadiu o quarto. Uma grande letra V de fogo surgiu em meio aos blocos e logo tomou forma.

- Não desista. – aconselhou Victini, pegando um dos blocos e o colocando suavemente na mão esquerda de Carter – Você pode até cair, meu jovem, mas nós podemos escolher... Levantar de novo! Talvez precisemos de uma mãozinha de vez em quando, mas sempre, sempre, o que importa é a sua vontade de levantar. E, se cair de novo, não desista só porque o caminho é cheio de pedras escorregadias. Procure apoio, se levante e siga em frente. Uma hora, até as montanhas serão um desafio pequeno!

Então, em uma velocidade incrível, Victini montou a torre, a desmontou e convidou:

- Você consegue amigo. – e então, a janela se abriu de repente. Victini pulou por ela e desapareceu na rua chuvosa de Driftveil. Carter nunca mais o viu...

- Eu não sei quem é você! – sussurrou Carter, se levantando – Mas, você me deu conselhos! E me ajudou. Por isso, prometo uma coisa a você! Eu não desistirei! A vida nos dá a opção de ficar deitado. Eu escolho levantar e tentar de novo! E, se depender de mim, não perderei a revanche a amanhã. Levarei a Insígnia! Não serei um fracassado.

Então, virando as costas para o palco de sua mais recente derrota, o garoto se dirigiu para Driftveil, decidido de uma coisa: "Eu serei grande, assim que me levantar"!