Hi! ^^ I'm sorry for the late, but I was so busy! Sorry! (Olá! ^^ Desculpem pelo atraso, mas estive ocupada! Desculpem!) So...here it goes. A a new chapter! Enjoy! xD (Portanto...aqui vai. Um novo capítulo! Divirtam-se! xD).


Capítulo XIII – Mermaids and Humans VS Pérola (Part II)

Pérola continuava a contra-atacar Aaron. Atingiu-o num braço e, agora, estava pronta para dar o próximo ataque, quando alguém surgiu do nada, impedindo-a de fazer qualquer movimento.

- Bright… - murmurou admirada por ele estar ali, diante dela, depois do que aconteceu. E ainda por cima com uma ar muito sério.

- Pára, Pérola! – gritou o príncipe das sereias – O teu problema é comigo! Não com eles!

Pérola soltou uma pequena gargalhada.

- Tens razão. Porque, se não fosses tu, isto provavelmente não estaria a acontecer!

O rei Aaron ouviu aquilo e ficou confuso. Não sabia ao certo o que estavam para ali a dizer, mas sabia que coisa boa não era.

- Bright. O que se passa? Tu conheces a Pérola?

Bright baixou o olhar e respirou fundo. Era a hora da verdade. Tinha de enfrentar as consequências dos seus actos.

Virou-se para o pai e o olhou nos olhos.

- Sim, pai. Eu conheço-a. Fiz um trato com ela e, como não consegui cumpri-lo, ela está a tentar destruir os nossos mundos. O do mar e o humano.

- Eu não acredito…

Aaron estava desiludido. Bem que a mulher lhe tinha dito algo sobre ter pressentido que alguma coisa não estava bem com os filhos. Porque é que não lhe tinha dado ouvidos?

- Perdoa…pai… - murmurou de cabeça baixa.

- Oh…que lindo…! – gozou, Pérola, com o momento para depois voltar a estar séria. – Agora que terminamos com este momento bonito entre pai e filho, será que podemos voltar a coisas sérias? – ergueu o bastão e apontou-o na direcção deles – Onde é que eu ia?

[…]

Rein estava inquieta no barco. Ver Bright, ao longe, ali a ser atacado, e não poder fazer nada, dava-lhe cabo dos nervos. Tinha de fazer algo!

- Shade! Vai com o barco até onde o Bright está!

- O quê?! Estás maluca! Não podemos! É muito arriscado!

- Não me interessa! Se não fores, eu mesma me atiro à água e vou lá!

- Rein!

Shade olhava-a surpreso. Esta o olhava com tamanha determinação, que não tinha dúvidas de que ela pudesse realmente fazer aquilo que se proporcionava a fazer.

Suspirou derrotado.

- Ok…ok! – pegou nos remos – Vamos lá!

As duas sorriram e, pegando cada uma nos seus respectivos remos, seguiram com ele pelo mar violento adentro com o barco.

«Só espero não me vir a arrepender.», pensou, Shade.

À medida que iam avançando, o mar adensava-se cada vez mais. Estavam quase lá, mas como o mar se estava a tornar cada vez mais violento, o barco deles não pôde avançar mais.

- Rein! É melhor ficarmos por aqui! Se continuarmos pôde ser o nosso fim!

O barco balançava com força ao sabor das ondas, enquanto Rein pensava no que iria fazer.

- Não faz mal, Shade! – sorriu e levantou-se, perante o olhar preocupado dele – Fico por aqui mesmo! – perante o olhar abismado dos amigos, ela pegou numa corda grossa e comprida que estava dentro do barco e pousou-a ao ombro. - Obrigada!

E, sem dizer mais nada, atirou-se para o mar, desaparecendo da vista deles.

- Rein! – gritou, Fine.

- Ela é maluca?!

Shade nem estava a querer acreditar que aquilo lhe estivesse a acontecer.

- Eu não aguento, Shade! Tenho de ir ter com ela! – levantou-se e, depois de dar-lhe um beijo suave nos lábios, tirar os sapatos e levantar o vestido, saltou para o mar, indo ter com a irmã.

- Boa sorte…

[…]

Truth navegava a alto-mar dentro da sua lancha pessoal. Ia ao encontro das filhas.

Quando regressara ao palácio, depois do seu encontro com o senhor do porto, começou logo a dar ordens para todo o mundo. Todos ficaram atrapalhados, mas cada um sabia bem qual a missão que lhe fora incutida.

«Só espero que tudo dê certo.», pensou, suspirando de seguida. «Fine. Rein. Não se preocupem. Já vou a caminho!».

O mar estava mesmo muito violento e, até mesmo o próprio rei, teve uma certa dificuldade em manobrar a lancha. Mas não podia desistir, visto que se tratava das suas filhas. Elas estavam em perigo.

Até que…a determinada altura…ele avistou um barco. «Deve ser o deles!».

Aproximou-se, ficando lado a lado com o barco. Mas, quando olhou para o interior deste, apenas Shade era o seu único passageiro.

- Rei Truth?! – exclamou, Shade, surpreendido.

- Onde elas estão? As minhas filhas, onde elas estão?

- Vossa majestade, elas foram a nado para lá! – apontou com o dedo indicador para o local onde elas tinham ido, que foi seguido pelo olhar do rei – A princesa Rein estava com a cisma de que tinha de fazer alguma coisa para salvar Bright e foi ter com ele! A Fine, vendo que a irmã precisava de ajuda, foi junto! Vossa majestade! Eu juro que tentei pôr-lhes algum juízo dentro daquelas cabecinhas, mas…já sabe como elas são!

- Sim! Têm bem a quem sair! Regressa ao porto, rapaz! Isto é muito perigoso! A tua família deve estar preocupada contigo! Eu vou ter com elas!

- Sim, vossa majestade!

E, num ápice, ele agarrou nos remos e começou a remar para trás, enquanto o rei avançava para a frente, partindo no encalço das suas meninas.

O rei tinha razão. Estava preocupado pela Fine, mas havia outras pessoas que estariam bem mais preocupadas, não com ela, mas sim, com ele.

[…]

Rein e Fine, que ia atrás dela, nadavam o máximo que podiam. Estavam a nadar contra a corrente e esta era bem forte, o que fez com que elas, de vez em quando, engolissem um bocado de água salgada.

- Rein! – chamou, Fine, com dificuldade – Rein!

- Fine? – parou de nadar, fazendo com que a Fine chegasse à sua beira – Porque seguiste-me?

- Achas que eu iria deixar-te sozinha neste sarilho? – abanou a cabeça em negação – Tás redondamente enganada!

Rein sorriu e depois a abraçou.

- Obrigada, Fine.

As duas olharam-se nos olhos.

- Mas…o que estás a pensar fazer quando lá chegarmos?

Rein sorriu e desviou o olhar para a corda. Fine apercebeu-se disso, entendendo logo o plano.

- Vamos!

[…]

Pérola estava a atacar pai e filho, bem como os guardas que vieram junto com o rei sereia.

Todos, de certa forma, tentavam a todo o custo desviarem-se dos seus ataques.

De repente um grito atordoador se fez ouvir.

- Ah!

Pérola havia sentido qualquer coisa a ser-lhe espetada na pele. Ao olhar para baixo pôde ver quem lhe havia feito tal ousadia.

- Fine! – semicerrou os olhos – É assim que cumprimentas uma velha amiga? A atirar-lhe coisas afiadas pra cima?

Fine minutos antes tinha pegado num arpão perdido no fundo do mar, enquanto a Rein mergulhava fundo e se afastava para ir pôr em prática o seu plano.

- Que eu saiba, Pérola, deixaste de estar dentro dessa categoria no momento em que nos denunciaste!

Pérola desatou a rir-se.

- Não me digas! Então, assim, não te importas que te faça...isto!

E, sem dar aviso prévio, esqueceu-se de Bright e do rei Aaron, que não estavam a entender nada do que se estava a passar, principalmente o rei, e passou a dirigir o seu ataque contra a princesa do Reino do Sol.

Fine mergulhou. Tentava a todo o custo desviar-se dos seus ataques. «Porque é que a Rein está a demorar tanto? Despacha-te! Não vou aguentar isto por muito tempo!», pensou desesperada.

A determinada altura, sem que estivesse a contar, um ataque passou por ela de raspão, fazendo com que desmaiasse.

O seu corpo ficou a boiar e, por fim, acabou por ir ao fundo. Mas, sem que ninguém o esperasse, Altezza agarrou nela e submergiu, levando-a junto.

- Altezza! – exclamou, Bright – O que estás a fazer aqui?

- Pensei que pudesses a vir a necessitar da minha ajuda. – depois virou-se para Fine e tentou acordá-la – Oh! – deu-lhe uns tapinhas na cara – Oh! Acorda!

O ar voltou a entrar pelo corpo de Fine. Desperta, ela tossiu e com a tosse saiu também um pouco de água que tinha engolido.

- Onde…estou…? – perguntou atordoada, enquanto tentava focar a visão que estava um tanto nublada – Quem és tu?

- Sou a Altezza. A irmã do Bright.

- Também és uma sereia?

- Claro! E acho melhor sairmos daqui.

- Porquê? – arregalou os olhos de repente, lembrando-se de algo – Rein!

- Rein? O que ela tem?

- Ela ainda não veio à superfície?

Altezza a olhou de sobrolho erguido. Não sabia o que ela queria dizer com aquilo.

Nesse momento, como se tivesse ouvido o seu chamado, Rein subia à superfície. E, quando as avistou, foi ter com elas.

- E…então?

Rein fez sinal positivo com a mão direita, enquanto dava um largo sorriso e amostrava-lhe uma das pontas de uma corda na outra mão.

- Deu tudo certo!

- Que bom!

Altezza olhava para uma e depois para a outra, tentando averiguar o assunto daquela estranha conversa.

- Posso saber o que se está a passar?

- Ah, Altezza! O que estás aqui a fazer?

Altezza revirou os olhos aborrecida.

- Acabo de salvar a vida da tua irmã e é assim que me agradeces?

- Ah! Sendo assim…obrigada, Altezza.

- Desculpa interromper esse momento entre vocês meninas, mas…o perigo ainda não passou!

Bright havia as alertado que ainda estavam em alto-mar e que Pérola ainda se encontrava ali, pronta para os destruir.

- Olha, olha. Se não é a nossa querida, Rein. Só faltavas mesmo tu para a festa estar completa! – olhou para cada um deles e depois apontou-lhes o bastão – Preparem-se porque agora é que vão ser elas!

- Lamento, mas isso não vai acontecer! – decidida, ela lança a corda na direcção do rei Aaron, do Bright e dos guardas – Agarrem-na!

Pérola caiu na gargalhada.

- Um pedaço de corda? Achas que é isso o que vai deter-me?

- Ri-te à vontade, Pérola! Mas quem ri por último, ri melhor! – tendo todos agarrado a corda, ela virou-se para eles – Puxem!

A uma só simples ordem por parte dela, todos puxaram a corda com toda a força possível.

Pérola sentiu, então, algo a agarrar-lhe com força os tornozelos, fazendo com que os dois se unissem. Incapaz de manter o equilíbrio, caiu para trás.

Fine e Rein riram-se, ao passo que os outros olhavam surpresos para o que se havia passado.

- É isso aí, Pérola! – exclamou, Fine, sem conter o seu contentamento - Lembras-te quando éramos miúdas? Chegaste a dizer-nos que tinhas tornozelos fracos! Mal sentias estes a serem apertados, não conseguias manter o equilíbrio! – Pérola ergueu um pouco o corpo para cima, tendo os cotovelos como suporte. – Bem feito! É pra veres que com as princesas do Reino do Sol ninguém se mete!

A Bruxa do Mar rangeu os dentes furiosa. Sentindo-se humilhada, soltou um grito bem audível, capaz de ser ouvido à distância, e levantou o seu bastão pró alto, posicionando-o na direcção que queria. A parte redonda debaixo estava apontada para eles, enquanto o bico de cima para o lado oposto. Para o Reino do Sol.

- Então não vão se importar que eu extermine o vosso querido reino, pois não?

Com um sorriso triunfante estampado no rosto, ela disparou contra o reino umas quatro vezes para desespero das princesas.

[…]

Fora dado o alerta por todo o Reino do Sol.

Os magos e os guardas, seguindo as ordens que o rei lhes havia ordenado anteriormente, puseram-se nas suas respectivas posições, preparados para o possível ataque. O seu dever era proteger o reino, custe o que custasse, enquanto o rei estava ausente.

Os guardas acalmavam as pessoas do reino, as da população e as que trabalhavam no castelo. Já os magos, esses deslocaram-se à torre mais alta e, de lá, uniram as suas mãos em forma de oração e, fechando os olhos, murmuraram algo numa língua estrangeira.

Das suas mãos surgiu uma luz amarela bastante reluzente. Concentrando toda a sua energia numa só, esta luz se fez disparar para o céu, criando assim uma barreira que teria a finalidade de proteger todo a extensiva área do Reino do Sol.

Os raios verdes estavam a aproximar-se e, quando chocaram contra a barreira, os magos fizeram um esforço extra. A força com que vinham, bem como o tipo de energia que continham, era muito forte e poderosa.

Com força e vontade, os raios se deterioraram, acabando por desaparecerem. Respiraram fundo. Haviam ganho aquela pequena batalha.

[…]

- Que ódio!

Vendo a sua tentativa de destruir o reino fracassada, Pérola levantou-se e, cheia de raiva, virou-se com tudo para as princesas.

- Agora vocês vão ver como elas mordem!

Estava prestes a atacá-las, quando sentiu uma dor na mão que a fez deixar cair ao mar o seu bastão.

Fora o rei Truth.

Determinado em proteger as suas meninas, ele puxou o gatilho da sua espingarda e atirou na Bruxa do Mar.

- Nem ouses tocar num só cabelo que sejas das minhas filhas, Pérola!

- Pai! – exclamaram as duas princesas, virando-se para trás para o ver.

Pérola não estava à espera daquilo.

- Rei Truth…até me admira que estejas aqui. E eu que pensava que nem te importasses tanto com elas! – ironizou.

- Posso ter sido ultimamente muito severo, mas eu as amo! E muito!

Rein e Fine, sensibilizadas por tal gesto de amor do pai, foram ter com ele. Subiram para o barco deste e o abraçaram com força. Abraço esse que ele retribuiu com o maior fervor.

- Oh…que lindo! Será que também posso fazer parte desse abraço?

- Nunca!

Sem paciência para as suas ironias, e já conhecendo a sua verdadeira natureza, Truth voltou a erguer a espingarda na sua direcção, disparando contra ela sucessivamente sem piedade.

Pérola estava a ficar agoniada com tanta aferroada na pele. Podia não a ferir mortalmente, mas fazia com que tivesse uma dor que ia muito além do suportável.

Entretanto, ao olhar para baixo, avistou Bright, que chamava a irmã para ir pró pé deles. Viu, então, a sua oportunidade de escapar àquele infeliz infortúnio.

Levou o braço direito até Bright e, quando este estava desprevenido, agarrou-o com a mão, levando-o até cima, até à altura dos ombros.

- Pára já com esse maldito tiroteio, Truth! – rugiu arfante, já farta daquilo – Se não… - colocou Bright à frente deles, o qual via as suas tentativas de escapar inúteis – o príncipe Bright é quem sofre!

Fine e Rein arregalaram os olhos assustadas.

- Pai! Tens de parar! – pediu, Fine.

- Por favor, pai! – suplicou, Rein.

O rei suspirou frustrado e baixou a arma. Afinal, não tinha como não resistir a um pedido tão eloquente por parte das suas queridas filhas.

Livre da dor, agora toda a sua atenção virou-se para o seu prisioneiro.

- Bright, Bright…viste o que foste fazer? Isto não estaria a acontecer se tu não tivesses quebrado o nosso acordo. – suspirou lamuriosa – E pensar que podíamos ter sido tão felizes.

Bright lá queria saber daquilo. A única coisa que lhe importava era sair daquele aperto o mais rápido possível. Poderia desidratar-se caso não fosse para a água o mais rápido possível.

- Pérola!

Uma voz masculina se vez ouvir. Todos viraram a cabeça para ver quem era. Foi o rei Aaron.

- Não me interessa em nada o assunto que tens com o meu filho! Mas nem penses que te deixarei matá-lo! Antes mato-te primeiro! – levantou a mão direita e fez sinal prós guardas – Agora! Disparem!

Os guardas não pensaram duas vezes. À ordem do seu soberano levantaram pró alto um objecto grande, um que era preciso vários homens para o segurarem. O bastão dela. O bastão estava apontado na sua direcção e sem piedade eles dispararam contra ela.

Pérola esbugalhou os olhos.

O raio verde acertou no alvo. Pérola soltou um grito de puro desespero. Deixara cair Bright no mar e tinha levado as mãos pró alto. A dor era aguda e feria-lhe por dentro como mil agulhas a perfurarem-lhe.

Entretanto, Rein tinha o coração quase na boca. Estava deveras preocupada com Bright. Mas assim que ele veio à superfície, indo de seguida para a beira do seu povo, ficou mais descansada. Foi como se um peso enorme lhe tivesse sido retirado dos ombros.

Quanto a Bright, este ajudou o seu povo a pegar no bastão. Ficou na frente. Queria ser ele próprio a dar o golpe de misericórdia nela, visto que fora ele quem havia começado tudo aquilo.

- É o teu fim, Pérola! Finalmente vou poder acabar o que comecei! Desaparece!

Mais uma vez eles dispararam. Pérola nada pôde fazer. Apenas olhava nos olhos de Bright, questionando.

O raio verde atingiu-a. Vários pontos luminosos se formaram por todo o seu corpo. Até que o inevitável aconteceu. Ela se dizimou.

«Porque me fizeste isto, Bright? Podíamos ter sido tão felizes! No fundo eu amava-te. Sempre te amei…».

Com um sorriso terno nos lábios evaporou-se sem deixar rastro. E…com ela…o bastão também.

Agora não havia nenhum vestígio da existência de Pérola. Por fim, todos estavam livres dela. Por fim…

As ondas amenizaram-se e o céu tornou-se mais claro. As nuvens negras haviam desaparecido, dando lugar ao lindo raiar do sol.

Depois da tempestade viera a tão esperada bonança. Todos os que ali estavam e que foram capazes de tornar tudo aquilo possível celebravam a vitória.

- Conseguimos, pai! – exclamou, Fine, abraçando-o.

- Sim, filha. – abraçou-a de lado e deu-lhe um beijo no topo da cabeça – Conseguimos graças a uma pequena ajuda da…

- Dos seres marinhos. – concluiu, Rein, que olhava para festa que eles faziam um pouco mais à frente – Do reino das sereias. E, principalmente, graças ao Bright. – suspirou – Bright…

«Rein…Amas tanto assim esse rapaz?».

Bright, por seu lado, abraçava o pai Aaron. Agora com a morte de Pérola, o rei havia-o perdoado. Afinal não podia estar mais orgulhoso do seu filho. E, como se tivesse recebido um chamamento, virou-se para trás.

Rein estava ali a olhar para ele. Ela era tão linda. Por ela tinha sido capaz de corrigir os seus erros. «Rein…».

- Vamos para casa? – perguntou o rei Truth para quebrar aquele momento meio tenso – Assim que chegarmos ao palácio, faremos uma grande festa! Que me dizem?

- Isso seria magnífico, pai! Não achas, Rein…? – perguntou a sussurrar, pois havia notado que a irmã não estava bem. Também quem poderia, sabendo à partida que deixaria de ver a pessoa que amava?

A troca de olhares entre Rein e Bright era intensa. Tão longe e ao mesmo tempo tão perto. Só existiam eles os dois naquele momento.

- Vamos Bright. – chamou o pai, pousando uma mão no seu ombro direito – Temos de contar a novidade à tua mãe. – sorriu – Ela vai ficar muito contente com tal notícia. Não achas?

- Sim, pai. – deu um meio sorriso – Vamos…

Antes de se ir embora, seguindo o pai e os outros, olhou uma última vez para Rein. «Nunca te irei esquecer, Rein. Amo-te.».

- Vamos, filhas. Temos de ir. – disse, enquanto se punha em posição para partirem.

Fine aproximou-se da irmã, abraçando-a por trás.

- Vamos, Rein.

Os olhos de Rein humedeceram. Mas só quando Bright desapareceu no mar é que ela concordou em ir embora.

Que triste fim para duas pessoas que se amavam. Como eram de mundos diferentes, cada um seguiu o seu caminho.

Dois amantes. Dois caminhos. Mas qual deles seguir? Só o futuro o podia reveá-lo…


Do you like it? It was really amazing, wasn't it? If the action was really poor, I'm sorry. I did my best. Action scenes are not my best. Lol (Gostaram? Foi espectacular, não foi? Se a acção tiver pobre, peço desculpas. Fiz o meu melhor. Cenas de acção não são a minha onda. lol)

The next chapter is the final one! xD Are you exited? I am. :) So...see you there! ;) (O próximo capítulo é o último! xD Estão ansiosos? Eu estou. :) Então...vejo-vos lá! ;) )