Freedom

Sinopse: Edward, um jovem que luta por seus ideias. Capaz de atropelar qualquer obstaculo que se meta em seu caminho.
Isabella... Tão durona quanto uma pedra! Seu sobrenome deveria significar Rigidez ao invés de Cisne.
Personalidades fortes que são obrigadas a conviver debaixo do mesmo teto! Precisam disso para cumprir um objetivo: o sonho de cada um!

Disclaimer: A história me pertence, Twilight e os personagens a Stephenie Meyer.


Capitulo 8 - Cuidados inesperados

"As vezes é preciso parar e olhar para longe, para podermos enxergar o que está perto de nós. Foi nesse instante que acabei te vendo."

Autor desconhecido


Havia se passado algumas semanas desde o dia do "incidente", o convívio com a Swan estava mais ameno, mas isso não queria dizer nada.

-Sério Edward. – Laila disse

-O que? – perguntei não entendendo o que ela queria dizer.

-Você tem ficado no mundo da lua ultimamente, suas notas estão horríveis, piores que as minhas, sério eu estou preocupada, o que aconteceu com você?

-Nada, não aconteceu nada! – disse.

-Certo, que tal se nos juntássemos para estudar?!

-Tudo bem, eu realmente preciso me focar... Eu não posso dar esse gostinho pro meu velho! – disse e Laila apenas riu.

[...]

-Isso não está dando muito certo! – disse

-Mas por quê? – perguntou-me

-Todos ficam me olhando, cochichando... Isso me desconcentra!

-Hum... Certo, talvez possamos estudar lá em casa, temos espaço, não temos barulho e de pessoa apenas a Mari!

-Feito! Uma semana jogada fora nessa biblioteca! – disse

-Você parece um velho rabugento! Vai pega suas coisas, vamos logo lá pra casa!

-Estamos indo pra casa da Laila! – disse a Swan.

-Certo, Whitlock, vamos. – ela disse fazendo um movimento com a cabeça e Jasper apenas assentiu.

-Só não liga pra bagunça, semana de provas isso fica uma zona! – ela disse. – Mari, cheguei e temos visitas! – ela gritou deixando sua mochila e seus livros em cima da mesinha de centro da sala.

-Hey Laila, estou fazend... – a voz da Mari sumiu ao chega à sala.

-Oi! – disse, ela parecia um pouco constrangida e até corada estava.

-Acho que você se lembra do Edward, e dos seguranças dele Swan e Jasper.

-Oh... É... lem-mbro sim... Edward Cullen... O filho do presidente... UAL!

-Não ligue pra ela Ed, ela ainda fica abobada na presença do meu pai, quem dirá na presença do ilustríssimo filho do presidente!

-Imagine, é um prazer revê-la Mariana!

-Oh só Mari, e o prazer é todo meu!

-Mas então o que você estava fazendo? – Laila perguntou.

-Panquecas... Cobertura de mel e chocolate!

[...]

Já havia bastante tempo que eu e Laila resolvemos estudar na cada dela, e esse final de semana iríamos apenas descansar depois de árduos dias de estudo.

Ia rolar uma festa na casa de um tal amigo da Laila, e pelo jeito a universidade inteira iria pra lá, pois ninguém falava em outra coisa.

A festa estava bem agitada, musica alta muita bebida e muita gente loca. Esbarrei e em e alguém e quando olho...

-Mari?! Perdida por aqui? – perguntei.

-É digamos que sim, eu estava com a Laila, mas ela de repente sumiu...

-Ela tem disso. – comentei.

-Sério, eu não conheço ninguém aqui e ela me deixa sozinha!

-Então quer dizer que sou NINGUEM? – perguntei e sorri.

-Oh! Não que isso, reformulando quase ninguém! – ela disse corando levemente.

-Bom, se você não se importar de ter umas sombras sobressalentes eu te faço companhia. – disse.

-Não imagina, ter uma companhia é melhor do que nenhuma, não acha? - ela disse arqueando uma sobrancelha.

-Claro! – disse e sorri

-Aceita uma bebida? –perguntei

-Oh, sim claro! – ela disse sentando ao meu lado

-Então, como é ser o filho do presidente? – ela perguntou passando o dedo na borda do copo.

-Não á nada de interessante, pode apostar...

Jogamos um pouco de conversa fora, tomamos algumas cervejas e a puxei para a pista de dança. As musicas eram contagiantes e envolventes, nossos corpos estavam colados e estávamos perigosamente perto. Isso estava me deixando louco, e ela esfregando o corpo dela sinuosamente no meu não estava ajudando, desci minha mão pela lateral do seu corpo apertando exageradamente sua cintura e a colando mais em mim, se é que era possível. Ela mordeu o lábio me olhando de baixo pra cima... Aquilo deveria ser crime. Devido ao álcool no sangue, a vergonha já havia ficado ha muito tempo para trás. Ela se esfregava ainda mais em mim, passava suas mãos por quase toda a extensão do meu corpo... O meu fim foi decretado quando ela ficou de costas pra mim e escorregou pelo meu corpo e logo subiu virando-se de frente pra mim, tentei beijá-la, mas ela se esquivou, se fazendo de difícil e riu. Eu ri também, não me deixando abalar. Postei a mão em sua lombar a encaixando em meu corpo, ela me lançou um risinho de canto e me olhou de uma maneira extremamente sexy, que me deixou louco, não contive o impulso e tomei seus lábios para mim, dessa vez adorando sua rendição.

Eu apertei sua cintura a fazendo gemer contra meus lábios, senti suas mão em meus cabelos os puxando levemente, apertei-a mais a mim e aprofundei ainda mais o beijo fazendo ela gemer novamente!

Pov. Swan

-Você deveria ficar em casa! – Jasper disse.

-Por qual motivo? – perguntei, já sabendo a resposta.

-Você ainda não está totalmente curada!

-Jasper deixe de besteira, fala como se eu tivesse sido perfurada por uma bala.

-Mas Bella, sua mão ainda não esta totalmente curada...

-Chega Jasper, já disse que estou bem... Não sinto mais dores. – disse, sabendo que era uma enorme mentira, ainda doía e muito esmurrar a parede não foi uma idéia muito sensata.

-Vamos, antes que o Cullen saia sozinho. – disse

A casa que "rolava" a festa estava completamente lotada.

O Cullen como sempre foi direto para as bebidas, encontrando com a amiga da Garret.

- Essas festas me entediam... – resmunguei.

-Você é estranha! – Jasper disse rindo.

-Eu, estranha? Por quê? Você sabe que eu detesto isso.

-Por isso que digo que é estranha, você nunca gostou de baladas.

-Não mesmo, eu não vejo graça em sair beber todas e me insinuar pra um cara qualquer... Não sou dessas! – disse e ele riu.

-Certo Swan, te carregarei pra uma balada que eu freqüento algum dia!

-Eu não teria tanta certeza! – disse pra ele.

O Cullen se moveu para a pista de dança com a amiga da Garret, observei ao redor procurando por qualquer fato anormal, mas estava tudo nos conformes.

-Estranho... – murmurei.

-O que é estranho? – Jasper perguntou.

-O Cullen não ter se envolvido em alguma briga ou coisa do tipo.

-Talvez ele esteja ocupado demais para isso.

-O que você quer dize... – as palavras fugiram de minha boca no momento em que me virei olhando em direção ao Cullen.

Parecia que todo ar que havia em meus pulmões fora tirado de mim, era como se meus olhos só pudessem focar aquela cena, meu coração batendo desesperado em meu peito, minha boca secando... O frio macabro na espinha... Essa sensação estranha...

-OMG eu não acredito! – Laila praticamente gritou ao meu lado me tirando do completo transe que estava.

-Eu realmente estou vendo isso? – ela perguntou, eu ainda arfava devida aquela sensação estranha.

-Você esta bem? – Jasper perguntou segurando meu braço.

-É estou... Acho que preciso beber alguma coisa. – disse me dirigindo ao 'bar'

-Uma tequila, por favor! – pedi e barman colocou o copo aminha frente derramando aquele liquido 'precioso'. Quando estava preste a virar o copo ele fora arrancado da minha mão.

-O que você esta fazendo?! – Jasper perguntou. – Você ficou louca?

-Me devolve minha bebida Jasper! – grunhi

-Eu não vou te devolver nada, além de você estar tomando aquele monte de antibiótico, nós estamos em serviço!

-Me devolve a porra desse copo Jasper, eu não estou brincando. – disse aumentando a voz uma oitava.

-O que ta rolando hein? – O Cullen perguntou parando ao nosso lado.

-Não é da sua conta fedelho!

-Whow, qual é você ficou loca... Eu sabia que você não batia bem... Não sei como meu pai te designou pra me 'proteger'! – ele disse.

Senti o sangue em meus olhos, num movimento rápido o peguei pelo colarinho e o empurrei contra o balcão do bar, o sacudindo. Quando olhei em seus olhos senti como se meu corpo se partisse em pedaços, ele estava assustado, apavorado...

-Merda! – gritei soltando-o e socando o balcão, senti cada célula do meu corpo reclamar de dor, minha mão que parecia melhorar agora pingava sangue.

Jaspe me olhava apavorado, incrédulo, todos pararam ao nosso redor observando a catástrofe que acontecia.

Fechei minha mão em punho sentindo uma intensa dor, senti uma lagrima escorre pelo meu rosto e sai dali o mais rápido ouvindo Jasper me chamar, mas apenas o ignorei.

Vaguei pelas ruas sem sequer saber pra onde estava indo. Senti as gotas de chuva me atingir, sentei no meio fio e as lagrimas transbordaram pelos meus olhos e os soluços me atingiram feito bombas, enquanto a chuva caia sobre mim.

O que esta acontecendo comigo?! Que sensação estranha era aquela, por que ele esta mexendo tanto comigo? Meu Deus o que há de errado, por que eu não consigo mais o ignorar como antes, eu não posso ser fraca, eu não posso me deixar levar como fiz hoje... E essa dor incomoda no peito... Que diabos é isso? O que há de errado? O que há de errado comigo?

Pov. Cullen

- O que aconteceu com ela? - Laila disse totalmente espantada.

-Eu... Eu realmente não sei, eu nunca a vi assim! – Jasper disse. – Você esta bem cara? – ele perguntou.

-É eu to, to bem!

-Acho melhor nos irmos! – Jasper disse e saímos dali.

Deixamos as meninas em casa e fomos para o dormitório.

-Droga ela não atendo o celular! Aonde ela se meteu? – ela passava a mão nervosamente contra o cabelo parecendo que o arrancaria a qual quer momento.

-Droga Swan atende a merda desse telefone! – ele disse quando ela irrompeu pela porta completamente ensopada.

-Onde diabos você estava? – Jasper perguntou alterado, nunca o tinha visto assim antes.

-Me deixa em paz! – ela disse indo para o banheiro batendo a porta atrás de si.

[...]

Depois do incidente na festa a Swan passou a me ignorar completamente, e Jasper mantinha sua guarda em alerta.

-Olá! – disse

-Hey! – Mari disse abrindo a porta para que pudéssemos entrar, depositei um beijo breve em seus lábios e segui para o interior da casa.

-Então cadê a destrambelhada da Laila?

-Se você tem amor a sua vida, você não a chamaria assim! – ela disse e logo a Laila apareceu na sala.

-Hey, que bom que chegaram acabei de tirar o frango do forno! – ela disse.

-Como? – perguntei.

-Certo, eu acabei de desembrulhar o frango que eu comprei, satisfeito senhor Cullen.

-Muito melhor agora! Até por que se você realmente tivesse feito o frango pode apostar que eu não o comeria, por que você é péssima na cozinha! – disse e a abracei.

A semana de provas estava próxima e as 'reuniões' na casa da Laila ficaram mais freqüentes, assim como meus desentendimentos com a Swan, cada dia que voltávamos da cada da Laila era uma briga. Estava ficando fora de controle nossos desentendimentos.

[...]

-Então se acha que a Laila volta que horas? – disse brincando com alguns fios do seu cabelo.

-Não faço idéia, ela nunca tem horário pra voltar quando vai visitar o pai! – Mari disse.

-Sério? – disse roçando meus lábios no seu!

-Aham... - ela disse contra meus lábios. Aprofundei o beijo a puxando para sentar em meu colo apertando-a contra mim. Quando o clima já estava esquentando ouvi um coçar de garganta nos alertando que tínhamos platéia.

-Que tal um pouco de privacidade? – sussurrei pra ela.

-Venha comigo! – ela disse se levantando do me colo e me carregando para um quarto que supôs ser o dela fechando a porta atrás de nos.

-Bem melhor assim! – disse sussurrando ao pé do seu ouvido.

Logo voltamos a nos beijar, desci minhas mãos ate a barra da sua camiseta a tirando e a jogando em um canto qualquer do quarto, não demorou muito para que minha camisa tivesse o mesmo destino que a blusa dela. Deitei-a sobre o colchão me deitando por cima dela, nossas mãos se moviam desesperadamente pelos nossos corpos. E então, minha mente começou a divagar, estando num lugar diferente de onde eu estava no momento. Mas especificadamente, no cômodo ao lado. Quando cheguei ao cós da sua calça, nos olhamos e uma sonora gargalhada irrompeu entre-nos. Eu saí de cima dela rolando para o lado ainda rindo desesperadamente. Minha barriga doía de tanto que eu ria.

-Sério que estávamos a ponto disso? – Mari disse ainda rindo

-É acho que sim! – disse me recuperando da crise de risos.

-Isso nunca daria certo! – ela disse virando o rosto e olhando pra mim.

-Não mesmo... – respondi. Pelo menos, não com a Swan ali do outro lado da porta... Pensei distraído. Perai... Porque eu pensei esse tipo de coisa? Eu não devo nada a Swan! Seria interessante eu passar a chamá-la de Bella... Balancei a cabeça um tanto confuso pela linha de pensamento e ri para Mari.

-Amigos?! – perguntei estendendo minha mão pra ela.

-Amigos! – ela disse a apertando. Encaramos o teto ao mesmo tempo. Franzi a testa ainda tentando entender porque eu havia pensado na Swan num momento tão... Intimo!

Pov. Swan

Eu tentava ao máximo ignorar o Cullen depois do que havia acontecido naquela festa, mas era quase impossível.

As visitas a casa da Garret aumentaram com a proximidade das provas. E juntamente as brigas entre mim e o Cullen.

Por mais que eu não quisesse era mais forte que eu, quando eu dava por mim eu já estava quase saindo aos tapas com o Cullen. E cada dia que voltávamos da casa da Laila era uma briga pior, e aquela sensação que insistia em me perseguir.

-Então se acha que a Laila volta que horas? – o Cullen perguntou

-Não faço idéia, ela nunca tem horário pra voltar quando vai visitar o pai! – Mari disse.

-Sério? – ele disse

-Aham... - ela disse e ele a puxou para o seu colo a beijando. Aquela sensação estranha parecia ter tomado conta do meu corpo ao ver aquela cena era como se uma parte de mim tivesse sendo retirada, eu parecia estar sufocando, perdendo as forças.

Jasper coçou a garganta informando que estávamos ali.

Ele sussurrou algo para ela e logo desapareceram da sala.

-Pensei que consumariam o ato aqui na nossa frente! – Jasper disse

Só de pensar nisso todo meu corpo estremeceu sentindo aquele horroroso frio na espinha me fazendo encolher.

-Você esta bem? - Jasper perguntou.

-Estou ótima! – disse.

Eu não estava agüentando mais, aquela sensação tomando conta de mim... Era como se um punhal tivesse sido enterrado em meu peito e tivessem girando-o e me dilacerando... Estava me sentindo aos pedaços... Eu já não tinha mais noção do que estava acontecendo comigo. E nem o que estava acontecendo a minha volta.

- Bom, acho que eu vou indo, diga a Laila que volto amanhã. – o Cullen disse aparecendo na sala com a Mari ao seu lado. Ele se despediu e fomos direto para o dormitório.

-Acho que vou comprar uma pizza o que acham? – Jasper perguntou.

-Ótima idéia! – o Cullen disse.

-Tanto faz! – disse e logo Jasper saiu em busca da pizza.

Pov. Cullen

Por algum milagre divino a Swan se enfurnou no quarto me deixando em paz na sala. Ao menos um dia sem que nós brigássemos.

-Você venceu! – ela disse saindo do quarto com uma mochila nas mãos.

-O que? – perguntei não entendendo o que ela queria dizer.

-É isso mesmo que você ouviu você venceu, eu estou indo embora! – ela disse colocando a 'mala' no chão.

-Mas como assim? Você esta se rendendo? Mas... – eu não conseguia entender.

-Não era isso que você tanto queria? Já pode cantar sua vitoria agora! – ela disse fria.

-Eu nao acredito, não acredito que esta se rendendo, por quê? Por que está indo embora?

-Eu estou desistindo!

-Mas você não pode! – disse a segurando pela jaqueta e a empurrando ate a parede a pressionando ali.

-Eu posso, e é isso que estou fazendo! – ela disse firme.

-Essa não é a Swan que eu conheço, ela nao desistirá assim tão facilmente... – disse gritando e a sacudindo contra a parede.

-Você não me conhece! – ela gritou também

-Eu sabia que voce nao era tudo aquilo que vendia! – disse.

-Chega Cullen! – ela gritou.

-Chega? Por que...

-Acabou suas insultas, seu comportamento infantil não me atinge mais, acabou! – ela disse convicta.

-Não, não acabou! -Eu gritei a empurrando novamente contra a parede, e tomando seus lábios para mim.


Ben girls, sorry pelos erros de português, não deu tempo de dar uma passadinha de olho no capitulo, pois já estou em débito de ontem

mas é isso ai, espero que aproveitem a Leitura, e deixem seus reviews, mesmo se não estiver gostando da estória!

beijo beijo, volto na terça, com um capitulo bem bacana!

J!


N/b Coruja: TO BE CONTINUED! (nunca detestei tanto essas três palavras rs)

Ooooh God! Posso morrer agora: sim ou com certeza?

Velho, esse final me surpreendeu! HAHAHAHA E devo dizer que estou incentivando a Jhaay ser malévola... Então, terminar o capitulo assim e nos deixar sedentas por mais tem dedo meu! HAHAHAHA

O capitulo será dividido em duas partes, então... Dá pra imaginar como vai ser a segunda, certo? Eu estou um tanto eufórica agora! E, tenho que comentar: que superinveja da Mari! HAHAHAHAHAHAHA

Então, é isso aí... Continuem lendo e incentivando a Jhaay, por que... Um incentivo sempre é bom :)

Beijos maliciosos da M. ;*