Freedom

Sinopse: Edward, um jovem que luta por seus ideias. Capaz de atropelar qualquer obstaculo que se meta em seu caminho.
Isabella... Tão durona quanto uma pedra! Seu sobrenome deveria significar Rigidez ao invés de Cisne.
Personalidades fortes que são obrigadas a conviver debaixo do mesmo teto! Precisam disso para cumprir um objetivo: o sonho de cada um!

Disclaimer: A história me pertence, Twilight e os personagens a Stephenie Meyer.


Olá meninas e meninos...
Bem, depois de cinco meses sem uma atualização, hoje eu venho trazer o final da minha/nossa tão querida Freedom...
Peço desculpa pela demora na atualização do nosso epilogo, mas nem tudo sai como planejamos, certo?!
Contra tempos e falta de inspiração contribuíram para a demora da postagem... Foi um tempo difícil esses cinco meses, eu tentava em cada momento livre colocar minha linda cabecinha pra funcionar, mas era meio que em vão...
Mas enfim, estamos aqui para ver o que esses cinco meses reservaram para vocês, então fiquem com o epilogo de Freedom.

Ah, pra que gosta das nossas estórias, não deixem de passar pelo nosso blog, sempre estaremos trazendo noticias de nossos novos projetos e muito mais!

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Ps.: Leiam as N/F


Epilogo

Freedom – buscar pela felicidade também pode ser excitante

Por Bella

Continuei dirigindo ate ver que estava próxima de entrar em Nova Iorque. Parei num posto para comprar água e abastecer. Enquanto abastecia, lembrei-me do dia em que estávamos indo pra Califórnia, quando fui comprar algumas peças...

Eu ri sozinha.

Edward sugeriu que eu usasse uma regata... E deu-me um estalo! Parei de abastecer o carro e fui para o porta-malas, onde minha mochila estava. Cruzei os dedos para que eu tivesse pegado a bendita camiseta. E lá estava ela, perfeitamente dobrada. Estava começando a fazer calor e o meu jeans estava incomodando. Peguei as peças, não antes de fechar o carro, e fui para o banheiro mais próximo me trocar.

Vesti-me às pressas, tropeçando para tirar o jeans. Olhei-me no espelho e resolvi soltar os cabelos. Afofei, baguncei e afofei de novo... Para então eles ficarem mais ou menos. Ajeitei os seios dentro do sutiã meia taça. "Cadê meus seios!?" perguntei-me de cara amarrada.

Ajeitei de novo e eles deram sinal de vida. Sorri. Dobrei as peças que tirei e fui à loja de conveniência pagar a gasolina e a garrafa de água. Estava começando a me dar um frio na barriga.

-Há quantos quilômetros fica Nova Iorque? – perguntei com a voz trêmula. Pigarreei pra disfarçar.

-Não mais que 30... Talvez até menos. – o homem respondeu-me dando um sorriso simpático. –Está com sorte, vai ser uma linda tarde hoje!

-Eu não discordo. – sorri apontando para uma barra de Snikers. Ele incluiu em minha compra. Sai de lá e entrei no carro, mastigando o chocolate caramelo de amendoim como uma velha sem dentes. Joguei a roupa no banco de trás e voltei a dirigir.

Coloquei sobre os olhos os óculos escuros que estavam jogados dentro do porta-luvas.

Abri a janela e deixei o vento bagunçar meus cabelos... E agora, eu precisava de algum tipo de musica. Estava tocando uma, que eu não sabia quem cantava ou o nome da musica em si, mas a letra me fez dar um sorriso largo, pois praticamente me descrevia.

-Cause we belong together now, yeah. Forever united here somehow, yeah. You got a piece of me and honestly my life would suck without you*… - cantei o refrão na segunda parte da musica.

*Porque nós pertencemos um ao outro agora. De alguma forma unidos aqui, para sempre. Você tem um pedaço de mim e, honestamente, minha vida seria uma droga sem você

Respirei fundo quando li a placa "Welcome to New York, The Empire State". Agora eu estava tão perto dele. O caminho ate Manhattan pareceu que foi mais longo do que eu percorri de Washington ate ali. Mas eu cheguei. E segundo o endereço, eu estava na rua já.

Fui diminuindo a velocidade, ate achar a Doceria. Ele realmente a descreveu bem, seu estilo vintage era notado por todos. Estacionei o carro um pouco distante da loja e a observei pelo retrovisor.

O frio na barriga havia voltado... E não havia nenhuma barra de Snikers por ali para me acalmar. Em cinco segundos, a garrafa de 500 ml de água tinha sido esvaziada. Era agora: tudo ou nada. Respirei fundo pela ultima vez e abri a porta do carro.

Encostei-me nele e fiquei ali olhando para a doceria, os doces exposto na vitrine, não dava pra ver bem a características de cada um devido a distancia que me encontrava.

Foi quando de repente avistei aquela cabeleira acobreada, meus batimentos cardíacos dispararam, minha respiração ficou frenética... Ele estava ali, a poucos metros de distancia de mim concentrado em algum doce. Edward estava impecável no seu dolmã* branco.

*Dolmã – "jaleco" de chefes de cozinha

Ah ele teria que me tomar usando aquele dolmã, que por Deus ele fica sexy e quente como o inferno naquilo.

Jesus, o que eu to pensando?! Só pode ser o sol quente. Eu to aqui, morrendo de medo de entrar naquela loja, afinal eu sei que eu o amo! Mas e ele, será que ao menos ele gosta de mim? Estou feito louca desejando que ele me tome usando apenas aquele dolmã, mas nem ao menos sei se ele sente algo por mim!

Droga, e se ele não sentir nada por mim?! Eu vim até aqui à toa, desisti de tudo por nada?

Talvez seja melhor eu voltar e dizer a Jacob que tive um surto e que nunca desejei pedir demissão?

Quando dei por mim eu já estava na porta da doceria segurando firmemente o puxador.

Respirei fundo e empurrei a porta ouvindo o barulho do sino que havia encima dela.

Assim que fechei a porta eu ouvi sua voz macia preencher o local.

-Desculpe, eu jurava ter colocado a placa avisando que estamos... Bella?! – ele disse assim que levantou a cabeça, me olhando surpreso.

-Oi! – foi à única coisa inteligente que consegui pronunciar.

-Que surpresa! Eu não sabia que meu pai estava vindo pra NY por esses dias! – ele disse e terminou de ajeitar os doces.

-Realmente, ele não tem visitas a NY por agora! – disse.

-Oh! Então está finalmente de ferias?! – perguntou-me

-Talvez eu possa dizer que estou de férias... – por tempo indeterminado já que nem mais trabalho agora eu tenho, mas ele não precisa ficar sabendo dessa parte.

-Talvez?! – ele questionou.

-É talvez! – disse e sorri já que minhas mãos não paravam de suar e eu já sentia o nervosismo tomando conta de mim.

Agora eu não tinha mais como voltar atrás, eu tenho que pôr isso pra fora, me sinto completamente sufocada tendo isso comigo.

-Mas então... – eu o interrompi fazendo um sinal para que ele parasse.

-Sem mais perguntas Edward. Eu estou aqui sozinha sem presidente, Jasper ou qualquer outro. Aqui sou apenas eu... Bella. Nada de agente, armas e essas coisas...

-Eu dirigi por mais de quatro horas até aqui, e estou nervosa como o inferno. Droga eu seu que estou divagando, mas eu simplesmente preciso disso pra dizer tudo o que eu vim dizer. Eu só te peço que me escute por alguns minutos. – disse tomando fôlego, eu precisava dizer logo o que eu sinto por ele.

-Bem Edward, eu preciso voltar um pouco no tempo pra dizer o que eu vim dizer.

Há mais ou menos dois meses atrás, nós estávamos naquele jantar beneficente onde você me perguntou se eu estava feliz, e logo depois você afirmou que sim, já que eu tinha realizado meu sonho, certo?! – dei um sorriso fraco em sua direção e ele apenas me observava.

-Naquele dia eu não te respondi, e isso ficou rodando em minha cabeça. Feliz? Sim eu estava feliz, estava feliz de estar ali, por você estar ali, por Jasper e Laila também estarem ali... Mas realizada? Eu não me sentia realizada, eu não estava realizada... Acho que depois da pergunta que você me fez que eu fui me dar conta que aquilo, ser agente, estar na Casa Branca, nunca foi meu sonho.

-Você deve estar me achando meio louca agora, até por que foi um inferno cuidar de você por quatro anos e tudo por causa de um sonho que nunca foi meu sonho, eu sinceramente não me arrependo de nada, talvez de não ter enxergado antes... Eu também não sei qual é o meu verdadeiro sonho pra te dizer a verdade, eu ainda estou muito confusa com tudo isso, com todas as minhas descobertas, e é por causa de uma dessas descobertas que estou aqui na sua loja de frente pra você contando tudo isso.

-Eu não sei quando foi que aconteceu, talvez no dia em que fomos apresentados, ou no dia em que você pegou fogo. – disse sorrindo com a lembrança. – Ou quando você cuidou de mim, ou naquele dia em que eu quase te perdi... – senti as lagrimas se formarem em meus olhos. – Eu realmente não sei... A única coisa de que eu tenho certeza é do que estou sentindo.

-A única certeza é de que em algum momento eu me apaixonei por você! Só que não fui capaz de enxergar, ou até não quisesse enxergar... Mas de nada adiantou. Por que no final das contas eu percebi o quanto isso que estou sentindo aqui dentro é forte, e é o que eu realmente desejo! – minhas lagrimas já trasbordavam dos meus olhos molhando minhas bochechas.

-Eu desisti de tudo, e desistiria novamente só pra sentir isso que estou sentindo agora, por que exatamente agora eu me sinto realizada! Por que agora eu finalmente posso dizer aquilo que eu sufoquei dentro de mim... Edward, isso tudo que eu te contei, foi apenas pra me dar coragem e fazer com que entendesse um pouco do por que estou aqui. E tudo que eu tenho pra te dizer é que...

-Eu te amo!

Por Edward.

Quando ela disse que em algum momento naquela missão ela se apaixonou por mim, eu senti como se meu coração fosse sair do meu peito...

-Eu te amo!

-Sabe, não tem graça você ficar adivinhado o que os outros vão dizer! – ela disse fazendo bico e curando os braços. Eu queria rir da sua atitude, mas meu coração se aqueceu com aquelas palavras...

-Mas eu não adivinhei! – disse.

-Claro que você adivinhou você disse eu te... – eu sorri ao ver sua expressão, parecia que a ficha havia caído. – Oh meu Deus! – ela disse tapando a boca e me olhando fixamente. – Você me... Oh meu Deus, você me...

-Sim, eu te amo! – disse e sorri, eu me sentia o cara mais feliz de todo o mundo.

-Edward...

-Eu também não sei quando, talvez eu saiba sim, mas eu também me apaixonei por você, naquele dia que o Jasper foi buscar a nossa pizza, depois desse dia eu me sentia cada vez mais atraído por você, pelo seu aroma, e por mais que eu te provocasse, fizesse birra, era tudo por não consegui parar de pensar em você, eu acho que não queria admitir... E essa atração foi crescendo aqui dentro de mim... E eu me vi apaixonado por você, mas eu nunca pensei que esse sentimento fosse recíproco...

-Sempre foi... Eu também não parei de pensar em você desde aquele dia em que você me colocou literalmente contra a parede... - ela disse secando as lagrimas que escorriam por suas bochechas. -Sim Eu te amo, amo seu cabelo, seu jeito rebelde, sua determinação, seu cheiro, seus beijos, o modo de se vestir, eu amo esse sorriso torto que está estampado no seu rosto agora. Eu te amo por completo, cada mínima célula do seu ser eu amo! - Eu sorri ainda mais com sua declaração e a puxei para mim, acariciei seu rosto ainda molhado e olhei profundamente em seus olhos chocolate, diminui a distancia entre nossos rostos e rocei levemente meus lábios nos seus... E isso já era demais pro meu autocontrole, a apertei mais contra mim e a beijei.

O beijo era calmo, transmitindo todo o amor que sentíamos um pelo outro. Quando o fôlego começou a nos faltar, nos separamos minimamente, deixando nossas testas coladas.

- Eu amo você Bella... Amo seu cheiro, seu jeito, sua teimosia... Amo você e a forma como você me faz sentir! - disse a abraçando mais forte, se é que isso era possível. Bella acariciou meu rosto, os olhos marejados e me beijou profundamente. E aí eu não respondi mais por mim.

Por Bella

- Eu amo você Bella... Amo seu cheiro, seu jeito, sua teimosia... Amo você e a forma como você me faz sentir! - eu estava no céu, era isso. Uma pessoa não pode se sentir tão feliz e realizada assim. Eu pelo menos nunca havia me sentido assim.

Edward me abraçou mais forte, deixando-me ainda mais próxima dele. Acariciei seu rosto e o beijei profundamente. Precisava passar tudo o que eu estava sentindo e as palavras não fariam jus.

O beijo que antes era terno e calmo se tornou mais exigente. Edward me conduziu até a cozinha, me prensando contra um dos balcões. Eu sentia o desejo arder em minhas veias, minha pele estava quente. Eu o queria da forma mais sublime e perfeita que pode existir.

Quando respirar se fez necessário, nos separamos ofegantes e Edward começou a distribuir beijos e leves mordidas por meu pescoço, me deixando arrepiada, enquanto numa lentidão tortuosa ia tirando minha camiseta.

-Você é tão linda... Não me canso de te admirar nunca. - sussurrou entre os beijos.

- Edwaaard... - gemi. Tirei seu dolmã e sua camiseta, expondo seu peitoral definido. Subi minhas mãos por suas costas e as enrosquei naquele cabelo acobreado que eu tanto amo.

Reivindiquei sua boca, me perdendo nas maravilhosas sensações que seu beijo me causa. Sem desgrudar nossas bocas, Edward me pegou no colo e me deitou no chão, se colocando por cima de mim.

A sensação do chão frio em minha pele quente foi como um choque... Um choque que me acendeu ainda mais e me deixou mais desperta às sensações que aquele homem que eu tanto amo estava me proporcionando.

-O que foi Bella? Estou pesado? Estou te machucando? - Edward perguntou com a voz amorosa e preocupada. Pisquei pra ele, não entendendo sua pergunta.

-Não, eu estou bem.

-Então por que está se contorcendo desse jeito? - Parou por um momento me analisando. - Está tão excitada assim? - sua voz caiu para um sussurro fodidamente sexy. Senti-me corar.

-Não... Sim... Mais ou menos. É que o chão está gelado e eu estou tão quente e...

- Quer deixar pra continuarmos isso em casa? Quer dizer, você vai ficar na minha casa, comigo, né?! - Ele me interrompeu, já querendo se levantar. O abracei pelo pescoço e o trouxe mais pra perto de mim novamente, impedindo que ele se levantasse.

-Seu bobo neurótico e superprotetor! É claro que não quero deixar isso pra depois. Eu quero você agora, aqui nessa cozinha. Quero que você me ame e não estou conseguindo mais me controlar! - disse olhando em seus olhos. Edward me deu seu sorriso torto.

-Sempre tão autoritária! - sussurrou antes de voltar a me beijar.

Sua boca era desesperada na minha, querendo sempre mais, mas sem deixar de ser carinhosa. Era a combinação perfeita.

Edward foi descendo com os beijos, me deixando cada vez mais desperta e pronta pra ele.

Quando sua boca encontrou meus seios, mesmo por cima do sutiã, achei que iria desfalecer.

A combinação: chão gelado + corpo quente + boca do Edward em meu corpo estava ficando cada vez melhor.

Apoiei-me nos cotovelos, permitindo que ele abrisse meu sutiã e logo se livrasse dele. Enquanto sua boca beijava, chupava e mordiscava meu seio direito, sua mão habilidosa estimulava o esquerdo. Gemi incapaz de controlar minha excitação.

-Edward... Por favor! - implorei.

-Calma meu amor. Não precisamos de pressa. Eu estou só começando com você. - Gemi novamente. O que mais eu poderia fazer depois disso?

Edward continuou descendo com seus beijos, até chegar ao botão do meu shorts. Mais uma vez com uma lentidão exagerada e tortuosa, ele abriu o zíper e me deixou só de calcinha.

Enquanto ia tirando meu shorts, começou a distribuir beijos por minhas pernas. Eu estava tão excitada e tão pronta para ele que estava ficando difícil não perder a cabeça.

-Tão linda... E só minha. - sussurrou enquanto tirava minha calcinha e se colocava no meio das minhas pernas.

Eu estava mais do que entregue, gemendo e murmurando coisas desconexas. Quando sua boca encontrou minha intimidade, eu sabia que não iria durar muito.

-Hum... Sempre tão gostosa... Seu gosto é incrível, love. - com isso e mais algumas chupadas e mordidinhas, eu me entreguei àquela sensação de êxtase e gritei ao atingir meu orgasmo. Mas eu queria mais, muito mais. Eu o queria dentro de mim, fazendo amor lento e sensual.

-Edward... Por favor! - gemi manhosa.

-Diga minha Bella... O que você quer?

-Eu quero você. Quero que faça amor comigo.

Edward me lançou um sorriso torto, os olhos transbordando amor e luxúria. Apoiou os braços ao lado da minha cabeça e me beijou delicadamente. Seu gosto misturado com o gosto da minha excitação me levou ao céu e eu já estava pronta novamente. Coloquei uma de minhas pernas em suas costas, em um pedido silencioso para que ele me tomasse.

-Está pronta, love? - murmurou com a voz ofegante entre os beijos, sua ereção pressionando minha entrada.

-Estou... - consegui responder antes de ele voltar a me beijar.

Edward entrou em mim devagar, permitindo que aproveitássemos a sensação de estar conectados. Ele se movia lentamente, entrando e saindo de mim, me levando cada vez mais próxima da minha explosão.

Enrosquei minha outra perna nele, fazendo com que ele fosse mais fundo. Gememos juntos, em total sincronia.

Valeu à pena esperar por tanto tempo. Acho que a declaração do nosso amor tornou tudo mágico e especial. Finalmente eu me sentia completa. Finalmente eu me sentia feliz e realizada. Com esse pensamento apertei mais minhas pernas em torno de Edward, querendo aproveitar cada segundo daquilo.

-Eu amo você Edward. - ofeguei com um gemido.

-Eu amo você Bella. Muito - disse aumentando o ritmo das investidas. - Fique com os olhos abertos, love. Quero estar olhando nos seus olhos quando gozar.

-Me beija Edward. - pedi enroscando minhas mãos em seu cabelo, o trazendo para perto de mim.

Nosso beijo era intenso, carregado de amor e desejo. Ao sentir que já estava me entregando novamente àquela onda avassaladora de prazer, quebrei o beijo, deixando nossas testas coladas.

-Edwaaard... - gemi - Estou... Ahhh... Quase...

-Ahh Bella... Goza comigo, love. - gemeu contra meus lábios.

E eu explodi, entregue ao meu prazer, me fartando daquele sentimento de completude.

Edward deu mais uma investida e veio logo atrás de mim, caindo ofegante em cima de mim.

Com cuidado, Edward saiu de dentro de mim, e continuamos no chão da cozinha até recuperarmos o fôlego, perdidos na nossa bolha.

-Eu estou tão feliz. - disse baixinho, depositando um beijo suave nos lábios de Edward.

-E posso saber por quê? - perguntou com um sorriso brincalhão.

-Porque eu estou em Nova York! Qual outro motivo eu teria? - respondi me controlando para não rir da cara de decepção que ele fez.

-Ah... Claro. É mesmo um lugar incrível. - a decepção era palpável em sua voz. Não aguentei e comecei a rir. Edward me olhou confuso. - O que foi? Tá rindo de que?

-De você, seu bobo. Acha mesmo que minha felicidade é devido a uma cidade?

-Foi o que você disse né?!

-Edward... Eu estou feliz por estar aqui, com você. Feliz pelo o que acabou de acontecer. Finalmente eu tive coragem de assumir pra mim mesma o quanto amo você e tive coragem de correr atrás do que eu quero realmente.

-Eu também estou muito feliz Bella... Não esperava que você sentisse o mesmo que eu sinto. Agora sim tudo está completo... Agora eu tenho você de verdade na minha vida. - meus olhos estavam cheios de lágrima e eu não conseguia parar de sorrir. O abracei apertado e o beijei da forma mais apaixonada que consegui.

Continuamos aninhados um no outro, trocando carícias e palavras apaixonadas, até que o frio do chão começou a fazer efeito em minha pele, e eu me arrepiei, estremecendo em seus braços. Cheguei mais perto de Edward.

-Estou com frio. - disse manhosa.

-A gente devia se vestir... Acho que vou fazer um chocolate quente pra te esquentar... Quer? - perguntou carinhoso, depositando um beijo na minha testa.

-Eu poderia me esquentar de outra forma... Mas já me contento com o chocolate quente! - respondi maliciosa. Edward me olhou se fazendo de chocado, mas não conseguiu esconder o riso.

-Isabella Swan! Estou chocado!

-Você ainda não viu nada. Agora anda logo... Se vista e faça logo meu chocolate quente!

-Minha mandona. - disse me dando um beijo e se levantando.

Enquanto Edward se vestia, o observei. Ele é tão lindo e seguro de si. Meu coração se agita todo apenas com a presença dele.

Ele circulava graciosamente pela cozinha pegando tudo o que era preciso pro chocolate quente. Sentei e me enrolei em seu dolmã. Estava com muita preguiça pra colocar minhas roupas.

-Quer ajuda? - Edward parou me olhando intensamente por um momento, boquiaberto. - O que foi? - Perguntei quando ele não disse nada.

-Você está usando meu dolmã. - respondeu num suspiro.

-Algum problema? Fiquei com preguiça de colocar minhas roupas... - respondi fazendo manha.

-Problema algum. Na verdade você ficou ótima nele... Mas sem ele você fica ainda mais perfeita. - me senti corar com o elogio. Sempre seria assim. Aproximei-me dele, que ainda me olhava intensamente, e passei meu braço em torno dele, o apertando contra mim.

-Também prefiro você sem essas calças... Você sabe. - disse num sussurro, para depois o beijar.

-Bella... - ofegou entre o beijo. - Desse jeito não teremos chocolate quente.

-E quem liga pra chocolate quente? - disse o puxando pra outro beijo.

[...]

Nem parecia que já havia se passado tanto tempo, parece que foi ontem que eu tomei a atitude de jogar tudo pro alo e embarca numa viagem de quatro horas atrás do Edward, foi à melhor semana da minha vida, nos revezamos entre meu quarto de hotel e sua casa.

Uma semana depois que havia chego, tive que voltar a Washington para assinar os papeis da minha demissão.

E foi justamente nesse meio tempo de arrumar minhas tralhas, assinar os papeis que deixei escapar para o linguarudo do Jasper que precisava urgentemente achar um local pra alugar, já que as diárias dos hotéis eram um tanto quanto salgadas e não conseguiria me manter pagando aquele absurdo por muito tempo.

E antes mesmo de eu voltar recebi uma ligação da Laila falando que poderia morar com ela, já que se sentia só naquela casa enorme. Eu quase matei Jasper por não segura sua língua na boca, mas foi melhor assim, agora eu divido o mega apartamento com a Laila, quase não temos gasto e o pouco que temos eu tive que brigar feio com ela pra que dividíssemos, já que ela não queria que eu pagasse nada.

Quando eu voltei a Manhattan à idéia de morar com a Laila não foi tão bem aceita pelo Edward que queria que eu ficasse em sua casa uma vez que eu deixei tudo pra trás por causa dele. Foi um longo tempo pra eu convencer que seria melhor do jeito que tava, afinal ele continua o cabeça dura de sempre.

E quando eu penso que estou aqui nesse restaurante com ele comemorando nosso primeiro mês de namoro eu não consigo nem acreditar.

Dois meses depois...

-Sabe amor, nós bem que podíamos fazer uma reuniãozinha pra poder comemorarmos o seu aniversário.

-E onde ficou aquela Isabella que não havia concordado com a minha festa de aniversário na faculdade hein? – ele disse me abraçando e cheirando meus cabelos.

-Bom senhor Cullen, naquela época, você era um imã para confusão e uma festa era certo que daria confusão, se você não se lembra... Eu vou refrescar sua memória... Naquele dia 20 você o Emmett e o Jasper fizeram um complô e partiram pra uma festinha só de homens, que resultou em você sendo literalmente carregado de tão bêbado. No ano seguinte você quase nos fez ir presos por cantar a mulher do policial e desacatá-lo e no...

-Okay, eu já entendi, mas por que você quer uma festa agora? Hein? – ele perguntou roçando seus lábios nos meus.

-Hum, porque agora você é um homem responsável, e não é mais um universitário pronto pra viver a vida universitária, e o mais importante é por que agora eu sou sua namorada e estou muito a fim de ter uma noite divertida na casa do meu namorado com os nossos amigos! O que me diz?!

-Proposta tentadora querida! Sim nós podemos!

-Ótimo, agora mais uma coisa, existe a possibilidade de você ficar em casa amanhã?! Afinal é seu aniversário e tava pensando que nós podíamos fazer o seu bolo juntos, assim como o nosso jantar... Eu posso te ensinar a fazer aquele Baby back ribs*!

*Baby back ribs são costelas de porco regadas ao molho barbecue

-Hum isso soa como um plano! – ele sussurrou ao pé do meu ouvido fazendo eu me arrepiar por completo.

-É serio isso que eu estou vendo?! – Laila disse entrando na cozinha da doceria e nos pegando abraçadinhos contra uma das mesas.

-Desculpa Laila, mas é que eu estava tentando fazer com que ele aceitasse uma reuniãozinha pra comemorar o aniversário dele, eu, você, ele e Jasper!

-Hum... Ótima tática Swan! – ela disse piscando.

-Sim, amanhã as oito lá no apartamento dele, e queria saber se poderíamos os dois ter uma folga?!

-Claro, sem problemas! Jasper chega hoje à noite e eu posso convencê-lo de vir me ajudar aqui amanhã.

-Obrigada sócia! – disse me soltando dos braços do Edward e indo abraçá-la.

Por Edward.

Mais um aniversário, mais uma festa... Pelo menos dessa vez será algo mais simples, e de qualquer forma, poderia ser uma festa de parar Manhattan eu não ligaria, por que ela esta ao meu lado agora, em meus braços.

-Humm...

-Bom dia aniversariante! - ela disse depositando um beijo rápido em meus lábios.

-Bom dia marrentinha! - disse e a apertei mais em meus braços.

-Que tal levantarmos, tomar nosso café e ir comprar as coisas pra reunião, já que o armário do seu apartamento é um completo deserto?! - ela sugeriu

-Bem, se você continuar a acariciar o meu cabelo eu não vou sair daqui hoje, já que esse cafuné esta voltando com meu sono.

-Ok, levante! - ela disse se soltando do meu abraço e pulando pra fora da cama!

[...]

Fazer compras, para mim era a pior coisa na face da terra, mas com Bella tudo se tornava maravilhoso.

-Edward, podemos fazer um bolo de chocolate com morangos?!

-Tudo que você quiser marrentinha!

-Obrigada! - disse me beijando rapidamente e correndo pra seção de carnes.

Não demoramos muito no supermercado, Bella pegou o que precisava pra hoje, e fazendo-me prometer que voltaríamos pra comprar comida pra minha casa.

-Antes de voltarmos, você pode passar na Laila, preciso pegar algo pra vestir hoje à noite.

-Sem problemas.

[...]

-Saindo um bolo quentinho! – Bella disse ao retirar a forma do forno e depositá-la encima da bancada de mármore. – Como está a calda?!

-Uma delicia... Não que eu esteja me gabando.

-Claro, mas deixe que eu diga se está realmente bom, ok?!

Ela enfiou o dedo indicador na calda e o levou entre seus lábios o chupando lentamente e gemendo logo em seguida.

A visão e o gemido dela me deixou em estado de calamidade, eu já estava completamente duro só de a ver provar um inocente doce, ou não tão inocente assim.

-Está realmente maravilhoso! Mas tive uma ideia que pode deixá-lo ainda melhor!

Ela voltou a mergulhar o dedo na calda de chocolate e o arrastou pelo meu maxilar parando em meus lábios. Ela rapidamente se aproximou e começou a lamber a marca de chocolate deixada em minha pele, ela parou em meus lábios, os sugando de forma obscena.

-Deus Bella! – grunhi e enlacei meus braços em sua cintura a puxando para mim, esfregando minha ereção em seu estomago. – Olha o que você faz comigo! – sussurrei em seus lábios. Ela me olhou com falsa inocência.

- Gosto de tudo o que faço com você... Gosto muito, aliás. – disse como se estivesse comentando sobre o clima. Será possível que eu não a afeto da mesma forma que ela me afeta? – Você já provou a calda Love?

Bandida! Se ela queria jogar, eu daria isso a ela! Mudei nossa posição, deixando-a encostada no balcão. A abracei mais apertado contra meu corpo, passando um braço ao redor da sua cintura, fazendo círculos com o polegar na base de suas costas. O arfar de sua respiração era a resposta que eu procurava: ela estava tão excitada e afetada quanto eu. Sorri torto com essa constatação.

Mergulhei meu dedo na calda e levei até a boca, chupando bem devagar, sem nunca cortar nosso contato visual. Bella arfava e se contorcia encostada em mim. – Hum, está bem gostosa mesmo. Mas quero ver como posso deixá-la melhor. – disse mergulhando novamente meu dedo na calda, dessa vez passando em seu queixo e lábios. Dei leves lambidas até chegar aos seus lábios, onde chupei e mordisquei com muita vontade. O gosto da Bella estava ainda mais incrível misturado àquela calda. Ela gemia e se enroscava em mim de forma enlouquecedora. – Bem melhor assim... Mas ainda não estou completamente satisfeito. – disse cortando nosso beijo para tomar fôlego.

- Então devemos mudar isso... Você precisa estar completamente satisfeito. – respondeu com a respiração pesada.

- E eu vou mudar isso, Love... Ah se vou! – sussurrei antes de voltar a beijá-la. Nosso beijo era quente e provocante. Enquanto eu mordiscava seu lábio, ela chupava o meu. Estávamos ofegantes, mas queríamos mais e mais um do outro. Levei minhas mãos até a barra da minha camiseta que Bella estava usando e a tirei. A visão dela só de calcinha azul escura me excitou ainda mais. – Tão fodidamente linda. – falei bem próximo ao seu mamilo direito, o beliscando e o chupando em seguida.

- Edwaaard... – Bella gemia totalmente entregue. Aquilo era o paraíso.

Tirei minhas roupas, ficando só de boxer preta. – Gosta de morangos, Love? – perguntei em seu ouvido, esfregando minha ereção nela. O contato de nossas peles estava me levando à loucura.

- Si... Sim... Gosto... – respondeu gaguejando, visivelmente sem entender minha pergunta.

Mordi um morango e a beijei,

Interrompi o nosso beijo a guiando até a mesa e a sentando, me afastei rapidamente pegando a calda e um pouco de morangos e os depositando ao lado dela.

Coloquei-me entre suas pernas e imediatamente ela abraçou meu quadril deixando-me mais perto do seu calor.

Rapidamente peguei um morango o mergulhando na calda e passado sobre o seu colo, rodeando o seu mamilo intumescido me deliciando com a visão. Coloquei o morango em sua boca e ela o mordeu sinuosamente me deixando ainda mais duro se é que é possível. Um gemido escapou por meus lábios quando ela coletou com a língua o chocolate que escorreu pelo canto dos seus lábios.

Beijei seus lábios descendo pro seu lóbulo, pescoço e comecei a lamber o rastro de chocolate no seu colo, fazendo todo o caminho rodeando o seu mamilo que "gritava" por atenção, o chupei lentamente fazendo ela se contorcer e gemer loucamente.

-Oh Deus Edward! – ela gritou agarrando meus cabelos me empurrando mais contra o seu seio.

Empurrei-a um pouco fazendo com que ela deitasse na mesa. A visão dela deita ali era incrível.

Peguei outro morango mergulhando novamente na calda e o arrastando pela sua barriga plana, rodeei o seu umbigo e parei no seu quadril, ela se apoiou em seus cotovelos pra ver o que eu faria, abaixei-me lentamente e mais letamente ainda, coloquei minha língua para fora e lambendo o chocolate de sua pele, e em nenhum momento eu deixei de olhar em seus olhos que exalavam luxuria. Rodeei seu umbigo e desci até o seu quadril.

Ela estava visivelmente ofegante, seu peito subia e descia com uma rapidez incrível. O que me deixava ainda mais excitado.

Deixei seu quadril beijando o interior da sua coxa, fazendo-a prender a respiração, coloquei um sorriso sacana em meus lábios e mandando-lhe uma piscadela. Subi minhas mãos por suas coxas as apertando e as deslizei ate o elástico da sua calcinha brincando com eles.

Bella arfava e se contorcia, e eu podia sentir sua excitação encharcando o pano da calcinha.

-O quando você gosta dessa calcinha? – perguntei.

-Oh Deus! - ela ofegou -Muito?!

-Ficarei extremamente feliz em lhe comprar mais dessas! - disse rasgando o tecido e me livrando dele, ofeguei com a visão de Bella completamente nua e depilada.

Voltei a beijar sua coxa esfregando o meu nariz em sua pele capturando seu aroma tentador, coloquei sua perna esquerda sobre o meu ombro e senti-a retesar por um instante, sorri, soprei em seu sexo fazendo-a se contorcer, brinquei com minha língua em seu clitóris o massageando antes de sugá-lo e o mordicar levemente. Ela gritou e se contorceu em minha boca, girei minha língua por sua fenda a arrastando para cima e para baixo a torturando, ela empurrou seu quadril na direção do meu rosto, tomei isso como um incentivo e a penetrei com minha língua enquanto massageava seu clitóris com meus dedos, ela gritou meu nome agarrando meus cabelos e me empurrando contra seu sexo, girei minha língua dentro dela e suas coxas apertaram-me fortemente enquanto ela se aproximava de seu orgasmo, o seu cheiro e seu gosto me acertaram em cheio, voltei a sugar e mordiscar levemente seu clitóris, o lambi lentamente a provocando, seu aperto em meu cabelo intensificou e minutos depois, ela gozou fortemente, os músculos da suas pernas se contraíram enquanto eu tomava para mim tudo que ela me oferecia.

Ela voltou a sentar e puxou meu cabelo tirando-me de entre suas pernas e me beijando com voracidade. Ela me empurrou um pouco e saltou da mesa ficando em pé na minha frente, ela nos girou me empresando contra a mesa, ela sorriu maliciosamente e escorregou suas mãos até o meu quadril, as infiltrando em minha cueca, ela agarrou meu pau o massageando, eu grunhi com seu toque.

Ela escorregou pelo meu corpo e deslizando minha cueca pelas minhas pernas, e só então me dei conta que ela estava ajoelhada na minha frente.

-Eu não me canso de admirá-lo! – ela disse beijando a cabeça do meu pau, enquanto massageava minhas coxas. Eu gemi de prazer quando sua língua girou entorna da minha cabeça a deslizando até a parte baixa do meu pau e subindo novamente e chupando a cabeça, sem deixar de massagear minhas pernas.

Então ela me tomou em sua boca deixando-me deslizar entre seus lábios. Sua língua trabalhava no meu pau enquanto ela me deslizava para dentro para fora de sua boca e quase engasguei quando ela me tomou profundamente em sua garganta e me chupando fortemente.

-Oh Deus... Inferno! – eu precisava muito do meu autocontrole para não foder em sua boca. Santo inferno.

Sua mão direita foi para minhas bolas as massageando, ela deixou meu pau e passando a língua em minhas bolas e as chupando logo em seguida.

-Puta merda! – eu exalei fortemente. Ela voltou a trabalhar no meu pau e eu instintivamente empurrei meu quadril em sua direção e ela me levou novamente em sua garganta, fazendo-me soltar um gemido estrangulado.

-Baby, eu quero gozar dentro de você, sim?! – ela libertou meu pau e eu a puxei pra cima. Tomando seus lábios em um beijo sôfrego.

-Edward... – ela gemeu em meus lábios. –Eu quero que você me foda! – ela disse e isso foi diretamente para o meu pau.

Eu a curvei sobre a mesa me posicionando atrás dela. Admirando aquela bunda perfeita, sua pele branquinha e macia. Segurei seus quadris me curvando sobre ela.

-Segure-se firme, baby! – pedi a penetrei com uma estocada seca.

-Oh Deus! – ela gritou.

Tão apertada, tão fodidamente apertada, comecei a mover meu quadril batendo contra sua bunda eu empurrava meu pau dentro e fora dela, eu escorreguei minha mão direita para o seu clitóris apertando-o, ela gritou meu nome e eu estremeci quando ela se apertou entorno de mim, só parei de preenchê-la quando ela gozou. Beijei suas costas correndo minha língua pela linha da sua coluna.

Ela gemeu e eu voltei a empurrar para dentro dela novamente, voltei a segurar seu quadril novamente empurrando fundo dentro dela, aumentei a velocidade dos meus movimentos fazendo com que Bella choramingasse meu nome, gozando entorno de mim outra vez. E com mais uma estocada eu gozei fortemente dentro dela.

Sai de dentro dela e a trouxe para mim beijando lentamente seus lábios.

-Deus Edward... Isso foi...

-Fantástico! – completei sua frase.

-Sim... – ela murmurou voltando a me beijar.

-Oh Meu Deus! – ela disse quando cessou nosso beijo olhando a cozinha que estava uma bagunça completa, havia morangos pelo chão, calda derramada na mesa e na bancada da pia, algumas louças sujas, mas quem ligava?!

-Esqueça isso, e venha tomar banho comigo! – pedi abraçando sua cintura e infiltrando meu nariz na curvatura do seu pescoço.

-Por que você não vai tomando seu banho, enquanto eu ajeito essa bagunça aqui?!

-Bella, venha tomar banho comigo, por favor! – pedi fazendo beicinho.

-Não faça esse beicinho pra mim, me deixa arrumar essa cozinha, por que ainda precisamos finalizar o bolo e eu ainda tenho que fazer as costelas!

-Tudo bem, eu vou tomar meu banho sozinho! – disse enfatizando o sozinho e segui para o banheiro, não sem antes depositar um beijo em seus lábios.

Eu já estava praticamente vestido quando Bella entrou no quarto indo diretamente para o banheiro, quando eu pensei em acompanhá-la a campanhia tocou.

Segui para sala e qual não foi minha surpresa ao ver o Emmett parado na minha porta.

-E ai mano, parabéns! – ele disse me abraçando.

-Obrigado Emm, venha entre! – disse dando passagem para que ele entrasse. -Então, acabou à volta ao mundo?! – perguntei.

-Tenho que te falar que foram as melhores férias que eu já tive, eu visitei uns lugares incríveis, e pra você e seu lance com a culinária seria uma experiência fantástica. – ele disse enquanto se sentava.

-Bom, vou colocar na minha lista de coisas a fazer. E a Fernanda, cadê ela?! – perguntei, já que estava mais do que na cara que eles estavam juntos.

-Ela ficou em Washington, passei por lá antes de vir pra cá, e falando nisso você não vai acreditar no que descobri. – ele disse.

-E o que você descobriu?!

-Algo sobre a sua agente preferida. – ele disse sorrindo malicioso. –Descobri que ela deixou a agência.

-Amor, eu vou pegar outra camisa sua! – a voz de Bella ecoou pelo meu apartamento.

-Mas pelo visto ela não é mais tão preferida assim, e vejo que essa descoberta também não te interessa muito. – ele disse. –Quem é a garota?! – perguntou.

Ouvi os passos da Bella se aproximarem e Emmett olhava ansiosamente para ver minha garota.

E quando Bella apareceu na sala e tive que segurar minha risada olhando a cara que o Emmett fazia.

Seus olhos arregalaram-se, e ele apontava pra ela balbuciando algo inteligível, enquanto Bella parecia uma estatua parada ao meu lado, vestida tentadoramente em uma camisa minha de botão.

-Santo Inferno se não é a pequena ditadora?! – ele praticamente gritou.

-Oi pra você também Emmett. – ela disse o cumprimentando e eu a puxei para o meu lado segurando sua cintura.

-Como no inferno isso aconteceu? Desde quando vocês dois andam se comendo?!

-Emmett! – gritei o advertindo enquanto Bella corava furiosamente.

-Há, eu sabia que rolava algo entre você e essa pequena ditadora, aquele ódio todo era apenas tesão reprimido, já dizia nossa querida Laila.

Por Bella

-Er... hãm... Nós vamos fazer um jantar em comemoração ao aniversário do Edward, sinta se convidado Emmett, bom eu vou pra cozinha preparar as costelas.

Corri para cozinha peguei os ingredientes e comecei a preparar a costela que Edward tanto amava.

As costelas estavam assando e eu estava preparando o molho quando eu notei Edward encostado no batente da porta da cozinha.

-Hey, o Emmett já foi?!

-Há alguns minutos! – ele disse se aproximando.

-Hum e ele vem para o jantar?!

-Sim, ele estará aqui! – disse e apoiou seus cotovelos na bancada que ficava no meio da cozinha. –Você fica extremamente sexy cozinhando apenas com minha camisa.

-Que bom que você acha isso, por que não vai terminando o bolo, ainda falta à cobertura! – disse lançando-lhe um sorriso divertido.

-Já entendi, sem distrações! – ele sorriu passando por mim dando um tapa na minha bunda e seguindo até a geladeira para pegar os morangos.

Às sete e meia, já estava tudo pronto, e as oito em ponto Laila, Jasper e Emmett estavam na porta do apartamento de Edward.

O jantar seguiu tranquilamente, não sem Emmett soltar algumas de suas perolas, e me deixar roxa de vergonha.

[...]

A semana passou bem rápido, Emmett já estava de volta a Miami, Jasper estava hospedado na casa da Laila, já que o presidente resolveu lhe dar férias.

-Hey Bella! – Jasper me cumprimentou entrado na cozinha da doceria.

-Hey Jazz! O que você ta fazendo por aqui?! – perguntei, já que Laila havia tirado o dia de folga.

-Bem, eu queria conversar com você, será que poderíamos almoçar juntos?! Isso se você não tiver nada marcado com o Edward.

-Não, claro. Bom eu saio pro almoço em meia hora.

-Certo, eu vou ficar te esperando lá fora.

Terminei de confeitar os cupcakes e os levei pra frente da loja.

-Amor, tudo bem se eu almoçar como Jasper, ele tá querendo falar comigo.

-Não, tudo bem, mas só se você topar em sair pra jantar comigo.

-Fechado! – disse lhe dando um beijo rápido e seguindo pra fora da doceria.

-Então aonde vamos?! – perguntei.

-Tem um café aqui perto, tudo bem pra você?!

-Ótimo! – disse e seguimos para o café que não ficava muito longe dali.

Chegamos ao café, escolhemos uma mesa e fizemos nossos pedidos.

-Então, o que esta te deixando tão nervoso?!

-Bem, é sobre a Laila.

-Vocês brigaram?! – perguntei

-Não nada disso, é que... – ele hesitou.

-É que...? – o incentivei.

-Eu decidi pedi-la em casamento!

-Oh meu Deus, Jass! – eu praticamente gritei.

-Você acha que é muito cedo?!

-Não, claro que não, vocês estão juntos há tanto tempo, e é visível o amor de vocês.

-Eu preciso da sua ajuda pra comprar um anel pra Laila.

-Claro, quando você pretende pedi-la?!

-Assim que eu tiver o anel.

-Certo, nós podemos sair pra procura amanhã no meu intervalo, e se acharmos algo que o agrade nós podemos organizar um jantar!

E depois de tudo acertado, com anel em mãos e jantar reservado, o pedido aconteceu de uma forma linda e doce.

Por Edward

-Não sei se é uma boa ideia, pai... Talvez devêssemos esperar um pouco mais pra isso tudo. – Eu não acredito nisso... Bella vai surtar e querer me matar!

-Por que Edward? Pelo o que seu irmão nos disse a coisa parece séria. Não vemos porque adiar!

-É coisa séria, pai... Muito séria! Mas acho qu...

-Não há discussão sobre isso, meu filho. – Ele me cortou, parecendo estranhamente animado com nossa conversa. - Queremos conhecê-la e não há oportunidade melhor que esse jantar que eu e sua mãe sempre oferecemos.

-Posso ao menos conversar com ela e ver o que ela pensa sobre isso? – perguntei esperançoso. Eu sabia que Bella não ia concordar e assim eu nos livraria disso.

-Claro, meu filho! Não quero que ela chegue aqui sem saber de nada! – respondeu-me rindo.

-Não pai, o Senhor não entendeu... Eu vou conversar com ela e ver se ela se sente a vontade com a situação e depois te retorno dizendo se iremos ou não! – expliquei-me aflito.

-Ora Edward, pare de bobeira. Vocês passam o fim de semana aqui com a gente. Vou pessoalmente escalar os seguranças que irão buscar vocês. – Eu estava fodido.

-Pai, não. – Disse com firmeza. – Eu não quero aquele monte de seguranças a nossa volta, mal nos deixando respirar! Vou no meu carro mesmo.

-Isso quer dizer que vocês concordam em vir? Sua mãe ficará tão feliz!

-Não pai, eu não concordo. Mas de que adianta eu falar isso não é mesmo?! – perguntei retoricamente.

-Meu filho... Eu e sua mãe estamos tão felizes por você ter encontrado alguém... Nós te conhecemos bem o suficiente para saber que se não fosse uma moça à sua altura, você não assumiria nada sério. Muito menos deixaria seu irmão conhecê-la em um jantar feito pra comemorar seu aniversário. Nós só queremos poder compartilhar da sua felicidade.

-Eu... Eu só não sei se é uma boa ideia pai. Eu realmente a amo, mas acho que é cedo demais pra deixá-la passar pela Inquisição Cullen!

-Não se preocupe com isso, meu filho. Acredito que ela seja boa o bastante pra escapar da Inquisição, como vocês gostam de falar.

-Por acaso o senhor sabe quem é ela? O Emmett comentou alguma coisa? Ele está me saindo melhor que velha fofoqueira!

-Seu irmão não disse nada. Ele apenas disse que seria uma surpresa para nós. Uma agradável surpresa. Por mais que seu irmão implique com você e tenha aquele jeito desmiolado dele, ele se preocupa com você e percebeu o quão feliz você está com essa moça.

-Ok pai... Vou ver o que faço. Prometo tentar ir.

-Aguardo sua confirmação filho. Mas você sabe que sua mãe não deixará isso passar, não sabe?! – disse rindo. Acho que meu pai esteve rindo mais nessa conversa do que em toda sua vida.

-Você não joga limpo, pai. – comentei rindo. – Prometo dar um jeito de ir.

-Fique bem meu filho. Até breve.

-Até breve, pai.

Dizer que essa conversa havia sido estranha seria um elogio. Aparentemente meu querido irmão é uma velha fofoqueira que não conseguiu guardar pra si o fato de eu estar namorando e correu contar pros nossos pais. Agora eu preciso convencer Bella de que passaremos o próximo fim de semana com meus pais, e que ela será oficialmente apresentada como minha namorada. Eu estava fodido.

[...]

-Wow! Eu não estou entendendo o que você está falando, Edward. Pra que falar tão depressa assim?

Pra você não surtar nem querer arrancar minhas bolas, Love.

-Eu não estou falando depressa... Tá, talvez um pouco. – concordei quando Bella me olhou levantando uma sobrancelha e cruzando os braços. – Mas não nada muito diferente do modo como sempre falo, não é? Eu acho que não falo tão depressa assim a ponto das pessoas não poderem me entender... Acho que isso aconteceu uma ou duas vezes, quando...

-Edward querido, você está falando depressa e divagando. Isso só acontece quando você está nervoso. O que está acontecendo? – perguntou se aproximando de mim, me abraçando.

-Ok, vou tentar falar o que preciso te falar. Talvez se eu começar bem do comecinho você entenda e eu não me...

-Love, você está divagando de novo. Vamos nos sentar e você começa a me contar, tudo bem?

-Ok, mas não sei se serei capaz de te falar! – disse puxando Bella pra sentar em meu colo, afundando meu rosto na curva de seu pescoço.

-Você está me deixando preocupada, Edward. O que aconteceu de tão ruim?

-Não diria que é ruim. Mas também não diria se é uma coisa boa. Não é nada neutro também, entende? Mas também não é ruim ou bom... Eu não sei o que é na verdade...

-Você sabe que sempre pode me falar qualquer coisa, não sabe? Não precisa ficar tão nervoso assim, amor! – falou enquanto passava as mãos por meus cabelos, claramente tentando me acalmar. E como sempre, o carinho funcionou.

-Ok. Vou tentar ir por partes. Se eu começar a divagar mais uma vez, me corta ok?! Então, você se lembra que todo ano meus pais dão um jantar pra angariar fundos pro Natal Solidário?

-Lembro...

-Pois então... Esse ano não será diferente e haverá esse jantar...

-Certo...

-Meu pai me ligou nos chamando pra ir...

-E você não quer ir?

-Não é isso... Acho que você não entendeu... Ele quer que a gente vá... Eu e você...

-Eu? – Bella perguntou confusa. – Por que eu? Ele sabe que eu me despedi!

-Mas ele não sabe que você é você...

-Edward, você não está fazendo sentido!

- O linguarudo do Emmett esteve lá e contou que eu estou namorando... Mas não disse quem é.

-O Emmett o que? – gritou tensa de repente.

-Ele contou aos meus pais que eu estou namorando e...

-Isso eu entendi!

-Entendeu? Mas você perguntou o que o Emmett fez!?

-Foi uma pergunta retórica, Edward! – disse levantando do meu colo. – Por quê? Pra que? Quando?

-São perguntas retóricas ou... Love, pare de andar de um lado para o outro... Deixe-me terminar de contar... Vem cá.

-Tem mais? Será que eu quero saber? – resmungou se sentando novamente no meu colo.

-Emmett contou porque aparentemente eu estou muito feliz com a namorada que eu escolhi. Meus pais querem aproveitar a data do jantar pra receber a gente e te conhecer.

-Mas eles já me conhecem!

-Não como minha namorada. Eles não sabem nada sobre a minha namorada... Só que ela existe e me faz feliz.

-Espera... Deixa-me ver se eu entendi. Esse jantar também será pra me apresentar pros seus pais?

-Isso. A gente passa o final de semana com eles, eu te apresento oficialmente como minha namorada, e participamos do jantar.

-Isso não vai dar certo, Edward.

-Por que não daria querida?! Não é como se você já não conhecesse meus pais!

-Mas eu era uma simples agente! Eles nunca me aceitarão, nunca vão gostar de mim!

-Eles gostam de você, Love! Até hoje meu pai não acredita que a melhor agente dele pediu demissão...

-Mas eu era só isso... Uma agente! Eles vão me odiar! Vão achar que eu só quero dar um golpe em você!

-Bella... Não pensa assim... Eles não vão achar nada disso.

-E se acharem? E se quiserem que você termine comigo? – Bella perguntou chorosa.

-Você acredita mesmo que eu te deixaria porque meus pais querem isso?

-Não, mas...

-Mas nada, meu amor. Eu sei quem voc que você significa na minha vida. Se eu tiver que brigar com Deus e o mundo pra continuar com você, pode ter certeza que eu brigarei.

-Mas são seus pais, Edward!

-Não me importa, Bella. Nada vai ficar no nosso caminho, eu te prometo. Me promete que vai tentar ser menos paranoica e pessimista?

-Não sou paranoica! Nem pessimista!

-Eles vão me odiar! Vão achar que estou dando um golpe! – falei imitando-a. – Isso é ser paranoica e pessimista.

-Ok, ok… Vou tentar pensar diferente.

-Será divertido, Love. E ainda poderemos batizar meu quarto de solteiro. – disse dando meu sorriso torto que eu sabia que ela tanto amava.

-Não pense que vou fazer isso com você na casa dos seus pais!

-Você não vai resistir a mim o fim de semana todo... – disse finalizando nossa conversa, beijando-a até que ela esquecesse esse assunto de conhecer meus pais.

Por Bella

Dizer que eu estava nervosa seria o maior clichê da história dos Estados Unidos! Mas essa era uma boa definição pro meu estado. Apavorada também poderia ser uma palavra. Eu me sentia enjoada... Acho até que estou meio verde.

-Bella amor, pare de chacoalhar essa perna!

-Que tal eu te apresentar pro Charlie também?! – perguntei cética.

-Sabe que eu estava pensando nisso essa semana?! Nada mais do que justo que eu conheça seu pai, já que você está sendo oficialmente apresentada à minha família! – ele respondeu animado.

-Argh! Você e essa sua autoconfiança!

-Só para de balançar essa perna e se acalme, Love.

-Eu não consigo... É mais forte do que eu! – ele não entendia? Eu estava indo conhecer oficialmente os pais dele!

-Daqui a pouco eu me desconcentro de vez e bato o carro, baby. – Disse tentando segurar o riso. Em outra situação eu acharia fofa a forma como ele está tentando me distrair. Mas hoje suas tentativas não estavam surtindo muito efeito.

-Eu só estou... Ansiosa. Isso! Estou ansiosa pra esse fim de semana! – forcei um sorriso.

-Você espera que eu acredite nisso? – perguntou rindo abertamente. –Eu te conheço o bastante pra saber que você está nervosa. Você só não quer admitir!

-Eu não estou nervosa... – ele me olhou arqueando a sobrancelha. – Tá bom, tá bom... Um pouco nervosa, talvez. Mas isso é normal... Não é?

-Não Love... Eu já disse que você não tem com o que se preocupar! São só meus pais.

-Só meus pais blá-blá-blá... – Murmurei fazendo bico. Ele buscou minha mão, a apertando levemente. Eu podia sentir claramente o quanto ele queria que eu me distraísse.

-Você parece uma criancinha birrenta e teimosa, sabia?

-Não pareço não! Eu só estou um pouco nervosa, ok?! Meu sogro é o presidente dos Estados Unidos! É praticamente impossível que ele aprove nossa relação!

-Não pensa assim... Tenho certeza que ele não colocará empecilho nenhum.

-Como você pode ter tanta certeza? – Ele parecia sempre tão seguro de si e das suas escolhas.

-Primeiro porque eu sei de tudo. – respondeu me dando uma piscada. – E segundo porque antes de qualquer cargo importante, Carlisle é meu pai. E eu o conheço bem demais.

-Humpf. Metido.

-Vamos fazer um acordo. – propôs sorridente. Coisa boa não podia ser.

-Que tipo de acordo?

-Se meus pais te aceitarem você batiza meu quarto de adolescente comigo.

-E se eles não me aceitarem? – perguntei entrando na dele.

-Bom, aí é você que escolhe o que faremos...

-Se eu ganhar ficamos o final de semana no meu apartamento. – respondi e logo uma ideia me surgiu. – Aliás, nós podíamos ficar lá de qualquer forma! Depois eu vejo o que quero, quando eu ganhar! O que acha? – de repente eu estava animada. Eu era um gênio! Meu lindo apartamento seria o lugar ideal pra amenizar a tortura que seria esse final de semana.

-Até que não seria má ideia a gente dar uma escapadinha e batizar seu apartamento também... – respondeu malicioso. – Mas nossa estadia será mesmo na casa dos meus pais. Dona Esme passou horas falando na minha cabeça nos últimos dias... Não sou nem louco de deixar a "norinha" longe dela!

-Norinha?

-Acredite, minha mãe pode ser bem efusiva às vezes.

Ótimo! Agora eu estava muito mais animada e calma pra encarar esse fim de semana. Só que não.

[…]

Tenho que admitir que Edward conseguiu me distrair e acalmar durante o restante da viagem. Mas ao nos aproximarmos da imponente Casa Branca, meu nervosismo ameaçou tomar conta de mim novamente. Eu sabia que talvez estivesse exagerando, mas não era algo que eu conseguisse controlar.

Racionalmente eu sabia que devia encarar essa situação numa boa e com tranquilidade, para mostrar aos pais de Edward que esse namoro não era um simples passatempo ou perda de tempo. Mas emocionalmente eu estava surtando! Finalmente eu tinha encontrado o amor da minha vida. Graças a Edward e ao que sentia por ele consegui perceber o que realmente era importante e o que me deixava verdadeiramente feliz.

Só em imaginar que os pais dele poderiam ser contra nosso relacionamento... Eu não estava pronta para deixar Edward sair da minha vida agora... Na verdade eu nunca estaria pronta pra isso.

Argh! Eu tenho que me acalmar! Não é como se eu nunca tivesse conhecido realmente eles antes. Eu até mesmo já me sentei à mesa com eles, na formatura de Edward! Respirei fundo pela milionésima vez desde que saímos de casa. Eles são só pessoas, Isabella! Ainda que sejam figuras de extrema importância, são apenas pessoas!

- Tudo bem Love? – Edward perguntou interrompendo meus pensamentos.

-Claro, tudo certo... Estou a um passo de conhecer oficialmente seus pais, mas está tudo perfeito! – respondi irônica.

-Fica calma, amor. Vai dar tudo certo, Bella… Eu vou estar com você o tempo todo, não se esqueça! Apenas seja você mesma e você os conquistará da mesma forma que me conquistou.

Como ele podia ser tão fofo assim? Eu estava me sentindo como um boi indo pro matadouro, mas ele sabia exatamente o que fazer e falar pra me acalmar. Ele era realmente perfeito. Puxei Edward pela camiseta e lhe dei um beijo que transmitia todo meu amor por ele.

-Tudo bem... Vamos logo! – disse saindo do carro.

Assim que entramos na casa, o Sr. Cullen veio nos receber parecendo bem animado. Senhor, permita que meu namorado mantenha a genética.

-Ora, ora! Senhorita Swan! Que prazer em vê-la... Nos deixou para trabalhar por conta própria, ahn?! É segurança particular agora? Não sabia que você tinha seguranças em Nova York, filho! Por isso veio no seu próprio carro! – ele estava ficando vermelho ou era impressão minha? Ele mal respirava entre uma frase e outra.

- Oi pai! Como... – Edward até tentou falar, mal o Sr. Cullen o cortou.

-Cadê sua namorada, filho? Não me diga que ela não virá! Ai de você se apareceu aqui sozinho!

-Pai...

-Carlisle, pare de constranger as crianças! – a Sra. Cullen apareceu nos salvando. E o Edward ainda tem coragem de dizer que a mãe é que era efusiva!

-Não estou constrangendo ninguém, querida. Só quero saber onde está a nam...

-Deixe as crianças entrarem e se acomodarem. Eles devem estar cansados da viagem. – A Sra. Cullen insistiu. –Oi querido, me dê um abraço antes de levar suas coisas pro quarto. Estou com tanta saudade de você!

-Oi mãe... Também sinto sua falta. – Edward a abraçou apertado. Ele era tão fofo e amoroso. Eu podia estar babando nesse exato momento.

-Olá querida. Fez boa viagem? – perguntou vindo me abraçar.

-Er... Fiz sim, obrigada. – respondi sem jeito. Acho que eu não poderia estar mais vermelha e mais sem jeito.

-Pai, mãe... – Edward chamou, passando o braço em minha cintura. Ai meu Deus! Ai meu Deus! É agora... –Eu queria apresentar pra vocês minha namorada, Isabella Swan. Minha Bella. – disse olhando pra mim, sorrindo de forma carinhosa.

O silêncio que se seguiu durou pouco tempo, mas o suficiente pra fazer minha mente paranoica começar a surtar. Por que eles não falavam nada? Por que a Sra. Cullen estava sorrindo daquele jeito? Será que o Sr. Cullen me expulsaria de sua casa, e ela sorria porque já sabia que essa seria a reação dele e o apoiava?!

-Er... Me desculpe Senhorita Swan... Eu não sabia... Eu... Eu espero não ter te ofendido com a brincadeira sobre nos deixar para ser segurança particular. – por essa eu não esperava.

-Está tudo, Sr. Cullen! Não me ofendeu, de verdade. Não teria como o Sr. saber... E por favor, me chame de Bella.

-Só se você me chamar de Carlisle... Não precisamos de formalidades entre a família.

-Crianças, vocês querem descansar um pouco? Não estão com fome?

-Estamos bem, mãe. Paramos pra comer no caminho. Quer alguma coisa, Love?

-Não, obrigada... Estou bem. Só um pouco cansada. – respondi sorrindo pra ele. Era fácil me esquecer de tudo quando ele estava ao meu lado.

-Vamos subir e descansar um pouco então. - Edward disse pegando minha mão. - Vamos ficar no mesmo quarto né?! - perguntou virando-se pra Sra. Cullen.

-Claro, meu filho. Já pedi que arrumassem tudo pra chegada de vocês.

Subimos para o quarto e eu estava realmente grata por poder ficar um tempo sozinha com Edward e respirar aliviada. Soltei um longo suspiro e me joguei na cama.

-Tudo isso é cansaço? - Edward perguntou rindo

-Um pouco... Acho que é o nervoso...

-Como está se sentindo? Foi muito assustador?

-Poderia ter sido pior, eu acho… - respondi sinceramente. - De todas as reações que eu esperava deles, sua mãe sorrir o tempo todo e nos mandar pro mesmo quarto eram as que eu menos esperava.

-Eles gostaram de você. - disse se deitando ao meu lado. Me aninhei em seus braços e deitei minha cabeça em seu ombro. - Como eu disse que aconteceria.

-Não temos tanta certeza... Às vezes eles estão esperando pra falar com você e dizer que acham que isso é uma loucura e que eles são totalmente contra esse namoro. - comentei dando de ombro.

-Minha coisinha paranóica! - disse rindo, beijando minha testa. - Até parece que você não os conhece… No tempo em que você trabalhou aqui, quantas vezes viu Carlisle esperar um pouco para repreender alguém ou manifestar seu descontentamento com algo?

-Acho que nunca o vi fazer isso. - respondi depois de pensar um pouco.

-Então Love… Eles gostaram de você, relaxa!

-Só se você me ajudar nisso…

-Será um prazer! - respondeu malicioso, se aproximando pra me beijar.

Por Esme

-Carlisle querido, preciso conversar com você.

-O que foi querida? Aconteceu algo? - perguntou preocupado, já me seguindo para o escritório.

-Não, nada grave. Mas eu queria conversar sobre Edward… e Bella.

-Ah meu bem, fiquei tão sem reação com a notícia do relacionamento deles!

-Eu sei, e é exatamente sobre isso que quero falar. Espero que seu silêncio e falta de reação não sejam uma reprimenda ao relacionamento dos dois.

-Não foi… Mas eu realmente não sei o que pensar sobre isso.

-Querido, encare essa situação como pai, não como o Presidente. Deixa seu poder e influência de lado e haja apenas como o homem por quem me apaixonei.

-Esme, querida…

-Ouça Carlisle… Não se esqueça de quem eu era, de como nos conhecemos, de tudo o que passamos pra poder ficarmos juntos. Você não quer que eles passem pela mesma coisa, quer?

-Não… Nunca! Mas Edward sempre foi tão sonhador. Tenho medo que ele não esteja fazendo as escolhas certas e se arrependa disso...

-Querido, são escolhas que somente ele pode fazer. Se vão ser as escolhas certas ou não, ninguém pode saber. Mas é assim que ele cresceu e continuará crescendo. Não cabe a nós decidir os passos dele. Céus, vocês dois são tão parecidos!

-Parecidos?

-Sim, parecidos. Você sempre foi sonhador e desafiador… Sempre aprontou poucas e boas… E assim como ele, encontrou um sentido pra vida quando descobriu o amor.

-O único e verdadeiro amor… - sorriu doce para mim.

-Sim, o único e verdadeiro amor. Está nos olhos deles, meu bem. Edward nunca me pareceu tão feliz como agora… Bella não consegue disfarçar o amor e admiração que sente por nosso menino quando olha pra ele. Ela é uma menina boa, nós a conhecemos desde que o pai dela era nosso agente e ela era apenas uma criança.

-Você está certa, querida. Como sempre.

-Converse com Edward mais tarde. Deixe-o saber que apoiamos esse relacionamento. Tenho certeza que isso será muito importante pra ele.

-Vou fazer isso. - respondeu e me beijou ternamente.

Por Bella

Edward e eu ficamos no quarto "dando uns amassos" como ele insistia em falar. Ele parecia uma criança em noite de Natal de tão feliz que estava por finalmente ter uma mulher em sua cama.

-Pára de ser bobo, Edward! - eu disse rindo - Você já teve muitas mulheres passando na sua cama…

-Não tive não… Eu já peguei muita mulher e transei com a maioria delas, mas em camas quaisquer. Na minha cama, onde durmo todas as noites, só teve uma. - disse sério.

-Nunca trouxe uma namorada ou peguete aqui ou no seu apartamento de Nova York? - perguntei incrédula. Ele vivia atrás de um rabo de saia... Isso não podia ser verdade!

-Nunca… Nunca ninguém valeu à pena. Você é a primeira e espero que a única tanto aqui, quanto no meu apartamento.

-Awn isso foi fofo, Honey! - disse antes de atacá-lo de beijos.

Continuamos curtindo nossa bolha até Zafrina bater na porta do quarto nos chamando.

-Edward, seu pai quer conversar com você no escritório. Você vai ou quer que eu desça e fale que está dormindo? - perguntou divertida

-A senhora nunca vai esquecer nosso combinado, não é mesmo?! - Edward comentou rindo, a abraçando.

-É claro que não, menino! Todos esses anos usando essa desculpa pra te livrar das conversas e broncas do seu pai… - respondeu retribuindo o abraço.

-Está certo… Eu já vou descer. Não deve ser nada tão ruim hoje! Você vai ficar aqui, Love? - perguntou se virando pra mim.

-Humm… Eu acho que sim. - respondi meio incerta.

-Na verdade, - disse Zafrina - a Sra. Cullen pediu pra senhorita ir à área da piscina para conversarem.

-O que? Eu? - perguntei atônita. - O que ela quer?

-Não sei Senhorita Swan… Ela só pediu para te chamar.

-Não me chame de Senhorita, Zazá. Eu sou a Bella de sempre, por favor…

-Está bem, menina. Já que é assim me dê um abraço também. Essa velha sentiu saudades de você.

Levantei da cama sorrindo e não hesitei em me jogar nos braços de Zazá. Ela era uma das pessoas com quem eu mais gostava de conversar quando trabalhava para o Sr. Cullen.

-Ih, já vi que eu sobrei… Vou ver o que meu pai quer e encontro você na piscina depois, pode ser?

-Claro… Também vou descer e ver o que sua mãe quer. - Edward me deu um selinho e saiu do quarto.

Depois de tentar em vão descobrir com Zafrina se era coisa boa a Sra. Cullen querer conversar comigo, coloquei meu biquíni e fui ao encontro dela.

-A senhora queria me ver? - perguntei me aproximando timidamente da cadeira onde ela estava deitada.

-Oi meu bem, queria sim. Mas por favor, pare de me chamar de senhora… Me chame de Esme mesmo… Ou de sogrinha! - pediu rindo.

-Tudo bem… Vou me lembrar disso! - respondi também rindo.

-Sente-se querida. Faça-me companhia e aproveite esse sol gostoso.

Passei a tarde conversando com minha sogra e tenho que confessar que foi bastante agradável. Conversamos sobre amenidades, Esme me contou histórias da família e me ouviu atentamente quando contei as minhas. Eu estava me sentindo mais tranqüila. Não sabia se eles me aceitavam e aprovavam o meu namoro com Edward, mas não podia negar que Esme estava fazendo de tudo para que eu me sentisse bem.

Nós caímos em um silêncio confortável até que Edward apareceu dizendo que iria trocar de roupa e já voltava para a piscina com a gente.

-Ah querido, você demorou demais para chegar. Já vou entrar e ver como está o jantar. Pedi que fizessem seu prato favorito. - Esme o respondeu com ternura.

-Dona Esme sempre atenta a tudo... - disse rindo, se abaixando para dar um beijo na cabeça da mãe. - Eu já volto… É rápido. Só fique com Bella até eu voltar.

-Claro meu filho… Vá se trocar e venha aproveitar um pouco com sua namorada. - senti meu rosto esquentar. Era a primeira vez que Esme nos tratava como um casal e eu não sabia como reagir. - Querida não precisa ficar com vergonha! - disse se sentando em sua cadeira virada para mim.

-Eu... Érr... Não estou com vergonha... Tudo bem… - Ótimo Swan! Gagueja mais um pouco!

-Bella, eu quero que você saiba que estou feliz com o relacionamento de vocês.

-Está? Sério? - perguntei surpresa. - Quero dizer… Fico feliz que a senhora esteja feliz.

- É nítida a mudança no humor e no comportamento do meu filho. E eu tenho certeza que tais melhoras foram causadas por você. Eu não me lembro de já ter o visto tão feliz e realizado como agora.

-Esme, eu... Eu não sei o que falar! Muito obrigada mesmo!

-Ora minha querida, você não precisa me agradecer. Na verdade eu é que sou grata por você estar na vida dele. Só continue fazendo o que está fazendo para Edward. Permita que ele continue se tornando esse grande homem.

-Eu vou! Prometo! Eu o amo demais… E só quero o bem dele, custe o que me custar.

-Eu sei, meu bem. Qualquer pessoa pode ver o que você sente por ele e o que ele sente por você. - Ela olhou por cima da minha cadeira e sorriu se levantando. - Edward está vindo, vou deixar vocês namorarem em paz. - e me surpreendeu me beijando na testa, em um gesto maternal.

Por Edward

O dia havia sido perfeito e eu não podia estar mais feliz. A conversa com meu pai, ver minha mãe se dando bem com Bella e a fazendo se sentir bem recebida, as duas passando a tarde juntas, o sorriso que não saia mais do rosto da minha namorada…

São coisas simples, e até bobas, mas que faziam eu me sentir o homem mais feliz e realizado do mundo. Deitado em minha cama com esses pensamentos e com Bella dormindo tranqüila em meus braços tive ainda mais certeza e confiança para fazer o que eu vinha planejando faz um tempo.

[...]

Edward… Edward… Edward…

Mas que inferno! Não se pode mais dormir nessa casa?!

Edward… Edward… Edward…

É… Aparentemente não!

-Love... - Bella resmungou. - Vai logo ver quem tá batendo na porta que eu quero continuar dormindo!

-Humm eu também quero. - respondi trazendo Bella pra mais perto de mim, pronto pra voltar a dormir.

Edward… Edward… Edward…

-Mais que droga! - falei levantando da cama para abrir a porta. Dei de cara com minha mãe extremamente animada e sorridente. - Como você consegue ter esse bom humor tão cedo? - perguntei emburrado.

-Bom dia pra você também, querido! - disse rindo - E não é cedo… Já são 11 horas!

-É cedo pra quem foi dormir mais de 2 horas da manhã… - Eu mal conseguia abrir meus olhos.

-Me desculpe por te acordar, querido. Mas hoje o dia será cheio! Seu pai quer que o ajude com o discurso dele e eu e Bella temos que nos arrumar!

Soltei um gemido em protesto e pude ouvir que Bella resmungou em puro desagrado. Até nisso combinávamos!

-Mããããe, são 11 horas da manhã! O jantar é só à noite!

-Eu sei querido… Mas Alice e sua equipe chegarão dentro de duas horas para começar a nos arrumar! Peça a Bella que me encontre lá embaixo. - mais uma vez ouvi Bella resmungar algo.

- Ok, ok! Daqui uma hora estaremos lá embaixo! - respondi contrariado. Eu só queria deitar novamente com Bella e dormir por mais algumas horas.

-Tudo bem. Mas não enrole demais se não volto aqui! - disse rindo. Fechei a porta do quarto e me joguei na cama. Bella se enroscou em mim e suspirou. -Você ouviu minha mãe? - perguntei a abraçando.

-Huhum… - respondeu. - Eu só quero dormir!

-Eu sei… Eu também quero. - E foi o que dizemos. Dormimos. Muito. Até que Dona Esme voltou para nos chamar.

Edward… Edward… Edward…

É, seria um longo dia!

Por Bella

Eu não conseguia acreditar na imagem refletida no espelho à minha frente. Eu estava realmente bonita. O vestido vermelho abraçava meu corpo, valorizando cada curva que eu nem sabia que tinha. Meu cabelo estava preso em um coque frouxo e o batom vermelho realmente destacava da leve maquiagem dos olhos.

Confesso que quando Esme me avisou que teríamos um dia de beleza eu não consegui esconder meu desagrado imaginando o tamanho da tortura que me esperava. Mas confesso também que eu estava enganada. Foi incrivelmente divertido ser mimada e arrumada pela pequena tagarela contratada por Esme. Alice Brandon, que me pareceu assustadora a princípio, se mostrou uma profissional muito competente. Por trás de toda aquela animação e empolgação, existia uma verdadeira mulher de negócios, que sabia exatamente o que fazer para agradar suas clientes e deixar todos satisfeitos com seu serviço. Sem contar que ela era realmente amável e engraçada.

Olhei-me no espelho uma última vez e decidi que estava na hora de descer e encontrar Edward. Eu conhecia meu namorado bem o bastante para saber que ele devia estar se segurando para não vir me chamar e me apressar. Ele estava bastante ansioso para me apresentar a algumas pessoas. O encontrei na antessala andando de um lado para outro.

-Wow! Você está linda! – Edward disse assim que me viu.

-Você gostou? – perguntei meio insegura.

-Você não imagina o quanto. – respondeu se aproximando de mim, me fazendo dar uma volta.

-Você também está lindo. Mal consigo acreditar que tudo isso é meu. – falei rindo apontando pra ele. – Estou muito atrasada?

-Não… Mas o salão de festas está começando a encher, então é melhor irmos.

- Tudo bem… - disse indo em direção à escada.

-Bella? – Edward chamou quando comecei a descer.

-Sim Love?

-Você é a mulher mais deslumbrante que eu já vi. Eu te amo. – falou se aproximando de mim.

-Eu também te amo, nunca se esqueça ou duvide disso. Agora vamos nos divertir! – disse pegando em sua mão e o puxando escada abaixo.

[...]

Eu estava parada conversando com algumas conhecidas de Esme quando Edward chegou me abraçando por trás, reivindicando minha atenção.

-Você está tão linda… Não me canso de te admirar… - sussurrou no meu ouvido, mordiscando-o logo em seguida.

-Você também não está nada mal. - respondi encostando minha cabeça em seu ombro e fechando meus olhos, desfrutando da sensação de receber seus beijos e carícias em meu pescoço.

-Eu quero você, Love… Eu preciso de você. - murmurou com a voz rouca.

-Eu também, Edward. Eu também. - ofeguei.

-Vamos subir… Eu realmente quero batizar meu quarto. - disse me apertando mais contra seu corpo, passando o nariz na curva do meu pescoço.

-Huum… - gemi baixinho me virando em seus braços para sussurrar em seu ouvido. - Eu realmente quero batizar seu quarto.

-Então vamos nos despedir dos meus pais e voltar pra casa. – disse me dando um selinho.

Nos despedimos de Esme e Carlisle inventando uma desculpa muito fajuta, mas muito necessária naquele momento. Eu não sabia se era o tal jantar e toda aquela pompa com decoração chique e luzes baixas, ou as muitas taças de champagne que eu havia tomado, mas eu realmente precisava do Edward da forma mais íntima e profunda que eu conhecia.

Subimos para o quarto, abraçados, nos olhando intensamente, ora parando para nos beijar como se nossa vida dependesse disso. Eu podia sentir em cada gesto dele que ele queria aquilo tanto quanto eu.

Quando Edward abriu a porta do quarto e me deu passagem, eu parei com a visão à minha frente. O lugar estava iluminado por pequenas velas espalhadas, o chão estava coberto de pétalas de rosa vermelha e sobre os lençóis impecavelmente brancos descansava uma única tulipa vermelha. Senti que meus olhos se encheram de lágrimas.

-Você gostou? – a voz de Edward soou atrás de mim, suave.

-Eu amei. Está tudo tão lindo… - respondi o observando se aproximar da cama e pegar a tulipa.

-Meu avô sempre dava uma dessa – me mostrou a flor – para a minha avó. É o símbolo do amor perfeito. Representa bem a forma como eu vejo nosso amor. – se aproximou de mim, me entregando a flor.

-É linda Edward... Isso tudo é lindo. E eu pareço uma boba chorando, sem saber o que dizer!

-Não precisa dizer nada… por enquanto. Deixe-me falar algumas coisas antes. Desde o dia em que você apareceu na doceria me falando tudo aquilo, eu tenho pensado bastante. Eu não consigo definir um momento exato para quando me apaixonei por você… Mas quando penso nos melhores momentos que tive na vida, você aparece em todos eles. Talvez meu amor tenha surgido das nossas brigas, talvez eu tenha sentido algo por você desde sempre e só tenha percebido isso depois de um tempo... Na verdade isso não importa. O que importa é o que eu sinto por você agora, nesse momento. É o que eu quero pra nós agora e se possível, para sempre. – Edward se ajoelhou à minha frente e tirou uma caixinha branca do bolso, a abrindo. Uma única chave brilhava ali. Eu não conseguia parar de sorrir e chorar; e me sentir tão amada e feliz. – Bella, eu quero passar cada segundo do meu dia com você. Aquele apartamento é vazio e sem vida quando você não está lá por lá. Você aceita vir morar comigo?

Em meio às lágrimas que eu não conseguia mais controlar me ajoelhei também e olhei fundo em seus olhos. Ali estava refletido todo o amor que ele estava dizendo sentir por mim. Era o mesmo amor que eu chegara proclamando em sua doceria e que não mudara com o passar do tempo. Eu o abracei.

-Eu aceito Edward. Eu amo você e não vejo mais minha vida sem sua presença constante. Minha vida longe de você é vazia também. Você é o meu lar. Onde você estiver é onde eu vou estar.

Edward me beijou de forma doce, nos colocando em pé novamente. Quando precisamos de ar, ele se afastou pegando a flor de minha mão e a colocando em cima do criado.

-Eu quero você Bella... Sem pressa, sem interrupções, sem nada para atrapalhar... Eu quero fazer amor com você até o amanhecer. – Edward estava parado atrás de mim, abrindo o zíper do meu vestido dolorosamente devagar.

-Edwaaard... – Eu já podia sentir minha respiração descompassada. Ele era capaz de me excitar apenas falando essas coisas.

Depois de tirar meu vestido ele me virou para ele, acariciando meu rosto. Ele era tão lindo e eu o amava tanto. Eu nunca me cansava de constatar isso. O puxei pela gravata e o beijei o mais intensamente que consegui. Eu queria transmitir todos os meus sentimentos naquele beijo.

Nosso ritmo foi ficando mais provocante, e quando o ar nos fez falta, Edward não desgrudou sua boca da minha pela, explorando meu pescoço. Desesperada para sentir sua pela na minha, tirei seu terno e sua camisa, deixando-o só de calça social.

- Você fica lindo assim... É realmente sexy... – disse com a voz rouca de desejo.

- Você também não fica nada mal com esses saltos e essa calcinha minúscula. – respondeu me abraçando antes de voltar a me beijar.

Quanto mais nosso beijo se aprofundava, mais eu sentia aquele delicioso fogo queimando dentro de mim, no meio das minhas pernas. Edward seria minha perdição.

- Edwaaard... Por favor... – consegui choramingar.

- Calma Love... Eu disse que hoje não teremos pressa.

Enquanto me beijava, Edward me deitou no meio da cama ficando por cima de mim, sem desgrudar nossos corpos. Sentir seu corpo pressionando o meu me acendeu ainda mais e me deixou mais desperta às sensações que aquele homem que eu tanto amava estava me proporcionando apenas com seus beijos.

- Huuum... – gemi incoerente.

Edward foi descendo com os beijos, me deixando cada vez mais desperta e pronta pra ele.

Quando sua boca encontrou meus seios, eu sabia que não iria durar muito tempo. Era impossível permanecer imune às carícias de Edward. Percebendo que eu estava perto da borda do meu prazer, Edward se afastou, ficando em pé para tirar o resto de sua roupa.

- Isso não se faz, Edward... – choraminguei com a perda do contato.

Ele voltou a ficar em cima de mim, agora sem roupa nenhuma, distribuindo beijos e carícias em meus seios. Enquanto sua boca beijava, chupava e mordiscava um lado, sua mão estimulava o outro. Gemi cada vez mais incapaz de controlar minha excitação.

- Edward... Por favor! - implorei.

- Calma meu amor. Sem pressa. - Gemi novamente. Eu o queria tanto!

Edward continuou descendo com seus beijos, até chegar ao meu centro. Ele rapidamente tirou minha calcinha, que já estava encharcada, e começou a me torturar com sua língua. Eu estava totalmente entregue, gemendo e murmurando coisas desconexas. Sua boca em minha intimidade era umas das maravilhas desse mundo.

- Deus... Edwaaard... – gemi incoerente.

- Hum... Tão gostosa... – ele murmurou com seu hálito quente batendo em mim e me levando a loucura.

- Oh Edward... – eu estava perto da minha libertação. Eu sabia que duraria pouco com ele me chupando e mordiscando daquele jeito. – Edward... – gemi. – Ohhh! – gritei enquanto atingia meu orgasmo.

Edward me chupou mais algumas vezes e me lançou um sorriso torto, os olhos transbordando amor e luxúria. Ele se aproximou de mim, me beijando delicadamente. O gosto da minha excitação misturado ao seu gosto me levou ao céu e eu já estava pronta novamente. Coloquei uma de minhas pernas em suas costas, erguendo meu quadril de encontro à sua excitação, pedindo que ele me tomasse.

- Pronta, love? - murmurou com a voz ofegante entre os beijos, sua ereção pressionando minha entrada.

- Sim... – respondi ofegante.

Edward entrou em mim por completo e permaneceu parado por um momento, permitindo que aproveitássemos a sensação de estar conectados. Ele começou a se mover lentamente, entrando e saindo de mim de forma ritmada. Enrosquei minha outra perna nele, permitindo que ele chegasse mais fundo. Gememos juntos, em total sincronia.

- Eu amo você Edward. - ofeguei com um gemido.

- Eu também amo você Love. - disse aumentando o ritmo das investidas.

Edward inverteu nossas posições, me fazendo ficar por cima. Eu me mexia de forma cadenciada, querendo prolongar aquela sensação de fogo me consumindo. Inclinei-me para beijá-lo, e Edward aumentou o ritmo de suas investidas. Eu já estava me entregando novamente àquela onda avassaladora de prazer.

- Edwaaard... - gemi - Estou... Ahhh... Quase...

- Ahh Baby... Goza comigo, vai. - gemeu contra meus lábios.

Mais algumas investidas e eu explodi, me entregando novamente ao meu prazer. Edward veio logo atrás de mim, e eu caí ofegante em cima dele.

Quando nossa respiração ficou mais controlada, Edward saiu de dentro de mim com cuidado, e eu me aconcheguei em seus braços. Eu me sentia satisfeita e completa. Edward me deu um beijo na testa e eu soltei um suspiro de satisfação. Continuamos deitados, nos encarando e trocando beijos e carícias, sem falar nada. Palavras não eram necessárias...

Ficamos em nossa bolha, até que Edward me tomou de novo, realmente nos amando até que o amanhecer chegasse... E eu não podia estar mais feliz com isso!

[...]

Adorava os finais de tarde, o sol se pondo deixando aquela coloração magnífica no céu, uma mistura de amarelo, laranja e branco, me trazia maravilhosas recordações.

Estávamos deitados em uma espreguiçadeira nos aquecendo com o calor do final da tarde. E pensar o quanto nossa vida mudou, o quanto também mudamos com ela, parecia que foi ontem a primeira vez que o vi na minha frente, em quem diria que um dia nós estaríamos aqui?! Ninguém jamais imaginaria.

Nós dois vivendo em uma casa com um imenso quintal em uma das áreas mais nobre da cidade. Ninguém jamais imaginaria que depois de dois anos daquele pedido feito em seu quarto para que eu morasse com ele, ele me pediria em casamento da forma mais linda e romântica. Ninguém jamais imaginaria que três anos depois a doceria, nossa vida morando juntos, nosso casamento e todos os "problemas" que vêm com isso... Tudo isso ficou pequeno e sem importância quando descobrimos que eu tinha duas pessoinhas dentro de mim! Tudo passou a ser pra eles e por eles. Nossa felicidade e nosso amor eram cada vez maiores e mais completos...

-Um beijo por seus pensamentos... – Edward disse depositando um beijo em meu ombro

-Eu estava pensando na gente e em como nossa vida mudou... – respondi me aconchegando em seus braços.

-Acho que nunca serei capaz de te agradecer o suficiente...

-Me agradecer?

-Você mudou a minha vida da melhor forma que existe, Bella... Você me deu seu amor, me permitiu que eu te amasse e agora está me dando dois filhos! Eu sou tão grato pelo homem que você fez com que eu me tornasse e eu te amo tanto!

Virei-me em seus braços para beijá-lo. Ele conseguiu expressar tudo o que eu sentia. Hoje eu me sentia uma mulher completa e realizada, e isso tudo era graças a Edward. Ele me acomodou em seu colo e espalmou as mãos em minha barriga, fazendo carinho e conversando com nossos bebês. Era a cena mais encantadora que poderia existir.

-Hey Joshua! Hey Ambeer! Papai mal consegue esperar à hora de ver a carinha de vocês e pegar vocês no colo...

- Se as crianças puxarem essa sua ansiedade eu estarei perdida! – comentei rindo.

-Ahh não venha com essa! Tenho certeza de que você está tão ansiosa quanto eu! Se não estiver mais! – disse me fazendo cócegas.

-Claro que estou ansiosa! Mas eu sou a mã... – de repente eu parei. Eles tinham chutado! Eu realmente os senti chutarem! Eu não conseguia controlar as lágrimas.

-Bella o que foi? Está tudo bem? – e eles chutaram de novo!

-Coloca... Coloca a mão aqui... – respondi colocando a mão dele onde nossos bebês tinham chutado.

-Bella, o que... Chutou! Alguém chutou! – ele disse extasiado.

-Pela movimentação que está aqui dentro, acho que os dois chutaram! – disse sorrindo entre as lágrimas.

-Deus isso é incrível! Obrigada por isso Bella!- ele disse beijando meu rosto com intensidade.

-Obrigada você por me proporcionar isso. Não vejo homem mais perfeito para passar o resto dos meus dias e para ser o pai dos meus filhos.

-Eu te amo, Sr Cullen!

-Eu te amo, Sra Cullen! – ele disse e nem em um milhão de anos eu deixaria de amar ouvi-lo dizer isso.

-Para sempre!

-Para todo o sempre! – ele disse beijando meus lábios.

FIM


Nota Final

É tão estranho está aqui agora na frente do PC tentando escrever essa nota, eu sou péssima com palavras (mas a estória é realmente minha rsrs), Não é fácil por os meus sentimentos confusos por estar finalizando Freedom.

É tão empolgante, perturbador, emocionante, alegre, triste... É uma mistura que você simplesmente não sabe descrever... É o frio na barriga, um tremor, a vontade de chorar... Enfim... Um turbilhão de emoções eu estou hoje.

Essa foi minha segunda fic a ser finalizada, e super importante pra mim, algum tempo atrás eu resolvi me afasta do mundo fanfiction e twilight, e fiquei apenas a acompanhar os filmes, só que a minha cabeça não parava de criar enredos, até que um dia eu sentada na minha sala eu tive a ideia de fazer Freedom, foi quando eu comecei a recrutar a minha "gangue".

A primeira integrante foi a Laila, que topou me ajudar a criar Freedom. Sempre quando rolava duvida ela estava lá, corrigia meus erros, dava idéias magníficas, e acho que se ela não tivesse topado me ajudar naquele início, Freedom não estaria tendo seu desfecho hoje. Eu queria voltar ao mundo das Fanfic's, mas eu precisava de um apoio, um empurrãozinho, e a Laila foi essa força que eu precisava! Meu muito abrigada a você Laila por ter topado entrar nessa comigo, por ter me ajudado a realizar Freedom.

Logo após Laila topar eu pensei "preciso de uma beta" e naquele exato momento não tive duvidas de quem seria apessoa a ocupar esse posto, essa pessoa é nossa querida Flavia ou Baboo, ela mais que rapidamente topou betar Freedom, e logicamente que eu fiquei muito feliz, minha companheira de todas as horas, que ajudou muito betando os primeiros capítulos de Freedom, sempre me ajudando a seguir um rumo pra fanfic, a perturbava sempre mostrando alguns trechos recém escritos, outra hora tirando duvidas, pegando palpites, e em certos momentos a vida "real" tem prioridades, então foi com um grande pesar que a Baboo deixou de ser a beta oficial de Freedom, mas não foi por causa disso que deixei de atormentar a vida dela com minhas duvidas. Muito obrigada Baboo por me agüentar todo esse tempo te perturbando... e garanto que não acaba por aqui!

A terceira pessoa que meio que reivindiquei pra fazer parte da equipe, foi minha pitaqueira de plantão, nossa Mari minha gêmea, nós tínhamos a ideia da fanfic, mas faltava acertar o prólogo, a sinopse e o nome, que tentávamos e nada ficava do jeito que queríamos, então eis que surgiu o nome da Mari e a chamamos para ajudar, que a partir daí comecei a perturbar, tínhamos longas conversas pelo MSN, que foi onde nós descobrimos a nossa conectividade de pensamentos, e nos tornamos gêmeas, a Mari foi um grande apoio que encontrei, e ela foi fundamental em cada parte do desenvolvimento da fic, assim como todas as outras, mas no momento em que me via enlouquecida por falta de inspiração eis que surgi minha gêmea, depois de três meses parada pensando em como colocar o desfecho da estória no "papel" eu resolvi pedir ajuda da Mari, e foi assim que cheguei hoje nesse final. Gêmea querida, obrigada por tudo, por todas as conversas, pitacos, idéias... por tudo, sou imensamente grata a você por ter aceitado embarcar em Freedom comigo.

E a quarta pessoa que se candidatou a me ajudar foi a Fernanda ou Nanda como ela prefere. A Nanda veio pra betar a fic quando a Baboo teve que nos deixar, e sou muito grata a Nanda por ter se candidatado a ser minha beta, uma guria linda, de coração enorme, que ajudou muito na construção de Freedom, essencialmente importantes como todas as outras, a melhor com as notas dos finais de cada capitulo, eu me divertia horrores com nossas divagações no face, obrigada Nanda, por cada minutinho da sua vida que você reservou pra me dar idéias e betar Freedom.

Acho que dizer muito obrigada a cada uma delas é pouco, pelo esforço, garra e força de vontade que cada uma teve pra fazer com que Freedom desse certo.

Por isso não considero Freedom uma fic apenas minha, por que Freedom é uma estória nossa.

Agradeço também a todas as leitoras, as que comentaram as que não comentaram as que favoritaram... Muito obrigada!

Freedom é uma estória muito querida, que me trouxe muita felicidade, me aproximou do meu grupinho preferido novamente e me trouxe novas amizades...

Essas novas e velhas amizades que me apoiaram quando eu descobri o plágio de Freedom, que me arrasou, não por copiarem a estória, mas por usarem minhas palavras, o sentimento do que significava Freedom pra mim, sou muito grata a Freedom por retomar essas amizades, e por ter trazido as novas.

Terminar Freedom hoje é uma mistura de alegria e tristeza, alegria por termos alcançado o objetivo e tristeza por ter que terminar...

Mas como tudo na vida tem o seu final, Freedom hoje está tendo o seu.

Foi uma estória em que eu queria mostrar uma Bella forte, com força de vontade, mudar um pouquinho o estereótipo de mulher o sexo frágil, o que não é verdade, pois a mulher é o sexo forte, nós agüentamos tanta barra ao decorrer dos anos, que é ridículo sermos taxadas como o sexo frágil.

Já o Edward, eu queria um menino que tivesse força de vontade de realizar os seus sonhos, que apesar de ser o filho do presidente não se vangloriasse desse status, que queria apenas ser uma pessoa comum, viver uma vida normal, sem todo aquele assédio.

E logo quando eu imaginei Freedom, eu já tinha o final pronto em minha cabeça, eu comentei dele pra Laila que me questionou sobre "e se a pressão aumentar, você vai mudar?" eu disse que não, a estória tinha um motivo pra poder ter o final que teve, eu queria que o titulo fizesse sentido, e foi o meio que eu encontrei pra fazer isso. Era muito divertido criar as cenas quentes e simplesmente acabar com elas ser ter os finalmentes, eu fui muito malvada nesse quesito, até a Nanda ficava me perguntando quando eles teriam os finalmentes... E o que todas também queriam saber, eu espero que o final tenha agradado a todas você assim como me agradou. Eu peço minhas sinceras desculpas pelo longo tempo que eu fiz vocês esperarem por esse final.

Aqui estamos nos despedindo de Freedom e deixo pra vocês o meu até breve!

Com amor Jhaay


N/F Laila

Ok to enrolando a 5 meses para escrever isso, sim vc leu certo, 5 MESES!

A Jhaay tava com bloqueio mas já me enchia para escrever (Te amo, viu?)...
toda vez que eu tentava a coisa ficava parecendo discurso de formatura,
mais clichê do que é permitido.

Então vamos lá, depois de pensar e pensar,
e pensar mais um pouquinho, só tenho uma coisa a dizer de como foi participar da criação dessa fic...

FOI FODA DE DIVERTIDO!


N/F Baboo'

Ai ai, eu não sei fazer essas coisas de dar adeus e talz, mas faremos um esforcinho.

Pra quem não sabe, inicialmente quem betava para a Jhaay, era essa que vos fala, mas por motivos de tempo, tive que abandonar essa tarefa magnifica e privilegiada.

Pensem nisso como ter a honra de ter acesso ao episdio inédito de sua série favorita antes de tooooodo mundo.

Vou agradecer a minha gatita por me dar essa honra, e agradecer a docinho da Nandáh por ter continuado.

Agradecer á você por ter lido até o fim, e aguentar essas loucas que falam demais, espero que tenham gostado tanto quando a gente, e que continuem visitando as nossas fics maravilindas.

Beeijos da Baboo', e que a força esteja com vocês \m/.


N/F Palpiteira

Eu pensei em tanta coisa pra escrever! Comecei e apaguei umas 15 vezes! Tô me sentindo aquelas tias velhas que vê seu sobrinho preferido indo pra faculdade, sabe?! Dá um orgulho e uma dor danada ver Freedom chegando ao fim! Maaas como tudo na vida um dia tem fim, hoje é o fim da nossa querida história!

Gêmea, obrigada por me permitir fazer parte dessa história junto com você. Eu vou sentir uma falta tão absurda de palpitar nos capítulos... de ficar na expectativa pelo que virá... Deus! Como vou viver sem dar meus pitacos na história? Trate de escrever outra fic! hahahahahaha

Foi um prazer imenso fazer parte disso! Obrigada pela confiança! Eu amo essa história! Eu amo vc!


N/F Nanda

Vão me desculpar as palavras de baixo calão, mas... Acho que eu não consigo me expressar de outra forma: CARALHO! Acabou! Mesmo que eu coloque 300 carinhas tristes aqui, não descreverá como me sinto com o final de Freedom.

Quando eu assumi ser beta... Cara, preciso contar essa historia! HAHAHA Eu tava num DESESPERO tão grande pra betar historias, que vocês não tem noção! Aí no grupo, vi a Jhaay procurando desesperadamente uma beta. Aí juntamos o desespero dela, com o meu e CABUM! HAHAHAHA Cara, eu era muuuuuuuuuuuuito tímida com ela... Quase não falava com ela no tópico e como tinha andado sumida, me senti um Kraken HAHAHA

E o que somos hoje!?

Sei lá... Freedom ate me fez voltar pro Orkut pra acompanhar as postagens, vocês tem noção disso!? HAHAHAAHAHAHAHA Pera lá... HAHAHAHAA Depois de 9 meses de fic, ela passa a praticamente ser um filho. Freedom é o filho da Jhaay... E eu sou a Tia mais ciumenta do mundo. Entao, não posso falar: "Oh, adeus-adeus Freedom... Freedom blábláblá..." porque estarei mentindo. Como todas as outras fics finalizadas, guardarei dentro de mim um pedacinho dela e sempre que sentir saudades, me pegarei lendo minhas partes preferidas. A da California por exemplo...

Se eu tentar prolongar, encherei lingüiça, então... Melhor parar por aqui! Mas não antes de dizer que Freedom foi muito importante pra mim, porque me permitiu ficar mais próxima de algumas meninas (Jhaay, Mari, Baboo, Lele... Não se sinta excluída, você que esta lendo, só citei um exemplo!) e... Aquela surtada básica no final: NAAAAAAAAAOOOOOOO FREEEEEEDOOOOOM, NAAAAAAAOOOOO! HAHAHAHAHAHAAHHAA