Hazel

Capítulo XII

Escrito por Nevilla F.

Severus Snape aparatou dentro de sua casa. Olhou nostálgico para a sua sala e parecia realmente feliz em estar ali de volta. O ex-professor ficou longos minutos apenas olhando para o local, se familiarizando de novo com os detalhes esquecidos.

O bruxo se lembrou de sua última noite em sua casa, antes de ser preso. Ele correu até seu quarto. A cama estava feita e havia um jornal em cima dos lençóis. Snape se aproximou e viu a si mesmo na manchete. Droga! Neville descobriu sobre a prisão através do jornal. O garoto devia estar com muita raiva dele.

Severus se sentou do lado onde Longbottom havia ficado deitado na cama. De forma inconsciente passou a mão pelos lençóis como se estivesse acariciando Neville. Snape realmente queria vê-lo. O quê Arthur havia lhe dito? Ele tinha viajado com os amigos.

Snape precisaria reunir muita coragem para bater a porta de Neville. E se o garoto se recusasse a vê-lo? A dor insuportável de outra rejeição... Severus balançou a cabeça com o pensamento. Ele não resistiria. Ele nem sequer conseguia pensar nisso. Estava se acovardando.

O Comensal da Morte observou a porta do banheiro. Oh, Merlin! Como ele havia sentido falta de tomar um bom banho. Ele se levantou e foi até o banheiro. Primeiro ele tomaria um longo banho de banheira e depois ele decidiria o que fazer em seguida.

-X-

Após o melhor banho de sua vida, Severus colocou roupas quentes e aparatou na rua em frente a casa de Neville. Infelizmente, as luzes estavam todas apagadas. Snape consultou o relógio e ainda era cedo. O rapaz provavelmente ainda não tinha chegado.

Snape lançou um forte feitiço de desilusão em si mesmo e resolveu esperar. Ele sabia que não teria coragem de confrontar Longbottom hoje. Todavia, o desejo de ver o rapaz o estava consumindo. Ele precisa olhar para Neville.

Severus precisou esperar algumas horas. Quando já tinha anoitecido e Snape estava congelando no frio de janeiro, ele viu Longbottom aparatando em frente à porta de casa. O coração do professor acelerou e ele deu um passo em direção ao rapaz. Alheio a sua presença, Neville abriu a porta e entrou na casa.

O professor atravessou a rua e correu até a casa. Esperava observar Neville pelas janelas.

Longbottom foi acendendo as luzes da casa, mas as cortinas estavam fechadas. Havia apenas uma janela no segundo andar onde as cortinas estavam abertas. Severus olhou novamente para suas mãos, para se certificar de que não conseguia vê-las. Ótimo! O feitiço ainda funcionava. Ele usou então outro feitiço, cortesia de Voldemort, e voou até a janela com as cortinas abertas. Seu coração deu outro salto no peito. Era o quarto de Neville!

Longbottom estava sentado na cama tirando os sapatos. Em seguida, retirou o suéter, ficando apenas de camisa. Mesmo a distância, ele notou que o rapaz parecia deprimido. Ele não estava sorrindo ou aparentando satisfação. Alguém que volta de uma viagem deveria estar mais feliz, não? Será que Neville estava infeliz por minha causa?, refletiu o bruxo.

O garoto se deitou na cama de lado, com o rosto virado para janela. Severus se sentiu encantado ao ver novamente os olhos hazel que ele tanto gostava. A aparência do rapaz não era das melhores. O cabelo de Neville estava molhado e grudado na testa. Todavia, fazia tanto tempo que o professor não o via que ele pensou que nunca tinha o achado tão deslumbrante.

Longbottom franziu a testa ao fitar a janela após um tempo. Será que ele estava vendo algo? Aparentemente, ele não gostou do que viu porque se virou na cama, ficando de costas para a janela. Menos de um minuto depois, Neville lançou um feitiço e as luzes do quarto se apagaram.

Snape conclui sensatamente que o rapaz tinha resolvido dormir. O bruxo aparatou em sua casa novamente. Não teria coragem de importunar o garoto agora. E sua missão tinha sido cumprida. Ele conseguiu ver o menino.

-X-

Na manhã do dia três de janeiro, Severus Snape, caminhava pelo átrio do ministério da magia. Usando calça, camisa e suéter preto por baixo de uma longa capa azul petróleo, o bruxo fingia não notar que todos viraram a cabeça para olhá-lo e fazer comentários. Isso o estava irritando profundamente e ele estava fazendo um esforço hercúleo para não puxar a varinha e começar a lançar feitiços. Se os desgraçados só olhassem seria mais tranquilo, mas os bastardos diziam coisas desagradáveis.

Snape começou a encarar os bruxos que o olhavam. Isso fazia as pessoas desviarem o olhar rapidamente. Contudo, os bruxos mais jovens, seus ex-alunos não se intimidavam. Continuavam olhando.

Tudo era culpa de Rita Skeeter! A manchete principal do Profeta Diária tinha uma foto dele em Azkaban e uma pergunta capciosa: "Por que Severus Snape está novamente em liberdade: Magia das Trevas ou uma Conspiração da Ordem da Fênix? Fique sabendo em primeira mão na matéria de Rita Skeeter".

Severus acelerou o passo. Desejava chegar o quanto antes ao quartel general dos aurores. Ele teria seu cubículo, mas passaria a maior parte do tempo na arena de duelo. Héstia havia mandado uma carta para ele com as informações. Ele seria instrutor de duelos dos futuros aurores. Novamente professor. Agora professor em combate aos bruxos das trevas. Snape sorriu com deboche. Era muito irônico que ele, enfim, havia se tornado um professor de defesa contra as artes das trevas.

Snape também tinha seu horário. Teria que ministrar duas aulas hoje. E a aula na parte da tarde seria com a turma de Longbottom e Potter. Severus sentiu um calafrio percorrer seu corpo. Ele estaria novamente em frente ao rapaz. Poderia ver seus olhos hazel de perto. Snape já conseguia imaginar a dor que sentiria ao ver a raiva perpassar os olhos de Neville. Sim. Ele tinha certeza que haveria raiva.

Severus olhou em frente. Estava bem perto dos elevadores agora. Contudo, o bruxo parou ao ouvir passos firmes vindo em sua direção. Snape se virou devagar, pronto para encarar qualquer imbecil que quisesse tirar satisfações. Mas ele não estava preparado psicologicamente para identificar o possível agressor.

Correndo em sua direção, estava um familiar jovem usando vestes de frio. Neville usava sobretudo e uma toquinha, que deixava uma mecha de franja caindo em sua testa. Snape respirou fundo ao notar como o garoto parecia mais jovem com a toquinha vermelha e dourada de Gryffindor.

Longbottom parou de correr, agora caminhava a passos largos até Severus. O professor notou que Neville parecia não acreditar que estava de frente a ele. Snape percebeu que não havia raiva em seus olhos, era muito pior. Indiferença.

"Snape?", chamou com a voz trêmula.

"Sim, Neville?"

"É você mesmo?", perguntou bobamente.

Severus sorriu torto e respondeu:

"Sim, sou eu. Neville, eu gostaria de conver..."

Mas Snape foi impedido de falar. Havia raiva sim, muita raiva contida. Longbottom desferiu contra o olho esquerdo de Severus um forte soco. Aturdido, Severus deu alguns passos para trás. Ele fitou Neville. O rapaz ainda estava furioso, disposto a agredi-lo mais vezes.

"Por que?", rosnou Longbottom.

"Vamos convers..."

Novamente, Neville avançou nele. Snape poderia ter puxado sua varinha e impedido o golpe, mas não o fez. E, no segundo seguinte, o rapaz o esmurrou no olho. O garoto tinha uma mão pesada! A cabeça do professor latejou de dor. Ele piscou, temporariamente cego. Ao redor dos dois, estava juntando uma pequena multidão. Ainda sem enxergar totalmente, ele viu Longbottom olhar em volta.

O rapaz olhou rapidamente para ele e depois começou a correr na direção oposta.

"Neville!", chamou Snape.

As cegas, por conta da cegueira temporária, Severus caminhou na direção que Neville ia. Mas, mesmo parcialmente cego, Snape notou a velocidade que o rapaz corria. Ele já estava longe. Inalcançável, uma voz maldosa soou em sua mente.

Severus colocou a mão da região do olho golpeado duas vezes. Estava muito dolorido. E ficaria roxo, se já não estivesse ficando arroxeado. Nem sob as ordens de Voldemort, Severus apanhou tanto em um curto espaço de tempo. Seria o carma, enfim, fazendo efeito?

"Você precisa de ajuda?", indagou a voz de uma mulher desconhecida.

"Não."

Em torno dele havia ainda um círculo de bruxos curiosos. Ele reparou rapidamente em um bruxo com cabelo loiro platinado, mas não parou o olhar nesse indivíduo em particular. Severus rosnou para a aglomeração:

"Vocês não tem que trabalhar? Sumam daqui!"

A multidão foi se desfazendo. Restou apenas um bruxo. O loiro de cabelos platinados, olhos frios cinzentos e rosto pontudo. Lucius Malfoy caminhou elegantemente até Severus.

"Você está bem, velho amigo?", indagou com a voz arrastada.

Severus esboçou um sorriso ao se virar e identificar o dono da voz. Eles apertaram as mãos.

"Estou ótimo, Lucius."

Snape viu Malfoy sorrir com malícia com a resposta.

"Seus ex-alunos te agridem com frequência, Severus?"

"Apenas alguns, Lucius."

"Você saiu bem rápido de Azkaban, não foi? Qual o segredo para isso, Severus? Os contatos certos? A Ordem da Fênix, talvez?"

Severus optou por desconversar. Não queria discutir esse assunto com Malfoy.

"Como estão Draco e Narcissa?"

Os olhos cinza ficaram ainda mais frios, se era possível.

"Narcissa se separou de mim, porém mantemos uma relação amigável. Diferente de mim e Draco, ela não foi punida no julgamento. Talvez porque tenha salvado a vida de Potter na floresta. E Draco... Bem, acredito que ele talvez estivesse mais feliz em Azkaban do que convivendo com esses malditos muggle."

"E você? Como está o seu convívio com os malditos muggle?", provocou. "Eu li no jornal que você também está trabalhando no mundo muggle."

A feição arrogante de Lucius se intensificou

"Sabe o que eu li no jornal, Severus?", indagou e mostrou a matéria de Skeeter. "Quer me contar a sua versão de como saiu tão rápido da prisão? Ou devo concluir que existe uma conspiração para favorecer os membros da Ordem da Fênix?"

"Você também leu as matérias que Skeeter escreveu sobre você? Eu lembro de algo como Comensal da Morte fracassado, entre outros adjetivos carinhosos."

Os olhos cinzentos brilharam de malícia. Lucius guardou o jornal. Parecia ter resolvido mudar a abordagem.

"Esse menino que acabou de te agredir... Ele tem a idade de Draco, poderia ser meu filho. Mas sabe o que eu penso dele? A guerra fez bem para ele. Neville Longbottom é... Muito charmoso."

Severus tentou não esboçar reação ao ouvir a nítida cobiça na fala do loiro, mas sentiu seu corpo tremer levemente de raiva. E teve certeza que deixou algo transparecer ao ver o sorriso frio de Lucius.

"Não acredito, Severus! Você também pensa isso? Acha Neville Longbottom atraente?"

Snape puxou a varinha e apontou para ele.

"Não fale sandices para mim!"

Malfoy não pareceu intimidado ou assustado com a varinha apontada para ele. Ao contrário, continuou provocando o professor.

"Eu entendo porque Longbottom faz seu estilo, Severus. Ele é corajoso, valente e desafiou o Lorde das Trevas. Igualzinho a Lily Potter e Regulus Black!", zombou.

Os olhos negros cintilaram perigosamente. Severus abaixou a varinha que antes estava apontada para Malfoy, mas não a guardou. A varinha continuou firmemente segura em sua mão.

"Eu não sei do que você está falando", disse Snape.

"Você já tinha se tornando espião quando Regulus trocou de lado?", indagou com escárnio. "Devia ter pedido para o velho Dumbledore ter protegido ele também, Severus. Ou você não sabia? Dizem que você só se tornou espião após a morte da sangue-ruim."

Snape ergueu rapidamente a varinha e a apontou para o loiro. A ponta da varinha de Severus já brilhava para lançar um feitiço em Lucius quando Arthur Weasley segurou seu punho. O bruxo olhou com severidade para Snape, como se estivesse repreendendo um de seus filhos pego em flagrante.

"Não é recomendável usar feitiços aqui, Severus", falou depois observou melhor o rosto do professor. "O que aconteceu com seu rosto? Foi Lucius?"

Snape puxou o punho, se libertando do agarre.

"Não foi nada, Arthur", disse e depois olhou para Malfoy com agressividade. "Se quiser conversar melhor, velho amigo, venha me visitar. Terei prazer em discutir com você."

Lucius assentiu com a cabeça, depois se virou para o ruivo.

"Arthur!", falou Lucius como se saboreasse o nome do bruxo. "Como vai, vice-ministro?", perguntou com um sorriso glacial.

Weasley não sorriu ou mostrou qualquer cordialidade. Olhou para Malfoy com desprezo e perguntou:

"O que você está fazendo aqui, Lucius? Além de estar irritando Severus?"

"Vim justamente te ver, Arthur. Quero uma reunião para tratar da minha pena alternativa."

Severus sorriu enviesado. Malfoy olhou para ele rapidamente, mas depois voltou sua total atenção para Weasley.

O ruivo, normalmente agradável e simpático, falou com a voz fria:

"Então terá que marcar um horário com a minha secretaria, Lucius. Mas já adianto que talvez ela não encontre um horário para você."

"Por que diz isso, Arthur? Eu acho curioso como um certo Comensal da Morte está por aí, gozando de seus plenos poderes e outros não tem essas vantagens. Talvez tenha relação com Neville, Severus? Ou talvez tenha relação com Arthur?", perguntou olhando para ambos os bruxos, analisando se os dois formavam um casal bonito.

Snape agarrou a varinha com mais força. Desejava ardentemente lançar um feitiço no loiro. Malfoy nunca havia sido muito agradável. Porém, nesse momento ele estava sendo além do insuportável.

"A minha paciência está por um fio, Lucius. Cuidado com o que fala para mim", alertou Severus.

"Não. Não tem relação com Arthur. Acho que Severus prefere bruxos jovens", afirmou. Depois, Malfoy se virou na direção de Weasley. "Eu sou mais flexível. Gosto do que tenho disponível", falou em tom provocativo. "Porém confesso que você envelheceu mal, Arthur. Já não posso dizer o mesmo de seu primogênito. William é um rapaz adorável, me lembra muito de você na sua melhor época."

Severus reparou que Arthur também segurava sua varinha com força por dentro do bolso. O vice-ministro estava quase enfeitiçando Lucius ali no meio do átrio do ministério da magia. Todavia, ele se controlou. Olhou para os lados e gritou:

"Seguranças, aqui!"

"Eu posso resolver isso, Arthur", disse Severus em seu tom suave e letal. Os olhos negros ainda faiscando de raiva.

Lucius, prevendo o perigo, ergueu as mãos.

"Acalmem-se os dois! Eu só estava comentando que o primogênito de Arthur agora é um homem divorciado, portanto, disponível para encontrar novos amores."

Severus apontou a varinha para Lucius e lançou um feitiço não verbal, fazendo a voz do bruxo sumir.

Lucius mexia os lábios, mas não saía som. Malfoy olhou raivoso para Severus, e este apenas sorriu satisfeito em resposta.

"Sem feitiços aqui, Severus", disse Arthur após olhar para os lados. Os bruxos e bruxas em volta desviaram o olhar. Pareciam fingir que não viram Severus enfeitiçando Lucius Malfoy no ministério da magia. Provavelmente, a antipatia que sentiam por Lucius era maior do que o sentimento negativo em relação à Snape. Por fim, Weasley suspirou e murmurou para Severus:

"Obrigado."

Por sua vez, Snape ergueu uma sobrancelha, se fazendo de desentendido.

"Pelo o quê, Arthur? Eu não fiz nada. Tenha um bom dia, ministro", disse e seguiu em direção as filas dos elevadores.

Severus olhou para trás e pode ver Arthur falando com os bruxos da segurança. Lucius estava sendo conduzido até a saída. Snape olhou para Malfoy e sorriu com provocação.

-X-

Já na parte da tarde, após sua primeira aula, Snape estava em seu cubículo no quartel general dos aurores. O bruxo analisava os nomes dos alunos da próxima turma quando Héstia apareceu ali. A presença dela não era bom sinal.

"Olá, Héstia. Já recebeu alguma reclamação sobre a forma como conduzo os duelos?", zombou.

Severus tinha que admirar a dignidade da bruxa. Ela não se abalava com seu escárnio e deboche.

"Ainda não, Severus. Eu vim falar sobre a sua próxima aula. Como você deve saber, terá Potter."

"Estou ciente disso", afirmou de um jeito impassível.

A bruxa olhou para os lados, em tom conspiratório.

"Se você não se incomodar, eu gostaria de assistir a um de seus duelos."

"Por que?"

"Potter, Weasley, Longbottom, McLaggen... Essa turma está repleta de seus ex-alunos. Eu gostaria de ver como você se comporta com eles e vice-versa."

"A minha turma da manhã também tinha meus ex-alunos e você não quis ir lá."

Héstia o olhou com determinação.

"É de conhecimento público o seu desgosto em relação ao Potter."

"Meu sentimento em relação ao Eleito não se alterou."

"Justamente por isso eu gostaria de ver esse duelo. Eu sei que achamos melhor liberar o uso dos feitiços das trevas, mas... Severus, não julgo de bom tom você massacrar o rapaz só porque você teve um desentendimento com o pai dele."

Severus ia retrucar. Dizer que não era só culpa de James Potter. Depois que ele conviveu por seis anos com Harry Potter, ele poderia fazer uma lista gigantesca dos motivos dele odiar o garoto. Todavia, ele achou melhor guardar a sua opinião. Ele sabia que a maioria dos bruxos, em especial os membros da Ordem da Fênix, sentiam uma forte necessidade de proteger o Salvador do mundo mágico.

"Eu não posso recusar, não é mesmo? Você é chefe da minha seção."

"Você pode recusar, Severus. Eu não sou uma tirana."

Snape refletiu rapidamente e respondeu:

"Fique apenas no meu duelo com Potter. Ou outros alunos não irão me respeitar se você ficar durante toda a aula. Eles irão pensar que não tenho controle da turma e preciso de supervisão. O que não é verdade."

A bruxa acenou afirmativamente com a cabeça e disse:

"Eu concordo. Aliás, já está na hora. Vamos?"

Continua?

-X-

Comentários da autora: Olá, pessoas! Feliz 2016! : )

Muito obrigada por continuarem lendo e comentando Hazel!

Mais um 9 de janeiro! Parabéns, Severus, nosso eterno amor! : D

Falando nisso, fazem exatos dois que eu publiquei o primeiro capítulo de Hazel.

Então... O que vocês acharam desse capítulo? Gostaram? Sim, não? Talvez? Por que? )

O que vocês gostariam de ver quando Severus voltar a ser professor do Neville, Potter e Weasley? Muitos atritos? Hahaha.. Eu adoro! : )

O próximo capítulo já está parcialmente escrito, ok amores? Por isso, review! Por favor! Review é o combustível da autora! Review é amor! Review é vida! E com reviews eu realmente publico mais rápido, ok?

E falando em review, agradeço as pessoas maravilhosas que comentaram no outro capítulo: yunob , Barbara Vitoria , Sandra Longbottom , Guest , Madame Anarchy , eloisa e Izzy Simpson (via PM). Muito, muito, muito obrigada! : DD

Beijos e até a próxima! ; *

05/06/16