Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Terceiro Capítulo

- Então Swan, hein? - ela grunhiu tentando se afastar, mas abracei a sua cintura a prendendo.

- Não me chama assim. - grunhiu e ri beijando a sua barriga.

- Só estou curioso. O que é essa coisa toda de Swan? - ela suspirou e a puxei para o meu colo.

Senti-a ficar rígida por um segundo, mas em seguida ela relaxou contra mim deitando a cabeça em meu ombro e ficou brincando com o botão da minha camisa.

- É meio idiota, na verdade.

- Me conta. Confesso que estou morrendo de curiosidade. Você é a Swan de dia e a Bella sexy à noite? - ela riu baixinho.

- Algo assim. Eu tenho uma família meio complicada sabe, fui criada pelo meu pai, por isso sempre fui meio moleca e um dia, um dos garotos me tocou de um jeito que não gostei e meio que quebrei o pulso dele. - ela corou ao terminar de falar e grunhi.

Senti-a querer sair do meu colo, mas não a deixei. Ela, com certeza, achava que eu a julgava por sua história, mas na verdade, eu estava era tentando controlar o meu temperamento.

Queria matar o infeliz que ousou mexer com a minha menina.

- Quem foi o desgraçado? - praticamente rosnei as palavras.

Ela finalmente me olhou com curiosidade.

- Não tá com medo de mim?

- Claro que não. Estou é com raiva, isso sim. Agora me diz quem foi o infeliz. - ela riu e me abraçou pelo pescoço.

- Por que quer saber?

- Pra chutar a bunda dele. – ela bufou.

- Eu já fiz isso. E também deixei bem claro na Escola, ninguém mexe comigo. Esse é um dos motivos por me chamarem de Swan, depois de eu quebrar o pulso dele, eu berrei dizendo que ele não tinha o direito de me chamar de Bella, só de Swan, aí os outros caras com medo de mim começaram a me chamar assim, depois às meninas, e por fim, a Escola toda. – resmungou.

- Então você não namora?

- Como? Todos os caras têm medo de mim.

- Ah por isso vai à boate toda mulher fatal. – ela corou um pouco e deu de ombros, rindo beijei a sua bochecha rosada.

- Bem, é isso...

- Entendi. E quer saber, eu vou gostar de ter uma namorada que pode chutar a minha bunda se eu sair da linha. – ela me olhou com a boca aberta e pisquei.

- Como assim?

- Você não quer ser a minha namorada Bella?

- Eu... eu nunca tive um namorado. – murmurou olhando pras suas mãos, eu as peguei dando um beijinho.

Ela me olhou timidamente e me aproximei beijando os seus lábios, ela suspirou contra mim se de retendo em meus braços, eu a puxei para a cama deitando sobre ela, aprofundei o beijo enquanto movia as minhas mãos por seu corpo, dessa vez, eu tinha mais calma para tocá-la, decorar cada curva e...

- Aí meu Deus... – nos afastamos com o guincho e gemi ao ver a minha mãe nos encarando enquanto segurava uma badeja com lanches e suco.

- Mãe! – grunhi e ela bufou.

- Edward Cullen, sabe das regras.

- Eu sei, eu sei, desculpe. A gente se deixou levar.

Ela assentiu e deixou a bandeja em minha mesa do computador.

- Certo, vou deixar a porta bem aberta para vocês não se deixarem levar de novo.

- Certo dona Esme. – ela bufou, mas sorria um pouquinho.

- Uh, não feche a porta. – murmurou antes de sair e xinguei baixinho.

Olhei para trás e Bella estava escondida atrás de mim, me virei e ri, o seu rosto super vermelho.

- Você esta bem?

- Não. Sua mãe nos pegou quase... ai merda. – ri e a abracei beijando os seus lábios.

- Bem, isso é ter uma mãe. Aposto que não a acha tão ótima agora. – ela bufou.

- Pior que acho sim. – ri mais e beijei a sua bochecha.

- Venha comer, ou ai você vai ver ela chateada de verdade.

Fui até a bandeja e a trouxe para a cama, nos sentamos com as pernas cruzadas com o lanche entre nós.

Comemos em silêncio por alguns minutos, mas eu queria saber mais sobre a minha garota.

- Então, é só você e seu pai?

- Não, tenho irmãos também.

- Parece legal, sempre quis ter irmãos, mas sou filho único.

- Eu queria ser filha única. – ela resmungou mordendo o seu sanduíche.

- E o que seu pai faz?

- O que o seu faz?

- Uh, ele é médico, na verdade nos mudamos por isso, ele veio dirigir o Hospital daqui.

- Legal, e sua mãe?

- Ela trabalhava em uma livraria em Chicago, mas não sei se vai trabalhar aqui.

- Legal, eu amo ler.

- Mesmo?

- É... É o que da pra fazer quando você é a paria da Escola. – ri e peguei a sua mão entrelaçando os nossos dedos.

- Eu não acho você uma paria, acho você incrivelmente linda e sexy. – ela corou de novo.

Ela ficava tão bonitinha corando.

- Você é muito galanteador, sabia?

- Faz parte do meu charme.

- E o que mais faz? – pensei por um momento e sorri.

- Sou ótimo chupando uma buceta. – pisquei e seu rosto ficou quase roxo.

- Ai meu Deus, isso é coisa que se diga.

- Sabia que você fica linda corada.

- Você é um idiota.

- Bem, agora você é a namorada desse idiota e vai ser muito feliz quando eu lamber a sua... – ela tampou minha boca me fazendo rir e acabou por rir também.

- Não diga essas coisas, a sua mãe pode ouvir. – rolei os olhos e peguei a sua mão que estava em minha boca e beijei o seu pulso.

- Ok, pararei, por ora. Ah, e você não disse o que seu pai faz.

- Ah, você percebeu isso.

- Vamos lá, não pode ser tão ruim.

Ela evitou os meus olhos e ficou brincando com a barra da sua camiseta.

- Ele é o Chefe de Polícia.

- Que legal, mas por que isso é uma coisa ruim? – ela me olhou confusa.

- Não é ruim, mas isso assusta os caras.

- Só porque o seu pai tem uma arma? É só eu te tratar bem que não há com o que eu me preocupar.

- Você é estranho.

- Um estranho bom ou ruim?

- Um bom. – ela olhou para a porta escancarada e de volta para mim, em seguida se inclinou sobre a bandeja agora vazia e me deu um beijinho rápido nos lábios.

Queria aprofundar o beijo, mas minha mãe com certeza estava de vigia, então só segurei a sua mão e sorri.

- Então vai ser a minha namorada, não é?

- Acho que sim.

- O que a preocupa?

- Uh, eu nunca namorei e se eu fizer algo errado?

- Minha linda, você só tem que fazer tudo o que eu quiser e será perfeita.

- Nem fudendo! Eu não vou ser a sua escrava, seu idiota. – arqueei uma sobrancelha e ela gemeu tampando o rosto. – Viu? É assim que eu sou.

- Você me viu reclamando? – ela tirou a mão do rosto.

- Não tá bravo?

Rolando os olhos, tirei a bandeja do meio e a puxei para os meus braços, vi os seus olhos dispararem para porta, mas ainda assim, ela não se afastou de mim.

- Bella, eu realmente gosto de você, principalmente da sua atitude, a minha garota não aceita merdas de ninguém e nem de mim, isso é sexy.

- Ok.

- Agora eu estava brincando. Você só tem que ser você mesma e me dar uns beijos ocasionais, sair em encontros comigo, me dar mais beijos... – levei a boca a sua orelha e sussurrei... – e me deixar lamber a sua buceta. Só fazendo isso já será uma ótima namorada. – a última parte voltei a falar alto e ela assentiu toda vermelhinha.

Tão fofa.

- Ok, posso fazer isso. Preciso me vestir diferente?

- Como?

- Sabe, como na boate?

- Só se você quiser que eu saia socando os caras da Escola. – ela riu.

- Você é ciumento?

- Muito. Você é só minha. – ela mordeu o lábio para esconder o sorriso, mas seus olhos brilhavam e ela assentiu.

- Ok, uh namorado.

Comecei a me inclinar para beijá-la quando a minha mãe entrou no quarto. Bella pulou tão rápido para longe de mim, que se eu não estivesse chateado com a minha mãe, eu estaria rindo.

- Eu vim buscar a bandeja. Estava bom o lanche?

- Sim, mãe.

- Uh sim, obrigada senhora.

- Me chame de Esme, querida.

- Hmm, certo, uh Edward eu já vou.

- Ok.

Dei mais um olhar irritado para a minha mãe, depois peguei a mão de Bella e a levei para fora.

Já na rua, olhei para a sua picape gigante e a abracei.

- Não vejo à hora do meu carro chegar, aí vou te levar pra Escola.

- Por quê? – ela franziu suas adoráveis sobrancelhas, mas me abraçou também.

- Porque é o que os namorados fazem. Sem contar que seu carro me assusta. – ela riu e ficou na pontinha dos pés.

- Quer carona amanhã?

- Não, vou com o meu pai, mas agradeceria uma carona na hora da saída.

- Ok. Uh até amanhã.

Segurei o seu rosto entre as mãos e a beijei de verdade.

Ela gemeu contra a minha boca e me deixou aprofundar o beijo, devorei os seus lábios, provando seu gosto e me viciando mais e mais nela.

Quando nos afastamos, ambos sorriamos como bobos. Ajudei-a em entrar no carro e dei mais um beijo rápido nela antes de vê-la ir.

Quando voltei pra casa, vi minha mãe correndo pra cozinha. A sem vergonha estava me observando pela janela.

- Dona Esme, pare aí mesmo, eu já te vi.

Ouvi-a praguejar.

- Eu não fiz nada. – ela foi para a cozinha e a segui.

- Estava me espionando?

- Eu não.

- Sim, eu te vi. – ela bufou e começou a pegar as coisas na geladeira pra fazer o jantar.

- Aff! Eu só estava curiosa, afinal é a primeira garota que trás em casa.

- Ela é a minha namorada, então queria trazê-la aqui. – ela parou tudo.

- Namorada? Mas a apresentou como amiga.

- Porque ainda não tínhamos conversado.

- Ah... ok. Isso é bom. Ela parece uma ótima garota, mesmo se vestindo como um menino.

- Acredite, ela é sexy sem aquelas roupas.

- Edward Cullen. – ri da sua cara.

- Eu a conheci em Port. Angeles no fim de semana.

- Oh.

- Ela usava um vestido muito bonito. Mas o legal é que nos encontramos na Escola e agora vamos namorar.

- Isso é legal mesmo.

- O que é legal?- pai chegou e deu um beijo estalado em minha mãe.

- Edward tem uma namorada.

- Isso é muito legal. – ele ergueu a mão e demos uma batida.

- Ela é linda Carlisle e muito fofa.

- Qual o nome dela?

- Bella Swan.

- Vixe!

Eita será que o pai conhecia a fama dela?

- Ela é filha do Chefe de Polícia?

- Isso, como sabe?

- Ela é bem conhecida no Hospital. - pai murmurou coçando o queixo e mãe fez uma careta.

- Oh, ela se machuca muito?

- Não ela machuca os outros. Ao que parece, muitas das suas vítimas foram parar no hospital.

- Vítimas? - minha mãe me olhou confusa e depois para o meu pai. - Deve ter algo errado Carl a garota nem chega ao peito de Edward, como ela bateria em alguém? - ele deu de ombros.

- Bem, foi o que ouvi.

Ri e ambos me olharam. Minha Bella era realmente durona, hein?

- Tenho certeza que estavam exagerando, pai. Você vai adorar Bella.

- Claro que vou. Se você gosta dela, deve ser uma ótima garota.

Ele piscou pra mim e se voltou para mãe perguntando do jantar. Deixei os dois conversando e fui para cima. Ao entrar no meu quarto me joguei na cama com um sorriso bobo.

Mal podia esperar pelo dia seguinte!


N/A: Só eu tenho um mal pressentimento sobre o dia seguinte?

Esse Edward não é um fofo e pervo kkkk

Adoro ele

Agora e Essa Bella sera que vai mesmo ficae docinha pro Edward?

Curiosa e vocês?

Amandoooo seus coments pervas

Vocês arrazam.

Agora me vou

Ah antes More se preocupa não

O banquinho e eu brigamos mas a gente sempre volta :p

Kkkkkkk

Fuii