Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Edward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Capítulo Sete
Dirigi por mais alguns minutos até Bella pedir pra parar, depois do cinema resolvemos dar uma volta de carro, ela dizia conhecer um lugar legal, eu achei que o lugar legal era um bar, uma lanchonete, até um clube, mas era no meio do mato mesmo.
Rindo do meu nariz torto, ela veio para o meu colo me fazendo sorrir abertamente.
Ah, agora sim, estava ficando bem melhor.
- Bem, você disse que queria dar uns amassos.
- Melhor namorada do mundo. – murmurei já agarrando as suas coxas.
O cinema havia sido interessante, eu esperava os amassos durante o filme, mas Bella realmente gostava de filmes e ela estava prestando muita atenção logo nos trailers, então me contive, pois era legal só ver um filme com ela.
Dividir a pipoca enquanto a sua cabeça apoiava em meu ombro, vê-la rindo durante o filme e escondendo a sua risada alta contra o meu casaco... Foi muito bom.
Mas assim que o filme acabou, em vez de irmos para casa, ela disse que queria ficar mais comigo, e aqui estávamos, no meio do nada, aos tão esperados amassos.
Sua boca colada na minha enquanto ela puxava o meu cabelo, se esfregando em mim descaradamente, eu podia sentir o calor da sua entrada através da sua calcinha.
Minhas mãos arrastando por sua coxa, empurrando o seu vestido mais e mais para cima, ah agora sim, podia sentir perfeitamente a umidade da sua calcinha contra o meus jeans.
Conforme os nossos beijos iam ficando mais profundos, as minhas mãos já estavam dentro da sua calcinha e quando toquei o seu clitóris, ela gemeu em minha boca, o som indo diretamente para o meu pau muito necessitado.
Afastei a minha boca da dela em busca de ar, mas não me afastando muito, pois passei a beijar a sua garganta, chupando o seu pescoço, descendo os meus beijos para a sua clavícula, mas queria mais, com a sua ajuda, me livrei da sua jaqueta e abaixei o seu vestido liberando os seus pequenos mais perfeitos peitos.
Rapidamente, me inclinei para eles para beijá-los com vontade, chupando, lambendo, mordiscando, enquanto provocava o seu seio com a minha boca, o outro, eu torturava com as minhas mãos, massageando e beliscando o seu mamilo duro e excitado por meu toque.
- Edward... – ela ofegou agarrando a minha cabeça.
Sorrindo, larguei o seu seio para passar a beijá-lo, enquanto a minha mão livre ia para a sua calcinha, coloquei os meus dedos dentro, já sentindo o calor, ela gemeu movendo os quadris em busca do meu toque.
Quando alcancei o seu clitóris, o calor que irradiava da sua buceta me fez mais duro, empurrei os meus dedos para a sua entrada e mais uma vez, ela gemeu se movendo de encontro a minha mão, o meu pau contra a sua coxa pingava de tesão.
- Bella... – resmunguei contra o seu peito, ela gemeu se agarrando mais a mim, voltei para beijar a sua boca, enquanto a fudia com os meus dedos, primeiro dois, depois três, empurrando fundo e os torcendo dentro dela.
Os seus gemidos eram abafados por meus beijos e quando ela veio em minha mão, engoli o seu grito. Confesso que quase vim em minhas calças.
Ela caiu sobre mim, toda ofegante e sorridente, ri e tirei os meus dedos de dentro dela os lambendo, a vi olhando enquanto corava, seu gosto era bom, excitante e me fez, se possível mais duro.
- Quero te fuder! – resmunguei beijando a sua bochecha, ela suspirou ainda mole do seu orgasmo.
- Ok...
Sorrindo, procurei por uma camisinha e rapidamente a vesti, foi meio difícil com ela sobre mim, mas não impossível, quando estava pronto, o meu pau estalando de tão duro, sabia que não iria agüentar muito tempo, então, sem demora a penetrei.
Ela suspirou ainda sensível do seu orgasmo, então fui com calma, deslizando lentamente dentro dela, sentindo o delicioso aperto da sua buceta, quente e molhada, sugando o meu pau cada vez mais para dentro dela.
- Foda-se...
Era tão bom quanto eu me lembrava.
- Edward...
- Eu sei... – gemi sabendo que assim como eu, ela não agüentaria por mais muito tempo.
Meu pau estava cada vez mais duro, as minhas bolas doendo, querendo gozar. Eu podia sentir o seu aperto também, ordenhando o meu pau em busca da nossa liberação.
Movi-me um pouco mais rápido dentro dela, ambos gememos com o novo atrito, em poucas investidas, eu gozei sendo seguido por Bella que se agarrou a mim ofegando enquanto eu a abraçava fortemente.
Rindo como bobos, voltamos aos beijos, beijos meio desleixados, mas felizes, aquilo era perfeito, era só o que eu pensava enquanto tinha ela em cima de mim da melhor forma possível.
Quando o meu pau começou a escorregar para fora dela, nos separamos, ela foi para o seu banco se ajeitando e tirei a camisinha.
Procurei por alguns lenços ou um pano no porta luvas e acabei achando uma caixa de lenços antiga, nos limpamos como deu e sorrindo como idiotas o tempo todo.
- Uh, isso foi legal.
- Foi...
Ela mordeu o seu lábio, agarrei a sua mão, entrelaçando os nossos dedos.
- Na próxima será em uma cama, sim?
- Ok, parece bom.
Inclinei-me para ela, beijando a sua boca, ela agarrou o meu cabelo da nunca, aprofundando o beijo, gememos na boca um do outro, só nos separando quando estávamos sem fôlego.
- Uh, acho melhor irmos.
- Ah, sim. Vou te deixar em casa...
- Não, eu tenho que pegar a minha picape.
- Ah é...
Não gostava disso, mas não ia contrariar. Ela já fora tão difícil de concordar com um encontro.
- Certo, então vamos pra você não chegar muito tarde a sua casa.
Ela assentiu e soltou a minha mão.
Liguei o carro dando ré, assim que estava em movimento, agarrei a sua mão mais uma vez, ela me deu um pequeno sorriso tímido e sorri mais, tão fofa.
Esse com certeza, havia sido o melhor primeiro encontro que já tive.
[...]
Suspirei no tédio.
Domingo em Forks era a definição de tédio.
Não havia nada para fazer.
Bella estava ocupada, com coisas que não queria me contar, então fiquei na minha casa e não forcei a barra.
Pai saiu pra namorar com a minha mãe. Eca. Mas é legal.
E eu preferia arrancar um dente antes de sair com Mike e seus amigos.
Cansado de ficar em casa, saí da cama, agarrando as minhas chaves fui para fora.
Eu ia andar de carro ou enlouqueceria de tédio.
Talvez fosse naquele bar legal que fui no outro dia.
Entrei em Char, liguei o motor, já feliz por estar fazendo alguma coisa.
Estava rodando por uma meia hora já, na verdade, tentando achar o bar, mas sem muito sucesso, quando um som de viatura soou.
Parei o carro no acostamento, será que eu estava correndo?
Quando o Policial bateu na minha janela a abaixei.
- Uh, tudo bem senhor?
- Sim, só verificando a placa. – o homem detalhou, ele devia estar nós seus 30 e poucos, o vê-lo, fez-me lembrar do pai de Bella.
- Ah, certo.
- É o filho do Doutor Cullen, certo?
- Ah sim. O carro chegou ontem.
- Deixe-me ver a sua carta?
- Certo. – rapidamente a entreguei e ele assentiu.
Deu uma rápida olhada.
- Tudo certo. Desculpe pará-lo, havia uns arruaceiros há algumas semanas que acredito não serem da cidade, por isso o parei. – murmurou me entregando a carta.
- Sem problemas.
Ele acenou e me liberou.
Dei um suspiro de alívio assim que a viatura se afastou, ainda bem que não era o pai de Bella. Eu não queria que o meu primeiro encontro com a família dela fosse em uma situação estranha.
Depois de dirigir mais um pouco, finalmente achei o bar.
Estacionei o carro próximo e entrei.
Estava bem cheio e animado, imagino que por ser um domingo à tarde.
Encontrei um lugar no balcão e a loira do outro dia sorriu a me ver.
- Ora se não é o meu cupido.
- Hmmm, olá pra você também. – ela riu.
- Está sozinho?
- Uh sim. Só tomando um ar.
- Ok, quer o que?
- Uma coca.
- Beleza. Emm deve estar por aí, ele com certeza quer te dar um oi.
- Claro. Vou enrolar um pouco então. – ela me serviu a coca e foi atender outros caras gritando na outra extremidade do bar.
Feliz por ter saído um pouco, dando um grande gole na minha coca, me virei para frente no meu banquinho dando uma boa olhada no bar, um pouco mais a frente, havia uma TV e alguns caras viam um jogo de futebol americano.
Eu não era um grande fã, mas de vez em quando, eu e o pai tentávamos ver, só pra dizermos que somos homens americanos e todas aquelas baboseiras.
Agarrando a minha coca, fui para perto da TV, não realmente prestando atenção ao jogo, mas era divertido ver os caras quase se matando enquanto torciam.
Alguém bufou ao meu lado, sentado em uma cadeira perto de mim estava um cara mais velho, mais ou menos na idade do meu pai acho, o cara tinha um bigode grosso e que cobria até um pouco da sua boca.
Ele deu um gole na sua cerveja e soltou mais um bufo para o jogo, eu tentei prestar atenção ao jogo e era um jogo normal.
Olhei pra ele curioso quando ele deu um terceiro bufo.
Ri e ele ergueu a cabeça.
- Algo engraçado rapaz? – fiz uma careta ao ser pego.
- Uh, nada, desculpe, é só... o que o incomoda no jogo? – ele olhou pros lados e me chamou com a mão para ficar mais próximo.
Inclinei-me realmente curioso.
- É uma reprise e esses idiotas nem percebem. – bufei uma risada e vi que ele fazia o mesmo, o seu grosso bigode se contraindo.
- Realmente.
- Sim, o vi ontem.
- Por que estão passando isso então? – ele grunhiu.
- Porque Emmett é um maldito pão duro e se recusa a pagar paperview. Ele prefere ir à casa do pai, gravar os jogos e reprisá-los aqui.
- E ninguém percebe?
- Não, esses idiotas estão bêbados demais para isso.
- E por que o senhor está aqui se já viu o jogo? – deu de ombros.
- Meus filhos me deram uma noite de folga, praticamente me enxotaram da casa.
- Legal da parte deles.
- É, eles são boas crianças, meio difíceis, mas boas.
Terminei a minha coca ao mesmo tempo em que ele terminava a sua cerveja. Com um suspiro, ele se levantou.
- Vamos garoto, vamos até o bar e te pago uma bebida. O que diabos você está bebendo afinal?
- Coca. Só tenho 17. – ele franziu o cenho.
- Jesus, achei que tivesse mais, esses jovens ultimamente tomam fermento, eu juro por Deus. – rindo o segui até o bar.
Achamos um casal de bancos nos sentando, logo à loira veio nos atender.
- E aí chefe, mais uma?
- Claro! Ah, sirva uma coca para o meu amigo aqui.
- Com certeza. – ela piscou pra mim, antes de correr para atender outras pessoas.
Começamos a beber em silêncio, só observando a movimentação.
- Ah, a propósito, qual o seu nome rapaz? – me voltei para ele.
- Edward Cullen.
- É o filho do Doutor?
- Isso.
- Sou Charlie, mas todos me chamam de Chefe.
Deí de ombros e assenti.
- Ok chefe.
Achei um pouco estranho, mas se ele me deixou chamá-lo assim, quem era eu para negar.
- Então, por que está aqui sozinho? Ainda não fez amigos?
- Uh, não muitos e a minha namorada está ocupada.
- Já tem uma namorada? – ri.
- Sim. Ela é meio turrona, mas vale muito à pena.
- Isso é bom. Minha esposa quando estava viva era assim, um pavio curto, se metia em brigas o tempo todo, mas eu não me importava, quando ela sorria pra mim, eu esquecia tudo.
- Ela parece incrível. – ele suspirou.
- Ela era... Infelizmente morreu no parto.
- Ah, sinto muito chefe.
- Está tudo bem rapaz. Eu sinto falta da minha Ren como um louco, mas tenho os meus meninos.
- O senhor parece ser um pai legal.
- Eu sou um pai malditamente incrível rapaz. – ele resmungou erguendo a sua cerveja e bati o meu copo em sua garrafa.
- Saúde!
Sorrindo, ele tomou um longo gole.
Passamos mais uma meia hora falando, o chefe era um cara muito legal.
A loira, Rosie nós trouxe mais uma bebida e tomamos em meio à conversa fiada e piadas. O chefe tomou mais algumas cervejas e já estava ficando alegrinho e eu cansado.
Bocejando, me levantei.
- Eu preciso ir Chefe, estudo amanhã.
- Sim vai, vai, vai rapaz. – antes de ir, acenei para Rosie.
Ela correu até mim.
- Uh queria pagar...
- Para o meu cupido é por conta da casa. – piscou e ri.
- Valeu. Mas e quanto ao chefe, ele parece meio... – ela bufou uma risada.
- Não se preocupe, querido. Emmett o leva pra casa.
- Tem certeza? Eu poderia levá-lo... – comecei a oferecer, mas ela negou.
- Esta tudo bem, querido. Emmett o leva.
- Uh, ok então.
Despedi-me dela e do chefe.
Já estava quase na porta quando esbarrei em Emmett, ele sorriu.
- Cara, achei que nunca mais te veria.
- Oi Emmett. Isso ia ser meio impossível, considerando que é uma cidade pequena.
- Que seja! Eu preciso te pagar uma cerveja.
- Menor de idade. – o lembrei e ele riu.
- Ah é, uma coca então.
- Não precisa, Rosie me pagou algumas.
- Ah, então está bem. Pena que não pudemos conversar. A minha máquina de gelo deu pau e tive que ir comprar mais, além de correr atrás do meu faz tudo.
- Tem problema não, eu fiquei um tempo com o Chefe.
- O chefe está aqui ainda. – ele olhou para o bar e riu.
- Sim e esta meio animadinho, vai cuida dele, né?
- Claro. Fica de boa, sim?
- OK. Vou vir no próximo fim de semana.
- Beleza. – nós despedimos, ele entrou no meio da multidão e fui para fora, rapidamente achei Char e fui pra casa.
O fim de semana havia sido até que bom, mas finalmente amanhã era segunda e iria ver a minha menina.
N/a: olaaa povo pervo
Mais um cap
E quem sera q o Edward conheceu agora?
Sogrinho? Kkkk
Adorando os coment
Deixa eu ir que to em horário de almoço
