VIU COMO EU AMO VOCÊS? DOIS CAPÍTULOS HOJE!
Ela ficou meio confusa no começo, olhando em volta, não entendendo nada. E o que aconteceu depois me deixou primeiro confuso, depois com medo, depois frustrado e depois com medo.
Ela parecia ter se dado conta de alguma coisa, a boca ficou branca, parecia que as pernas dela já não conseguiam sustentá-la mais.
-Bella... O que foi? - eu perguntei, fazendo-a se sentar. Ela estava chorando? Eu não sei, parecia lágrima aquilo saindo dos olhos dela.
-Por que você me trouxe aqui? - a voz dela estava estranhamente fria, não parecia a minha Bella.
-Você se lembra do emprego que o Emmett ficou de me arrumar? Bem, esta aqui. Esta é minha nova sala - eu disse sorrindo, mas ela ainda não parecia normal.
-Você trabalha aqui agora então? - ela falou. Pela cara dela, eu tinha falado a maior besteira da minha vida... - Quer dizer que podemos ficar juntos agora? - a voz dela saiu um pouco mais doce, um pouco mais fraca, eu me abaixei pra ficar no mesmo nível que ela estava sentada.
-É você é a primeira pessoa que mostro, por isso essa brincadeira - eu disse passando um dedo pelo rosto dela e mostrando a venda - queria que fosse especial... - eu enruguei minha testa, eu pretendia ganhar uns amassos, não lagrimas.
-Não sei se estou pronta pra isso – agora sim ela parecia minha Bella. Doce, confusa, mas eu não gostava do que ela estava falando.
-Você não tem que estar pronta pra nada - eu disse passando a mão pelos cabelos dela -Nada vai mudar. Eu não quero prender você Bella. Não quero controlar a sua vida, eu só quero participar dela.
Eu não pensei que o fato de conseguir aquilo pudesse afastá-la de mim. Eu sairia se ela quisesse, continuaria saindo com coroas ou arrumaria outra coisa, eu só não queria perder a única coisa que me faria falta se partisse.
-É. Andy não demorou nada pra esvaziar a sala - ela disse suspirando - ele já deve estar em Paris a essa hora.
Mas do que diabos ela estava falando? Quem era Andy? Que sala? E por que me interessaria se nesse momento o tal esta em Paris ou no Egito.
-O que? - eu perguntei, formando um vinco na minha testa. Quando ela respondeu não olhava pra mim, olhava pra um quadro estranho que estava na parede.
-O nome do antigo ocupante dessa sala era Andersom. Acho que eu ainda não falei pra você - quando ela me olhou havia um sorriso tímido em sua boca - Essa é a empresa do meu pai. Dei aquele quadro pro Andy em seu ultimo aniversario... - ela apontou o quadro estranho na parede.
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É. Minha mente ficou assim por um tempo. Vácuo. Eu tinha arrumado um emprego, na empresa do pai dela. Será que era por isso que ela estava assim? E se ela pensasse que havia sido de propósito? Que me aproximei dela pra conseguir aquilo? Era muita coincidência. Nem eu acreditava nisso direito ainda.
-Bella. Eu não sei o que dizer.
Havia algo em seus olhos. Será que era a suspeita? Não acreditando que aquilo era uma simples coincidência. Todo aquele circo de venda nos olhos não ajudou muito. Só gerava mais suspeitas ainda em cima de algo que não havia. Uma ultima lagrima caiu do olho dela antes de ela se inclinar e beijar de leve meus lábios.
-Parabéns pelo novo emprego - não havia acusação naquelas palavras, mas havia algo de estranho. Algo que eu ainda não reconhecia.
Eu não sabia o que dizer, estava totalmente sem palavras.
-Como foi que você conseguiu entrar aqui? Meu pai e estritamente rigoroso com a entrada daqui. Poucas pessoas têm as chaves.
Ela ficou me olhando, esperando eu responder, eu ainda estava em choque. Meus olhos ainda estavam sem foco quando eu respondi.
-Meu primo conseguiu um favor de uma amiga aqui. - eu não olhava pra ela. Estava com medo de olhar em seus olhos e ver desconfiança. Acusações que eu não merecia.
-Eu estou com fome - ela disse se levantando e me puxando pela mão para que eu fizesse o mesmo – Vamos, eu vou te levar pra jantar.
Eu a acompanhei enquanto ela falava que iria me ajudar a decorar minha sala. Quando o elevador chegou, eu finalmente tomei coragem. Esperei que ela se calasse e procurei por algo, algum brilho estranho, um olhar mais cínico. Mas não. Nada.
-Você não acha isso estranho? - eu perguntei, estava sentindo algo estranho. - Não parece muita coincidência isso? Bella não parece que alguém... Alguém está... Brincando com o destino?
Ela ficou meio chocada com a minha pergunta. Talvez eu tivesse causado agora a desconfiança que eu achei que ela teria antes, então era melhor que eu concertasse antes que ela pudesse pensar merda.
-Bella eu juro... Juro... Que se alguém esta fazendo isso, não sou eu. Eu nem imaginava que isso aqui era do seu pai - eu a peguei pelos ombros pra que olhasse pra mim - por favor, diz que acredita em mim?
Ela ficou meio assustada com a minha intensidade no começo. Então ela se aproximou de mim e ficou na ponta dos pés pra tocar meus lábios com os seus.
-Eu acredito em você - ela me beijou uma vez mais - e se estão brincando com o destino... Eu agradecerei eternamente por ter me trazido você - ela disse dando aquele sorriso que eu amava.
Eu ia beijá-la, mas o elevador abriu as portas. Nós saímos e ela ficou esperando pra ver onde eu havia deixado o carro, afinal ela não havia visto onde estacionamos. Só agora que havia passado eu percebia o tamanho do medo de perdê-la que eu estava. Eu não conseguiria. não me recuperaria tão fácil. Antes eu não sabia o que estava perdendo, mas agora, agora ela tinha mostrado como é. Como é gostar de beijar alguém e transformar o fato de ligar todo dia uma necessidade e não uma obrigação.
O restaurante que ela escolheu não era exatamente um restaurante, era mais uma lanchonete. Não imaginava que gente do nível social dela freqüentava aquele tipo de lugar. Nem eu que era eu freqüentava. Ela se sentou em uma cadeira de plástico verde e eu também.
-Lugar... Interessante - eu disse com um sorriso torto.
-Eu freqüentava nos meus tempos de... - ela hesitou - adolescente comum - ela desviou o olhar pro cardápio.
-Como assim? - eu fiquei intrigado com a cara que ela fez.
-Eu não gosto de parecer estar reclamando - ela disse ainda sem olhar pra mim - depois que comecei a trabalhar com o meu pai, não sai muito mais com meus amigos como de costume.
-Você saia muito com eles? - lembrar daquilo parecia ter deixado-a chateada.
-Não, quase nunca - e aquilo soou mais como um: agora chega, não quero mais falar disso.
Ela me indicou um x-monstro, que assustava pelo nome, mas não era nada demais. eu comi o meu em menos de meia hora e ela ainda estava na metade, chamou o garçom e colocou o cartão dentro da pasta sem ver a nota.
-Eu não sei por que insisto em comprar essas coisas. Nunca como mais do que a metade - ela parecia um pouco sem fôlego enquanto falava, pediu licença e foi ao banheiro.
Nos dois, numa lanchonete, num sábado à noite... Ninguém sabia que eu era um garoto de programa e ela uma adolescente herdeira, provavelmente bilhardária. Éramos apenas dois amigos, curtindo uma noite juntos e ninguém parecia estar se importando com isso. Talvez todos aqueles preconceitos em que eu pensava existissem apenas na minha cabeça.
E ela... Mesmo me olhando de relance como naquele momento, em que voltava a sentar-se à mesa, mostrava que havia alguma coisa de errado. Havia um brilho estranho agora lá, algo que eu não reconhecia.
O cartão dela voltou e nos fomos ate o carro sem dizer nada. Dei a volta pra porta do meu lado e fiquei surpreso ao ver que ela havia me seguido ate ali. Ela ficou na ponta dos pés e pressionou meus ombros pra baixo. Encostei-me ao carro e escorreguei minhas pernas ate que fiquei da altura dela.
-Isso, agora está perfeito - ela disse abraçando meu pescoço, parecia estar sentindo o cheiro dele de uma forma diferente. Parecia estar querendo memorizá-lo.
-Você anda muito estranha ultimamente - eu disse abraçando a cintura fina dela. Ela colou seu corpo em mim. Estava quente. Se controle Edward, não deve ser com essa intenção que ela esta fazendo isso.
Ela enfiou as mãos nos meus cabelos e se virou para olhar em meus olhos. Novamente eu tive a impressão de ela estar memorizando algo. Ela me beijou então, devagar, ate demais. Os lábios dela ainda estavam fechados, e ela beijava cada canto da minha boca de uma vez. E então a língua dela fez o contorno dos meus lábios, devagar. A ponta da minha língua tocou a dela e ela me sugou, sentindo meu gosto. Puxando meu cabelo de uma forma mais forte e eu tentei intensificar, mas ela voltou a ficar calma com o beijo lento. Ela estava estranha, ora eufórica de ficar sem ar, e quando eu começava a seguir seu ritmo ela mudava completamente. Indo mais rápido e mais devagar, mas nunca tentando fugir como antes.
Nossas bocas se separaram por completo pela primeira vez desde que aquele beijo havia começado. E ela me disse simplesmente então...
-Obrigada... - e com um sorriso tímido ela saiu de perto de mim e foi pra porta do outro lado do carro.
Eu a deixei em casa. Ela me deu um beijo leve de tchau e eu entendi porque. Jasper estava com Alice encostada na moto na esquina próxima. Pelo visto ele mantinha ela na rédea curta. Não tinha chegado em casa ainda quando recebi uma mensagem dela.
"Me lig qnd xega em casa"
E eu fiz isso. Depois de tomar um banho gelado e de tomar dois copos de água gelada
-O que aconteceu? - eu perguntei meio preocupado. Não havia como ser saudade o motivo de ela pedir pra ligar.
-Você vai trabalhar amanha a noite? - eu desmarcaria se precisasse.
-Não, por quê? - eu tentei parecer desinteressado, mas eu estava muito...
-Você quer vir jantar na minha casa?
-E pra tornar alguma coisa oficial com o seu irmão? - talvez fosse isso. Ela queria que eu falasse com os pais será? Ai senhor, não sei se to pronto.
-Não... Meu irmão não vai estar em casa. Não vai ter ninguém na verdade.
Oh, oh, será que ela estava pensando naquilo que eu estava pensando. Pois parecia aquilo que eu estava pensando certo?
-Ta, ta bem - não pareça ansioso, não pareça ansioso... - a que horas eu chego?
-As seis. Tente não se atrasar. - nisso ela tinha razão, eu sempre me atrasava. Mas seis horas pra um jantar? Família italiana será?
-Eu vou tentar... - será que ela queria mais alguma coisa?
-Ta bem. Eu espero você então. Tchau.
Ela não esperou eu responder, desligou. Eu sei lá, pensaria naquilo mais tarde, ou amanha. Por que nesse momento aquele convite parecia algo bom demais pra ser verdade e perigoso demais pra minha sanidade e pro meu coração.
Meu primeiro dia de trabalho foi. Entediante. Estressante. Irritante. Interessante.
Entediante porque ate as nove da manha ninguém me atendeu.
Estressante porque o telefone da secretaria apareceu por milagre na minha pasta de documentos.
Irritante porque o telefone da recepcionista também estava em uma folha lá.
Interessante porque no final da tarde eu vi a Bella passar no corredor e ela me viu e fingiu que não viu e saiu correndo.
Mas enfim, eu já tive que falar com um contador sobre o imposto de renda do meu chefe e ele era um saco. Por que eu sempre ficava com os caras chatos? Tenho certeza que se fosse uma contadora e ela me visse as coisas seriam bem mais fáceis.
Cheguei em casa eram seis e meia. Eu estava super atrasado, eu sei, mas dessa vez eu não tinha culpa. Eu estava trabalhando... Um emprego de verdade. Eu queria saborear aquele momento, mas queria saborear o jantar da Bella também. Então eu corri tomar um banho.
Já eram sete e dez quando cheguei lá. Teria sorte se ela abrisse o portão. Seria um milagre se ela me desse um beijo pela cara dela. E aquilo em que eu estava pensando? Aquilo eu não conseguiria nem que eu tivesse chegado lá às quatro da tarde. Ela abriu o portão, ainda não havia dado um sorriso sequer.
-Você não quer guardar o carro aqui dentro? - ela não estava sorrindo, mas já não parecia tão brava.
Eu voltei pro meu cachorrão e guardei o carro na frente da casa dela. Não me preocupei com outros ocupantes. Ali deviam caber uns oito carros como o meu se necessário.
Quando eu saí do carro ela já estava entrando pela porta da frente. Ela estava estranha, muito estranha.
Entrei na casa e fui na cozinha procurar ela. Nada, então voltei pra sala e na mesa de centro estavam duas almofadas achatadas e umas caixinhas brancas de comida chinesa. Ela estava sentada, servindo as tigelas do que tinha ali.
Ela sabia que eu estava ali, mas ela me olhou, continuava a mexer com a comida. Sentei-me na almofada ao lado dela. Eu fiquei olhando pra seu rosto impassível ainda colocando comida nos dois pratos.
-Me desculpe pelo atraso - eu disse com voz baixa.
-Está tudo bem - ela me deu um sorriso torto. A voz dela era impassível também - Imagino que o Roço deve ter complicado a sua vida. Ele sempre fazia isso com os novatos. Andy não podia ver ele na frente.
Roço era o tal contador que me aporrinhou. Pelo visto ela conhecia mesmo a rotina daquele lugar.
-Eu vi você lá - eu disse abaixando o olhar, tentando que ela olhasse pra mim, mas ela evitava meu olhar.
-Eu também te vi, mas estava com pressa tinha uma reunião.
Ela continuou em perfeito silencio e quando terminou empurrou um dos pratos que tanto arrumava pra mim.
-Quando é que você pretende me explicar o que há de errado? - eu disse ignorando a comida.
-Depois que agente comer - ela disse com uma voz estranha. Parecia vazia, assim como o rosto dela.
Eu peguei os palitinhos e comecei a comer. Muitos anos de comida chinês em motel haviam me feito ter muita pratica. Ela também não parecia ter problemas com isso. Ela também não me olhou durante todo o jantar. Havia uma taça de vinho a minha frente. No começo eu pretendia ignorá-la, mas quando percebi eu já estava enchendo a terceira.
Eu não posso dizer que a comida estava ótima por que havia um gosto estranho e comida chinesa não era exatamente a minha preferida. Molho de soja não fazia muito a minha cara.
Terminamos quase que ao mesmo tempo, limpei minha boca e ela fazia o mesmo. Eu tirei o meu prato da frente, e depois fiz o mesmo com o dela. Agora ela ia ter que me dar algumas explicações.
-O que há de errado Bella? - será que eu tinha feito? Será que era agora a hora em que ela me dizia 'eu sinto muito, achei que gostava de você, mas agora que vejo que pode acontecer, descobri que não quero mais'? Eu não sabia o que faria se essas palavras saíssem da boca dela naquele instante. Não sabia o porquê talvez aquelas palavras sairiam. Eu não sabia de nada. E continuei sem saber enquanto permanecia calada.
Pela primeira vez naquela noite ela me olhava de verdade. Pela primeira vez eu reconhecia a minha Bella. Eu via aquele brilho estranho. Via a ligeira falta de foco. A boca meio tremula, um tanto sem cor. Ela ficava daquele jeito quando eu usava minhas táticas de deslumbramento, mas por que ela estaria daquele jeito nesse momento?
-Eu amo você... - ela não hesitou. Não disse num tom baixo.
Foi algo normal como dizer 'sua boca está suja' ou 'até amanhã', mas não. Ela disse 'eu amo você'... Ela amava... A mim...
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Eu estava tendo muito esses ataques de falta de massa cinzenta como agora. Eu não entendia. Ela me amava... E o que isso significava? Por que ela me amava? O que eu tinha que o tal de Jacob não tinha? Talvez o mesmo que ela tinha e minhas clientes não...
-Bella... Eu... Eu não sei o que dizer...
Ela me olhou. Eu sabia que isso não era a melhor coisa a se dizer quando uma mulher te diz isso. Ela espera ouvir outra coisa, mas eu não conseguia mentir pra ela. Eu não estava dizendo que não sentia o mesmo só que não sabia o que sentia.
Ela ficou de joelhos e veio se sentar no meu colo colocando uma perna de cada lado meu... Bem aquilo me ajudava um pouco a decidir sobre o que eu estava sentindo... Mas não era muito descente pra se dizer em voz alta.
-Mas essa é a graça da coisa - ela disse rindo passando os braços atrás do meu pescoço - Por que eu não perguntei se você me ama, eu disse que EU amo você.
Ta. Ela estava estranha, de verdade. Porque eu não sabia em que língua ela estava falando. Eu só sei que não era a minha.
-Amar e algo mais inteiro que paixão. Porque eu amo você do jeito que você é. Eu não me importo se sai com uma coroa por dia ou se está sentado em um escritório. Eu ainda amo você, do mesmo jeito.
Ah é? Pois eu me importaria se ela dormisse com um coroa por dia. Isso queria dizer que eu não amava ela também?
-Mas eu também sou apaixonada por você - ela disse me beijando de leve - o que me faz ter alguns sentimentos possessivos. O que torna o fato das coroas te quererem um grande incômodo. e o fato de as vezes você me ligar só pra ouvir minha voz fazer meu coração quase parar de bater.
Ta. Ta. Das duas uma: ou ela estava tirando com a minha cara ou ela sabia disfarçar muito bem. Porque não parecia que ela gostava quando eu ligava. Parecia que ela estava sempre com pressa isso sim.
-E por que você resolveu montar tudo isso hoje? - não que eu estivesse reclamando... Mas quando a esmola é demais é porque e nota falsa.
Eu fiquei a olhando. Esperando uma resposta. O que ela fez? Beijou meu pescoço, soprando de leve por cima. Ui, arrepiei.
-Bella. Você esta me fazendo pensar... - eu parei, tinha que me controlar, mas aquele vinho na minha mente não estava ajudando.
-O que? - ela sussurrou no meu ouvido - o que eu faço você pensar. O que eu faço você sentir? -ela beijou meu pescoço de novo, mordendo meu queixo, mordendo meu lábio inferior. Ela se esfregou em mim e eu tive que segurar ela um pouco mais forte pra parar com aquilo.
-Bela eu tenho que te ensinar algumas coisas - eu disse me afastando um pouco - como não começar algo que não pretende terminar.
Ela tirou as mãos da barra da minha camisa e abraçou meu pescoço.
-Quem disse que estou começando algo que não pretendo terminar? - ela disse chegando mais perto, perigosamente perto...
ooi gente! como eu prometi, a cada dez reviews eu postaria. agora eu quero 15 tá? *----*
Vocês acham que o Ed vai achar melhor esperar mais um pouco ou é hoje que vai acontecer?
AAAAAAAAAAI como eu sofro!
Flah Malfoy(mais eu não quero só qunatidade, eu quero qualidade. IUAHSIUHS, muito obg pela sua review *-*), Ihala.C (muito obg.), Nanda Souza Cullen(morre não, agora que começou a ficar bom!), Mary_Cullen (abafar o caso não é comigo, eu sou meio curiosa sabe? IAUSHIAUSH),Alline Viana(PARABÉNS, as mentes poluidas das minhas leitoras não acertaram como você aonde ele foi levá-la. UIASIUHASIUH), Carla Luísa (MEU SONHO [2], vai ter att todo dia sim, dependendo até duas vezes por dia.), Ise Cullen(se curiosidade matasse estávamos fudi***, não íamos nem saber os finais das histórias ;/), gabi-chan (eu tbm quero uns amassos no carro, no guarda-roupa, no chão... tanto faz, desde que seja um amasso, e com ele! ASIUAHSIUSAH), Sara C. (TÃO, TÃO, TÃO GOSTOSO!), Lily A. Cullen(minhas heroínas preferidas, IUHASIAUH), vitoria pixel jett(super prafentex você heim? já queria ela na casa dela. UIAHSIUH, quem tinha que tá lá eramos nós ;/), Isa Stream(chutou, chutou, chutou eu ACERTOU!, aiushiaushiaush), Fernanda =) (muuuuuito obg *-*), nanamaia (CONTINUEI!)
Bom, e como diz a Gabby B. Lupin: Agora é o Seguinte: QUEM QUER SER JOGADA EM CIMA DA PIA E SER AMASSADA PELO ED LEVANTA OS DOIS BRACINHOS! \o/ 6'. E se me permite, levanta o bracinho quem quer ele PERIGOSAMENTE perto *-----*
Amo vocês, amo a Alice e amo essa história :*
