. : : Capítulo II : : .
. : : A Casa Nova : : .

Luma Kopke Schmidt.

- Oi Enrico. – Eu sorri.

- Posso sentar-me ao seu lado?

- Claro, fique a vontade. Enrico esta é Lily Evans e Amy Meester. – apresentei as meninas.

- Olá, sou Lily. – A ruivinha estendeu-lhe a mão. – É um prazer conhecê-lo.

- O prazer é todo meu, Srta Evans. – Ele retribuiu com um belo sorriso.

- Bem, eu sou Amy, Amy Meester. – Ela disse em um tom gentil.

- Prazer em conhecê-la.

- Já que estamos todos apresentados, sugiro que nos acomodemos. – Falei ao me sentar.

Acomodamos-nos em nossos lugares, da janela para o corredor, estamos sentados, respectivamente: Amy, Lily, eu e Enrico. A aeromoça começou a falar ao microfone e logo estamos sobrevoando a cidade.

Amy não tardou a dormir, e depois eu que sou a preguiçosa dorminhoca! Lily lia com muito interesse uma revista de animes que Amy a emprestou.

- Então, futura arquiteta é? – Enrico começou a puxar assunto.

- Sim, arquiteta e engenheira civil.

- Ooh, mas os dois cursos são muito complexos, como pretende cursar os dois?

- Cursando ué. – Dei os ombros. – Eu acho os dois cursos bastante interessantes, então resolvi cursar os dois.

- Nossa, boa sorte. – ele sorriu. – Eu sou engenheiro civil.

- É fascinante.

Ficamos conversando por dez minutos, neste tempo Lily acabou dormindo também. Ela apoiou a cabeça no ombro de Amy, uma cena, particularmente, linda. Peguei meu Iphone e registrei ao momento. Essa, definitivamente, irá para o álbum.

- Suas amigas gostam de dormir. – Enrico comentou, não consegui não rir com o comentário.

- Não, elas não se comparam a mim.

- Espero que você não tenha problemas com café, pois você passará noites e noites em claro.

- Eu sei. Suponho que não terei problemas, ao menos, eu espero isso.

Passamos o vôo inteiro conversando, ele é uma pessoa extremamente agradável de conversar. Chegando à Nova York, eu comecei a cutucar as meninas para que elas acordassem.

- Hei, as donzelas poderiam acordar?

- Já chegamos? – Amy perguntou sonolenta.

- Sim, já chegamos. Lily acorde!

- Nossa, chegamos tão rápido. – Disse pondo-se de pé com mais energia que Amy.

- Claro, vocês estavam dormindo.

- Com licença, Luma, eu já estou indo. Foi um prazer te conhecer e as Srtas também.

- A recíproca é verdadeira. – Cumprimentei-o, ele deu dois beijinhos na minha bochecha, colocou algo em meu casaco e saiu. Quando ele já estava fora do avião Amy perguntou.

- De onde você o conhece?

- Bem, eu não o conheço.

- Como não? – Lily ergueu uma sobrancelha.

- Não conhecendo, aliás, eu o conheci naquela hora que você me mandou uma mensagem Lily. – Respondi.

- Hum, deu a parecer que vocês já se conheciam. – Amy comentou pegando as bolsas.

- Só impressão de vocês.

Pegamos nossas malas e pegamos um táxi até o apartamento. Subimos imediatamente para o apartamento novo, era um ambiente muito simpático e aconchegante, definitivamente, nossos pais sabem como fazer. Ainda tinham algumas, para não dizer várias, caixas para desarrumar, isso nós faríamos depois. Fomos para nossos quartos (futuros, aquilo ainda não pode ser um quarto) e dormimos.


Remus J. Lupin

[barulho de panelas batendo]

Quem diabos está cozinhando esta hora? O relógio de punho marca seis e meia, o responsável por tamanha zoada vai se ver comigo. Olhei para a cama e Peter ainda estava dormindo, estranho, pois James e Sirius nunca acordam cedo.

Levantei-me e desci com cuidado para não acordar Peter, calcei a chinela e me encaminhei para a cozinha. Tia Dorea estava cantarolando enquanto preparava o café da manhã.

- Bom dia tia Dorea. – Cumprimentei.

- Dia, meu querido, dormiu bem?

- Dormi sim e a Sra.?

- Muito bem, quer ajuda?

- Não, muito obrigado, agora vá dormir, quando estiver pronto eu o acordo.

Assim eu fiz, por volta das nove e meia ela nos acordou. Tomamos um banho rápido e fomos para sala, não tardou para Sirius e James chegarem também.

- Nossa a sala está arrumada! – James disse espantado.

- É claro! Não sei como vocês conseguiam viver naquela bagunça! – Tia Dorea advertiu.

- Vivendo ué! – James deu os ombros.

- Deixa de reclamar James. – Peter disse.

- Mas, mas...

- Eu sugiro que nós nos dirigirmos à cozinha para saborear o café da manhã - Sirius se meteu.

- Concordo plenamente. –Falei


Lily Evans

Merlin já é meio dia, como eu dormi! Chegamos às seis da manhã e fomos direto para nossos quartos, certo, nossos futuros quartos. Exato, falta terminar de arrumar. Suponho que daqui para o natal eu termine de tirar tudo das caixas. Enfim, não vem ao caso.

Levantei-me lentamente, peguei minhas malas na sala e retornei para o quarto, retirei uma roupa e fui direto para o banho. Meia hora depois eu saí e fui acordar as meninas.

Amy já havia aberto algumas caixas, mas não chegou a colocar os objetos no lugar. Ela estava deitada em sua cama e seu celular estava no chão, o apanhei e coloquei na mesinha ao lado da cama dela e comecei a cutucá-la.

- Amy, acorda.

- Ãhn, aconteceu alguma coisa? – ela perguntou sonolenta.

- Não, mas vamos nos levantar arranjar algum lugar para almoçar e depois vamos adiantar as coisas.

- Tudo bem, eu vou tomar banho.

Sai do local e fui para o quarto de Malu, ela estava enroscada em forma de bola parecendo uma criança. O quarto dela estava com mais caixas que meu quarto, de forma que tapava a varanda e para não perder o costume... O notebook estava ligado, que viciada!

Ela estava resmungando, mas não consigo identificar o idioma, ah sim é francês. Cheguei mais perto e a cutuquei de leve, ela não mencionou levantar.

- Luma, d'accord!- Falei mexendo no cabelo dela. 'Luma, acorde!'

- Oh mère Je ne veux pas soulever, je dors avec. – Resmungou. 'Ah mãe eu não quero levantar, eu estou com sono.' Mãe?

- Malu, je ne suis pas sa mère, je suis Lily. Nous allons bientôt augmenter!. – Falei séria. 'Malu, eu nã sou sua mãe, sou a Lily. Vamos levanta!'

- Bon, je vais maintenant. - Ela suspirou 'Tudo bem, eu já vou'.

- Super. – Sorri. 'Ótimo'. Adoro falar francês!

Um bom tempo depois as duas apareceram na sala, o dos únicos cômodos que estava completamente arrumado (a cozinha também, mas a geladeira por fazer as compras).

- Vamos almoçar. Estou faminta. – Informei.

- Que tipo de comida? – Amy perguntou.

- Tanto faz. – Disse. – Preenchendo a fome!

- Certo, mas onde tem um restaurante bom aqui perto? – Amy perguntou.

- Muito simples. – Luma disse colocando as sandálias. – Qual a utilidade dos vizinhos?

- Ótima idéia! – Disse empolgada. – Você vai?

- Vou, vou perguntar onde tem um bom restaurante, um bom café e o supermercado mais próximo. – Luma falou já na altura da porta.

- Então ta. – dei os ombros.


Sirius Black

Eu adoro a presença da tia Dorea aqui em casa. Ela é uma mulher adorável, de fibra, uma pessoa encantadora. Fazia tempo que nós não tomávamos um bom café da manhã, é nossas refeições matinais são bem 'peculiares'. São pizzas, lasanhas, pão-pizza, pipoca de microondas, raramente nós cozinhamos pela manhã. Sim, às vezes (quase nunca), comemos cereal.

Ela organizou a sala, hum... Devo dizer que a prefiro bagunçada, tem um ar mais 'masculino'. Agora ela nós mandou arrumar nossos quartos, bem, essa é a parte chata da visita dela.

- Sugiro que coloquemos tudo debaixo da cama ou dentro dos armários. – Falei me largando na poltrona do computador.

- Panaca, esqueceu que a sua cama é embaixo da minha e que a cama entra no armário? – James resmungou.

- Err.. muito bem mencionado. Sabe não estou nem um pouco a fim de arrumar isto. – Liguei o computador.

- É, estou percebendo! – Resmungou porque eu pare de trabalhar. – Como se eu quisesse.

- Ué, a mãe é sua não? Então quem deveria obedecer cem por cento o que ela diz é você.

- Eu sei, mas caso você não se lembre a sua mãe deu carta branca à minha mãe para mandar em você. – Disse ele se largando na cama.

- Bem lembrado. – Suspirei.

- Qual é a boa de hoje?

- Não sei. Sua mãe ainda estará aqui?

- Não, ela vai depois do almoço.

- Poderíamos fazer uma festinha aqui, na verdade, uma pequena reunião.

- Hum, quem seria convidado?

- A Emily e a irmã, eu estou louco para conhecer a Isabela, algum pessoal da universidade, ou só elas mesmo.

- Aviso prévio, nem pense que você vai tratar a Isabela como as garotas que você sai uma noite apenas e depois você as destrata.

- Eu quero me ajeitar, arranjar uma namorada. – Falei.

- Tudo bem, mas a Isabela não, ela é especial demais para você magoá-la.

- Tá pontas, eu não vou destratá-la. – bufei.

- É, mas vamos arrumar logo isso. – Colocou-se de pé. – Onde você sugere que agente esconda a bagunça?

- No armário ué, então trancamos com a chave até a hora de ela ir. – Sorri marotamente.

Tin Don


Peter Pettigrew

Tin Don, o interfone tocou. Tia Dorea estava no quarto de hospedes arrumando as malas, Remus tomando banho e os meninos arrumando o quarto, só me resta ir ver quem é.

Andei lentamente do quarto até a porta, rodei a chave que estava na fechadura e abri, lá jazia uma morena que eu jamais vira na vida.

- Olá, bom tarde, eu sou a vizinha nova do 1201. – Ela informou, era muito bonita e parecia ser simpática, tinha um sotaque diferente. – Sou Luma Kopke Schmidt.

- Prazer, Srta.. er...

- Schmidt. – ela repetiu de forma suave.

- É um prazer conhecê-la Srta Schmidt. – Cumprimentei. – Entre, por favor.

- Ah não é necessário, mas muito obrigada pelo convite. Bem, eu gostaria de saber se você pode me recomendar algum restaurante aqui perto.

- Daqui a duas quadras tem um restaurante de comida Tailandesa, eles entregam em casa. – Informei. – Quer o telefone?

- Adoraria. – Ela sorriu. – Ah, tem algum café e supermercado também?

- Certo, fique a vontade, irei pegar a agenda telefônica.

Ela entrou timidamente e ela sentou-se no sofá, eu fui até o quarto pegar o meu celular. Remus acabava de sair do banho.

- Aconselho você não desfilar de toalha pela casa, temos visita na sala. – Avisei.

- Pensei que a tia Dorea estivesse no quarto.

- E está, refiro-me a vizinha da frente.

- Já se mudaram?

- Sim, viu meu celular? – perguntei.

- Está no quarto do James e Sirius.

- Tudo bem, vou lá pegar.

Fui para o quarto dos meninos, eles estavam jogando no computador, eles parecem duas crianças. Sirius estava ganhando, e James fazia caretas quando sofria algum golpe do oponente.

- Olá Peter. – Disse Sirius sem tirar o foco da tela.

- Olá, virão meu celular?

- Não, por quê? – James perguntou.

- Preciso do telefone do restaurante de comida tailandesa, a vizinha da frente quer o telefone. – Peguei o aparelho que estava no armário.

- Vizinha nova?- Ambos pararam de jogar.

- É. Mas nem pensem de vir, coitada vai se sentir um bicho de zoológico com todo mundo olhando. – Falei saindo do quarto.

Quando ela me viu, pôs-se de pé e sorriu. Ela retirou um Iphone do bolso e eu lhe disse o número.

- Muito obrigada, err.. você não me disse seu nome.

- Ah, perdão, Peter Pettigrew.

- Muito obrigada, Peter.

- Foi um prazer ajudá-la, depois eu te explico o caminho para o restaurante e o café, eu farei um mapa e te entrego.

- Gentileza de sua parte, bem, eu já vou indo. Mais uma vez, muito obrigada e tenha uma boa tarde.

- Igualmente.

Ela entrou no apartamento da frente e eu fui para o quarto de James e Sirius onde eu participaria de uma pequena coletiva.


Amy Meester

Luma entrou na sala mexendo no Iphone, ela se virou para nós e deu um sorriso.

- Comida Tailandesa?

- Claro, poderia ser até pedra, estou faminta. – Informou Lily desempacotando uma caixa.

- Eu também. – Disse ela ligando, fez o pedido e depois veio nos ajudar com as caixas.- Vizinho simpático o nosso.

- Já está de olho no vizinho? – Tirei onda.

- Claro que não! Mas ele me pareceu ser bem legal.

- Nome?- perguntei.

- Peter Pettigrew.

...

Havíamos terminando a nossa comida e já estávamos trabalhando em desempacotar as caixas. Resolvemos que nós iríamos arrumar um quarto de cada vez, o primeiro era o da Lily.

Tinha uma parede verde limão (bastante vibrante), uma verde clara com um roxo roseado e por fim uma lilás decorada com uns adesivos.

Posicionamos os moveis na melhor posição para o local, depois pegamos as malas para desarrumar. Malu guardava os sapatos e arrumava a parte de acessórios, enquanto Lily e eu colocávamos toalhas, roupas dentro do guarda roupa.

- Como ele era? – perguntei.

- Ele quem? – Lily e Luma perguntaram juntas.

- O vizinho, quem mais poderia ser.

- Ah sim, o Pettigrew. Bem, ele é alto, tem cabelos castanhos, algumas sardas e olhos castanhos.

- Hum..

- Interessada é Amy? – Malu revirou os olhos.

- Não! – lancei um travesseiro.

- Hei vocês já estão avacalhando a arrumação do meu quarto! – Lily riu e levou uma travesseirada de Malu.

- Ah sim, Srta Kopke Schmidt!- Lembrei-me de Enrico. – E o Enrico? Você ainda não nos falou sobre ele!

- Ué, eu deveria falar alguma coisa?

- Ah, não se faz de besta! – Lily disse afundando na cama. – Nós vimos a forma com que vocês se olhavam.

- E torno a afirmar que eu não o conheço. Foi mera coincidência ele fazer engenharia e eu ter o encontrado na cafeteria.

- Não sei porque, mas essa história está bem estranha. – Revirei os olhos.

- Vocês vêm coisas demais.


James Potter

Então quer dizer que já estávamos com os vizinhos novos, e ah temos uma vizinha nova. Isso não é nada além de interessante. Depois que Peter falou sobre a presença dela e foi para a sala, Sirius e eu, nos controlamos para não irmos dar um 'alô', mas seria no mínimo ridículo. Então ele voltou para o nosso quarto e, a esta altura, Remus se juntara a nós.

Sentamo-lo na cadeira do computador e o cercarmos, nós desejávamos que ele saciasse a nossa curiosidade e, ele só sairia dali, quando fizesse isto.

- Nome? – Sirius perguntou.

- Luma Kopke Schmidt. – Respondeu, achando a situação engraçada.

- Idade? – Remus perguntou.

- Não sei, não perguntei.

- Droga Peter, mas ela é daqui de Chicago? – perguntei.

- Não sei, mas ela tem um sotaque engraçado.

- Engraçado como? – Remus franziu o cenho.

- Não sei de onde é.

- Aparência? – Sirius perguntou.

- Bem, ela é muito bonita. – Respondeu, sem demonstrar interesse nela.

- Defina bonita. – pedi.

- Ela tem cabelos pretos, lisos na altura dos ombros. Pele alva e olhos castanhos, tem um sorriso encantador e usa um perfume muito bom. Só tem um defeito?

- Qual? – Sirius, Remus e eu fizemos o coro depressa.

- Ela é muito nanica.

- Ah.. Bem, suponho que isso não seja um defeito. – Remus disse.

- O que mais você sabe? – Sirius perguntou.

- Com licença. – Mamãe surgiu na porta e fez uma cara estranha. – É impressão minha, ou vocês estão tentando torturar o Peter?

- Não, não tia. – Sirius riu. – Apenas coletando informações.

- Menos mal. – Suspirou aliviada. – James, você nos levará ao aeroporto?

- Claro mãe, vou tomar um banho rápido, não demoro. –Falei me encaminhando para o banheiro.

Meia hora depois eu estava colocando a mala dela e de papai em meu carro. Os meninos tinham descido também para se despedirem do casal. Sirius iria conosco.

- Tchau tia, tio. – Peter abraçou minha mãe e apertou à mão de meu pai, o mesmo Remus fez.

- Até logo meus queridos, vejo vocês em breve. – Mamãe sorriu e entrou no carro.


Luma Kopke Schmidt

Por incrível que pareça, nós conseguimos terminar de arrumar o quarto de Lily. Fomos imediatamente para o de Amy, bem, acho que no dela nós iremos demorar bastante.

Ela acabou dispensando a nossa ajuda 'vocês não sabem arrumar da forma certa' resmungou. Se é assim... Fui para meu quarto, difícil missão arrumá-lo.

Terminei exausta e me é. joguei na minha cama e puxei as almofadas para perto de mim. Peguei o notebook, que estava ligado, e comecei a ler meus e-mails novos, havia um dele. Acomodei-me melhor na cama para lê-lo, como diabos ele conseguiu o meu e-mail?

Luma,

Sei que você deve estar se perguntando como consegui seu e-mail, isto não vem ao caso. Achei muito interessante te conhecer, espero que possamos nos encontrar para um café. No bolso do seu casaco está meu telefone.

Abraço, Enrico.

Fui até o guarda-roupa e peguei o casaco que estava usando, por que eu não me lembrei disso mais cedo? E lá estava o cartão com o número dele, não consegui não colocar um sorriso no rosto.

Eu ia ligar, é claro, mas não naquele exato momento. Peguei minha sandália e saí para dar uma volta no condomínio. Lily estava deitada e Amy falava ao telefone com sua mãe, achei melhor não avisar aonde ia. Peguei os patins e fiquei esperando o elevador.


James Potter

Depois de deixar mamãe no aeroporto, Sirius e eu, voltamos para o apartamento. Subimos para o apartamento e fomos para o quarto dos meninos.

- E ai garotos! – Sirius largou-se na cama de Peter.

- Mais é atrevido, sabia que eu acabei de arrumar! – Peter reclamou.

- Ah seria complicado eu me jogar na cama do Remus, não acha? – Sirius resmungou.

- Enfim, vamos fazer a reunião hoje? – Remus perguntou.

- É óbvio. – Sirius colocou-se de pé. – Temos que ter uma reunião hoje!

- Hei eu já te disse não é!? – Adiantei-me em cortar os pensamentos maldosos dele.

- Eu sei, eu sei. Vou tentar me controlar.

- Você não vai tentar, você vai se controlar. – Deixei bem claro que não aceitaria nenhuma ação dele com Isabela.

- Você consegue ser um dos caras mais estraga prazeres que eu conheço. – Reclamou feito uma criança de dois anos.

- Então, vocês resolvem o quê? – Peter perguntou.

- Eu ligo para as meninas. – Remus disse.

- Eu arrumo o apê. – Peter se ofereceu.

- Eu 'coiso' as bebidas. – Sirius sorriu.

- Bem, eu vou comprar e preparar as comidas. – Informei. As comidas sempre sobram prá mim.

- Fechado. – Sirius sorriu indo para o nosso quarto.

Peguei a chave do carro e fui para o hall esperar o elevador, ele fechou bem na minha cara. Ótimo ¬¬. Esperei por mais algum tempo e desci encaminhei-me ao meu carro. Eu o ganhei o ano passado de meus pais.

Fui ao supermercado e voltei pelo caminho do parque, era muito bom passar as tardes ali. Estacionei e resolvi caminhar um pouco, não fazia isto desde as aulas.


Luma Kopke Schmidt

Esta cidade é adorável, nada como Nova York, mas acredito que vou gostar daqui. O parque Garfield é bem agradável de se andar de patins.

- Er ist mehr als ein Mann
Und das ist mehr als Liebe
Der Grund dafür, dass dieser Himmel ist blau
Die Wolken sind in Rollmaterial
Weil ich bin wieder weg
Und mit ihm kann ich einfach nicht wahr sein

[N/A: Música da Rihanna - Unfaithful

Comecei a cantarolar em Alemão, eu tenho essa mania começar a cantar quando estou andando de patins. Escutei o Iphone tocar tentei procurá-lo pegá-lo no bolso da calça e acabei esbarrando em algo sólido.

BUF!


James Potter

Enquanto caminhava vi uma garota andando de patins, ela tentava retirar alguma coisa do bolso, continuei andando e escutei uma grande batida ao me virar vi que ela tinha trombado no poste de luz.

Assustei-me e saí correndo para tentar ajudá-la, ela estava esfregando a testa e seu iphone estava largado no chão com um baita arranhão na tela.

Abaixei-me e estendi a mão para a morena. Ela retirou a mão da testa e pude ver um corte que estava sangrando, isso não era legal.

- Precisa de ajuda? – perguntei.

- Ah, sim, obrigada. – Ela sorriu.

- Bem, acho melhor você tirar estes patins e, eu te levo a um hospital. – Sugeri.

- É uma boa idéia. – Ela retirou o patins e ficou de pé.

- Ah sim, meu nome é James Potter.

- Prazer, James, sou Malu. – Retribuiu com um sorrisinho.

- Você estava um pouco distraída, está doendo muito?

- Um pouco.

- Imagino, vamos é por aqui.


N/A:

olá pessoas! :)

muito obrigada por estarem lendo, fico muito feliz por terem pessoas lendo aqui (raramente alguém lê alguma coisa que eu escrevo no fanfiction)

Barbara Cullen - você usa o sobrenome do meu namorado? que absurdo :O huahshsua :) obrigada pelos parabéns e eu realmente espero que você goste do resto.

Yuufu - ah, pode ter certeza que ainda vai ter muita confusão, voce nem imagina quanta :D obrigada pelas reviews.

Thaty - Obrigada por ler.

bem, eu estou concluindo no capitulo XI... mais post? deixa uma review *.*

Beijos

Jess