Ai Shiteru Yo – Capítulo 18
Vocês sabem né? Eu não resisto deixar aquele vampiro ruivo louco e eu estava doidinha para saber o quanto aquele volvo era potente...
Ele saiu do carro ainda com um sorriso de vitória estampado no seu rosto, assim que me viu seus olhos deram uma escurecida de raiva mas mesmo assim continuavam de uma cor dourada que me fez suspirar e morder meu lábio olhando-o, o que eu podia fazer para acalmar meu monstrinho?
-Cara, você com certeza não presta... - Jazz ou melhor o famoso marido da minha melhor amiga vampira de bolso parecia que teria um ataque de riso toda hora que eu e Edward ficavamos trocando olhares e ele "sentia" a tensão sobre nós. Ele era um cara bem calmo até com cara de garoto propaganda do exercito, ficaria uma coisa de farda provavelmente, todo loirinho com cabelo cortado quase bem curtinho, alto e com uma aparencia mais musculosa que o normal "Edward", mas não tanto como o Emmett
-Claro que presto, eu sou um anjo!
Desviei meu olhar um pouco do de Edward que estava longe junto com Rose - que ficava se mostrando junto com o carrão tunado dela matando todas as marias gasolinas de inveja por chamar a atenção de todos pela sua beleza e sua roupa com decote mortal, deixando Emmett meio puto da vida por tantos marmanjos estarem olhando os seus dois amores (cof cof, não não é o meu vampiro o segundo amor dele, mas sim o carro...não me entendam mal, aquele louco é muito insano para ter uma queda pelo meu vampiro...mas cada um que olha para a rose ele desafia para uma racha).
-Ele tá muito louco da vida ainda? Perguntei baixinho para Alice e Jazz que estavam respectivamente sentada em cima do capo ao meu lado e enconstado na porta do porshe, em um dos cantos da rave no meio do nada, cheio de gente tirando racha e mostrando os carros ao som de raps e funks...
-Eu não preciso nem ver o futuro para saber isso! Ela me olhou com um biquinho revoltado escondendo uma risada.
-Você não devia ter apostado o volvo numa corrida, aquele é o carro de estimação dele! Jazz disse tentando passar uma cara séria e falhando completamente, ele não conseguia esconder o que estava sentindo perto de tanta gente.
-Vocês sabem que se ele ouvir qualquer pensamento sobre isso... - Fui ameaçando e pensando em maneiras de levar o banana car (porshe amarelo berrante) ou de explodir ele.
-Ahhhhhhhhhhh! Nunca!!!Alice praticamente berrou fazendo aquela cara de cachorrinho caido do caminhão de mudança, mas pelo barulho provavelmente ninguem notou já que ele nem se virou e rose continua fazendo aquela pose em frente ao seu carro...
-Para com isso, já é ruim o bastante sentir o que você sente, ela faz ficar mil vezes mais forte!
-Eu não sei o que é mais hilário Jazz, ela com essa cara de mal traduzindo o manual de contrução de uma bomba para grego ou você com a cara de mal e choro sentindo ela ficar histérica pelas minhas brincadeirinhas...
-Garota mal carater. Ele só esfregava as temporas e olhava para Alice meio preocupado, definitivamente faziam um casalzinho muito fofo esses dois - mas com certeza ele não deveria saber do episódio da aposta dos beijos, toda vez que algum começava a babar pela baixinha toda arrumada sentada no capô o loiro arrepiava e fechava a cara como se fosse pular em cima do pobre coitado.
Mas ele era um garoto muito bom de se conversar quando se estava na poça, tinha o poder se sentir tudo e modificar esse sentimento e isso me salvava de ficar culpada o bastante para ir lá e agarrar o chato que não sabe nem brincar.
-Você tá querendo me levar pra poça de novo com você? Ele riu enquanto ligava o calmante sobre mim.
-Jazz, vc devia ter sido apresentado mais cedo, nunca mais vou acaba na poça...se divorciebda baixinha e case comigo! Quando terminei a
frase nem precisei olhar para saber que alguém tinha se arrepiado e quando vi um sorrisinho maldoso no rosto de Jazz sabia que ele tinha entrado na brincadeira ligando o calmante ainda mais forte e dizendo:
-Ideia tentadora, principamente quando se sabe de uns episódios no meio de Paris...
-AiiiiiiJazzvcsabequefoiumabrincadeiraaa. Alice disse rápido e pulou ora cima do pobre coitado que comecou a rir com o desespero da
pequena e eu sabia que era a minha deixa...
Olhei de canto para ele e fui saindo, indo para fora da rave andando pelo lado do penhasco da estrada olhando a cidade ao longe...era tão estranho se sentir tão preocupada com o sentimento de outros, o máximo que eu pensava era se meus pais estavam bem e isso não era porque eu era muito fria nem nada,as sim porque eu sempre fui só eu e eles no máximo as pessoas normalmente são tão falsas que eu não tinha forças para nem tentar me aproximar muito então socializar não era algo muito tentador para mim...
Aqueles braços me envolvendo por atrás derrepente gelados e sentir seus lábios no meu pescoço meu arrepiaram mas também deixaram um pequeno suspiro de alívio meu se perder pela noite. Eu me encostei no seu peito de mármore com os olhos fechados e em silêncio deixei ele me apertar mais um pouco e encostar sua cabeça em meu ombro susurrando em meu ouvido:
-O que você ta pensando?
-Em como eu estou me deixando levar...disse apertando aqueles braços que me circundavam...
-E isso é ruim?A voz dele estranhamente meia tremula no final dessa frase.
-Depende... - suspirei - depende de quanto tempo o sonho continua até o final triste, depende até quando você ficar, de quanto tempo eu consiguir te afastar....
-Você fala como se quisese mesmo isso. Mas eu digo que não vou seguir por esse caminho.
Então eu me virei e o encarei, a escuridão me dando coragem para falar:
-Quase trinta anos procurando alguem e nunca, nunca encontrei, só acabei me afundando mais e mais e de um dia para o outro essa presença que me deixava feliz antigamente volta e você aparece, mas eu não acredito no final feliz para mim, pelo menos um que eu não acabe morta por algum mercenário, mafiosos ou um simples assassino me esperando baixar a guarda...eu simplesmente não posso acreditar no minimo de felicidade porque eu me rodiei de maldade e agora...agora eu não tenho nem a capacidade de não irritar as primeiras pessoas que me importam, mesmo eu não sabendo porque - sussurei o final baixando a cabeça e continuei - eu não sei fazer isso, eu nunca vivi isso...e-eu estou com medo...
Ele então me envolveu em outro abraço, onde eu escondi meu rosto a beira das lagrimas no seu peito e eu ouvi ele murmurando uma bela canção como se me ninasse por um momento me balançando até ele sentir que me acalmou, então disse calmo mas ao mesmo tempo firme:
-Eu deveria ter sido mais feliz nas minhas escolhas, eu deveria ter me mostrado quando você conversava comigo sem saber e eu só ouvia suas histórias, sonhando com fantasias e liberdade...eu realmente adorava ouvir tudo o que podia da única mente que eu nunca consegui desvendar, mas você parecia sempre ficar cada vez mais triste, então eu me forcei a parar com isso...mas quando Alice a encontrou novamente....tudo voltou a fazer sentido e agora eu não consigo fazer você acreditar em como eu quero poder ficar aqui e agora eu não consigo simplesmente não te amar mais e mais mesmo você assustando de vez em quando...
Heim? Pera um poquinho para.....que que ele tá dizendo, volta....aimeudeus...ele disse que me ama....ele disse que eu assusto?....Que isso? - Com todo esse pensamento e tudo mais eu fiz uma cara de incredula e cortei ele:
-Perai....porque eu assusto? Você que devia ser o assustador por aqui num é? Eu sou algum tipo de aberração?
O som da sua risada parou meu ataque histérico e eu acabei mais perdida ainda, cruzando os braços e erguendo a sombrancelha dando meu olhar mata namorado 5 - você me ofendeu, agora se explica ou eu te mando bala (frequentemente usado para alguns conhecidos espalhados pelo mundo...e alguns franceses que a Alice marcou em vermelho na minha agenda) - o que ele percebeu dando mais uma rodada de risadinhas que me fez aumentar o olhar para o nivel 6 - namorado bom é namorado cimentado os pé e jogado no rio mais proximo com boa profundidade - mas como ele tava tão bonitinho dando aquele sorriso torto dele para responder eu não resisti e baixei o olhar para o 3 - você é estranho mais eu te amo....
-Eu te falo que te amo e você presta atenção na outra parte da frase Bella! Revirando os olhos provavelmente ele continuou - Eu digo que você assusta de vez em quando porque você sempre tem a reação oposta ao do bom senso normal do mundo...o que eu acabei de falar é a prova disso, passando a mão no cabelo frustado ele parou e suspirou bem fundo. Mal ele terminou eu praticamente me agarrei - aquele cabelo cedoso para ser mais exata - a ele e dei um pequeno impulso para cima beijando ele de uma forma - como eu digo? - mais caliente do que ele esperava já que deu até um passo para trás sem cortar o beijo, mas me segurando na sua altura pela cintura como se eu pesasse uma pena e depois de um tempo, como eu tive que respirar, eu me soltei com ele ainda me segurando e eu disse a centimetros da sua boca:
-Eu sempre soube que você me amava, mas já que sua aberração aqui não está com a mente ao seu alcance eu te digo em voz alta também....eu te amo...muito.
Então ele me agarrou de novo.
*Tradução do título: Ai shiteru yo significa eu te amo em Japones (na forma mais profunda) e isso era pra num contar o final antes hohoho XD
Bom povo....I came back *faz uma pose ao estilo exterminador e sai correndo dos que querem minha cabeça*...não me matem huahuahau, eu continuo agora a fic, só pra constar esse cap foi mais pra aquecer antes de sair matando mais meio mundo e eu sei que vocês curtem um final pegajoso de tanto açúcar eu tb curto XD
Te o prox cap...e babe a coisa vai pega fogo....
Bye XD
