Melhor hipótese - Capítulo 26
Merda!Merda!Merda! Quando tudo parece começar a dar certo, tudo desmorona e o fim chega. Se eu fugir nunca me perdoarei - isso nunca vai ser uma opção, quando se trata disso eu não estou a venda - se eu ficar não tenho certeza se vou consegui salvá-los mas talvez isso conte para alguma coisa depois que me matarem. A única certeza é que eu vou morrer e nunca mais vou ver o meu anjo. Anjo...você vai ficar triste não é? Te dei tanto trabalho e no fim não pude nem ficar tanto contigo...meu anjo...Edward, não se preocupe anjo, um dia você encontrará alguem que te mereça bem mais do que eu e te fará feliz de verdade, sem maldades, sem mortes, sem nada.
Mas talvez eu ainda consiga usar a sua loucura - em me amar - para me ajudar em algo.
As portas do elevador se fecharam e eu vi o receio na face de Paul - acho que percebeu que tinha jogado mais alto do que deveria, mecher com esse tipo de gente acabaria com ele no futuro do mesmo modo que ira fazer comigo - sorri dizendo enquanto me soltava dele e o socava rapidamente imobilizando-o, robando a sua arma e matando o outro capanga com um tiro certeiro na cabeça:
-Não se preocupe eu não vou fugir idiota - Agora que a merda já estava toda feita, não havia como...dei mais um chute em um na sua costela ouvindo-a quebrar. - Seth com certeza não sabe disso. Afirmei.
Seus olhos castanho avermelhados estavam raivosos me encarando com dor, enquanto tentava levantar. Mas eu fiz o trabalho direito, ele não conseguiria ir muito longe.
-Você sabe. Ele disse com a voz tentando não tremer.
-Claro que sei, Seth ao contrario de você idiota, sabe o que esse cara faz com seus aliados. Kim já deve estar bem mal a essa hora - Os seus olhos se arregalaram, ninguém deveria saber dessa pessoa, ele se esforçava muito para esconde-la e apagar os ratros, nada feito, antes mesmo de você entrar para esse mundo as pessoas já sabem o que te fará cair.
Peguei meu celular e comecei a digitar duas mensagens logo as enviando. E uma segunda codificada que só poderia ser lida depois. O estrago iria ser maior, não pretendia usar isso quado planejamos as bombas por fora, agora duvidaria se saisem muitos vivos. Eu iria acabar com a raça
-O que está fazendo maldita? Ele guspiu raivoso e eu via que o mundo dele já desabara.
-Dispensando minha equipe, eles não precisam mais trabalharem para mim. Disse friamente.
-Você vai morrer senpai (sua/minha veterana - em japones) . Disse ele se encostando na parede e levantando com alguma dificuldade.
-É. - Suspirei olhando os números correndo - E você também. Dei mais um soco nele fazendo-o cair de novo perto do morto e falei sussurando perto dele:
-Não sei porque você me salvou aquela vez, eu estava matando o seus aliados. Mas isso me deu outra chance e eu achei o que eu procurava no fim - mesmo que eu nunca vá mais ve-lo provavelmente pensei - quando eu sair desse elevador, saia desse prédio vá atrás de quem você quer salvar e suma. Arranje outra identidade outra face e nunca mais volte para esse mundo negro a não ser que você queira acabar como eu e sinceramente eu não durei muito vamos falar a verdade. Mais um soco usando a arma na sua cabeça e ele quase apagou caido no elevador. Olhei para aquela criança perdida - O mundo é cruel, e na guerra eles não querem saber se você tem treze anos ou menos, tendo força para lutar e garra para matar... - sua irmanzinha deveria ainda estar viva e se ele usaria essa ultima chance bem eu não sabia.
Sai do elevador deixando-o caido para trás, com a nova arma guardada novamente e encarei aquele helicóptero pronto para voar me aguardando. Fui em direção ao fuzileiro que me esperava na porta aberta e sem encará-lo entrei, sem antes ele me parar e me algemar é claro, tirando minha arma e meu celular jogando-o para fora - como eu tinha planejado - até dar a hora tudo já teria sido feito. Sentei num canto sabendo que aqueles três não estavam me encarando necessariamente como forma de me vigiar e que seus olhares desejosos eram perigosos. Mas ele não começaria assim, ele precisa de mim para algo e até lá eu estarei segura.
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Edward Pov
Ela estava demorando, todos aqueles pensamentos sangrentos e insanos estavam me atrapalhando agora, não conseguia ver ninguém que pensasse nela que não fosse para outras coisas e depois em formas de mata-la - o que me deixava mais revoltado ainda. Ela adorava isso...me deixar louco... - era exatamente como Rosalie, adorava os olhares desejosos encarando-a como algum tipo de ídolo.
Algo me chamou atenção naquele bando de lobos, não imaginava que suas mentes fossem tão unidas e ela em geral não prescisavam da ordem do Alfa para respeita-la, eles realmente a tratavam como se fosse já parte do grupo, quando ela encarou aquela psicopata foi estranho a mente dela é incrivelmente calculista mas naquele momento parecia estranhamete feliz "psicopatas podem se apaixonar...se seus amores conseguirem suportar a nossa exitência, um vampiro parece ideal para quem gosta de sangue" foi o que ela pensou. Mas saber que Sam tinha colocado um rastreador nela por segurando tinha me deixado receiso e curioso por mais.
-Alice não force, não há como com isso aqui. - Disse para minha irmã, com esses lobos ela realmente não via nada e eu estava com medo, antes deles aparecerem ela já não a via. Eu não podia perde-la, nada faz mais sentido se ela não existir mais...espero que ela esteja segura - isso é idiota, como posso pensar em segurança quando há tantos assasinos insanos, psicopatas e lobisomens aqui? Não devia tela deixado. Mas eu não consigo entender a sua mente que quer comandar tudo e não tem medo.
Meu celular vibrou e eu o peguei rapidamente abrindo o flip e vendo a mensagem - droga pelo jeito ela teve algum problema para ter que fugir por cima deveria ser por isso que eu não consigo acha-la, devemos estar mais ou menos no décimo andar..esse prédio é alto cinquenta e dois andares acima é muito longe para mim ler mentes desconhecidas.
"Me peguem no aeroporto ok?....lov u vamp
Ps. Lev todos"
-Vamos, ela não está mais aqui. Me virei indo em direção as garagens ignorando todos aqueles lobos nos encarando, mas sem desviar o olhar.
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Bella Pov
Na velocidade que eles dirigem já devem estar quase chegando do outro lado de Tokio, longe o bastante para não ver isso - o helicóptero ainda tremia com o impacto do ar da explosão, enquanto o piloto tentava estabilizar novamente eu via aquele prédio reduzido a destroços, as bombas que eles colocaram mais a que eu projetei para emergências - e que ficava compacta dentro do meu celular - de hidrogênio, fizeram um belo estrago, não se comparava a uma bomba nuclear, mas a uns trinta mísseis sim...
Espero que os lobos tenham saido a tempo..."Sam tire ly e o resto dai rápido." Foi a mensagem que eu mandei para eles e espero que Edward não tenha lido isso, ele perceberia na hora que haveria algo errado em tudo isso, mas eu não poderia deixar os lulus explodirem - querendo ou não eu gostava daquele povo e a confiança que eles tinham em mim era estranha - além disso se eu ter sorte e não me matarem, só me torturarem até a quase morte e eu tivesse forças era só ligar que eles me pegavam.
Uma telinha se abaixou na nossa frente e lá apareceu o rosto do maldito rindo.
-Achou que me mataria tão fácil? - sim eu tinha esperanças de que ele afundasse no meio do fogo. Maldito resistente - Não se preocupe isso não vai ser esquecido e eu vou descontar metade nos seus preciosos.
A tela então mudou para um lugar escuro e eu vi aquelas barras de ferro - brilhando em vermelho - sendo encostadas em algo....então os gritos.
-FDP! Gritei, me levantando e indo em direção a tela, mas fui imobilizada antes e os gritos continuaram até voltar para Laurent que ria e então dizia:
-É melhor ficar bem quietinha se não quiser que eles se machuquem mais. E agora a sua missãozinha - apareceu então as coordenadas de um lugar que nunca era bom visitar, aquela base na sibéria era muito bem guardada por somente um motivo e isso na melhor das hipóteses era suicidio.
-Maldito.
Agora só me restava usar bem o tempo, tentando aumentá-lo a ponto dele conseguir a tempo. Me fechei no meu mundo frio e sombrio, calculista, precisaria de um milagre para conseguir ficar pelo menos longe o bastante para que os rastreadores não me encontrassem e perto o bastante para encontrar as informações. Me lembrei então do meu anjo a essa altura a segunda mensagem já deveria ter chego - ele me odiaria por te-lo enganado e sabia que ele se odiaria por mim te-lo feito me abandonar - e todos os noticiários já deveriam estar reportando algum suposto "ataque" ao predio que eu explodi. Mas eu precisava dele bem e pronto para ir atras de outra coisa.
"Sorry, preciso que vocês encontrem meus pais agora. Vou tentar arranjar algum tempo. Não venham atrás de mim antes disso.
Lov u forever.
bye"
Deixar ele vir até mim não iria me salvar, mas pelo menos ele pensará que eu não estou vendo a morte me sorrido.
Pena que já seja tarde demais.
Ok fui até que rápida dessa vez *pra vcs num entrarem em abistinencia e puxarem meu pé d noite*, bom cap curtinho mas com a surpresinha de um mini pov só para vocês saberem um poquinho XD
Hmm q q será que vai acontecer? Hehehe
Agora respostas ^^
*dada cullen - Eu sempre paro nas melhores pra deixa os leitores putos e querendo mais uhauhahu *sim eu sou má =D* Fique ligada que a coisa tah cada vez mais preta.
*Katryna Greenleaf - uhauahuauh sonhou? Em agarradinho por uma noite XD, fla sério eu sou mara naum? huauhauhauha fico imaginando os gritinhus felizes e alguma mãe achando que a filha piro de vez kkkk
*Priscila - Respire fia...no max eu vou matar todo mundo mas num da nd naum uhauhauhaahuhu *eu sou má neh?* Ok ok eu num sou tanto, só vou torturar até a morte talvez....XD espero q goste do cap ^^
*tatianne beward - Eu jah respondi antes os trocentos mil reviews que eu amei, mas vo dar um oi aqui tb pra vc fica bem feliz uhaauhauhauh, relax acho q agora eu vou rapido XD, continue lendo ^~
Eh isso ai povo...esperem o prox cap com olhos arregalados O.O
bye bye babys XD
