Capítulo 8

Milo viu Afrodite sair junto com aquele cara. Suspirou.

E Camus ainda tinha pedido justo ao pisciano para tomar conta dele. Só podia ser piada mesmo.

Quinze minutos depois, Aldebaran surgiu do mais completo nada, apressado. Disse qualquer coisa sobre "garota", "estou indo" e "se cuida". E sumiu. Milo bufou, irritado. Tai, a pior parte de um relacionamento. A maldita fidelidade.

Não que ele não fosse fiel. Ele até era. Ou melhor, tinha se descoberto como um cara fiel quando começou a namorar com o aquariano.

Mas era mesmo um saco ter de ficar sempre assim. Saia com os amigos e via todo mundo se fartar em beijos e abraços, enquanto ele ficava ali. Na mão. Sozinho.

Tudo porque o maldito Senhor-não-tenho-emoções-e-sou-mais-gelado-do-que-o-gelo-polar odiava multidões.

Bebeu de uma só vez a ultima dose de ouzo. Pagou a conta. Voltou para casa.


Enquanto Milo amaldiçoava a péssima noite, Mu e Shaka, no templo de Virgem, estavam tendo uma noite totalmente oposta.

Okay, Mu sabia muito bem que o loiro não era nenhum santo, mas, porra, ninguém precisava comer a porra do morango daquele jeito luxuriante.

Era só a porra de um morango, não precisava comer com tanta vontade. E nem deixar aquela maldita gota do sumo da fruta escorrer pelo canto do lábio.

"É só um morango, Mu, acalme-se porra!" – gritou consigo mesmo, fechando os olhos com força.

- Tudo bem com você, Musie? – perguntou o virginiano, ao que Áries abriu os olhos para encara-lo. Shaka havia parado um morango à poucos centímetros da boca, que estava semi aberta. Os olhos cerrados, completavam a imagem da perdição.

O tibetano sentiu o próprio corpo responder ao estímulo visual. Shaka voltara a comer seus morangos.

"Calma, Mu! Calma, porra! Calma, calma, calma..."

- Muu-si-e! – chamou Shaka, e Mu se assustou ao ver o loiro ajoelhado a sua frente, as mãos dele estavam nos joelhos do ariano, e ele sorria – Divide os seus morangos comigo?

Acenou, concordando e esperou que o loiro pegasse as frutas de sua taça, mas tudo que Shaka fez foi abrir a boca sugestivamente. Mu estremeceu, colocando um morango na boca do outro. Seu corpo respondendo em uma parte especifica.

Shaka prendeu a ponta do indicador do ariano com os lábios por dois segundos e então soltou. Sorriu ao mastigar a fruta, percebendo o estado de Mu.

Mu, é claro, não era um santo, e tão logo percebeu que o loiro tinha terminado o primeiro morango, pousou outro na palma da mão direita e estendeu-a para o loiro, que abocanhou a fruta e, maliciosamente, aproveitou para sugar a palma da mão do tibetano.

Áries arfou com o contato da respiração quente de Shaka com a sua pele. Pegou outro morango na taça e, mantendo o braço direito estendido, pousou a fruta na junção entre o braço e o antebraço. Observou o virginiano sorrir, inclinando-se sobre seu corpo e pegando a fruta com a boca, e logo após, dando pequenos beijinhos sugados em seu braço. Mu arfou.

Pegou outro morango, e dessa vez, escorregando o corpo para ficar mais inclinado, pousou a fruta vermelha entre o ombro e o pescoço. Mas, quando o loiro precipitou-se para a fruta, ela rolou sobre o tórax do tibetano, indo parar em um local ainda mais sugestivo. Shaka arqueou uma sobrancelha e sorriu.

Do mesmo modo que havia feito nas outras vezes, apanhou o morango, deixando os lábios esbarrarem, acidentalmente é claro, na ereção do ariano, que gemeu. Depois, trilhou com beijos o caminho inverso que a fruta tinha feito, e terminou tomando a boca do tibetano em um beijo voraz.

Ele estava justamente enfiando as mãos dentro da calça de Mu quando sentiu um cosmos se aproximar, levantou-se rapidamente, deixando o ariano meio perdido.

- O que foi? – perguntou ele.

- Vem alguém vindo – disse o loiro – Porra, é o Milo. Não acredito que ele vai querer passar agora.

- Vem – disse Mu, segurando o braço do loiro. No instante seguinte eles estavam no quarto de Shaka.

- Muito esperto – elogiou Shaka, puxando o outro em direção à cama.


Milo. O que dizer de Milo? Ele estava puto.

Ele bem que tentava ser compreensivo, sabe. Ele tentava ser um namorado legal. Tentava não ligar praquele distanciamento e para toda aquela frieza típica do aquariano.

Só que isso cansava. Cansava ter que fingir não se importar quando todo mundo saia e se esbaldava com desconhecidos nas noitadas e ele tinha que ficar ali, mantendo-se fiel, sem ninguém.

É claro que ele sabia bem que Camus o amava. Ele sempre dizia à Milo. Mas ele só queria que o namorado estivesse presente.

Podia parecer uma frescura, um pensamento deveras mesquinho. Mas ele queria.

Quando estava voltando, tinha determinado a si mesmo que não iria procurar o "cubo de gelo".

Ele parou uns minutos na frente do templo de Shaka, tentando fazer seu cosmos ser percebido por quem estivesse lá dentro. Logo ele pode sentir o cosmos de Shaka anunciar que ele podia passar.

E tratou de passar bem rápido pela sexta e pela sétima casa, alcançando seu templo em seguida. Sentou-se na escada sozinho. E parecia que a cada segundo a saudade aumentava um pouco.

Precisava vê-lo e matar aquela saudade. Aquela vontade de sentir o corpo dele.


Cada gemido que saia da boca do loiro parecia incentivar Mu que estava por cima do virginiano, aproveitando-se dele ao seu bel prazer. As mãos dele seguravam as mãos de Shaka acima da cabeça do virginiano.

- Nunca pensei que você fosse pervertido desse jeito... – disse o ariano, enquanto beijava e lambia o pescoço do outro.

- Você me deixa assim – respondeu ele, com um meio sorriso. As bochechas coraram instantaneamente com sua ousadia. Sentiu o ariano dar um beijo estalado em seu pescoço, seguido de outro, e outro, e outro. Até que finalmente ele conseguira fazer o virginiano gargalhar – Para, Mu! Tá fazendo cócegas!

O ariano sorriu, roubando um selinho do loiro. Com uma das mãos, tirou uma mecha que insistia em cair-lhe sobre o rosto.

- Musie?

- Hmm.

- Você sabe que eu te adoro, não é?

Mu assentiu, sorrindo.

- E você sabe que eu confio em você, não é?

- Aonde você quer chegar com esse papo? – perguntou o ariano, meio confuso.

-Eu...eu estou...pronto..Mu... – gaguejou o virginiano – Eu estou pronto, se você me quiser.


Milo entrou na casa de Aquário sem se anunciar. Sabia que Camus estava dormindo. Ele entrou no quarto do francês, sorrateiro, sentou-se no peitoril da janela e dali fitou o contorno do corpo do namorado. O quarto, na semi-penumbra.

Mas ele podia vê-lo bem. O contorno do corpo que tanto amava. Sentia o cheiro que emanava dele.

Fechou os olhos, absorto naquela fragrância.

- O que você faz aqui...à essa hora, Milo de Escorpião? – veio a voz arrastada, levemente arrogante, e completamente embriagada de sono. – Pensei que ia passar a noite inteira "bebendo, pulando e se divertindo"- disse ele, citando as próprias palavras do grego para convencê-lo a ir também.

Milo sorriu tristemente – Acabou que nem teve tanta graça assim...

Seguiu-se um silencio impiedoso enquanto Camus sentava-se na cama, despertando finalmente, e olhava para o namorado, que por sua vez, contemplava o céu da Grécia pela janela.

- Qu'est-il arrivé? – perguntou o francês, repetindo a pergunta no idioma do grego – O que houve, Mi?

- Státhika ekeí, kai móno. (Eu fiquei lá, sozinho) – disse Escorpião. – Aqueles dois traidores filhos da puta arranjaram uma boa foda e me dispensaram. Assim. Em um estalar de dedos.

Camus, sentindo a irritação do namorado, acercou-se dele, passando os braços ao redor do corpo do grego e puxando-o contra seu próprio corpo. – É uma pena que você não tenha se divertido, Mi.

- A culpa é sua – reclamou Milo, fechando a cara.

- Minha por quê? – questionou o francês, afastando-se um pouco do corpo do grego para olhar-lhe nos olhos, o que só era possível por causa da luz do luar.

- Porque você prefere ficar em casa do que sair comigo. – a afirmação pulou para fora de seus lábios antes que ele pudesse pensar no quão infantil iria parecer para Camus.

- Ih...vai começar com esse papo outra vez? – bufou o aquariano. Ele soltou completamente o corpo do namorado, afastando-se dele.

Odiava quando Milo vinha com aquela conversa de "você-não-me-da-atenção!".

- Não é isso, Camus! – disse. Então suspirou pesadamente, deixando a cabeça pender para frente, para depois retorna-la à posição inicial – Merda. Não quero discutir isso com você. Eu sei que você é assim. Eu já sabia disso muito antes da gente ficar junto.

- Então por que está reclamando?

- Porra, você acha que é fácil? – disse o grego – Eu passei quase dois meses trancado nesse Santuário porque não queria sair e ver todos os meus amigos se dando bem com desconhecidos enquanto eu ficava chupando dedo. E foi, exatamente, o que me aconteceu hoje.

O silencio envolveu os dois. Escorpião suspirou, virando a cabeça para observar a lua.

- Esquece isso... – disse ele, para o namorado. Então virou-se para encarar Camus, sentado sobre a cama. Saiu de sua posição para acercar-se ao aquariano, segurando-lhe o rosto e roubando-lhe um beijo carinhoso.

- Désolé de ne pas aller. (1)– sussurrou o francês, ao que o grego sorriu.

- Fala de novo – pediu Milo, enquanto beijava o pescoço do outro.

Camus sorriu – Por que, se você nem consegue entender ?

- Porque...- sorriu ele, alcançando a orelha de Camus – ...ouvir você falando em francês me deixa excitado.

- Oh, je vois (2)


Aquilo só havia piorado seu estado. Depois daquela transa-relâmpago no banheiro, ele não tivera animo de voltar ao show, e preferiu voltar pra casa.

Ele se arrastou para o banho, para tentar remover da pele o cheiro dela. Não que fosse ruim, mas não era o que queria, no momento. Ele só queria paz.

Amaldiçoou a constelação protetora. Estava cansado.

Sentou-se no piso frio do banheiro, sentindo a água cair sobre si, relaxando os músculos. Deixou a mente divagar, fechando os olhos e pensando em varias coisas aleatoriamente, até que seus pensamentos foram dragados direto à Afrodite. Abriu os olhos repentinamente. Não. Tudo menos o cavaleiro de Peixes. Já tivera o suficiente de situações imaginárias com o cavaleiro das madeixas azuladas.

Esfregou o rosto. O que estava acontecendo consigo mesmo? Ele não era um fraco, não estava precisando transar, não estava carente. Nada disso. Mas não sabia por que diabos aquela figura andrógina tinha de estar invadindo sua mente.

Desabou sobre a cama depois do banho, com vontade de dormir por um século.


Afrodite acordou sentindo os braços possessivos do amante ao redor da própria cintura. Sorriu. Sentiu quando o outro se mexeu um pouco, beijando-lhe o ombro.

- Bom dia – sussurrou ele.

- Bo...ia – disse Afrodite, em meio a um bocejo. O pisciano fez menção de levantar-se, mas o outro não afrouxou seu abraço.

- Está com pressa? – perguntou ele, com a voz rouca.

- Na verdade...não.

- Então não precisa levantar agora. – murmurou ele, trazendo o corpo do sueco para si. Sorriu, de repente, lembrando-se de algo muito importante – Sabe...eu esqueci de perguntar seu nome.

Afrodite também riu. – Dionísio – mentiu ele. Era mais fácil do que ter de explicar que levava o nome da deusa do amor. – Mas você pode chamar de Dite.

- Dite então. – disse ele.

Perdeu-se, por um momento, na lembrança vaga do dia no qual escolhera aquele pseudônimo. Peixes lembrava muito bem que fora ele quem lhe dera o nome.

-É um saco! – reclamou o pisciano, sentando-se ao lado do amigo. – É claro que sou grato pelo nome, até porque, eu o acho muito bonito. Mas, porra, é um saco ter de explicar para esses turistas de merda o porquê de me chamar Afrodite.

- É simples, estúpido. – disse Máscara, passando o braço ao redor dos ombros do sueco – Por que você não inventa um outro nome?

- E você não acha que já pensei nisso. Mas da única vez que disse um nome qualquer, o estúpido do Milo apareceu me chamando de "Dite" e a pessoa não entendeu nada. Foi um trabalho enorme conseguir convencê-la de que eu me chamava Aron e o meu apelido era Dite.

- Porra! Mas também, da onde você surgiu com esse nome? – perguntou o canceriano. Ele queria conter a risada, mas pensava na saia justa que a boca grande de Milo, junto é claro com seu péssimo tato, tinha posto Afrodite.

- Era o nome do Bartender. – ele soltou uma pequena risadinha, ao que o outro acompanhou.

- Ah...

Algumas risadas e então Máscara falou – Dionísio?

- Quem? – perguntou o pisciano, confuso.

- Você. Dionísio. É um bom nome, e fica mais fácil de convencer alguém de que seu apelido é Dite.

Peixes ponderou por alguns segundos, abrindo um sorriso logo apôs. – Certo. Dionísio. – o sorriso aumentou ao ver que o canceriano lhe sorria de volta – Você é mesmo inteligente, a despeito do que parece... – provocou ele, satisfazendo-se ao ver a cara do outro se fechar numa falsa irritação.

- Vá pra porra, Afrodite! – reclamou ele, empurrando o amigo – Tô aqui te ajudando e você ainda vem com gracinha pra cima de mim?

Gargalhou.

Eram ótimos tempos, aqueles.

Sem preocupações, sem amores mal resolvidos. Toda aquela cumplicidade que ele mesmo havia quebrado quando, estupidamente, dissera ao outro o que sentia por ele.

- Dionísio?

Afrodite piscou, olhando para os olhos castanhos que lhe encaravam – Desculpe...eu estava desligado...

Ele o beijou, enroscando sua língua na do cavaleiro de Peixes. Depois desceu seus beijos por todo o pescoço alvo do sueco.

- Sabe – sussurrou Afrodite – Você...ainda não me disse seu nome...

- Ícaro. – respondeu o outro. As mãos já alcançavam a semi-ereção do pisciano, movimentando-se voluptuosamente.


No Santuário, Máscara acordou de mau-humor, com dor de cabeça e morrendo de fome. O que resultava em uma aura negra que parecia engolir as forças do canceriano. Assim, mesmo acordado ele se recusara a levantar, permanecendo na cama até que, em um último ato de piedade para com seu estômago, ele se levantara. Olhou para o relógio de cabeceira.

Não era de se admirar que estivesse com fome, já passava das onze da manha e ele não comera nada desde o dia anterior.

Vasculhou a cozinha em busca de algo para comer. Como era de se esperar na cozinha de um bom italiano, estava repleto de macarrão. Foi o que comeu.

Depois sentou para assistir um filme, obviamente que não tinha nenhum decente, mas acabou encontrando um que não parecia ser uma bomba glicêmica. Colocou o DVD, dando play no filme.

Pelo menos era comédia. Uma comédia romântica, mas ainda assim, comédia. Daquelas bem ridículas, nas quais o protagonista se ferra o filme inteiro.

Estava justamente gargalhando da personagem que chegara à uma festa fantasiada de coelhinha, porque não tinha sido avisada que a festa não ia mais ser à fantasia (3), quando foi surpreendido por Afrodite.

- Bridget Jones? – disse, sarcásticamente – Admite logo que gosta dos meus filmes!

O italiano nada disse, e o sueco soube que ele estava mal humorado. "Vai ver não conseguiu comer ninguém ontem à noite!". Avançou vacilante à caminho da saída.

- Aonde esteve até essa hora? – veio a pergunta direto. Sem voltas e sem nenhum tom doce. Veio rápida e amarga, como se de fato ele tivesse direito de saber.

- Não te interessa. – respondeu o pisciano, sorrindo.

- Como é que é, Afrodite? – vociferou ele. Pôs-se de pé rapidamente, contornando o sofá e indo para cima do sueco que mantinha a expressão calma.

- Você ouviu, querido. Não te interessa. – repetiu ele. E caiu na risada quando, nervoso, o outro puxara seu braço – Está achando que é meu dono?

Não se continha. Ria abertamente – Todo esse teatrinho só porque eu disse que estava apaixonado por você? Você é patético.

- Eu te fiz uma pergunta...

- E daí, porra? O que você quer ouvir? – disse, entredentes – Quer a verdade?

Silencio.

Afrodite aproximou-se ao corpo do italiano, sussurrando e degustando cada silaba que dizia – Eu estava na cama, transando ininterruptamente com um homem que me comeu tão gostoso, mas tão gostoso, que me fez gritar como uma cadela no cio.- colou a boca na orelha do canceriano, e perguntou - Era isso que você queria ouvir, Máscara?


N/A: Oi gente! *aparece*

(1) Desculpe não ter ido.

(2) Ah, entendi.

(3) Eu morro de vergonha pela Bridget nesta cena. Coitada dela! Quem ainda não assistiu, assista O Diário de Bridget Jones. É ótimo!

Desculpem pela ausência dos lemons neste capítulo, mas eu simplesmente não estava conseguindo escrever NADA. Ai tive que abrir mão do lemon MiloCamista que eu prometi. Desculpe mesmo.

Quero agradecer imensamente as reviews de vocês, fico feliz que estejam lendo.

E, deixem-me compartilhar um fato com vocês: Lá estava eu, feliz e contente lendo uma fic MiloCamista quando, nas notas da autora, ela vai dizendo que estava acompanhando o "traffic" da fic. Eu fiquei sem entender, mas logo depois saquei o que ela tinha dito. Corri pelo site e finalmente encontrei a página que controla isso. Levei um baque ao ver o número de gente que leu alguma das minhas fics só em janeiro deste ano. Gente, tinha até mesmo uma pessoa das Filipinas. \o/

E eu nem sei aonde ficam as Filipinas! =D

Passado o choque, enchi o saco de todos meus amigos que gostam de fics com isso. Ninguem aguenta mais me ouvir falar nisso. Mas fazer o que, estou feliz! Tem gente lendo fora do Brasil.

Então, vocês ai de fora, da Argentina, de Portugal, o cara (ou moça) das Filipinas...obrigada! E vocês aqui de dentro, Rio de janeiro, Paraíba, Acre(!)...obrigada!

Eu estou fazendo meu melhor, e espero que isso agrade vocês.

Lika Nightmare.

Ps: Ainda quero fazer um lemon MiloCamista. Siiim, eu quero! Siiiiiiim, eu posso!

Ps2: Arranjei um par pro Deba, porque né...tadinho, ficar sozinho não dá!

Ps3: Domingo eu fui fazer uma prova, e tava lá, sentadinha. E para o tempo passar rápido, comecei a desenhar no meu cartão de confirmação. ¬¬ Ficou completamente tomado por desenhos (tentativas fails de desenhar) do Afrodite-chibi. Ai depois desenhei o Mu dando um beijinho no rosto do Shaka. Ficou meio feinho, mas a cara da fiscal da minha sala, olhando pra mim, que olhava para o desenho com cara de apaixonada, foi impagavel!

Ps4: Minha fiscal era meio gaga. Me lembrava a Gaga de Ilhéus. E eu querendo rir e não podia...TENSO.

Ps5: O próximo capítulo deve sair no domingo.

Ps6: Aiiii amanha tenho que trabalhaar! Não quero não, alguém me salva!