Capitulo 8:

Vinte minutos depois que Grisson saiu o telefone tocou era o Ecklei:

- Catherine, precisamos do Grisson – falou Ecklei.

- Ele não está – falou Catherine estranhando

- Quando ele chegar peça para vir para o lab – respondeu Ecklei desligando o telefone

Catherine desligou o telefone e ficou pensando onde Grisson estaria. Poderia ser tanta coisa. Desde trânsito até traição. Por via das dúvidas Catherine ligou no celular de Gil, estava desligado. Depois de muito tentar desistiu, ela estava preocupada.

Depois de uma hora recebeu um telefonema:

- Grisson – atendeu Catherine

- Catherine, então quem está falando aqui é a Hatler – falou a outra voz – Eu sabia que Grisson não tem mais seus 30 anos, mas seu órgão funciona muito bem... – continuou Hatler

- O quê?

- É ele está deitado na minha cama, dormindo que nem um anjo – respondeu Hatler – Ele disse que me amava...

- Sua biscate, estou indo para aí! – falou Catherine desligando o celular.

As filhas de Catherine desceram para ver o que tinha acontecido.

- Lindsay a mamãe vai sair e não sei se demoro, mas você está no comando. Confio nas duas – Catherine pegou a chave do carro a saiu.

As filhas ficaram se entender nada.

Catherine foi para a casa de Hatler, quando chegou lá viu o carro de Grisson parado em frente a casa (que era mais parecida com um castelo). Nem tocou a campainha e Lady Hatler estava abrindo a porta.

- Olá – cumprimentou Hatler cínica

- Onde está meu marido? – perguntou Catherine chorando

- No meu quarto – falou Hatler pondo "lenha na fogueira" – Sobe as escadas, primeira porta a esquerda. – Catherine subiu correndo as escadas e quando entrou no quarto indicado viu Grisson deitado na cama de Hatler, suas roupas estavam no chão.

Catherine ficou chorando, Grisson acordou e tentou explicar, mas não deu certo.

Catherine pegou o celular e ligou para a Sara

- Stokes – atendeu Sara

- Sara, é a Cath. Minhas filhas podem dormir aí hoje? – perguntou Catherine chorosa

- Claro, o que houve? – perguntou Sara

- Depois eu conto, elas estão indo. – Catherine desligou a conversa com Sara e ligou para sua casa

Depois de dois toques Marggie atendeu o telefone

- Marggie. – atendeu

- Filha, vão para casa da tia Sara e durmam lá hoje. Só me obedeça. – ordenou Catherine

- Ok. Tchau – Marggie desligou o telefone.

Na casa da Catherine...

- Maninha, vamos para a casa da tia Sara – falou Marggie – era mamãe no telefone, ela não parecia bem.

- Olha, vamos obedecer a mamãe e depois perguntamos o que houve. Certo?

- Certo – respondeu Marggie – Vamos a pé ou de taxi?
- A pé. Estou sem mesada e você também.

Na casa de Hatler...

- Cath, olha eu... Eu... – começou Grisson a se explicar.

- ACABOU! – gritou Catherine

- Adoro ver o circo pegar fogo... – sussurrou Hatler da porta

- Cath eu te amo e... – continuou

- Claro, eu sou só um brinquedinho para você. Desde há 15 anos. – falou Catherine chorando.

- Não, não é verdade – Grisson tentou tocá-la, mas Catherine o empurrou.

- Você não me ama, nunca me amou e não vai ser hoje que vai amar. – falou Catherine saindo.

- Cath, podemos conversar sobre isso...

- Não volte para casa - falou Catherine.

Ela saiu da casa de Hatler e foi para o lab. Chegando lá encontrou Ecklei no corredor.

- Catherine, cadê o Grisson? – perguntou Ecklei irritado

Catherine foi para sua sala, lá se trancou e começou a chorar.