Não me matem, sim? Sei que fiquei muito tempo sem postar. Mas em recompensa trago uma boa (e uma má também xD) notícia para vocês, leitores. Qual vocês querem primeiro? Vou contar pela ordem... A boa é que escrevi vários capítulos dessa fic (ao qual tenho me dedicado muito nas últimas semanas) e a má que to sem net, logo as postagens... Mas se vale de consolo farei o possível para postar. Nem que vá à casa de fulaninho com meu infalível mp4. xD
E como to sem net meu tempo aqui é curto. Então, peço mil desculpas para as pessoas que mandaram reviews. Mas não tenho como responder agora. Vou me esforçar para fazê-lo no próximo capítulo. Fiquem a vontade para deixar...
Não vou me prolongar muito que acho que vocês já esperaram demais.
Paixões Proibidas
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Por Danii Malfoy
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Cap. 5 –Lucio Malfoy
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"Atiramos o
passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem
morto."
(
William Shakespeare )
Já era fim de tarde. O sol poente conferia a Malfoy Hall um brilho dourado esplendido, Gina estava à porta da mansão e admirava tudo a sua volta. Parecia ter saído de um conto de fadas medieval.
Ela riu do próprio pensamento e balançou a cabeça para espantar-lhes. Desde quando ficará tão romântica? Por Deus, devia ser a presença de Draco.
Gina retesou as feições. Não sabia o que fazer, estava perdida, e Draco não estava ajudando em nada quanto a isso.
Precisava entregar uma carta misteriosa de sua mãe nas mãos de um homem misterioso do qual ela nunca ouviu sua mãe dizer em vida. No entanto, enquanto a oportunidade não surgia, ela ia se apaixonando pelo filho dele que era tão ou mais misterioso que o pai...
Apaixonada? Gina repugnou esse pensamento. Mas depois atribui a palavra ao desejo que sentia por ele, afinal ele a provocava, e devia ser sincera, ele era muito bonito. Era natural que houvesse desejo, mas nada mais que isso. Ela encerrou a questão.
- Gina, já está aqui?
Blaise saia de dentro da casa com um tom de voz animada, como se os negócios tivessem sido produtivos.
Aos olhos da ruiva parecia isso. Mas qualquer um que conhecesse a amizade de Draco e Blaise um pouquinho mais, saberia que Blaise irradiava alegria pela vitoria pessoal que teve sobre seu oponente. E que vitoria.
Draco vinha atrás com um olhar impassível. E Gina o encarou. O sorriso espontâneo que dedicava a Blaise sumiu quando olhou para Draco.
Ela esperava que ele dissesse algo que tentasse impedir que ela fosse. Ou pelo menos demonstrar que estava sendo contrariado, mas suas feições estavam amenas e distantes.
Gina o encarou procurando naquele poço que era os olhos azuis de Draco algo, o que quer que fosse que a quisesse ali.
Mas não tinha, e ela teve que se convencer disso. Não fazia diferença para ele se ela ficava ou não.
Ao perceber que o silencio se instalara no local e os olhares entre Gina e Draco carregavam uma alta tensão que era quase palpáveis, Blaise decidiu se pronunciar.
- Gina, meu amor. Temos que ir – ele a olhou com carinho e ouviu Draco bufar – Daqui a pouco as estradas estarão escuras e quero muito está próximo da civilização quando isso acontecer.
Ela sorriu.
- Vamos então, não há nada que eu tenha que fazer aqui. Tchau Draco. – acenou para o loiro tentando fazer o gesto parecer casual e despreocupado – Obrigada por tudo. – acrescentou displicente.
- Draco – Blaise falou espalhafatoso e foi em direção ao amigo abraçando-o e acrescentou bem baixinho para que só ele ouvisse – Sabe, essa conta muitos pontos para mim. Você perdeu amigão. – Blaise empregava um tom vitorioso e esperava que isso fosse o fim da picada para Draco.
- Meu interesse nela era outro. – Draco respondeu no mesmo tom de sussurro.
- E eu bem sei qual é. Acredite, é o que torna tudo mais interessante.
Blaise o soltou e viu a confusão instalar-se no rosto do loiro.
- O que quer dizer?
Ele sorriu malicioso e lançou-lhe um olhar carregado, como se aquilo fosse bem óbvio.
- Faz parte do seu crescimento Draco – ele desceu o lance de escada e foi em direção a Gina que olhava toda a cena confusa – Você tem que descobrir sozinho.
Deu um ultimo olhar para o amigo e lhe acenou. Passou o braço pela cintura da ruiva e juntos rumaram para o carro de Blaise onde Fordingbride estava com os fones de ouvido e parecia viajar com o que ouvia. Pareceu a Gina que ele ficou ali sentado o dia todo. Esse pensamento a assustou.
- Fordingbride, vamos que o caminho é longo meu amigo.
O mordomo pareceu acordar de um transe e assentiu ligando o carro enquanto Blaise e Gina acomodavam-se no banco de trás.
O carro começou a andar pelo caminho de terra e Gina deu uma ultima olhada para a porta da mansão onde Draco não estava mais. Suspirou e olhou para frente a tempo de ver o carro passando o portão e deslizar pela estrada asfaltada.
Antes de rumarem para Londres passaram na pequeno hotel onde a ruiva se hospedara e pegaram seus pertences. Já no caminho para Londres ela tomou coragem de perguntar o que a sua curiosidade vinha instigando.
- E então Senhor "Sombra", você e o Draco são amigos há muito tempo?
- "Sombra"? – não havia duvidas para Blaise, apenas um olhar divertido, já conhecia bem aquele apelido – eu e Draco nos conhecemos na faculdade e que época aquela... Nossos diplomas de segunda e aventuras de primeira! Costumava passar o verão Em Malfoy Hall.
Gina sorriu tentando imaginar ambos na faculdade.
- Logo se vê que não mudaram muito.
- Depende do seu ponto de vista, sabe? Naquela época não tinha isso aqui. – Blaise apontou para um tufo de cabelos grisalhos que começavam a surgir em sua cabeça.
Ambos gargalharam.
- Bem, o meu amadurecimento não é só físico, hoje em dia dirijo varias empresas e sociedades que herdei do meu pai.
- Draco não?
Ele riu.
- Não que ele não tenha competência, e eu bem sei que tem, mas não é bem o mundo de Draco?
- Como assim? – a ruiva parecia confusa.
- Quando você nasce em uma família tão tradicional quanto a de Draco é natural que você siga os passos do seu pai, que seguiu o do pai dele, que foi seguindo assim... – ele colocava uma mão sobre a outra como se evidenciasse o fato – Mas quando temos um descendente como Draco a linhagem fica ameaçada.
- Um "boa vida"?
Ele gargalhou com o pergunta da ruiva.
- Não que ele não seja, mas não se trata só disso. O Draco é, por natureza, alguém livre e autentico. Ele não está pronto para andar por ai engravatado cumprindo uma agenda que não acaba nunca.
- Isso me parece alguém que não quer fazer porque sabe que alguém o fará.
- Pode até ser... Talvez Draco precise de um estimulo de realidade...
- Como assim? – ela o encarou confusa.
- O amor minha cara, muda toda a existência de um ser. E no momento Draco só sente amor por si mesmo. Mas creio que isso está para mudar... – a voz de Blaise saia profunda e distante, seu olhar estava vidrado a frente.
- Mudar... – ela repetiu incerta tentando entender o que ele queria dizer com isso – Você acha que ele está amando? – ela sorriu triunfante, como se tivesse matado a charada e olhou para Blaise que ainda olhava para frente.
Um sorriso passou pelos lábios do moreno que encarou a ruiva, causando até um sobressalto nela por mudança tão repentina.
- Você não?
Ela não entendeu a pergunta, como ele esperava que ela soubesse? Mal conhecia o loiro...
A ruiva desviou o rosto e fixou os olhos na estrada. Ficou um tempo em silencio tentando entender o que Blaise quis dizer. Até que, como um raio, veio o pensamento do que ela fora fazer ali. Com toda aquela conversa havia esquecido totalmente.
- E o pai de Draco? – ela tentou empregar um tom casual, mas continuava a olhar para as montanhas ao lado da estrada.
- Como? – ele não esperava a pergunta e olhou para a ruiva, não entendia o porquê daquela pergunta.
- Ele... Ele... Hum, não se incomoda com a omissão do filho?
- A família Malfoy é uma família de muita classe, Lucio Malfoy é um Lord, logo... Como todo o pai normal já perdeu a metade dos cabelos e pretende arrancar o resto até o final da vida pelo seu único filho.
Ela gargalhou.
- Imagino que sim...
- Lucio esperava que Draco já tivesse assumido os negócios da família. Mas de um certo modo creio que ele prefira assim. Dedica-se tanto ao trabalho que não deve saber fazer outra coisa.
- Ele é um homem muito ocupado?
- Bastante, particularmente eu acho que mais do que deveria. Lucio não sai de seu escritório em Half Moon Square.
A conversa fluía sem problemas. Blaise era espontâneo e divertido. Mal perceberá quando chegaram a Londres.
- Venha Gina, minha casa é por aqui.
A ruiva olhou para os lados, atônita não esperava que chegassem tão rápido e nem que fosse está tão escuro. Consultou o relógio de pulso, os ponteiros marcavam seis e meia.
- Acho melhor eu procurar um hotel, não acho que seja conveniente...
- Não seja boba Gina, durma aqui, amanha você procura um hotel. Você está na Europa, essas coisas são comuns.
Antes de sair do carro a ruiva avaliou as feições do moreno longamente. Ela tentava entender o que, exatamente, ele queria dizer com "coisas comuns".
- O que você quer dizer? – olhou-o com uma sobrancelha arqueada.
- Acredite Gina, agarrar mulheres que convido a passar a noite na minha casa como visita não é bem o que eu faço. – estendeu a mão para a ruiva que aceitou meio receosa - Não farei nada que você não queira. – acrescentou olhando-a de cima a baixo.
Ela já havia saído do carro, mas tentou puxar sua mão ao ouvir o comentário de Blaise.
- Relaxa, era só brincadeira. Se eu fosse fazer algo demais Draco jamais teria deixado você vir comigo.
- E como posso confiar em você?
- Minha cara, se fossemos esse tipo de homem, Draco teria o feito pessoalmente e não teria me entregue tal jóia.
Ela corou com o que o moreno disse. E ainda mais com a forma espontânea que ele dizia.
- Bem, está certo então...
Ele a conduziu até um píer. À medida que avançavam os passos da ruiva ficavam mais incertos e tensos.
- Erh... Onde mesmo estamos indo? – sua voz estava falha. Era audível sua aflição.
- A minha casa. – Blaise parecia alheio a confusão que transpassava a mente da ruiva.
- O-onde exatamente ela fica mesmo?
- Ali – ele apontou para a direção do mar.
Os passos da ruiva travaram bruscamente fazendo Blaise parar.
Ela olhou na direção que ele apontava, havia um pequeno porto de madeira com um iate atracado ao final.
- O que houve? – ele a encarou com seus olhos azuis.
- Você mora em um barco?
- Na maior parte do tempo, sim.
- Isso é considerado residência fixa?
- Não exatamente, para isso tenho um apartamento aqui em frente. Mas a graça está em não ser fixo, minha cara.
- Hum... entendi. Parece legal. – ela tentou soar despreocupada.
- É sim, retirando as marolas.
Eles voltaram a caminhar e fizeram todo o caminho do pequeno porto de madeira. Ao final havia uma pequena ponte que ligava o iate ao porto.
Era bonito, o branco do seu casco reluzia de tão bem polido que era. Ambos entraram e ela pode vislumbrar o interior do barco. A decoração era simples, até porque, imaginava a ruiva, que o balanço do mar não permitia algo mais trabalhado. Eles estavam em uma pequena sala onde dava acesso a uma cozinha e ao lado um banheiro.
Do outro lado da sala havia uma pequena escada.
- Venha. – Blaise a conduziu escada a cima.
Em cima havia um cubículo onde havia três portas.
- Banheiro – indicou a que ficava na lateral da escada, onde a ruiva deduzia ser exatamente em cima do banheiro de baixo – quartos – apontou o indicador e o médio, para as duas portas a frente – é quase uma mansão.
- Tendo em vista que é um barco... Hum, acho que sim.
- O seu é esse mocinha – apontou a porta que era bem em frente à escada – qualquer coisa grite que eu irei de imediato ao seu socorro – caminhou frente à outra porta – e caso tenha medo do escuro, farei o esforço de dormir agarradinho com você.
- Você é um amor Blaise. – Gina sorria para ele com ar de deboche.
- Bem, o banheiro, é esse aqui como disse, sinta-se a vontade para usá-lo.
Ele abriu a porta do quarto e entrou. Ela ainda ficou um tempo encarando o espaço vazio que antes Blaise ocupava. Se perguntava o que fazia ali. Só podia estar maluca em aceitar aquela situação.
Ela entrou no quarto que havia uma cama de solteiro, um armário embutido e uma mesa presa a parede.
Deitou na cama exausta e pensou sobre o que lhe acontecera desde que chegará a Londres. Nem parecia a mesma Virginia Weasley que administrava um pequeno rancho nos Estados Unidos. Tinha uma vida previsível e pacata. Mas desde que sua mãe morrerá e lhe deixará aquela estranha missão que tudo parecia ter se embolado em sua vida. Tudo parecia tão confuso e incerto...
A ruiva sentiu um aperto no coração. Parecia sentir que aquilo não acabaria bem, que algo de muito ruim estava para acontecer. Olhou para mesa onde estava sua bolsa e a carta de sua mãe.
Teve um impulso quase incontrolável de abrir aquela carta. Segurou-se, não deveria. Mas sabia que, mesmo nunca tendo ouvido falar de Lord Malfoy, aquela carta continha algo que com certeza mudaria sua vida.
Só não sabia o que. E esperava que não fosse tão ruim.
Com os pensamentos em torno disso a ruiva adormeceu. Parecia que só agora percebeu o quanto estava exausta e o quanto o dia fora longo.
- o –
Estava frente a uma imponente construção de vidros verde e mármores cinzento. Olhou até o alto do prédio, impressionada. Parecia uma criança que nunca virá um prédio com mais de dez andares.
Tratou de ajeitar-se. Passou a mão pelo cabelo nervosa. Encarou a porta de vidro verde do outro lado da rua, a sua frente. Respirou fundo, pressionando a carta que tinha em mãos lembrando-se das palavras de sua mãe. "Minha querida filha, um último pedido. Tente entregar está carta para mim".
A ruiva encheu-se de coragem e atravessou à pequena rua frente ao edifício. Entrou na recepção que era toda feita em mármore com detalhes em pisos verde e preto. Gina caminhou até o balcão da recepção onde uma mulher de nariz grande e boca espremida a olhou de cima a baixo.
- Empresas Malfoy, o que deseja?
A ruiva parou frente ao balcão e apoiou os braços nele. A recepcionista olhou o gesto da ruiva com certo desprezo.
- Quero falar com Lucio Malfoy.
Ela olhou longamente para a ruiva.
- Tem hora marcada?
- Não.
Gina a viu tentar segurar uma gargalhada mal contida. Pegou uma lixa de unha e olhou para a sua companheira no outro guichê.
- Quer ver Lucio Malfoy sem hora marcada Betty. O que faço com isso? – a companheira sorriu cúmplice e a paciência curta de Gina já estava se esgotando – O que quer com ele querida?
- Se eu tivesse que falar com você não procuraria por ele querida. – a voz de Gina quase cuspia veneno. A recepcionista a olhou surpresa.
Estava prestes a responder a altura. Mas respirou fundo e reformulou sua fala.
- Queridinha, Lucio Malfoy é dono de tudo isso aqui - - ela rodopiou o dedo para da ênfase ao que dizia – um homem muito ocupado – começou a lixar as unhas como se aquilo fosse mais importante que olhar para a ruiva – não se pode chegar aqui de uma hora para outra e querer falar com ele. Tem que marcar hora.
- Mas eu só preciso de um minuto.
Ela gargalhou.
- É o que todos dizem. Curioso, não?
Gina estava prestes a perder a paciência com aquela atendente, mas precisava se controlar, não deveria perder a cabeça.
Decidiu que ela nada poderia ajudar. Virou-se e pensava no que faria. Estava reclinada a ir embora quando ouviu vozes sobressaltadas descendo a escada de piso verde com corrimão prata que, Gina reparou, era o corpo de uma cobra e a cabeça era o entalhe final do corrimão.
- Você não pode vender assim. Precisa do meu consentimento. – a mulher que falava tinha um tom arrogante e estufava o peito como que para ressaltar sua importância.
- Seu consentimento é irrelevante. Preciso apenas que assine. – um homem descia ao seu lado. Sua voz soava fria e profunda.
A mulher parou a ponta do corrimão e o olhou com ódio.
- Quando me dará a importância que mereço?
Ele parou nos dois últimos degraus e a olhou de cima com ar superior.
- Quando você o merecer.
A ruiva olhou o homem que falava. Suas feições eram estranhamente familiares a ela. A julgar pelo modo que todos olhavam a cena seu coração disparou com a possível sorte que estava tendo.
A mulher bufou irritada.
- Por tudo que fiz por você, é muito mais que merecido. – virou-se – Não terá a minha assinatura Lucio, escreva isso. – e saiu batendo o salto firme no chão.
Ele suspirou e desceu os dois degraus. Parecia cansado e as rugas encobriam suas feições. Ainda sim seus cabelos loiros aguado não negava a ela quem ele era.
- Lord Malfoy? – ela pronunciou incerta, estava receosa que ele a tratasse da forma que tratou aquela mulher a pouco.
Ele virou para ela e a olhava esperando que falasse.
- Tenho uma carta para você.
- Carta? – ele estranhou, em geral a correspondência era deixada em sua mesa.
- Sim. Erh... desculpe, sou Virginia Weasley, vim dos Esta...
- Weasley? – a cor sumiu do seu rosto e a surpresa era evidente em seus olhos.
- Sim. – ela assentiu distraída – Vim lhe trazer esta carta. – ela estendeu a mão para ele mostrando um envelope.
Lucio ao olhar a letra e a assinatura no envelope ficou atônito.
- Você disse "Weasley"?
- Sim, talvez você tenha conhecido minha mãe. Molly Weasley.
- Nunca ouvi falar. – sua voz continha pânico, nem mesmo parecia o homem decidido de segundos atrás.
Sua afirmativa não convencera à ruiva. Ela arqueou a sobrancelha o olhando curiosa.
- Tem certeza? É bem estranho que não a conheça, ela lhe escreveu uma antes de morrer.
- Molly morreu? – ele estava chocado com a descoberta.
- Você a conheceu! – constatou após ouvi-lo dizer o nome da mãe. – O último pedido dela foi que recebesse esta carta.
- Você se enganou, nunca ouvi falar.
- Impossível, a carta esta claramente endereçada a você!
Porém Lucius Malfoy nem mesmo deu-se o trabalho de ouvi-la, virou-se e foi embora. Ela ficou ali, pasma com o que acabara de acontecer, vendo-o partir. Sua curiosidade em abrir aquela carta nunca fora tão grande como agora.
O que, de tão importante havia naquela carta? E por que Lucio não quis Lê-la? Por que fingiu não conhecer sua mãe, quando ficou bem claro que se conheciam?
Mil perguntas explodia na cabeça de Gina. E parecia haver somente uma forma de saná-las e estava bem na sua mão. Mas não era para ela. Era para Lord Lucio Malfoy. Sendo aquela a única forma Gina não viu outra opção. Ele leria aquela carta. Ela prometeu isso a si mesma.
Saiu das empresas Malfoy com a cabeça fervilhando. Seus pensamento viam em disparada. Não sabia o que pensar, nem mesmo o que fazer. Somente sabia que deveria ser feito.
xXx
Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo que não irá demorar tanto, pois já está feito.
Kissus!
