Paixões Proibidas
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Por Danii Malfoy
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Cap. 6 - Almoço a três
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"Um é pouco, dois é bom e três é demais" (Dito popular)
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Era dez da manha quando Gina saiu das Empresas Malfoy. A ruiva decidiu-se por voltar para o barco de Blaise e tomar um banho para esfriar a cabeça.
Ao chegar ao barco deparou-se com um boquêde flores sobre a mesa.
- O que é isso Fordingbride? – a ruiva perguntou para o mordomo que passava para a cozinha com algumas sacolas.
- Chegou agora pouco para você senhorita.
A ruiva que subia as escadas, despreocupada estancou no mesmo momento.
- Para mim?! – ela perguntou chocada. Avaliando a improbabilidade daquela situação.
- Sim senhorita. Tem até um cartão com seu nome.
A ruiva desceu as escadas que subira de um pulo só. Agachou-se ao lado da mesa e pegou o envelope que estava jogado no meio das flores com seu nome.
"Espero que tenha resolvido seus "negócios urgentes" e tenha tempo para uma conversa com um cavalheiro inglês. Estou esperando sua resposta. Draco Malfoy".
A ruiva sorriu com a ironia do loiro. Ela justificou a alegria que sentia por ter em Draco um vinculo com Lucio Malfoy. Não era nada mais que isso.
- Fordingbride, você tem o numero do Draco?
- Imaginei que fosse me pedir isso. Está ao lado do telefone em cima do sofá. – respondeu da cozinha.
Gina correu os olhos pelo estofado e viu um pequeno aparelho preto com um papelzinho ao lado.
Ela pegou e discou o numero que continha nele. À medida que chamava seu coração dava saltos. Imaginou que fosse cuspir o coração quando Draco atendesse.
Ouviu o telefone ser tirado do gancho. Antes que falassem ela se adiantou.
- D-draco? – sua voz saiu tremida, carregada de emoção.
- Gina? – Ela teve certeza que ele estava dando um de seus sorrisinhos de escárnio.
- Obrigada pelas flores. São lindas. Foi uma surpresa maravilhosa!
- Imaginei que não esperasse isso de um aristocrata, presunçoso e arrogante.
Ela gargalhou e Draco se sentiu um idiota por estar admirando-a e imaginando como ela estaria do outro lado da linha.
- Eu falei mesmo isso tudo? Já nem me lembrava...
- Me chamou de brutamonte também. – fingiu uma voz de ofendido.
- Em minha defesa devo dizer que você não foi um amor de pessoa.
- Lembro-me que te abracei.
A ruiva corou ao lembra-se do momento em que se conheceram e estiveram tão próximas. Ela ficou encabulada, abria e fechava a boca varias vezes procurando o que dizer.
- Como sabia que estaria aqui? – ela tentou mudar de assunto e esquecer as cenas que viam na sua mente.
- Há poucas coisas que eu não saiba ou não possa descobrir em Londres.
- Melhor eu vigiar meus passos então.
- Gina... Está livre amanha? – Draco perguntou sem rodeios.
A ruiva engoliu a seco. Tirou o fone do ouvido por um segundo e fechou os olhos. Sentiu se estômago apertar e seus batimentos cardíacos acelerarem mais do que já estavam. O que era aquilo? Sentia-se uma adolescente apaixonada... Respirou fundo e tentou manter o foco da questão.
Decidiu-se por aceitar não por um capricho pessoal personificado naquele loiro gostoso do outro lado da linha. Atribui o fato a missão que tinha, apenas isso.
- S-sim. – ela tentou empregar um tom de casualidade a voz e disfarçar o nervosismo que sentia.
- Amanha irei ao escritório. Poderíamos nos ver à tarde... – sugeriu.
A ruiva lembrou-se do que Blaise falará sobre Draco e as empresas de seu pai. Imaginou que motivo o levaria até lá. Não poderia ser ela o motivo, e a empresa só um pretexto.
- Claro. Seria ótimo.
- Ótimo. Quando chegar a Londres amanha te telefono.
- Sim.
Surpreendeu-se ao constatar que ele desligara sem se despedir dela. Olhou para o telefone, irritada como se a culpa fosse dele. Mas ela bem sabia que não era.
Desligou o telefone e percebeu que todo o tempo Draco não estava interessado nela e sim no que ela fora fazer ali. A invasão a Malfoy Hall realmente ficara na cabeça dele.
Após pensar no assunto por um tempo levantou determinada. Aquilo era um jogo de interesses, se ele tinha interesse em descobrir o que ela fora fazer lá, muito mais ela tinha na ajuda que ele poderia oferecer.
Aparentemente era um jogo de interesse. Mas ambos não se davam ao trabalho de pensar em algo mais. Assim seria até que tudo ficasse óbvio demais e absolutamente inegável.
- o –
"O último pedido dela foi que recebesse esta carta."
Lucio Malfoy fumava seu famoso charuto "n" (N/A: O nome não fui eu que inventei, foi minha prima, mas não sei por que gostei e decidi por.) e estava parado frente à grande janela de seu escritório.
Encarava o parque a que a vista de sua empresa tinha acesso. Porém não realmente via o parque, seu olhar focalizava-se apenas em uma pequena construção na praça, um gradeado circular de gesso com pilastras que mantinham o teto em forma de cúpula ¹. Seus pensamentos estavam distantes. Muito distantes... Perdidos em memórias do passado que o tempo não fora capaz de apagar e agora parecia mais vivo do que nunca com a chegada daquela carta.
"Lucio, por favor. Eu te amo tanto."
Chacoalhou a cabeça tentando esquecer-se daquelas memórias. Virou-se para seu escritório e voltou ao trabalho. Ocupava sua mente o máximo que podia com trabalho. Apenas para não se lembrar do que já o havia torturado por anos.
- o-
Draco encarava o mar a sua frente e tentava tomar coragem para fazer o que pretendia. Nem precisava pensar muito, Já se colocara em situações piores. Tinha apenas que manter seu porte de sempre com um descaramento mais natural possível.
Dessa vez aquilo parecia difícil. Mas era um jogo, e ele não iria perder. Sorriu maroto.
Andou pelo pequeno porto de madeira e pensou no que faria. Ao se aproximar de um iate branco reluzente ouviu as vozes em seu interior.
- Vocês fizeram mesmo isso? Mas como? Não é possível...
Ele ouviu uma gargalhada sobrepor-se a uma voz feminina um tanto esganiçada.
- E nem terminei a história ainda...
O loiro suspirou e entrou no recinto.
- Hoje o escritório estava impossível! Todos estavam em estado de choque...
O casal presente no local olhou a figura loira que surgira na sala, aturdidos. O olhar de Draco faiscava ao ver a proximidade do moreno a sua ruiva... Sua? Bem, atribui ao fato de tê-la conhecido primeiro.
Blaise e Gina pareciam incapazes de dizer algo. Ambos estavam de queixos caídos e extremamente surpresos.
O silencio parecia querer tomar a sala, no entanto Fordingbride que quase nunca falava se pronunciou surpreendendo a todos.
- Por que Senhor Draco? Aconteceu algo?
Draco, que não havia perdido o bom humor, respondeu alegre o mordomo.
- Eu trabalhei. É uma grande novidade. – somente o mordomo e ele riram.
Gina e Blaise ainda estavam pasmos.
- Desculpe o atraso. – ele disse aos dois.
- Não me lembro de tê-lo convidado Draco. – Blaise encontrara a voz e olhava o loiro inquisidor.
- Não? Mas aposto que era o que queria dizer. - sentou ao lado da ruiva e olhou o prato dela – Frango Blaise? Sabe que não gosto de frango...
- Sei bem. Mas quando não se convida a pessoa para o almoço não se preocupa com o que ela gosta ou desgosta.
- Você é um péssimo anfitrião – balançou a cabeça de um lado a outro fingindo decepção.
Gina olhava de um a outro, reparando cada movimento. Como se a qualquer momento eles fossem se atracar.
- Tomei a liberdade de preparar salmão para o senhor. – Fordingbride, que havia saído do recinto, voltou com um prato, talheres e uma taça na mão.
Todos o olharam surpreso. Nem mesmo Draco esperava isso. Blaise avaliou bem o mordomo, estava questionando se ele não havia combinado tudo com o loiro.
- Obrigado Fordingbride, sempre tão atencioso e prestativo. – ele ajudou o mordomo a por a louça sobre a mesa e admirou a bela posta de salmão a sua frente – Cuide bem dele Blaise. Não se encontra tão facilmente alguém tão competente como ele. – sorriu para o mordomo que saia da sala – Nossa! Mas este salmão parece delicioso.
- Parece mesmo. Fordingbride cozinha maravilhas. – a ruiva finalmente falara. Pretendia estabelecer a paz naquilo que parecia um campo de guerra pelos olhares fulminantes que o moreno lançava ao loiro.
Draco a encarou como se a tivesse vendo pela primeira vez. Estava linda. Os cabelos presos em um rabo de cavalo alto davam uma visibilidade minuciosa de seu rosto sorridente salpicado de sardas.
- Verdade. Olha que você nem provou a carne com molhe de açafrão. Não há melhor em todo o Reino Unido.
- Não fale isso próximo a ele. Vai ficar convencido e pedira logo um aumento de salário.
O moreno ao perceber que não havia jeito. Não havia como evitar aquela situação sem ser profundamente desagradável, decidiu entrar no clima da conversa.
- Então Gina, o que achou do barquinho dele? – Draco apontou com a mão que segurava o garfo para Blaise.
- Lindo! – ela respondeu animada.
- É um iate de luxo. – Blaise acrescentou mordaz a Draco que como se não bastasse tudo, ainda fazia pouco caso de seu barco.
- Parece até que anda fugido... – os olhos do loiro faiscavam de diversão. Provocar o moreno era essencial para ele.
- Pode parecer a você Draco. Mas é um modo de vida ao qual seu modo provinciano não se adaptaria. – ele sorriu para o loiro com desdém – Mas, para que não restem dúvidas – olhou galanteador para a ruiva – Hoje darei uma festa em minha casa. Considere-se intimada a ir Virginia Weasley. E Draco...
- Hum? – ele mastigava, mas fez gestos para que o moreno prosseguisse.
- Dessa vez você foi convidado. Pode aparecer se quiser.
- Uma festa de Blaise Zabini? Meu caro amigo? Não perderia por nada!
- Bem, Draco já deve ter companhia – ele dirigiu-se a ruiva.
- Na verdade não...
- E eu não. – Blaise o interrompeu antes que ele estragasse tudo – Você não fica com pena de mim? – ele fez um olhar triste e esperançoso para a ruiva.
A ruiva ficou encantada com o olhar do moreno, apesar de bem saber que companhias para ele não faltava.
- Bem... Não tenho o que vestir. – ela abaixara o olhar um tanto sem graça.
- Esse não é o problema minha cara, há um shopping atrás desse quarteirão de prédios. Tenho certeza que encontrará algo esplendido para vestir lá. Algo que se equipare a sua beleza.
A ruiva estava vermelha e continuava a encarar o prato e remexer na salada. Draco olhou de um para o outro. Blaise o encarou com um olhar triunfante.
No entanto Draco ainda não acabara. Ainda tinha mais uma grande jogada. E decidiu arriscá-la naquele momento.
- Tenho certeza que o Senhor Dalai Lama tem uma dúzia de companhias. Além do mais ele é o anfitrião. Estará muito ocupado recepcionado e atendendo a seus convidados.
- Na verdade... – o moreno começou.
- Você não quer ir comigo?
- Erh... – ela pensava no que diria. Draco percebendo a dúvida no semblante dela acrescentou com tom de casualidade.
- Soube que convenceu meu pai a ir à festa Blaise.
O moreno o olhou interrogativo. Não sabia bem onde Draco queria chegar com aquilo. No entanto Draco nem reparara. Procurava captar as reações da ruiva ao seu lado que parecia surpreendentemente mais interessada.
- Ninguém perde as minhas festas, caro Draco. – A voz dele estava carregada de orgulho.
- Tenho a certeza que sim. – ele sorriu para o amigo – Gina – olhou para ela galante – você irá comigo, sim?
- Claro. – sorriu.
Blaise mostrara total descontentamento com a situação. No entanto a ruiva nem mesmo parecia se importar com o fato.
Quando o olhar do loiro cruzou com o do moreno havia um divertido deboche nele. O moreno o olhava com profundo ódio.
- Blaise, você não acha que tem dias que nada da certo? – empregava um tom de casualidade na voz, mas sorria em escárnio para o amigo.
A ruiva olhou para Draco de estanque. Bem sabia que o loiro estava provocando o moreno. Pensou ter cometido uma injustiça ao aceitar o convite de Draco e não o de Blaise.
Mas era necessário. Apenas por isso.
Blaise começou a sorrir. O sorriso foi aumentando e surgiu uma gargalhada descontraída surpreendendo os outros dois que olhavam aturdidos a cena.
- Tem plena certeza disso – ele finalmente respondeu a pergunta do amigo ao conseguir controlar o riso – Mas como recompensa a dias que as coisas dão infinitamente certas – respirou fundo – e acho que hoje é um desses dias. – ele deliciou-se com o semblante de dúvida do loiro. – Boa sorte, Draco. – elevou a taça para um brinde.
- Saúde, meu caro amigo.
Draco correspondeu ao brinde. Mas pensava o que o moreno quis supor com isso. A ruiva olhava o loiro com certo rancor. Será que ele só a convidara para mostrar a Blaise que era capaz? Boba ela de ter aceitado o seu convite. Mas o que faria se precisava dele?
O almoço transcorrera normalmente com algumas alfinetas dos dois homens. Gina por sua vez procurava ficar neutra.
- Tenho que ir. – olhou no relógio. – ainda volto na empresa hoje. Foi um prazer almoçar com vocês. – ele sorriu irônico. – Te pego as oito Gina?
- Claro, mas não estarei aqui. Vou estar em um dos hotéis daqui em frente – Blaise a olhou surpreso. Seu olhar carregava um pouco de tristeza. Talvez decepção.
Ela procurou não se importar com isso.
- Qual deles? – o loiro já havia levantado e ajeitava o terno para partir.
- Há poucas coisas que você não saiba ou não possa descobrir em Londres Draco Malfoy. – sorriu travessa – procure!
Ele sorriu. Ela em si já era um desafio para ele. Mas seu modo de temperar, mas toda a situação o deixava cada vez mais instigado de querer mais.
- Você aprende rápido! Merece um bônus. Espere-o no seu hotel.
Sem dizer mais nada ele saiu e deixou a ruiva com um misto de curiosidade e medo sobre o que poderia ser esse bônus.
- Vamos tomar uma taça de champanhe lá fora antes que você deixe a minha humilde residência?
Ela sentiu-se com a consciência pesada por aceitar ir com o loiro e não com ele. Por isso decidiu aceitar o convite.
Sentaram-se do lado de fora do iate. Na parte traseira onde havia um grande puff bege rodeado de uma bancada de madeira. Sentou-se sobre o puff e o moreno ficara encostado em um das grades do iate. Ambos observavam Fordingbride servir as taças e retirar-se deixando o combo de gelo com a garrafa.
Ela tomou um gole de sua taça e começaram a conversar sobre banalidades. À medida que a conversa se alongava percebia que suas feições afogueavam, Já bebera três taças e ainda nem era noite.
O moreno parecia alheio ao seu pensamento. E já enchia seu copo novamente.
- Não, obrigada. – ela pôs a mão próxima ao copo em sinal de negação.
- Só mais um pouco minha cara. – ele continuou a despejar o liquido espumante em seu copo. – Mas um copo e estará me contando todos os seus segredos.
Ela deu uma gargalhada descontraída e um tanto alta. Típica reação de quem esta perdendo controle sobre os sentidos.
- Não há muito que dizer. Sou uma mulher normal.
- Toda mulher esconde seus segredos e encantos. Vejo que não está fora desse senso. – ele a olhava pela borda da taça profundamente.
Ela estava alegre demais para se sentir acuada por aquela demonstração.
- Não acha que contaríamos só com algumas doses de álcool né? Seria muito fácil.
- Verdade. Mas sempre há um pouco de persuasão no meio. – sorriu em escárnio.
- Bastante persuasão. – ela provocava.
- Hum... Por que veio a Londres? Desconfio ser um de seus segredos.
- Nada tão mirabolante quanto possa supor – ela remexia na borda da taça sobre a bancada. – vim para atender um último pedido de minha mãe. - Largou-se no puff e ficou admirando o céu azulado sobre si. – Não ache que seja algo surpreendente.
- É verdade. – ele estava absorto em seus pensamentos sobre sua recente descoberta. Sua mente maquinava a procura de explicações.
- Draco tem um apartamento aqui? – ela levantou o braço e fez um circulo com o dedo.
- Sim, naquele prédio ali. – ele apontou para uma construção que ficava frente ao iate.
- Oh! Perto... – o prédio estava bem próximo. Ao atravessar o porto era do outro lado da rua.
- É sim. – ele nem mesmo se deu ao trabalho de olhar. Fazia pouco caso.
- É estranha a freqüência com que Draco aparece em nossas conversas. – ele bebeu um gole de seu champanhe – não importa que assunto converse, mais cedo ou mais tarde pararemos nele.
Ficara um tanto sem graça. No entanto decidiu dar continuidade a sua pesquisa de campo.
- O pai dele deve estar desapontado por Draco ser tão livre quanto diz.
- Sim está.
- Ele nunca teve filhos?
- Quem? Draco? – ele gargalhou como se acabasse de ouvir que vacas voassem – Draco jamais confiou em uma mulher o suficiente para isso. Ele espera uma mulher fria e calculista, como ele.
Enquanto Blaise tomava o champanhe ela analisa-lhe as feições.
- Draco é, no mínimo, uma pessoa curiosa.
- É sim. Mas devo lhe avisar, tome cuidado. – ele encarou o rosto da ruiva retesado de dúvida – Draco é como um pássaro, qualquer movimento em falso ele voa e não volta mais. Tenha cautela.
- Por que você está me dizendo isso?
- Julgo que você vá precisar.
Blaise terminou de beber o conteúdo da taça e a ruiva imitou o gesto.
- Obrigada, ainda que ache que não precise. – ela olhou no seu relógio de pulso – A conversa está muito agradável Blaise, mas tenho que ir. Vou procurar um hotel e depois um vestido. – sorriu besta do próprio comentário.
- Claro. – ele beijou-lhe a face – Até a noite Virginia.
- Até.
Ela sorriu e fez um leve aceno com a cabeça. Entrou na cabine para pegar suas coisas no quarto, no entanto já estavam no sofá guardadas e bem postas.
- Obrigado Fordingbride. – gritou sabendo que o mordomo estava em alguma parte do iate e a ouvira.
Antes de sair ela se despediu mais uma vez de Blaise e, logo após, rumou para o porto.
Blaise observava a cena atentamente. Quando viu a ruiva tomar distância suficiente chamou seu mordomo que atendeu prontamente.
- Ligue para o numero pessoal de Lucio. Diga-lhe que quero falar urgente.
Ele assentiu e se retirou para fazer-lhe o que foi pedido. O moreno encheu o copo de champanha mais uma vez e bebeu olhando para o mar perdido em seus pensamentos.
xXx
¹ Uma observaçãozinha básica aqui, não sei se todos perceberam ou só alguns, a praça que o Lucio estava olhando é a mesma que o Draco levou a Gina no capítulo três após saírem do restaurante. Alguém percebeu? ;x
Agradeço a todos que leram. Infelizmente continuo sem tempo de responder as reviews detalhadamente. Peço mil desculpas por isso! Lydhyamsf e Helena Malfoy gostei muito da reviews de vocês e espero que continuem acompanhando a fic.
Kissus!
