Beeem, eu sei que demorei, mas como já expliquei no capitulo anterior, o que me falta é internet. (Sou uma excluida digitalmente T.T). Mas acho que essa situação (finalmente) se normalizará em março.A fic já esta bem adiantada no meu PC. Esse deve ser o capitlo que indica a metade da fic, e tenho mais quatro capitulos arquivados. Ou seja, estamos chegando ao fim! \o/
Sem mais delongas, vamos a fic...
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Paixões Proibidas
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Por Danii Malfoy
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Cap. 7 – Passado encara o presente
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"Coisas que eu sei eu adivinho sem ninguém ter me contado [...] Coisas que eu sei, o medo mora perto das idéias loucas"
(Danni Carlos)
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Ela chegará ao hotel e estava impaciente com a demora para separarem seu quarto.
- Senhor, eu já não fiz o pedido, por que a demora? – ela dedilhava o balcão nervosa.
- Sim senhorita, queira me desculpar. Mas em cinco minutos será providenciada a sua chave. Tivemos uma... anh... Pequena falha no sistema. – ele parecia nervoso e enxugava o rosto molhado de suor com uma flanela. Que na verdade deveria ser para limpar o balcão.
- Cinco minutos mesmo? – ela ergueu a sobrancelha desconfiada.
- Contados no relógio. – ele apontou para o relógio de parede atrás dele – então, de uma voltinha pelo saguão, olhe aquelas lojinhas ali – ele apontou para três lojas que ficavam na outra extremidade do saguão. – e em cinco minutos volte aqui. Acredite pontualidade inglesa.
- Tudo bem então.
Ela caminhou para as lojas e decidiu por entrar em uma que bomboniere.
O atendente suspirou de alívio. Assim que a viu tomar distância suficiente pegou o telefone e discou para um número.
- Alô.
- Sim?
- Liguei como pediu. Virginia Molly Weasley. Quarto 417.
- Ótimo!
E a pessoa do outro lado desligou.
- Espero que ganhe um aumento por isso... – o atende suspirou cansado.
A ruiva voltou satisfeita com a compra de uma caixa de bombons que vinha degustando pelo caminho e parou frente ao atendente mais bem humorada.
- E então?
- O sistema já voltou e aqui está a chave do seu quarto. – entregou-lhe a chave enquanto ajeitava o pequeno chapéu azul celeste com a outra.
Gina em um ato infantil limpou a mão na blusa e pegou a chave.
- Obrigada.
- Vai precisar de carregador Senhorita Weasley? – evitou transparecer o desprezo pelo ato de Gina.
- Não obrigada!
Ela sorriu abrindo mais um bombom.
Chegou ao quarto e despejou a bagagem em cima da cama junto à caixa de bombons. Deliciou-se com o cheiro fresco e limpo do recinto.
Decidiu-se por tomar um banho.
- o –
Ela saiu do banheiro cantando e dançando enrolada na toalha. Estava incrivelmente animada e não sabia exatamente por que. Terminou seu show caindo na cama com um sorriso besta.
No entanto ela sentiu algo embaixo de si. Levantou abrupta e observou com estranheza uma caixa branca com uma fita dourada envolta. Junto da embalagem havia um pequeno envelope preto. A ruiva abriu e dentro havia um bilhete.
A ruiva mal acreditava no que lia. Como cabia tanto ego em uma só pessoa?
"O vestido foi escolhido à altura da dama que o usará. Que deverá estar à altura de seu acompanhante aristocrata. Não agradeça, fiz por mim. Draco Malfoy."
A ruiva desfez o laço e destampou a caixa. Abriu o embrulho de papel seda e admirou o vestido que estava cuidadosamente posto no interior. Estava apenas um pouco amassado por ela ter caído sobre ele.
O vestido era azul escuro e parecia ser grosso e líquido, mas ao toque era leve e maleável. Tinha pontos mais escuros dando a impressão de estar molhado e amassado. Ele era tomara que caia e modelava os seios de modo a ressaltá-los. Havia um pequeno enfeite brilhoso abaixo do seio. Após o pendente o vestido ia ficando gradativamente mais volumoso e terminava no meio das coxas. Leve e confortável.
Olhou dentro da caixa e havia uma bolsa da cor do vestido, luvas e uma sandália azul e prata. A ruiva adorou o vestido. Perguntou-se se foi escolhido por ele.
Recolocou-o na caixa e fechou deixando-a em cima da cama. Deitou ao lado da caixa com um sorriso bobo no rosto.
Draco Malfoy era incrível e sabia muito bem agradar uma mulher, em todos os aspectos. A ruiva gargalhou com o pensamento. A convivência com os ingleses estava povoando seus pensamentos de maneira indecente.
- o –
Draco engoliu a seco. Viu a descer as escadas do hotel. Seu mundo pareceu parar e tudo envolta ficar preto e branco. Apenas aquela mulher que sorria para ele tinha cor. A cor de seu vestido azul. A cor de sua pele alva. E finalmente, o vermelho intenso de seus cabelos.
Gina parou frente a ele sorridente e esperou algum comentário, que não veio. Um pouco desapontada ela se pronunciou então.
- Estou à altura de uma aristocrata Draco?
- Nem mesmo o rei da Inglaterra esta a sua altura. – ele engoliu a seco procurando se concentrar. Passou as mãos pelo cabelo em sinal evidente de nervoso.
- Imagino então que você não esteja nessa escala – ela sorriu.
Ele segurou seu queixo fazendo-a encará-lo.
- Como imaginei, o vestido realça o brilho de seus olhos. Está perfeita. – ele segurou sua mão e faz rodar olhando-a de cima a baixo.
- Obrigada – sorriu enquanto sentia o rosto esquentar - Terá que deixar que eu pague por ele. – ela o encarou séria.
- Não pode aceitar um presente?
- Pensei que fosse apenas para eu parecer uma companhia descente.
- Era só pra não se acostumar aos presentes.
- Que seja. Mas não posso aceitar. Mal o conheço.
- Não vou suborná-la por isso.
- Pensei que estivesse tentando me agradar para descobrir o por que da minha misteriosa vinda a Inglaterra.
- Também pensei que fosse...
A ruiva que sorria do próprio comentário extremamente direto parou abruptamente. O encarou não entendendo seu comentário. No entanto ele estava com o olhar perdido em um ponto qualquer atrás dela.
- Draco?
Ele pareceu acordar de seus devaneios e encarou Gina que o olhava preocupada.
- Não adianta reclamar. Já foi pago e não aceitarei seu dinheiro.
- Sendo assim... – ela deu de ombros – quem o escolheu?
Draco segurou a mão dela e começou a caminhar até a entrada do hotel onde seu carro o esperava.
- Alguém... – respondeu vago enquanto abriu a porta e indicou que ela entrasse, ela apenas encarou-o. – Não vou segurar a porta a noite toda Gina.
Ela cruzou os braços e fingiu observar as estrelas.
- O céu está tão lindo hoje, né?
- Virginia! – ele respirou fundo.
- Sim? – ela sorriu cínica pra ele.
- Fui eu que comprei. Esta bom?
- Obrigada! – ela beijou um lado da face de Draco e o abraçou.
Ele estava com uma colônia incrível. E era tão bom abraçá-lo, recostou a cabeça na curva de seu pescoço e ficou ali aspirando seu perfume. Ele enlaçou a sua cintura e ficou mexendo em seu cabelo. Ambos fecharam os olhos e ficaram ali por um tempo que eles não sabiam determinar quanto.
- Desculpe senhor. Seu pai acabou de ligar perguntando se você já estava chegando à festa.
Ambos pareceram acordar de um transe. Draco soltou-a e ela sentiu o frio da noite. Parecia desprotegida agora.
Ela entrou no carro enquanto esperou Draco terminar de conversar com o motorista para que fossem logo.
Ele entrou em silêncio e assim permaneceram até chegar a casa de Blaise. Ela não queria falar, estava irritada demais. E Draco parecia absorto em seus próprios pensamentos.
- Chegamos Senhor. – o motorista avisou.
Ele saiu do carro e segurou a mão da ruiva para que ela também saísse.
Ao sair o colo dela ficou exposto para Draco que só então reparara em um acessório que não entendeu como havia passado despercebido.
Ele a puxou e segurou o pequeno pendente que usava preso a uma corrente prata.
- O que é isso? – ele perguntou avaliando-o para ter certeza.
- Um pendente? – ela comentou o óbvio.
- Onde conseguiu? – ele parecia irritado prestes a puxá-lo do pescoço da ruiva.
- É da minha mãe. – ela puxou o cordão tirando-o da mão de Draco antes que ele a enforcasse.
- Claro que não!
- Como assim, "claro que não"? – ela perguntou com deboche e já um pouco irritada. Onde ele queria chegar com aquela conversa. – Era... Era muito especial pra ela. Sempre a vi com ele.
- É idêntico ao sinete da minha família! – Ele puxou-a pelo braço até frente ao carro e mostrou para ela a frente do mesmo.
Ela agachou e analisou um pequeno enfeito próximo ao capô do carro. Foi com assombro que ela percebeu que a cobra enrolada com a cabeça levantada e a boca aberta de olhar ameaçador era idêntica ao que usava no pescoço.
Ela pegou o pendente e colocou-o ao lado do enfeite. Tirando apenas o detalhe que o do carro era bem maior, de resto eram idênticos. A ruiva mal estava acreditando.
- M-mas é da minha mãe. – ela parecia confusa.
- Você tem certeza?
- Tenho sim! – ela levantou e o encarou – Não roubei da sua casa se é o que possa estar supondo.
- Nem mesmo cogitei essa hipótese. Está na minha família há anos. Mas a última mulher que usou foi a minha avó. Depois dela nunca mais foi visto.
- Mãe do seu pai? – ele estranhou a pergunta.
- Sim. Avó paterna.
Gina estava atônita. Seu cérebro trabalhava a mil. Diversas hipóteses passavam por sua cabeça. Para Draco ela parecia longe. Antes que perguntasse o que estava acontecendo. Blaise os interceptou.
- Draco! Virginia! – Blaise abraçou os dois – vamos, entrem! Não querem perder toda a festa não é? A comida está ótima.
- Ótimo, porque estou morrendo de fome! – Gina riu do próprio comentário tentando afastar do pensamento a última descoberta que fizera.
- Venha minha cara! – ele passou a mão pelos ombros dela e a encaminhou para dentro.
Ela olhou para trás e viu que Draco não os seguiam. Estava parado com as mãos no bolso da calça e encarava a frente do carro. Com certeza estava a formular hipóteses sobre o porque a ruiva tinha aquele pendente tão pessoal de sua família.
Gina suspirou. Nem mesmo ela sabia porque. Mas tinha a certeza que não descobriria sozinha. Talvez fosse melhor abrir o jogo com Draco. Decidiu que era o que faria assim que pudesse. Talvez os dois juntos conseguissem algo.
- o –
- Como cabe tanta comida em um corpo tão magro?
A ruiva assustou-se e quase deixará o prato que segurava cair. Draco chegou por trás dela e falou bem contra a seu pescoço fazendo seus pelos arrepiarem.
- Que susto!
Ela observou-o sentar-se ao seu lado no puff enquanto ela continuava a comer.
- Você não cansa? – Draco observava surpreso ela continuar a comer.
- Não. E além do mais... – bebeu o conteúdo de uma taça que trazia consigo - assim o champanha não sobe.
- Que pena. – le fingiu desapontamento. Ela sorriu.
- Você é muito convencido para dividir o crédito de me seduzir com um ou dois copos de champanha. Seu ego não suportaria isso.
- Tem razão. – aproximou-se lentamente.
Ela parou de sorrir e encarou os lábios de Draco que estavam cada vez mais próximos.
- Acho melhor eu ficar de pé enquanto ainda consigo. – ela levantou-se rindo.
- Chega de comer e beber então – ele levantou e retirou a taça e o prato das mãos dela.
Ela apenas o encarava risonha enquanto o via apoiar o louça em uma mesa. E logo após entregou-lhe a bolsa que ela havia deixado em cima do puff.
- O que vamos fazer agora?
- Que tal dançarmos?
Ele pegou-a pela mão e conduziu-a para o meio do salão onde alguns casais dançavam uma melodia lenta e romântica.
Draco passou a mão pela cintura da ruiva e a puxou, colando seu corpo ao dela. A ruiva, apesar de um pouco embaraçada, colocou a mão no ombro dele e deixou-se ser conduzida por ele.
A melodia da música os embalava. O balanço de ambos os corpos fazia a ruiva sentir-se flutuar. Esqueceu-se das pessoas envolta. Parecia ter ali somente os dois.
Ela apoiou a cabeça no peito de Draco e se sentiu protegida ali. Nem mesmo parecia existir perigo quando estava com ele. Sentia como se pisasse em nuvens.
Ela respirava no pescoço dele. O ar quente que saía de suas narinas arrepiavam-no. Lentamente ele começou a acariciar as costas dela. Subindo e descendo por toda a extensão do seu tronco. Eriçando todos os pelos do corpo dela.
Ela levantou a cabeça e o encarou. O hálito quente dele batia em seus rosto. Ambos se encaravam em um incrível magnetismo. Os dois se aproximavam mais e mais.
Gina remexeu a mão no ombro do loiro. Batendo com a bolsa em seu rosto quebrando todo o clímax.
Ela sorriu sem graça por sua total falta de tato. No entanto, Draco não perdeu a expectativa. Sorriu galante e em um passo hábil e de exímio dançarino inclinou-a.
A ruiva sentiu-se dobrar e ao virar o rosto estava encarando uma mesa.
- Ponha a bolsa ai. – o loiro indicou com a cabeça enquanto a encarava. Estava irresistível, vermelha ressaltando suas sardas, sorridente e encarava-o de baixo.
Ele queria muito beijá-la.
- Sim senhor. – Largou a bolsa sobre a mesa. E Draco rapidamente a pôs em pé novamente.
Ele pôs as duas mãos em sua cintura. E ela pôs as duas em seu rosto, acariciava-o pronta a tocar seus lábios, mas parecia sofrer uma guerra interior. Aproxima e depois recuava. Ele pôs uma mão em sua nunca, sob os cabelos vermelhos e ficou acariciando-a. Gina soltou um pequeno gemido de prazer com a carícia.
- Eu quero muito beijá-la ruiva – ela o ouviu sussurrar em seu pescoço e passar os lábios pela região acabando com toda a sanidade que ela ainda tinha.
- O que está esperando?
Ele a encarou. Segurou os cabelos de sua nuca. Enquanto a outra mão ainda estava em sua cintura. Ele aproximou seus lábios do dela. Roçava lentamente seus lábios ao dela. Gina estava prestes a explodir e ele nem ao menos havia a beijado ainda.
- o –
- Blaise! – Blaise acordou de seu transe. Estava distraindo observando os casais dançando. Um em especial, é verdade.
- Hãm? – ele encarou o homem que o chamava – Oh! Lúcio!
Ele cumprimentou um homem de longos cabelos loiros, quase brancos.
- Bonita festa – Blaise riu concordando com a cabeça – onde está Draco?
O moreno nem ao menos teve tempo de pensar. Ao ser indagado automaticamente voltou seus olhos para o espaço que ele olhava antes da chegada de Lúcio.
Lucio Malfoy seguiu seu olhar e viu Draco a dançar com aquela moça que fora no seu escritório mais cedo. Como podia aquilo estar acontecendo?
Pelo olhar de Lúcio que faiscava, Blaise afastou-se. Fingindo ir cumprimentar outros convidados.
Lucio observava o casal quase se beijando. Irritou-se profundamente. Não agüentaria ver aquela cena.
A passos largos aproximou-se do par que nem ao menos notara a sua aproximação.
- Draco!
O momento foi imediatamente quebrado. Com um balde de água fria os dois foram trazidos de volta a realidade. Gina estava profundamente aturdida, com todo aquela dança esquecerá totalmente do que fora fazer ali.
- Pai! Deixe-me te apresentar – ele sorria e não sentia o clima pesado entre o pai e a ruiva – Virginia Weasley. – ele afastou-se dela, apenas mantendo a mão em sua cintura.
Aproximou-se do pai conduzindo-a consigo.
Gina apenas olhava para Lucio ainda sem saber o que fazer. Não esperava que encontrasse-o naquela situação.
- Como conhece essa moça? – a voz de Lúcio era mordaz. Nem se importou com algumas pessoas envolta que pararam de dançar e observavam a cena atentamente. – Não sei que tipo de chantagem ela lhe fez. Mas livre-se dela!
- Chantagem? – Draco perguntou não entendendo nada.
Blaise que estava próximo ao pressentir o desentendimento aproximou-se.
- O que quer ela diga é mentira! – ele parecia nervoso e prestes a perder o controle. Tirou até mesmo a gravata borboleta de seu smoking. Algo que ele jamais faria em publico – é uma chantagista!
- O que disse? – Draco estava atordoado, olhava do pai para Gina sem entender nada. Lúcio estava cada vez mais nervoso e ela parecia em transe.
- Estive com ela hoje de manha. É uma chantagista!
- Lorde Malfoy, posso explicar... – Gina finalmente recuperara a voz e estava tensa.
- Vocês se conhecem? – Draco perguntou o que já estava óbvio aquela altura. No entanto ele queria entender como. - Conhece meu pai? – ele segurou a ruiva pelos braços. – Explique-se!
- Esta me machucando! – ela falou pausadamente tentando manter a calma.
- Fale de uma vez! – ele a segurou com certa violência.
- Esta me machucando! – ela tentou se soltar no entanto Draco não parecia disposto a isso.
Mas Blaise segurou seus braços. Ele olhou o amigo só agora vendo-o. O moreno fez sinal para que o amigo a soltasse e foi o que ele fez.
- Tire-a da minha frente Draco! – Lucio fechou os olhos e parecia se controlar para não gritar. – Agora! Falou entre dentes.
- Ouça, só quero entregar...
No entanto Lorde Malfoy já havia se virado e ido embora. Draco foi atrás dele, tentando alcançá-lo. Gina ficou parada estática. Blaise sentindo toda a tensão dela. Apesar de não saber o que acontecia, abraçou-a e fez sinal para que Fordingbride normalizasse a festa.
- Calma Virginia, vai ficar tudo bem. – ele afagava a cabeça dela, acalmando-a.
Gina estava com a cabeça enterrada no peito de Blaise e não percebeu que o loiro voltou tão nervoso quanto o pai saiu.
- Quem é você? – ele puxou o braço da ruiva fazendo-a encará-lo – O que quer aqui?
- Acalme-se Draco. – Blaise pôs-se ao lado de Gina.
- E você, o que sabe sobre isso? Está junto com ela? Também está chantageando meu pai? – ele estava fora de controle e suas palavras a feriram.
- Eu não chantageie ninguém!
- Ah é? Não é o que parece! O colar, como conseguiu? Foi com isso que chantageou meu pai? – ele cuspia as palavras e pouco se importava que estava quase gritando e todos em volta olhavam a cena.
- Eu não chantageei ninguém! – ela gritou soltando seu braço da mão de Draco e sentiu seus olhos enchendo-se de lágrimas. – Por que não acredita mim? O que houve com você?
Ela pediu licença a Blaise e saiu do salão antes que começasse a chorar na frente de todos.
Lúcio Malfoy que estava no jardim viu-a sair da casa de Blaise e correr por todo o gramado. Viu Draco sair logo atrás. Parou na porta para ver onde a ruiva estava, antes que ele chegasse ao filho ele localizou-a correndo e viu-o correr seguindo-a.
Blaise apareceu na porta a tempo de ver os dois sumindo por entre as arvores ao final do jardim.
Ele respirou fundo e remexeu os cabelos. Viu Lucio parado a porta e aproximou-se dele que tinha o olhar perdido por onde o casal havia sumido.
- Que tal me explicar o que está acontecendo aqui? - inclinou a cabeça para ele.
Ele olhou Blaise. Respirou fundo e voltou a encarar o gramado.
- Longa história Blaise, longa história...
xXx
Agradeço a todos que mandaram reviews. Ainda estou sem tempos de responde-las. Me desculpe sim? Espero que continuem acompanhando a fic e perdoem esse meu momento atrapalhado.
kissus!
