É, talvez eu tenha demorado um "Pouquinho" pra aparecer por aqui de novo. Mas estava sem imaginação nenhuma e não queria escrever de qualquer jeito, por isso a demora, mas pelo menos fiz do jeito certo. ^^Espero que gostem, foi dificil voltar a escrever.
Paixões Proibidas
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Por Danii Malfoy
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Cap. 10 - Pedidos aos avessos
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"O não de uma mulher tem tantos significados que, por serem enigmáticos, levam o homem da dúvida à loucura."
(Desconhecido)
Ela acariciava seus cabelos loiros. Com a iluminação dos últimos resquícios de dia ele podia vê-la encarando sorridente. Abraçou-a mais apertado como se pudesse prolongar esse momento por toda a eternidade.
- Como foi? – ela perguntou após longos minutos de silêncio.
- Tentei conversar com ele sobre você – ele sabia que ela perguntava sobre sua conversa com seu pai – Sobre sua mãe... Ele não ouve, mal fala comigo. Não o reconheço.
Gina apoiou a cabeça em seu ombro e ele pôs o queixo na ponta de sua cabeça.
- Seu pai esteve na força aérea, né?
Ele estranhou a pergunta, mas murmurou em concordância.
- Durante a guerra? – ela acrescentou.
- Sim, por quê?
Ela o encarou e sorriu travessa enquanto passeava com dedo indicador pelo peito do loiro.
- Acho que tenho algumas respostas para nossas perguntas.
- É? – ele ajeitou-se na cama.
- Sim.
Então Gina contou a ele tudo que a duquesa de Agryll lhe confidenciou essa tarde. Tentando lembrar com exatidão da entonação e sentido das palavras.
- Minha mãe como cantora, dá pra imaginar? – ela finalizou a narrativa o encarando sorridente.
- O amor faz as mulheres agir estranhamente.
- Só as mulheres? – ela arqueou uma sobrancelha.
- Não consigo imaginar meu pai tendo sentimentos românticos. – Gina percebeu que não havia machismo em sua fala. Ele estava tão surpreso em descobrir que o pai amou alguém quanto ela estava em saber que sua mãe amou outro que não fosse seu pai.
- Não me sinto a vontade com isso! – ele juntou as sobrancelhas não entendendo do que ela falava exatamente – Pensei que conhecesse meus pais. Agora descubro que eles não são o que aparentaram ser por todos esses anos. Onde eu fico nisso tudo?
Ele ergueu o queixo dela e beijou-lhe suavemente.
- No seu lugar – ele apoiou a cabeça dela em seu peito de novo – eu te invejo, sabia?
- Por quê? – Sua voz tinha uma leve entonação.
- Quando fala de sua mãe. – a voz dele estava profunda e Gina pode sentir que ele divagava em suas lembranças de criança – nunca entendi o que havia de errado com meus pais. Acho que não havia muito amor – acariciou os cabelos da ruiva ficou alguns segundos em silêncio – Nem um amor às vezes – acrescentou e suspirou em desabafo.
- Sempre soube que meus pais me amavam – ela viu-se lembrando também de sua infância no rancho de seus pais – É o que quero para meus filhos. Mas sem mentiras.
Ambos ficaram em silêncio por alguns minutos pensando no passado e divagando sobre o futuro. Por fim Gina se levantou. Enrolando-se em um lençol.
- Vou pedir algo para comer. – saltou da cama e pegou o telefone em cima da mesa discando para a recepção.
- A dispensa do meu hotel vai à bancarrota se continuarmos hospedando você.
Ela riu do comentário.
- Está me dispensando?
- Talvez se não tiver um hotel para se hospedar possa ficar na minha casa. – ele levantou e pegou o roupão que estava pendurado na cabeceira da cama.
- Minha mãe sempre brincava comigo por conta do meu apetite. – desconversou sem graça.
- Foi um modo arrevesado para pedir que fique comigo. – ele parou a sua frente.
Ela agradeceu aos céus pelo recepcionista ter atendido antes que ela tivesse que dizer algo. Enquanto falava ao telefone ela via os olhos de Draco fixo nos seus. Ele estava com um olhar de cachorro abandonado ou era mera impressão?
Ainda que tenha tentado prolongar ao máximo, foi com grande desespero que ela viu sua ligação ter fim.
- Gina, sei que não foi muito romântico, mas é a primeira vez que peço alguém em casamento. – logo que falou ele se arrependeu.
Não que não fosse o que queria. E nem ele mesmo poderia definir o quanto queria. Mas no exato momento que ouviu as palavras sair de sua boca e o desespero que tomou conta dela, ele teve certeza que não era o momento.
- Tem certeza? – ela gaguejou as palavras dando um passo para trás.
- Claro que sim! – deu um passo a frente e segurou suas mãos com medo que ela fugisse.
- Como? – ela quase gritou e sorria de puro nervosismo – Você nem...
- Gina! Esperei muito tempo para encontrar o que a maioria leva anos procurando – segurou seu rosto com as duas mãos obrigando-a que o encarasse – Não vou deixar essa oportunidade passar...
- Mas nós nem nos conhecemos!
- Isso quer dizer que você não aceita? – suas mãos afrouxaram do rosto dela e caíram ao lado de seu corpo.
- Não! Quer dizer sim... – ela balançou a cabeça confusa não sabendo o que estava falando. – É complicado!
- Estou apaixonado por você e quero me casar. O que há de complicado nisso?
Não que tudo aquilo não há estivesse deixando com aquele frio na barriga, ou com o coração a mil, ou até mesmo com uma vontade louca de gritar ao mundo o quanto a vida é bela.
No entanto, ela tinha de ser racional. Não poderia se deixar levar por um pedido tão precipitado. Apesar de seu coração querer acreditar que aquilo era real, sua mente direcionava-a para o lado lógico. Onde pedidos de casamentos após alguns dias de convívio não aconteciam.
Tudo é possível!
- Não! – gritou tentando abafar aquela faísca romântica que se entranhava em sua alma. – Draco, não brinque comigo, por favor! – ela sentia as lágrimas brotarem em seus olhos.
- Por que você não me leva a serio? – afastou-se dela tentando controlar o ímpeto de beijá-la – Por que você me trata como uma piada? – passou as mãos pelos cabelos loiros nervoso.
- Isso não é verdade! – passou as costas da mão direita pelos olhos tentando evitar que as lágrimas rolassem.
- Não é? Me prova então, aceite meu pedido. – ele andava pelo quarto incapaz de aquietar-se em um canto.
- Não é assim tão fácil Draco.
- Somos só eu e você, dá pra ser mais simples que isso?
- É por isso que não da pra te levar a sério! – parou em frente a ele fazendo com que ele também parasse – Pra você tudo é fácil demais, simples demais. Talvez no seu mundo seja Draco, mas no meu não é! Desculpa se eu vivo na vida real com problemas reais. As coisas na minha vida não acontecem em um estalar de dedo – ela gesticulava enquanto falava aumentando cada vez mais o tom de voz – Você se quer pensou em quanta coisa vai mudar em sua vida a partir disso? Olha – passou as mãos pelo rosto e cruzou os braços em seguida não sabendo exatamente o que fazer com eles – eu não tenho vocação pra Julieta e amores impossíveis.
- Essa é sua ultima palavra? – avaliou todo o discurso dela como uma negativa.
- Me da um tempo e se de um tempo, ok? – ela sentou na cama encarando o chão.
Draco não falou mais nada. Antes que Gina reunisse coragem suficiente para olhá-lo ouviu a porta bater. Quando levantou o rosto viu-se sozinha no quarto. Analisou por um tempo a porta por onde Draco passará. Como se a qualquer momento ele fosse voltar e dizer que foi tudo uma brincadeira.
Mas que loucura toda era aquela? Sua vida em Londres estava mais agitada do que fora a vida toda nos Estados Unidos. Até mesmo sua mãe e seu pai, agora sabia, viveram momentos intensos ali.
Suspirou exausta e jogou-se na cama. Definitivamente ela tinha que repensar em sua vida.
- o –
- Senhor Malfoy, temos um problema. – um senhor de palito vermelho acompanhava os passos apressados de Draco que acabara de sair do elevador.
- Depois Burton. – abriu a porta e saiu antes que pudesse se disser algo mais.
Há passadas largas e rápidas chegou ao barco de Blaise em questão de segundos. No píer constatou a luz acesa e a música que vinha do interior do barco, Blaise estava por lá.
- Baby let's cruise away from here…¹ - cantarolava Blaise enquanto balançava-se ao ritmo da música.
- Zabini. – Draco adentrou no recinto interrompendo os acordes do moreno.
Blaise parou a meio passo com a perna esquerda no ar e os braços levantados. Surpreendeu-se com a aparição de Draco. Ajeitou-se e o encarou avaliando suas feições. Seus olhos cinza estavam avermelhados em volta, os lábios crispados e os cabelos desarrumados. Ao descer o olhar não conteve arregalar os olhos.
- Hum... Devo considerar isso uma visita íntima? – Draco seguiu o olhar de Blaise e só então percebeu que saíra do quarto com o roupão do hotel.
- Não enche Blaise!
- Hum... Entendo, você chega praticamente sem roupa na minha casa interrompendo meu canto – viu Draco andar até o pequeno aparelho de rádio que estava em cima do sofá – e ainda meche em meus pertences e eu que estou enchendo? – inclinou levemente a cabeça – Oh! Devo rever meus hábitos disciplinares.
- Ela não me quer – Caiu pesadamente no sofá irritado com seu desabafo.
- Gina o dispensou? – andou até a janela para olhar a varanda do quarto em que a ruiva esta hospedada.
A mente de Blaise ficou alerta rapidamente. Seus olhos faiscaram em atenção.
- Ela não podia ter feito isso – passou as mãos pelo cabelo nervoso – não se dispensa Draco Malfoy.
- E por que exatamente ela dispensou Draco Malfoy? – cruzou os braços e apoiou-se na mesa ainda encarando o loiro.
Draco ficou em silêncio. Blaise entendeu que ele não saberia responder. Suspirou e decidiu ir com calma.
- Lembro-me de ter visto vocês muito bem hoje de manhã? O que mudou em doze horas?
- Pedi ela em casamento. – apoiou os braços no joelho e abaixou a cabeça encarando o chão.
- Você o que?! – o moreno não conseguiu disfarçar a surpresa na voz. De tudo que poderia ter imaginado, nem de longe tinha a ver com pedidos de casamento.
- Exatamente o que você ouviu.
- Desculpe, mas já é surpreendente se considerarmos o pouco tempo que se conhecem. E ainda vindo de você é simplesmente chocante.
- Droga Blaise! Por que ela não aceitou? – levantou de um salto e foi até a janela.
- E quem sou eu para entender a cabeça das mulheres? – abriu os braços dramatizando a sua fala – Mas eu tenho um palpite, sabe? Ela mora em outro continente. Aceitar casar com você representa abrir mão de toda uma vida. Não é algo que se decida assim em um piscar de olhos. – ele sentou no sofá – Ela veio aqui entregar uma carta e acabou arrumando um marido! Não é algo que se acostuma assim.
Os olhos de Draco estavam injetados. Parecia que só então a ficha caiu. Agora entendia exatamente o que Gina quis dizer. Ela não havia lhe dito não. Pediu apenas um tempo para pensar.
- Onde você vai Fordingbride? – Draco ouviu o amigo perguntar e levantou a cabeça observando Fordingbride a porta.
- Estou em meu horário de folga senhor. Vou dar uma volta. – respondeu pomposo.
- Não estou querendo controlar a sua vida – suspirou – só é estranho tendo em vista que você nunca sai.
- Antes não havia motivo. – poderia ser apenas impressão ou loucura da cabeça do loiro, mas podia jurar que aquela fala era para ele.
- Tudo bem então. - O moreno arqueou a sobrancelha desconfiado, porém nada comentou.
Fordingbride saiu da embarcação e caminhou pela noite assoviando baixo. Sentia o vento frio bater em seu rosto e sorriu. Observou o céu estrelado enquanto caminhava pelas ruas aparentemente sem rumo, mas sabia bem onde ia.
Chegou ao hotel e pediu para ao recepcionista para falar com o quarto da Senhorita Weasley. Após fazer o primeiro contato o recepcionista passou para ele.
- Oi? - - ouviu a voz da jovem do outro lado da linha com certa desconfiança – Fordingbride, aconteceu alguma coisa?
- Podemos conversar?
- Claro, desço em um minuto.
- Claro senhorita, estarei esperando. – entregou-o ao recepcionista e rumou para a sala de espera do hotel.
Folheava uma revista desinteressado. Não demorou muito e sentiu alguém sentar o seu lado. Olhou e viu Gina encarando-o receosa. Calmamente fechou a revista e apoiou em seu colo sem deixar de encará-la.
- Foi por medo do senhor Malfoy, medo do pai dele ou medo de si mesmo que não aceitou o seu pedido?
Gina arregalou os olhos, abriu e fechou a boca varias vezes, não sabia o que dizer. Não passava pela sua cabeça que Fordingbride tivesse conhecimento dessa história. Será que Draco havia programado tudo?
- C-como você sab-be disso?
- Meros detalhes – seu olhar continuava gravado nos olhos dela e sua expressão se mantinha séria, aliás, avaliando bem nunca vira Fordingbride mudar a expressão – Agora, me diga por que não aceitou o pedido dele.
- Não creio que ele tenha falado sério – abaixou a cabeça encarando o chão, remexia os pés e as mãos incomodada.
- Trabalho pra família do senhor Zabini há anos. Acompanho a amizade de Blaise e Draco há muitos tempo, sei de muitas coisas que eles aprontaram – pegou as mãos dela e a virou um pouco fazendo-a ficar de frente pra ele – vi muitas mulheres passarem pela vida dos dois, mas nenhuma deixou Draco tão vulnerável e Blaise tão obcecado.
Ela o encarou entranhando seu comentário.
- Se ele a pediu em casamento, não duvide que seja verdade, ele não iria querer assumir um compromisso se não estivesse certo de que era com a mulher minimamente perfeita a seus olhos.
- E você acha que ele vê isso em mim? – sua voz tremia de emoção.
- Ele vê, ouve e sente isso em você.
- Então você acha que eu deveria ter aceitado – mordeu o lábio inferior tentando controlar o impulso de gritar de tão agitada que estava – É isso que veio me dizer?
- Não exatamente... Vim lhe dizer que Draco está com o roupão do seu quarto e sem ele você não poderá tomar banho. - Olhou-a sugestivo e Gina mal acreditou quando o viu sorrir.
- Ele levou o meu roupão? Onde ele está? – ela o encarou cúmplice.
- No barco do senhor Zabini.
- Ele realmente saiu por ai com um roupão?
Fordingbride concordou com a cabeça. Ela assentiu, levantou-se e pôs a andar. Quando saiu do hotel começou a correr de tão grande que era a sua ansiedade.
Logo chegou ao mini porto onde o barco de Blaise estava atracado. Pulou dentro do barco ignorando a pequena distância que as ondas haviam causado.
Seguiu as vozes e estancou ao ver Draco sentado. Ele realmente estava de roupão... e com os cabelos loiros bagunçados.... e com o olhar de cachorro abandonado.
E incrivelmente lindo assim.
- Gina? – ela piscou algumas vezes e só depois percebeu que Draco a chamara.
- D-draco - Sentiu suas pernas tremerem ao constatar a intensidade do olhar do loiro sobre si.
- E Blaise – o moreno sorriu não compartilhando da tensão do ambiente.
- O que você faz aqui? – Draco ignorou o comentário de Blaise e continuou a encarar Gina de um modo que lhe gelava a espinha.
- Sabe, eu pensei sobre o que você disse e o que eu disse, e...
- E? – ele levantou e cruzou os braços, não queria parecer ansioso, mas a presença de Gina ali que até agora não se manifestara de forma concreta o estava deixando impaciente.
- Case-se comigo Draco Malfoy. – ela expressou convicta – Anh... Nunca fiz isso antes, e não estava nos meus planos fazer, mas...
- O que você disse? – foi Blaise que perguntou, Draco estava de olhos arregalados incapaz de expressar qualquer palavra.
Gina olhou para Blaise, parecendo só então se dar conta da presença do moreno no local.
- Erh... Oi Blaise. – ela acenou um pouco sem graça e ainda mais sem graça ao constatar que estava a um metro e meio do moreno – Você poderia ser o padrinho, sabe. – balançou o corpo nervosa, não sabendo bem o que dizer.
- E quem disse que eu aceitei? – Draco parecia ter recuperado a fala e aos poucos tentava recuperar a consciência.
- Draco... – Blaise alertou.
Gina ficou alguns segundos assimilando o que ouvira e pesava os pós e os contras do que poderia fazer a seguir.
- Você não quer? – ela aproximou-se dele desafiando-o com o olhar.
- O que você acha? – ele arqueou uma sobrancelha respondendo a altura o olhar de Gina.
- Eu acho que você quer, mas é orgulhoso demais para admitir levar um fora e ser pedido em casamento por uma mulher no mesmo dia.
- É muita informação não acha? – ele deu um passo à frente ficando próxima dela.
- Eu acho que você estar doido pra dizer que sim e me beijar. – ela deu mais um passo acabando com a distância entre os dois.
- É você quem está dizendo – Draco controlou o impulso de beijá-la, mas não pode evitar encarar seus lábios que tremiam ligeiramente. Sinal de que ela não estava tão confiante como procurava demonstrar em palavras.
Ela procurou algo a dizer, mas nada de coerente lhe vinha a mente. A proximidade de Draco a perturbava mais que nunca. Selou seus lábios com dele acabando com a distância entre eles.
- Apesar de ninguém ter esperado a resposta, eu aceito sim ser o padrinho. – Blaise falou inutilmente.
Percebeu que o mundo poderia estar pegando fogo que naquele momento nenhum dois dos perceberia. Ele bem sabia. Suspirou e saiu sorrateiramente do barco procurando um certo mordomo que deveria ter muito a ver com o que acabou de presenciar.
xXx
¹ Baby, vamos cruzar o mar para longe daqui
Loh Malfoy: Espero que goste desse também e desculpe a demora. ^^'
Drik Phelton: Deve ter sido decepcionante a demora, mas não desiste não! Juro que vou tentar atualizar mais rápido. Ele ´fiel a Lucius sim, mas acima de tudo é fiel aos seus próprios principios, ele não se deixaria dominar pelo Lucius assim. Agora o que são os principios dele... Bem, já são outros quinhentos. Bem, o segredo está mais próximo do fim do que se imagina. O Problema é que tem mais coisa escondida ai do que parece ter. ;x
Denii Brandon Malfoy: Eu também me amarro na Alice. ^^ Mas infelizmente ainda não tive oportunidade de ler além do crepúsculo. Demorei mais que nunca, mas juro que vou tentar postar mais rapido! ^^
Gaabii: Olaa! Que bom que gostou, espero que goste desse também. =) É, realmente tem algo de obscuro... Quer saber o que é?? Leia a fic então! rsrsrs Aos poucos está saindo a verdade...
Aos que leram e não deixaram reviews, meu sinceros agradecimentos por lerem o que esta louca aqui escreve e espero que continuem acompanhando a fic. ^^
kissus!
