Olha ai gente mais um capítulo!! Dessa vez nem demorei muito a postar... Gostei de escrever esse capítulo. Mas não sei se todos vão gostar de ler. Esse capítulo diz muito sobre a Narcisa, e acredito eu, que nessa fic ela despertou certa empatia dos leitores. Hum... Mas gosto dela, ela tem potencial. Se formos pensar bem, os vilões das histórias românticas são os mais próximos da realidade do ser humano. Bem, espero que gostem. Prometo postar o próximo capítulo o mais breve possível.

Obs.: Usei o "Black" ao invés de "Malfoy" porque refere-se ao tempo dela solteira.


Paixões Proibidas

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Por Danii Malfoy

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Cap. 13 - Narcisa Black

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"Quem trama desventuras para os outros estende armadilhas a si mesmo."

(Esopo)

- Senhora Malfoy, vou anunciá-la. O senhor Malfoy em um min...

- Não se faz necessário! – Narcisa cortou o discurso ensaiado de boa secretária. Passou direto pela mesa da jovem e rumou para o escritório.

- Senhora, espere o senhor Malfoy não gosta de ser interrompido. - A jovem corria atrás de Narcisa com dificuldade, pois seu salto fino e a saia social apertada dificultavam o processo.

O que incrivelmente não parecia atrapalhar a outra, que apesar de uma roupa similar não via dificuldade alguma.

- Não me diga o que fazer – Narcisa virou de súbito – Eu sou a senhora de tudo isso e entro e saio à hora que bem entender. – A jovem parou a alguns passos e encolheu-se estarrecida – Agora se quiser manter seu emprego meta-se no que é de sua jurisdição.

- Desculpe senhora Malfoy – abaixou a cabeça envergonhada.

- E antes que eu me esqueça, ser elegante é mais do que uma vestimenta adequada – olhou-a de cima a baixo – Se já mal sabe andar de salto, por Deus não se arrisque a correr.

Sem mais nada a dizer virou e abriu a porta do escritório da presidência.

Lucio Malfoy que analisava uns papéis olhou Narcisa irromper na sua sala como um furacão.

- Espero que não tenha pisado na minha secretária para entrar desse jeito em meu escritório.

- Oras... – revirou os olhos.

- Draco sai correndo sem nada a dizer, você entra em minha sala desse jeito... Começo a me questionar se tenho uma família ou uma prole de animais.

- Sempre tão animador – riu em escárnio e fechou a porta trás de si.

- O que nem se faz necessário, afinal você sempre tão bem humorada – ironizou e voltou a folhear os papéis.

- Lúcio... – ela apoiou sua bolsa sobre os papéis que ele olhava propositalmente.

- Se não foi para tratar de algum evento social que veio até aqui creio que já saiba da novidade. – ele a encarou irritado.

- Você me conhece tão bem. – debochou.

- Imagino que de alguma forma misteriosamente inexplicável a notícia tenha chegado às damas da alta sociedade inglesa e você veio até aqui com alguma linha de raciocínio destorcida que me ponha como culpado da situação.

- Sua perpiscacia sempre me atraiu querido. – Sentou a sua frente e simulou um tom carinhoso.

- E sua forma venenosa de observar isso sempre me enjoou querida – puxou os papéis debaixo da bolsa dela.

- Seu elogio me comove.

- Fale de uma vez Narcisa, comece seu discurso de como eu eduquei mal o nosso filho.

- Estou curiosa... De que novidade exatamente você está falando? – sorriu cínica.

- Sejamos objetivos Narcisa, você veio aqui falar sobre o casamento de Draco. – respondeu com pouca paciência.

- Oh! Lúcio, você realmente devia agradecer por eu ser uma esposa tão dedicada e atenciosa. De outro modo, você estaria perdido alheio de tudo nesse seu mundinho de negócios.

Ela continuava a sorrir, e de alguma forma aquele sorriso não indicava coisa boa para Lúcio.

- O que exatamente você quer dizer? – Largou os papéis e a encarou.

- Isso realmente importa pra você, esqueceu até da "papelada importante" – fazia uma imitação besta de Lúcio quanto aos seus papéis,

- Você realmente parece mais bem humorada hoje – ele a encarou desconfiado – O que aconteceu?

- Não haverá mais casamento! – disse por fim.

- C-como assim? Mas o Draco acabou de sair daqui... – sua voz foi morrendo aos poucos. Agora entendia o que fizera Draco sair correndo daquele jeito. – O que você fez exatamente? – ele aproximou-se da mesa encarando bem aqueles olhos audaciosos.

- Ora querido, eu não fiz nada. – pegou os papéis que Lúcio largará sobre a mesa e fingiu ler interessada. – Foi você!

- Eu? Não seja tão venenosa Narcisa, estava há minutos antes parabenizando Draco pela união... - Encarou a esposa que parecia ler os papéis interessada. – Largue esses papéis e me responda. – ele puxos os mesmos amassando-os totalmente.

- Isso não foi nada cortes – ela balançou a cabeça de um lado a outro em negação – Era só para te mostrar o quanto isso aborrece.

- Narcisa! – acertou a mesa irritado.

- Sim? – ela olhava envolta.

Lúcio respirou fundo e controlou o ímpeto de esganá-la. Até que lhe ocorreu que tinha perguntas a fazer.

- A propósito Narcisa, me responda uma pergunta?

- Se estiver ao meu alcance. – ela sorriu solícita.

- Você sabia que Arthur Weasley não tinha morrido naquele ataque aos flancos inimigos?

A cor pareceu sumir de seu rosto, ela que até então dominava a conversa, sentiu o controle escapar de suas mãos.

- Por que me pergunta isso? – ela disfarçava o desconforto.

- Responda de uma vez! Você sabia? – Era uma pergunta retórica já que para Lúcio a forma como ela correspondia a sua indagação já lhe respondia tudo. – Por que não me contou?

- Não preciso me justificar depois de todo esse tempo. – recompôs-se e voltou-se a sua postura fria e altiva de sempre.

- Você sabia! – esbravejou indignado – Todo esse tempo você sabia que Arthur Weasley não tinha morrido. – levantou indignado, incapaz de continuar encarando Narcisa.

- Ah! – estalou os lábios – Isso não muda o fato que a Molly te deixou.

Ele respirou fundo. Estava tentando se controlar, não perder a cabeça.

- Por que nunca me disse que ele estava vivo? – ele tentou forçar os pensamentos.

- Ele podia morrer a qualquer momento. Estava muito mal.

- E o que importa?

Ela arqueou a sobrancelha como se a resposta fosse obvia. Mal acreditava que Lúcio estava em dúvida quanto a isso.

- E isso não parece óbvio? – a pergunta era retórica. – Não podia me arriscar, um golpe direto seria bem mais seguro.

- Pra quem? – ele virou para encará-la novamente – para mim? – ele sentou novamente - Eu sofri tanto. E você deixou... – balançava negativamente olhando para a mesa – Tudo o que precisava dizer... – a frase morreu a meio caminho, ele não sabia exatamente o que dizer.

Como um raio o pensamento lhe ocorreu de súbito.

- Molly sabia que eu procurei por ela? – ele a encarou só agora tendo noção da verdade. – Ela deixou um recado, não?

Ele aproximou-se dela, que deu um passo pra trás incerta do que poderia acontecer. Encarava-o estática.

- Não deixou Narcisa? – segurou os braços dela impaciente.

Ela riu sem humor. Seu casamento nunca fora o conto de fadas inglês. Lúcio não a amava. E cada vez mais perdia qualquer afeto por ela. Riu sem humor. De fato não tinha nada a perder...

- Flash Back –

Ascendeu a luz ao lado esquerdo da porta e fitou a casa em completo silêncio. Apoiou sobre a, mesa do hall de entrada seus pertences. Olhou-se no espelho. Estava pálida, com leves bolsas arroxeadas sob os olhos. Noites mal dormidas, trabalho em excesso. Quando isso acabaria? Quando ela poderia ser feliz ao lado do homem que amava?

Olhou para as cartas em sua mão com completo desanimo. Em tempos como aquele ninguém gostava de ler cartas. Nunca se sabia quando elas viriam com más notícias.

Rumou para a sala lendo os destinatários das cartas. Em sua a maioria para Molly, muitas pessoas escreviam para ela ao verem suas pequenas apresentações.

Molly... Molly... Conta... Molly... Conta... Molly... Mo- espere! Conhecia aquela letra. Franziu as sobrancelhas em desconfiança. Virou o envelope para ver o destinatário. Seu coração pareceu para quando leu naquela grafia tão familiar o nome que não sai de seus pensamentos Lúcio Edmundo Malfoy.

Sem controlar seu ímpeto abriu o envelope rapidamente. E pôs-se a ler a carta rapidamente. Seus olhos passavam por cada linha. Cada vez mais horrorizada com o que lia. Mal acreditando leu-o novamente.

"Querida Molly, estou de volta a Inglaterra e em Londres, por algum tempo. A Guerra por vezes no faz pensar o quanto o amanhã é incerto, não estou sendo dramático como eu sei que você está pensando (sorrindo descrente e balançando a cabeça, agora mais ainda por eu adivinhar isso). Sei que pareço exagerado, mas eu vejo a guerra de perto, é curioso dizer isso, mas apesar da incerteza do amanha, ela nos da certeza do que queremos hoje. E o que eu quero hoje é você. E se houver uma maneira de acreditar nisto para o futuro, eu vou acreditar. Sempre e sempre. Não me julgue piegas, mas é assim que me sinto. Talvez você tenha despertado o lado mais provinciano que há em mim, ao qual eu nem mesmo tinha conhecimento. Você me faz uma pessoa melhor, me faz acreditar no amanha e querer que ele exista, mas somente ao seu lado. Por favor, Molly, terça-feira, me encontre no mesmo lugar de sempre. Tenho uma pergunta importante para fazer. Eu te amo muito, e amanha mais ainda. Lúcio."

Ela mal podia acreditar no que lia. Se não reconhecesse tão bem a caligrafia de Lúcio diria até mesmo que foi escrito por outro. Ela pensava que fosse uma aventura passageira, que logo iria recobrar o juízo. Mas não era. Ou pelo menos a guerra o fazia acreditar que não.

Gruniu incapaz de controlar o ódio que lhe possuía agora. Não podia perder Lúcio, não quando sempre fizera tanto para tê-lo. Não quando sabia que o amava. Que só seria feliz ao seu lado. E sabia que assim seria pra ele também. Eram iguais em diversos aspectos, tinham as mesmas origens. O casamento entre eles era mais que previsto.

Lúcio não podia estragar tudo por uma paixonite americana de cabelos ruivos. Não mesmo. Será que ele não via a descomunal diferença entre ele e Molly?

Por Deus! Ela era viúva! De certo que toda a família Malfoy entraria em choque pela notícia. Ela não podia deixar que isso acontecesse. Se Lúcio não estava sendo racional, ela seria por eles.

Ela o amava certo? Tinha que querer o bem dele. E o bem dele não era ao lado de uma atriz americana. Sabia que isso não daria certo. Pelo bem dele, de sua família e de seu coração, Narcisa escondeu o bilhete sob as vestes pesadas que usava.

- Está tudo bem?

Narcisa virou de súbito para a voz. Era Molly que acabará de chegar e olhava-a receosa.

- S-sim.

- Me pareceu que você estava gritando lá de fora.

- Não foi nada. Só um mal entendido familiar. – apontou para o envelope de Lúcio em suas mãos, mas logo tratou de esconder antes que a outra pudesse realmente reconhecê-lo – Mas em breve será resolvido.

A ruiva sorriu por ela. Mas logo sua expressão ficou séria de novo. A outra a encarou desconfiada. Molly era sempre tão radiante e cheia de vida, agora parecia aflita.

- O que houve?

- É o Arthur. Ele está vivo. – despejou de uma só vez. Precisava falar isso há alguém. – Já está na Inglaterra.

- Que boa notícia Molly! – sorriu – Você deve estar felicíssima!

- Disseram que ele está muito ferido – seus olhos encheram-se de lágrimas – Pode morrer. Preciso ficar com ele! – enxugou os olhos com o dorso da mão.

- Claro. Claro. – Narcisa disse absolutamente certa disso – Posso ajudar de algum modo? – aproximou-se da outra segurando sua mão.

- Preciso falar com Lúcio, mas não sei onde está.

Narcisa controlou a empatia que sentiu ao comentário da outra.

- O importante é estar com seu marido – deu uma leve entonação a palavra, que a outra provavelmente não percebera – Ele precisa de você.

- Claro, mas não posso ir sem explicar ao Lúcio. Se eu ao menos soubesse como encontrá-lo – controlou o ímpeto de chorar.

Era uma ótima notícia que Arthur ainda estivesse vivo. Mas isso descartava Lúcio de sua vida. Sentia-se culpada por imaginar, ainda que por um segundo, que seria melhor que Arthur não voltasse. Era horrível pensar deste modo, mas era inevitável. Talvez, ela tenha se precipitado demais em envolver-se com Lúcio. Sabia que o amava de uma forma irresistivelmente arrebatadora. De uma forma que jamais amou Arthur...

Mas sabia que seu lugar era ao lado de Arthur. Ele precisava dela, ela devia isso a ele... Não encarava como uma obrigação na verdade. Gostava dele, sempre fora tão bom pra ela... Mas não o amava apesar de tudo.

Arthur sempre fora um homem íntegro, de extremo valor. Admirava-o, mas seu coração sempre seria de Lúcio, e queria dizer isso a ele. Se pudesse encontrá-lo...

- Não se preocupe, escreva um bilhete. Farei com que chegue até ele. – sorriu cúmplice. Sabia que essa era uma oportunidade única.

Molly sorriu para ela. Ao ler o bilhete ele a procuraria. Ambos poderiam conversar, seria difícil, mas de certo ele iria entender a sua escolha.

- Vou fazer as malas – alinhou os cabelos e virou-se, rumo ao seu quarto.

Narcisa assistia. Pensando em seu próximo passo. Até que a ruiva parou de súbito e olhou para a morena.

- Não há nenhuma correspondência de Lúcio? – olhou para o bolo de cartas na mão da outra.

- Nada – ela indicou – Pode verificar.

- Não precisa. – negou rapidamente pensando que poderia ter ofendido a outra com tal comentário. – Confio em você.

Narcisa demonstrou um sorriso genuíno.

- Tem cartas de alguns fãs seus. Talvez melhore seu humor. – ela sabia o quanto Molly adorava ler carta por carta, e na maioria das vezes respondê-las.

- Não agora. Obrigada. – virou-se – Levá-las-ei comigo para matar as saudades.

Assim que a viu sumir no corredor Narcisa fechou as feições. Odiava esse modo altruísta-romântico que ela tinha de ver as coisas. Não entendia como Lúcio ficou tão fissurado nela. Não tinha o mínimo de classe ou qualquer estilo. Era ingênua e desastrada. Sonhadora demais era o oposto do que Lúcio precisava.

Ele precisa de uma mulher independente, de classe. Uma mulher realista, de visão...

Ele precisava dela! Como ele não percebia?

No final das contas, devia agradecê-la pelo favor que faria.

Andou até a lareira decidida. Olhou para trás, certificando-se que Molly não estava por ali. Pegou a carta e rasgou-a jogando no fogo. Ficou ali, fascinada vendo a caligrafia fina de Lúcio sendo corroída pelas chamas.

- Fim Flash Back –

- Ela deixou um bilhete? – ele mal controlava seu tom de voz – Ela... Ela contava com você. E você mentiu? Obviamente também o queimou.

- Não vou ser julgada por algo que já passou há tanto tempo. – sorriu – As suas mãos que ele não poderia chegar de maneira nenhuma.

- Como pode esconder isso de mim? Você viu Narcisa! Você estava lá. Acompanhou todo o meu sofrimento... Meu Deus! Pensei que ao menos gostasse de mim. – Foi até o bar. Precisava de algo forte.

- Gostar? – Ela cuspiu a palavra em desdém – Por Deus digo Lúcio Malfoy! Eu o amei por toda a minha vida – riu sem humor – Mas do que a mim mesma...

- Desse modo doentio? – ele serviu-se de Uísque e bebeu de uma só vez, tornando a encher o copo.

- Você também "gostava" de mim. Se não tivesse conhecido Molly, teria sido o suficiente. – ela sentou no pequeno sofá de visitas.

- Não devíamos ter nos casado. Se não fosse Draco...

- Teria me deixado imediatamente? – completou. – Sei disso.

Ele a encarou, tentando avaliar a convivência com ela ao longo da vida. Narcisa sempre fora uma amiga. Conheci-a desde que nascera. Foram grandes companheiros na infância. Era curioso lembra-se disso agora. Quando criança ela fora tudo que não era agora.

Mas na adolescência ela mudara. Tornou-se fria e calculista como fora educada a ser. Com o acordo de casamento entre ambos ela encarnou o papel de "nobre dama" até mesmo para ele.

- Draco é meu único consolo... – recuperou-se dos seus devaneios e firmou-se no presente.

- Vejo que fiz a escolha certa adquirindo-o.

Ele olhou-a de cenho franzido.

- Nunca soube o quanto eu o amei querido. – ela recostou-se no sofá, sabendo que aquele era um assunto delicado e potencialmente difícil. – O quanto eu o queria e a Malfoy Hall. Sempre fiz tudo para ter o que eu queria...

- Sei que é inescrupulosa.

- Inescrupulosa? – ela encarou. Ele estava mal. Ela podia ver isso. Com certeza estava pensando em Molly. – É uma boa palavra.

- Aonde quer chegar Narcisa? – ele aproximou-se dela.

- Cadê sua boa educação Lúcio? Não vai me oferecer uma? – apontou para o copo.

Ele andou até o bar, precisava ter calma. Ela o viu se afastar. Respirou fundo e tomou coragem para falar.

- Com a ajuda de Molly eu o enganei. Nós vivemos uma mentira, desde que Draco nasceu.

- O que quer dizer com isso?

Lúcio voltou com a bebida e sentou-se na poltrona em frente. Estava confuso. Sentia a nostalgia apoderar-se de si, estava tão embebido nela que nem mesmo entendia direito o que a mulher a sua frente dizia.

Era um assunto difícil de dizer. Ela sabia que era um caminho sem volta. Lúcio nunca mais ia se quer olhar para a cara dela. Mas não tinha como esconder mais. Sabia que era possível que acontecesse, mas nunca pensou de verdade como lidar com tudo.

Definitivamente seria uma longa conversa...

xXx

Oi Gente! É a fic está cada vez mais próxima do fim, as coisas estão esquentando cada vez mais... O que vai acontecer com o nosso casalzinho 20? Hum... Leiam a fic! ;D

Respostas a reviews do Capítulo 11:

Gaabii: Parei sim! Sou má! Muashsausahusa... Zoa! É por que se não parar no ponto "X" vocês não voltam no capítulo que vem. Kkkk

Iziie Lestrange: Sem saber de nada até que ela não deixou. Mas foi embora mesmo assim... Eles fazem um casal tão perfo juntos que o incesto é quase secundário. Ok, eu entendo. A Narcisa realmente está "vilã de novela das oito" nessa fic. Mas a verdade é, quantas não agiriam (ou até já agiram como ela?). Eu também sou incondicionalmente apaixonada pela Fordingbride nessa fic, ele existe no roteiro original, mas dei um toque especial nele. Que bom que surtiu o efeito que eu queria ^^ O Blaise também é um fofo. Relaxa. Acho que você vai gostar do final da fic sim.

Tuty Frutty: Realmente toda a trama caminhava pra isso. Mas por que computador virou algo distante? O.o'

Respostas as reviews do Capítulo 12:

Angel: Ok. Não demorei tanto afinal, né?

: Seu pedido é uma ordem! Eis ai o capítulo 13 fresquinho. =)

Até o próximo capítulo, por favor, continuem lendo e comentando! ^^ Até o próximo.

Kissus!