N/A: Todos os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Elisabeth Bernard , a mim só pertence a adaptação.
Capitulo 6 - ROMANCE DE VERDADE
— Confesse,você gostou! — disse Edward quando nós descemos da moto,em frente à oficina de seu ergueu ergueu os braços em direção ao céu azul:— não é uma sensação grandiosa? — continuou. — O vento batendo na sua cara,a estrada passando a toda velocidade por você.A liberdade.
— Eu gostei. Eu gostei!
Ele o capacete e toquei em minhas quentes,como se tivessem sido queimadas pelo pelo meus cabelos,ainda surpresa com a leveza de minha cabeça após tê-los cima de nós,as dobradiças da placa vermelha e branca da Dois Erres rangiam enquanto ela se mexia com o vento,e decidi que gostava daquele lugar.
Edward rolou a Harley para além de um galpão aberto com uma placa que dizia: " EQUIPAMENTO PARA ALUGAR" e estacionou-a ao lado de um pequeno ao redor,procurando pela casa de seu pai.
A oficina ficava num dos cantos do terreno.O ar cheirava vagamente a tinta,solventes e borracha velha.A loja se situava no andar térreo de uma pequena e isolada construção de dois fileira de altos carvalhos delineava o fim do entre a folhagem seca e escura das árvores pude enxergar uma casa branca de madeira,de tamanho modesto.O teto da varanda cedera um pouco,mas no geral era exatamente como eu a tinha imaginado.
Edward deu a volta pela lateral da oficina.A porta de trás estava levemente aberta,e prateleiras cheias de velhos eletrodomésticos e sucata de todo tipo eram visíveis através das janelas andava,Edward assobiava a música-tema da versão de Walt Disney de A Bela e A Fera .Havia um leve saltitar em seus passos,e seus olhos primeiro para as árvores,em seguida para o galpão de equipamento para alugar,e depois para um desordenado pé de crisântemos ,maltratados pela encontrou meu olhar,seu sorriso se iluminou.
— Pois é.É aqui que eu moro.
Assenti com a cabeça e comecei a me dirigir para a trilha aparentemente bastante usada que conduzia para os lados da casa,pelo meio das árvores..
— Caminho errado! — exclamou ele,pondo as mãos em meus ombros e me conduzindo na direção da oficina.— Num minuto pego meu livro.
— Você mora em cima da oficina? — perguntei perplexa.
Olhei para o alto e reparei numas cortininhas xadrezes vermelhas,como as dos salões de chá,que cobriam as janelas do segundo um instante achei que a família dele inteira vivia espremida no apartamento em cima da loja.
— pai tem uma outra família completa com Esme,a esposa tenho dois meios-irmãos e uma meia-irmã.A casa é pequena,por isso,quando me mudei para cá em agosto,eles decidiram que eu já estava grandinho o bastante para me instalar sozinho,por minha bastante à casa,mas o meu canto mesmo é este aqui.Não é muito para se vangloriar,mas eu gosto.
Enquanto falava,ele destrancou uma porta na lateral da pequena edificação .Apareceu uma escada de degraus estreitos,que levava ao segundo andar.
— Dei muita sorte,acho — disse Edward,olhando para mim do terceiro degrau. — Fiquei com o melhor dos dois mundos:tenho espaço suficiente para respirar,pensar e ficar longe das crianças,mas ao mesmo tempo não preciso ficar completamente sozinho.
Continuou a parada e cravada ao pé da a porta aberta e minha boca ficou subitamente muito diabos eu estava fazendo afinal?Nunca em minha vida tinha entrado sozinha no quarto de um casa de Mike ou de Jasper sempre ficávamos na cozinha ou na sala de visitas.
— Você não sobe?— perguntou Edward do alto da escada.
O rosto dele estava imerso na escuridão.
De repente me senti ridí com certeza consideraria subir sozinha ao quarto de Edward algo muito pior do que almoçar fora do campus da escola ou matar uma aula.E Alice iria morrer com o ,ela nunca precisaria saber de nada.E no fim das contas,ora,estava lá só para apanhar um livro!
- Claro – respondi, subindo os degraus de dois em dois.
O apartamento de Edward não era nada do que eu imaginaria da casa de um rapaz da idade dele. Esperava por uma bagunça, como o quarto do irmão menor de Alice, que dava a sensação de que se iria naufragar no meio de um monte de tralhas ao se abrir a porta.
- Vou ter de procurar um pouquinho para encontrar o livro. Na verdade a última vez que o vi foi quando desempacotei as coisas.
Ele jogou as chaves na cama e se deixou cair de joelhos em frente à sua estante de livros.
Olhei ao redor. Uma cama estreita se espremia contra a parede, bem debaixo da janela. A janela estava quebrada, e uma brisa gélida levantava as cortinas. Metros e metros de livros lotavam estantes feitas de tábuas empilhadas sobre blocos de concreto.
Não havia cadeiras, mas um colchão se estendia no chão, bem de frente para uma quase vazia prancha de compensado apoiada em mais blocos de concreto, que servia de mesa. Nela, alguns cadernos estavam organizadamente empilhados ao lado de uma iluminaria de braço comprido. Não havia computador, só uma caneta-tinteiro tampada com esmero descansando ao lado de um frasco de tinta.
Tampouco havia televisão nem vídeo, apenas um pequeno rádio-CD sobre uma caixa de papelão.
Era o tipo de lugar em que eu sempre me imaginaria vivendo. Nada a ver com minha casa, onde havia um excesso de coisas e pouco espaço para pensar.
- Sinta-se em casa – Disse Edward.
Dei uma olhada nos CDs dele.
- Você gosta de jazz! – exclamei.
- Adoro. Mas só de noite.
- Escutei um jazz tocando no fundo, aquela vez que você me ligou.
Continuei a olhar ao redor e vi o aparelho de telefone em cima da mesa. Ele não havia me ligado de uma aconchegante cozinha, como imaginara.
- Ah, você reparou na música, aquele dia no telefone? – perguntou ele.
- Sempre reparo nesse tipo de coisa – comentei.
Fiquei feliz por ele estar de frente para a estante de livros e não poder ver o rubor em meu rosto. Senti-me como uma pessoa que houvesse estado escutando por trás da porta.
- Poesia! – eu disse, excitada. – Adoro poesia!
Rastreei com os olhos todos os magros lombos dos livros nas prateleiras.
Edward estava em pé, apoiado contra a estante, segurando o livro de Stanislavski em uma das mã olhando um para o outro por um segundo. Edward quebrou o silencio primeiro:
- Você tem algo, Bella. É cheia de surpresas. Justo quando penso que já sei tudo sobre você, aprendo alguma coisa nova. Gosto disso, gosto mesmo.
Tinha a mesma sensação com relação a ele, e também gostava. Mas achei que era estranho ficar falando a respeito daquilo .De repente me dei conta de que estava sozinha no quarto de um garoto e que pensava em beijá-lo .Ele devia estar pensando o mesmo.
- Acho melhor a gente ir andando – a voz dele saiu meio rouca e esquisita.
Deve ter sido um efeito da luz do sol poente passando através da estante, mas as bochechas dele subitamente parecem um poucos rosadas. Senti que as minhas também deveriam estar.
Edward me passou o livro de Stanislavski e, ao pegá-lo, tomei um cuidado especial para que nossas mãos não se tocassem. Levantei-me e andei até a porta, enquanto Edward pegava as chaves. E comecei a descer as escadas.
Escutei a chave girar na porta e senti minhas bochechas esfriarem. Naquele momento parecia seguro dar uma olhada para trás, na direção de Edward. Então, algo aconteceu. Minha mochila se movimentou, e eu quase perdi o equilíbrio. Segurei no corrimão, mas deixei cair o livro.
Nós dois nos curvamos para apanhá-lo. Dessa vez nossas mãos se tocaram. A carne dele estava quente, e eu quase podia sentir o sangue correndo por suas veias debaixo da pele.
Com o polegar, Edward traçava nela pequenos círculos de fogo. Tive um pressentimento de que eu devia virar meu rosto para o outro lado e correr escada abaixo. Carmen não tinha acabado de nos advertir sobre isso?
A cabeça de Edward estava no mesmo nível da minha, e nossas faces estavam muito próximas. Uma parte de mim tinha esperado toda a vida por esse momento. Meus joelhos começaram a amolecer. Os lábios dele ficaram subitamente perto dos meus e, antes de fechar os olhos, pude vê-lo sorrir.
Não foi um beijo longo. Foi uma espécie de esboço de primeiro beijo, mas meu coração flutuou. Não era o primeiro beijo de minha vida, mas era o primeiro que realmente importava.
Então Edward apoiou as mãos na parede atrás de mim e me beijou de novo. Esse beijo durou mais do que qualquer outro que eu dera antes, Mergulhei com tudo nele e não conseguiria ter me mexido mesmo se quisesse. Senti como meu coração estivesse beijando o coração dele, minha alma beijando sua alma.
Quando me afastei, senti a cabeça pesada, como um mergulhador que estivesse voltado à superfície a toda velocidade em busca de ar. Então levantei o braço e toquei no brinco de Edward com meu sorriu seu sorriso misterioso e olhou direto em meus -me como se soubesse tudo a meu ."Se eu ficar aqui mais um minuto",pensei," nunca mais vou ter um um lugar privado para lugar para me esconder."Com muito esforço,desgrudei meu olhar do dele,me virei e corri escada a porta e me precipitei para fora.
O sol resplandecia sobre o branco brilhante da placa da oficina, e meus olhos ficaram um instante para me adaptar .Senti Edward atrás de mim,mas não nos eu ficara com medo de olhar para ele,de quebrar a enfiou as chaves da casa no bolso e tomou o rumo em direção à sua motocicleta.
Não nos demos as mã caminhamos através das carcaças de cortadores de grama quebrados,geradores e geladeiras até um canto perto da caminhonete da oficina,que havia sido estacionada ao lado da moto enquanto nós estávamos no andar de enfiou a chave na ignição da Harley e me passou o capacete.
— Então esse cara...Mike... — foi a primeira coisa que Edward disse.
Engoli em seco.
Eu tinha vontade de não falar nunca mais.Só queria continuar a beijá-lo,a olhar para para o mundo real existia,e eu não podia negá de lembrar isso a mim mesma,apesar de naquele momento estar achando que finalmente tinha entrado num romance de verdade.
— É coisa séria?... Quero dizer,vocês estão...? — perguntou ele,com uma voz na qual pude captar um certo medo.
"Como você pode perguntar uma coisa dessas?", ainda podia sentir o sabor do beijo de de boca não conseguiria nem mesmo pronunciar o nome de Mike naquele limpei a garganta para falar e tomei ar:
— Nã dizer,nós estamos saindo,mas não é nada sério.Não há pacto de nada parecido.
"Nada parecido com o que acaba de acontecer",avaliei.
Não estava mentindo a respeito de sair com outros não ninguém tinha me convidado,mas se tivesse não seria por causa de Mike que me beijo com Edward era uma prova disso.
— Ele é só um amigo... Bem,talvez um pouco mais do que um que nós dois nos juntamos mais do que nada porque todos na turma já estavam namorando uns com os outros.
Ele concordou com a cabeça Tinha entendido.
Tomei meu lugar na garupa da moto e enlacei a cintura dele com meus braç meu rosto nas costas dele o mais forte que pude e desejei derreter com o calor de minha face as várias camadas de sua jaqueta,suéter e camiseta que se interpunham entre nó-me se seu coração ainda estaria batendo tão rápido quanto o meu.
Edward acelerou o de largar,ele tocou em minha bochecha com sua mão,sem se virar para trás.
— Ei,moça,preciso de um pouco de espaço pra respirar...— disse ele. — ...Para poder dirigir esta coisa — acrescentou,depois de uma leve pausa.
Afrouxei meu braço e me afastei um pouco para trás no assento,sentindo as maçãs de meu rosto á que estava incomodado com o que acabara de acontecer?O beijo tinha sido tão intenso,tão real,tão profundo,que agora eu não podia aceitar mais nenhuma distância entre nó talvez beijos como aquele fossem uma coisa corriqueira para Edward.
Quando já saíamos do terreno,um homem com a camiseta da Dois Erres surgiu de dentro da oficina e nos lançou um olhar engraç -me se Edward sempre trazia garotas ao seu apartamento.O vento subitamente pareceu mais frio,penetrando direto através de meu suéter e de minha jaqueta de camurça,e o sol mergulhou num fulgor vermelho por trás da torre da igreja.
De qualquer maneira,o que estaria sentindo ele,afinal?Mal podia resistir à vontade de perguntar,apesar de morrer de medo da á que se arrependera de me beijar daquele jeito?Será que no fim das contas chegara à conclusão de que Carmen estava certa,de que nos envolvermos fora do palco poderia ser uma péssima idéia?
A lembrança do pequeno sermão de Carmen fez meu coração parar."Romances entre duas pessoas que trabalham intensamente juntas no palco",dissera ela," são moeda corrente".E a nossa peça era tão romântica...
Eu estava completamente segura de que o cara pelo qual estava me apaixonando era ,e ele?Será que havia apenas beijado a Bela,e não a Bella de carne e osso?
Minha mente ainda rodopiava quando dobramos a esquina do Old Town Road. É uma rua calma,sem trânsito,e minha casa fica bem no fim dela.
— Eu moro lá — bradei para Edward ,tentando suplantar o barulho do motor e apontando com o dedo por cima do ombro dele.
Então um vulto de pêlo alaranjado saltou subitamente da calçada,na perseguição de um pássaro.
— Pebbles! — ouvi a mim mesma gritar quando percebi que a Harley ia como um raio em direção à minha gata.
Edward desviou de supetão,e a moto se inclinou perigosamente ao evitar um momento minha vida pareceu ão de alguma maneira inexplicável a moto se endireitou.E com uma última explosão do motor nós meio que derrapamos no terreno coberto de cascalho em frente à minha casa,e paramos.
— Essa foi por pouco .Esse gato foi rebaixado a seis vidas a partir de agora. — disse Edward.
— Esse gato é Pebbles — revelei enquanto saía da moto pernas estavam como geléia,e não conseguia tirar o capacete de tanto travou o freio da moto,desligou o motor e veio me ajudar com o capacete.
— Calma,calma.Não fique tão aflita.O gato está bem.E você,tudo bem? — perguntou ele.
Engoli em seco e tentei estava tínhamos matado Pebbles.E quase tínhamos nos matado ao tentar evitá-lo.
— Você é um bom motorista — consegui dizer finalmente,enquanto devolvia a ele o capacete.
— Pebbles não costuma sair na rua,mas de vez em quando...Papai diz que ela vai virar patê de gato qualquer dia desses.A gente faz o possível para mantê-la dentro de casa — expliquei,com a fala enrolada como a de uma criança por causa do nervosismo. — Obrigada por conseguir não atropelá-la.
Com o canto do olho pude ver o Acura de meu pai estacionado ao lado do Volvo de minha mãe .Estavam ambos em provavelmente tinham ouvido o meu grito e o ronco da moto.E provavelmente tinham visto -me sem fôlego.
Edward encolheu os ombros,com um ar tranqüilo:
— Acontece de tudo quando se sai dirigindo por aí.A gente tem de estar pronto para o ?Eu disse que você pode confiar em mim.
— É...é mesmo...
Fiquei imóvel por um segundo.
— Bom,obrigada pela carona. — falei por fim.
Esfreguei minha roupa com a mão,alisando-a ,e olhei para as minhas me encarou por um momento e então aproximou sua mão e passeou seus dedos por meus um gesto tão carinhoso... Toquei na mão dele e de repente percebi que qualquer um podia nos ver dentro de minha cair meu braço e dei um passo para trás.
— É melhor eu ir.
— Espere — disse ele.
Eu já havia começado a me e me voltei de frente para ele novamente.
— O que aconteceu com a gente agora pouco? — perguntou Edward,com uma voz tensa.
— Você quer dizer,com o gato? — perguntei de volta,fingindo não entender.
Eu ainda estava com medo de falar de "nós".Na verdade,nem sequer tinha certeza de que existia um "nós".
— A Carmen tentou nos avisar... — continuou ele.
Concordei com a cabeça.
Os ombros dele se retesaram um pouco.
—... sobre romances no palco.
— É verdade — repliquei,apressada. — Nós...bem,nós vamos contracenar bastante juntos,e a peça é muito romântica,e...
— E talvez devêssemos continuar sendo apenas amigos por enquanto — emendou ele.
Com a luz fraca do crepúsculo não conseguia enxergar o rosto de Edward direito, mas a voz dele soara quase sem expressão. Como se tivesse declamando muito mal as suas falas.
— Nós mal nos conhecemos — acrescentei, sentindo o meu coração afundar.
Amigos. Senti ao mesmo tempo uma onda de alívio e uma de pavor. Mas pelo menos amizade era algo que eu saberia administrar. Por enquanto. Amizade era real. Romance, isso já podia ser um faz-de-conta.
— Três semanas não é muito tempo para se conhecer alguém — ele comentou.
— Preciso ir — eu disse de novo, olhando para a porta da cozinha. — Preciso ajudar minha mãe com o jantar. Se não, te convidaria para entrar...
— Ah, não. Não. Mas qualquer hora, talvez.
Ele se afastou um pouco de mim. Ficamos lá parados por um instante, apenas olhando um para o outro.
— Amigos — repeti.
— Isso... por enquanto. Talvez seja só uma questão de ir com calma... Bom, a gente se vê amanhã.
— No ensaio.
Então disse a mim mesma que aquela atitude de Edward era bastante sensata. Proceder com cautela. "Vá com cuidado, Bella. "Não era justamente isso que a Carmen tentara nos dizer?
— Até lá.
Ainda estávamos olhando um para o outro.
— Bella!
Era a voz de meu pai. E pelo tom podia dizer que ele não estava muito satisfeito.
— Estou indo, pai! — gritei de volta e acenei.
Papai ficou um momento parado,com as mãos apoiadas na cintura e balançando a cabeça. Então ele voltou para dentro e fechou a porta.
— Você não está numa fria, está? — perguntou Edward confuso, procurando meus olhos com os seus.
Senti que se ficasse lá por mais um minuto nós acabaríamos nos beijando de novo, mesmo depois de termos prometido ser apenas amigos. E bem ali na frente de casa, onde todo mundo poderia nos ver. Meu pai. Os vizinhos. Alice, que morava só duas portas mais para baixo.
- É melhor eu ir – repeti mais uma vez.
Desgrudei meus olhos dos de Edward e saí correndo pelo caminho de cimento que atravessava o jardim de frente e levava à varanda lateral, na qual ficava a porta da cozinha.
Parei um pouco na varanda, em frente à porta. Queria que meu rosto esfriasse e que meu coração se desacelerasse antes de entrar em casa. Tentei prestar atenção no barulho da moto de Edward se afastando e desaparecendo no fim da rua, mas por um bom tempo continuei a ouvir o ronco do motor na mesma intensidade. Percebi então que ele ainda devia estar ali parado, esperando que eu entrasse e fechasse a porta para partir.
- Bella Swan, entre imediatamente!
Dei um salto ao ouvir o som da voz do meu pai. Dessa vez era uma voz alta e nitidamente brava, e fiquei com medo. Meu pai nunca levanta a voz. Normalmente é uma pessoa tranqüila e de fala macia.
- Bellaaaaaaaa!
- Estou indo, pai. – gritei, abrindo a porta e batendo-a em seguido com estrondo.
Só então o som da moto de Edward começou a se distanciar.
Tirei minhas botas no closet da entrada e comecei a me perguntar o que significava tudo o que acabara de acontecer. Será que eu tinha me apaixonado? Será que aquilo é que era romance?
Será que Edward realmente acreditava no que dissera, quanto a irmos com calma e sermos apenas amigos? Seria tudo aquilo o começo de história de amor, ou teria tudo se encaminhando para uma morte súbita e prematura no espaço de quinze minutos entre Keaton Corners e Old Town Road?
Dirigi-me para a cozinha, tocando os meus lábios com os dedos no ponto em que Edward havia me beijado. E me perguntei como é que eu poderia, daquele dia em diante, ser apenas amiga dele.
N/A: Até que enfim o beijo de verdade
Eu achei tão fofo *suspira*
Mas minha opinião não importa, o que vocês acharam?
Será que a Bella está encrencada?
E será que essa relação de "só amigos" vai durar?
Bom, só deixem as reviews que eu posto o mais rápido possível *-*
Respondendo:
Naa: ow flor, obrigada pelo toque, é que eu mudei de Word e acho que o FF não aceitou muito bem :/ E aquele beijo pode ter sido fail mesmo, mas e o que você achou deste ahn? Eu adoro o Edward misterioso, e ele tendo uma harley é um sonho *-* Sou apaixonada por motos e esse Ed é perfeito pra mim... maas, fica só nos suspiros mesmo :/ Brigadinha pela review e não esquece de contar o que achou deste capitulo ok? Bjcas
Camilla052:Aquele beijo nem foi considerado beijo por mim, mas o que você achou deste? Ahh esse sim valeu -apesar das conseqüências- e será que só a amizade dura?E eu até perdoaria a Carmen, por que cá entre nós, quem não se encantaria por esse Edward? *suspira* Mas me fala o que você achou deste capitulo please *-* Bjcas ^^
Juh Petrova: Bem vinda então a minha humilde adaptação *-* A fic deu uma parada MAS não foi minha culpa! O FF deu( e ainda ta dando) uma pausada e ninguém tava conseguindo postar nada, mas agora demos um jeito para contornar a situação e atualizar ^^ Mas agora eu quero saber o que você achou do beijo de verdade que eles deram !Não esquece de passar e me contar sim?Bjcas pra vc também.
Lih:Agora eu queria mesmo que eles começassem a contar os dias de outra coisa MAS como a historia não é minha, o jeito é torcer pelos dois n.n Mas o que você achou do verdadeiro beijo deles? Mas não esquece de contar, bjcas Lih.
Tami: Oie flor, obrigada pelo aviso, como mudei de Word, acho que o FF não aceitou bem! Mas agora vou ficar atenta para ver se consigo mudar essa situaçã pelos elogios *-* Me fala o que você achou desse capitulo ok?Bjcas ^^
Estella Cullen:Então bem vinda por aqui nesta fic, espero que esteja sempre presente nas reviews *-* Adoro receber e responde-las .O Mike mosca vai ter que se virar sozinho agora que a Bella conseguiu agarrar o nosso Ed ^^.Bjcas e te espero no próximo n.n
PS:Gente pra quem não sabe, o FF tava com problemas essa semana, e ninguém conseguia postar (bom, teoricamente ainda não dá) mas descobrimos um jeitinho de "burlar" o probleminha então, não postei antes por que a culpa não foi minha ok?O proximo capitulo posto ainda essa semana .
Não se esqueça de mim e me mande uma review ok?
Bjcas,
Days3.
