N/A: Todos os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Elisabeth Bernard , a mim só pertence a adaptação.


Capítulo 10 – O sabor dos seus beijos

- Oi, estranha! – me cumprimentou Alice, um pouco animadamente demais, na assembléia da segunda-feira de manhã na escola.

Eu estava sentada na última fileira do Caldwell Theater, procurando me fundir com o forro cinza das poltronas, com a cabeça enterrada em meu script, apesar de já ter decorado minhas falas havia mais de uma semana. Levantei os olhos, com a esperança de não parecer estar com cara de culpada. Não falara com Alice desde quarta-feira à noite, quando tínhamos conversado pelo telefone – apesar de tê-la visto mais do que o suficiente durante o fim de semana, no cinema e na oficina de Edward.

A grande questão era: teria ela me visto?

- Oi para você também – repliquei, tentando um débil sorriso e procurando ignorar a nota de sarcasmo do seu cumprimento.

Alice transpôs a fileira de cadeiras que nos separava e se sentou bem ao meu lado.

- Você está tentando me evitar? – cobrou, jogando sua maleta de livros no chão.

"Como uma praga!", repliquei internamente. Mas por fora eu apenas arregalei os olhos e simulei uma expressão de inocência.

Felizmente Alice continuou a falar, sem me dar chance de responder:

- O seu corte de cabelos ficou bem legal – disse ela, tocando-os. – Não consigo acreditar que você os cortou sem conversar comigo antes! Nós duas gastamos pelo menos a metade de nossas vidas em comum conversando sobre cabelos.

Ela me pareceu um pouco magoada.

Por um breve segundo pensei que meus problemas estivessem superados. Ela não tinha me visto com Edward, afinal, e havia captado a mensagem de manter o nariz fora de meus assuntos com Mike.

- Eu te liguei duas vezes ontem – acrescentou.

- Você ligou? – fingi estar surpresa. – Isso é novidade para mim.

- A sua mãe me disse que você estava na biblioteca.

- E estava mesmo – repliquei, mergulhando em minha mochila em busca de uma bala.

- Engraçado, não vi você lá.

- Ah...

O tubinho de balas escorregou da minha mãe e rolou para debaixo do assento da frente. Arrastei-me de joelhos para tentar pegá-lo.

- Mas vi você sábado, em outro lugar – observou ela.

Permaneci de joelhos por um segundo, com a cabeça baixa. Então soltei o ar que estava aprisionado em meu peito. Agora tinha certeza de que Alice sabia de tudo a respeito de Edward e eu.

Fiquei aliviada, ou quase. Abandonei minhas balas e voltei a me sentar na poltrona.

- O que vocês estavam fazendo no cinema de Keaton Corners? – perguntei, tentando ganhar tempo.

- O rinque de patinação ainda não estava aberto. E Jasper adora Rebelde sem causa.Você sabe que é o filme favorito dele.

Havia me esquecido.

- Ah, é mesmo.

Alice trouxe as pernas para cima da poltrona, as cruzou e se virou de frente para mim.

- O que está acontecendo aqui, Bella? O que você anda fazendo com esse cara?

Deixei meu corpo escorregar, fechei os olhos, descansei a cabeça no encosto do assento e tentei relaxar. Apertei minhas têmporas com os dedos. De repente ficara com dor de cabeça.

- Não estou fazendo nada, Alice – respondi com calma. – Acho que estou apaixonada por ele.

Pronto: por fim dissera tudo.

- Apaixonada! – exclamou ela em altíssima voz. – Todas as cabeças da fileira da frente se voltaram em nossa direção. – Cuidem de suas vidas! – ordenou Alice.
Claro que ninguém obedeceu.

Levantei-me subitamente, sentido-me invadida. O que estava acontecendo entre Edward e eu era algo muito especial, e privado. Não era para ser debatido numa assembléia no teatro da escola.

- Quero sair já daqui – eu disse, pegando minhas coisas e passando aos trancos pela frente de Alice. – Fiquei com dor de cabeça. Vou para a enfermaria.

Meu rosto estava queimando, pelo embaraço e pela raiva. Tive receio de perder o controle e começar a chorar ali mesmo, na frente de todo mundo – e nunca choro em público.

Mas Alice não estava disposta a me deixar escapar tão facilmente daquela. Acabou saindo para o saguão antes de mim e em seguida me puxou para dentro do banheiro mais próximo. Que graças a deus estava vazio.

Ela foi direto ao ponto, sem piedade:

- Como você pode estar apaixonada por alguém assim tão rápido? Isso é impossível! E Mike, como é que fica?

- Mike... – murmurei – Ele também me viu lá no cinema com o Edward?

- É só isso o que te importa? – interpelou Alice, irritada. – Ser pega? Você não tem nenhuma consideração pelos sentimentos de Mike? Não liga a mínima para o fato de vocês terem sido amigos desde sempre?

Cobri meus ouvidos com as mãos para me proteger do tom cortante de suas palavras, do som agudo de seus gritos. Inclinei-me para trás, me apoiei na fria parede de azulejos e fui escorregando para baixo, até aterrissar sentada no chão.

- Chega, Alice! Não quero falar mais sobre isso!

- Mas eu quero! – replicou ela.

Através da parede eu podia ouvir todos lá no teatro cantando "The Star-Spangled Banner". A assembléia tinha começado. Se nós não voltássemos rápido para o teatro, iríamos ambas pegar uma suspensão. A menos que eu realmente fosse para a enfermaria...

- Alguma coisa aconteceu com você, Bella...

- É, alguma coisa... – disse eu, me levantando. – Sacudi o pó das pernas da minha calça e estiquei minha malha para baixo. – Aconteceu que me apaixonei – completei.

Alice deu uma risada cínica, e tive aquele inconfundível impulso de esganá-la.

- Isso é fogo de palha, Bella. Ele é o seu belo príncipe no palco. Será que você não percebe o que está acontecendo?

- Percebo. Mas obviamente você não – devolvi.

Alice balançou a cabeça em sinal de desgosto:

- Amor, amor de verdade – pontificou ela. – não faz você mentir aos seus melhores amigos e aos seus pais e andar sorrateiramente por ai, machucando pessoas que conhece desde sempre.

Ri de verdade.

- Engano seu – repliquei. – O amor faz exatamente isso. Você não leu Guerra e paz e Romeu e Julieta?

- Isso são só historias, como esses romances cretinos que você costuma ler. Agora estamos falando de vida real, Bella. Você está se transformando numa pessoa que nem sei mais se gostaria sequer de conhecer.

Aquela era Alice? A minha Alice? A garota que tinha sido minha melhor amiga a vida inteira?

- Alice! O que significa isso? Você é a pessoa com quem supostamente deveria poder me abrir, conversar a respeito de Edward. Contar a você o que sinto. Mas não, você não quer nem me ouvir falar dele. A única coisa que quer fazer é me dizer que pessoa horrível eu sou.

- Você não é horrível... Você está apenas agindo horrivelmente. E acho que é tudo culpa do Sr. Edward Cullen. Antes de conhecê-lo, você era uma pessoa realmente maravilhosa.

Alice estava tão nervosa que cheguei a ficar assustada. Percebi que não era apenas desapontamento. Estava realmente sinceramente preocupada.

- Bella – continuou ela, agora com um tom de súplica na voz -, por favor, não faça nenhuma loucura. Esse cara... você mal o conhece. Ele pegou você de jeito e te tirou do juízo. Você não é o tipo de pessoa que se esquece de tudo e de todos por causa de alguém sobre quem não sabe nada. – Ela se forçou a olhar para mim, e continuou:
- Sei que ontem você passou o dia com Edward, no apartamento dele.

- Não estava lá em cima no quarto dele, Alice. Vi vocês chegarem. Vi você me espionando. E imaginei que a minha bicicleta lá. Provavelmente ligou para a minha casa antes de ir à oficina de Edward, não foi?

- Foi. Mas nem me passou pela cabeça que você estaria com Edward. Que mentiria à sua mãe com aquela história de ir à biblioteca.

- Foi por isso que você o Mike na sua missão de espionagem?

Alice se encolheu.

- Não era uma missão de espionagem, Bella. Eu já estava querendo há tempos ver por mim mesma como era o Edward. E o Mike me pediu para ir com ele. O pai dele precisava do limpador de neve de volta. Mike não queria correr o risco de se encontrar com Edward sozinho. Ele ainda está bravo pelo fato de você ter saído do campus com Edward para comer pizza, e...

- Então ele não sabe nada a respeito do cinema? – interrompi, sem poder esconder o meu alívio.

Alice balançou a cabeça com tristeza.

- Não, ele não sabe. E não se preocupe, não vou ser eu quem vai contar. Mas cedo ou tarde ele vai descobrir por se próprio. Você realmente devia contar a ele antes que outra pessoa o faça. Ou antes que ele veja você e Edward juntos. Mike não está percebendo nada do que está acontecendo, Bella. E isso não é legal. Ele ainda acha que você ao shopping com a gente amanhã à noite, Você sabe muito bem que faz mais de uma semana que combinamos ir na praça de alimentação.

Desabei para trás, contra os azulejos brancos, que se fizeram sentir frios e duros nas minhas costas.

- É verdade... o shopping – repeti, me sentido um pouco como um robô, um robô com dor de cabeça. – Tinha me esquecido.

Hesitei um pouco, enquanto um plano se formava em minha cabeça.

- Talvez eu vá sozinha ao shopping com Mike – falei por fim. – Aí converso com ele, e depois nós todos nos encontramos no Jonesy's.

Alice balançou a cabeça devagar.

- Como você pode encarar isso tão friamente? O Mike é louco por você!

- Mas não sou louca por ele, ponte. E não vamos falar mais nisso... Por favor.

- Pode acreditar, Bella: falar com você sobre a sua vida amorosa é a última coisa que tenho tido vontade de fazer nestes dias.

- Toda essa história é algo entre Edward e eu, e entre Mike e eu, mas não tem nada a ver com você, Alice. Ainda sou sua amiga.

Lágrimas começaram a se formar por trás dos meus olhos, mas as forcei a ficar lá.

Alice passou impetuosamente pela minha frente e foi saindo do banheiro.

- Bella, se não achasse que isso tudo é só uma fase, uma espécie de doença amorosa temporária por que você está passando, juro que nunca mais falaria com você.

E, dizendo isso, ela se precipitou para fora, batendo a porta na minha cara com toda a força.

Joguei-me contra a porta e comecei a soluçar. Uma cratera tinha se aberto no fundo da minha vida e engolido a minha melhor amiga.

Quando, horas mais tarde, Edward me encontrou na casa de barcos, eu ainda estava soluçando.

- Onde você andou? Você está bem? – perguntou ele, irrompendo no galpão.

Eu estava sentada numa pilha de corda enrolada, encolhida debaixo de um cobertor e incapaz de controlar as minhas lágrimas. Saíra de mansinho do prédio da escola durante a assembléia e me refugiara lá, na casa de barcos, perto do rio, onde ninguém poderia me encontrar.

Não conseguia responder a Edward através das minhas lágrimas.

- Está um gelo aqui! – disse ele, tirando o seu casaco e colocando-o sobre os meus ombros.

Então me puxou para si e me envolveu com sues braços. Até sentir o calor do corpo de Edward, não tinha percebido que estava com frio.

Sua mão alisou os meus cabelos, e me agarrei em sua malha como uma náufraga a um pedaço de madeira no meio do oceano. E lá fiquei, chorando em seus ombros.

- Procurei por você em todo lugar. O tempo todo, desde a assembléia. A Kate me disse que não estava lá, e a Charlotte me contou que você também não aparecera na cantina na hora do almoço. O ensaio é daqui a 45 minutos. Fiquei com receio de que faltasse.

Aos poucos as minhas lágrimas arrefeceram. Tentei falar, mas mal consegui encontra a voz. Não conseguia acreditar que, tinha ficado lá na casa de barcos por tanto tempo. Um dia inteiro de escola. Havia matado todas as aulas. Até poucos dias nunca matara uma aula sequer. Certamente estava mudando.

- Vamos sair daqui, vamos tomar alguma coisa quente – disse Edward ansioso.
Ele colocou a mão por debaixo de meu casaco e esfregou minhas costas para me esquentar.

- Não... Não quero... Não quero voltar mais lá – gaguejei.

Não queria colocar os pés naquela escola nunca mais.

Edward me levantou e me conduziu para fora do galpão. Pisquei, ofuscada com o brilho da luz. O céu estava palidamente avermelhado e lançava reflexos cor-de-rosa e prateados sobre a superfície do rio.

- Ei, o que aconteceu, afinal? Por que está chorando? Você conversou com Mike? Ele te tratou mal?

Uma lâmina cortante e assustadora transpareceu no tom da voz de Edward ao fazer aquela última pergunta.

- Não, foi a Alice. Ela viu a gente sábado no cinema. E ela... ela era a garota do liquidificador ontem.

- Alice era aquela garota que foi à oficina? A baixinha ? – perguntou ele, mantendo-me à distância de seu braço estendido. – Por que você não me contou nada?

- E o Mike estava com ela – acrescentei, esfregando meus punhos nos olhos para enxugar o rosto.

Edward puxou um lenço de seu bolso. Gentilmente, pincelou as maçãs de meu rosto e ergueu na direção do seu.

- O que está acontecendo, Bella? Você poderia ter me contado depois que eles saíram da oficina.

- Achei que você iria se sentir mal com aquela situação.

Comecei a andar pela vereda em direção ao rio. Minhas pernas estavam tensas e minha cabeça doía.

- Sinto-me pior agora – disse ele. – O que tem acontecido com você nos últimos dias? Está em alguma encrenca séria por minha causa?

Sua voz soou confusa e magoada.

Tentei negar com um movimento de cabeça, mas àquela altura já não possuía mais forças para mentir a ninguém.

- É, estou encrencada sim – respondi, me forçando a encontrar os olhos de Edward com os meus. – Ah, Edward, não sei nem por onde começar.

Então, me sentei num banco e contei tudo a ele, desde o dia em que a lista dos selecionados para a peça fora pendurada até a minha briga com Alice naquela manhã, passando pela reação de meu pai quanto à motocicleta e todo o resto.

- Sinto como se a terra tivesse se aberto de repente e engolido tudo em minha vida – concluí, voltando a soluçar.

- Bem, eu ainda estou aqui – disse ele, com um tom insinuante na voz. – Se você achar que valho a pena...

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Edward retirou sua mão de meu ombro e retraiu-se. Senti que estava querendo me dar espaço para decidir.

Será que ele não percebia que eu já havia decidido vários dias atrás, quando nos beijamos pela primeira vez? Claro que naquele momento não sabia que estava escolhendo Edward em relação a todas as outras pessoas que conhecia. Mas agora não podia mais voltar atrás. Alice, Mike, até mesmo meus pais, me entenderia com eles de alguma maneira. Mas Edward era o que mais importava. Ele era a minha vida.

- Como você pode dizer isso? – gritei com voz sufocada.

Ele me puxou para os seus braços e ali ficamos por um bom tempo sem falar nada, enlaçados um no outro.

Mas havia ainda uma pergunta para a qual eu precisava de uma resposta:

- Edward, tudo isso entre a gente é de verdade, não é? Quer dizer, acho que estou apaixonada por você, mas depois desta semana, quando a peça tiver terminado e...

- Eu ainda vou te amar – interrompeu ele, respondendo à minha pergunta. – Aliás, escrevi uma coisinha pra você. Estava guardando para quando a peça terminasse, mas... – Edward ficou em pé e se virou de costas por um segundo. Então se voltou para o banco e se agachou na minha frente. Ele segurou as minhas duas mãos com as suas – Escrevi uma poesia para você – revelou. – Pela primeira vez desde que eu o conhecera, me pareceu um pouco tímido: - Não é uma poesia longa. Na verdade é pequena, e não tem rimas nem nada. – Então pigarreou e declamou contra a brisa, com uma voz muito suave:
"Quando você parte,
Eu me sinto tão vazio quanto um animal abandonado
Numa nevasca".

- Ah, Edward – sussurrei - . isso é lindo...

Eu não conseguia dizer mais nada. O momento era tão perfeito que fazia meu coração doer.
Lá no alto, um grito tênue nos fez erguer os olhos. Um bando de gansos selvagens cortava o céu repleto de nuvens cor-de-rosa. Ficamos olhando. Sem nos tocarmos. Sem nos beijarmos.

Voltamos para o prédio da escola, para o ensaio, atravessando o campo de recreação de braços dados. Chegamos justo quando soava a campainha das três horas. Eu não estava ligando para quem nos visse. Não estava ligando para o risco de ser suspensa. Nem estava ligando para a possibilidade de Mike aparecer e vir para cima de nós. Dali em diante nada me faria esconder o meu amor por Edward.
Paramos na sala de recreação para tomar um chocolate quente e fomos para o teatro.

- Esse silêncio todo me transmite más vibrações – comentou ele quando perambulávamos pelo anfiteatro.

A maioria dos alunos havia ido a um jogo de futebol em Quincy High.

- Então você vai falar com Mike amanhã? – perguntou ele.

- Vou, no shopping. Como eu disse à Alice.

- Vai contar a ele, apesar de que...

Subitamente percebi que Edward não confiava completamente em mim naquele aspecto.

- Claro que vou, Edward. Só preciso encontrar o momento certo. Somos amigos há muito tempo.

- Eu sei. Você já me contou isso – disse ele.

Percebi Kate atravessando o anfiteatro e vindo na nossa direção. Edward retirou seus braços da minha cintura e gritou:

- Achei-a!

- Bem a tempo, Edward. A Carmen ia arrancar o escalpo de vocês se os dois faltasse ao ensaio. Este é o último antes do ensaio geral na quarta-feira.

- Pode confiar em mim. Não permitiria que a Bella deixasse a Carmen na mão.

Edward esperou até Kate acabar de passar. Quando ela ficou de costas para nós, me puxou de novo para perto de si e me deu um beijo rápido.

- Afinal, que tipo de Fera seria eu sem a minha Bela? – murmurou, numa voz suave e rouca.

- Edward – detive-o um pouco -, você não estava me procurando só por causa do ensaio, estava?

- Estava te procurando porque fiquei com saudades – respondeu com simplicidade, tocando em meus lábios com seus dedos.

Dirigimo-nos para as portas do teatro. Meu coração ficara um pouco mais leve, mas me sentiria melhor se ele tivesse dito "Porque amo você'.


N/A: Gente, nem sei como explicar, mas é a resposta do por que eu não postei antes é simples : fiquei sem internet

E o pior é que nem o cara que mexe com a minha net sabe qual foi o problema !

Ele tem suas duvidas, mas acha que entrou água no aparelho, enfim...

Está aqui o capitulo (depois de muito esforço e demora) e a partir de hoje vai ser postado normalmente (a não ser que a internet sensível aqui pife :/ )

Não se esqueçam de comentar e me contar o que vocês acharam desse capitulo, por que

as coisas estão cada vez mais complicadas e confusas, não só com a Alice, mas entre esse trio que é a Bella, Mike e Edward

Próximo capitulo é a conversa de Bella com o Mike

Será que ela vai conseguir terminar com ele? Ou vai apenas empurrar mais um pouquinho a historia?

Faças suas apostas e me digam o que vocês acham que vai rolar

Ansiosa para saber o que se passa nessas suas cabeçinhas

Bjcas,

Days3.