Capitulo 6: Para o covil da cobra! O ultimo dia do mês.
Finalmente Sasuke e Sakura estavam se aproximando de Konoha do norte. Agora não levariam mais que dois dias a pé e um a cavalo. Porem já era noite e os dois jovens pararam numa hospedaria para descansar.
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Naruto e Sai já sabiam onde iriam encontrar Sakura e Sasuke. Estavam indo a toda velocidade em seus cavalos. Era provável que chegassem ainda nessa noite. Porem durante a viajem Sai recebeu uma mensagem que fora entregue por uma ave negra que não era conhecida por Naruto (logo não era de nenhum samurai amigo), mas Sai alegou que era carta de um parente. E realmente era. Era uma carta de seu padrasto Danzou que informava sobre uma jovem de cabelos róseos de nome Sakura e seu "noivo" Sasuke. Sim. Sai descobrira agora o segredo que Sakura guardou por 3 anos. Mas não era algo tão chocante assim para Sai, pois ele já desconfiava. Seria um tonto para não desconfiar. Ora, ele estava interessado na moça e a semelhança entre ela e Sora era clara como a água. Cabelos róseos. Isso não é lá uma característica muito comum. Sai certamente já notara o fato hilário de sempre que "Sora" saía em missão, Sakura desaparecia também. O segredo fora revelado. O samurai já havia tentado algumas vezes pedir a jovem em casamento. Mas a resposta era sempre a mesma, e obviamente, era não. Mas ele a pediria mais uma vez. E ela teria que aceitar. Pois se não o fizesse, o segredo poderia se espalhar e ela seria exilada sem nem ao menos um julgamento.
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A noite estava alta. Deveria ser por volta das 11h quando Naruto e Sai finalmente chegaram. Felizmente Sakura fora avisada de que eles viriam e estava vestida de homem.
- Sora! – Naruto exclamou feliz ao abraçar a garota (tinha que fingir que fazia tempo que não a via)
- Naruto! A quanto tempo. Olá Sai. – ela falou sorridente.
- Olá Sa... Sora. – Sai falou com um sorriso falso.
Sakura e Naruto estavam muito entretidos conversando e não perceberam o pequeno deslize de Sai. No entanto Sasuke notou.
- Que bom que vocês chegaram. Vamos entrando. Como eu já sabia que viriam peguei um quarto com mais camas.
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Deveria ser por volta de 3h da madrugada. Duas ou três velas ainda estavam acesas no quarto. Sasuke estada deitado na cama pensando, Naruto roncava numa outra cama, Sai mexia em suas próprias coisas e Sakura lia um livro.
Tudo tranqüilo ate que Sai chamou Sakura.
- Ei Sora. Será que podemos conversar lá fora por um instante. – ele disse se levantando.
- Ãn? Claro. – ela disse bobamente. Mas Sasuke estava atento como uma coruja e reparou que Sai não tinha boas intenções.
- Em particular, sua alteza, portando não nos siga. – disse Sai secamente notando que o príncipe estava desperto – Vamos Sora.
Sakura o acompanhou para fora do quarto e ate o jardim da hospedaria. Ficaram em pés perto de algumas trepadeiras. Sasuke havia pensado em segui-los, mas não seria agradável ser pego com a boca na botija.
- E então Sai? O que tem a me dizer? – ela falou corajosamente.
- Se eu fosse você, abaixaria o tom. Não será bom se muitas pessoas ouvirem nossa agradável conversa. – Sai falou cinicamente dando ênfase ao agradável e conversa.
- Eu não estou gostando do seu tom, Sai. Respeite-me. Sou um samurai assim como você. – ela falou de maus modos.
- Sora. Sora. Você ainda não percebeu? Eu sei de tudo.
- De tudo o que? – ela falou. Ainda não tinha compreendido.
- De tudo! Eu sei quem você é!
- Se não soubesse eu diria que você tem problemas de cabeça. – ela falou tentando manter o tom – Lutamos juntos há um bom tempo.
Sai se inclinou sobre ela.
- Você sabe manter a coragem perante um homem, embora seja mulher.
Sakura mordeu os lábios e soltou um gemido abafado ao ouvir isso.
- Não sei do que você está falando.
- Ah Sora-kun. Ou eu deveria dizer Sakura-chan. – ele falou dando um puxão nos cabelos da garota os soltando de forma que caíssem dos lados da face delicada delineando o rosto feminino.
Ela não pode conter um gritinho com o puxão nos cabelos.
- Ah, Sakura. Você não pode mais me enganar. Depois de ter desfilado vestida de mulher junto com o príncipe num festival, me poupe.
- Como você sabe disso?!
Sai sorriu debochadamente.
- Eu tenho meus informantes, garota. – ele disse.
- Você vai contar?
- Contar? – Sai riu – Isso depende de você florzinha.
- Como assim depende de mim? Se você for pedir dinheiro sabe que eu não tenho.
- Eu sei que você não tem dinheiro Sakura. Você é só uma camponesa e não ganha tanto assim como samurai. Mas o que eu quero não é dinheiro. – ele falou se curvando sobre ela – O que eu quero, Sakura, é você. – ele sussurrou no ouvido da garota causando arrepios em sua pele. Logo ele sentiu sua face arder. Ela lhe dera um tapa. Bem merecido aliás.
- Como ousa?! – ela bufou – Não tem respeito com os outros? Como pode pedir isso e achar que eu vou aceitar?!
- Você não entendeu o que eu quis dizer, Sakura. – Sai falou deslizando a mão pela marca vermelha em seu rosto – Não quero apenas me divertir com você como você pensou. Eu quero... Casar com você!
- O que?! – ela gritou.
- Fale baixo! Por acaso você quer que o tonto do Naruto fique sabendo disso também? A não ser, claro, que ele já saiba que você é mulher.
- Ele não sabe! – ela falou com um falso ar de verdade. Sai sabia que Sasuke sabia, ela não poderia negar isso, mas Naruto ainda podia ser mantido nas sombras.
- hum... Mas então o que vai ser minha querida Sakura?
- Sai, você não pensa nas coisas ao redor? – Sakura resmungou passando a mão na testa.
- Não compreendo sobre o que você está falando.
Sakura bufou.
- Por exemplo. Se nos casássemos, as pessoas imaginariam que a esposa ficaria em casa. Porem a esposa que no caso seria eu, não poderia ficar sempre em casa por que tem missões a cumprir.
- Aaah. – Sai resmungou – Isso é fácil de resolver.
- Fácil? Fácil? Você só pode estar louco!
- Hum. Hum. Se Sora desaparecesse misteriosamente durante uma missão. Sakura poderia ficar em casa para sempre.
- Você está sugerindo que eu mate o Sora é isso? Quer que eu forje uma morte para ele é?
- Exatamente, minha flor. Se Sora desaparece, seus problemas de aparição também somem.
- Eu não vou matar o Sora. – Sai riu ao ouvir isso.
- Se não fizer isso e se casar comigo depois, será melhor você se preparar para ser exilada.
Sakura mordeu o lábio inferior. Queria ao menos terminar a missão antes de ser exilada. Por que, claro, não se casaria com alguém como Sai, ainda mais depois dessa face repugnante que ele mostrara está noite.
- Me dá ate o amanhecer para eu responder? – ela perguntou.
- Claro Sakura. Ate lá, manteremos nosso teatrinho. Vamos entrar.
Eles voltaram ao quarto em silêncio. Sasuke ainda estava acordado e muito preocupado com Sakura, Naruto ainda roncava e Sai agora fora domir, deixando Sakura acordada.
Sasuke passou os olhos pela jovem e notou seu nervosismo.
- Você está bem, Sora? – ele decidiu manter o disfarce caso Sai estivesse acordado, pois ainda não sabia que Sai sabia.
- Sim Sasuke. Por que não estaria? – a garota falou branca.
- Você está meio pálido.
Ela riu forçadamente e seca.
- É melhor irmos dormir. Amanhã temos um longo dia de cavalgada ate o castelo. Boa noite alteza.
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Na manhã seguinte Sakura foi a primeira a despertar então resolveu ir tomar um ar para clarear a mente. Já sabia o que iria fazer a respeito da proposta totalmente descabida de Sai. Era um plano simples. Uma maneira de completar a missão como um herói e de não ser exilada. Aceitaria o pedido de Sai, com a condição de que ela pudesse terminar a missão primeiro. A missão estando terminada ela daria um jeito de desaparecer com o Sora e voltar para casa. Sai não teria como forçá-la a nada então.
A garota se sentou perto de um chafariz e logo notou Sai vindo atrás dela.
- E então minha flor. Já se decidiu?
- Sim Sai. Eu decidi. Vou me casar com você. – falou mantendo um tom firme. Sai sorriu ao ouvi-lo.
- Fico muitíssimo honrado em saber que te terei como esposa. – ele falou com uma reverencia arrancando uma careta de Sakura.
- Mas, antes porem, eu quero terminar essa missão.
- O que? Por que quer terminar essa missão primeiro?
- Para que Sora seja lembrado com um herói.
Sai bufou. Não estava gostando daquilo.
- Está bem. Mas essa missão será a ultima!
- Certo.
- Soraaaaa!! Saaaaai!! – Naruto veio gritando de dentro da hospedaria.
- Seu idiota não grite! – Sasuke o repreendeu.
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Desde a manhã ate a noite o grupo cavalgou ate Konoha do Norte, claro que com algumas pequenas pausas. Logo os portões estavam a vista.
- Vejam. Lá estão os portões! – gritou Naruto.
- É... – resmungaram Sakura e Sasuke. Ambos haviam aprendido a gostar um do outro e de estar juntos, mas agora seria o fim disto. Eles se separariam. Sasuke se casaria com a princesa e Sakura voltaria para casa. Seria o fim de seu romance mantido sempre nas sombras...
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- Sasuke! – Fugaku falou orgulhosamente quando se encontrou com seu filho depois de praticamente um mês.
- ... – Sasuke não tinha palavras para demonstrar a sua felicidade inexistente por estar de volta.
- Sora. – Fugaku voltou-se para Sakura – Você foi quem guiou o meu filho por quase todo o caminho. E como eu posso ver, conseguiu colocar juízo dentro da cabeça desse miolo mole.
Sasuke o olhou feio. Isso não era jeito de tratar um futuro rei.
- Só fiz o meu trabalho alteza. Alem de que não foi difícil lidar com Sasuke-san. – Sakura falou docemente. "Ah se você soubesse que eu tive que ameaçá-lo no começo..." Ela pensou segurando o riso.
- Mesmo assim. É muito bom saber que tenho samurais tão eficientes ao meu lado.
- Obrigado, meu senhor, é uma honra ser elogiado por sua alteza.
Fugaku sorriu.
- Ah. Sai, você é o superior dos samurais presente aqui no momento, não é?
- Sim, sua alteza.
- Muito bom. Eu quero que vocês fiquem aqui ate o final do casamento por via das duvidas sabe. Eu soube do ataque a Konoha. Isso é horrível. Aquele maldito Orochimaru. Mas ele verá. Eu mandei que meu filho mais velho, Itachi, fosse junto com seu exercito para proteger nosso reino.
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Naruto deixara Sakura passeando sozinha com Sasuke e foi explorar o castelo enquanto Sai ficou conversando com Fugaku. Seu pai antes de morrer fora um samurai e costumava lhe contar historias de como eram bonitos os castelos em que fora e como eram lindas as princesas que ele encontrava confinadas dentro daquelas verdadeiras obras de arte. Naruto sempre sonhou em conhecer uma princesa. Mas nunca viu uma nem de longe. Talvez visse a princesa Hyuuga com quem Sasuke ia se casar. Queria ver se era mesmo tão bonita quanto as princesas dos contos de seu pai. Estando absorto nesses pensamentos Naruto só percebeu a jovem em trajes simples que olhava as flores no jardim quando quase tropeçou nela.
- oh! – ela falou assustada ao ver Naruto cair no chão.
- Ah. – naruto murmurou se levantando e limpando as folhas da armadura.
- Você está bem? – a jovem perguntou. Possuía olhos perolados e cabelos preto-azulados.
- Ah? Eu estou sim, bela donzela. Eu sou um samurai muito forte e vou proteger todos os fracos e oprimidos. – Naruto Falou erguendo sua espada.
A jovem riu.
- Como se chama? – Naruto perguntou.
- Eu sou Hinat... Hina. – falou.
- Muito prazer Hina, eu sou o Naruto. Você trabalha aqui?
- Ah... sim. – ela murmurou timidamente. Naruto abriu um enorme sorriso. Aquela era a garota mais linda que ele já havia visto. Mais linda do que as princesas dos contos de seu pai. E ela era só uma empregada...
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- Sakura... Você vai embora depois do casamento? – Sasuke perguntou a ela quando andavam sozinhos por uma das galerias suspensas do castelo.
- Sim.
- O meu casamento é amanhã a tarde, não é?
- O casamento é seu. Você devia saber. Mas sim, é amanhã à tarde.
- Vou me casar com uma completa desconhecida. Isso é revoltante.
- É um pouco. Mas pense no bem que você vai fazer para o povo de ambos os reinos.
- Eu preferia me casar com você. – Sakura engasgou ao ouvir isso e acabou parando onde estava.
- Alguém problema, Sakura? – Sasuke perguntou cinicamente tentando parecer inocente.
- Sim! – ela miou. Sasuke deu um sorriso de canto de boca e deslizou ate atrás dela.
- Por que há um problema, Sakura? – ele sussurrou apoiando o queixo no ombro dela.
- Por que você é um príncipe e eu sou uma camponesa criminosa! – ela falou empurrando-o levemente e se se encostando à batente da janela.
Sasuke ergueu a sobrancelha.
- Camponesa criminosa? Isso soa um tanto ruim.
- Mas é isso que eu sou. Mulheres não podem se passar por samurais. Isso é um crime.
- O que eu vou fazer agora talvez seja considerado crime também. – ele disse puxando-a pelo branço e a beijando ardentemente.
Sakura só teve chance de murmurar um "Sasuke!" antes de sentir os lábios quentes do príncipe sobre os seus. Como da vez que estiveram no festival, porem dessa vez era algo mais ardente e ansioso, pois podia ser pegos a qualquer minuto.
Sakura sabia que aquilo era errado e que ela devia empurrar aquele lindo homem e interromper aquele beijo, mas seus membros não respondiam aos comandos do seu cérebro e isso só facilitava para que Sasuke continuasse a beijá-la. Automaticamente ela colocou os braços em torno do pescoço dele o puxando para mais perto e ele escorregou as mãos para a cintura fina coberta pela a armadura.
- Sasuke isso é loucura. – ela murmurou entre um beijo e outro.
- Eu sei. – ele respondeu. Uma loucura muito agradável por sinal.
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A manhã seguinte estava clara. O céu limpo, o sol brilhava. Era um ótimo dia para um belo casamento. Pelo menos na opinião do rei, pois Sakura não podia estar mais infeliz. Se pudesse choraria ali mesmo onde estava, debruçada sobre a sacada da biblioteca. Ela não queria que Sasuke se casasse. Não queria! Isso era tão injusto. Por que ela sentia algo por ele. E provavelmente era correspondida.
- Esse dia não pode ficar pior. – ela resmungou. Um erro. Quando se resmunga algo do tipo pode-se ter certeza de que, sim, o dia pode piorar. E piorar bastante.
- Pois claro. Eu sei como é terrível ter que esperar para se casar comigo. – Sai falou chegando sorrateiramente onde ela estava.
- Sai! O que você está fazendo aqui?! – Sakura bufou mal humorada.
- Apenas vim ver minha noiva. Ah sim e dizer que já comprei um bonito anel para você. Nos casaremos assim que voltarmos para casa. – Sai falou um tanto satisfeito. Já havia notado o clima entre Sasuke e Sakura e saber que Sasuke ia se casar era uma idéia muito agradável.
- Arg. Você parece uma peste que vai se alastrando pela plantação. Por que não me deixa em paz pelo menos hoje? – ela rosnou.
- feh. Quando nos casarmos é bom você passar a me respeitar. – ele falou e saiu da sacada com um sorriso. Era ótimo saber que aquele principezinho de meia tigela estaria fora do jogo logo, logo. Sakura seria sua.
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- Kabuto. – Orochimaru falou com sua voz rouca. Uma vez mais estava sentado no seu trono coberto de sombras e seus olhos amarelos reluziam em meio ao escuro.
- Sim, Orochimaru-sama. – kabuto falou ajoelhado em frente ao mestre. Na verdade sua voz saíra tremula. As noticias não eram boas.
- Kabuto os nossos exércitos estão sendo derrotados. Konoha do leste estava preparada para o ataque. – o mestre falou secamente segurando a raiva extrema que sentia.
- Eu sinto muito Orochimaru-sama. Um dos capturados deve ter contado e...
- SILENCIO KABUTO! – Orochimaru urrou – DESCULPAS NÃO VÃO AJUDAR! NÃO QUERO PERDER NOVAMENTE PARA AQUELES FRACAÇADOS DE KONOHA!
- O-Orochimaru-sama. E se nó-nós pegássemos o príncipe e a princesa?
- PEGAR O PRINCIPE E A PRINCESA? O príncipe e a princesa?! Hum... Não é má idéia. Junte alguns soldados e vá pegá-los para mim.
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Sakura agora andava por um dos corredores. Seu mau humor ainda persistia. Era quase possível ver as chamas sobre sua cabeça. E ela estava tão absorta em seu mau humor que acabou trombando num ser vestido de azul marinho e dourado. (thãn thãn, como se você não soubesse quem é).
- Mas que droga! – ela rosnou ainda ser ter notado quem era.
- Sakura? – Sasuke questionou com uma sobrancelha erguida – Você está bem?
- Ah! Sasuke. – o motivo do seu mau humor. Mas não estava brava com ele – O que faz por aqui?
- Talvez o mesmo que você. Andando por andar.
- Aaah... – ela murmurou ao se levantar – Bem... Então eu já vou.
- Espere. Quero falar com você primeiro.
- Diga.
- Vou ser direto. Você vai se casar com o Sai?
- O que? De onde você tirou essa idéia?
- Ouvi você conversando com ele hoje de manhã na sacada da biblioteca. Eu estava lendo.
- Aaaah... Não.
- Não o que?
- Eu não vou me casar com ele. – Sasuke ergueu a sobrancelha.
- Eu disse a ele que me casaria por que ele me chantagiou, mas assim que eu me livrar e uma coisa ele não vai ter mais o que usar contra mim. – ela falou.
- Você está querendo dizer que...
- Sim. Eu vou dar um fim no Sora. Vai ser assim que eu terminar essa missão.
- Então você não vai se casar.
- Não. Na verdade eu acho que depois que Sora sumir, vou sair de Konoha. Eu quero viajar. Conhecer o mundo. E talvez algum dia eu volte.
- Konoha vai perdeu um ótimo samurai. – Sasuke comentou – Ei. Posso te levar a um lugar que eu achei mais cedo?
- ahh. Pode.
Sasuke puxou a garota pela mão e saiu correndo para os jardins de trás. Se tivessem notado. Sai ouvira tudo. Tudo. E não gostara nem um pouquinho de saber que Sakura planejava traí-lo.
- Sasuke! Esse lugar é lindo! – Sakura falou encantada. Ele a levara ate um pátio coberto escondido em meio às plantas.
- Que bom que você gostou. – ele disse suavemente olhando para ela que sorridente rodopiava entre as flores. Ela deu um sorriso bobo.
- Me concede uma dança senhorita? – Sasuke falou estendendo a mão para Sakura. Não que houvesse musica. O único som que inundava aquele belo pátio secreto era o som da água que caía na fonte.
- Como não meu senhor. – ela riu pegando a mão dele. E então começaram a valsar. Quem visse a cena acharia engraçado. Um príncipe dançando com um samurai. Mas eles não se importavam. Ninguém os estava vendo. Aos poucos foram se soltando mais. Sakura deixou a espada em algum canto, e Sasuke jogou as luvas por lá mesmo. Passos para cá, passos para lá e logo estavam se beijando apaixonadamente, se esquecendo do mundo lá fora.
- Sasuke... Eu te amo. – Sakura sussurrou.
- Eu sei. E te amo também.
- Sasuke eu... – com toda certeza ela ia dizer algo importante. Mas algumas explosões vindas de fora lhe chamaram a atenção - Sasuke explosões!
Ela correu para fora do pátio sendo seguida de Sasuke e ao chegarem lá fora encontraram uma das coisas que não desejavam encontrar naquele momento (aliás, em momento nenhum desejavam). Lá estavam soldados de Orochimaru. Armados quase ate os dentes. (seria isto uma precaução contra fracassos?).
- Ah não. – Sakura praguejou – Por que esses miseráveis sempre aparecem em horas como essa?
- Eu não sei Sakura, mas é melhor corrermos para o castelo por que eu não estou armado. – Sasuke sussurrou entre dentes para a garota.
- Não se preocupe! Eu e minha espada damos conta... – só então ela reparou a falta da espada – Deles...
- Mais alguma idéia? – Sasuke inquiriu vendo os inimigos se aproximarem.
- Corre! – Sakura gritou puxando o príncipe pela mão.
Ela desviou dos que pode, mas os inimigos eram muitos e ela não conhecia o castelo. Logo se viu num beco sem saída.
- Sakura fique atrás de mim. – Sasuke falou.
- O que? Mas eu sou o samurai por aqui! – ela reclamou antes de ver um punho acertar em cheio o seu rosto.
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Ohayoooo Minna-san!! ahhh!! Eu sei que demorei. Ç.Ç admito que a preguiça quase me matou e o Word conspirou contra o meu ser. Mas agora finalmente eu terminei o cap. Um pouquinho maior que os outros. /o/ pelo menos isso. vou tentar não demorar com os proximos (é possivel que eu não demore msm já que escrevo muito mais quando não tenho tempo)
Bellinha2345, Jack obrigada pelas reviews. D
E então até o proximo capitulo.
bye
