- Música do post - http://www(PONTO)youtube(PONTO)com/watch?v=bJSs7W9HSw8 Our Song – Taylor Swift
- Disclaimer; Tia Steph é dona de tudo, as maluquices e desordens que eu faço com os personagens dela, são todas culpa minha! :D
Capítulo II – Hidden Inside.
BPOV
Não era a primeira reunião que tínhamos. Angela e minha mãe pareciam parceiras de crime, vendo e revendo todos os mínimos detalhes do meu aniversário enquanto eu ficava apenas sentada na mesa com elas, escutando meu iPod até que pedissem minha opinião – não que valesse de alguma coisa. Assim que cheguei da escola com Angie, ela passou a minha frente e correu murmurando algo como estar atrasada para a reunião com a minha própria mãe. Eu ri e subi direto para o quarto querendo obedecer ao desejo do meu corpo cansado de uma boa soneca, mas fui rebocada segundos depois.
Enquanto eu sibilava a música e balançava a cabeça, Angie estalou o dedo na frente de meus olhos impaciente.
"Topa ou não topa, Bella?"
"Com certeza!"
"Mas você nem sabe do que a gente está falando." ela revirou os olhos e minha mãe bufou.
"O que eu posso dizer? Eu confio em vocês." dei os ombros levantando da mesa querendo esticar as pernas.
Fui para a cozinha enchendo um copo com água completamente exausta. Bocejei alto e as ouvi vindo atrás. Logo um "Não acredito!" ecoou e eu percebi que tinha feito algo errado. Claro, quem mais faria?
"Isabella!" ela exclamou com um convite na mão quando entrou na cozinha.
"É o nome que consta no convite." confirmei.
"Ora, guarde seus sarcasmos." vi Angie segurando o riso com a mão na boca e não aguentei gargalhando, deixando minha mãe ainda mais irritada. "Não acredito que você já entregou convites sem me avisar!"
E quando não paramos de rir ela cruzou os braços na frente do corpo esperando que eu acabasse.
"O que? Foi engraçado!" falei em minha defesa e apontei para Angie "Ela também está rindo, olha!"
"Para quem você entregou?" ela manteve a seriedade ignorando os risos que foram cessando aos poucos.
"Como você sabe que eu entreguei a alguém?"
"Na contagem tem dois a menos." Renée revirou os olhos.
"Um foi para Tyler Burt e outro para Edward Cullen." dei os ombros e virei para colocar o copo na pia.
"Porque não esperou que eu entregasse para a família deles, Bella? Agora como vou explicar que os convites foram diretamente direcionados aos filhos e os pais são descartáveis?"
"Alguns são mesmo..." murmurei contra a borda do copo e ela bufou novamente.
"Quer saber? Você vai ligar tanto para Sra. Burt quanto para Sra. Cullen e vai explicar que os convites ainda não foram todos entregues."
"Pra que, mãe? Qual a diferença? É só chegar e falar com os pais deles."
"Por educação e ética, Isabella." ela revirou os olhos dramaticamente. "Vou buscar os números e você diz que vamos até lá entregar mais tarde o resto dos convites."
"Mais tarde?!" minha voz saiu esganiçada quando gritei e ela foi buscar o caderno com os telefones. Eu só queria minha cama...
"Aqui está, você liga para os Cullen que eu ligo para os Burt."
Revirei os olhos entediada e Angie sibilou 'desculpa' com a boca antes de eu discar o número.
"Alô, Sra. Cullen?" perguntei reconhecendo vagamente a voz.
"Sou eu sim." pensei em como começar. Não ia falar logo que fiz alguma besteira, não é?
"Aqui é Isabella Swan, filha da Renée..." minha mãe me observava enquanto já terminava a outra ligação.
"Olá, querida."
"Como está a senhora?" Renée revirou os olhos e tirou o telefone da minha mão.
Arregalei os olhos e me afastei sem entender. Em menos de um minuto, Renée já tinha resolvido os problemas e tinha um sorriso no rosto.
"Esme disse que Edward está saindo de algum treino e vai passar aqui pra pegar o convite." minha mãe anunciou "E nunca mais faça isso, está me ouvindo?"
"O que? Aniversário?" não consegui controlar minha língua e Angie não controlou a gargalhada, nem mesmo Renée quando jogou o caderninho em cima de mim.
Depois de conseguirmos separar uma lista com as pessoas convidadas e os dias e horários que pretendíamos entregar os convites, Renée decidiu subir para tomar banho antes de fazer o jantar deixando apenas eu e Angie na sala esperando por Edward. A chuva caía fraca lá fora enquanto assistíamos televisão, até que Angie deu um pulo ao meu lado.
"Sabe o que eu acho?"
"O que?"
"Que ele não vai estar nem um pouco bem humorado de vir pegar o convite. Ele sempre parece meio com raiva de tudo." dei os ombros. "É sério!"
"Ah, merda." de repente caiu a ficha. Ele não parecia querer ir ao meu aniversário, e mesmo eu tendo convidado seu primo, ele não parecia a vontade. E agora ele provavelmente seria forçado a ir por causa da família. Era assim que as coisas funcionavam em Forks, afinal de contas.
A campainha nos deu um susto, já que as duas estavam perdidas em suas próprias cabeças. Depois de uma breve disputa de par ou ímpar para ver quem atendia a porta, eu perdi e levantei. Prendi a respiração e girei a maçaneta de olhos fechados. Digamos que a idéia não foi muito válida, já que a neblina cobria praticamente o rosto de Edward então eu só podia ver seu corpo encoberto pelo casaco usual.
"Isabella." ele cumprimentou com a voz mais grave que o normal. Confesso ter tido um pouco de medo do seu tom, ainda mais agora com a voz tão mudada. Senti Angie se aproximando da porta quando eu dei alguns passos em sua direção.
"Me desculpa mesmo." já comecei a me redimir antes mesmo de encarar seus olhos duros. "Eu sei que você não ficou muito a vontade de ir, mesmo que eu tenha chamado seu primo. Eu nem imaginava que minha mãe fosse fazer todo esse alarde. E bem, eu estou sendo repetitiva falando que você deveria ir, mas sei que agora você deve me odiar, o que eu não te culpo, porque eu realmente ficaria puta da vida se fizessem isso comigo. Agora sua família sabe e você vai ter que ir forçado, me desculpa."
"Terminou?" ele me olhava com os olhos franzidos. De repente me senti com raiva, afinal eu estava me desculpando, ele poderia ao menos ser simpático. Mas então ele abriu um meio sorriso. Ou eu quis enxergar isso. "Tanto faz, meus pais iam ficar sabendo de qualquer jeito. Não é como se essa merda de cidade fosse grande demais e nós nos conhecêssemos a pouco tempo."
"Então você vai?" estiquei o convite cautelosa.
"Parece que sim, não é?" concordei com a cabeça exalando um pouco aliviada de ele não parecer aborrecido comigo.
Assim que ele terminou de falar e eu vi meu primo correndo em minha direção. Ethan já estava voltando da pré-escola e saiu do transporte escolar com a capa de chuva do Bob Esponja em minha direção. Heide além de ter parte da empresa de meu pai, trabalhava nos bastidores do jornal local de Forks por paixão. Ele ficava animado aqui em casa enquanto eu brincava com ele e apesar da pouca idade entendia a inimizade entre os próprios pais.
"Bewa!" Ethan gritou vindo em minha direção. O pequeno só batia na altura do meu quadril. Sua pronuncia do meu nome ainda era engraçada, mas não fazíamos muita questão de corrigir porque era realmente fofo e um dia toda a infantilidade iria embora.
"Oi, Ethan! Como foi a escola?" abaixei o pegando no colo enquanto ele tentava equilibrar a mochila grande demais em suas costas.
"Eu vou indo pra casa antes que chova de novo." Edward interrompeu me lembrando de sua presença. Ele tinha os olhos fixos em Ethan e um sorriso brincando de se esconder em seus lábios. Ethan se escondeu no vão do meu pescoço e eu sorri de volta para Edward.
"Ok, até amanhã."
E com isso cada um tomou seu rumo. Edward parecia mais... manso depois do boxe, - o que eu agradeci bastante. Angie, que eu tinha me esquecido da presença, tinha a boca entre aberta e os olhos me observavam por cima das lentes.
"Me diz quando Edward Cullen ficou gato!"
"O que?" perguntei confusa e coloquei Ethan no chão, que correu direto para a sala ligando a televisão e jogando a mochila em qualquer canto.
"A voz dele... e ele está alto. Não sei, nunca tinha reparado... é só que, ele cresceu!"
"Bem, todas nós crescemos Angie..." ainda não tinha reação às suas palavras. Quando ela começou a reparar em TODOS os meninos?
"Mas ele cresceu bastante... E a voz? Nem Ben tem a voz grossa desse jeito"
"Vai ver é a maturidade, não sei..."
Ela arfou teatralmente e eu senti meu rosto esquentar. Nunca havia realmente olhado para alguém com desejo ou esse tipo de comportamento. Tentei relembrar de nossa conversa, o jeito que Edward falava e como estava vestido. Ele realmente parecia mais maduro do que o restante dos meninos, ou pelo menos mais anti-social e mau humorado. Me peguei relembrando de seu queixo proeminente que já aparentava ser barbeado uma vez ou outra e sua boca, não muito preenchida mas definitivamente masculina...
"Bewa, tem suclilhos? To com fome..."
Ethan me trouxe de volta a realidade e sorri de volta a figura pequena com as pernas balançando no sofá.
EPOV
Direita, Cullen! Protege! Esquiva! As palavras de Sam ecoavam na minha mente enquanto eu atingia o saco de areia. Aquelas eram as duas únicas horas onde eu não precisava controlar o que eu sentia para lidar com outro ser humano. O se importar passava como um vulto assim como meus pulsos na direção certa no meu alvo. Cada músculo do meu corpo queimava e se contorcia. A sensação prazerosa de ter aquele sacrifício físico cansando era extasiante, me fazendo até mesmo sorrir com a chuva da cidade pequena.
4 chamadas não atendidas.
Verifiquei meu celular na saída do vestiário da academia; todas as ligações de casa.
"Oi, mãe." falei quando escutei sua voz do outro lado da linha tentando secar a nuca com a toalha menor.
Depois das perguntas usuais ela me surpreendeu com uma pequena mudança de trajeto antes de ir para casa. Eu não sabia porque o tal do alarde com as merdas dos dezesseis anos. Não era nem um número exato para se comemorar. Você pode votar – grandes merdas. Pode dirigir – pra isso é mais fácil, prático e útil ganhar a porra de um carro e não ter uma festa gigante onde você passa setenta por cento do seu tempo cumprimentando familiares que provavelmente nunca nem viu na vida. Mas não, lá estava eu indo em busca do tal convite de Isabella para minha família. Porque explicar que eu já tinha um não foi o suficiente.
Depois de batalhar e procurar desculpas desnecessárias para me dar em relação ao meu trajeto a sua casa, Isabella finalmente respirou e esperou que eu não brigasse com ela. Como se essa merda de aniversário fosse por algum lado me livrar de uma noite perdida. Eu sabia que isso iria acontecer, mas estava cansado demais pra rebater alguma coisa. Ela também merecia um pouco do meu respeito já que eu nada fazia além de parecer assustá-la como um esquilo. Quando finalmente ia fazer meu caminho para casa, um pequeno ser humano surgiu por trás de nós antes de se agarrar às pernas de Isabella.
Era só a porra de uma criança, - seu primo, eu sabia – mas não deixou menos que a merda de um sorriso no meu rosto a caminho de casa. Ser filho único tinha suas desvantagens. A cumplicidade que existia entre a maioria das famílias, apesar das brigas comuns e usuais, sempre me deixaram impressionado e torcendo por um irmão. Mesmo sabendo que um desses eu nunca ganharia. A aparência de cientista e a boa jornalista e literária que meus pais ofereciam a essa medíocre e pequena cidade não fazia jus as discussões que eu tinha que presenciar na maioria das vezes.
Ambos casados mais com seus merdas de respectivos trabalhos, invejavam o tempo que passavam mais agarrados com o que planejaram para suas carreiras do que para si mesmos. A comodidade de se casar – após uma entrevista que minha mãe teve que editar sobre meu pai – foi conveniente na época e isso refletia até hoje quando Carlisle tinha que viajar e Esme tinha outra edição marcada do outro lado da cidade. Era um pouco difícil querer se ater a esse pequeno mundinho de merda quando o espelho dentro do lar não me era apelativo. Então quando digo que preferiria já estar em uma faculdade com meu primo, é por realmente não aguentar a monotonia escolar e de casa. E já se eu tivesse um irmão, como Emmett foi para mim por um bom tempo, talvez os dias não ficassem sempre rodando em volta do único assunto de todas as semanas.
Com o passar dos anos e para a minha sanidade, eles tentaram por um tempo impor algumas horas em família. O jantar era sempre servido às sete da noite e o esperado era uma mera compartilhação de resumos diários da vida de cada um. Essa rotina, porém, nem sempre era seguida. E quando eu via minha mãe jogar outro prato de comida fria no lixo, eu sabia que o dia seguinte seria o inferno agonizante de gritos e cobranças. Algumas necessárias, outras nem tanto. Quem tinha que aguentar, era eu.
Passei a mão pelo cabelo que já pingava da chuva fraca que caía na frente dos meus olhos e esfreguei o solado dos sapatos na entrada, antes de girar a chave. A luz fraca da sala mostrava a casa e a falta de barulho dos visitantes, mostrava que já tinham ido. Quando suspirei – cedo demais – de alívio para ter minha noite finalmente em silêncio, ouvi minha mãe ao telefone de seu escritório.
"Não sei, sinceramente, como você consegue ser desse jeito, Carlisle..." Esme exalou cansada e indignada, mas não menos histérica que o normal. Fechei minhas mãos em punhos. "Aproveitar?! Você acha que por levar sua família para o aeroporto e pegar um voo com conexão para aproveitar que já estava aí e ir pra porcaria da sua palestra é aproveitar? Nem respeito por conversar e voltar em casa para se despedir! Não importa se são dois dias ou dois meses! A falta de respeito passou dos limites!"
Não que as desculpas que minha mãe dava para participar de algum evento literário fossem melhores, mas meu pai conseguia extinguir toda a porra de paciência que eu criei por anos para aguentar esse tipo de situação. Seu exagero de praticidade levava aos meus extremos a vontade de socar alguém só para ter o gosto de ouvir o mesmo gemendo de dor. Era incontrolável. Meu corpo tremia, meus dentes rangiam e eu me sentia como um primata. Não sei como eles mantinham esse casamento ainda em pé.
Não ouvi mais nada, sentindo minha cabeça já latejar em exaspero e tomei um banho para tombar na cama. Poucos minutos depois, minha mãe bateu na porta, parecendo alheia a quaisquer sentimentos e perguntou se eu queria um lanche, se desculpando por não ter preparado algo decente por causa de seu dia cheio.
"Não, eu estou bem" falei ainda com o braço cobrindo meus olhos.
"Não vi você entrar em casa" sua voz deixava clara o constrangimento e me fez suspirar antes de fitá-la em minha porta me observando.
"Você estava no telefone, não tinha como ter escutado"
"Está tudo bem, Edward?" Esme atreveu mais um passo para o interior do quarto parecendo preocupada. As vezes ela tinha essas reações. Eu, muitas vezes, me senti culpado por pensar dessa forma. Mas vendo-a estar muito ocupada entre salvar a merda do casamento e manter a porra do emprego que lhe consumia cada vez mais, eu acabei criando esse sarcasmo ácido quando o assunto era Esme.
"Eu estou ótimo depois de ter socado algumas vezes o saco de areia. Meu pai viajou já?" sua postura mudou abruptamente e seus olhos escureceram. Era uma situação ridícula falar de um para o outro quando alguém estava ausente.
"Está no aeroporto, são apenas dois dias, de acordo com ele"
"Tanto faz" sentei direito na cama abrindo a mochila ainda molhada da chuva e fui retirando os objetos de dentro. "Você viaja quando?"
"Amanhã a tarde, por isso eu estava tentando alertar a seu pai, mas ele parece que nunca me ouve"
Vocês nunca se ouvem, esse é a porra do problema – pensei parando o papel prateado em minha mão com uma das laterais um pouco amassada.
"Pode deixar que eu não vou dar nenhuma festinha enquanto vocês estiverem fora. Não é como se eu tivesse alguém pra realmente chamar" disse ácido.
"Eu sei disso, e confio em você pra deixá-lo sozinho... Esse aí é o convite?"
Estiquei o envelope e entreguei a ela. Seu sorriso na face antes de abri-lo foi notável. Nunca foi segredo entre ninguém, que minha mãe queria me dar uma irmã. Desejo dela que, mais uma vez, não iria acontecer. Pelo simples fato de que Carlisle não queria mais filhos. E porque ambos não enxergavam que não davam mais certos juntos. Não odiava meus pais como um adolescente estúpido e rebelde, mas minha paciência era curta. Era duas pessoas distintas que acabaram se juntando, quando apenas um estava em casa tudo parecia tranquilo, até o outro chegar.
"Bella está tão crescida, não é?" ela suspirou.
"Ela é um ano mais nova que eu" notifiquei sem saber o que responder. Eu cresci junto com ela, não era como eu tivesse percebido muita coisa, até porque eu cresci também.
"Você não acha ela bonitinha não?"
"Ah, mãe, sério? Toda semana você pergunta sobre uma menina diferente. Todas elas tem o mesmo destino: casar, ter filhos na mesma cidade e se derem sorte não vai depender do marido para serem sustentadas..."
"Você subestima todas as garotas por aqui. Só digo isso porque ainda não o vi namorando e a mãe de Ben já disse que ele e Angela estão indo e voltando o tempo todo, afinal você já tem dezesseis anos..."
"Eu sei quantos anos eu tenho e eu sei o perfil de cada uma delas e nenhuma me interessa. E de novo; não vou ter essa conversa com você. Sem ofensas"
"Tudo bem. Não vou mais perguntar. Eu sei que mesmo que interessasse você não falaria" ela deu os ombros não parecendo perturbada por ter sido cortada. "Mas Bella eu sei que é inteligente e uma boa menina. Não custa nada dar uma repar.."
"Mãe" rosnei cansado.
"Ok, já parei. Boa noite" ela me olhou enquanto eu me ajeitava na cama para dormir. Não era tarde o suficiente, mas não teria coisa melhor para fazer. E o dia tinha sido longo demais. "Dorme bem, e sonhe com a Bella".
"Ah, por favor!" reclamei enfiando o rosto no travesseiro, mas não deixei de rir quando a escutei gargalhando no corredor. Esme conseguia ser divertida quando não estava irritada ou interessada demais em minha vida amorosa ou sexual.
Antes de fechar os olhos, meu celular vibrou já no escuro do quarto com uma mensagem de Emmett:
Sabe como são chamadas as californianas aqui em Harvard? BBB. Pergunta por que!
Meu primo sempre teve desses joguinhos de siglas e parecíamos saber quando um ou outro simplesmente precisavam ouvir alguma merda para distrair.
Porque? Menos de um minuto depois, veio a resposta:
Boa, Bonita e Bunduda. (6) Dei uma boa gargalhada antes de xingá-lo em resposta por mensagem.
De novo pensei que se eu tivesse um irmão mais novo, em alguns anos ele receberia uma mesma mensagem pra tirá-lo do sufoco de casa e de Forks.
A/N: Sabem o que fazer... share some love! 3
