Normal: narração e fala
Itálico: pensamento
Capítulo 6.
Minutos depois, no andar de baixo...
Momoko: Acharam a senha?
Kyo: Sim. Seiichi está digitando agora.
Depois que Seiichi digitou a senha, e todos entraram no cofre, descobriram algo espantoso: as moedas do cofre não haviam sido roubadas. Elas estavam no teto, como se ele fosse o chão e o chão, teto.
Momoko: Nossa, que burrice a minha! Nem notei as moedas. Como será que não as vi presas no teto?
Seiichi: A pergunta devia ser "como" elas ficaram presas no teto.
De repente, o comunicador de Kyo tocou e, quando este atendeu, apareceu o rosto de Asuka.
Asuka: Kyo, vocês dois têm que voltar pra casa agora. A Hokage tem notícias sobre o incidente no cofre.
Kyo: Já estamos indo.
Uma vez em casa, Asuka mostrou as descobertas da Hokage. A câmera dentro do cofre mostrou as moedas sendo puxadas pra cima.
Daisuke: Seja lá o que for isso, a Hokage sugeriu que investiguem o telhado.
Seiichi: Isso não será possível. A porta do telhado está trancada. Kyo verificou isso.
Misen: Hokage deixou a chave do telhado conosco. *tirando do bolso* Está aqui.
Akihisa: Boa sorte pra vocês. E que não seja nada grave.
De volta ao banco, Kyo e Seiichi foram ao telhado. Logo souberam o que atraiu as moedas: havia um imã gigante lá.
Seiichi: *sorriso maroto* Isso me dá uma ideia.
Kyo notou que ela havia colocado o clipe que havia pêgo antes dentro do painel de controle do imã gigante. Acabou soltando faíscas e, no final, tudo virou churrasquinho.
Seiichi: Acho que isso resolve o problema das moedas.
Kyo: *notando algo* Ei, o que é isso?
Kyo pegou algo que estava ao lado da máquina destruída. Era um tufo de cabelos vermelhos.
Seiichi: Deve pertencer ao responsável por isso.
Ambos desceram ao andar de baixo e acharam Momoko soterrada nas moedas.
Seiichi: Você está bem, Momoko-san?
Momoko: *saíndo do monte de moedas* Sim, estou bem. Mas Kasumi-sama quer falar com vocês.
Kyo: *resmungando* A gente só tá correndo hoje.
Uma vez na torre da Hokage, contaram tudo que descobriram para ela.
Kasumi: Um imã gigante, hein? Deve ser o tal projeto que Momoko perdeu há algum tempo. Felizmente, esse tufo de cabelos é uma boa pista. Infelizmente, teremos que chamar um eletricista.
Seiichi: *confusa* Ué, por quê?
Kasumi: Parece que, quando o imã foi desativado, a danceteria de Konoha ficou sem luz.
Kyo: *recordando* Ei, espera um pouco! Makoto, Sara, Hajime e Naru não tinham ido pra lá?
Seiichi: Vamos verificar.
Minutos antes do apagão na danceteria, os quatro amigos citados por Kyo dançavam juntos.
Naru: Ei Makoto, sabe que o seu cabelo é muito legal? Se eu pintasse o meu da mesma cor, íamos parecer gêmeos.
Hajime: *resmungando* Ah Naru, fala sério! O cabelo dele é rosa, a pior cor de cabelo pra um rapaz!
Makoto: *rebatendo* Como se o seu cabelo fosse muito bonito, e olha que nem posso ver a cor dele!
Sara: *sentindo o aumento de chakra dos rapazes* P-parem...
De repente, as luzes apagaram, fazendo todo mundo na danceteria gritar de pavor. Afinal, estava tão escuro que sequer viam a saída.
Naru: *cruzando os braços* Muito bem. Qual dos dois é o responsável por isso?
Makoto e Hajime: Não fui eu!
Sara: N-Naru, não pode usar um Rasengan e iluminar o local?
Naru: Vou tentar. Só espero que dê certo. RASENGAN!
O Rasengan de Naru não iluminou muito, mas pelo menos as pessoas podiam ver umas as outras, e também a saída. Logo, todo mundo estava do lado de fora. O quarteto, é claro, se surpreendeu ao encontrarem Kyo e Seiichi do lado de fora.
Seiichi: Vocês estão bem?
Hajime: Sim. Foi só um apagão que deu na danceteria.
Kyo: Nós sabemos.
Kyo e Seiichi contaram sobre a missão.
Naru: Descobriram o culpado?
Seiichi: Não. Mas ele deixou uma pista pra trás. Um tufo de cabelos vermelhos... do mesmo tom dos da Sara.
Kyo: *reparando* Agora que você falou, é verdade. O tufo e o cabelo da Sara possuem a mesma cor.
Naru: *indignada* Estão insinuando que a Sara é a responsável por isso?
Makoto: *igualmente indignado* Isso é impossível! A Sara estava com a gente o tempo todo!
Seiichi: Não iremos acusar ninguém antes da Hokage analizar a amostra. Até lá, esperaremos em casa.
Todos voltaram para casa, com Sara morrendo de medo. Era suspeita de um crime e nem estava presente quando ele ocorreu.
